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“Temos portugueses por todos os destinos que vendemos”

Depois de um 2017 positivo e com as vendas de 2018 já fechadas, Francisco Teixeira, director-geral da Melair, que representa a Royal Caribbean, a Celebrity Cruises, a Azamara Club Cruises e a Pullmantur em Portugal, mostra-se confiante quanto ao crescimento do mercado nacional, que está a voltar aos níveis anteriores à crise.

Inês de Matos
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“Temos portugueses por todos os destinos que vendemos”

Depois de um 2017 positivo e com as vendas de 2018 já fechadas, Francisco Teixeira, director-geral da Melair, que representa a Royal Caribbean, a Celebrity Cruises, a Azamara Club Cruises e a Pullmantur em Portugal, mostra-se confiante quanto ao crescimento do mercado nacional, que está a voltar aos níveis anteriores à crise.

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Depois de um 2017 positivo e com as vendas de 2018 já fechadas, Francisco Teixeira, director-geral da Melair, que representa a Royal Caribbean, a Celebrity Cruises, a Azamara Club Cruises e a Pullmantur em Portugal, mostra-se confiante quanto ao crescimento do mercado nacional, que está a voltar aos níveis anteriores à crise. Numa conversa com o Publituris, o responsável diz que o futuro vai trazer um aumento da oferta, com boas possibilidades de incluir Lisboa, que passou a dispor de condições para se afirmar no Turismo de cruzeiros.


2017 foi um ano de crescimentos no Turismo e os cruzeiros não foram excepção. No caso da Melair, como correu 2017, nas várias companhias de cruzeiros representadas?
Em todas as companhias conseguimos ter um ano melhor do que o anterior. A Royal Caribbean, na Europa, mantém a mesma oferta nos últimos anos e, por isso, o nosso crescimento é tímido. Não conseguimos ter crescimentos muito elevados na Royal, apesar de vendermos muito bem as Caraíbas, enquanto não houver um crescimento da oferta. Com a Celebrity, vendemos muito bem a Ásia, a Austrália e a América do Sul. Mas é na Europa que está, naturalmente, o grande destino. No caso da Pullmantur, foi um ano bastante interessante. Foi o primeiro ano em que representámos a Pullmantur, mas numa modalidade diferente, pois é uma representação só comercial. Mas a Melair tem uma estrutura e, portanto, acabamos por emprestar a essa representação a nossa estrutura, que tem a parte operacional, o marketing e as vendas. A Melair consegue providenciar um serviço bastante mais alargado e com uma presença da companhia bastante mais forte no mercado. Mas 2017 foi um ano que nos permitiu também fazer uma leitura do mercado noutra vertente e também muscular um pouco o departamento comercial e, principalmente, olear alguns processos operacionais que, pelo baixo número de passageiros que tinham, não estavam suficientemente oleados. E, aí sim, houve um crescimento considerável. Portanto, em termos de Melair, temos duas realidades diferentes, uma que tem a ver com a Royal Caribbean e a Celebrity Cruises, que têm uma presença na Europa muito igual àquela que têm tido nos últimos anos e, por isso, o crescimento não poderá ser tão expressivo. E, depois, temos a Pullmantur, que é um contexto completamente diferente. A vantagem de estarmos a trabalhar quatro marcas é que isso nos dá uma leitura muito mais alargada do mercado.

Foi um ano de crescimento para a Melair, isso quer dizer que o mercado português de cruzeiristas está a crescer?
Penso que o mercado português acompanhará aquilo que possa vir a ser o crescimento dos cruzeiristas na Europa. Nos últimos anos, temos assistido a um crescimento muito forte da Alemanha e, na minha opinião, é este mercado que dá o sustento do crescimento do mercado europeu, o que é natural e normal, principalmente no período de crise. Mas, hoje em dia, temos uma economia melhorada na Europa e é natural que com o crescimento da oferta dos novos navios, que esse crescimento possa vir a acontecer na Europa. Passamos todos a ter mais produto e mais acessível, e será com naturalidade que o mercado português crescerá. Estamos numa fase em que o mercado português terá atingido uma dimensão idêntica à que tinha antes da crise. Voltámos ao ponto zero e agora o mercado necessita de crescer fortemente, em termos percentuais, para que possa chegar a um determinado período e consiga andar por ele próprio. Estamos com 50 mil portugueses a fazer cruzeiros, mas muitos são já cruzeiristas e precisamos de ir para uma fase de 70 mil cruzeiristas, em que muitos são primeiro cruzeiro. Aí, acredito que o mercado vai conseguir dinâmicas próprias e que os produtos com partida de Lisboa também vão aparecer.

