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“Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património”

O trabalho da Parques de Sintra – Monte da Lua na recuperação e manutenção do património é considerado um exemplo. Os monumentos de Sintra são, ano após ano, dos mais visitados do país, o que, a par dos prémios recebidos, atesta o sucesso da empresa. Em entrevista ao Publituris, Manuel Baptista, presidente do conselho de… Continue reading “Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património”

Inês de Matos
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“Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património”

O trabalho da Parques de Sintra – Monte da Lua na recuperação e manutenção do património é considerado um exemplo. Os monumentos de Sintra são, ano após ano, dos mais visitados do país, o que, a par dos prémios recebidos, atesta o sucesso da empresa. Em entrevista ao Publituris, Manuel Baptista, presidente do conselho de… Continue reading “Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património”

Inês de Matos
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O trabalho da Parques de Sintra – Monte da Lua na recuperação e manutenção do património é considerado um exemplo. Os monumentos de Sintra são, ano após ano, dos mais visitados do país, o que, a par dos prémios recebidos, atesta o sucesso da empresa. Em entrevista ao Publituris, Manuel Baptista, presidente do conselho de administração da empresa, faz um balanço positivo do trabalho realizado, fala sobre a importância do Turismo e revela alguns dos projectos em cartaz, a desenvolver até 2020.

A Parques de Sintra – Monte da Lua foi criada em 2000, na sequência da classificação da Paisagem Cultural de Sintra como Património Mundial da Humanidade. 18 anos depois, podemos dizer que há hoje uma nova Sintra, pelo menos a nível monumental?
Temos uma Sintra recuperada. A paisagem cultural de Sintra foi a primeira classificada como património mundial na Europa e, pela primeira vez, a UNESCO juntou o património construído com o património natural. Dessa junção resultou a paisagem de Sintra e a classificação como património mundial da humanidade, e a Parques de Sintra nasceu com a missão de recuperar, divulgar, conservar e acompanhar todo este património. A nossa missão não está totalmente cumprida, mas está substancialmente, uma vez que todos os monumentos e a parte natural estão recuperados e a prova disso são os nossos visitantes, que têm crescido a um nível superior ao crescimento do Turismo em Lisboa e em Portugal, o que significa que esta missão tem tido sucesso. Se o património não estivesse recuperado, não teríamos tantos visitantes. Uma das nossas máximas é que o património recuperado é património visitado, e é património sustentável, porque só este conjunto permitiu que tivéssemos sucesso durante todos estes anos.

Quando a Parques de Sintra foi criada, qual era a realidade destes monumentos e por onde começaram as intervenções?
A paisagem de Sintra estava completamente degradada, em todos os seus aspectos, a começar pelo Convento dos Capuchos, que não tinha qualquer cerca e foi um verdadeiro milagre a constituição da empresa, em 2000, o que permitiu que se construísse uma cerca e se impedisse a continuação da degradação do Convento dos Capuchos. Já no Palácio de Monserrate, não existia cobertura e chovia lá dentro como se estivéssemos na rua. Estes são apenas alguns exemplos da situação que existia em 2000, porque nos anos anteriores, talvez nos últimos 50 anos, não tinha havido qualquer preocupação com a manutenção e conservação e, portanto, o património tinha-se degradado e estava totalmente abandonado, de tal maneira que estava em risco a sobrevivência do próprio património.
O próprio Parque e Palácio da Pena estavam abandonados, não tinham as condições de degradação que tinha o Palácio de Monserrate, mas estava abandonado, como prova o facto de, em 1999, o Chalet da Condessa d’Edla ter ardido completamente, durante dois dias, sem ninguém ter dado por nada. Só depois de ter ardido é que se registou que o chalet tinha sido destruído, o que mostra bem a situação dramática que o património de Sintra vivia.

Depois de todos estes projectos, qual é o montante do investimento já realizado?
Desde o ano 2000, o investimento será já muito superior aos 100 milhões de euros. Houve o apoio de alguns fundos comunitários, que foram muito importantes e que contribuíram muito para o início da recuperação levada a cabo pela Parques de Sintra. Ao longo destes anos, o conjunto de monumentos e de património natural que está submetido à gestão da Parques de Sintra tem crescido substancialmente e é isso que permite o aumento de receitas e que exigiu um aumento de investimento na sua recuperação.

