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Conversas à Mesa | Ana Jacinto

Ana Jacinto, secretária-geral da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) foi a convidada do Conversas à Mesa que decorreu no Portugal Boutique City Hotel.

Carina Monteiro
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Conversas à Mesa | Ana Jacinto

Ana Jacinto, secretária-geral da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) foi a convidada do Conversas à Mesa que decorreu no Portugal Boutique City Hotel.

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Ana Jacinto, secretária-geral da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) foi a convidada do Conversas à Mesa que decorreu no Portugal Boutique City Hotel.

Ana Jacinto tem uma simpatia e uma boa disposição contagiantes. Comunicativa, descontraída e sorridente, fala com a facilidade e a naturalidade típica das pessoas realizadas e confiantes.

A actual secretária-geral na AHRESP (Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal) nasceu em Lisboa, mas a família tem raízes em Valdigem, vila do concelho de Lamego. Recorda uma infância feliz, de passear com o pai e dele a levar ao futebol para ver jogar o FC Porto, clube de que é adepta desde pequena. Filha única, Ana Jacinto perdeu a mãe aos 13 anos e o pai, o seu herói, teve a coragem para, nesse Verão, mandá-la estudar para Inglaterra. Uma experiência que viria a transformá-la, ela que era uma menina mimada, e que nesses três meses aprendeu muita coisa.

Foi sempre uma excelente aluna e, embora tenha escolhido entrar no curso de Direito, Ana Jacinto guardou sempre uma paixão: o Turismo. Influência do pai, Antero Jacinto, que toda a vida esteve ligado a este mundo. Barman de profissão, pertenceu aos fundadores do que é actualmente o mundo do bar em Portugal. Foi dirigente do Club Barman de Portugal e depois da Associação Barman de Portugal e também da AHRESP. Inaugurou o restaurante e Bar Bachus, actualmente 100 Maneiras.

Ana Jacinto licenciou-se em Direito, na vertente Jurídico-Económicas na Universidade Autónoma de Lisboa. No primeiro ano, teve pela primeira vez uma nota negativa. Disse para si mesma que a partir dali tinha de começar a aplicar-se e assim foi.

Nunca pretendeu exercer advocacia, recorda até uma história engraçada da primeira vez que foi a tribunal. Levava a toga emprestada pelo namorado, actual marido, e na hora das alegações finais vestiu-a, mas como ficava grande tropeçou e caiu em cima do juiz, que lhe disse em jeito de brincadeira, que nunca ninguém tinha feito tanto para ganhar o processo.

Entretanto, pediu a José Manuel Esteves, director-geral da AHRESP, para fazer um estágio na associação, mas como ainda estava a estudar, não podia fazer o horário completo das 9h às 18h. José Manuel Esteves disse-lhe para voltar quando terminasse os estudos.

Ana Jacinto havia de voltar à AHRESP, mas primeiro trabalhou como jurista na Edideco, Editores para a Defesa do Consumidor. Somente em 2000 voltou a bater à porta da AHRESP. Entrou como jurista no gabinete jurídico da associação, coincidindo a sua entrada com a saída de um colaborador. “Tive o privilégio de ter o José Manuel Esteves a acompanhar-me, porque muito do que aprendi nesta área, devo-lhe a ele. Fui progredindo, e acabei por ficar a trabalhar com ele directamente e tem sido um privilégio. Já lá vão 17 anos”.

AHRESP

O que retira de mais positivo deste caminho percorrido na AHRESP é a oportunidade que esta experiência lhe tem dado de conhecer pessoas. “Poder conjugar a minha formação base com o Turismo e ainda ter o privilégio de conhecer pessoas fantásticas e não estar fechada num gabinete das 9h às 18h, era, de facto, tudo o que desejava. Sendo eu uma insatisfeita por natureza e desejando sempre mais constantemente, estou de facto a fazer aquilo que gosto de fazer”, afirma.

Em termos de dossiers e marcos, “a questão do IVA, obviamente, foi um marco muito importante na associação, foi uma batalha que foi árdua e que acabou por ser uma vitória, e tudo isto acompanhada pela sabedoria do meu director-geral que, de facto, me tem ensinado e acompanhado”.

