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Reportagem| São Tomé e Príncipe: O país dos sorrisos

Este pequeno paraíso situado no Golfo da Guiné tem a capacidade de conquistar quem o visita com pouco. Muito pouco. E não precisa de muito mais para enraizar no coração de cada um uma vontade crescente em regressar vezes sem fim.

Raquel Relvas Neto
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Reportagem| São Tomé e Príncipe: O país dos sorrisos

Este pequeno paraíso situado no Golfo da Guiné tem a capacidade de conquistar quem o visita com pouco. Muito pouco. E não precisa de muito mais para enraizar no coração de cada um uma vontade crescente em regressar vezes sem fim.

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Raquel Relvas Neto
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Este pequeno paraíso situado no Golfo da Guiné tem a capacidade de conquistar quem o visita com pouco. Muito pouco. E não precisa de muito mais para enraizar no coração de cada um uma vontade crescente em regressar vezes sem fim.

São Tomé e Príncipe ganhou um lugar de destaque na lista de destinos a visitar pelos portugueses. Seja pela história que nos (des)une, por novelas de que foi palco ou porque conhecemos alguém que já lá esteve a trabalho ou de férias. Desenganem-se os que julgam que São Tomé e o fantástico Príncipe são o tipo de destino que encaixa em qualquer português que entra pela agência à procura da próxima viagem de férias num qualquer destino de praia com pulseiras, piscinas e animação sem fim à vista. De todo. São Tomé e Príncipe não cabe nesses critérios, é muito mais do que isso. É um pequeno diamante em bruto à espera de ser descoberto. Descoberto e não alterado ou ajustado à ideia do que muitos consideram o destino ideal de férias. Este arquipélago é dos poucos lugares na terra onde se pode observar a Natureza no seu estado puro. Seja pelas suas extensas e ricas florestas que culminam nas praias idílicas, seja pela pureza das suas gentes.
São Tomé e Príncipe é o destino para aqueles que valorizam as coisas simples da vida, desde o silêncio quebrado pelo barulho do mar, à beleza estonteante das suas paisagens intocadas ou ao sorriso rasgado das crianças. Umas férias neste paraíso são uma experiência que levamos para a vida. Ou uma paixão à primeira vista que nos leva a querer mudar de malas e bagagens.

São Tomé

A convite do operador turístico Soltrópico, voámos com a TAP via Acra, no Gana, para São Tomé. Chegados ao aeroporto da capital, o transfer do receptivo Mistral levou-nos a percorrer a marginal 12 de Julho, enquanto apreciávamos a vida em torno da baía, onde as mulheres lavam as suas roupas com o seu rebento às costas e sempre com um sorriso na cara, ou onde as crianças se refrescam do calor que se faz sentir.
É o Pestana São Tomé que nos acolhe nos primeiros dias da estadia na cidade, um dos hotéis mais procurado pelos turistas portugueses no destino, por ser exactamente de uma cadeia hoteleira portuguesa. Desde as áreas públicas da unidade, onde começamos pela ‘infinity pool’, à sala de refeições, às salas de reuniões, aos espaçosos quartos com simpáticas varandas, ao spa com vista privilegiada para o mar, o Pestana São Tomé proporciona uma estadia sem grandes surpresas e com cunho Pestana. A completar a presença do grupo português na cidade está também o quatro estrelas Miramar by Pestana, que, não estando colado ao mar, está também próximo deste e apresenta áreas bastante simpáticas e agradáveis, assim como os respectivos alojamentos. Diz-se que ali se comem as melhores pizzas a forno de lenha na cidade, quando se quiser matar saudades da comida mediterrânea.