Referiu, há pouco, que a Parques de Sintra ainda não acabou a sua missão. O que é que falta fazer?
Falta ainda a recuperação de muito património construído e de algum património natural. Por outro lado, em 2012, a Parques de Sintra recebeu uma outra área para recuperação, a Escola Portuguesa de Arte Equestre, que estava numa situação lastimável. Foi preciso um esforço financeiro muito grande para a recuperar, mas, hoje, a Escola Portuguesa de Arte Equestre tem excelentes instalações para actuar no Picadeiro Henrique Calado, tem boxes e instalações especiais de treino no Páteo da Nora e continua com instalações em Queluz. Portanto, este foi um outro contributo da Parques de Sintra para a recuperação do património do país.
Mas a nossa acção, no que diz respeito à recuperação, ainda não terminou. Ainda temos património para recuperar, nomeadamente no Convento dos Capuchos, que tem tido algumas dificuldades de autorização, mas esperamos que, este ano, possamos dar o salto, no sentido de recuperar o próprio convento, ao nível das infraestruturas e das condições de acesso, porque se queremos ter mais visitantes, temos que lhes dar boas condições de acesso.
Nos próximos três anos, de 2018 a 2020, vamos fazer um investimento de 52 milhões de euros na recuperação do património. Isto demonstra que ainda temos muito para fazer, mesmo que uma parte substancial da nossa actividade, neste momento, já seja a manutenção, mas aquilo que ainda não está recuperado, terá que ter um investimento inicial. Portanto, nos próximos três anos, ainda vamos fazer um esforço grande e investir mais 52 milhões de euros na recuperação do património.

Entretanto, a Parques de Sintra viu ser-lhe atribuída a gestão de mais monumentos. Isto traduz um reconhecimento pela qualidade do trabalho que tem sido desenvolvido?
Exactamente, pelo menos, em termos de sustentabilidade, a Parques de Sintra tem, com certeza, feito um bom trabalho. É um trabalho que nos orgulhamos de apresentar e os prémios que temos recebido, que são da mais diversa natureza, são a prova de que a nossa acção tem sido bem-sucedida.

E no futuro, é possível que a Parques de Sintra venha a juntar mais monumentos ao portefólio que já detém?
Sim, é o caso do Convento da Peninha. Já celebrámos os respectivos protocolos e, neste momento, estamos a fazer os projectos de recuperação. Assim que estiverem concluídos, iniciaremos as obras, quer no acesso à Peninha, quer no estacionamento, quer ainda na recuperação da própria igreja da Peninha e das instalações de apoio. O mesmo acontece em relação ao Cabo da Roca, em que assinámos já um protocolo com a Marinha, no sentido de se recuperarem as instalações adjacentes ao Cabo da Roca e também aí vamos ter, ainda este ano, novidades.

Importância do Turismo
O projecto da Parques de Sintra permitiu trazer de volta o Turismo para Sintra, que tinha tido uma forte tradição turística no passado. Esse era também um objectivo, quando se optou pela criação da empresa?

Só o Turismo permitiu a recuperação e assegura a sustentabilidade do património. A Parques de Sintra é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, mas os meios financeiros não provêm do Orçamento do Estado. Temos um compromisso, assumido há alguns anos, no sentido de que a sustentabilidade, recuperação e manutenção do património, quer o natural quer o construído, são alcançadas através das visitas, ou seja, através das receitas criadas pelas visitas, daí o Turismo ser tão importante. Mas temos procurado diversificar as nossas receitas, porque o dinheiro proveniente das entradas é importante, mas também é importante termos outras fontes de receita, como as cafetarias, lojas e o aluguer de espaços. É desse conjunto que conseguimos sobreviver e temos sobrevivido tranquilamente.

