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Reportagem| São Tomé e Príncipe: O país dos sorrisos

Este pequeno paraíso situado no Golfo da Guiné tem a capacidade de conquistar quem o visita com pouco. Muito pouco. E não precisa de muito mais para enraizar no coração de cada um uma vontade crescente em regressar vezes sem fim.

Raquel Relvas Neto
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Reportagem| São Tomé e Príncipe: O país dos sorrisos

Este pequeno paraíso situado no Golfo da Guiné tem a capacidade de conquistar quem o visita com pouco. Muito pouco. E não precisa de muito mais para enraizar no coração de cada um uma vontade crescente em regressar vezes sem fim.

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Raquel Relvas Neto
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São Tomé e Príncipe. Um tesouro à espera de ser descoberto
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Este pequeno paraíso situado no Golfo da Guiné tem a capacidade de conquistar quem o visita com pouco. Muito pouco. E não precisa de muito mais para enraizar no coração de cada um uma vontade crescente em regressar vezes sem fim.

São Tomé e Príncipe ganhou um lugar de destaque na lista de destinos a visitar pelos portugueses. Seja pela história que nos (des)une, por novelas de que foi palco ou porque conhecemos alguém que já lá esteve a trabalho ou de férias. Desenganem-se os que julgam que São Tomé e o fantástico Príncipe são o tipo de destino que encaixa em qualquer português que entra pela agência à procura da próxima viagem de férias num qualquer destino de praia com pulseiras, piscinas e animação sem fim à vista. De todo. São Tomé e Príncipe não cabe nesses critérios, é muito mais do que isso. É um pequeno diamante em bruto à espera de ser descoberto. Descoberto e não alterado ou ajustado à ideia do que muitos consideram o destino ideal de férias. Este arquipélago é dos poucos lugares na terra onde se pode observar a Natureza no seu estado puro. Seja pelas suas extensas e ricas florestas que culminam nas praias idílicas, seja pela pureza das suas gentes.
São Tomé e Príncipe é o destino para aqueles que valorizam as coisas simples da vida, desde o silêncio quebrado pelo barulho do mar, à beleza estonteante das suas paisagens intocadas ou ao sorriso rasgado das crianças. Umas férias neste paraíso são uma experiência que levamos para a vida. Ou uma paixão à primeira vista que nos leva a querer mudar de malas e bagagens.

São Tomé

A convite do operador turístico Soltrópico, voámos com a TAP via Acra, no Gana, para São Tomé. Chegados ao aeroporto da capital, o transfer do receptivo Mistral levou-nos a percorrer a marginal 12 de Julho, enquanto apreciávamos a vida em torno da baía, onde as mulheres lavam as suas roupas com o seu rebento às costas e sempre com um sorriso na cara, ou onde as crianças se refrescam do calor que se faz sentir.
É o Pestana São Tomé que nos acolhe nos primeiros dias da estadia na cidade, um dos hotéis mais procurado pelos turistas portugueses no destino, por ser exactamente de uma cadeia hoteleira portuguesa. Desde as áreas públicas da unidade, onde começamos pela ‘infinity pool’, à sala de refeições, às salas de reuniões, aos espaçosos quartos com simpáticas varandas, ao spa com vista privilegiada para o mar, o Pestana São Tomé proporciona uma estadia sem grandes surpresas e com cunho Pestana. A completar a presença do grupo português na cidade está também o quatro estrelas Miramar by Pestana, que, não estando colado ao mar, está também próximo deste e apresenta áreas bastante simpáticas e agradáveis, assim como os respectivos alojamentos. Diz-se que ali se comem as melhores pizzas a forno de lenha na cidade, quando se quiser matar saudades da comida mediterrânea.

