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Há uma nova marca hoteleira em Portugal

Chama-se PHC Hotels e integra, desde o passado mês Fevereiro, o Hotel Mundial e o Portugal Boutique Hotel, em Lisboa.

Carina Monteiro
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Chama-se PHC Hotels e integra, desde o passado mês Fevereiro, o Hotel Mundial e o Portugal Boutique Hotel, em Lisboa.

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O icónico Hotel Mundial, assim como o Portugal Boutique Hotel, ambos pertencentes ao grupo Sotelmo, estão a partir de agora debaixo da marca PHC Hotels. A sigla significa Portuguese Hospitality Collection e, segundo Carla Maximino, CEO do grupo, “inspira-se na importância que a hospitalidade tem para a nossa indústria e que é reconhecidamente uma das principais características da qualidade do nosso serviço”.

Com a criação da marca PHC, o grupo espera que o mercado passe de imediato a adoptar a designação PHC Hotels e associe a marca ao Hotel Mundial, ao Hotel Portugal e a outros que venham a ser adquiridos ou geridos.

“A PHC Hotels tem como objetivos, além de potenciar as várias sinergias de gestão financeira, operacional e comercial do grupo, o aumento das oportunidades entre as suas marcas actuais e futuras. Esta visão global de gestão visa o reforço da plena satisfação dos seus clientes e hóspedes, nas experiências diferenciadas que cada um dos seus Hotéis oferece”, explica a responsável.

Carla Maximino esclarece que a PHC Hotels é uma colecção de hotéis independentes, com “personalidades distintas e que têm em comum o cunho da excelência da hospitalidade portuguesa e a experiência de gestão e operação hoteleiras”. Na prática, diz a responsável, cada hotel mantém o seu próprio site, no entanto, “o objectivo é que o site da PHC Hotels seja futuramente uma plataforma dinâmica para consultar e reservar, ao ter cross selling entre as várias unidades para tornar a experiência digital do cliente o mais confortável, fácil e intuitiva. Já no segmento B2B, a presença em feiras, por exemplo, será assim facilitada por haver um espaço comum que reúne as várias marcas”.

Expansão da marca

Questionada se pretendem expandir o portefólio da marca, a CEO do grupo reconhece que há destinos onde a procura justificaria um investimento, mas por agora o grupo ainda está focado em Lisboa. “O destino Portugal é cada vez mais conhecido e as oportunidades de negócio, quando surgem, devem ser bem ponderadas. Lisboa, Porto, Algarve e Funchal são quase sempre sinónimo de sucesso e garantia de retorno do investimento. Mas se no futuro outras regiões demonstrarem o interesse do mercado, estaremos atentos. De qualquer modo, neste momento ainda olhamos para Lisboa, pela nossa experiência nesta cidade, como um destino que ainda apresenta potencial de crescimento”.

Resultados

O ano de 2017 voltou a ser de crescimento tanto para o Hotel Mundial, como para o Portugal Boutique Hotel. No caso do primeiro, a ocupação fixou-se acima de 90%, com um aumento de 3,5% em relação ao ano de 2016, enquanto o preço médio registou um aumento de 6,3% e o RevPAR 10%.

Já no Portugal Boutique Hotel, a ocupação anual fixou-se também ela acima dos 90%, um valor ligeiramente acima do que foi alcançado em 2016, já o preço médio e RevPAR registaram um aumento de cerca de 11%. A estadia média nas duas unidades é de três noites, em consonância com os valores da cidade. Apesar de se mostrar satisfeita com os resultados, Carla Maximino sublinha que se trata de um “crescimento sustentado”, fruto “do equilíbrio entre a relação qualidade/preço no sentido de manter a boa imagem que temos vindo a deixar presente ao longo dos 60 anos de existência do Hotel Mundial e quatro anos do Portugal Boutique Hotel”.

No que diz respeito a segmentos, no Hotel Mundial o segmento FIT (Fully Independent Tourist) é o segmento que se destaca com um share de 37% em relação aos demais. Já no Hotel Portugal, por ser um hotel boutique, um conceito diferente do hotel Mundial, o segmento em destaque é a Internet, neste caso a venda através de canais B2C representa 40% das vendas totais.