Os projectos que a Parques de Sintra está agora a desenvolver vão ser também importantes para aumentar o número de visitantes, que, no ano passado, já subiu 20,65%?
Exactamente. No ano passado, tivemos cerca de 3,2 milhões de visitantes. Temos crescido e assim esperamos continuar, de uma forma diversificada. O Palácio da Pena tem sido o monumento mais visitado do conjunto que nos está atribuído, mas queremos diversificar as visitas, quer com o próprio Parque da Pena, levando as pessoas a visitarem mais o parque – são 100 hectares de jardins magníficos e exemplarmente recuperados – quer com o Chalet da Condessa d’Edla e outras construções que estão recuperadas, quer ainda com o outro conjunto de monumentos que nos está afecto, nomeadamente o Palácio Nacional de Queluz, que tem uma capacidade de crescimento muito grande e está já em fase de recuperação. No Palácio de Queluz, já terminámos a fase de pintura de exteriores e agora estamos a recuperar o Jardim de Malta, que dentro de três ou quatro meses estará completamente recuperado, assim como a Sala dos Embaixadores, que estará concluída também em três ou quatro meses. Em Queluz, fazemos parte de um projecto muito ambicioso, que é o eixo Verde e Azul, com a Câmara Municipal de Sintra, com a Câmara Municipal da Amadora e com a Câmara Municipal de Oeiras, no sentido de recuperarmos uma área de património natural e construído, que existe desde a Serra da Carregueira ate à Cruz Quebrada. Nesse plano, vamos recuperar o terreiro de Queluz, com a construção de uma ponte verde sobre o IC19, que permita o acesso dos visitantes à matinha, uma mata que pertencia ao Palácio, mas que ficou cortada com a construção do IC19. Este ano e nos dois próximos, vamos estar muito comprometidos com esse projecto.

Como referiu, no ano passado, os monumentos da Parques de Sintra receberam 3,2 milhões de visitantes. E para este ano, qual é a expectativa?
O nosso objectivo é continuar a crescer e, para isso, é muito importante que o Turismo continue a crescer também. Queremos proporcionar boas condições aos visitantes, mas para isso é preciso que continue a haver visitantes em Portugal. Fazemos também muita promoção de Sintra e dos monumentos que nos estão afectos pelo mundo fora e é este conjunto harmónico que nos dá esperança de continuarmos a crescer no número de visitantes.

A Parques de Sintra tem vindo ainda a apostar em iniciativas culturais, como a Temporada da Música Erudita ou os Serões Musicais no Palácio da Pena. Qual é a importância destas iniciativas?
Estas iniciativas têm corrido muito bem, têm sido um sucesso e os espectáculos estão continuamente esgotados. Temos um protocolo com uma associação de especialistas em música barroca, que tem sido um parceiro muito importante na organização destas temporadas musicais. Este ano, temos a começar agora a temporada da Pena, em Março, e, depois, seguir-se-á a temporada na vila e a de Queluz. Achamos que a vivência dos monumentos passa também por estes momentos, uma vez que a música fazia parte do dia-a-dia destes monumentos à época e, portanto, incentivamos esses espectáculos para trazer mais visitantes.

Promoção e relação com o trade
Destacou o trabalho de promoção internacional que a Parques de Sintra tem vindo a fazer. É também esse trabalho que tem permitido que os monumentos recebam tantos visitantes internacionais, que no ano passado representaram mais de 80% do total das visitas?
Não nos cansamos de dizer que essa promoção internacional é muito importante para divulgar o nome de Sintra. Quando a referência é Portugal e Lisboa, Sintra já aparece como um destino conhecido, segundo um inquérito que fizemos. Todos os turistas conheciam os pontos importantes e, além da Torre de Belém e do Mosteiro dos Jerónimos, sabiam que há um destino chamado Sintra. Portanto, Sintra já é muito conhecida, mas nós continuamos a divulgar Sintra e a Parques de Sintra por esse mundo fora, seja com a participação em feiras ou outras iniciativas. Entre os nossos turistas, o principal mercado é o francês, que nos últimos dois anos ultrapassou o espanhol, mas o turismo inglês tem crescido também substancialmente, assim como o alemão. Onde se nota um crescimento muito grande é no turismo brasileiro e russo. O mercado chinês também já tem alguma procura, mas no nosso universo ainda tem uma expressão muito pequena.

