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Hotel Turismo da Guarda já tem novo promotor

Devoluto desde 2012, o Governo assinou esta sexta-feira, no âmbito de REVIVE o contrato de concessão.

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Devoluto desde 2012, o Governo assinou esta sexta-feira, no âmbito de REVIVE o contrato de concessão.

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Depois desde 2012, o Hotel Turismo da Guarda, que é um dos vários imóveis que integram o Programa REVIVE, já tem novo promotor.
O Governo assinou, esta sexta-feira, dia 4 de Maio, o contrato de concessão com o agrupamento de empresas MRG.
Segundo informação da Secretaria de Estado do Turismo, “a concessão é feita por 50 anos. O investimento total para a recuperação do edificado está estimado em 7 milhões de euros”.
O consórcio compromete-se a construir uma unidade hoteleira neste imóvel que ocupe no mínimo 55% da área bruta de construção. Está prevista uma unidade boutique hotel, de quatro estrelas, ligada ao tema da neve, com 50 quartos e com outras valências como spa (que estará acessível igualmente aos residentes no município) e restaurante. A nova unidade terá também preocupações de sustentabilidade ambiental, como aquecimento de águas através de energia solar ou iluminação LED. Este hotel terá ainda uma vertente de formação.
Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “este é mais um marco importante no desenvolvimento do programa Revive, e que vem resolver uma situação que se arrastava desde 2012. Desta forma, o Revive permite voltar a dar vida a um imóvel tão importante e emblemático para a Guarda”.
No âmbito do programa REVIVE, O Governo vai lançar brevemente os concursos do Forte de Santa Catarina, em Portimão, do Convento de Santa Clara, em Vila do Conde, e da Casa de Marrocos, em Idanha-a-Nova.

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AP Hotels & Resorts aposta em Sines com nova unidade em 2025
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AP Hotels & Resorts aposta em Sines com nova unidade em 2025

Este novo hotel vai surgir da reconversão do atual Sinerama Hotel, um três estrelas aparthotel que o grupo adquiriu recentemente à Teixeira Duarte, e para o qual tem em vista um plano de remodelações que deverá começar até ao final deste ano e que se espera que termine no início de 2025.

Carla Nunes

O grupo AP Hotels & Resorts vai contar com uma nova unidade hoteleira sob a marca AP em 2025 na cidade de Sines.

A informação foi adiantada ao Publituris por Emanuel Freitas, diretor-geral do AP Hotels & Resorts, durante a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), não referindo, para já, nem o valor de aquisição deste hotel, nem o investimento previsto para as obras de remodelação, que transformarão a unidade num “hotel quatro estrelas superior, dentro do padrão daquilo que é um hotel AP”, como refere o profissional.

O Sinerama Hotel encontra-se atualmente em operação com 105 apartamentos, mas a expectativa é a de que a unidade passe a contar com 135 a 136 quartos após a intervenção, além de um restaurante, spa e piscina. Para este futuro quatro estrelas está a ser desenhado um conceito “muito corporativo, mas também muito virado para a cidade, com restaurante aberto [a passantes], e para famílias e lazer durante o verão”, já que está “muito próximo de Porto Covo e das praias da Costa Vicentina”, segundo Emanuel Freitas.

A escolha desta cidade para um novo hotel AP é justificada pelo diretor-geral com a oportunidade não só de desenvolver a marca numa nova região, como também de aproveitar o desenvolvimento da área para o crescimento do grupo.

“Vemos Sines com um potencial muito grande em termos do desenvolvimento industrial e tecnológico. A cidade está num forte crescimento em todas essas áreas, [pelo que] temos uma oportunidade de desenvolvimento da nossa marca nessa cidade e do nosso crescimento”, explica Emanuel Freitas.

Crescimento de receitas de 20% face a 2022 motiva novas remodelações

Outra das novidades do grupo AP Hotels & Resorts passa pelo Hotel Lago Montargil Villas, que o grupo adquiriu no final de dezembro de 2023 e que passa agora a designar-se AP Lago Montargil Conference and Spa. Emanuel Freitas explica que neste momento estão a fazer “pequenas remodelações e adaptações à marca AP”, com o intuito de criar um produto cinco estrelas virado não só para empresas, como também para famílias e crianças.

Já o AP Lisboa, a primeira unidade do grupo hoteleiro na capital, só deverá abrir em 2025, apesar de o grupo ter estimado o ano passado que a abertura decorreria ainda este ano.