Contudo, sendo a primeira noite no destino é irrecusável o convite para experimentar a gastronomia local no restaurante da Residencial Avenida, uma unidade de alojamento bem simpática e com traços são-tomenses presentes na sua decoração. Nilza Sara é a moçambicana que se apaixonou por São Tomé e que nos faz a visita. “São Tomé é um país abençoado por Deus”, diz ao descrever o clima do destino e as consequências que este tem para a sua riqueza natural, proporcionando fruta e legumes durante todo o ano à sua população. Mas estamos ali para experimentar o que de melhor São Tomé tem para oferecer a quem o visita: os seus sabores. Da sopa de folha de micocó, bem saborosa, ao peixe barracuda assado, ao mata bala, fruta pão, batata doce, ao delicioso côco grelhado e ao polvo estufado, a terminar com a agridoce fruta caja manga, é uma conquista garantida do nosso paladar.
A noite ainda é uma criança e a segurança em andar a pé pelas ruas de São Tomé convidam a tomar uma cerveja local, a Rosema, no Piko Mokambo, um bar simpático e alternativo localizado num antigo edifício colonial onde se alia arte à música, muito procurado pelos portugueses que ali vivem, visitam e não só. Como alternativa, o Pestana São Tomé conta com um casino e uma discoteca, que abre sobretudo às sextas e sábados. Porém, deitar cedo e cedo erguer faz todo o sentido neste destino, com a imensidão de atracções que temos para descobrir durante o dia.
Uma pequena visita pela capital ajuda a conhecer um pouco mais da realidade são tomense, para a qual os turistas têm de ir, sobretudo, de espírito aberto.
Comecemos pela agitação do mercado, que se realiza diariamente no centro da capital onde se vende um pouco de tudo, das frutas e legumes, a roupa, calçado e outras utilidades ao ar livre ou no edifício principal. Somos invadidos pelas cores e padrões típicos, pelos odores fortes de um mercado debaixo de temperaturas elevadas.
Depois da animação do mercado, passemos a um pouco de história. É no antigo Forte de São Sebastião que encontramos o museu nacional que conta a história da descoberta, em 1470, do arquipélago pelos navegadores portugueses João de Santarém, Pêro Escobar e João Paiva. Por dois euros por pessoa, os turistas podem ali observar peças de arte sacra que sobreviveram ao tempo, num país onde a religião católica ainda hoje predomina, mas também exemplos de como se vivia na época do colonialismo, das rebeliões locais contra o domínio português ao movimento de libertação em 1975.
Antes de ser descoberto pelos portugueses, o arquipélago era desabitado, tendo os portugueses importado escravos para habitarem o território, sobretudo de Angola, Cabo Verde e Moçambique, introduzindo ali a cultura da cana de açúcar e do cacau. Em 1560, São Tomé torna-se um importante produtor mundial de cana-de-açúcar. No entanto, devido à concorrência do Brasil e à frágil situação sócio-económica, com os conflitos da minoria branca e da maioria negra, os plantadores optaram por ir para o Brasil. Nesta época, o arquipélago deparou-se com um período de despovoamento, tornando-se apenas interposto de escravos que iam do continente africano para o Brasil. Porém, no século XIX, o cultivo do café e do cacau foi estimulado e é nesta altura que várias famílias portuguesas ali se instalam e se edificam as Roças, algumas que ainda hoje perduram e que são motivo de visita. Estas foram criadas como pequenas vilas, onde existia um hospital, escola, igreja, a casa do proprietário e a zona de todo o processo da seca do café, mas também pequenas casas para os escravos, de forma a que estes não tivessem de sair daquele espaço. Apesar da abolição da escravatura em 1875, havia muitos negros que continuaram a ser tratados como escravos, o que levou então ao movimento da independência de São Tomé de Portugal, a 12 de Julho de 1975. Algumas das roças foram recuperadas e ou mantém a cultura do café, como a Roça Monte Café, onde existe um museu de café que explica todo o processo de tratamento; ou centros de arte e cultura aliados a alojamento para turistas, como a Roça de São João dos Angolares, onde a gastronomia é a principal atracção.
Ideologias à parte, a visita às roças é algo obrigatório num qualquer roteiro de visita a São Tomé. Ali ficamos a conhecer a vivência de outros tempos, mas também dos de agora. Na visita à Roça Monte Café, o ‘doutor’ Paulino de 83 anos e 60 netos explica o processo de produção de café e defende que a independência não trouxe tudo de bom, “na altura comíamos bem. Os jovens de agora não querem trabalhar, têm baile a semana toda”, justificando, a seu jeito, um pouco da deterioração de algumas partes da roça.
Partindo à descoberta da natureza são tomense, podemos comprovar que toda a ilha tem uma riqueza natural imensa, que pode ser apreciada através de uma visita ao Jardim Botânico ou através de passeios de ’trekking’, pelos quais se encontram cascatas, como a cascata de São Nicolau, cachoeiras, à Lagoa Azul ou até mesmo uma pequena visita à Boca do Inferno, semelhante à atracção homóloga situada na vila de Cascais, em Portugal. Se a opção de estadia recair sobre o Club Santana Beach, a perspectiva e vivência de São Tomé será diferente e mais recatada. Incluído no preço da estadia, está uma visita de barco ao Ilhéu de Santana e ao seu interior. O segredo de se apaixonar por São Tomé é não ficar sujeito apenas à realidade da capital, mas sim partir à descoberta de cada recanto da ilha.

Ilhéu das Rolas

Se depois da visita pela ilha de São Tomé ainda não caiu de amores, a sugestão passa por seguir para sul. Ao percorrer a estrada que nos conduz a sul da ilha são diferentes as paisagens com que nos deparamos. Riachos repletos de lavandeiras, praias desertas de cores estonteantes, plantações de bananas ou cacau, e montanhas, como o facilmente identificável Pico do Cão. A meio do caminho é habitual avistarmos porcos com os seus leitões a atravessarem livremente as estradas. Chegados a sul, concretamente, à Ponta da Baleia, atravessamos de barco para um dos ex-líbris do arquipélago: o Ilhéu das Rolas.

São Tomé e Príncipe não é caracterizado por ser um destino exclusivo de praia, mas as suas praias não ficam atrás de nenhuma em qualquer parte do mundo. Praias de areia branca e águas de azul turquesa com a temperatura ideal para refrescar do calor que ali se faz sentir podem ser desfrutadas no Ilhéu das Rolas. O Pestana Equador é o único hotel do ilhéu e proporciona uma estadia relaxada neste pequeno paraíso. Descanso não é palavra imperativa no Ilhéu das Rolas, mas é uma das mais frequentes. Aconselhamos a fazer várias actividades, mas destacamos um passeio a pé pela ilha, passando por miradouros que dão diferentes perspectivas da zona, como, por exemplo, para a praia de Santo António, na qual foi gravada uma novela portuguesa, mas especialmente pelo imperdível marco que assinala a passagem no Ilhéu da linha geodésica do Equador. Do topo da pequena montanha, onde se localiza o marco do Equador, observa-se a paisagem verdejante, rodeada dos vários tons de azul do mar. Em seguida, por entre os montes de cascas de côco que enchem os terrenos do interior do Ilhéu, chega-se à ponta oposta do Pestana Equador, onde se destaca um pequeno géiser, acompanhado por uma paisagem que nos arrebata. O ponto alto deste pequeno passeio termina com o pôr-do-sol na Ponta Cabra, uma pequena formação de pedras vulcânicas que entra mar adentro, ou na tranquilidade de uma praia.