Reconhece que a AHRESP de agora é diferente daquela que conheceu quando entrou em 2000. “Muito diferente, até pelo tipo de recursos que tínhamos. Não podemos esquecer que a AHRESP surge de fusões de várias outras entidades, quando é assim também surge com recursos humanos que vêm de outras entidades. Portanto, tínhamos poucos quadros novos, poucos quadros com qualificações adequadas às competências que eram precisas. Isso foi tudo um processo que se foi construindo. Hoje é uma equipa mais nova, ainda com pessoas que estão há muitos anos, mas que também são essenciais”.

Dia-a-dia

Ana Jacinto não tem uma rotina diária. À excepção das tarefas familiares. Tem um filho, Bernardo, com 15 anos. ”Não é verdade que quando os filhos ficam mais velhos, já não precisam tanto de nós, eles precisam sempre de nós. O meu filho é de uma exigência tremenda, porque tem um perfil muito invulgar, é muito comunicador e extrovertido. Começa logo às 7h da manhã cheio de energia”, conta. No trabalho não existe rotina. “Na AHRESP acabo por fazer a coordenação dos serviços todos, temos 11 delegações e estamos a abrir Balcões Únicos nas Câmaras Municipais, que também são coordenados por nós. Não tenho propriamente uma rotina. Uma das maiores fragilidades é que acabo por não consigo fazer um planeamento e estar a tratar da estratégia, o que é que vamos fazer daqui a um ano, cinco anos, porque estou completamente assoberbada com os assuntos que caem diariamente na AHRESP.” Vai a quase todas as reuniões, e participa em quase todos os dossiers, e por isso “não há propriamente uma rotina”.

No futuro, quer continuar a fazer o que faz agora: a coordenação de todos os serviços da AHRESP e a ter função de secretária-geral. “Como se sabe, o último mandato que o nosso presidente irá fazer é este. Portanto, perspetivam-se novas pessoas e o meu director-geral também prepara-se para acompanhar a saída do actual presidente, sendo que espero que não saía de cena (espero já o ter convencido disso). Tenho-me preparado para continuar a desempenhar estas funções e as funções que ele também desempenhava. Tenho essa ambição e julgo que estou preparada”, revela.

No desempenho das funções, Ana Jacinto valoriza a “lealdade e o respeito”, “mesmo que as qualificações não sejam aquelas que eu esperava, se houver lealdade e respeito, tudo se ultrapassa”. “Esses são valores que o José Manuel Esteves me incutiu desde sempre”. Depois, acrescenta, “as pessoas têm que se ir valorizando ao longo dos tempos e as equipas têm de estar conscientes que os desafios de amanhã são mais desafiantes do que hoje. Equipa que não quer acompanhar este ritmo não pode contar comigo. Sou muito exigente a esse nível, preciso de gente que me diga o que devo fazer, não preciso de gente que esteja ali para que eu lhes diga o que devem fazer”.

Confessa que às vezes é “um bocadinho coração mole”, e tem dificuldade em assumir uma postura mais autoritária. “Gosto muito mais de rir, do que estar maldisposta. Acho que dificilmente as pessoas me vêem maldisposta”.

Tem muito pouco tempo livre, até porque muitas vezes leva trabalho para casa. Adora correr, sempre que pode corre de manhã, duas vezes por semana, muito cedo. Adora viajar e sempre que pode viaja com a família. Não dispensa a praia. Apesar de viver em Lisboa, tem casa na Ericeira, mesmo em frente ao mar. Sempre que pode, aos fins-de-semana, refugia-se lá. “É obrigatório para repor as baterias”.

Admite que mudou um bocadinho nos últimos anos, tem mais cuidado com a alimentação, procura ter mais horas para as refeições e fazer mais exercício físico. “Sinto-me muito melhor, estas alterações acompanhadas de uma boa dose de riso e de boa disposição, é aquilo que procuro fazer para enfrentar as dificuldades”. Procura ter sempre uma energia positiva. Mesmo nas duras reuniões de negociação colectiva. Não trata os temas com ligeireza, acha é que os temas sérios também podem ser tratados com um lado menos formal e pesado e isso até descontrai as pessoas, diz. “Leva as pessoas a ficarem muito mais disponíveis para chegarmos a consensos”. É arbitra do Conselho Económico e Social. “Aquilo também era tudo muito formal. Eles já se riem quando sou eu uma das nomeadas. Acho que somos muito cinzentos, muito formais, temos de desconstruir isso, porque ganhamos muito mais”.  ­

Portugal Boutique City Hotel
O Portugal Boutique Hotel, localizado na Baixa de Lisboa, é o ponto de partida ideal para explorar o coração histórico desta cidade única, situado que está entre o Rossio – a apenas 200 metros – e a encosta do Castelo de São Jorge. No interior deste Boutique Hotel de Lisboa, a apenas 600 metros do bairro trendy do Chiado, o conforto de um hotel 4 estrelas une-se à tradição dos materiais portugueses num ambiente sofisticado e acolhedor. Os 53 quartos estão decorados com uma selecção cuidada de verdadeiros azulejos portugueses e alguns têm vista para a histórica Rua João das Regras.