Em entrevista ao Publituris, Emanuel Freitas deu conta que o grupo cresceu em receitas no ano passado “acima de 20% relativamente a 2022”, pelo que “o forte desenvolvimento que temos feito em termos da melhoria das unidades hoteleiras tem sido o reflexo deste aumento”.

Em Cabanas de Tavira, a unidade hoteleira do grupo que fechou em novembro do ano passado para remodelações vai reabrir com 340 quartos, por oposição aos anteriores 274 quartos. Já no AP Maria Nova Lounge Hotel, a intervenção prevista para terminar “daqui a mais duas semanas” vai acrescentar mais seis quartos no piso das suites.

Por fim, em novembro deste ano, o grupo vai acrescentar mais uma suite e quatro unidades de alojamento ao AP Oriental, além de estar a analisar a ampliação do recente AP Dona Aninhas para cerca de mais 30 quartos, entre outubro e novembro.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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PortoBay adquire TUI Blue Falésia após acordo de joint venture com o grupo Humbria

O grupo PortoBay celebrou um acordo de joint venture com o grupo Humbria, passando assim a deter a propriedade imobiliária a 50% do PortoBay Falésia e do TUI Blue Falésia, que passará a designar-se PortoBay Blue Ocean.

Carla Nunes

A novidade foi avançada esta quarta-feira, 28 de março, por António Trindade, presidente do PortoBay Hotels & Resorts, durante a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que explicou que este acordo decorre numa altura em que se aproximava o “possível término ou renovação de contrato” do PortoBay Falésia, a par da vontade do grupo em “crescer no Algarve”.

Apesar de tanto o PortoBay como o grupo Humbria deterem partes iguais de ambas as propriedades imobiliárias, a gestão hoteleira destas duas unidades ficará a cargo do PortoBay. Em causa está um investimento superior a 150 milhões de euros, que inclui a requalificação dos hotéis.

Numa conversa com os jornalistas, António Trindade explicou que o PortoBay Falésia, de 314 quartos, passará a estar “mais vocacionado para o lazer desportivo”, após uma renovação que vai decorrer de janeiro a março.

Já o TUI Blue Falésia, de 349 quartos, será reconvertido no PortoBay Blue Ocean, onde o foco será a criação de “produtos de lifestyle”, como indica António Trindade. A atual exploração por parte da TUI cessa no princípio de dezembro, altura em que o hotel vai fechar por um período de seis meses para as obras de remodelação que o vão transformar no PortoBay Blue Ocean.

Sobre este acordo com o grupo Humbria, António Trindade refere que o PortoBay sente a “necessidade de consolidar em termos patrimoniais” os seus investimentos, “num mundo onde há excesso de dinheiro e uma necessidade enorme de fundos de investimento irem à procura de novos projetos”.

Créditos: Frame It

“O que temos assistido no mundo é que este aumento de procura de projetos tem criado um movimento tremendamente inflacionista nos preços da propriedade. Face a esta inflação, e sobretudo às exigências que se põe por parte dos fundos na renumeração destes ativos, leva a que os grupos [hoteleiros] que tenham uma maior posição em termos financeiros comecem a olhar de uma outra forma para novos investimentos imobiliários”, refere António Trindade.

Sobre os futuros projetos hoteleiros do grupo no Funchal e em Lagos, já comunicados anteriormente na Bolsa de Turismo de Lisboa de 2023, o PortoBay deu conta em comunicado de que a construção do PortoBay Old Town, um cinco estrelas no Funchal, deverá começar ainda este ano, prevendo-se a sua conclusão no início de 2027. Quanto à unidade de Lagos, um hotel no segmento cinco estrelas de 120 quartos, o grupo “aguarda a conclusão de um Plano de Pormenor que se encontra em fase final”.

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Créditos: Angola Image Bank, via costalopes.com

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Unidade da Hoti Hotéis em Luanda deverá abrir entre 2027 e 2028

O futuro Meliá Luanda ficará situado no complexo Luanda Waterfalls, que está a ser construído junto à Fortaleza de São Miguel. O hotel de cinco estrelas vai contar com 250 quartos.

Carla Nunes

O grupo Hoti Hotéis, que em janeiro deste ano já tinha dado conta da intenção de construir uma unidade hoteleira em Luanda, Angola, deu a conhecer esta quarta-feira, 28 de fevereiro, que o projeto deverá estar concluído entre 2027 e 2028.