A cereja no topo do bolo na estadia no Ilhéu das Rolas é o passeio de barco à volta da ilha, apreciando a paisagem envolvente ou até mesmo os inúmeros barcos de pescadores que ali fazem a sua actividade de pesca do peixe coelho. Um passeio que culmina com a paragem numa pequena baía onde as águas transparentes convidam a momentos de snorkeling ou a mergulhos demorados. Regressando para a ilha de São Tomé, a Porto Alegre, visitamos o Praia Inhame Ecolodge. Aquilo que seria inicialmente uma casa de férias, rapidamente se transformou numa unidade turística com vários bungalows de diferentes tipologias com quarto-de-banho privativo. A unidade garante que ali encontramos a “perfeita simbiose entre a natureza e o puro prazer de bem-viver”, o que pudemos comprovar. Acrescentamos ainda a arte de bem receber. Com frente para a praia Inhame, escolhida pelas tartarugas para, entre o fim de Setembro e o mês de Março, desovarem, o ecolodge tem como grande premissa a preservação exactamente das tartarugas. No país ainda não existe legislação para proteger este animal e os seus ovos, que são consumidos por locais e não só. Além da preservação das tartarugas, o ecolodge prima pela aposta na ecologia e nas energias renováveis, como a solar e a eólica, e faz ainda tratamento de águas. Além da observação de tartarugas em determinadas alturas do ano, a unidade promove ainda várias actividades para os seus hóspedes, como aulas de surf, mergulho, passeios de BTT, passeios pedestres pela floresta (com guia), pesca e passeios de barco.

Príncipe (Encantado)

Se nunca se apaixonou à primeira vista por nada, terá aqui a sua estreia. Mesmo os mais cépticos irão perder-se de amores pelo Príncipe, a ilha do Príncipe. Depois de um voo interno de cerca de 30 minutos, chega-se à Ilha do Príncipe que conta com nove mil habitantes e é um destino de turismo de natureza no seu estado mais puro, tendo sido inclusive declarado Reserva da Biosfera pela UNESCO em 2012. Dezembro, Janeiro e Fevereiro são os meses recomendados para se visitar a ilha, que se caracteriza pela simplicidade das suas gentes e pela beleza surpreendente das suas paisagens e praias paradisíacas. Cada passo que se dá no Príncipe é um encanto constante.

O aeroporto fica localizado no norte da ilha, onde se concentram algumas das principais unidades de alojamento, como o Makaira Lodge, a Roça Sundy, o resort Bom Bom ou a Roça Belo Monte. O caminho até ao Makaira Lodge é uma aventura completa, através da qual ficamos a conhecer as profundezas da floresta tropical do Príncipe, observando as várias espécies de árvores, algumas endémicas, as pequenas tocas dos caranguejos de terra, às encostas de impor respeito. Chegar ao Makaira Lodge faz valer cada momento deste caminho atribulado. As tendas bem decoradas e confortáveis junto à praia que é, à semelhança de tantas outras, de uma perfeição incrível, compõem o ecolodge que abriu há quase dois anos. Inicialmente, foi concebido para ser dedicado à pesca desportiva que o proprietário praticava junto com os seus amigos. Contudo, o potencial do local fez com que este quisesse partilhar com aqueles que querem desfrutar de uma praia onde o silêncio é o anfitrião, apenas perturbado pelo barulho do mar. Actualmente, são cinco as tendas disponíveis, mas estão previstas outras cinco para completar a oferta. A simplicidade e a autenticidade fazem parte do conceito do Makaira Lodge, que privilegia bastante as actividades ligadas à natureza. Diariamente, o hóspede tem ao dispor uma experiência gastronómica diferente, que recorre na sua maioria aos produtos locais, que a terra e o mar oferecem.
É a Roça Sundy que nos recebe em seguida. Este é um dos projectos mais recentes da HBD do sul-africano Mark Shuttleworth, que além de ter actualmente quatro unidades hoteleiras – Bom Bom Príncipe Island, Roça Sundy, Sundy Praia e Omali Lodge, este último em São Tomé – tem uma forte componente de responsabilidade social na ilha do Príncipe. Entre os vários projectos desenvolvidos pela HBD na ilha estão a reabilitação de roças; relançamento da agricultura; estradas; infra-estruturas básicas, como água potável, internet nas escolas; ou a recuperação do aeroporto da ilha.
Aberto há um ano, a Roça Sundy é uma unidade de quatro estrelas que resultou da conversão de uma roça de cacau que foi restaurada. A Roça Sundy era uma casa de família situada no coração de uma das maiores plantações de cacau nas ilhas de São Tomé e Príncipe. Mais de 90% dos actuais colaboradores do hotel Roça Sundy foram recrutados na comunidade local, apoiados por um intenso programa de formação de nove meses, leccionado pela Escola de Turismo dos Açores. O hotel Roça Sundy oferece um restaurante de cozinha internacional, composto por uma sala de jantar de arquitectura colonial e uma grande varanda com vistas sobre a floresta da ilha do Príncipe e para o Oceano Atlântico. Ao jantar, é normal sermos acompanhados por morcegos a sobrevoar junto à varanda enquanto desfrutamos da gastronomia típica. Todos os quartos da Roça Sundy foram decorados com mobiliário ao estilo colonial – muitos da casa original – e vários oferecem varandas espaçosas com vista para o terreiro ou para a floresta. Dentro em breve, a Roça Sundy vai disponibilizar uma piscina para os seus hóspedes, bem como uma fábrica de chocolate. A dez minutos de carro da praia, a Roça Sundy conta com uma história intensa dos seus vários proprietários, mas tem uma especial particularidade, foi palco do teste da teoria da relatividade de Alberto Einstein pelo astrónomo inglês Arthur Eddington e o seu assistente Edwin Cottingham, um ponto alto da ciência do século XX. A particularidade da Roça Sundy é o convívio com os habitantes da própria roça, que em breve vão ter novas habitações numa zona denominada por Terra Prometida. Estes oferecem-nos as suas estórias, humildade e simpatia. E as crianças? Estas são diferentes das de São Tomé, em vez de pedirem doces, oferecem sorrisos e brincadeiras com brinquedos inventados por elas. Um dos motoristas da Roça Sundy aconselhou-nos mesmo a não distribuir doces, “não queremos que as crianças do Príncipe fiquem como as de São Tomé”. Aqui aprende-se efectivamente a viver com pouco, e pouco já é tanto. Este pouco tem tudo o que a Natureza oferece, com uma terra rica e abundante fornecendo o essencial que os habitantes do Príncipe precisam para viver, como o mangum (um fruto que se assemelha a um rebuçado), o ossam (utilizado como tempero), ou os caranguejos de terra que servem de petisco, entre tantas outras coisas.