A Parques de Sintra lançou recentemente um canal de compras para profissionais do Turismo. Porque surgiu esta necessidade e qual é o peso das vendas de bilhetes através das agências de viagens?
Temos uma panóplia muito grande de bilhetes e os sistemas de informação e de bilhética são, para nós, fundamentais. E são tão fundamentais que foi estratégico criar um anel de fibra óptica entre todos os monumentos que estão sob a nossa gestão, o que nos permitiu ter um sistema eficaz de bilhética. Simultaneamente ao crescimento dos sistemas de informação, fomos instituindo outro tipo de vendas, como o sistema de venda de lojas online, que vai estar disponível a curto prazo, bem como esse sistema de venda para as agências, que já está implantado e que é uma consequência deste esforço de estamos a fazer nos sistemas de informação.
O peso das vendas através das agências de viagens ainda é relativamente curto no total, ainda vivemos muito da compra na bilheteira. Temos feito um esforço para promover a aquisição de bilhetes por outras vias, nomeadamente pela internet, mas estas vendas ainda são relativamente escassas.

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Rede Aldeias Históricas de Portugal servem de modelo para projetos em Espanha

Representantes de várias localidades históricas da província de Cáceres, em Espanha, visitaram as Aldeias Históricas de Portugal com vista a compreender o funcionamento e o desenvolvimento desta rede.

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Um grupo de representantes de várias localidades históricas da província de Cáceres (Espanha) visitou as Aldeias Históricas de Portugal, com o objetivo de adquirir conhecimento sobre a sua abordagem de desenvolvimento territorial, de modo a criar uma associação análoga naquele país.

Refira-se que, recentemente, uma comitiva de representantes da província de Badajoz (Espanha), visitou o projeto com objetivo de criar uma rede de 12 conjuntos históricos na província, agora foi a vez da província de Cáceres, que ambiciona criar uma associação naquela região espanhola.

Durante três dias, a comitiva com cerca de 30 pessoas, das várias localidades históricas da província de Cáceres, incluindo o presidente da Província de Cáceres, Carlos Rodriguez, e a deputada de Turismo, Patrícia Vale, visitaram alguns dos melhores exemplos de iniciativa privada das Aldeias Históricas de Portugal, assim como projetos estruturantes de âmbito público (acessibilidade, redes wi-fi, entre outros), que vão servir de modelo para a criação de uma associação de aldeias de Cáceres.

Nunca é demais esquecer que entre montes e vales do interior de Portugal, repletas de lendas e castelos, sabores e tradições, encontram-se 12 históricas: Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso, que se constituíram num só destino turístico, oferecendo ao mercado nacional e internacional, um conjunto de valências que os turistas podem experienciar e vivenciar.

 

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Madeira recebe evento de agentes de viagens de luxo

O evento “Connections Luxury in Madeira” decorre entre 26 a 29 de junho, no Reid’s Palace e vai contar com a participação de até 140 decisores e buyers do segmento de luxo.

Publituris

A Madeira vai ser palco, entre 26 e 29 de junho, o evento “Connections Luxury in Madeira”, iniciativa promovida pela a comunidade privada internacional para decisores de confiança em viagens de luxo Connections e que vai contar com a participação de até 140 decisores e buyers do segmento de luxo, informou a Associação de Promoção da Madeira (APM), em comunicado.

“Designada “Connections Luxury in Madeira”, a iniciativa vai receber até 140 decisores com uma agenda interativa projetada para ligar compradores de alto nível a hotéis excecionais, propriedades boutique, provedores de experiência e empresas de gestão de destinos de todo o mundo”, explica a APM, revelando que o evento vai decorrer no Reid’s Palace, com o patrocínio da  Associação de Promoção da Madeira, do Savoy Palace, do DMC Madeira, do Reid’s Palace e da Quinta Jardins do Lago.

Ao longo dos quatro dias do evento, os participantes “vão ter a oportunidade de integrar reuniões de negócios personalizadas realizadas no formato pioneiro Connections Way – a abordagem da empresa para facilitar relacionamentos comerciais duradouros por meio de experiências memoráveis ​​e partilhadas”.

Além disso, os delegados vão ainda participar noutras atividades, como uma masterclass de Poncha, e terão oportunidade de conhecer o chef Luís Pestana do restaurante, com estrela Michelin, “William” (Reid’s Palace), estando também prevista a realização de um chá da tarde e de uma degustação de vinhos madeirenses, bem como a possibilidade de aprender a trabalhar a técnica do vime com a ajuda de um artesão local.

