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Reportagem| Qatar: O Emirado do futebol

A abertura dos voos da Qatar Airways para Lisboa foi a
desculpa perfeita para o Publituris viajar até ao Qatar e conhecer um país único e hospitaleiro, que vai receber, em 2022, a maior prova de futebol do mundo.

Inês de Matos
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Reportagem| Qatar: O Emirado do futebol

A abertura dos voos da Qatar Airways para Lisboa foi a
desculpa perfeita para o Publituris viajar até ao Qatar e conhecer um país único e hospitaleiro, que vai receber, em 2022, a maior prova de futebol do mundo.

Inês de Matos
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Quando a FIFA anunciou que o Qatar seria o anfitrião do Mundial de Futebol de 2022, houve uma explo- são de alegria por todo o Médio Oriente. É que, pela primeira vez, a grande prova mundial de futebol vai ter lugar na região e num país muçulmano, sendo vista como uma oportunidade para unir o ocidente e o oriente, tantas vezes desavindos, através daquilo que o futebol tem de melhor, a festa que
contagia e aproxima adeptos de todo o mundo.
Mas, se o momento foi vivido com euforia, pouco depois começavam as dúvidas. É que o Qatar tem pouca tradição de futebol e ainda por cima é um país que obedece às leis islâmicas, onde, por exemplo, o álcool fica de fora. Como seria possível fazer um Mundial sem álcool? E, pior, com temperaturas que facilmente ultrapassam os 40 graus Celcius?
Mas, o que podia ser problemático, tem vindo a funcionar exatamente ao contrário, ajudando a chamar a atenção e a promover o evento. É que para combater as altas temperaturas, não só foi decidido atrasar o Mundial – que, pela primeira vez, vai ter lugar no inverno, em novembro e de- zembro -, como se partiu para a construção de estádios inovadores, totalmente fechados e com refrigeração, que se destacam por serem amigos do ambiente e sustentáveis. As inovações, aliadas ao design vanguardista, têm chamado à atenção dos adeptos do futebol, que já contam os dias para o pontapé de saída da competição. Já nem o álcool importa, apesar de também para isso se ter encontrado solução. Mas já lá vamos.
Foi sob o pretexto do Mundial’22, e porque a Qatar Airways abriu uma nova rota diária para Lisboa, que um grupo de seis jornalistas portugueses foi convidado pela companhia aérea de bandeira do Qatar a visitar o país, de forma a ver de perto, não só o avanço dos preparativos para a competição, como tudo o mais que o Qatar tem para oferecer. E é bem mais do que se poderia pensar, já que este pequeno emirado do golfo pérsico, com 2,6 milhões de habitantes – a grande maioria estrangeiros, que se mudaram para o Qatar aliciados pelos altos salários e isenção fiscal -, tem uma oferta diversificada, que vai da praia ao turismo de luxo, sem esquecer as aventuras no deserto, a cultura e gastronomia únicas, além de uma vasta história e uma hospitalidade difícil de igualar. Venha com o Publituris descobrir o emirado do Qatar, um país moderno, longe da imagem fechada que, muitas vezes, é passada no ocidente e que se prepara para receber o mundo na maior prova de futebol do planeta.

Legado do futebol

Chegámos a Doha a 24 de junho, a bordo do voo inaugural da Qatar Ai- rways, que passou a ligar Lisboa à capital do país. E assim que saímos do avião, percebemos que estávamos, de facto, no Qatar, é que o termómetro marcava 45 graus e a humidade ultrapassava os 90%. Não precisei de mais explicações para perceber porque é que o Mundial’22 vai ser no inverno.
O trajeto entre o Aeroporto Internacional de Hamad – assim batizado em homenagem ao anterior emir do Qatar e pai do atual – e o Mondrian Doha Hotel, a unidade de cinco estrelas que nos acolheu, foi curto, mas deu para confirmar uma das ideias que tinha sobre a cidade: Doha é formada por uma sucessão de arranha-céus e edifícios modernos, que se impõem na paisagem, como é, aliás, comum também nos outros emirados do golfo pérsico, onde a riqueza do petróleo e gás natural tem levado ao desenvolvimento de infraestruturas impressionantes.
Mas a aventura em terras qataris só começou a sério no dia seguinte e a primeira paragem foi o Legacy Pavillion, um museu criado pela FIFA, que explica o percurso do Qatar no futebol – para quem achava que o país não tinha tradição na modalidade -, assim como o caminho até ao Mundial’22, o segundo organizado na Ásia. O museu é interessante e merece uma visita, já que recorre a tecnologia que o torna interativo e, por isso, mais apelativo para os visitantes.
Mas a parte que merece maior destaque é a que apresenta os estádios do Mundial’22 e onde ficámos a saber que, das oito infraestruturas – a maior com 80 mil lugares e que vai receber os jogos de abertura e final da competição -, apenas uma vai ficar para a posteridade, já que, entre outras inovações, como ar condicionado e painéis solares, os estádios fo- ram construídos por módulos, o que permite a sua desmontagem após a competição.
Além dos estádios, o Qatar está a desenvolver uma nova linha de metro e outra de comboio, bem como a construir 100 quilómetros de novas estra- das, para que não existam entraves na mobilidade dos adeptos. Já para acolher os entusiastas do futebol, vão estar disponíveis oito mil quartos de hotel, vários navios de cruzeiro e até acampamentos no deserto.
Mais sensível tem sido a questão do álcool, cujo consumo apenas é per- mitido em hotéis de quatro e cinco estrelas e unicamente por estran- geiros, pois os muçulmanos estão proibidos de consumir álcool pela lei islâmica. E o Qatar leva estas restrições muito a sério. Mas, ao que parece, vai ser aberta uma exceção para o Mundial’22, já que o consumo deverá ser permitido nos locais destinados aos adeptos, as ‘fan zones’. A má notícia é que ninguém poderá sair destes recintos alcoolizado, de forma a não ofender os costumes locais. Por isso, quem passar das marcas, deve preparar-se para ficar retido algumas horas nestes locais.