Partimos à descoberta do tão esperado resort Bom Bom, cujo nome faz jus à sua oferta: é de facto tudo bom. Incorporado na floresta, o Bom Bom conta com duas praias de água cor de esmeralda e areia dourada pelo sol, onde é possível observar numa o nascer do sol e na outra o pôr-do-sol. Esqueça o conceito de resort que conhece, o Bom Bom é o resort no sentido de lhe oferecer o que de melhor a Natureza tem para mostrar, com paisagens de uma beleza indescritível. E será assim em toda a ilha, tudo será indescritível e as palavras saberão sempre a pouco para descrever o que ali se sente e se vive. Ir será a única maneira de se perceber porque a vivência e experiência nesta ilha é inenarrável.
As actividades que o Bom Bom proporciona são diversas, desde um passeio 4x4 para descobrir a ilha, um passeio que permite a monitorização da desova das tartarugas nas praias da ilha do Príncipe entre Setembro e Abril, um passeio de barco pelas praias do nordeste ou pela Baía das Agulhas, pesca desportiva, observação de baleias e golfinhos, snorkeling, mergulho, observação de pássaros e vários trilhos.
Um dos passeios de barco pode ser até à Sundy Praia, o primeiro cinco estrelas do Príncipe que conta com 15 tendas exclusivas e de luxo junto à praia. Este alojamento é completamente paradisíaco, desde o seu conceito de tendas de luxo, ao serviço e à plena integração na Natureza. A envolvência da natureza do Sundy Praia com a sua arquitectura arrojada no bom sentido da palavra, como o restaurante em forma de canoa invertida, é surpreendente. A delicadeza com que cada um dos objectos de decoração das tendas foi escolhido, sem deixar nenhum detalhe ao acaso, é também de apontar. Este pequeno paraíso está muito próximo da perfeição, se é que tal seja possível. Aqui a única coisa que se perde é, de facto, a noção do tempo.
Partimos na descoberta de mais um recanto de suster a respiração na ilha do Príncipe: a praia da Banana com os tons de azul com que as praias do arquipélago já nos habituaram. Os mergulhos no mar fazem-se acompanhar por uma bebida do bar de praia explorado pela Roça Belo Monte, que fica no topo da montanha, a dez minutos de carro. A roça oferece além de vários quartos, entre suites, quartos superiores e de luxo,  restaurante com animação ao jantar e piscina. Aqui toda a envolvência é também ela digna de registo. Aliás, se houvesse prémio de país mais fotogénico do mundo, São Tomé e Príncipe arrecadaria facilmente a distinção. Até a pessoa com menos vocação para fotografar consegue, com pouco esforço, captar imagens fantásticas que perduram na memória.
São Tomé é todo um cenário idílico, juntamente com o Ilhéu das Rolas. Mas o Príncipe é de roubar suspiros. Trazemos assim na bagagem o coração cheio de boas recordações e de sorrisos.

*A jornalista viajou a convite da Soltrópico.

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

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OS PRÉMIOS COMUNICAÇÃO M&P

O M&P vai premiar, pelo nono ano, a excelência na Comunicação

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Como já é tradição os Prémios Comunicação M&P vão distinguir os melhores trabalhos de consultoras de comunicação e relações públicas, projectos de comunicação, acções de sustentabilidade levadas a cabo pelas organizações, eventos e acções feitas em conjunto com os media. Também aberto aos Mercados Externos, a concurso temos 11 grandes categorias: Sectores de Actividade, Digital/Social/Influenciadores, Branded Content, Eventos e Patrocínios, Comunicação Interna, Reputação e Public Affairs, Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa, Comunicação Institucional, Comunicação Integrada e Assessoria de Imprensa.

