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Conversas à Mesa | Adília Lisboa

Adília Lisboa, administradora e vice-presidente do Grupo Onyria Golf Resorts, foi a convidada do Conversas à Mesa que decorreu no restaurante no Bairro do Avillez – Taberna.

Carina Monteiro
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Conversas à Mesa | Adília Lisboa

Adília Lisboa, administradora e vice-presidente do Grupo Onyria Golf Resorts, foi a convidada do Conversas à Mesa que decorreu no restaurante no Bairro do Avillez – Taberna.

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ARHCESMO: “Cascais e Estoril, Sintra, Mafra e Oeiras não são meras sub-regiões da AML”
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Há pessoas que dispensam apresentações, o currículo precede-as. Mesmo fugindo dos holofotes, Adília Lisboa é uma dessas pessoas. Reconhecida pelos seus pares, ao longo da carreira desempenhou diversas funções no sector público e no associativismo empresarial. Desde 2015 que é a vice-presidente do grupo Onyria.

Os pais eram do Porto, mas foi em Lisboa que se conheceram e casaram. Adília Lisboa nasceu em Benfica, mas os primeiros anos de vida foram passados em Almada, porque o pai trabalhava nos Estaleiros da CUF. Quando tinha três anos, a família mudou-se para a Av. dos EUA, em Lisboa. Todo o percurso escolar foi feito entre Alvalade e a Cidade Universitária. Começou a ler mesmo antes de entrar na escola primária. Já no Liceu Rainha Dona Leonor, no primeiro dia de aulas, a reitora nomeou-a chefe de turma. “Até ao 7º ano fui sempre chefe de turma, de tal maneira que as pessoas não me tratavam pelo nome, mas por ‘chefe’”, recorda.

Cresceu no seio de uma família tradicional portuguesa em que não havia grande margem para outros voos, que não os convencionais. “Queria ir para ao ballet, mas a minha mãe disse-me: “Filha, não vais ganhar a vida a andar em pontas, vais aprender línguas na Alliance Française”, conta. Frequentou a Alliance Française, o Instituto Britânico, o Instituto Italiano e chegou a frequentar um ano e meio de alemão. Apesar de gostar muito de línguas, tinha melhores notas a Ciências. O pai queria que fosse médica, mas ela queria seguir Direito, não propriamente por vocação, mas porque queria ser escritora. Adília Lisboa sempre fugiu da exposição, “por timidez ou por educação”. Detestava provas orais, tinha boas notas e dispensava os exames. Entrou na Faculdade de Direito de Lisboa, na Universidade Clássica, em 1970. “Aí já fui uma aluna regular”, lembra. Em 1974, tomou a decisão de ir para Coimbra terminar o curso. “Deu-se a revolução e eu estava no quarto ano. O MRPP tomou conta da faculdade de Direito. O meu objectivo era terminar o curso, mas percebi que isso não ia acontecer com o que se estava a passar na faculdade. Eu e mais alguns colegas transferimo-nos para Coimbra. Íamos de manhã, ficávamos uma noite e depois regressávamos”, conta.

Terminou o curso a 19 de Julho de 1975, dia da célebre manifestação na Fonte Luminosa. “Vínhamos na auto-estrada e não conseguíamos entrar em Lisboa, estava tudo bloqueado. A minha sensação é que íamos ter tribunais populares e eu tinha tirado um curso que não ia servir para nada”, recorda. Seguiram-se momentos de incerteza. “O que é que vou fazer? Uma carreira diplomática?  Magistratura? Não me sentia com capacidade para julgar os outros, mas sentia-me com capacidade para defender alguma coisa. Então, decidi ir para a advocacia”, conta.

Começou a trabalhar num escritório de advogados e ainda exerceu advocacia durante 10 anos. “Comecei por fazer Direito do Trabalho. Tive algum sucesso. No primeiro julgamento que fiz, não dormi”. Tinha como patrono António Lobo Vilela, ex-chefe de gabinete de Henrique Medina Carreira quando este foi ministro das Finanças no I Governo Constitucional. Medina Carreira era visita assídua no escritório e um dia convidou Adília para fazer parte da direcção da Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores, da qual era presidente. Trabalhou com Medina Carreira nessa direcção até à sua saída e, depois, com José Macedo e Cunha. Acumulou este trabalho não remunerado com o escritório de advocacia, ao mesmo tempo que trabalhava para outra empresa. “Profissionalmente já estava com alguma estabilidade”, lembra. Nessa altura, António Osório de Castro, bastonário da Ordem dos Advogados fez-lhe o convite para ser secretária-geral da Ordem. “E o que é isso”, perguntou. Osório de Castro sugeriu que fosse falar com o secretário-geral da Ordem de Paris. “Fui com o meu marido a Paris, em 1985, e o secretário-geral disse-me que isto não era um cargo para mulher. Respondi-lhe: Então é exactamente por isso que vou ser”. Entretanto, engravidou do primeiro filho, mas teve uma gravidez de alto risco que a obrigou a repouso absoluto. “Falei com o bastonário e disse-lhe que não podia assumir aquele compromisso. Respondeu-me que poderia trabalhar a partir de casa. Fui a primeira secretária-geral da Ordem dos Advogados e, ao mesmo tempo, vice-presidente da direcção da Caixa de Previdência”.