E como está o comportamento dos cruzeiristas portugueses, tem vindo a mudar ou ainda começam por cruzeiros mais próximos e mais acessíveis?
Continuamos a olhar para o mercado na perspectiva de manter os clientes connosco a viajar o máximo de tempo possível e isso leva a que não se provoque um crescimento do mercado. A nossa leitura é de que existe um mercado de férias em geral e nós olhamos para o nosso portefólio de companhias e tentamos apresentá-las de acordo com o que o cliente procura. Por exemplo, sabemos que a Azamara Club Cruises é uma companhia muito própria e, portanto, não a apresentamos com a mesma dinâmica que apresentamos as outras. No caso da Pullmantur, acreditamos que é um produto muito similar àquilo que é o produto de férias do turista tradicional português e, de alguma forma, tentamos aproximar-nos desse público, que é mais complexo e com um timing de reserva diferente do cruzeirista tradicional. Portanto, a nossa leitura de mercado é perceber um pouco estas dinâmicas, onde nos é possível tocar e desenvolvê-las. A Pullmantur tem um target muito largo, que é todo o público que faz férias em resort e, por isso, a nossa leitura não é levar esse cliente a fazer primeiro a Pullmantur, depois a Royal ou a Celebrity, porque as coisas não funcionam assim.

Falando na distribuição, a ideia de que os cruzeiros são um produto difícil de vender ainda continua a existir, mesmo com a aposta na formação que as companhias têm vindo a fazer e da maior informação que os passageiros já têm?
É um mix brutal, ou seja, hoje vivemos num mundo em que o acesso à informação é dinâmico e imediato. O acesso à informação traz vantagens, mas quando falamos na distribuição/agente de viagens, falamos na tentativa de uma especialização. O que acontece é que o País não tem escala para que existam agências de viagens a fazerem apostas mais arrojadas. É uma realidade que existem três ou quatro companhias grandes de cruzeiros, ao nível do volume de negócio, e levar um agente de viagens a lidar com três ou quatro programas informáticos exigiria que se estivesse num outro nível e outro tipo de especialização.

E ao nível dos cruzeiristas, já se nota que o cliente está mais informado, nomeadamente sobre os timings de reserva, que são muito específicos nos cruzeiros?
Os cruzeiros não têm timings específicos, o que acontece é que, se as pessoas quiserem a melhor opção, seja em termos de disponibilidade ou de preço, a antecipação ajuda. Já temos reservas até 2020, bem acentuadas já para 2019. O comportamento do mercado é correcto na reserva antecipada e isso faz com que o ciclo de venda seja diferente do tradicional. Por isso é que ao longo dos últimos anos se tem vindo a sensibilizar o mercado para a necessidade de haver uma decisão mais antecipada. O mercado está dividido por campanhas de cruzeiros, existe uma no quarto trimestre e outra no primeiro trimestre. Estes são os dois grandes momentos em que o cruzeirista é estimulado para reservar as suas férias e o grande desafio que temos é trabalhar fora das campanhas e entusiasmar as agências para continuarem activas na divulgação de cruzeiros ao longo dos outros meses do ano. Se conseguirmos ser bem-sucedidos, creio que vamos para uma dinâmica superior entre agente de viagens/cliente e passaremos a ver os cruzeiros a serem propostos em maior número.