A escolha dos vencedores, que serão revelados em Dezembro, está a cargo de António Mendes (RFM), António Costa (Eco), António Cunha Vaz (CV&A), Bruno Batista (grupo GCI), Elgar Rosa (Pure), Inês Mendes da Silva (Notable) Isabel Rodrigues (Cofina Media), Jorge Magalhães (Grupo Stellantis Portugal), José Franco (Corpcom), Maria Domingas Carvalhosa (Wisdom Consulting e APECOM), Maria João Soares (JLM & Associados), Pedro Cruz (TSF), Rui Piteira (Tabaqueira), Teresa Figueira (Central de Informação), Tiago Ferreira (Grupo Nabeiro-Delta Cafés) e Tiago Simões (Sonae MC e APAN).

Recorde aqui aqui os vencedores de 2020 e consulte aqui toda a informação sobre a 9ª edição dos Prémios Comunicação M&P.

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Autêntica Costa Amalfitana : descubra as páginas do livro que ainda não leu

As três vilas históricas da Costa Amalfitana.

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Desde a mais pequena vila da Itália, à arte como veículo de espiritualidade. As vilas históricas da Costa de Amalfi 

Uma viagem às antigas aldeias da Costa Amalfitana onde o tempo parece ter parado, mas na tranquilidade a história tem sido capaz de continuar a viver, inovando-se, graças à contribuição e à habilidade dos seus habitantes.

Amalfi by night (photo-Salvatore-Guadagno)

Atrani (photo Vito Fusco)

Atrani: a aldeia mais pequena de Itália.

É o mais pequeno município italiano. A apenas 800 metros de Amalfi, em Atrani parece que o tempo parou. Um lugar rico em história que relembra de forma impecável o esplendor da antiga República Amalfitana. Em Atrani, cada vislumbre oferece momentos preciosos de descoberta entre perspectivas espetaculares ou recantos decorados com colunas e capitéis romanos e medievais (que datam dos séculos XII a XIII).

Aqui as angústias da vida dissolvem-se, dando lugar ao suspiro do mar. Um vínculo, aquele com o mar, tão intenso e visceral que o município inaugurou recentemente um novo museu ao ar livre: "Vasi d'a ... mare". O projeto reúne os vasos confeccionados por mestres oleiros locais, entre eles Lucio Liguori, Francesco Raimondi, Vincenzo Caruso, Sasà Mautone, Pasquale Liguori (Azul infinito), todos instalados em suportes moldados à mão pelo artista-ferreiro Giovanni Spada. Dispostas ao longo do Largo Marinella, as obras celebram a cultura pesqueira local e a ligação com o mar. Do Largo Marinella chegamos ao centro nevrálgico da vila, a sugestiva Piazza Umberto I. Aqui nos encontramos para momentos de festa, para um café ou um aperitivo com os amigos. E é num dos bares dessa praça que nasceu o Lemon Spritz, feito com o Sfusato Amalfitano. A partir da praça entrevê-se a Igreja de San Salvatore de Birecto, cuja torre sineira marca as horas do dia como antigamente. Fundada no século X, é um dos mais antigos monumentos do patrimônio cultural e espiritual da Costa Amalfitana.

Diz-se que a cerimónia de investidura do duque de Amalfi teve lugar aqui. Foi precisamente essa relação sutil entre o sagrado e o profano, entre jogos impercetíveis de geometrias que fascinou e influenciou as obras visionárias de uma das personalidades mais extraordinárias e ecléticas do século XX, Maurits Cornelis Escher, que durante a sua estadia na Costa por volta dos anos ’30 amou Atrani pela sua “mágica atmosfera".

Pontone: a história da Costa de Amalfi nasce aqui.

Aninhado nas montanhas entre Amalfi e Scala, a pacata aldeia de Pontone é o berço da Costa Amalfitana. Entre ruas de pedra e jardins em socalcos, Pontone foi uma das povoações mais antigas, nomeadamente do ponto de vista cultural, que deu origem ao que viria a ser a primeira República Marítima da Itália, ou seja, a República de Amalfi. Pontone representa a expressão emocional da cultura. E aqui nas calmas ruas da aldeia é possível sentir a história ganhar vida. Bem no centro de Pontone está a Piazza San Giovanni Battista, hoje um lugar tranquilo para se sentar por baixo das árvores ou apreciar a vista das paisagens verdes que do vale chegam a Amalfi. Pontone era um importante centro de produção têxtil e a Piazza San Giovanni Battista era o coração do negócio. Aqui era feito o tecido de lã que os mercadores de Amalfi vendiam em todo o sul da Itália e na Sicília.

À beira da Piazza San Giovanni Battista está a igreja com o mesmo nome. A partir da Piazza San Giovanni Battista uma escada íngreme leva a uma das joias da Costa Amalfitana. A Igreja de San Filippo Neri, fundada no século X, é o fulcro do patrimônio religioso e cultural da aldeia. Antes de entrar, os olhos voltam-se para o céu para observar a torre sineira de pedra do século X. A torre sineira não está diretamente conectada à igreja. Ela está posicionada, de fato, em frente a um átrio abobadado na entrada do edifício. O caminho de pedra passa mesmo através do átrio. Mesmo sem entrar na igreja, a incrível abóbada cruzada leva de volta no tempo e lembra as do Arsenale de Amalfi, onde os navios foram construídos durante a Idade Média.

Amalfi: a espiritualidade em obras de arte.

Caminhando pelas vielas de Amalfi, aquelas ruas estreitas e sombreadas, respira-se uma atmosfera de outros tempos, mas sempre atual e agradável para ser desfrutada em qualquer época do ano. No verão, um banho nas águas cristalinas alterna-se com uma granita fresca de limão ou uma deliciosa sfogliatella. Nos períodos mais frios, porém, é romântico passear pelas ruas do centro entre fontes, arcos e igrejas iluminadas por luzes que, quando acesas, aquecem a alma. A Piazza Duomo é o coração pulsante onde a famosa e icônica catedral ergue-se majestosamente.