Sobre o autorCarina Monteiro

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Literario
Emprego e Formação

Instituto Politécnico do Porto cria pós-graduação em Turismo Literário

A pós-graduação da Escola Superior de Hotelaria e Turismo começa a 17 de outubro.

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Instituto Politécnico do Porto (ESHT – P.Porto) abre as portas ao ano letivo 2022/2023 com uma nova pós-graduação em Turismo Literário.

O objetivo passa por “desenvolver competências na área do Turismo Literário, privilegiando uma perspetiva ao nível do desenvolvimento e implementação de roteiros literários como produto de dinamização dos destinos turísticos”, como se pode ler na brochura deste novo curso.

Dirigida a quem já exerce a atividade profissional em Turismo Literário, mas também a quem pretende iniciar o percurso nesta área, a pós-graduação começa a 17 de outubro de 2022, em regime pós-laboral e formato B-learning.

A segunda fase de inscrições para as 25 vagas disponíveis decorre de 16 de agosto a 2 de setembro, existindo ainda a possibilidade de uma terceira fase de inscrições, de 28 de setembro a 9 de outubro.

Algumas das unidades curriculares desta pós-graduação incluem temáticas como a “Conceção de Eventos Literários”, “Implementação de Produtos Turísticos em Turismo Literário” e “Desenho de Roteiros Literários”. O plano de estudos contempla dois semestres e 60 ECTS, num conjunto de dez disciplinas.

A professora-adjunta convidada da ESHT Ana Ferreira assume a coordenação da nova pós-graduação. Doutorada em Turismo pela Universidade de Vigo, a profissional tem desenvolvido trabalho de investigação focado na área de turismo literário e de eventos, elaborando roteiros com base na vida e obra de Camilo Castelo Branco, adaptados à cidade do Porto.

Em entrevista à Publituris Hotelaria em maio deste ano, Ana Ferreira ressalvou como o turismo literário “pode combater de forma determinante a sazonalidade associada a outros tipos de turismo”, já que este turista “não se desloca apenas numa época do ano”.

A pós-graduação em Turismo Literário tem um valor de 1.750 euros, sendo que o pagamento pode ser realizado numa única prestação, no ato da matrícula, ou em dez vezes.

Os interessados devem candidatar-se através do link de acesso e ingresso do IPP, sendo condição necessária de acesso uma das seguintes valências: título do grau de licenciatura ou equivalente legal; título de um grau superior estrangeiro, conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos organizado de acordo com os princípios do processo de Bolonha por um Estado aderente a esse processo; título de um grau académico superior estrangeiro que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo Conselho Técnico-Científico da ESHT ou a detenção de um currículo académico, científico e/ou profissional que seja reconhecido pelo Conselho Técnico-Científico da ESHT, como atestando capacidade para a realização com êxito deste curso.

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The Vintage Hotel & Spa Lisboa entra no portfólio da Small Luxury Hotels of the World

A marca é constituída por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo, com uma média de 50 quartos por unidade.

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O The Vintage Hotel & Spa Lisboa, unidade de cinco estrelas gerida pela Bomporto Hotels, passa a constar no portfólio da Small Luxury Hotels of the World (SLH), uma marca de luxo que reúne unidades hoteleiras com características únicas e de carácter independente. A primeira unidade do grupo Bomporto a integrar a marca foi o The Lumiares Hotel & Spa Lisboa, em novembro de 2019.

O Small Luxury Hotels of the World (SLH) é constituído por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo. Com uma média de 50 quartos por unidade, as propriedades SLH “têm características únicas, com os mais altos padrões de luxo e bem-estar”, como indicado em comunicado.

“A integração da nossa segunda unidade hoteleira na SLH vem reforçar a estratégia de desenvolvimento de negócio e a notoriedade no segmento de luxo. É um selo de qualidade e uma afiliação de renome e prestígio que contribui para a promoção das nossas unidades a nível internacional. ” afirma Nick Roucos, diretor-geral da Bomporto Hotels.

Localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, o The Vintage Hotel & Spa Lisboa, boutique hotel de cinco estrelas, é composto por 56 quartos com uma decoração assente no design vintage e traços contemporâneos.  Combinando peças únicas de mobiliário vintage, produzidas especialmente para o hotel, e algumas reproduções feitas à medida, a estética do espaço reflete uma decoração contemporânea e simultaneamente apresenta o melhor do design dos anos 50, 60 e 70.

A unidade oferece diferentes atmosferas em cada um dos espaços que o compõem, tanto no rooftop bar, com um jardim vertical e vista para a capital, como nas diferentes áreas lounge, salas de estar e no spa.

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Eurostars Santa Luzia 4* integra portefólio da Eurostars Hotel Company

O hotel localizado em Guimarães funciona em regime de aluguer e conta com 99 quartos, bem como uma área de bem-estar com spa e piscina.

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A Eurostars Hotel Company integrou um novo hotel no portefólio, o Eurostars Santa Luzia 4*, em Guimarães.

O antigo Santa Luzia Art Hotel, que agora pertence à carteira da Eurostars Hotel Company, funciona em regime de aluguer e contabiliza 99 quartos, totalmente equipados e decorados “em tons quentes”, como indicado em comunicado.

As instalações, que prometem “satisfazer as necessidades dos mais diversos tipos de turistas”, incluem uma cafetaria, um restaurante de cozinha portuguesa e internacional, ginásio e uma área de bem-estar, com spa, sauna, banhos turcos, piscina e zona de massagens e tratamentos. Inclui ainda uma piscina exterior no telhado, localizada no terceiro andar, bem como quatro salas de diferentes capacidades para a realização de eventos.

“Temos orgulho em continuar a avançar na expansão internacional da Eurostars Hotel Company e, ao mesmo tempo, consolidar a nossa posição num mercado como o português, tão estratégico para nós e com grandes expectativas de crescimento”, afirma o presidente do Grupo Hotusa, Amancio López Seijas.

Com a integração desta unidade, a cadeia hoteleira do Grupo Hotusa passa a gerir 23 estabelecimentos e mais de 1800 quartos em Portugal.

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José Arnaut é o novo diretor de F&B do Real Hotels Group

O profissional conta com 19 anos de experiência profissional na indústria hoteleira de luxo, tanto em Portugal como em Espanha.

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O Real Hotels Group anunciou em comunicado de imprensa a contratação de um novo diretor de F&B do grupo, José Arnaut.

Com 19 anos de experiência profissional na indústria da hoteleira de luxo, o profissional fez parte de unidades como o Tivoli Liberdade Lisboa, o EPIC SANA Lisboa, o Sheraton Lisboa Hotel & Spa e o Palácio Estoril Hotel & Golf. Em Espanha, também deu cartas no Le Meridien Barcelona, no Alfonso XIII Luxury Collection Hotel e no Gran Meliá Palácio de Isora, entre outros.

Começou a formação em Business Management na Universidade Lusíada, tendo posteriormente feito a licenciatura em Gestão Turística e Hoteleira na Universidade Internacional, apostando em várias formações em cozinha e gestão de comidas e bebidas.

Conquistou um certificado de Foodservice Management da Cornell University e, na mesma instituição, realizou o General Manager Program. Em 2021 adquiriu o grau de Executive Master’s em Gestão Hoteleira Internacional, na Les Roches Marbella.

“O novo desafio no Real Hotels Group constitui mais um passo na minha carreira, na medida em que será a primeira vez que vou trabalhar para 16 hotéis em simultâneo. Quero trazer a estas unidades a minha experiência em hotelaria de luxo e elevar a fasquia do serviço, ultrapassando os desafios que a pandemia nos trouxe”, afirma o profissional em comunicado.

O Real Hotels Group resulta da fusão, em 2020, de dois grupos hoteleiros nacionais, os detentores da marca REAL e a NEWPALM, operadora Holiday Inn Express da IHG – o que se traduz em 16 hotéis, num conjunto de 2.100 quartos distribuídos por Lisboa, Porto e Algarve.

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PortoBay Rio de Janeiro é alvo de remodelação no valor de 2M€

A fachada do edifício fez parte de um dos elementos remodelados.

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O hotel de quatro estrelas PortoBay Rio de Janeiro foi alvo de várias remodelações, num investimento de 2M€.