“Além do segmento de individuais como são os FIT, Internet, brokers, o nosso trabalho é também desenvolvido na segmentação de grupos, nomeadamente de lazer com séries e grupos adoc. Temos uma forma de estar onde há espaço para a presença de vários segmentos, esta abrangência, se por um lado pode ser considerada complexa, por outro é também um estímulo para nós pela constante necessidade de adaptação que cada segmento requer”, afirma. Quanto aos principais mercados, o alemão surge em primeiro lugar, totalizando, no conjunto dos dois hotéis, cerca 50 mil dormidas em 2017, algo que é “resultado da nossa forte presença e excelente colaboração dos DMC´s e operadores que nos dão, ao longo de muitos anos, o privilégio de levar mais longe a nossa imagem”, defende. Em segundo e terceiro lugar surgem os mercados brasileiros e americano. Segundo a responsável, em 2018 há uma tendência para um ligeiro aumento destes três mercados, nomeadamente “quando se trata de turistas que viajam individualmente”.

Novidades 2018

Focados na melhoria contínua dos seus produtos, em 2018 o grupo vai novamente realizar algumas renovações. Depois de, em 2017, o Mundial Timeless City Hotel ter sido totalmente renovado a nível de alojamento, em 2018 a prioridade é a renovação do Rooftop Bar e das salas de reuniões deste hotel, obra que deverá acontecer ainda no primeiro semestre do ano. “Após seis anos de intensa actividade – festas, cocktails e eventos corporativos – achámos que em 2018 o espaço tinha de se apresentar aos seus clientes renovado e preparado para fazer face às actuais exigências do mercado que, passou a ter neste tipo de venue uma alternativa aos espaços mais tradicionais, seja para lazer ou eventos corporativos. O Rooftop® Bar irá reabrir no final da Primavera com novas áreas, novos equipamentos e um look ainda mais cuidado, assinado pelo gabinete de arquitectura de interiores Artica by Cristina Santos Silva e Ana Meneses e, pelo gabinete de arquitectura GRCA”, refere. Para as salas de reuniões, o que está perspectivado é uma intervenção ao nível do sistema de audiovisuais incorporado, “tornando-as assim mais competitivas”.

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Alojamento turístico atinge máximos históricos em agosto

Dados do INE, divulgados esta sexta-feira, 30 de setembro, mostram que os resultados do alojamento turístico em agosto correspondem aos “valores mensais mais elevados desde que há registo”.

Inês de Matos

O alojamento turístico nacional contabilizou 3,4 milhões de hóspedes e 9,9 milhões de dormidas no passado mês de agosto, resultados que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), correspondem aos “valores mensais mais elevados desde que há registo”.

Os dados divulgados esta sexta-feira, 30 de setembro, pelo INE, traduzem crescimentos de 33,0% e 31,9%, respetivamente, face ao ano passado, bem como a subidas de 1,2% e 2,8% em comparação com o mesmo mês de 2019, que tinha sido, até aqui, o melhor de sempre.

O mercado interno contribuiu com 3,7 milhões de dormidas, o que representa uma descida de 11,4% face a mês homólogo do ano passado, que, segundo o INE, tinha correspondido a um “máximo histórico”. Já face a agosto de 2019, o mercado interno cresceu 8,2%.

Os mercados externos, por sua vez, totalizaram 6,2 milhões de dormidas, num aumento de 86,9% face a agosto do ano passado, ainda que tenha sido registada uma diminuição ligeira de 0,2% face ao mesmo mês de 2019.

Por tipo de alojamento, as dormidas na hotelaria, que representaram 81,1% do total, cresceram 32,1% face ao mesmo mês de 2021 e 2,8% em comparação com agosto de  2019, enquanto nos estabelecimentos de alojamento local, que representaram 13,8% do total, houve um aumentos de 39,0% face ao ano passado, ainda que, em comparação com agosto de 2019, se tenha notado uma descida de 3,8%.