A Catedral de Amalfi é hoje considerada um dos mais importantes e belos monumentos da Itália, onde o estilo bizantino junta-se aos estilos românico, islâmico e barroco. O conjunto monumental constituído pela Catedral, pelo Claustro do Paraíso e pela Igreja do Crucifixo, sede do Museu Diocesano, tem um valor histórico e social que vai além do artístico. Ricos em história e cultura, a poucos passos da praça principal, estão os Arsenais Antigos, locais onde, num passado distante, os barcos foram construídos e depois colocados diretamente no mar. Tornou-se hoje o principal museu da cidade, e no seu interior pode-se admirar importantes exposições de arte ou fotografia, rodeadas por abóbadas e estruturas arquitetónicas originais.

Duomo di Amalfi (photo by Andrea Gallucci)

La fontana dedicata al patrono di Amalfi-SantAndrea in Piazza-Duomo (photo by Salvatore Guadagno)

Entre na revista Authentic Amalfi Coast e descubra as páginas do livro que ainda não leu sobre a Costa Amalfitana www.authenticamalficoast.it

Autor: Italia National Tourism Board

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75% dos portugueses diz que próximas férias vão ser em Portugal, revela estudo da Bloom Consulting

Estudo da consultora Bloom Consulting apurou que 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

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Para 75% dos portugueses, as próximas férias vão ser passadas em território nacional, apurou um estudo da Bloom Consulting, que revela também que, apesar da pandemia, 44% dos portugueses conta gozar um período de descanso ainda este ano e que apenas 27% deixa para o próximo ano os planos de férias.

Ainda assim, diz a Bloom Consulting num comunicado divulgado esta sexta-feira, 17 de setembro, "ma grande fatia da população inquirida afirmou ainda não estar decidida quanto à sua próxima viagem de lazer (22%), sendo que apenas 5,8% afirma que apenas viajará em 2023".

“Os dados do estudo são reveladores de algo que a indústria turística portuguesa já tem vindo a sentir_ uma maior movimentação dos portugueses em viagens de lazer. Com o avançar da vacinação e aproximação à tão desejada imunidade de grupo, é expectável que alguns destes portugueses vão progressivamente alterando a sua posição em relação ao turismo sendo no entanto irrealista pensar que a situação reverterá para as tendências registadas em 2019 num futuro próximo”, considera Filipe Roquette, diretor geral da Bloom Consulting Portugal.

O estudo mostra também que, quanto mais jovens os inquiridos, maior a disposição para viajar ainda este ano, com a Bloom Consulting a revelar que, "o grupo de 54 ou mais anos é o mais conservador e também o mais indeciso nesta matéria".

Quanto a destinos, o mercado nacional é o que sai a ganhar, até porque, dos 75% dos portugueses que conta fazer férias em destinos nacionais, em 60% dos casos nem são consideradas outras hipóteses. Ainda assim, há 14% de portugueses que dizem não saber onde vão passar as próximas férias, enquanto 11% descarta férias no território nacional e só pensa em férias no estrangeiro.

"Entre os que afirmam que o seu próximo destino será em território nacional, o Algarve é a região mais referida com 20% do total de menções. Seguem-se as regiões autónomas dos Açores e da Madeira com 18% e 16% respetivamente. Também com 16% estão o Alentejo e a região do Porto e Norte de Portugal. O Centro de Portugal com 8% e a Região de Lisboa são as regiões sob as quais recaem menos intenções de visitação por parte dos portugueses num futuro próximo", indica o comunicado.

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Iberia mantém voos para as Maldivas no inverno

Depois do sucesso no verão, a Iberia vai manter a operação para as Maldivas este inverno, com dois voos por semana, e, em Portugal, tem planos para aumentar a capacidade nas rotas de Lisboa e Porto.

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A Iberia vai manter os voos para as Maldivas, que arrancaram no início de julho, também  durante a temporada de inverno, com a companhia aérea espanhola a revelar que a decisão foi tomada na sequência do "bom funcionamento desta rota nos meses de verão" e que, na época baixa, os voos decorrem entre dezembro e fevereiro, com duas ligações por semana. Já para Lisboa e Porto, está previsto um aumento para o triplo dos voos diários, ao longo dos próximos meses.

"Entre as principais novidades, destaca-se a incorporação do destino estrela do verão, as Ilhas Maldivas. Após o bom funcionamento da rota nos meses de verão, a companhia aérea decidiu retomar os voos a partir de dezembro com duas frequências diretas por semana, que vão até fevereiro de 2022", lê-se na informação divulgada pela companhia aérea sobre o plano de rotas para este inverno.

Além das Maldivas, a Iberia vai manter também no inverno os voos para Cali, na Colômbia, outra das rotas que a companhia aérea também operou este verão e que, no inverno vai contar com três frequências por  semana, entre dezembro e março.

Neste inverno, a Iberia vai ainda aumentar o número de voos disponíveis na ponte aérea entre Madrid e Barcelona, que em setembro já tinha sido aumentada em 32%, mas que, segundo a Iberia, vai ainda conhecer novos aumentos este inverno, até um total de 68 voos por semana, o que totaliza 11 voos por dia em cada trajeto.