Contudo, sendo a primeira noite no destino é irrecusável o convite para experimentar a gastronomia local no restaurante da Residencial Avenida, uma unidade de alojamento bem simpática e com traços são-tomenses presentes na sua decoração. Nilza Sara é a moçambicana que se apaixonou por São Tomé e que nos faz a visita. “São Tomé é um país abençoado por Deus”, diz ao descrever o clima do destino e as consequências que este tem para a sua riqueza natural, proporcionando fruta e legumes durante todo o ano à sua população. Mas estamos ali para experimentar o que de melhor São Tomé tem para oferecer a quem o visita: os seus sabores. Da sopa de folha de micocó, bem saborosa, ao peixe barracuda assado, ao mata bala, fruta pão, batata doce, ao delicioso côco grelhado e ao polvo estufado, a terminar com a agridoce fruta caja manga, é uma conquista garantida do nosso paladar.
A noite ainda é uma criança e a segurança em andar a pé pelas ruas de São Tomé convidam a tomar uma cerveja local, a Rosema, no Piko Mokambo, um bar simpático e alternativo localizado num antigo edifício colonial onde se alia arte à música, muito procurado pelos portugueses que ali vivem, visitam e não só. Como alternativa, o Pestana São Tomé conta com um casino e uma discoteca, que abre sobretudo às sextas e sábados. Porém, deitar cedo e cedo erguer faz todo o sentido neste destino, com a imensidão de atracções que temos para descobrir durante o dia.
Uma pequena visita pela capital ajuda a conhecer um pouco mais da realidade são tomense, para a qual os turistas têm de ir, sobretudo, de espírito aberto.
Comecemos pela agitação do mercado, que se realiza diariamente no centro da capital onde se vende um pouco de tudo, das frutas e legumes, a roupa, calçado e outras utilidades ao ar livre ou no edifício principal. Somos invadidos pelas cores e padrões típicos, pelos odores fortes de um mercado debaixo de temperaturas elevadas.
Depois da animação do mercado, passemos a um pouco de história. É no antigo Forte de São Sebastião que encontramos o museu nacional que conta a história da descoberta, em 1470, do arquipélago pelos navegadores portugueses João de Santarém, Pêro Escobar e João Paiva. Por dois euros por pessoa, os turistas podem ali observar peças de arte sacra que sobreviveram ao tempo, num país onde a religião católica ainda hoje predomina, mas também exemplos de como se vivia na época do colonialismo, das rebeliões locais contra o domínio português ao movimento de libertação em 1975.
Antes de ser descoberto pelos portugueses, o arquipélago era desabitado, tendo os portugueses importado escravos para habitarem o território, sobretudo de Angola, Cabo Verde e Moçambique, introduzindo ali a cultura da cana de açúcar e do cacau. Em 1560, São Tomé torna-se um importante produtor mundial de cana-de-açúcar. No entanto, devido à concorrência do Brasil e à frágil situação sócio-económica, com os conflitos da minoria branca e da maioria negra, os plantadores optaram por ir para o Brasil. Nesta época, o arquipélago deparou-se com um período de despovoamento, tornando-se apenas interposto de escravos que iam do continente africano para o Brasil. Porém, no século XIX, o cultivo do café e do cacau foi estimulado e é nesta altura que várias famílias portuguesas ali se instalam e se edificam as Roças, algumas que ainda hoje perduram e que são motivo de visita. Estas foram criadas como pequenas vilas, onde existia um hospital, escola, igreja, a casa do proprietário e a zona de todo o processo da seca do café, mas também pequenas casas para os escravos, de forma a que estes não tivessem de sair daquele espaço. Apesar da abolição da escravatura em 1875, havia muitos negros que continuaram a ser tratados como escravos, o que levou então ao movimento da independência de São Tomé de Portugal, a 12 de Julho de 1975. Algumas das roças foram recuperadas e ou mantém a cultura do café, como a Roça Monte Café, onde existe um museu de café que explica todo o processo de tratamento; ou centros de arte e cultura aliados a alojamento para turistas, como a Roça de São João dos Angolares, onde a gastronomia é a principal atracção.
Ideologias à parte, a visita às roças é algo obrigatório num qualquer roteiro de visita a São Tomé. Ali ficamos a conhecer a vivência de outros tempos, mas também dos de agora. Na visita à Roça Monte Café, o ‘doutor’ Paulino de 83 anos e 60 netos explica o processo de produção de café e defende que a independência não trouxe tudo de bom, “na altura comíamos bem. Os jovens de agora não querem trabalhar, têm baile a semana toda”, justificando, a seu jeito, um pouco da deterioração de algumas partes da roça.
Partindo à descoberta da natureza são tomense, podemos comprovar que toda a ilha tem uma riqueza natural imensa, que pode ser apreciada através de uma visita ao Jardim Botânico ou através de passeios de ’trekking’, pelos quais se encontram cascatas, como a cascata de São Nicolau, cachoeiras, à Lagoa Azul ou até mesmo uma pequena visita à Boca do Inferno, semelhante à atracção homóloga situada na vila de Cascais, em Portugal. Se a opção de estadia recair sobre o Club Santana Beach, a perspectiva e vivência de São Tomé será diferente e mais recatada. Incluído no preço da estadia, está uma visita de barco ao Ilhéu de Santana e ao seu interior. O segredo de se apaixonar por São Tomé é não ficar sujeito apenas à realidade da capital, mas sim partir à descoberta de cada recanto da ilha.