Estas decorreram no âmbito de um conjunto de remodelações levadas a cabo nos hotéis do grupo, de acordo com informação adiantada em comunicado.

A unidade aproveitou o último ano para proceder às obras que alteraram o exterior do PortoBay Rio de Janeiro para “uma imagem sofisticada em tons claros, integrado na paisagem cultural urbana da orla de Copacabana”.

Questões como a sustentabilidade e a eficiência energética tiveram peso no planeamento da intervenção, segundo o grupo, que explica que “todo o material retirado foi entregue para reciclagem ou reutilização”, por forma a reduzir o impacto ambiental da obra.

Para otimizar o rendimento energético da nova fachada, foram utilizados elementos maioritariamente feitos em vidro, alumínio e alumínio compósito (ACM).

“A escolha do tipo de vidro foi adequada às condições climatéricas da zona, permitindo limitar a troca térmica entre o interior e o exterior e, dessa forma, reduzir a necessidade de uso do sistema de ar condicionado do hotel e o impacto no consumo energético e na pegada de carbono inerente”, explica Cláudio Santos, CEO do PortoBay no Brasil.

O projeto de remodelação do PortoBay Rio de Janeiro contemplou ainda uma obra de manutenção profunda na zona da cobertura, onde está a situada a piscina. Acresce a reestruturação da rede elétrica do prédio, bem como a readequação do sistema de ar condicionado nas zonas públicas.

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“Be Our Guest” debate “hospitalidade em ambientes complexos” a 25 de julho

A terceira sessão decorre a 25 de julho, às 19h00, com a presença de Nuno Neves, General Manager do Intercontinental Luanda.

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A terceira sessão da “Be Our Guest”, uma iniciativa de conversas promovida pela ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, vai discutir “a hospitalidade em ambientes complexos” a 25 de julho, às 19h00.

Desta vez, a sessão conta com a presença de Nuno Neves, General Manager do Intercontinental Luanda, numa conversa moderada por Raúl Ribeiro Ferreira, vice-presidente da ADHP.

À semelhança das conversas anteriores, a sessão terá lugar em ambiente digital, via Zoom, sendo necessária inscrição através de um formulário. Em comunicado de imprensa, a associação alerta que as inscrições são limitadas.

Com formação em Gestão Hoteleira pela Alpina School of Hotel Management, na Suíça, e pela Cornell School of Hotel Administration, nos Estados Unidos, Nuno Neves é General Manager do InterContinental Luanda. No currículo, conta ainda com passagens pela direção de F&B do Meliá Milano, de unidades do Radisson em Roma e Bordéus, e do Hilton Vilamoura.

Antes de assumir a direção do InterContinental na capital angolana, foi General Manager do Océana Palace Hotel (Hammamet, Tunísia), do Radisson Blu Mammy Yoko Hotel (Freetown, Serra Leoa), do Radisson Blu Hydra Hotel (Argel, Algéria) e dos Park Inn by Radisson em Mascate e Duqm (Omã).

Raúl Ribeiro Ferreira é diretor da Estalagem Muchaxo Hotel desde 2003. Assumiu durante nove anos a presidência da ADHP, tendo sido eleito recentemente para um novo mandato como vice-presidente.

É professor na Universidade Lusófona, na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria e na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, responsável por unidades curriculares relacionadas com a gestão hoteleira e a gestão de restauração.

Tem formação em Gestão Hoteleira pelo Instituto Superior Politécnico Internacional e pela Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, para além de um doutoramento em Gestão de Turismo pela Universidade de Lisboa.

A iniciativa “Be Our Guest” promove conversas informais com diretores de hotéis de referência sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor do turismo, decorrendo sempre nas últimas segundas-feiras de cada mês, às 19h00.

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Tarrafal Alfândega Suites é a nova unidade hoteleira da Oásis Atlântico em Cabo Verde

A inauguração terá lugar na próxima sexta-feira, 1 de julho, no novo empreendimento.

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O grupo Oásis Atlântico vai inaugurar esta sexta-feira, 1 de julho, um novo empreendimento, o Tarrafal Alfândega Suites.

Localizado na Baía do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, o edifício da antiga alfândega foi agora transformado numa unidade de 20 apartamentos, “todos com vista para o mar”, como indicado pelo grupo em comunicado.

O projeto turístico pretende “valorizar o património cultural, local e nacional, estimulando a economia da região”. Por essa razão, os detalhes arquitetónicos da traça original do edifício histórico foram preservados.