Já no turismo em espaço rural e de habitação, cuja quota foi de 5,1%, houve um acréscimo de 14,2% em comparação com agosto do ano passado e um forte subida face ao mesmo mês de 2019, que chegou aos 26,6%.

Por mercados, o britânico, que representou 17,7% do total das dormidas de não residentes neste mês, apresentou uma subida 0,3% relativamente a agosto de 2019, enquanto o espanhol, que representou 17,6% do total, registou uma descida de 3,1%, e o francês, com uma quota de 12,9%, cresceu 0,9%.

O INE sublinha, no entanto, as subidas dos mercados alemão que, com uma quota de 9,2%, aumentou 3,4%, e norte-americano, cuja quota foi de 5,7% e “continuou a destacar-se (+28,3%) quando comparado com agosto de 2019, tendo apenas sido ultrapassado pelo mercado checo (+51,1%)”.

“Comparando com agosto de 2019, evidenciaram-se também os crescimentos registados pelos mercados suíço (+25,9%), dinamarquês (+24,6%) e romeno (+24,2%)”, indica ainda o INE, revelando também que “as maiores diminuições verificaram-se nos mercados brasileiro (-19,1%) e sueco (-9,8%)”.

Por regiões, a maioria das dormidas concentrou-se no Algarve (32,2%), seguindo-se a AM Lisboa (21,1%), o Norte (16,5%) e o Centro (11,6%), com o INE a frisar que “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões” face a agosto do ano passado.

Já em comparação com agosto de 2019, “apenas o Algarve registou um decréscimo (-7,1%)”, diz o INE, que revela que “os aumentos mais expressivos ocorreram na RA Madeira (+16,9%) e no Norte (+15,9%)”.

Nas dormidas dos residentes, apenas na RA Açores e no Algarve houve decréscimos de 3,6% e 2,8%, respetivamente, tendo-se observado o maior “crescimento na RA Madeira (+53,3%), seguida do Norte (+14,4%) e Centro (+14,3%)”.

Já as dormidas de residentes aumentaram no Norte (+17,0%), RA Madeira (+9,3%) e RA Açores (+7,1%), enquanto as maiores diminuições ocorreram no Algarve (-9,4%) e Alentejo (-8,4%), enquanto na AM Lisboa a variação foi nula.

Em agosto, a estada média ficou nas 2,93 noites, o que corresponde a uma descida de 0,8% face a agosto do ano passado, com a maior descida a encontrar-se entre os residentes, onde este indicador caiu 6,8%, para 2,61 noites, enquanto nos não residentes houve uma descida de 0,4%, para 3,17 noites.

“Na RA Madeira e no Algarve, as estadas médias continuaram a atingir os valores mais elevados: 5,15 e 4,54 noites, respetivamente”, refere ainda o INE.

Já no acumulado até agosto, as dormidas aumentaram 133,8% face ao ano passado, com uma subida de 33,7% nos residentes e de 278,4% nos não residentes, enquanto na comparação com o mesmo período de 2019, houve uma descida de 3,0%, com o INE a indicar que esta quebra foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-7,7%), dado que as de residentes cresceram 7,7%”.

Em agosto, 11,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, quando em igual período do ano passado eram 18,6%.

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OE2023: AHRESP apresenta 25 propostas ao Governo para “salvaguardar as empresas”

A aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas é uma das medidas apresentada pela associação.

Publituris

Dada a aproximação da apresentação do Orçamento de Estado para 2023 (OE2023), a 10 de outubro, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) propôs ao Governo 25 medidas “para salvaguardar as empresas e contribuir para o fortalecimento da economia portuguesa”, conforme se pode ler em comunicado enviado às redações.

As medidas propostas incidem em cinco eixos estratégicos: fiscalidade, capitalização das empresas, incentivo ao consumo, apoio ao investimento e qualificação e dignificação do emprego, sendo que o documento com a enumeração de todas as propostas encontra-se disponível para consulta no website da AHRESP.