Da Mesopotânia aos dias atuais

O futebol esteve em evidência durante a viagem, mas esteve longe de dominar, já que houve tempo para descobrir também a história do país. E foi justamente por isso que a visita seguinte foi ao Museu Nacional do Qatar, outro edifício impressionante. Aberto apenas desde março, foi desenhado pelo arquiteto vencedor de um Pritzker Jean Nouvel e foi buscar inspiração à ‘rosa do deserto’. Lá dentro, a história do país está em evidência, num relato que começa há mais de 50 mil anos, no início da ocupação humana da península do Qatar, e que abrange também o período da Mesopotâmia, cuja origem se encontra nesta região do Médio Oriente. Mas a parte mais interessante do museu talvez seja a história mais re- cente do país e a comparação que é possível fazer entre a realidade do Qatar no início do século XX, quando ainda era um protetorado britânico – estatuto que apresentou até à independência, em 1971 – e se dedicava à extração de pérolas e à pesca, e o país atual, dono da terceira maior reserva do mundo de gás natural e outro tanto de petróleo, e onde a modernidade domina. Não foi assim há tanto tempo, mas a diferença é abismal. E foi também isso que pudemos comprovar à noite, num cruzeiro noturno pelas águas do golfo pérsico, realizado a bordo de um típico barco local, o dhow, e que teve início junto ao moderno Museu de Arte Islâmica de Doha, outro exuberante edifício, neste caso da autoria do arquiteto de origem chinesa I. M. Pei e que se localiza num dos extremos da avenida Cornish, a maior do país, que se estende por sete quilómetros ao longo da costa de Doha. O museu ocupa 45 mil metros quadrados, está instalado numa ilha e acolhe mais de 800 peças que retratam o islão, a religião do- minante no país e em toda a região do golfe pérsico.
Durante o relaxante passeio, que permite apreciar as luzes coloridas dos arranha-céus refletidas na água do golfo, tivemos ainda oportunidade de visitar a Pearl, uma ilha artificial que é o símbolo extremo do luxo no Qatar e onde o preço do metro quadrado é dos mais elevados do mundo. É o único local no Qatar onde os estrangeiros podem adquirir residência e abriga também galerias comerciais de luxo, hotéis, quatro marinas e diversos restaurantes, além de um sem fim de facilidades de lazer. Vale a pena a visita, já que funciona como uma cidade, dentro da cidade de Doha.