Para além dos apartamentos, o Tarrafal Alfândega Suites dispõe de um espaço de restauração, o “Restaurante Malagueta”, com terraço com vista para o mar e uma ementa que promete “refeições ligeiras e saudáveis”.

O cocktail de inauguração deste empreendimento contará com a presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, bem como de diversas entidades institucionais.

O grupo Oásis Atlântico tem um portefólio de oito hotéis, nomeadamente: Hotel Belorizonte e Hotel Salinas Sea (Ilha do Sal, Cabo Verde); Hotel Praiamar (Santiago, Cabo Verde); Hotel Porto Grande (S.Vicente, Cabo Verde); Hotel Fortaleza e Hotel Imperial, no Brasil, e os hotéis Hotel Saidia Palace & Hotel Blue Pearl, em Marrocos.

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HiJiffy lança sistema operativo “Aplysia OS” para facilitar interações entre hóspedes e hotéis

A tecnologia utiliza inteligência artificial para acompanhar todas as fases da jornada do hóspede no hotel, desde a pré reserva até ao pós-estadia. O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

Carla_Nunes

A HiJiffy acaba de lançar um novo sistema operativo de comunicação com hóspedes, o Aplysia OS.

Esta tecnologia utiliza Inteligência Artificial (IA) para criar interações entre os hotéis e os clientes em todas as fases da jornada do hóspede, desde a pré reserva até ao pós-estadia, de acordo com informação enviada em comunicado pela empresa.

Desta forma, a Aplysia permite conectar os hóspedes e hotéis “24 horas por dia, sete dias por semana”, sem a necessidade de interação humana”.

O objetivo passa por facilitar ações como “o processo de reserva, o check-in antecipado ou a reserva de uma mesa no restaurante”, de acordo com a HiJiffy.

A empresa explica que este sistema foi treinado nos últimos seis anos “com milhões de questões exclusivamente relacionadas com a indústria hoteleira”, pelo que possui recursos de autoaprendizagem para analisar dados em bruto e não etiquetados e classificá-los por si só.

Isto permite que a IA “aprenda de forma quase autónoma, tornando o processo de aprendizagem mais rápido face às soluções treinadas manualmente por humanos”.

Para além disso, a Aplysia consegue “entender as emoções por detrás das conversas”, através da análise semântica e de sintaxe.

O sistema consegue reconhecer se a conversa é negativa, neutra ou positiva, reagindo de acordo com esta análise – ou seja, dá prioridade e encaminha automaticamente as mensagens para o departamento certo.

Por exemplo, se a conversa for classificada pelo sistema como positiva, “o hóspede poderá seguir um fluxo de atendimento normal, eventualmente até sem qualquer interação com um agente humano”, tal como explica Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, à Publituris Hotelaria.

Se, por outro lado, o tom da conversa for negativo, o “hóspede poderá ser imediatamente redirecionado para a equipa do front-office, por exemplo, ou então diretamente para o diretor do hotel”.

A Aplysia OS é baseada na cloud e possui uma consola acessível através de desktop, browser e aplicações para Android e iOS.

Esta solução funciona apenas para os produtos da HiJiffy e não poderá ser comprada para ser usada para outros fins, tal como indica a empresa.

De momento, a tecnologia já está disponível “para todos os clientes da HiJiffy com muitos recursos já totalmente funcionais”, como adianta a empresa.

Funcionalidades em beta testing, que de momento só estão disponíveis para um número restrito de hotéis, serão alargadas a todos os clientes “em breve”.

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Sleep & Nature Hotel dinamiza terapias do sono em Montemor-o-Novo

A unidade abre em regime soft opening esta quinta-feira, 30 de junho.

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Esta quinta-feira, 30 de junho, o Sleep & Nature Hotel, em Montemor-o-Novo, abre em regime de soft opening, prometendo aos hóspedes “um sono repousante”, tal como indicado em comunicado.

A unidade de quatro estrelas gerida pela Amazing Evolution localiza-se no Monte do Vagar, freguesia de Lavre, e pretende oferecer “mais do que um sítio para descansar” rodeado pela natureza.

Isto porque o conceito do hotel passa por aproveitar o ambiente envolvente, numa zona calma, para influenciar o bem-estar dos hóspedes, incentivando o contacto com a natureza como forma de melhorar as práticas de sono, através de terapias não-médicas.

