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Hotel Turismo da Guarda já tem novo promotor

Devoluto desde 2012, o Governo assinou esta sexta-feira, no âmbito de REVIVE o contrato de concessão.

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Hotel Turismo da Guarda já tem novo promotor

Devoluto desde 2012, o Governo assinou esta sexta-feira, no âmbito de REVIVE o contrato de concessão.

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Depois desde 2012, o Hotel Turismo da Guarda, que é um dos vários imóveis que integram o Programa REVIVE, já tem novo promotor.
O Governo assinou, esta sexta-feira, dia 4 de Maio, o contrato de concessão com o agrupamento de empresas MRG.
Segundo informação da Secretaria de Estado do Turismo, “a concessão é feita por 50 anos. O investimento total para a recuperação do edificado está estimado em 7 milhões de euros”.
O consórcio compromete-se a construir uma unidade hoteleira neste imóvel que ocupe no mínimo 55% da área bruta de construção. Está prevista uma unidade boutique hotel, de quatro estrelas, ligada ao tema da neve, com 50 quartos e com outras valências como spa (que estará acessível igualmente aos residentes no município) e restaurante. A nova unidade terá também preocupações de sustentabilidade ambiental, como aquecimento de águas através de energia solar ou iluminação LED. Este hotel terá ainda uma vertente de formação.
Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “este é mais um marco importante no desenvolvimento do programa Revive, e que vem resolver uma situação que se arrastava desde 2012. Desta forma, o Revive permite voltar a dar vida a um imóvel tão importante e emblemático para a Guarda”.
No âmbito do programa REVIVE, O Governo vai lançar brevemente os concursos do Forte de Santa Catarina, em Portimão, do Convento de Santa Clara, em Vila do Conde, e da Casa de Marrocos, em Idanha-a-Nova.

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Sonae Capital abre The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel

Com 68 quartos, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é o quarto hotel da Sonae Capital no Porto, localiza-se entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada e afirma-se como um hotel boutique de cinco estrelas.

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A Sonae Capital anunciou esta sexta-feira, 20 de maio, a abertura do The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel, o quarto hotel da holding na cidade do Porto e que resulta de um investimento de 20 milhões de euros, segundo comunicado enviado à imprensa.

O novo The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel integra o Grupo The Editory Collection e apresenta-se como uma unidade boutique de cinco estrelas, com 68 quartos, além de piscina exterior aquecida e duas salas de reuniões.

“O The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel resulta de uma parceria entre a FVC Group (developer) e a SC Hospitality, unidade de negócio de hotelaria da Sonae Capital (operador), inserindo-se numa zona da cidade bastante consolidada, estando mesmo classificado como parte de um conjunto de interesse público – A Avenida dos Aliados, traçada no início do século XIX, e a Rua do Almada, cuja traça remonta ao final do século XVIII”, explica a Sonae Capital no comunicado divulgado.

Por se encontrar localizado entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada, o hotel divide-se entre dois polos, um dos quais  localizado na Avenida dos Aliados, onde se encontra a entrada da unidade hoteleira, enquanto na Rua do Almada se encontra a entrada direta para o bar.

O projeto de arquitectura e design de interiores do The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é assinado pela Ding Dong e, segundo a Sonae Capital, presta uma “homenagem ao passado elegante, revisitado, com um desenho cuidado e sempre feito na dualidade entre um espaço público e um ambiente residencial”.

Com os corredores em tons de verde seco e rosa-claro, cores que se tornam mais fortes nos quartos e suites da unidade, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel oferece oitos categorias de quartos, incluindo cozy, standard, city view, superior city view, Aliados view, superior Aliados view e Suite Aliados.

“Tratando-se de um design hotel, cumpre o compromisso de dotar cada quarto de uma imagem própria, em que as linhas do mobiliário, os adereços utilizados, o acesso às graníticas varandas da Avenida dos Aliados e o equilíbrio de luminosidade se fazem com elegância e sofisticação”, acrescenta o comunicado divulgado.

O novo hotel da Sonae Capital no Porto conta também com o restaurante Editory Boulevard Aliados que, “além de assumir um desafio aos cinco sentidos”, tem ainda “a missão de surpreender e de criar dúvida e curiosidade sobre os alimentos servidos e respetivas conjugações improváveis”.