Destas, a associação destaca quatro medidas que considera prioritárias: a aplicação temporária da taxa reduzida do IVA nos serviços de alimentação e bebidas; instrumentos de apoio à capitalização das empresas; apoios ao investimento na eficiência energética e na transição digital e mecanismos/plataformas que apoiem e facilitem a contratação de trabalhadores, nomeadamente a contratação organizada de imigrantes.

“A AHRESP considera que é essencial a inclusão de medidas ambiciosas e significativas para as empresas e para as famílias, de forma a minimizar o impacto da inflação e do aumento dos custos da energia e dos combustíveis”.

Como prosseguem em comunicado, a associação aponta que apesar “do pico da atividade dos meses de verão, as margens de negócios estão completamente esmagadas – os custos energéticos aumentaram 24% e os produtos alimentares 15,4%, enquanto na restauração e similares os preços aumentaram 4.5%”. Apoiando-se nestes dados do INE, a AHRESP conclui que “a grande maioria das empresas optou por absorver uma parte desse aumento de custos para não lesar em demasia os seus clientes, pelo que as margens estão no seu limite”.

Neste contexto, a associação alega que é “imperioso” proteger “o poder de compra dos consumidores, mas também a tesouraria das empresas, que ainda não retomaram os níveis pré-pandemia e são agora sujeitas a um novo contexto de adversidade económica e financeira”.

Numa nota final, a AHRESP defende que “o OE2023 deverá ser um instrumento determinante na defesa das atividades económicas do Canal HORECA, pois só assim será possível garantir que o contributo dado pelo Turismo para a recuperação económica pós-pandemia não tenha sido em vão, assegurando-se a sustentabilidade dos negócios e a manutenção dos postos de trabalho”.

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Nova edição: merytu, sustentabilidade, Quadrante e Animação Turística

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

Publituris

A nova edição do Publituris, a última do mês de setembro, faz capa com a nova plataforma merytu, que pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os Recursos Humanos.

Pensada em 2020 e lançada no ano passado, esta plataforma pretende facilitar o contacto entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível. Apesar de ter uma especial incidência na hospitalidade, a merytu pretende abranger todo o turismo a nível nacional, entre outros setores de atividade já em vista.

Nesta edição, saiba também o que está a fazer o operador turístico Quadrante, que decidiu mudar alguns paradigmas para estar mais próximo dos agentes de viagens, e conheça as conclusões a que chegou Cláudia Seabra, investigadora da Universidade de Coimbra, que foi estudar o impacto da COVID-19 na sustentabilidade no turismo.

Os Publituris Portugal Travel Awards 2022 estão a chegar e, por isso, os nomeados voltam a integrar esta edição, até porque a votação para eleger os vencedores termina já a 7 de outubro.

Até lá, ainda é possível votar nos 104 nomeados em 15 categorias que concorrem na edição deste ano e que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está disponível aqui.

Nesta edição, publicamos ainda um dossier sobre animação turística, segmento que continua a encontrar vários constrangimentos e cuja recuperação ainda é tímida. Integrada neste trabalho, está também uma entrevista ao presidente da APECATE, associação que representa a animação turística, congressos e eventos, que se queixa dos parcos apoios destinados a este setor.

Além do Check-in, as opiniões desta edição são de Francisco Jaime Quesado (economista), Mafalda Almeida (professora do ISCE), António Paquete (economista) e Luiz S. Marques (investigador).

Boas leituras!

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Para mais informações contacte: Carmo David | [email protected] | 215 825 43

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Vila Galé adere às magic boxes da Too Good To Go

A Vila Galé acaba de aderir às denominadas magic boxes da Too Good To Go, a app que permite aproveitar o excedente alimentar de diferentes estabelecimentos aderentes, a preços reduzidos.

Publituris

Nesta fase, a cadeia disponibiliza cabazes de pequeno-almoço por 2,99€ nos hotéis em Lisboa, Porto e Algarve, que incluem duas peças de padaria, uma porção de mini salsicha e três minipeças de pastelaria. E podem ser recolhidas todos os dias nessas unidades, entre as 11h00 e as 12h30.