Artesanato e deserto

Apesar da modernidade que o país respira, ainda há locais que perma- necem inalterados, quase como se os séculos não tivessem passado por eles. É o caso do Souq Waqif, um mercado no centro de Doha, que data do século XVIII e que foi recuperado em 2006, mantendo-se, no entanto, fiel à arquitetura qatari. É o melhor local para adquirir souvenirs, já que tem de tudo um pouco, de especiarias a artesanato, passando pelas roupas típicas e pelos melhores petiscos, pois inclui diversos restaurantes e bares de shisha.
Visitámos o Souq Waqif na manhã do segundo dia, mas mesmo assim eram poucos os clientes que circulavam pelo recinto, já que o calor abrasador faz-se sentir desde cedo. Ainda assim, percebemos que as maravi- lhas do ar condicionado – do qual os qataris são reféns, assim como qualquer turista que visite o país no verão – eram dispensáveis na época em que o mercado nasceu, já que a arquitetura do espaço contribui para que a temperatura nas ruas cobertas seja bastante agradável. Difícil é suportar o calor das zonas abertas, onde o sol não perdoa.
Já que estávamos pelo mercado, decidimos experimentar o típico pequeno-almoço árabe, que garante energia toda a manhã e onde não faltam azeitonas, queijo e pão árabe. Coincidência das coincidências, acabámos num dos hotéis boutique que a Tivoli Hotels & Resorts abriu no país, o Al Mirqab Boutique Hotel. O mundo é mesmo pequenino.
Depois do Souq Waqif, seguimos para uma das atividades que mais me entusiasmaram: um safari no deserto. O percurso foi feito em veículos 4X4 da Discover Qatar, o recetivo da Qatar Airways, com ar condicionado incluído, e demorou cerca de uma hora. Mas assim que deixámos Doha notámos a diferença na paisagem, já que grande parte dos 160 quiló- metros da península do Qatar são uma planície árida, coberta de areia. Talvez por isso se perceba porque é que o Orix é um animal tão adorado, sendo um dos símbolos do país. É que este animal consegue encontrar água onde ela parece não existir, algo fundamental num território desértico, principalmente no passado, quando a água canalizada era uma miragem.
Foi essa a paisagem que encontrámos ao longo de quase toda a viagem, até chegarmos a uma área de serviço improvisada, onde os pneus dos veículos todo-o-terreno foram esvaziados e travámos conhecimento com os camelos, dromedários e falcões que ali estão a animar os turistas.
A paragem foi curta e, a partir daí, fomos tomados pela adrenalina, pois as dunas no deserto do Qatar são imponentes – chegam a atingir 40 metros de altura – e descê-las de todo-o-terreno é uma emoção. Ao longo do caminho, encontrámos acampamentos e lagos diversos, que se formam por infiltração do mar, que fica ali ao lado e permite ver a Arábia Saudita do outro lado. Foi a primeira vez que estive num deserto com praia e adorei, já que as águas do golfo são quentes e cristalinas, convidando-nos a um mergulho. Infelizmente, não aconteceu, talvez fique para 2022, quando o mundo do futebol rumar ao Qatar.

* A jornalista viajou a convite da Qatar Airways

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, “ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023”.

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, “o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria”.

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

“Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo”, indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do “bom funcionamento desta rota nos meses de verão” e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

“Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022”, lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

“Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México – que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana – com mais três voos semanais, até 13 frequências – e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana”, indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

“Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19”, congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, “o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada”.

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas “boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano”.

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma “parceria exclusiva”, que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

“A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança”, afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana “combina perfeitamente” com a rede da Gol no Brasil.

“Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América”, acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

“O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo “fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais” e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

“Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora”, disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o “cruzeiro espacial” e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ – sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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Certificado europeu mais perto de se tornar ‘standard’ global

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE.

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Albânia, Andorra, Ilhas Faroé, Israel, Mónaco, Marrocos e Panamá são os países e territórios mais recentes a adoptar  o sistema europeu do certificado  COVID Digital da União Europeia.

A Comissão Europeia anunciou que os  certificados COVID-19 emitidos pelos países referidos são equivalente ao Certificado COVID Digital da União Europeia.

Desde que foi colocado em prática, em junho deste ano, que foram emitidos mais de 420 milhões de certificados da UE, existindo atualmente 42 países, incluindo os 27 Estados-membros, que integram o sistema europeu, o que o está a converter num ‘standard’ internacional.

Didier Reynders, comissário da Justiça, destacou que esta situação  permite que todos ganhem: “os cidadãos podem desfrutar do seu direito de livre circulação e as empresas, assim como o setor dos transportes, podem começar a compensar as perdas dos últimos meses”.

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“Turismo e mobilidade sustentável” em debate no Algarve

Debate “Turismo e Mobilidade Sustentável” está inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, decorre a 17 de setembro, e pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

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O Centro Europe Direct Algarve, em parceria com a CCDR Algarve e a Região de Turismo do Algarve (RTA), promovem na próxima sexta-feira, 17 de setembro, o debate “Turismo e Mobilidade Sustentável”, inserido no ciclo “Conversas com Futuro”, que pretende ser um contributo para a Conferência sobre o Futuro da Europa.

Num comunicado enviado à imprensa, a organização do evento explica que “esta será uma oportunidade única para debater os desafios e as prioridades do Algarve, de Portugal e da Europa no âmbito do turismo e da mobilidade sustentável, mas sobretudo para ouvir e responder às perguntas do público que estará a assistir à conversa em direto”.

“Com o mote da Conferência sobre o Futuro da Europa, que até à primavera de 2022 vai ouvir os cidadãos europeus sobre o futuro que pretendem para a União Europeia, o Centro Europe Direct Algarve organiza este fórum de discussão, abrindo o diálogo à região do Algarve e a todos os que nela vivem, com o objetivo de aumentar o nível de conhecimento sobre o projeto europeu”, lê-se no comunicado divulgado pela organização.

Com a participação de João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA),  da eurodeputada  Cláudia Monteiro de Aguiar, de João Ferreira, da DG MOVE da Comissão Europeia, José Apolinário, da CCDR Algarve, e Rodrigo Soares, da Erasmus Student Network, o debate vai decorrer entre as 11h00 e as 13h00, e pode ser acompanhado através da página de Facebook da RTA.
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