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Reportagem| Costa Rica: uma lufada de ar fresco e muito mais

Ainda há destinos que nos arrancam suspiros e nos deixam sem palavras. É o caso da Costa Rica, onde a Natureza se apresenta em todo o seu esplendor.

Carina Monteiro
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Reportagem| Costa Rica: uma lufada de ar fresco e muito mais

Ainda há destinos que nos arrancam suspiros e nos deixam sem palavras. É o caso da Costa Rica, onde a Natureza se apresenta em todo o seu esplendor.

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A partir do próximo dia 4 de Maio, a Costa Rica fica mais perto de Portugal com um voo charter à partida de Lisboa, todas as sextas-feiras até 13 de Julho. É uma aposta do operador turístico Jolidey para este Verão, que já está ganha, pelo menos pela diferenciação, já que coloca no mercado português um destino completamente diferente daquilo a que estamos habituados na América Latina.

O operador turístico preparou diversos pacotes que combinam Natureza, Praia, Aventura e, claro, a cultura dos “ticos”, nome pelo qual são conhecidos os costa-riquenhos. O difícil será mesmo escolher.
A porta de entrada da Costa Rica é o Aeroporto Internacional Juan Santamaría que fica na cidade Alajuela, a 18 quilómetros da capital San José. Foi pela capital que começou a viagem de imprensa a convite da Jolidey no passado mês de Janeiro. Embora latina, San Juan não é uma capital típica desta região, está muito longe das gigantes metrópoles como Bogotá. Afinal, o país tem apenas cinco milhões de habitantes e a maior parte da população (60%) vive no Vale Central, onde fica situada San José. Contam-se pelos dedos de uma mão os edifícios altos no país e estão concentrados na capital. Há uma explicação para isso, a actividade sísmica. Com uma influência americana bem presente nas ruas, pelas lojas e restaurantes, a cidade tem um centro histórico onde se encontra a catedral e o Teatro Nacional. É na visita breve à capital que recebemos a primeira lição sobre o país e começamos a perceber o porquê da sua diferença. A Costa Rica não tem exército desde 1948, sendo esse investimento canalizado para o serviço social. O país tem índices de desenvolvimento acima da média na América Latina e a sua grande bandeira é o Meio Ambiente e percebe-se porquê. A Costa Rica alberga 5% da biodiversidade em todo o mundo.

Parque Tortuguero
No dia seguinte, o tão esperado contacto com a Natureza enfrenta a primeira adversidade. As chuvas não permitem a realização do voo com destino ao Parque Tortuguero, uma das principais atracções do país, localizado a Ocidente Norte de San José, na Costa do Caribe. Como país tropical, a Costa Rica não tem estações, mas temporadas de chuva e temporadas secas. Embora, na teoria, estejamos na época seca, na prática, o clima estava a ser influenciado pela frente fria proveniente dos EUA. A contrariedade foi facilmente resolvida e não ficámos a perder. Seguimos de carro pelo Vale Central, aproveitando para atravessar Llano Bonito de Naranjo, as plantações de café, o Parque Braullio Carrillo e passar ao lado do Parque Nacional do Vulcão Poás, que, por estar activo desde Abril 2017, não é possível visitar. Quando visitável, o Vulcão Poás é o local mais procurado pelos turistas pela proximidade à capital San José. Pelo meio, paragem para o pequeno-almoço no restaurante El Ceibo e a primeira grande surpresa, um encontro inesperado com uma preguiça. Um conselho: não vale a pena criar grandes expectativas face aos animais que se vão encontrar na Costa Rica, o mais provável é encontrá-los sem que se esteja à espera ao longo da viagem. Os guias estão despertos e prontos para avisar.

Seguimos caminho para o Parque Tortuguero, ainda nos esperava uma hora e meia de barco até chegarmos ao hotel Pachira, em pleno parque. Tortuguero foi criado com o objectivo de proteger a zona da desova da tartaruga verde, mas é habitat de mais de 500 espécies animais, entre répteis, mamíferos e aves. A Costa Rica é um país muito diverso, com diferente flora e fauna em várias províncias. Tortuguero é conhecido como a Amazónia da América Central, com os seus canais, rios, lagoas e vegetação densa. Só não existem piranhas e anacondas. Os passeios no Parque Nacional de Tortuguero custam 15 dólares, podem ser feitos de barco, canoa ou caiaque e são organizados pelo hotel. São acompanhados de um guia, caso contrário a frustração de não conseguir identificar os animais pode arruinar o passeio.
Devido à chuva que caiu durante o período da nossa viagem, avistámos sobretudo aves, garças-tigres e garças-reais. Quem viaja para a Costa Rica deve estar preparado para enfrentar as vontades da Natureza e precisa de ter sempre em mente que a Costa Rica é um dos países com políticas ambientais muito rigorosas. Os parques naturais não são jardins zoológicos e aqui ninguém contraria a natureza, ela está lá para ser vista e apreciada em todo o seu esplendor. “Pura Vida”. Se fosse de outra forma, não era Costa Rica, seria outro qualquer destino. Além dos passeios de barco, pode usufruir da visita ao pequeno povo de Tortuguero, para conhecer a praia onde desovam as tartarugas.