Ilhéu das Rolas

Se depois da visita pela ilha de São Tomé ainda não caiu de amores, a sugestão passa por seguir para sul. Ao percorrer a estrada que nos conduz a sul da ilha são diferentes as paisagens com que nos deparamos. Riachos repletos de lavandeiras, praias desertas de cores estonteantes, plantações de bananas ou cacau, e montanhas, como o facilmente identificável Pico do Cão. A meio do caminho é habitual avistarmos porcos com os seus leitões a atravessarem livremente as estradas. Chegados a sul, concretamente, à Ponta da Baleia, atravessamos de barco para um dos ex-líbris do arquipélago: o Ilhéu das Rolas.

São Tomé e Príncipe não é caracterizado por ser um destino exclusivo de praia, mas as suas praias não ficam atrás de nenhuma em qualquer parte do mundo. Praias de areia branca e águas de azul turquesa com a temperatura ideal para refrescar do calor que ali se faz sentir podem ser desfrutadas no Ilhéu das Rolas. O Pestana Equador é o único hotel do ilhéu e proporciona uma estadia relaxada neste pequeno paraíso. Descanso não é palavra imperativa no Ilhéu das Rolas, mas é uma das mais frequentes. Aconselhamos a fazer várias actividades, mas destacamos um passeio a pé pela ilha, passando por miradouros que dão diferentes perspectivas da zona, como, por exemplo, para a praia de Santo António, na qual foi gravada uma novela portuguesa, mas especialmente pelo imperdível marco que assinala a passagem no Ilhéu da linha geodésica do Equador. Do topo da pequena montanha, onde se localiza o marco do Equador, observa-se a paisagem verdejante, rodeada dos vários tons de azul do mar. Em seguida, por entre os montes de cascas de côco que enchem os terrenos do interior do Ilhéu, chega-se à ponta oposta do Pestana Equador, onde se destaca um pequeno géiser, acompanhado por uma paisagem que nos arrebata. O ponto alto deste pequeno passeio termina com o pôr-do-sol na Ponta Cabra, uma pequena formação de pedras vulcânicas que entra mar adentro, ou na tranquilidade de uma praia.

A cereja no topo do bolo na estadia no Ilhéu das Rolas é o passeio de barco à volta da ilha, apreciando a paisagem envolvente ou até mesmo os inúmeros barcos de pescadores que ali fazem a sua actividade de pesca do peixe coelho. Um passeio que culmina com a paragem numa pequena baía onde as águas transparentes convidam a momentos de snorkeling ou a mergulhos demorados. Regressando para a ilha de São Tomé, a Porto Alegre, visitamos o Praia Inhame Ecolodge. Aquilo que seria inicialmente uma casa de férias, rapidamente se transformou numa unidade turística com vários bungalows de diferentes tipologias com quarto-de-banho privativo. A unidade garante que ali encontramos a “perfeita simbiose entre a natureza e o puro prazer de bem-viver”, o que pudemos comprovar. Acrescentamos ainda a arte de bem receber. Com frente para a praia Inhame, escolhida pelas tartarugas para, entre o fim de Setembro e o mês de Março, desovarem, o ecolodge tem como grande premissa a preservação exactamente das tartarugas. No país ainda não existe legislação para proteger este animal e os seus ovos, que são consumidos por locais e não só. Além da preservação das tartarugas, o ecolodge prima pela aposta na ecologia e nas energias renováveis, como a solar e a eólica, e faz ainda tratamento de águas. Além da observação de tartarugas em determinadas alturas do ano, a unidade promove ainda várias actividades para os seus hóspedes, como aulas de surf, mergulho, passeios de BTT, passeios pedestres pela floresta (com guia), pesca e passeios de barco.