A magic box de brunch é outra das opções. Está disponível aos domingos e pode ser levantada no Vila Galé Porto Ribeira (Porto) ou no Vila Galé Ópera (Lisboa). Custa 3,99€, oferecendo dois mini salgados e uma porção de arroz de pato ou de bacalhau com natas.

Nas unidades do Algarve – Vila Galé Lagos, Vila Galé Náutico (Armação de Pêra) e Vila Galé Cerro Alagoa (Albufeira) – é ainda possível encomendar almoço e jantar por 4,99€. Estas magic boxes contêm duas peças de padaria, uma sopa ou uma salada, um prato do dia e uma sobremesa.

Refira-se que, em abril, a Vila Galé lançou uma experiência piloto no hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa, que permitiu salvar 80 pequenos-almoços e 27 brunches em cinco meses. O sucesso desta iniciativa, conforme indica o grupo hoteleiro, motivou o alargamento da parceria com a Too Good to Go a mais unidades em todo o país.

Reduzir o desperdício de alimentos é uma das principais preocupações e um dos grandes objetivos da estratégia de sustentabilidade da Vila Galé, realça Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador do grupo, para acrescentar que “estamos empenhados em diminuir a nossa pegada e por isso procuramos controlar a produção de modo a garantir apenas as quantidades necessárias para cada refeição.

Também, disse o executivo: “Damos preferência a fornecedores locais e aos produtos da época, e temos vindo a reduzir a oferta de proteína animal nos nossos restaurantes, aumentando as propostas vegetarianas e veganas”.

Para comprar as magic boxes, basta fazer o download grátis da app da Too Good to Go, através da qual se processa também o pagamento. O levantamento é feito no ponto de recolha selecionado pelo utilizador.

 

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Projeto turístico de rendimento “Conceição 123” marca estreia da Maya Capital em Lisboa

A JLL acompanha o Maya Capital, um fundo de investimento imobiliário, na comercialização, em regime de exclusividade, do seu primeiro projeto imobiliário em Lisboa, o Conceição 123. O projeto foi alvo de um investimento de 65 milhões em ativos residenciais.

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Através do departamento “Residencial”, a JLL acompanha o Maya Capital, um fundo de investimento imobiliário, na comercialização, em regime de exclusividade, do seu primeiro projeto imobiliário em Lisboa, o Conceição 123. O projeto foi alvo de um investimento de 65 milhões em ativos residenciais.

Vocacionado para investidores que procuram novas oportunidades de rendimento, este projeto do Maya Capital é elegível para Golden Visa e localiza-se na Baixa, acrescentando ao mercado 13 novas frações de uso turístico.

Situado no número 123 da rua da Conceição, “este é um empreendimento de uso turístico pensado de raiz como um produto de investimento numa ótica de rendimento, garantindo aos compradores um rendimento fixo anual por um período de cinco anos”, como a JLL explica em comunicado. Os 13 apartamentos estão disponíveis nas tipologias T0 a T2 e serão entregues para exploração turística, com gestão a cargo da Lisbon Serviced Apartments.

Em nota de imprensa é ainda referido que todas as unidades deste projeto do Maya Capital serão equipadas com mobília, sendo que algumas incluem varanda. Os apartamentos têm áreas entre os 30 e os 104 metros quadrados e distribuem-se por cinco pisos.

Maya Capital

“O Conceição 123 será um sucesso em termos de ocupação turística e, por essa razão, irá captar a atenção de muitos investidores, nacionais e internacionais. Além de ser um produto que garante um retorno sólido, é também elegível para a atribuição de Golden Visa, sendo por isso especialmente atrativo para investidores oriundos do exterior da União Europeia”, assegura Patrícia Barão, Head of Residential da JLL Portugal.

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Guestcentric prevê resultados positivos para hotéis no inverno 2022/23, mas…

Apesar de existirem fatores, como a inflação, que poderão alterar a situação, razão pela qual foram elaborados três cenários potenciais, de um modo geral, a GuestCentric prevê resultados positivos para os hotéis no final de 2022 e início de 2023.