O futuro Meliá Luanda, cujo nome ainda não está totalmente fechado, ficará localizado no complexo Luanda Waterfalls, próximo da Fortaleza de São Miguel, local onde estão a ser construídos cinco edifícios. De acordo com Miguel Proença, CEO do grupo Hoti Hotéis, o futuro hotel cinco estrelas do grupo vai ocupar um desses edifícios, com um total de 250 quartos.

“Há uma questão relevante de aportar fluxos novos, tal como aconteceu em Moçambique. A marca Meliá não tem expressão em Moçambique nem em Angola, portanto, o tema da localização [junto à fortaleza] é aqui fundamental para a afirmação do hotel, mesmo dentro da própria Meliá”, referiu Miguel Proença num almoço de imprensa esta quarta-feira.

O CEO do grupo Hoti Hotéis referiu ainda que “percebe-se claramente que para a Meliá o facto de termos firmado uma posição primeiro em Maputo, e agora em Luanda, é relevante, porque vem na sequência de contratos de gestão diretos que têm estado a firmar noutras localizações em África, como no caso da Tanzânia, [por exemplo]”.

Por enquanto, o valor de investimento neste novo hotel ainda não foi colocado em cima da mesa, conhecendo-se apenas que a Hoti Hotéis “terá uma uma parcela claramente minoritária”, de acordo com Miguel Proença.

Para este hotel a expetativa é a de captar clientes do mercado de reuniões, incentivos, congressos e exposições (MICE, na sua sigla em inglês), entendendo-se que o mercado da Península Ibérica é o que “mais facilmente reconhecerá a marca Meliá”.

Leia também: Grupo Hoti Hotéis aponta para receitas de 110 M€ em 2024 e tem Galiza e Angola no horizonte

Miguel Proença deu ainda conta da remodelação total que o grupo está a levar a cabo no hotel TRYP Lisboa Caparica Mar, na qual investiu 1,8 milhões de euros, e das renovações “pontuais” que estão a realizar no Meliá Setúbal – neste caso na receção e na zona de spa – e no Meliá Castelo Branco, com a construção de uma piscina exterior.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Vila Baleira Hotels & Resorts investe 14M€ na remodelação de unidade de Porto Santo

O principal investimento do grupo Vila Baleira Hotels & Resorts será na renovação do Vila Baleira Porto Santo, que vai ganhar um novo espaço de thalassoterapia, com 28 unidades de alojamento, e cuja abertura está prevista para março de 2025.

Inês de Matos

A Vila Baleira Hotels & Resorts vai investir, até 2028, um total de 14 milhões de euros na remodelação do Vila Baleira Porto Santo, unidade que vai passar a contar com um novo espaço dedicado à thalassoterapia, que inclui 28 unidades de alojamento, entre várias outras renovações e melhorias.

“Na primeira fase de investimento, com a thalassoterapia, investimos nove milhões de euros, só no conceito de turismo de saúde e bem-estar. Depois, os investimentos de 2025 a 2028, são cerca de 4,5 milhões de euros, portanto, são cerca de 14 milhões de euros. Os dois milhões de euros em sustentabilidade já estão incluídos”, adiantou esta quarta-feira, Gonçalo Teixeira, administrador do grupo Vila Baleira Hotels & Resorts.

De acordo com o responsável, que realizou esta quarta-feira, 28 de fevereiro, uma apresentação sobre o plano de desenvolvimento do grupo de hotelaria madeirense na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, o principal destaque destes investimento vai para a nova unidade de thalassoterapia, cuja construção já foi iniciada, e que vai trazer um conceito diferenciador de saúde e bem-estar.

“Já iniciámos o investimento na nova thalassoterapia, naquilo que vai ser o novo conceito de saúde e bem-estar, que será um chavão até do grupo, não só do Vila Baleira Porto Santo. Vai ser uma referência a nível nacional o conceito que estamos a construir”, congratulou-se Gonçalo Teixeira, revelando que o novo espaço de thalassoterapia abre em março de 2025 e vai disponibilizar 28 unidades de alojamento, sendo que cinco dessas unidades contam com “piscina privada com água captada diretamente do mar”.

O novo espaço de saúde e bem-estar do Vila Baleira Porto Santo vai também contar com ginásio, gabinetes médicos, acompanhamento nutricional, além de um serviço de luxo personalizado e tratamentos inovadores.