Príncipe (Encantado)

Se nunca se apaixonou à primeira vista por nada, terá aqui a sua estreia. Mesmo os mais cépticos irão perder-se de amores pelo Príncipe, a ilha do Príncipe. Depois de um voo interno de cerca de 30 minutos, chega-se à Ilha do Príncipe que conta com nove mil habitantes e é um destino de turismo de natureza no seu estado mais puro, tendo sido inclusive declarado Reserva da Biosfera pela UNESCO em 2012. Dezembro, Janeiro e Fevereiro são os meses recomendados para se visitar a ilha, que se caracteriza pela simplicidade das suas gentes e pela beleza surpreendente das suas paisagens e praias paradisíacas. Cada passo que se dá no Príncipe é um encanto constante.

O aeroporto fica localizado no norte da ilha, onde se concentram algumas das principais unidades de alojamento, como o Makaira Lodge, a Roça Sundy, o resort Bom Bom ou a Roça Belo Monte. O caminho até ao Makaira Lodge é uma aventura completa, através da qual ficamos a conhecer as profundezas da floresta tropical do Príncipe, observando as várias espécies de árvores, algumas endémicas, as pequenas tocas dos caranguejos de terra, às encostas de impor respeito. Chegar ao Makaira Lodge faz valer cada momento deste caminho atribulado. As tendas bem decoradas e confortáveis junto à praia que é, à semelhança de tantas outras, de uma perfeição incrível, compõem o ecolodge que abriu há quase dois anos. Inicialmente, foi concebido para ser dedicado à pesca desportiva que o proprietário praticava junto com os seus amigos. Contudo, o potencial do local fez com que este quisesse partilhar com aqueles que querem desfrutar de uma praia onde o silêncio é o anfitrião, apenas perturbado pelo barulho do mar. Actualmente, são cinco as tendas disponíveis, mas estão previstas outras cinco para completar a oferta. A simplicidade e a autenticidade fazem parte do conceito do Makaira Lodge, que privilegia bastante as actividades ligadas à natureza. Diariamente, o hóspede tem ao dispor uma experiência gastronómica diferente, que recorre na sua maioria aos produtos locais, que a terra e o mar oferecem.
É a Roça Sundy que nos recebe em seguida. Este é um dos projectos mais recentes da HBD do sul-africano Mark Shuttleworth, que além de ter actualmente quatro unidades hoteleiras – Bom Bom Príncipe Island, Roça Sundy, Sundy Praia e Omali Lodge, este último em São Tomé – tem uma forte componente de responsabilidade social na ilha do Príncipe. Entre os vários projectos desenvolvidos pela HBD na ilha estão a reabilitação de roças; relançamento da agricultura; estradas; infra-estruturas básicas, como água potável, internet nas escolas; ou a recuperação do aeroporto da ilha.
Aberto há um ano, a Roça Sundy é uma unidade de quatro estrelas que resultou da conversão de uma roça de cacau que foi restaurada. A Roça Sundy era uma casa de família situada no coração de uma das maiores plantações de cacau nas ilhas de São Tomé e Príncipe. Mais de 90% dos actuais colaboradores do hotel Roça Sundy foram recrutados na comunidade local, apoiados por um intenso programa de formação de nove meses, leccionado pela Escola de Turismo dos Açores. O hotel Roça Sundy oferece um restaurante de cozinha internacional, composto por uma sala de jantar de arquitectura colonial e uma grande varanda com vistas sobre a floresta da ilha do Príncipe e para o Oceano Atlântico. Ao jantar, é normal sermos acompanhados por morcegos a sobrevoar junto à varanda enquanto desfrutamos da gastronomia típica. Todos os quartos da Roça Sundy foram decorados com mobiliário ao estilo colonial – muitos da casa original – e vários oferecem varandas espaçosas com vista para o terreiro ou para a floresta. Dentro em breve, a Roça Sundy vai disponibilizar uma piscina para os seus hóspedes, bem como uma fábrica de chocolate. A dez minutos de carro da praia, a Roça Sundy conta com uma história intensa dos seus vários proprietários, mas tem uma especial particularidade, foi palco do teste da teoria da relatividade de Alberto Einstein pelo astrónomo inglês Arthur Eddington e o seu assistente Edwin Cottingham, um ponto alto da ciência do século XX. A particularidade da Roça Sundy é o convívio com os habitantes da própria roça, que em breve vão ter novas habitações numa zona denominada por Terra Prometida. Estes oferecem-nos as suas estórias, humildade e simpatia. E as crianças? Estas são diferentes das de São Tomé, em vez de pedirem doces, oferecem sorrisos e brincadeiras com brinquedos inventados por elas. Um dos motoristas da Roça Sundy aconselhou-nos mesmo a não distribuir doces, “não queremos que as crianças do Príncipe fiquem como as de São Tomé”. Aqui aprende-se efectivamente a viver com pouco, e pouco já é tanto. Este pouco tem tudo o que a Natureza oferece, com uma terra rica e abundante fornecendo o essencial que os habitantes do Príncipe precisam para viver, como o mangum (um fruto que se assemelha a um rebuçado), o ossam (utilizado como tempero), ou os caranguejos de terra que servem de petisco, entre tantas outras coisas.