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A empresa de soluções de e-commerce hoteleiro, que trabalha com hotéis de mais de 50 países, elaborou uma previsão de negócio sob o mote “7 Razões para os Hoteleiros estarem otimistas em 2022”. Após este verão de resultados recordes e extraordinários, será interessante verificar quais as previsões que se realizaram em 2022.

Chegado o mês de setembro de 2022, os hotéis olham para o futuro com bastante antecipação, mas também, com alguma preocupação, diz a empresa, que destaca a guerra na Ucrânia, os aumentos nos preços da energia e a elevada taxa de inflação como os principais fatores que impactam negativamente as previsões dos hoteleiros para o inverno 2022/23.

Analisando 2022, até à data, conclui-se que seis das sete previsões partilhadas em fevereiro deste ano se concretizaram. E, apesar da taxa de ocupação não ter superado os níveis de 2019, o preço médio recorde que os hotéis atingiram, aliado ao forte crescimento das vendas diretas, resultaram num aumento significativo das receitas totais dos hotéis, comparativamente a esse ano, também ele um ano “recorde”, indica a GuestCentric.

Neste quadro, a empresa estima que 2022 poderá ser o melhor ano de sempre para as reservas diretas, ano em que a procura está de volta, os preços atingem valores históricos, os cancelamentos de reservas voltaram a níveis normais, o Turismo de Negócios poderá recuperar em 2022, os hoteleiros voltaram a viajar em trabalho no ano 2022, e no inverno 2022/23, embora seja impossível uma previsão do futuro 100% exata, “podemos e devemos trabalhar com cenários, baseados na informação de mercado disponível, que nos ajudarão a preparar o ano que vem”, sublinha a análise.

Para ajudar a delinear a estratégia dos hotéis para o inverno 2022/23, a GuestCentric elaborou três cenários possíveis: Inverno igual a 2019; Elevada procura no inverno, com preços mais baixos; Disrupções no mercado este inverno, gerando uma quebra na procura.

 

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École Ducasse e Globeducate criam parceria para formar jovens em culinária e pastelaria

As famílias dos estudantes e as equipas das escolas terão acesso a condições especiais para os programas profissionais, bem como os cursos de culinária e pastelaria destinados aos amadores e oferecidos no École Ducasse Paris Studio.

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A École Ducasse aliou-se à Globeducate, um grupo educacional com mais de 55 escolas bilingues e internacionais em 10 países, que formam anualmente cerca 31.000 estudantes. A parceria nasce do propósito de introduzir os jovens no mundo das artes culinárias e da pastelaria, partindo da ideia de que, ao experimentarem a profissão, possam escolhê-la no futuro.

A ambição da École Ducasse é “inspirar esta nova geração de estudantes da Globeducate desde muito novos e ajudá-los a descobrir a alta gastronomia, bem como desenvolver os seus gostos e sentidos, ao mesmo tempo que os sensibiliza para a importância de uma dieta saudável e amiga do planeta” tal como a instituição explica em comunicado.

Desta forma, os alunos das escolas bilingues Globeducate Parisian EIB e as suas famílias terão a oportunidade de participar em workshops dedicados à descoberta da cozinha e da pastelaria, bem como em “cooking camps”. Este último curso tem uma semana de duração e poder ser frequentado por crianças a partir dos quatro anos de idade durante as férias escolares na École Ducasse Paris Studio. Estes campos permitirão às crianças e aos adolescentes “descobrir as bases da cozinha de Alain Ducasse, assentes “no anti desperdício e em receitas saudáveis e saborosas, que poderão provar após a sua preparação”.

Através desta parceria, os alunos podem ainda desfrutar de sessões de culinária e pastelaria em conjunto com os familiares, sempre às quartas-feiras à tarde, ao longo de todo o ano.
Já os estudantes mais velhos, que no final do secundário pretendam seguir uma carreira em alta gastronomia, podem tirar partido do acesso exclusivo a todos os programas profissionais oferecidos dentro dos campus da rede École Ducasse, nomeadamente: o Campus de Paris em Meudon, que oferece licenciaturas em culinária e pastelaria, assim como programas para mudança de carreira e a École Nationale Supérieure de la Pâtisserie (ENSP), em Yssingeaux, especializada na formação de estudantes em artes de pastelaria.