Além das experiências partilhadas, os convidados também vão participar de uma sessão de liderança, a “ConnecTALKS”, onde vão ser abordadas “as últimas tendências e desafios enfrentados pela indústria de viagens de luxo”, num evento que também vai contar com a participação de António Paraíso, consultor internacional de luxo, que já falou em conferências para Giorgio Armani, Loewe, Porsche, Deloitte, Procter & Gamble e Leica.

“Receber a Connections Luxury é uma oportunidade única de partilhar o que o nosso destino tem para oferecer. Acima de tudo, será um momento para surpreender os participantes neste importante evento, que terão um contato direto com a nossa diversidade, hospitalidade, gastronomia, tradições, com a nossa cultura e história. A Região tem características únicas, uma identidade que destaca uma oferta qualificada a todos os níveis, e que será reforçada com o trabalho que estamos a desenvolver, no corrente ano, relativo à ‘Certificação de Sustentabilidade’ do destino. Esperamos que este evento nos ajude a reposicionar e afirmar a Madeira como destino do segmento de luxo”, considera Eduardo Jesus, secretário Regional de Turismo e da Cultura e Presidente da Associação de Promoção da Madeira.

Já Greg Reeves, diretor administrativo da Connections Luxury, justificou a escolha da Madeira para palco do evento por ser um destino que “transmite uma modesta confiança que é incrivelmente atraente para o viajante de luxo e continua a ser reconhecida como um destino insular líder, cheio de experiências verdadeiramente únicas e influências culturais”.

“Estamos entusiasmados por receber o Connections Luxury na Madeira este verão, dando as boas-vindas aos nossos membros globais para se encontrarem, através de uma agenda única e dinâmica, num cenário espetacular. Estamos em parceria com os melhores da Região, por isso, quem se juntar a nós vai desfrutar de um verdadeiro prazer”, acrescenta.

 

 

 

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WinenRoute vence prémio de melhor empresa de enoturismo 2022

A WinenRoute, DMC dedicada ao enoturismo e criada há um ano, acaba de ser distinguida pelos Prémios Nacionais de Enoturismo APENO/Ageas Seguros 2022.

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Ao longo de um mês, cerca de 250 jurados entre jornalistas, entidades oficiais, chefes de cozinha, sommeliers e especialistas do setor, puderam votar entre mais de 80 candidaturas e distinguir as melhores empresas, as suas práticas e os melhores projetos de Enoturismo em Portugal, em 10 categorias.

Na sua 1ª edição, esta iniciativa da Associação Portuguesa de Enoturismo visa estimular o setor no caminho da qualidade e da promoção, ferramentas a explorar para que os projetos ganhem visibilidade, reconhecimento e atratividade nos mercados.

A WinenRoute, garantem em nota de imprensa, “tem vindo a desenvolver serviços que se distinguem pela sua qualidade, diferenciação e integração com o território. No momento em que Portugal vem sendo eleito como um dos melhores destinos de Enoturismo do mundo, esta dmc (destination management company) inteiramente dedicada ao Enoturismo, vem conquistando os mercados nacional e internacional com um serviço exclusivo e personalizado”.

“Um dos propósitos basilares da WinenRoute é passar uma imagem de solidez e confiança no desenho de programas pensados, em detalhe, para cada cliente”, afirma Olga Cardoso, diretora da empresa citada no comunicado, para acrescentar que, brevemente, “o nosso trabalho de crafted experiences será alargado a novas valências, seguindo um percurso ascendente e com vista a contribuir para um posicionamento de excelência do enoturismo português.”

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Turismo de Lisboa aumenta promoção e investe 6,1M€ em conjunto com privados

A ATL e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros em cinco programas de promoção para este ano, montante que representa um crescimento face ao período pré-pandemia.

Inês de Matos

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL) e as empresas associadas vão investir mais de 6,1 milhões de euros na promoção turística da capital com a expetativa de que seja possível retomar, este ano, cerca de 85% dos níveis turísticos de 2019, segundo Vitor Costa, diretor-geral da ATL.