Vulcão Arenal
Despedimo-nos de Tortuguero para conhecer outro destino turístico, a reserva Florestal de Monverde, onde se encontra o Vulcão Arenal, em constante actividade desde 1968. A viagem faz-se novamente de carro e leva meio-dia para chegar à Cordilheira de Tiláran, onde fica situado o vulcão. Ainda mal saídos do Parque Tortuguero, passamos pela plantação de bananas que fica em Carmen. Dole, Chiquita ou Del Monte são produtoras das bananas que compramos nos nossos supermercados e que são da Costa Rica. A par do Turismo, a Agricultura é a principal fonte económica do país. A Costa Rica exporta bananas, ananás, café, mas também outras frutas como melancia ou manga. O país também é conhecido pela produção de equipamento médico e, dependendo dos ciclos económicos, a indústria dos serviços também pode ganhar peso na Economia. Um exemplo é a instalação de call centers internacionais no país.

Na reserva Florestal de Monverde não faltam locais para visitar e actividades para explorar. Sendo uma região de actividade vulcânica, os amantes dos spas e das águas termais podem usufruir, em alguns hotéis da região, de piscinas termais com temperaturas a 38/39º graus.
É o caso do Tabacon Resort & Spa localizado no coração da floresta, ao pé do Vulcão Arenal. Este resort de cinco estrelas possui um complexo termal com mais de 20 piscinas e cascatas com temperaturas que variam entre 25 e 42 graus, rodeadas por exuberantes jardins tropicais. Depois de uma tarde relaxante, o dia seguinte é dedicado à aventura. Para chegar ao vulcão Arenal atravessa-se a cidade de El Fortuna, um pitoresco local e zona turística que alberga dezenas de hotéis e restaurantes. Sendo o Vulcão Arenal uma das principais atracções turísticas do país, é fácil perceber que El Fortuna se tornou um dos centros turísticos mais importantes da Costa Rica. Coberto pelo nevoeiro, o Vulcão Arenal não se deixou ver durante a nossa estadia, podemos apenas imaginar o seu esplendor. Na região é possível fazer diversas actividades desde caminhadas, passeios a cavalo ou, para os mais aventureiros, visitar um dos parques de aventura. O Sky Adventures Park proporciona diversas aventuras no meio da floresta tropical, com as suas pontes suspensas, tirolesas e teleféricos. O melhor é reservar uma manhã para a aventura no parque. O que não se pode mesmo perder é a visita à Catarata Rio Fortuna. Localizada numa reserva biológica com uma área de 210 hectares de floresta húmida que integram o Parque Nacional do Vulcão Arenal, para observar esta cascata de 70 metros de altura, o visitante terá que descer 530 degraus. Quando chegar lá baixo vai ficar sem fôlego, não só pela quantidade de degraus mas pela imagem que é de cortar a respiração. Se o tempo o permitir ainda pode dar um mergulho.

Guanacaste e as Praias
É tempo de abandonar a província de Alajulela, onde fica situado o vulcão Arenal, e seguir caminho para a província de Guanacaste, cuja capital é Liberia. A Costa Rica tem sete províncias (aquilo a que chamamos distritos em Portugal): San José, Limon, Heredia, Cartago, Alajuela, Guanacaste e Puntarenas. Estas duas, situadas na zona da costa pacífico da Costa Rica, ficaram para a segunda parte da viagem que começa agora.
Guanacaste é a zona mais seca do país, por isso não foi de estranhar que encontrássemos uma vegetação bem diferente da que tínhamos visto até aqui e o tempo, esse, melhorou substancialmente. Menos exuberante, mais tropical seca, Guanascaste é um destino turístico por excelência com as suas mais de 100 praias. Mas já lá vamos, porque Guanacaste não tem só praias como cartão-de-visita. É nesta província que fica o Parque Nacional Vulcão Ricón de la Vieja, dividido em dois sectores: Santa Maria e Pailas. Localizada junto ao Parque, a Fazenda Guachepilin é o local de partida para explorar este destino. Há várias opções, desde actividades de aventura, passeios na Natureza, passeios a cavalo, de bicicleta ou usufruir das termas. O passeio a cavalo foi a opção escolhida e durou cerca de uma hora até à zona vulcânica. Acompanhado de dois guias, o passeio por entre a floresta é agradável e sem grandes sobressaltos. Depois do almoço, e de forma a retemperar forças, as Termas Rio Negro são a próxima visita. Rodeadas por uma densa floresta tropical seca, as Termas Rio Negro ainda fazem parte do complexo da Fazenda Gauchepilin. As piscinas termais foram construídas nas margens do rio e estão ligadas através de pontes suspensas. A grande atracção deste local são os banhos de lama. Quem lá chega improvisa um tratamento à base de lama vulcânica. Com um pincel cobre o corpo e deixa secar. Uma vez a lama seca, é hora de um banho de água fria seguido imediatamente de um mergulho nas piscinas de águas quentes termais. Há vestiários na entrada das termas, a partir daí são 350 metros ao longo de um caminho na floresta até chegar às fontes termais. Depois do “spa” é tempo de seguir viagem até à costa, para pernoitar pela primeira vez num resort, na verdadeira assunção da palavra.
Guanacaste é a única província onde se encontram hotéis resort de grande dimensão junto às praias. No resto das províncias, encontram-se hotéis mais pequenos e lodges. O Riu Guanacaste, um complexo de cinco estrelas tudo incluído, situado na linha da costa na praia Mata Palo, é um bom exemplo.