Este verão, os clientes do Vila Baleira Porto Santo já podem contar com um novo restaurante e bar, que vão ter também novos conceitos de tudo incluído, assim como um novo espaço de animação.

Este ano, decorre ainda a renovação das casas-de-banho do hotel, prevendo-se que, no próximo ano, comece a renovação de exteriores, devendo o Vila Baleira Porto Santo ganhar ainda um novo bar de praia, assim como parque aquático infantil e de adultos, e um novo espaço de animação mais transversal para os dois hotéis que o grupo possui na ilha do Porto Santo.

Para mais tarde, fica a renovação dos interiores, como o lobby ou a receção, numa intervenção que será “transversal a todo o hotel” e vai ainda incluir a renovação dos exteriores, com “uma intervenção profunda a nível de espaços exteriores e fachada do Vila Baleira Porto Santo”.

Além destas intervenções especificas, o grupo de hotelaria madeirense prevê ainda investir cerca de dois milhões de euros em sustentabilidade, nomeadamente em sistemas e materiais mais amigos do ambiente, seja ao nível da eletrificação, produção de água quente por fonte totalmente renovável, poupança de água e poupança de energia.

O grupo Vila Baleira Hotels & Resorts tem previstas ainda intervenções no Vila Baleira Suites e no Vila Baleira Funchal, em ambos os casos com o objetivo de melhorar a experiência dos hóspedes.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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Octant Vila Monte | Créditos: DR

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Octant Hotels aposta em remodelações focadas em novas experiências

Os Octant Hotels e os Hotels & Resorts da Discovery Hotel Management (DHM) registaram receitas de 100 milhões de euros em 2023, mais 25 milhões em relação a 2022. Agora, o grupo prepara-se para remodelar cinco hotéis da marca Octant para proporcionar novas experiências aos clientes.

Carla Nunes

O grupo Discover Hotel Management (DHM), que tem sobre a sua alçada os Octant Hotels e os Hotels & Resorts, vai apostar em remodelações em cinco hotéis Octant.

O investimento nestas remodelações acontece após um ano de 2023 em que os Octant Hotels e os Hotels & Resorts obtiveram receitas de 100 milhões de euros, um aumento de 25 milhões de euros face a 2022, ano em que ambas as marcas hoteleiras da DHM registaram uma receita de 75 milhões de euros.

As renovações deste ano vão visar os hotéis Octant Douro, Évora, Praia Verde, Ponta Delgada e Vila Monte, com o objetivo de “continuar a estratégia de solidificação dos Octant e a aposta na qualidade dos serviços”, como refere Miguel Molina, Sales Manager Octant Hotels, em entrevista ao Publituris.

Desta forma, o Octant Douro, de 61 quartos, passará a contar com mais 20 novas villas contíguas ao hotel, cuja construção começou o ano passado. Destas, 18 villas vão ter um quarto e duas vão contar com dois quartos, além de quatro destas villas contemplarem piscinas privativas. Apesar destas villas ainda não terem data de abertura definida, o grupo espera que duas das villas possam ser inauguradas em abril deste ano.

Já no Octant Évora vão ser dedicados seis hectares a experiências de bem-estar e para crianças, com a construção de cabanas em madeira para os mais novos, em frente a um espelho de água, uma torre de observação de fauna, flora e estrelas com cerca de cinco metros de altura e um deck para eventos sociais, como casamentos, e eventos corporativos. Vão ser ainda construídos dois quilómetros de trilhos para caminhadas à volta do hotel.

Renovações com o intuito de “consolidar a marca” e conquistar novos mercados

Em Castro Marim, o Octant Praia Verde fecha no próximo mês de março para a renovação das áreas públicas e quartos, prevendo-se que só abra em 2025, altura em que o grupo estima que a renovação esteja terminada. A obra vai contemplar também o aumento do espaço de restauração para mais 160 lugares, a construção de cerca de 20 quartos e suites, um spa e uma nova piscina.

No Octant Ponta Delgada, onde o grupo já renovou as áreas comuns de lobby, bar e rooftop, é esperado o término da renovação dos quartos com novas tipologias, com destaque para os quartos familiares com beliche. A obra deverá estar pronta “a tempo da época alta”, no verão, na mesma altura em que a marca prevê terminar uma nova área de Kids Club no Octant Vila Monte, em Moncarapacho, Olhão.