As famílias dos estudantes e as equipas das escolas terão acesso a condições especiais para estes programas profissionais, bem como aos cursos de culinária e pastelaria destinados aos amadores e oferecidos no École Ducasse Paris Studio.

“A parceria com a rede Globeducate faz parte do nosso desejo de promover as profissões gastronómicas em todo o mundo. O nosso desejo é que os estudantes da Globeducate descubram a nossa formação de excelência em culinária e pastelaria, a fim de os sensibilizar para uma dieta saudável e protetora do planeta e de os encorajar a seguir as maravilhosas opções de carreira disponíveis nesta área”, afirma Elise Masurel, Directora Geral da École Ducasse.

O diretor de operações da Globeducate, Paddy Jansen, comenta ainda que “a parceria com a École Ducasse dará aos alunos da Globeducate de todo o mundo a oportunidade de descobrir as oportunidades de carreira que os cursos de artes culinárias oferecem. Começando, é claro, com culinária, nutrição e planejamento de cardápio, mas também ganhando uma compreensão mais ampla de empresas de produção de alimentos, hotelaria, e outros serviços relacionados ao mundo da culinária e confeitaria. Acho importante essa exposição para que nossos alunos possam escolher um futuro que corresponda às suas paixões e interesses”.

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InterContinental Cascais – Estoril contrata novo Housekeeping Manager

O profissional começou o seu percurso em Housekeeping há cerca de sete anos, juntando no currículo referências como o grupo NAU e o Vila Vita Parc.

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O InterContinental Cascais – Estoril apostou em João Fonseca para o cargo de Housekeeping Manager da unidade. O profissional começou o seu percurso em Housekeeping há cerca de sete anos, de acordo com informação adiantada em comunicado, juntando no currículo referências como o grupo NAU e o Vila Vita Parc.

Com um mestrado em Marketing Relacional, João Fonseca tem como principal prioridade “a singularidade do serviço, a qual promete continuar a integrar nos objetivos da equipa de Housekeeping do InterContinental Cascais – Estoril”, como indicado em nota de imprensa. Na mesma é assegurado que “a vasta experiência, o grande sentido de organização, a atenção ao detalhe e a agilidade na tomada de decisão são algumas das muitas aptidões que João Fonseca ganhou ao longo dos anos e que irá agora pôr em prática na sua nova função”.

“Estou bastante entusiasmado com este novo desafio profissional no InterContinental Cascais – Estoril. Este é um hotel com o qual partilho vários valores, como o serviço de excelência e o atendimento personalizado, os quais me irão permitir continuar a crescer no serviço a clientes no segmento de luxo”, garante João.

Durante a pandemia, João Fonseca criou a plataforma Housekeeping Talks, uma forma de “unir os profissionais da área e enaltecer o sector”. Das lives do Instagram ao grupo de WhatsApp com mais de 250 profissionais, o objetivo agora será o de organizar brevemente um “GatheringKeeping” nacional.

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Tivoli Hotels & Resorts marca presença em Espanha com novo resort

A unidade localizada em Tenerife representa a estreia da marca Tivoli Hotels & Resorts em Espanha e será apresentada na primavera do próximo ano.

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A Tivoli Hotels & Resorts estreia a sua marca em Espanha com a aquisição do hotel La Caleta Resort, situado na Costa Adeje, em Tenerife. A unidade, que anteriormente operava sob a marca Sheraton, vai ser apresentada como Tivoli La Caleta Resort na primavera do próximo ano, conforme adiantado em comunicado.

Neste momento, o resort encontra-se fechado para obras, prevendo-se que reabra com 284 quartos, nos quais estão incluídas 20 suítes. Das restantes valências farão parte quatro restaurantes, dois bares e dez salas de reuniões, além de três piscinas, ginásio, campos de ténis e padel. A propriedade também passará a incluir um Anantara Spa.