O restaurante do hotel, cuja carta é assinada pelo Chef André Silva, apresenta um ambiente a fazer lembrar uma mistura entre um cabaret e um clube noturno, e de inspiração circense, onde não faltam “pormenores burlescos que remetem para o registo vintage em constante provocação”.

Com capacidade para 50 pessoas, o restaurante funciona diariamente ao almoço, entre o meio-dia e as 14h30, e ao jantar, entre as 19h00 e a meia-noite, enquanto o bar está aberto durante todo o dia e tem capacidade para cerca de 30 pessoas, apresentando uma carta de cocktails de autor inspirada no tema que o define: o burlesco.

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Armazém Luxury Housing nasce no Porto

O Armazém Luxury Housing é um boutique hotel de luxo, no centro histórico do Porto, que nasce de um abandonado armazém de ferro do século XIX.

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Com arquitetura de Luís Sobral e Carlos Miguel Campos, esta reconstrução privilegiou a harmonia de cores, utilizando o betão, o ferro e a madeira que contrastam com a delicadeza dos tecidos.

A decoração mistura o clássico e o moderno, desde camas feitas de betão, troncos antigos e até com escadas na lateral, ao cofre que pesa toneladas transformado num bar.

Este boutique hotel de luxo oferece nove quartos e três apartamentos.

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Revenue Management vai estar em debate no Algarve

Como tirar partido de estratégias de Revenue Management é a temática que vai estar em debate no próximo dia 30 de maio, no Penina Hotel & Golf Resort, no Algarve.

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A RM HUB, a Climber, Host e OTA Insight são os dinamizadores deste evento, que vai decorrer, pela primeira vez, no Algarve.

Dirigido a profissionais do setor hoteleiro, a organização refere, em comunicado, que o objetivo passa por fornecer dados e ferramentas que possam dinamizar a procura e o aumento de vendas, através de estratégias de Revenue Management e uso de tecnologia.

A participação é gratuita e está limitada a 50 pessoas. As inscrições devem ser feitas online, via website das empresas organizadoras, e sujeitas a confirmação.

 

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Grupo Pestana regressa aos lucros com 23 milhões de euros

Depois de um ano de 2020 negativo, o Pestana Hotel Group (PHG) regressou aos lucros, obtendo um resultado líquido de 23 milhões de euros. Já as receitas passaram para 295 milhões, enquanto o EBITDA ultrapassou os 96 milhões. O mês de abril de 2022 já foi melhor que 2019.

Victor Jorge

Os resultados líquidos referentes ao exercício de 2021 do Pestana Hotel Group (PHG), apresentados esta quarta-feira, dia 18 de maio, voltaram a números positivos, registando lucros de 22,9 milhões de euros, contra os 32,2 milhões de euros negativos alcançados em 2020, mas ainda longe dos 79,4 milhões obtidos no melhor ano de sempre do maior grupo hoteleiro português, em 2019.

No que diz respeito ao volume de vendas, o crescimento foi de 113,7 milhões de euros, passando de 181,7 milhões, em 2020, para 295,4 milhões de euros, em 2021, mas, também aqui, ainda aquém dos 418,8 milhões de euros alcançados no último ano pré-pandémico.

Já no EBITDA, o grupo apresentou, para o exercício de 2021, 22,9 milhões de euros face aos 33,7 milhões de 2020, triplicando, assim, este valor. No exercício de 2019, o EBITDA obtido pelo grupo foi de 161,8 milhões de euros.

Na conferência de imprensa que marcou a apresentação de resultados do grupo Pestana, José Teotónio, CEO do PHG, admitiu que “cada ano de pandemia parecia um século”, fazendo referência ao desempenho variável do exercício. “O ano de 2021, em termos turísticos começou, basicamente, em maio”, admitiu José Teotónio, revelando que “se até maio tivemos muito pouca atividade, tivemos uma abertura no quinto mês do ano, mas que depois voltou a cair, com a situação dos britânicos, para voltar a crescer nos meses de verão. Depois veio a variante Ómicron e, em novembro, tudo voltou tudo a fechar”, salientou o responsável do grupo.