Destinos

Há pouco falou nos cruzeiros em destinos longínquos, como a Ásia ou a Austrália, como está a procura dos portugueses por estes destinos?
Temos vindo a assistir à abertura do globo, a Ásia e a Austrália foram os últimos destinos e há um crescimento do produto, pelo facto de estes mercados se estarem a abrir. Mas estamos numa fase inicial, ainda estamos na fase de povoar. Na China, o posicionamento da Royal e da Celebrity é distinto. A Royal está há cerca de 10 anos na China, temos três a quatro navios dedicados ao mercado chinês ao longo do ano. Os navios estão adequados ao mercado chinês e a duração dos cruzeiros também, maioritariamente com partidas de Xangai e Tianjin, que fica ao pé de Pequim. É um produto que não aconselhamos ao mercado português porque está, culturalmente, direccionado para o mercado chinês. Já o posicionamento da Celebrity Cruises é diferente, é um posicionamento de Outono/Inverno, que vende no mercado mundial estes itinerários, normalmente, com cruzeiros de 12 a 14 noites. O interessante é que a diversificação de destinos permite ao cliente visitar vários países, viajando com o seu hotel e sem a perda de tempo de ir de aeroporto em aeroporto, mudar de hotel e desfazer malas. São cruzeiros em pensão completa e com preços/dia bastante competitivos, se avaliarmos o que é o custo entre cidades e da hotelaria nesses destinos. Portanto, este é um produto que é muito atractivo para o mercado português, tanto na vertente de individuais, como de grupos, mas é no período de Inverno e, portanto, temos um número de potenciais clientes limitado, porque não há tanta gente a fazer férias no Inverno. Mas existe, de facto, uma diversificação ao nível de itinerários que permite abranger este mercado. A Royal Caribbean também já tem cruzeiros na Índia e já começou a fazer cruzeiros para Cuba. Ainda durante este ano, vamos passar a ter dois navios em Cuba, um destino que tem duas vantagens, a proximidade a Miami, o que permite um custo muito baixo, e, depois, é um destino que atrai imenso o mercado americano. Estamos ainda numa fase inicial, além de Havana, temos Cienfuegos e Santiago de Cuba como portos de escala e, este ano, vamos ter dois navios, um com partida de Tampa e outro com partida de Miami.

Podemos, então, dizer que os portugueses já não fazem apenas cruzeiros no Mediterrâneo?
Os portugueses, assim como os europeus, têm a Europa, e especialmente o Mediterrâneo, como destino pela proximidade, pelo preço da passagem aérea, pelo tempo da deslocação e é, com naturalidade, que isto acontece. Mas temos Alasca, América do Sul, Austrália, Galápagos, Ásia, ou seja, ao nível de destinos, temos portugueses por todos os destinos que vendemos, mas a força de venda e a força da procura, ainda está no Mediterrâneo.

Lisboa

Lisboa tem um novo Terminal de Cruzeiros e passou a contar com condições favoráveis para se tornar num destino de turnaround. Que mais-valias traz esta nova infraestrutura para a actividade e qual a possibilidade de Lisboa se vir a afirmar no turnaround?
É possível afirmar Lisboa no turnaround e muito facilmente, apesar de alguns factores. É preciso ver que, nos últimos anos, Lisboa tornou-se num destino turístico de eleição e está ao lado de Barcelona ou Londres. É uma opção muito mais vista e procurada do que alguma vez foi e, para uma companhia de cruzeiros, isso dá ao destino a atractividade dos mercados emissores, o que é uma vantagem e contribui para afirmar Lisboa. Na realidade, Lisboa já merecia o carinho dos turistas, mas não tinha condições operacionais e, com este novo terminal, passou a ter essas condições. Portanto, passámos a ter essa opção, garantindo que, no caso de uma companhia considerar que vale a pena fazer operações de turnaroud em Lisboa, existem as condições operacionais. Esse foi um primeiro passo e foi o passo mais importante.
O segundo ponto é que as pessoas envolvidas no negócio, directa e indirectamente, são muito proactivas e conhecem o negócio. Portanto, o negócio vai desenvolver-se, mas sabemos que o mercado português não tem escala para que uma companhia olhe para Portugal e coloque um navio em turnaround para vender no mercado nacional. Esta é uma realidade que as companhias conhecem, mas Portugal tem agregada uma vantagem que são as ligações aéreas ao Brasil, o número crescente de ligações aos EUA e a ramificação de ligações à Europa. Ou seja, Portugal cada vez tem maior acessibilidade nos mercados emissores. Por outro lado, uma companhia pode fazer turnarounds de formas diferentes, pode fazer partidas pontuais, pode fazer todo o navio ou parcial, ou pode fazer – que é aquilo que toda a gente pretende – uma temporada alargada. Para uma temporada alargada, é preciso que os mercados emissores estejam bem oleados para conseguirem dar volume para uma taxa de 100% de ocupação e um preço médio satisfatório. Hoje em dia, num mercado globalizado, se tiver um preço médio na Ásia ou nas Caraíbas superior ao que Portugal me dá, claro que vou pôr o meu hotel onde ele vai ter maior rendimento. É uma questão de negócio. Lisboa tem um afastamento do Mediterrâneo e grande parte do negócio está nas sete noites, por isso, se estiver em Lisboa e quiser fazer um Mediterrâneo Ocidental até Roma, por exemplo, preciso de nove noites. Deste ponto de vista, Lisboa não consegue concorrer, mas estão mais de 70 navios em construção para os próximos anos e, neste período, o mercado vai crescer oito a 10 milhões de passageiros e vai chegar a uma altura em que o globo fica mais equilibrado. O aumento da frota vai forçar a escolha de outros destinos e, nessa perspectiva, a distância que temos para o Mediterrâneo não é o ponto central.