Em comunicado, a marca adianta ainda que o Tivoli La Caleta Resort prestará “uma nova oferta de serviços”, atribuindo um “papel de destaque à gastronomia para a experiência do cliente”. Desta forma, a unidade vai manter a parceria com Olivier da Costa “para o desenvolvimento e implementação de novos conceitos de restauração que o hotel irá oferecer”.

O primeiro conceito será o espaço de restauração Yakuza, especializado em comida de fusão entre o Oriente e o Ocidente, ao qual se junta o Guilty, com uma oferta ‘casual food’. O último dos conceitos será o Clássico Beach Club, um ponto de encontro debaixo do sol quente das Canárias, cuja carta incluirá na sua carta alguns dos pratos mais conhecidos da gastronomia da ilha.

Com um portfólio de 16 propriedades em quatro países, a marca Tivoli Hotels & Resorts é propriedade da Minor Hotels e gerida pelo NH Hotel Group na Europa. Com uma história que remonta a 1933 em Lisboa, a Tivoli Hotels & Resorts cresceu de Portugal para o Brasil e do Qatar para a China, expandindo agora a sua presença na Europa com a primeira abertura em Espanha.

A aposta no Tivoli La Caleta Resort vem no seguimento da pretensão da Tivoli Hotels & Resorts “liderar o crescimento do NH Hotel Group com novos resorts nos melhores destinos de férias do sul da Europa”, como indicam em nota de imprensa.

Ramón Aragonés, CEO do NH Hotel Group, destaca esta operação como um importante salto qualitativo para a marca Tivoli e para a empresa como um todo.

“Durante este ano, o compromisso combinado e simultâneo entre os destinos de lazer e os destinos de viagens de negócios fortaleceu a capacidade de recuperação do NH Hotel Group. A entrada da Tivoli Hotels & Resorts em Espanha, com um resort tão emblemático como o La Caleta em Tenerife, permite-nos dar um passo estratégico. No futuro, será uma prioridade para nós expandir a presença da marca através de resorts de elevada qualidade”, declara o CEO em comunicado.

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Moneris lança Anuário do Turismo 2022 no dia mundial do setor

A publicação tem a chancela do Centro de Competências em Turismo da Moneris, que elabora o documento desde 2017, e conta com a participação da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques.

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A Moneris aproveita o Dia Mundial do Turismo, a 27 de setembro, para lançar a sua edição do Anuário do Turismo 2022. A publicação tem a chancela do Centro de Competências em Turismo da Moneris, que elabora o documento desde 2017.

Em comunicado, a Moneris explica que no anuário “são discutidas as múltiplas realidades do setor, o seu contributo e relevância para a economia das regiões, para o desenvolvimento do território e para a emergência de atividades económicas essenciais à competitividade das nossas terras”.

A edição deste ano conta com a participação da Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques; dos presidentes das Regiões de Turismo de Portugal; do CFO do Grupo Pestana, Pedro Fino; do presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, Hélder Martins, entre outros.

No Anuário do Turismo da Moneris é possível encontrar a análise dos principais indicadores do setor que, de acordo com esta entidade, “traduzem uma recuperação inegável em 2021”, com o crescimento do número de hóspedes, do número de dormidas, do RevPar, e do Total de Proveitos, em todas as regiões, “de forma muito significativa”.

Nas palavras da Secretária de Estado, Rita Marques, “as receitas do turismo continuam a crescer de forma expressiva, acima de 2019”, salientando ainda que as previsões apontam para valores superiores a 2019, já em 2022. Segundo a responsável política, “isto representa uma aceleração significativa das receitas do turismo, que deverão atingir, já em 2022, um valor próximo do que se previa para 2024 (+6,1%)”.

Apesar das perspetivas positivas, Carlos Rosa, partner e coordenador do Centro de Competências em Turismo da Moneris, refere que “a aprendizagem dos últimos dois anos tornou-nos conscientes de que existem variáveis exógenas que poderão, a qualquer momento, distorcer as previsões e obrigar a novas adaptações, como já aconteceu no passado”.

O anuário, de caráter público, já esta disponível e pode ser consultado no website da Moneris.

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