“A expetativa é que possamos chegar ao fim deste ano com cerca de 85% dos níveis de 2019. Para já, a expetativa é otimista, conseguimos que viessem clientes, a hotelaria consegue ter boas taxas de ocupação e não se confirmou o receio de que houvesse uma degradação dos preços da hotelaria. Por isso, estamos otimistas mas também temos de ser realistas”, afirmou o responsável, durante a apresentação, esta quinta-feira, 23 de junho, dos programas de promoção para este ano.

Segundo Vitor Costa, a verba destinada a estes programas de promoção – cinco no total, incluindo os planos de comercialização e vendas das empresas nos mercados externos, plano de comercialização e vendas do mercado interno, apoio à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais, e outras ações organizadas diretamente pela ATL – traz “alguma atualização” face ao investimento em promoção dos últimos anos, inclusive face a 2019.

“Há um reforço de uma candidatura ao Fundo de Desenvolvimento Turístico. Agora, não consigo dar exatamente a comparação, mas há um aumento, há um reforço da promoção”, afirmou Vitor Costa, revelando que, no caso dos planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, a verba de cerca de três milhões de euros que está orçamentada “é muito superior a 2020 e 2021, em que não houve essa intervenção, e também é superior em relação a 2019”.

A verba de 6,1 milhões de euros é financiada pela própria ATL e pelas empresas associadas, sendo que, deste montante, cerca de três milhões de euros são para planos de comercialização e vendas das empresas no mercados externos, que contam já com a participação de 101 empresas, onde se inclui a participação em feiras internacionais e o lançamento de campanhas de promoção e vendas.

Já o plano de comercialização e vendas do mercado interno tem um financiamento de 392 milhões de euros e é dedicado ao polos turísticos a potenciar na capital e que estão definidos no plano estratégico da ATL, assim como de outros produtos transversais, contando já com a participação de 18 empresas, num total de 14 candidaturas aprovadas.

No que diz respeito à captação de congressos, eventos corporativos e eventos associativos, o montante disponível para promoção é de 510 mil euros e visa apoiar o aluguer de salas, espaços e venues para reuniões e congressos, registando-se 78 candidaturas aprovadas.

O programa de internacionalização de festivais e outros eventos culturais conta ainda com uma verba de 250 mil euros, neste caso, explicou Vitor Costa, para apoiar a captação de turistas internacionais para eventos e festivais como o Rock in Rio, NOS Alive, Kalorama e Jazz em Agosto.

Por último, há ainda cerca de dois milhões de euros para investir em ações diretamente organizadas pela ATL e onde se incluem eventos como feiras internacionais, workshops e webinares internacionais, roadshows, materiais promocionais e ainda na dinamização do portal visitlisboa.com.

“Em termos de promoção, estes programas são bastante eficazes porque estamos a trabalhar diretamente para as empresas e, consequentemente, para o destino”, considerou ainda Vitor Costa, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para este ano.

Presente na apresentação esteve também o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que é também o presidente da Direção da ATL, que afirmou a importância do turismo para a capital portuguesa.

“O Turismo é central para a nossa cidade e é central como prioridade para a Câmara Municipal de Lisboa e para todos aqui presentes, público e privado. Só todos juntos é que conseguiremos ter, realmente, o turismo que queremos”, afirmou Carlos Moedas.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que o turismo deve contribuir para os lisboetas e para atrair talento para a cidade, motivo pelo qual a promoção deve ser “sólida e consistente” que aquilo que se quer que venha a ser o turismo na capital.

 

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Moedas preocupado com “efeito devastador” que filas no aeroporto de Lisboa podem ter no turismo

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa considera que as longas filas no aeroporto de Lisboa dão uma “má impressão” aos turistas que visitam a capital, o que pode ter “um efeito devastador” no turismo em Lisboa.

Inês de Matos

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, alertou esta quinta-feira, 23 de junho, para o “efeito devastador” que as filas no aeroporto de Lisboa podem vir a ter no turismo e instou o governo a resolver “de uma vez por todas” a situação que se vive na infraestrutura.