Visto que Lisboa passou a ter condições muito favoráveis para cruzeiros, que programação vão as companhias representadas pela Melair ter para Lisboa este ano?
Todas as partidas que temos de Lisboa são da Pullmantur. Na Europa, a Royal está posicionada em Roma e Veneza e, por isso, faz os seus transatlânticos directos a estes destinos. 2018 está feito e vamos ter, com a Pullmantur, uma partida para Rostock, na Alemanha, que já temos há alguns anos e que é sustentada com um voo charter de regresso a Lisboa. Em 2019, vamos ter um posicional de Las Palmas para Lisboa, na Páscoa, temos um cruzeiro Lisboa-Lisboa, de sete noites, pelas Canárias e Madeira. Também nas férias da Páscoa, e a 25 de Abril temos um Lisboa-Malmö e, depois, um Malmö-Lisboa e ainda um Lisboa-Barcelona. Ou seja, vamos ter várias opções para os portugueses que queiram partir de Portugal, como já este ano temos, de forma parcial, um Porto-Barcelona. Portanto, no caso da Pullmantur, existe alguma oferta desde portos portugueses para 2019.

Novidades

O Mediterrâneo continua a ser o principal destino de cruzeiros e será no Mediterrâneo que vai ficar o Symphony of the Seas, o novo navio da Royal Caribbean, que chega em Abril. Que características diferenciadoras vai o navio apresentar?
Este vai ser o quarto navio desta classe Oasis, uma classe que, dentro da companhia, sai da caixa por várias vertentes, uma delas é a dimensão. É um navio superior em 40% ao maior navio que a Royal Caribbean tem actualmente, com uma ocupação na ordem dos 6.200 ou 6.300 passageiros, mas o que temos que ver é o rácio por passageiro. O rácio por passageiro é muito elevado, quase todos os navios da companhia dispõem de um rácio bastante interessante. Outro aspecto interessante deste navio é o facto de ele ter sido construído por bairros. Tem sete bairros, com áreas a céu aberto dentro do navio, o que obrigou a um grande trabalho de engenharia. E, depois, pela sua dimensão, cria toda uma dinâmica a bordo, toda uma oferta que o diferencia de qualquer outro navio da frota da Royal Caribbean.

E os portugueses vão aderir a este navio? Como estão as reservas da Melair para o Symphony of the Seas?
Já aderiram. O cruzeirista já está familiarizado com a curva de pricing dos cruzeiros e, por isso, tem uma tendência de reservar mais cedo. Nesse aspecto, em relação ao Symphony of the Seas, temos um crescimento bastante maior de vendas, do que aquele que tivemos na mesma altura em relação ao Harmony of the Seas. Tivemos um período de venda muito forte no quarto trimestre do ano anterior, depois tivemos o primeiro trimestre como aquele em que houve, de forma mais acentuada, a marcação de férias e no segundo trimestre já se nota um decréscimo da procura.