Na informação divulgada, a Iberia explica que os aumentos previstos para a ponte aérea visam a reativação das viagens de negócios, motivo pelo qual a transportadora vai também reforçar a operação em alguns destinos europeus, a exemplo de Paris, para onde a Iberia conta disponibilizar até sete voos por dia em cada sentido, mas também de Londres, que passa a contar com até cinco voos por dia e por trajeto, enquanto cidades como Lisboa, Porto, Frankfurt, Bruxelas, Genebra, Milão, Roma, Zurique, Dusseldorf, Munique, Veneza, Lyon e Marselha vão chegar aos três voos por dia, ao longo deste inverno. Já Frankfurt, vai contar com um aumento até 18 frequências por semana.

Na rede de longo curso, e além das Maldivas e de Cali, a Iberia vai também aumentar a sua oferta para a América Latina e EUA, estimando voar para 23 cidades em 17 países, num total de 280 voos por semana, à partida de Madrid. Apenas na América Latina, a companhia aérea vai operar para 17 destinos em 15 países, superando os 200 voos por semana.

"Os mercados com maiores taxas de crescimento são o México - que já conta com dois voos diários -, a República Dominicana - com mais três voos semanais, até 13 frequências - e a Colômbia, com mais três frequências para Bogotá, chegando a 10; e Cali, para onde a Iberia voa três vezes por semana", indica a transportadora.

Além disso, acrescenta a Iberia, vai ser também aumentada a capacidade para a América do Centro e Caraíbas, em concreto para o Panamá, Costa Rica e Guatemala/El Salvador, que passam a contar com mais um voo por semana, até seis frequências semanais no caso do Panamá e Costa Rica, enquanto a Guatemala/El  Salvador passa a contar com cinco ligações semanais.

Para San Juan de Porto Rico, a Iberia vai passar de três para quatro frequências por semana, enquanto o Uruguai passa a seis voos diretos por semana. Já Buenos Aires, Lima, São Paulo e Santiago do Chile mantêm um voo diário, ainda que, no caso da capital argentina, a operação esteja ainda sujeita a aprovação governamental.

Já nos EUA, onde a Iberia diz estar ainda dependente da reabertura turística, a companhia tem planos para recuperar as frequências que oferecia antes da pandemia, e conta operar 10 voos por semana para Nova Iorque e Miami, ou seja, mais três que no verão, e espera manter ainda as ligações a Chicago, Boston e Los Angeles.

Este inverno, a Iberia conta ainda com uma campanha especial que pretende estimular a procura ao longo dos próximos meses e que oferece tarifas especiais para reservas até 22 de setembro e que se aplica a viagens até 9 de junho de 2022.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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Ryanair abre nova rota entre o Porto e Clermont-Ferrand no inverno

Companhia aérea vai realizar dois voos por semana entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand, a partir de novembro.

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A Ryanair anunciou a abertura de uma nova rota entre o Porto e a cidade francesa de Clermont-Ferrand no próximo inverno, operação que vai contar com dois voos por semana e que, segundo comunicado da companhia aérea low cost, arranca em novembro.

"Estamos encantados por anunciar esta nova rota do Porto para Clermont-Ferrand com dois voos semanais, a partir de novembro. A Ryanair continua empenhada em reconstruir a industria turística em Portugal e em reforçar a conetividade, à medida que continua a crescer na Europa e as viagens regressam aos níveis pré-COVID-19", congratula-se Jason McGuinness, diretor Comercial da Ryanair.

Para assinalar o lançamento da nova rota de inverno, a Ryanair lançou uma promoção com preços desde 19,99 euros, para viagens que decorram até março de 2022 e cujas reservas sejam realizadas até à meia-noite do próximo sábado, 18 de setembro, através do site da companhia aérea,  em  www.Ryanair.com

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Altis Grand Hotel reabre dia 18

Com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento.

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 1 de outubro é a data escolhida para reabertura oficial do Altis Grand Hotel, o primeiro hotel do grupo que irá completar este ano 48 anos. Depois de estar fechado desde abril do ano passado, o emblemático hotel lisboeta   reabrirá, enquanto a cidade espera receber de volta mais turistas.

Para Raul Martins, presidente do Conselho de Administração do Grupo Altis, "o Altis Grand Hotel é um hotel com história desde a sua abertura, temos empresas e gerações de clientes que estão ligados a este hotel, aqui vieram pela mão dos avós ou dos pais, e é uma enorme satisfação poder voltar a recebê-los. Toda a equipa está ansiosa e motivada".

Desde o inicio da pandemia, o grupo manteve sempre pelo menos um hotel em funcionamento e, com esta reabertura, todos os hotéis do grupo Altis voltam a estar simultaneamente em funcionamento, uma  decisão tomada  com base nas "boas perspetivas de ocupação para o último trimestre do ano e para o próximo ano".

“Para 2022, o grupo espera atingir uma ocupação anual média de 60%, sendo que em 2019, fechou o ano com uma ocupação de 80%”, perspetiva Diogo Fonseca e Silva, diretor-geral de operações do Grupo Altis Hotels.

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American Airlines compra 5,2% da Gol e anuncia codeshare exclusivo

Negócio prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham.

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A American Airlines adquiriu 5,2% da Gol, atualmente a maior companhia aérea brasileira, o que vai dar origem a uma "parceria exclusiva", que prevê a criação do maior programa de fidelidade do continente americano, assim como a ampliação do acordo de codeshare que as duas transportadoras já mantinham, num negócio que visa a afirmação da companhia norte-americana no Brasil.