“Comparado com 2020, sem dúvida que 2021 foi melhor, mas ficámos, naturalmente, longe de 2019”, destacando José Teotónio que “2021 ficámos a 45 a 50% de 2019”.

Considerando que os números de 2021 “não são um grande resultado, mas, dadas as circunstâncias, termos regressado aos resultados positivos já é muito bom”, confidenciou José Teotónio.

Destacando que, em fevereiro de 2020 o grupo abriu o 100.º hotel para “fechá-lo 39 dias depois” [unidade de Nova Iorque], José Teotónio revelou que o grupo já tem, atualmente, todas as unidades (re)abertas).

Regressando, no entanto, a 2021, e com o mercado nacional a dar “um forte contributo em termos de reservas”, o grupo teve nos destinos de resort, com destaque para o Porto Santo e o Algarve, os pontas de lança na recuperação, contrapondo o desempenho dos destinos citadinos que “levaram e deverão levar mais tempo a recuperar”, segundo o CEO do grupo.

De resto, o PHG manteve as aberturas previstas para 2021 e 2022, com as nove unidades que estavam em pipeline, admitindo José Teotónio que, “com a pandemia, não tínhamos muito interesse em acelerar estes processos”. Assim, ao longo destes dois anos, foram acrescentados cerca de 1.000 quartos à oferta existente: Pousada de Vila Real de Santo António (Algarve), Pestana Vintage (Lisboa), Pousada do Porto-Flores (Porto), Pestana Fisherman (Maderia), Pestana CR7 Gran Vía (Madrid, Espanha), Pestana CR7 Times Square (Nova Iorque, EUA), Pestana Tânger (Marrocos), todos em 2021, continuando as aberturas em 2022 com o Pestana CR7 Marrakech (Marrocos) e Pestana Douro Riverside (Porto).

“Temos todos os hotéis abertos, o que é um contentamento, mas também um desafio. Agora é colocá-los no mapa”, antevendo com “boas perspetivas” o verão que está a chegar, mas sinalizando a guerra que se está a desenrolar a Leste “e ainda a COVID que parece que acabou, mas ainda aí está”.

Para 2022, José Teotónio acredita que, numa perspetiva Like-for-Like (LfL), ou seja, contabilizando a mesma operação que existia em 2019, “deveremos ficar a 85 a 90%, mas no total, estimamos um 2022 semelhante ou mesmo superior a 2019, o melhor ano de sempre do grupo”.

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Vantagens para clientes da Small Portuguese Hotels na Rede Expressos

A Small Portuguese Hotels junta-se à Rede Expressos para oferecer vantagens aos mais de 250 mil clientes do programa RFlex nas suas reservas num alojamento da cadeia hoteleira.

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Nesta iniciativa com a Rede Expressosa Small Portuguese Hotels, diz e nota de imprensa, que pretende reforçar o seu compromisso de mostrar o melhor que Portugal tem para oferecer, com conteúdos originais, parcerias relevantes e diversas ofertas.

Por cada reserva efetuada num dos hotéis Small Portuguese Hotels, os clientes RFlex recebem diretamente benefícios com esta parceria, para além do desconto adicional de 5% nessa mesma estada, como vantagem da reserva através da plataforma da cadeia hoteleira.

A Small Portuguese Hotels conta, atualmente, com 140 pequenos hotéis independentes, de três a cinco estrelas, de norte a sul do país e ilhas.

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PHC Hotels tem novos colaboradores

A PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection continua a reforçar a sua equipa, tendo recentemente contratado dois novos colaboradores.

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São eles, João Monteiro como novo diretor de Alojamento da cadeia, ficando responsável pela estratégia de alojamento e planeamento da operação das três unidades do grupo – Hotel Mundial, Portugal Boutique Hotel e My Suite Lisbon Guest House – Príncipe Real, e João Fonseca, que fica à frente do departamento de Housekeeping, como governante geral.

João Monteiro tem formação em Gestão de Turismo pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Coimbra, e licenciatura concluída na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Conta com uma vasta experiência em hotelaria, tendo integrado diversas marcas hoteleiras como o Grupo Eurostars ou o Grupo TRIUS, onde desempenhou funções de general manager.