Na área de Hotels & Resorts da DHM, destaque para a remodelação do Eden Resort, cujo projeto de remodelação vai trazer piscinas aquecidas às villas já existentes, um aumento do espaço de esplanada, a criação de um Kids Club e de uma tenda de circo para o verão.

“Queremos que cada hotel represente a zona específica do país em que está [inserido] e queremos que essa experiência seja muito individualizada, por isso, o investimento feito em cada um destes hotéis é muito adaptado à realidade de cada hotel. Raramente temos investimentos em comum de experiências que resultem em todos eles, porque cada hotel é muito diferente”, explica Miguel Molina.

Numa nota final, o profissional afirma que ainda existem “muitos mercados para conquistar” dentro da marca Octant Hotels, apontando para o crescimento “muito grande” do mercado dos Estados Unidos da América (EUA) e para o facto de pretenderem manter os mercados europeu, do Canadá e do Brasil. Apesar do interesse nestes mercados internacionais, o nacional também merece a atenção da marca.

“Há uma preocupação muito grande em manter o mercado nacional, daí que grande parte das experiências sejam algo com que os portugueses se identifiquem e pelas quais nos procuram”, termina Miguel Molina.

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Illuminated hotel sign taken at night

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Hotelaria vive “efeito pêndulo” no pós-pandemia e atinge níveis sem precedentes de preços

De acordo com a mais recente análise das tendências de preços dos hotéis em Portugal da BEONx, depois de uma descida de 17,8% no ADR em 2020, o setor “não só recuperou, como experimentou um efeito de pêndulo, atingindo níveis sem precedentes”.

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Após um período sem precedentes marcado pela pandemia, em que a hotelaria assistiu a descidas dramáticas, os preços dos hotéis estão a subir, graças a um “efeito pêndulo” que, neste período pós-pandemia, tem levado o ADR dos hotéis nacionais para níveis sem precedentes, apurou um estudo da BEONx, fornecedor de sistemas de gestão de receitas hoteleiras.

De acordo com a mais recente análise das tendências de preços dos hotéis em Portugal da BEONx, depois de um descida de 17,8% no ADR em 2020, o setor “não só recuperou, como experimentou um efeito de pêndulo, atingindo níveis sem precedentes”.

O estudo da BEONx mostra que o ADR registou um crescimento notável de 42% de 2021 a 2023, com variações regionais distintas, sendo que o Norte, a zona de Lisboa e o Algarve registaram os maiores aumentos neste indicador.

“Os valores da ADR ultrapassaram os níveis pré-pandémicos em 2022, alinhando-se com o pico do Índice de Preços no Consumidor (IPC) em Portugal. Como a economia de Portugal depende fortemente do turismo, o aumento da procura levou à inflação, com impacto nos custos do setor hoteleiro”, lê-se num comunicado enviado à imprensa pelo fornecedor de sistemas de gestão de receitas hoteleiras.

A BEONx considera que o ressurgimento do turismo após a pandemia pode ser atribuído à procura reprimida, o que se deve também aos esforços dos hotéis para recuperar das perdas de receitas.

“Na BEONx, estamos empenhados numa análise profunda e na compreensão da dinâmica do mercado hoteleiro. O ‘Efeito Pêndulo’ a que temos assistido nos preços dos hotéis em Portugal, que apresentamos na BTL, tem sido um fenómeno único e desafiante. Como líder em soluções tecnológicas, reconhecemos a importância de nos adaptarmos a estas mudanças para fornecer ferramentas eficientes ao setor”, refere Álvaro Ponte, VP de Dados da BEONx.

Recorde-se que, em 2022, Portugal recebeu 1,27 milhões de hóspedes, aproximando-se dos níveis pré-pandémicos de 1,37 milhões de hóspedes contabilizados em 2019.

 

 

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PHC Hotels faturou 21M€ em receitas em 2023

Sem contar com os dados do Convent Square Hotel Vignette Collection, que abriu em agosto do ano passado, o grupo projeta ultrapassar os 24 milhões de euros em receitas em 2024, sendo que o próximo projeto passa por avançar com a remodelação do Hotel Mundial, para o qual está previsto um investimento de 17,8 milhões de euros.

Carla Nunes

O grupo PHC Hotels, que detém o Hotel Mundial, o Portugal Boutique Hotel, a My Suite Lisbon Guest House e, mais recentemente, o Convent Square Hotel Vignette Collection, registou 21 milhões de euros em receitas em 2023.