“Se não resolvermos esta situação, todas estas apresentações, toda a promoção e conteúdos, quando as pessoas têm uma má impressão, isso tem um efeito devastador”, afirmou o autarca, durante a apresentação dos programas de promoção do Turismo de Lisboa para 2022.

De acordo com Carlos Moedas, “Lisboa está cada vez mais na moda”, como provam os recentes rakings que têm vindo a apontar a capital portuguesa como um dos melhores destinos para visitar, mas tudo pode ir por água abaixo devido à “má imagem” com que os passageiros ficam quando têm de esperar horas para sair do aeroporto.

“Temos aqui uma oportunidade única nos próximos tempos, Lisboa está cada vez mais na moda, vemos isso pelos ranking internacionais e agora não podemos desalavancar e, por isso, não podemos, de uma vez por todas, dar esta má imagem que está a acontecer no aeroporto de Lisboa, em que aqueles que chegam de fora da Europa ficam à espera durante horas”, acrescentou.

Carlos Moedas diz, contudo, saber que o Governo está a “trabalhar para resolver a situação”, mas pede rapidez, sob pena da situação no aeroporto se tornar comprometedora do trabalho que a autarquia, Turismo de Lisboa e empresas associadas têm vindo a fazer.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa não quis, no entanto, comentar as palavras do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que recentemente reconheceu que o aeroporto de Lisboa poderá vir a ter de recusar voos já no próximo ano, e passou a palavra a José Luís Arnaut, presidente-adjunto da Associação de Turismo de Lisboa, que apesar de reconhecer as limitações do aeroporto, defendeu que a infraestrutura ainda tem capacidade de crescimento, mesmo com as perturbações que têm existido.

“Acreditamos que Lisboa teria capacidade de crescer dentro das limitações objetivas que o aeroporto Humberto Delgado tem. Vamos ver como é que as coisas vão funcionar, o governo tem as suas ideias”, afirmou, considerando que, por enquanto, “é extemporâneo” tecer outras considerações sobre os problemas a que o aeroporto de Lisboa tem assistido.

José Luís Arnaut lembrou, contudo, que os problemas aeroportuários não são exclusivos de Portugal e que também grandes aeroportos na Europa, como o “de Amesterdão, Gatwick, Bruxelas e outros franceses”, têm vindo a sentir perturbações, em virtude dos “condicionamentos que resultam de toda a gestão do espaço aéreo europeu”.

“Os números do turismo são, de mês a mês, bastante positivos, vamos ver como vai continuar porque há contingências internacionais também, há um conjunto de limitações que podemos sofrer”, afirmou ainda o presidente-adjunto da ATL.

 

 

 

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Turismo Religioso e Fátima têm os olhos postos na Jornada Mundial da Juventude 2023 em Lisboa

Sem avançar números de potenciais participantes de jovens de todo o mundo, católicos ou anão, a Jornada Mundial da Juventude, que terá lugar em 2023 em Lisboa, e a “quase” certeza da visita do Papa Francisco a Fátima “antes”, ou “durante”, ou depois do evento, são vistos com entusiasmo.

O Bispo D. Américo Aguiar, presidente da Fundação Jornada Mundial da Juventude apresentou, na Conferência dos X Workshops Internacionais de Turismo Religioso, que decorre até esta sexta-feira em Fátima alguns pormenores sobre este evento, que decorrerá, em 2023, em Lisboa.

O hoteleiro Alexandre Marto Pereira fala em acima de 1,5 milhões de participantes, com impacto nacional e ibérico. O Reitor do Santuário de Fátima diz que é “uma oportunidade única” para o turismo religioso e para Fátima, uma vez que os que visitarem o local nessa ocasião, sentirão “o desejo de regressar a Fátima”, em outras ocasiões.

Se o Bispo D. Américo Aguiar, não se compromete com números de participantes, até porque as inscrições só abrem no final do verão deste ano, mas sempre dizendo que se espera que será o de maior dimensão realizado no país, deixa alguns recados ao setor do turismo.

A maioria, revelou, ficará alojada em Lisboa, Setúbal e Santarém, mas acredita que deverão espalhar-se um pouco por todo o país, em prés e pós tours, pela Península ibérica, e até por outros países europeus, pensando-se dos que chegam de “mercados mais improváveis”, ou seja, dos mais longínquos.