Além de Lisboa, em que outros destinos vai a Melair contar com novidades, nomeadamente ao nível de novos itinerários?
Na Europa, ainda não temos 2019 totalmente fechado, apesar de já estar a ser comercializado na Royal Caribbean e na Celebrity Cruises. A Pullmantur vai abrir as vendas dentro de algumas semanas. São operações que ainda não estão fechadas, mas, para já, iremos manter o mesmo tipo de itinerários que em 2018, no caso da Royal Caribbean e da Celebrity Cruises, com a diferença de que vamos ter o Oasis of the Seas em Barcelona, em vez do Symphony of the Seas, são navios da mesma classe e, por isso, vamos manter o mesmo padrão de produto. Já a Pullmantur vai ter um destino novo, o Dubai. Vamos ter duas operações, sempre com uma overnight no Dubai, uma das quais de sábado a sábado e outra de domingo a domingo. Vamos manter também as Canárias, com uma alteração porque passa a ter uma escala na Madeira, incluindo o fim-de-ano na Madeira, e as ilhas britânicas. Na Royal Caribbean os itinerários mantêm-se e as novidades são mesmo os novos navios, tal como na Celebrity Cruises, que vai inaugurar a classe Edge. É uma classe de quatro navios, o primeiro chega em Dezembro de 2018 e, em 2019, deverá chegar mais um navio da classe Quantum. A Royal Caribbean e a Celebrity Cruises têm, em conjunto, 11 navios em construção, nos próximos sete anos, vamos assistir a um crescimento de 40 mil camas.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla_Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

Publituris

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Aethos Ericeira
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Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

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O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

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Hospitality Education Awards
Emprego e Formação

Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

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Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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“Os desafios da retoma do Turismo” motivam debate na Universidade Europeia

A mesa-redonda terá lugar na próxima quinta-feira e reúne os diretores editoriais dos principais meios do setor.

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Esta quinta-feira, 8 de setembro, a Universidade Europeia organiza uma mesa-redonda onde serão discutidos “Os desafios da retoma do Turismo”, na perspetiva da imprensa especializada.

A sessão terá lugar às 15h00, na sala L02 do Campus Lispolis, e reúne os diretores editoriais dos principais meios do setor, como é o caso de Carina Monteiro (TNews), Conceição Antunes (Expresso), José Luís Elias (Turisver), Luís Conto (Presstur), Pedro Chenrim (Ambitur) e Victor Jorge (Publituris). A moderação fica a cargo de Sofia Almeida, coordenadora da área de Turismo e Hospitalidade.

Na mesa serão debatidas “as principais ameaças, mas também o aparecimento de inúmeras oportunidades” no turismo, após dois anos de pandemia, como se pode ler no website da instituição de ensino. Temas como a “capacidade de carga dos aeroportos, nomeadamente do aeroporto de Lisboa; a falta de recursos humanos no Turismo e na Hotelaria e o problema da guerra e os seus impactos diretos e indiretos” estarão no centro da discussão entre os profissionais do trade.

O evento será aberto a toda a comunidade académica.

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AHRESP apela por programas de apoio à eficiência energética para o canal HORECA

A associação defende que eventual redução dos horários de funcionamento será “fortemente penalizadora” para o setor.

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Em comunicado de imprensa, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) defende a disponibilização de programas de apoio à eficiência energética “especificamente direcionados para os setores da restauração, similares e do alojamento turístico”, de acesso direto e simplificado. O pedido surge no seguimento “dos compromissos assumidos pelo Estado Português para a redução de 7% nos consumos de energia”.

Por se prever a “eventual redução dos horários de funcionamento” dos estabelecimentos, a AHRESP sugere que sejam disponibilizados os respetivos programas de acordo, uma vez que é da opinião de que “a eventual redução dos horários de funcionamento seria uma medida despropositada e fortemente penalizadora para as atividades da restauração, similares e do alojamento turístico”.

“Os desafios que o Canal HORECA ainda atravessa, como a pressão inflacionista, subida das taxas de juro e escassez de trabalhadores, são fatores críticos que não se coadunam com medidas restritivas ao funcionamento das empresas”, afinca a associação em comunicado.

Defende ainda que as empresas pertencentes à associação “há muito que têm implementado medidas de redução do consumo de energia com o apoio da AHRESP”, enumerando exemplos como “a realização de auditorias energéticas e, mais recentemente, uma campanha de substituição dos motores elétricos convencionais dos sistemas de refrigeração por motores de comutação eletrónica”.

“Após dois anos de pandemia, com impactos acrescidos no Canal HORECA, o momento é de intensa laboração. A época trouxe o tão desejado pico na atividade das nossas empresas, mas que está a revelar-se insuficiente para a recuperação das tesourarias, pois o contexto inflacionista e de aumento galopante dos custos está a esmagar as margens de negócio”, afirma.

Numa nota final, a associação mostra-se “totalmente disponível para trabalhar com o Governo e outros parceiros, no sentido contribuir ativamente para o Plano de Poupança de Energia e Eficiência Hídrica”.

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