O valor é apontado por Miguel Andrade, diretor-geral de operações da PHC Hotels, que num almoço de imprensa esta segunda-feira, 26 de fevereiro, afirmou que o grupo projeta ultrapassar os 24 milhões de euros em receitas em 2024. Ambos os valores excluem os dados do Convent Square Hotel Vignette Collection, que abriu em agosto do ano passado.

Relativamente às restantes três unidades do grupo, Miguel Andrade reporta que a taxa média diária (ADR, na sua sigla em inglês) teve um crescimento de 36% entre 2019 e 2023, com o grupo a prever que este indicador tenha um crescimento menos acentuado em 2024, “na ordem dos 8%”.

Quanto ao indicador de receita por quarto disponível (RevPAR), Miguel Andrade afirma que este aumentou 24% nos últimos três anos no conjunto do Hotel Mundial, Portugal Boutique Hotel e My Suite Lisbon Guest House, prevendo que o RevPAR aumente cerca de 11% para 2024.

Já o lucro operacional bruto (GOP) destes três hotéis representa atualmente 44% dos resultados: “Vínhamos de uma realidade de 33% [em 2019], pelo que crescemos 11 pontos percentuais”, indica Miguel Andrade.

No caso do Convent Square Hotel Vignette Collection, o preço médio entre agosto e dezembro de 2023 situou-se nos 240 euros, sendo o objetivo do grupo que este indicador se “consolide à volta dos 270 euros”, de acordo com o diretor-geral de operações da PHC Hotels. A previsão é a de que o Convent Square Hotel Vignette Collection registe uma taxa de ocupação média de 70% e 11 milhões de euros em receitas no final do ano de 2024, naquele que será o seu primeiro ano completo de atividade.

Grupo aloca 17,8M€ para renovação do Hotel Mundial

Dos grandes projetos do grupo PHC Hotels para os próximos anos, Miguel Andrade destaca a remodelação que vão levar a cabo no Hotel Mundial, na qual têm previsto investir 17,8 milhões de euros.

Segundo Miguel Andrade, estima-se que as obras comecem em maio deste ano nos pisos 0 e 1, até dezembro. Em janeiro de 2025, a intervenção passa para os quartos, sendo que a obra completa deverá estar concluída em 2026.

“Toda a narrativa do design está assente no que foi o design dos anos 60 [do século XX]. A paleta de cores é muito mais natural e fresca. O mobiliário também se inspira no dos anos 60, portanto, voltará a ter o glamour dessa época”, refere Miguel Andrade, que indica que a Broadway Malyan ficará responsável por este projeto de remodelação.

No piso 0 a remodelação visa a área de lobby, receção e bar, com a abertura da entrada original do hotel e uma maior ligação ao bar da unidade.

Já no piso 1 haverá uma maior aposta “nas reuniões, quer corporativas, quer de lazer”, com uma alteração total do layout do piso. As atuais seis salas de reuniões vão dar lugar a oito salas, será criado um fitness center de raiz e o terraço exterior será remodelado para criar uma ligação direta com o restaurante. Está também prevista a criação de um jardim no pátio interior, já existente neste piso.

Por fim, a intervenção nos quartos será feita por pisos e vai transformar as atuais 349 unidades de alojamento em 317 quartos, sendo que 10% passarão a ser suites, nos pisos 8 e 9, e outros 10% quartos comunicantes.

O grupo procura agora uma marca hoteleira à qual possa associar a unidade após este “reposicionamento” do Hotel Mundial, com o objetivo de “manter e elevar os padrões de serviço, conseguir ter uma distribuição global e atrair clientes com maior poder [de compra]”, segundo o diretor-geral de operações da PHC Hotels.

Quando questionado que marca têm em vista, e sobre a possibilidade de se associarem novamente à Intercontinental, à semelhança do que fizeram com o Convent Square Hotel Vignette Collection, Miguel Andrade afirma que “os produtos e o posicionamento são diferentes”, referindo apenas que “será certamente uma marca dentro das quatro grandes marcas globais”.

Leia também: Convent Square Hotel antecipa ocupação acima dos 70% para setembro

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Hilton Vilamoura é o melhor hotel de incentivo de Portugal para os World MICE Awards

Este foi o segundo ano consecutivo em que o prémio de ‘Melhor Hotel de Incentivo de Portugal” foi entregue ao Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa.