Partimos à descoberta do tão esperado resort Bom Bom, cujo nome faz jus à sua oferta: é de facto tudo bom. Incorporado na floresta, o Bom Bom conta com duas praias de água cor de esmeralda e areia dourada pelo sol, onde é possível observar numa o nascer do sol e na outra o pôr-do-sol. Esqueça o conceito de resort que conhece, o Bom Bom é o resort no sentido de lhe oferecer o que de melhor a Natureza tem para mostrar, com paisagens de uma beleza indescritível. E será assim em toda a ilha, tudo será indescritível e as palavras saberão sempre a pouco para descrever o que ali se sente e se vive. Ir será a única maneira de se perceber porque a vivência e experiência nesta ilha é inenarrável.
As actividades que o Bom Bom proporciona são diversas, desde um passeio 4×4 para descobrir a ilha, um passeio que permite a monitorização da desova das tartarugas nas praias da ilha do Príncipe entre Setembro e Abril, um passeio de barco pelas praias do nordeste ou pela Baía das Agulhas, pesca desportiva, observação de baleias e golfinhos, snorkeling, mergulho, observação de pássaros e vários trilhos.
Um dos passeios de barco pode ser até à Sundy Praia, o primeiro cinco estrelas do Príncipe que conta com 15 tendas exclusivas e de luxo junto à praia. Este alojamento é completamente paradisíaco, desde o seu conceito de tendas de luxo, ao serviço e à plena integração na Natureza. A envolvência da natureza do Sundy Praia com a sua arquitectura arrojada no bom sentido da palavra, como o restaurante em forma de canoa invertida, é surpreendente. A delicadeza com que cada um dos objectos de decoração das tendas foi escolhido, sem deixar nenhum detalhe ao acaso, é também de apontar. Este pequeno paraíso está muito próximo da perfeição, se é que tal seja possível. Aqui a única coisa que se perde é, de facto, a noção do tempo.
Partimos na descoberta de mais um recanto de suster a respiração na ilha do Príncipe: a praia da Banana com os tons de azul com que as praias do arquipélago já nos habituaram. Os mergulhos no mar fazem-se acompanhar por uma bebida do bar de praia explorado pela Roça Belo Monte, que fica no topo da montanha, a dez minutos de carro. A roça oferece além de vários quartos, entre suites, quartos superiores e de luxo,  restaurante com animação ao jantar e piscina. Aqui toda a envolvência é também ela digna de registo. Aliás, se houvesse prémio de país mais fotogénico do mundo, São Tomé e Príncipe arrecadaria facilmente a distinção. Até a pessoa com menos vocação para fotografar consegue, com pouco esforço, captar imagens fantásticas que perduram na memória.
São Tomé é todo um cenário idílico, juntamente com o Ilhéu das Rolas. Mas o Príncipe é de roubar suspiros. Trazemos assim na bagagem o coração cheio de boas recordações e de sorrisos.

*A jornalista viajou a convite da Soltrópico.

Sobre o autorRaquel Relvas Neto

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla_Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

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O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

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Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

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Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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