Ao longo da sua carreira sucederam-se os convites e recomendações de quem com ela já trabalhou. “Tenho a grande felicidade de nunca ter procurado trabalho. Tenho sobre isso um princípio que digo aos meus filhos e amigas: façam o melhor que puderem o vosso trabalho, porque alguém vai ver. Comigo deu resultado, com os outros não sei”, afirma.

O Turismo

Estando algo insatisfeita com o que estava a acontecer na Ordem dos Advogados, anunciou a sua saída e imediatamente o presidente da Caixa de Previdência disse-lhe que um amigo seu tomaria posse como secretário de Estado do Turismo e precisava de uma pessoa de confiança. “Você tem o perfil ideal para esse efeito”, disse-lhe. Era Alfredo César Torres. A propósito desse convite, há um episódio engraçado. “Marquei uma reunião para falar com o futuro secretário de Estado, mas como vivia em Cascais, atrasei-me por causa do trânsito. Quando cheguei, já tinha ido para uma reunião”. Pensou que não voltaria a ser chamada. A verdade é que foi. “Disse-me que não podia oferecer-me o lugar de chefe de gabinete, porque o Augusto Homem de Melo manteria esse cargo, ou seja, o gabinete manter-se-ia idêntico com a única diferença que eu entraria e seria a pessoa da sua confiança. Estávamos em 1991. “Deram-me a legislação para ler e pensei: tenho que conquistar esta gente”, revela. “Com o meu humor habitual, lá fui dizendo umas graçolas e conquistando os colegas”. Entretanto, deu-se a saída de Augusto Homem de Melo e Alfredo César Torres perguntou-lhe se estaria disponível para ser sua chefe de gabinete. “Respondi que sim, mas que não conseguia fazer o mesmo horário. Já tinha dois filhos, vivia em Cascais, e também não podia viajar para o estrangeiro”. Recebeu a resposta: “Não preciso de ama-seca para ir para o estrangeiro e não preciso que esteja no gabinete às 8h00. Tem mais algum inconveniente?” Adília Lisboa garantiu: “Não saio daqui sem deixar as coisas em ordem”.