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O Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa arrecadou o prémio de ‘Melhor Hotel de Incentivo de Portugal 2023’ nos World MICE Awards, naquele que foi o segundo ano consecutivo em que este galardão foi entregue à unidade algarvia.

Num comunicado enviado à imprensa, a unidade hoteleira indica que os World MICE Awards foram entregues este domingos, 25 de fevereiro, numa cerimónia que decorreu no Qatar e que reuniu os principais players do setor.

“Este prémio reconhece, uma vez mais, a excelência da oferta do Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa para o segmento de MICE, com especial destaque para incentive trips, quer pelas suas infraestruturas e localização, quer pelo serviço personalizado da nossa equipa”, adianta Mário Custódio, diretor-geral do Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa.

Com cerca de 1200m2 e 11 salas de reunião destinadas a todo o tipo de eventos, desde conferências, reuniões corporativas, apresentações, jantares de gala ou casamentos, o Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort & Spa está totalmente equipado para receber eventos nacionais e internacionais.

Recorde-se que os World MICE Awards são considerados o ‘evento irmão’ do World Travel Awards e são entregues anualmente desde 1994 para celebrar a excelência em viagens e turismo, premiando a excelência na indústria MICE.

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Universidade Europeia discute recursos na hotelaria em mesa-redonda na BTL

“Do acolhimento à experiência: a humanização na Hotelaria” é o tema que dá o mote para este debate, cujo início está agendado para as 10h00, no Palco do BPI no Pavilhão 3 da FIL, no segundo dia da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

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A Universidade Europeia vai promover na quinta-feira, 29 de fevereiro, uma mesa-redonda na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa para debater a problemática da falta de recursos na hotelaria e a (des)valorização das profissões do setor.

“Do acolhimento à experiência: a humanização na Hotelaria” é o tema que dá o mote para este debate, cujo início está agendado para as 10h00, no Palco do BPI no Pavilhão 3 da FIL.

Adélia Carvalho, diretora geral do Grup Valverde e Mentora da Academia Valverde; Jaime Sarmento, do Grupo UIP YHotel, Porto; Isabel Moço, professora de Recursos Humanos e coordenadora da Universidade Europeia; Ana Paula Pais, diretora de formação do Turismo de Portugal; e Leonardo Simões, presidente da ADHP Junior, são os intervenientes neste debate, que vai ser moderado por Sofia Almeida, coordenadora da área de Turismo e Hospitalidade da Universidade Europeia.

“A mesa-redonda sobre a humanização da hotelaria irá destacar a importância do acolhimento, a valorização dos recursos humanos a atenção personalizada aos hóspedes enquanto criadoras de experiências memoráveis. O objetivo é discutir estratégias e práticas para promover a qualidade dos serviços e o fortalecimento do relacionamento entre os funcionários e os clientes, assumindo que sem Pessoas, não há serviço”, afirma Sofia Almeida.

Segundo a Universidade Europeia, a BTL é o local “propicio para se abordar a importância da experiência do acolhimento e a valorização dos recursos humanos no setor do turismo”, uma vez que esta “é uma das maiores feiras de turismo em Portugal”, onde todos os anos os participantes têm a oportunidade de conhecer as últimas tendências do mercado turístico.

Esta mesa-redonda decorre no âmbito das comemorações dos 60 anos da área de Turismo & Hospitalidade da Universidade Europeia, e vai decorrer no segundo dia da BTL, a 29 de fevereiro, pelas 10h00 horas, no Palco do BPI no Pavilhão 3 da FIL.

Recorde-se que a BTL decorre entre 28 de fevereiro e 3 de março, na FIL, Parque das Nações, em Lisboa.

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Há uma nova empresa especialista em rent-a-car e hotelaria

Chama-se MAX Revenue Consulting e é a nova empresa especialista nas áreas de rent a car e hotelaria.

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Depois de sete anos na Frontline Performance Group como Consultor e International Business Development, Tiago Gomes Santos acaba de fundar a MAX Revenue Consulting,

empresa especialista nas áreas de rent a car e hotelaria.

A nova empresa tem na sua metodologia cruzada em consultoria, formação e acompanhamento das equipas de front desk um elemento diferenciador para incrementar receita e melhorar a experiência do cliente.

Nos últimos 15 anos, Tiago Gomes Santos, trabalhou com diversas empresas dos setores de turismo e retalho com foco na melhoria de performance das equipas para maximizar resultados.

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