Teresa Paiva, especialista em neurologia, é a responsável pelo conceito e desenvolvimento deste projeto. Chama a atenção para o facto de o sono ser “um dos cinco pilares da saúde”, influenciando o risco de “cancro, doenças autoimunes, depressão, demência e doenças cardiovasculares”.

Com uma oferta direcionada para as perturbações relacionadas com o sono e stress, a unidade disponibiliza um ginásio, piscinas interior e exterior, spa, biblioteca e restaurante.

O hotel rural contará com 32 unidades de alojamento, incluindo 8 quartos duplos, 12 quartos duplos com pátio, 7 suites e 5 suites familiares com terraço. Existem também quartos para pessoas com mobilidade condicionada.

A sua localização no Monte Vagar dá o nome ao restaurante desta unidade, com opções que pretendem “revigorar o corpo”, tendo em conta “os sabores da região”.

Da carta fazem parte opções como Polvo à lagareiro com batata a murro e espinafres salteados; Sopa de Cação; Borrego confecionado a baixa temperatura, com texturas de ervilha e hortelã Lombinhos de porco preto grelhados com migas de espargos, enchidos e ameijoas salteadas.

Os alojamentos estão disponíveis a partir de 108 euros e as reservas podem ser realizadas através do website da Sleep and Nature  ou do email [email protected].

A responsável pelo projeto, Teresa Paiva, formou-se em medicina em 1969 e especializou-se em neurologia.

É pioneira na investigação e tratamento de problemas relacionados com o sono, sendo considerada a maior especialista de medicina do sono em Portugal.

O seu trabalho clínico na medicina do sono começou em 1983 no Hospital de Santa Maria e, após uma longa experiência, começou em 1998 o Centro de Medicina e Sono (CENC).

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RIU inaugura segundo hotel em Zanzibar

O hotel RIU Jambo tem 461 quartos e encontra-se no terreno adjacente ao hotel RIU Palace Zanzibar.

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A cadeia RIU apostou numa segunda unidade hoteleira em Zanzibar, com a inauguração do hotel RIU Jambo.

O novo hotel de quatro estrelas tem um edifício principal de seis andares e um total de 461 quartos, onde disponibiliza o serviço “Tudo Incluído 24h”, característico do grupo.

Localizada na zona norte de Unguja, a ilha principal de Zanzibar, e junto à praia de Nungwi, a unidade encontra-se no terreno adjacente do hotel RIU Palace Zanzibar, remodelado em 2019.

O novo estabelecimento encontra-se nas antigas instalações do hotel La Gema dell’Est, adquirido pela RIU em 2019. Alguns dos elementos originais foram mantidos, como foi o caso da palafita em frente à unidade.

O edifício principal do RIU Jambo alberga a receção e a maior parte dos quartos, cuja fachada bebe inspiração “na cultura africana”, através de “máscaras que adornam as torres” da unidade.

Do total de quartos, 93 encontram-se no rés-do-chão de forma escalonada, de frente para o mar, para não ocultar a vista para a paisagem.

Para a decoração dos quartos apostou-se nos tons de terra, dando protagonismo às aplicações em madeira.

De acordo com informação enviada em comunicado, “os fatores de sustentabilidade e eficiência energética também estão presentes neste edifício”, dada a utilização de “materiais naturais” no mobiliário, decoração, pavimentos e revestimentos.

A unidade refere ainda que “o hall de entrada é um espaço completamente aberto, com ventilação natural cruzada e profusão de luz natural através dos vários vãos presentes”.

No que diz respeito à restauração, a unidade oferece dois restaurantes temáticos na zona de palafita: o Italiano “il Panzotto” e o “Kulinarium”, bem como o bar “Bahari”.

Para além destes, os clientes podem ainda desfrutar no edifício principal do restaurante asiático “Yunnan” e do “Maisha”, com esplanada e cozinha internacional.

A oferta de F&B estende-se ao bar com esplanada “Bongo Flava”, ao bar-piscina “Hakuna Matata” e ao snack-bar na praia “Rafiki”.

Na zona exterior, os clientes do hotel têm à disposição cinco piscinas, uma das quais para crianças.

Já na parte do entretenimento, a unidade disponibiliza o clube infantil RiuLand, com uma zona de RiuArt e com uma área de RiuFit. Além disso, os hóspedes podem descontrair na zona de spa junto ao ginásio, bem como praticar desportos aquáticos com a Scuba Caribe.

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