Por sua vez, João Fonseca tem formação em Produção Alimentar em Restauração pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, e mestrado em Marketing Relacional, tendo construído a sua carreira profissional ao colaborar com marcas de referência na hotelaria nacional, como a NAU Hotels, Vila Vita Parc ou Intercontinental.

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AHDP promove conversa entre hoteleiros no projeto ‘Be our Guest’

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a 30 de maio, a partir das 19h00, com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, e de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

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A Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP) vai dar início, a 30 de maio, à iniciativa ‘Be our Guest’, que consiste numa conversa entre hoteleiros sobre temas da atualidade e que, na primeira edição, conta com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, bem como de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

Numa nota publicada no Linkedin, a associação explica que a primeira edição da iniciativa vai debater o tema “Gestores de hotéis como empreendedores e principais geradores de valor para os acionistas”.

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a partir das 19h00, através da plataforma Zoom, e os interessados em assistir à conversa entre os dois hoteleiros devem realizar a inscrição em https://bit.ly/3yBz3uB.

A iniciativa ‘Be our Guest’ vai ter um carácter regular e, segundo a ADHP, vai decorrer sempre na ultima segunda-feira de cada mês, pelas 19h00, via Zoom.

 

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GuestCentric identifica tendências para hotéis em Portugal no verão de 2022

Existem sinais de uma procura exponencial pelos hotéis portugueses, com níveis de crescimento que ultrapassam os números pré-pandemia, mas também o surgimento de clientes mais exigentes, dispostos a pagar mais, desde que em troca de experiências realmente diferenciadoras.

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Estas são algumas das tendências identificadas pela GuestCentric, empresa de tecnologia de reservas hoteleiras, para os hotéis em Portugal no verão de 2022, após ter analisado centenas de unidades.

De acordo com a pesquisa da Guestcentric, os hóspedes portugueses representam a maioria dos clientes que reservam diretamente os hotéis do país, seguidos dos EUA e do Reino Unido. Embora os Online Travel Agents (OTA) tenham intensificado os seus esforços de marketing, prevendo-se uma agressividade comercial maior no verão 2022, ainda há muito potencial de crescimento das reservas diretas e, portanto, de maior rentabilidade.

O preço médio diário (Average Daily Rate – ADR) está a atingir em 2022 níveis recorde, especialmente na Europa. A GuestCentric revela que os preços dos hotéis na Europa estão atualmente 31% acima de 2019, enquanto os preços dos das unidades dos EUA estão 13% acima de 2019.

As reservas de última hora continuam a ser a norma, e os dados da GuestCentric mostram que entre 40% a 50% das reservas ainda são feitas para o mesmo mês. Embora seja incerto se esta tendência se manterá durante o verão, a capacidade de gerir rapidamente a procura é nova para muitos hotéis, pelo que é importante que estes continuem a ser suficientemente ágeis para responder em conformidade.

A empresa sublinha, por ouro lado que as reservas, para estadas em hotéis para a segunda metade de 2022 estão atualmente 20% acima dos níveis de 2019.

Ao nível das viagens domésticas a expectativa é que se mantenham estáveis, atingindo os níveis de 2021 ou excedendo-os até ao segundo semestre deste ano; tendendo as internacionais a ultrapassar significativamente os níveis de 2019.

Os consultores de viagens (outrora agentes de viagens) estão a regressar, devido à complexidade das viagens, às constantes mudanças nas rotas aéreas e nos voos, e também à incerteza do mundo pós-pandemia. Diz a GuestCentric que, para o verão de 2022, a procura por pacotes mais simples e para destinos mais próximos pode ultrapassar largamente a de viagens exóticas de longo curso, especialmente no caso das famílias.

Outra das conclusões da análise é que a viagem responsável continua importante. Os hóspedes estão particularmente sensíveis às iniciativas sustentáveis que envolvem a comunidade local do hotel, especialmente no que se refere à utilização de fornecedores de comidas e bebidas locais.

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Alojamento turístico recupera em março mas só o rendimento médio por quarto ocupado ultrapassou 2019

Os dados do INE esta revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019 foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros, 4,4% acima do período pré-pandemia.