Se for caso de escolher este hotel, os clientes podem avistar de manhã bem cedo pelo menos uma das quatros espécies de macacos existente na Costa Rica, os macacos de cara branca. Na verdade, é mais do que avistar, os macacos estão habituados ao contacto humano na praia e vão em busca de comida. Mas atenção, a Costa Rica é altamente rigorosa com a protecção do ambiente e da vida selvagem, não sendo aconselhável de todo que alimente animais selvagens. Tamarindo é o destino que segue, ainda na província de Guanacaste. Pequeno paraíso para surfistas e para, dizem, os mochileiros. Na realidade, é um típico destino de praia com hotéis para todos os bolsos, lojas e restaurantes. A praia é idílica, sobretudo ao fim do dia, para avistar o pôr-do-sol.

Puntarenas e Parque Manuel António
A última província a visitar nesta viagem é Puntarenas, a maior do país. Com uma zona costeira grande, uma das principais actividades económicas da região é a pesca (marisco e atum, sobretudo), possuindo um dos portos de mercadorias e cruzeiros mais relevantes do destino. No caminho para chegar a Puntarenas dá-se a passagem pela ponte Amistad de Taiwan, que atravessa o rio Tempisque. A ponte foi financiada e projectada por Taiwan, assumindo particular importância para a província de Guanacaste por facilitar o acesso à capital San José. Mas o dado curioso sobre esta ponte é que passou a ser vulgarmente chamada de Puente de la Apuñalada, já que o ex-presidente da Costa Rica, Óscar Arias, cortou as relações com Taiwan a favor da China. Voltando à estrada, Tárcoles é a próxima paragem, uma paragem muito curta e somente para tirar fotos aos crocodilos que estão debaixo da ponte. É a grande vantagem de fazer 1500 quilómetros de estrada, há sempre uma paragem mais ou menos inesperada para tirar fotos aos animais. Neste caso, já contávamos, uma vez que o guia havia prometido.

O destino final é Quebos, pequena localidade costeira de Puntarenas cuja principal atracção é o Parque Manuel António, actualmente o local mais visitado do país. Quebos foi o primeiro porto marítimo do lado Pacífico da Costa Rica, criado para os americanos exportarem bananas. A pequena cidade ficou conhecida por ser a porta de entrada do Parque Manuel António. Na zona há pequenos boutique hotéis, como aquele em que ficámos, o Parador Resort & Spa, que além de charmoso e com personalidade, tem a grande vantagem de ficar a poucos minutos a pé de uma praia paradisíaca, a praia Bisanz, que naquele fim de tarde foi o melhor que nos podia acontecer. Se na sua cabeça a imagem que tem da Costa Rica são as praias de areia branca e vegetação exuberante, então é disto que escrevo. Este roteiro foi uma viagem em crescendo, com o ponto alto guardado para o dia seguinte: o Parque Manuel António. Criado em 1973, estende-se por uma área de dois mil hectares, onde se encontra floresta húmida e praias de areia branca. Se à flora exuberante juntarmos uma fauna diversificada, que inclui desde os peresozos (preguiças) até aos monos congo, carablanca e titi (três espécies de macacos), iguanas, borboletas, rãs e guaxinins, Manuel António incorpora aquilo que a Costa Rica tem de melhor, a Natureza no seu esplendor. Depois de um passeio na floresta, nada melhor do que mergulhar nas águas quentes da praia Manuel António enquanto desfruta da paisagem. Por ser o local mais visitado do país, o melhor é chegar cedo. O parque abre às 7h00 e fecha às 16h00. Chegámos cedo e o parque estava praticamente vazio, fomos os primeiros a mergulhar na praia. Às 10h, hora em que saímos, já havia uma fila considerável, o que me levou a pensar que aquele amanhecer cedo foi o amanhecer mais recompensador dos últimos tempos. Aliás, toda a viagem.

*A jornalista viajou a convite da Jolidey.
Reportagem publicada na edição 1362 do Publituris.

 

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

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O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

Publituris

A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

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A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

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O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

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Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

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Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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