De acordo com a imprensa brasileira, o negócio prevê um investimento de 200 milhões de dólares, já que a American Airlines compra 22,2 milhões de ações preferenciais da Gol, assim como a junção dos programas de fidelidade das duas companhias, o Aadvantage e o Smiles, numa fusão que vai dar origem ao maior programa de milhas do continente americano.

Mas o principal destaque vai mesmo para a ampliação do acordo de codeshare, o que vai permitir aumentar a presença da American Airlines na América do Sul, principalmente no Brasil.

"A American é, há muito tempo, a companhia aérea líder entre os Estados Unidos e a América do Sul, e esta parceria mais forte com a Gol solidifica essa posição de liderança", afirma Robert Isom, presidente da American Airlines, considerando que a rede da transportadora norte-americana "combina perfeitamente" com a rede da Gol no Brasil.

"Juntos, seremos capazes de oferecer aos clientes que voam para, através e do Brasil acesso à maior rede com as taxas mais baixas e o melhor e maior programa de fidelidade de viagens conjunto da América", acrescenta o responsável.

Com a ampliação do acordo de venda compartilhada, os clientes da Gol passam a ter acesso a mais de 30 destinos da American Airlines nos EUA, à partida dos hubs da Gol em São Paulo (GRU) e no Rio de Janeiro (GIG), assim como a outras 34 rotas brasileiras e internacionais, nomeadamente na América Latina.

"O acordo de codeshare exclusivo entre duas das principais empresas aéreas das Américas combina malhas altamente complementares e oferece aos clientes uma experiência de viagem superior, proporcionada pelo maior número de voos e destinos nas Américas do Norte e do Sul”, destaca Paulo Kakinoff, CEO da Gol, considerando que este acordo "fortalecerá ainda mais a presença da Gol nos mercados internacionais" e vai contribuir para o crescimento da transportadora.

O negócio, que prevê também que a American Airlines passe a indicar um dos membros do Conselho de Administração da Gol, não está, no entanto, ainda completamente concluído e, segundo a imprensa brasileira, aguarda a confirmação de algumas condições, incluindo assinatura e entrega da documentação definitiva, entre outras condições usuais de operações deste nível.

Recorde-se que a American Airlines voa atualmente para 17 destinos na América do Sul, incluindo São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), a partir das suas bases em Dallas-Fort Worth (DFW), Miami (MIA) e Nova York (JFK), enquanto a Gol conta com ligações aéreas para 63 destinos no Brasil, assim como para várias das principais cidades da América Latina.

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Primeiros turistas da SpaceX já iniciaram viagem

A cápsula da SpaceX partiu para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

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Quatro turistas norte-americanos já descolaram do Centro Espacial Kennedy, na Florida, nos Estados Unidos, a bordo de uma cápsula da SpaceX, para uma viagem de três dias no espaço, sem nenhum astronauta profissional a bordo.

O foguetão Falcon 9, transportando a cápsula Dragon, ambos da empresa privada SpaceX, descolou à hora prevista, 20:02 horas locais de quarta-feira (23:02 em Portugal), do Centro Espacial Kennedy, na Florida, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

Minutos depois, o foguetão separou-se da cápsula com sucesso, levando a bordo, pela primeira vez, apenas civis como tripulantes, que permanecerão três dias no espaço.

"Poucos lá foram e muitos vão seguir-se. A porta abre-se agora", disse o multimilionário Jared Isaacman, de 38 anos, que fretou o "cruzeiro espacial" e comanda a missão.

Isaacman, de 38 anos, fundador e presidente da empresa Shift4 Payments, amante da aviação, financiou a travessia espacial dos outros três tripulantes, com um custo que não foi divulgado, mas que deverá rondar as dezenas de milhões de dólares, segundo a AFP.

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Ilha do Sal vai ter charter no Fim-de-Ano

Esta operação é promovida pelos operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu.

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Os operadores turísticos Solférias, Soltrópico e Viagens Abreu juntaram-se para realizar uma operação charter para a ilha do Sal, em Cabo Verde, na época festiva do Fim-de-Ano.

Com partidas de Lisboa e do Porto em voos operados pela SATA no dia 26 de dezembro 2021 e regresso a 02 de Janeiro de 2022 (o voo parte do Sal na madrugada de 03 de Janeiro), os pacotes disponibilizados, neste caso pela Soltrópico, incluem estadas de  sete dias, a partir de 1388 euros como preço base, por pessoa, em quarto duplo standard, em regime de Tudo Incluído, no 4-estrelas, Oásis Belorizonte, e 1547 euros, por pessoa, em quarto standard, em regime de Tudo Incluído no 5-estrelas, Oásis Salinas Sea.

O programa inclui passagem aérea em voo TAP Lisboa ou Porto / Sal / Lisboa ou Porto, em classe S1, com direito a 20 kg de bagagem; estadia de 7 noites no hotel e regime escolhidos; transfers aeroporto/hotel/aeroporto; Taxa de Segurança Aeroportuária; Seguro de viagem Global Extra; Taxas de aeroporto segurança e combustível (223€ - sujeito a alterações legais até emissão dos bilhetes).

Segundo Nuno Paixão, Diretor Comercial da Newtour, onde a Soltrópico se integra, “tendo em conta a retoma de procura pelo destino Sal e tendo em conta o sucesso das operações antes da pandemia, para a Soltrópico faz todo o sentido voltar a apostar neste destino de Sol e de proximidade para os portugueses que preferem passar o Réveillon 21/22 num destino quente.”

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