Ao fim de um ano, César Torres saiu do governo e Adília manteve-se como chefe de gabinete do secretário de Estado do Turismo seguinte, Alexandre Relvas. Novamente, a fama precedeu-a quando Alexandre Relvas lhe disse: “Adília, pelo que sei de si, já não precisamos de mais pessoas no gabinete”. Algum tempo depois, teve de sair por doença dos pais e, depois, do marido. Seguiram-se tempos difíceis, com a morte dos pais. Profissionalmente, manteve-se ligada ao escritório de advogados. Depois, foi Castelão Costa quem a desafiou para Confederação do Turismo Português como secretária-geral. “Foi um desafio interessante. Era uma visão diferente daquela que tinha tido”. Trabalhou com o Atílio Forte durante um período, mas acabou por sair, novamente por problemas de saúde do marido. Voltou ao escritório. “Nunca estive lá muito, porque desafiavam-me para alguma coisa”. Em 2000, e já depois de se ter divorciado, Adília Lisboa recebeu um novo convite. Luís Correia da Silva perguntou-lhe se estaria disponível para trabalhar com Pedro de Almeida no gabinete da Secretaria de Estado do Turismo. “Claro que sou capaz”, responde. Manteve-se no gabinete quando Luís Correia da Silva assumiu a Secretaria pouco tempo depois. Saiu com ele em 2004. “Acabaram-se os gabinetes”, pensou. Mas durou pouco tempo até ao telefonema de Cristina Siza Vieira, que lhe falou de Sofia Galvão, futura secretária de Estado da Administração Pública. Adília Lisboa seria a pessoa indicada para trabalhar nesse gabinete. Não se conheciam e o primeiro encontro foi curioso. “Conhecemo-nos na tomada de posse do Governo. Apresentei-me: Sou a Adília”, conta. Depois, quando Pedro Santana Lopes nomeou Sofia Galvão secretária de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Adília Lisboa acompanhou-a. “Essa experiência foi absolutamente inultrapassável. Todas os diplomas que iam a Conselho de Ministros caíam no meu computador”, recorda. Foi um período curto, mas intenso que terminou em 2005. “Agora é que se acabou mesmo”, pensou. Já no escritório foi novamente desafiada, agora para ser directora-geral do Fórum dos Administradores de Empresas, cuja presidente era, na altura, Vera Pires Coelho. Já com Esmeralda Dourado como presidente do Fórum, e depois de regressar de umas férias em Veneza, em 2007, Adília Lisboa recebeu um telefonema de José Carlos Pinto Coelho. Conheceu-o pela primeira vez quando vivia na Quinta da Marinha. O presidente da CTP queria convidá-la para secretária-geral da Confederação. Em Janeiro de 2008, assumiu a função. Quando José Carlos Pinto Coelho terminou o segundo mandato e já decidido a não continuar, perguntou-lhe se a CTP poderia contar com ela. Com toda a frontalidade e pragmatismo, respondeu que dependeria de quem fosse o próximo presidente. Foi Francisco Calheiros e Adília Lisboa manteve-se secretária-geral da CTP. Só saiu no segundo mandato, depois do convite de José Carlos Pinto Coelho para vice-presidente do Grupo Onyria. Com Francisco Calheiros ficou a amizade. “Foi uma experiência muito agradável. Uma personalidade totalmente diferente do José Carlos Pinto Coelho, mas com quem também mantive uma boa relação. Temos episódios muito engraçados”.

Vida pessoal

Os dois filhos de Adília Lisboa vivem no estrangeiro. O mais velho, Frederico, tem 32 anos, e vive com a família na Finlândia. João Diogo, de 28 anos, vive em Silicon Valley, nos EUA. Adília tem ainda uma neta, Matilda Teresa, de ano e meio, do seu filho Frederico. Costuma visitás-lo por ocasião do seu aniversário. Gosta de ler e passear os seus dois cães. A escrita ficou para trás, assim como desenho e pintura. Gosta de estudar e tem duas pós-graduações em Direito Comercial e Gestão, e um MBA na Católica, no Porto.

Está inteiramente satisfeita e feliz com o percurso que fez até aqui. “As pessoas que trabalharam directamente comigo ficaram minhas amigas para a vida e honro-me muito disso. Não tenho problemas de auto-estima, no sentido de me querer afirmar ou de querer ultrapassar seja quem for. Tenho a ambição de ter paz, sossego e de continuar a trabalhar, tenho pavor de me tornar dependente. Penso em aprender novas coisas e transmiti isso aos meus filhos, o conhecimento para mim não se perde, seja em que área for”.

Preza a liberdade e a justiça como valores essenciais. Contraria quem diz que é arrogante nas suas afirmações e explica: “Tenho convicções muito fortes. Quando falo, falo das minhas convicções, mas se me provarem que estou errada, digo, com a mesma convicção, que têm razão. Sei que não sou a dona da verdade. Penso muito nas coisas, se não pensei sobre uma coisa, não emito opiniões. Não gosto de falar para ser ouvida, gosto de falar quando tenho alguma coisa a transmitir ou quando julgo que a minha intervenção acrescenta valor de alguma coisa. Falar por falar não é comigo”, conclui.

No final da conversa, uma certeza: Adília Lisboa podia ser tudo o que quisesse e foi. É um dom só acessível aos espíritos livres, com mentes brilhantes.

Bairro do Avillez – Taberna

O Bairro do Avillez, em pleno Chiado, é um espaço de 1000 m2 criado pelo chef José Avillez, que reúne diferentes conceitos de restauração inspirados nos melhores sabores portugueses, bem como um espaço dedicado à melhor cozinha peruana contemporânea. Na Taberna, um dos espaços do Bairro do Avillez, “encontram-se os melhores croquetes de Lisboa, fantásticas bifanas de atum em bolo do caco com legumes avinagrados, deliciosas sanduiches de leitão com pickles de algas e salicórnia e até m cornetto de tártaro de carapau”. Iguarias para provar ao almoço, jantar ou petiscar durante a tarde.

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Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

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O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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