“Não nos limitamos a emitir bilhetes ou à reserva de hotéis”

Por a 8 de Fevereiro de 2019 as 12:54
Presente em Portugal há quatro anos, a Globalis, agência especializada em viagens e eventos corporativos, faz um balanço positivo do ano 2018. A empresa superou os objetivos em todos os mercados onde opera: Portugal, Brasil, Angola e Moçambique. No entanto, foi no mercado português que alcançou o melhor resultado, como explica a sócia gerente e diretora geral da Globalis Viagens, Fátima Silva: “Em Portugal, obtivemos um crescimento de 75% comparativamente ao ano anterior, tendo sido o nosso País o melhor mercado em termos de crescimento de receitas. Quanto aos restantes, no mercado brasileiro obtivemos um crescimento de 15%, e em Angola e em Moçambique verificaram-se também variações positivas”.
Sendo a presença em Portugal ainda relativamente recente, são vários os desafios que se colocam à empresa que opera maioritariamente no segmento Corporativo, na vertente das Viagens e Eventos empresariais. “Se, por um lado, no que respeita às viagens temos percorrido um caminho que consideramos de sucesso, na área dos eventos estamos ainda a dar os primeiros passos, o que representa para nós um desafio. Desta forma, a estratégia que adotámos para o mercado português é muito simples, manter a proximidade: pretendemos ouvir, criticar e interpretar as necessidades do cliente, conhecer o mercado e apresentar soluções operacionais e financeiras, desenhadas de forma específica para cada cliente. Acreditamos que desta forma conseguiremos continuar a superar todos os desafios”.
Em 2016, a empresa lançou o programa TMN (Travel Managers Network), uma espécie de incubadora de Agências de Viagens, cujos líderes são “tipicamente profissionais de turismo com espírito empreendedor e que nos permite intervir em novos segmentos”. Passados três anos, Fátima Silva afirma que projeto “tem ido ao encontro das nossas expectativas e em 2019 continuaremos a apostar nele”. A Globalis Viagens tem, atualmente, cerca de oito profissionais independentes que integram este programa.
Sobre as perspetivas para 2019, Fátima Silva não acredita que o crescimento a dois dígitos registado em 2018 se mantenha. “Para a GLOBALIS, 2019 afigura-se como um ano de estabilização e continuidade no negócio. Os nossos desafios prendem-se pelo lançamento da nova linha de negócio, manter o ritmo no Corporate e MI e impulsionar o nosso programa TMN (Travel Managers Network), que sublinhei anteriormente”.

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Em 2019, a Globalis vai apostar no seu produto exclusivo denominado de “Evidência”. Criado em 2016, este serviço “gere, especializa, monitoriza, analisa e evidencia todos os momentos e dados da reserva, partilhando-os em tempo real com o cliente”. Segundo Fátima Silva, este produto tem sido “sido desenvolvido e amadurecido ao longo do tempo e acreditamos que este ano será o de consolidação do mesmo”. Em 2019, a empresa vai igualmente apostar no desenvolvimento da área de Eventos onde pretende ter um posicionamento 360º, isto é, “atuar desde a concepção à materialização, passando pela comunicação”.
Para Fátima Silva, o futuro da empresa passa pela introdução de melhorias constantes e uma proximidade ao mercado, trazendo mais-valias aos clientes. “Acreditamos que o nosso fator diferenciador advém de uma estratégia de proximidade com o mercado. Não nos limitamos a desenvolver tarefas rotineiras do setor, como emissão de bilhetes ou reserva de hotéis, mas sim acrescentamos valor com a relação que pretendemos estabelecer com o cliente. Acreditamos que graças a estes fatores a GLOBALIS continuará a crescer e a evoluir nos mercados em que está presente, incluindo Portugal.”

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