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No passado mês de março, o alojamento turístico nacional contabilizou 1,6 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas, número que indicam subidas de 464,1% e 543,2%, respetivamente face ao ano passado, mas que, em comparação com 2019, continuam 15,3% e 12,7% abaixo de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados divulgados pelo INE esta sexta-feira, 13 de maio, revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019, ainda antes da pandemia da COVID-19, foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros em março, ficando 4,4% acima do registado no período pré-pandemia.

Em março, o mercado nacional foi responsável por 1,3 milhões de dormidas, enquanto o mercado externo realizou 2,7 milhões de dormidas, o que traduz decréscimos de 16,5% nas dormidas de não residentes e, em menor grau, nas de residentes, onde a quebra foi de 3,6%.

Já os proveitos de março chegaram aos 233,9 milhões de euros, incluindo 168,8 milhões de euros relativos aos proveitos por aposento, o que quer dizer que, em comparação com março de 2019, houve uma descida de 5,8% tanto nos proveitos totais como nos relativos a aposento.

Já o rendimento médio por quarto disponível foi de 31,3 euros em março, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 74,3 euros em março, o que no primeiro caso traduz uma descida de 7,4%, enquanto o ADR, como já referido, aumentou 4,4%.

O INE indica que o crescimento das dormidas foi comum a “todas as regiões”, ainda que Lisboa tenha concentrado 30,1% das dormidas, seguindo-se o Algarve (21,8%), o Norte (16,7%) e a RA Madeira (14,2%).

Face a igual mês do ano passado, a situação muda, contudo, de figura, pois “todas a regiões apresentaram diminuição do número de dormidas, mais acentuada no Algarve (-18,8%) e AM Lisboa (-16,2%)”, ainda que a RA Madeira (+50,5%) e RA Açores (+4,0%) tenham apresentado crescimentos, sendo também de realçar o decréscimo no Algarve (-19,5%).

Já o Alentejo registou um aumento de 2,1% nas dormidas dos não residentes, enquanto as restantes regiões apresentaram descidas, com destaque para o Centro (-22,4%) e para a RA Açores (-21,1%), que apresentaram as maiores descidas.

Em março, a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 33,4%, o que traduz um aumento de 23,3 p.p., ainda que, face a março de 2019, a taxa líquida de ocupação-cama tinha sido 38,6%.

No acumulado do primeiro trimestre do ano, as dormidas totais aumentaram 398,5%, com destaque para os não residentes, onde este indicador aumentou 845,6% face ao ano passado, enquanto as dormidas de residentes subiram 176,2%. Face a 2019, o INE identifica, no entanto, uma descida de 18,8% nas dormidas, incluindo uma quebra de 1,6% nos residentes e de 26,4% nos não residentes.

No caso dos proveitos, o desempenho também não foi melhor no primeiro trimestre do ano, uma vez que, segundo o INE, os proveitos registaram crescimentos de 536,4% no
total e 509,2% relativos a aposento face ao ano passado, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se continue a identificar uma descida de 15,7% no proveitos totais e de 14,6% nos proveitos por aposento.

O INE indica ainda que, nos três primeiros meses de 2022, e considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,9 milhões de hóspedes e 9,7 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 356,6% e 346,8%, respetivamente.

 

 

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Hotéis do Super Bock Group têm nova diretora de turismo

As unidades hoteleiras detidas pelo Super Bock Group (Pedras Salgadas Spa & Nature Park e Vidago Palace Hotel) têm nova diretora de turismo.

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Maria José Machado Fernandes David até aqui coordenadora de operações do Pedras Salgadas Spa & Nature Park acumula agora a coordenação do Vidago Palace Hotel.

A profissional, com uma pós-graduação em Direção Hoteleira, pela Escola Superior de Turismo de Lamego, e licenciada em Gestão, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, iniciou o seu percurso em 1998 na Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas, S.A. como assistente de direção das duas unidades hoteleiras.

Em 2011, Maria José David assumiu a função de coordenadora da operação do Pedras Salgadas Spa & Nature Park, tendo tido um papel fulcral no projeto de requalificação deste parque e no seu desenvolvimento.

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