Uma boa oportunidade para todas as agências de viagens portuguesas e as DMC, uma vez que a organização da Jornada Mundial da Juventude, não celebrou nenhum contrato específico com estes profissionais e nem criou agências de viagens oficiais. Portanto, disse, “esses profissionais têm toda a abertura para fazer os seus negócios e organizar os seus grupos”.

As notícias não serão tão boas para a hotelaria tradicional, segundo o responsável, uma vez que grande parte utilizará casas de familiares, retiros, escolas ou pavilhões durante a jornada e estada no país. O que apela aos municípios é que proporcionem experiências únicas a estes jovens, futuros turistas para Portugal.

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Governo destaca potencial do Turismo Inclusivo que “pode trazer muito retorno e crescimento económico ao país”.

Para a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, Portugal está a desperdiçar um mercado com grande potencial, até porque, na Europa, há 127 milhões de pessoas com incapacidades mas que viajam anualmente. 

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A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, considerou esta quinta-feira, 23 de junho, que o turismo inclusivo “pode trazer muito retorno e crescimento económico ao país”, pelo que o grande desafio está em fazer com que os empresários percebam o potencial deste segmento.

De acordo com a Lusa, que cita as palavras da governante no encerramento da conferência “Região de Coimbra: Destino Acessível”, na Lousã, Ana Sofia Antunes salientou que Portugal não pode “desperdiçar” este mercado.

“Estas pessoas não viajam sozinhas, só para se ter ideia do mercado que estamos a desperdiçar”, disse Ana Sofia Antunes, realçando que este segmento é aquele “que viaja mais, por mais tempo, tem mais condições económicas para gastar dinheiro e que volta e é mais fiel quando é bem tratado”.

A secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência lembrou ainda vários estudos que mostram que, na Europa, existem 127 milhões de pessoas com deficiências e incapacidades mas que anualmente viajam.

Ana Sofia Antunes lembrou também que o turismo inclusivo não se destina apenas a “pessoas em cadeira de rodas”, uma vez que este é um mercado que não se limita apenas às pessoas com deficiência, mas também aos que têm “incapacidades resultantes da idade, que vão querer viver mais com qualidade de vida”.

“O turismo é um setor que gera receitas e precisa de perceber que parte desse resultado deve ser investido na criação de condições de inclusão, porque isso é valor e vai trazer um retorno muito maior”, acrescentou a governante, lamentando, no entanto, que as acessibilidades físicas sejam “as mais difíceis de ver plenamente cumpridas e implementadas, porque são as mais caras”, ainda que já tenha sido possível “mobilizar muito dinheiro para isto”.

Ana Sofia Antunes recordou que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) mobilizou para cessibilidades físicas 50 milhões de euros e anunciou que estão abertas candidaturas para intervenções em habitações de pessoas com deficiência, sejam casa própria ou arrendadas, que permitam eliminar barreiras e permitam criar condições de fruição.

Na conferência que contou com a presença da governante, foram dados a conhecer os investimentos já realizados na região de Coimbra com vista à melhoria das acessibilidade e a tornar o destino mais inclusivo, com destaque para as ações do AccessTUR – Centro de Portugal, um projeto de promoção do turismo acessível e inclusão social, promovido pela Accessible Portugal, com o apoio da Turismo do Centro e das sete comunidades intermunicipais da região Centro.

A Lusa lembra, contudo, que, na área da CIM Região de Coimbra e a nível nacional, o município da Lousã é dos mais avançados no turismo acessível, com um caminho nesta área percorrido desde 2011, ao longo do qual foi criada uma provedoria municipal para as pessoas com incapacidade, um selo de turismo acessível e apostado em projetos turísticos acessíveis.

 

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Feira Internacional do Artesanato regressa à FIL entre 25 de junho e 3 de julho

A FIA 2022 – Feira Internacional do Artesanato arranca no próximo sábado, 25 de junho, trazendo até à FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, artesanato de mais de 30 países, num certame que decorre até 3 de julho.

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A FIA 2022 – Feira Internacional do Artesanato arranca no próximo sábado, 25 de junho, trazendo até à FIL, no Parque das Nações, em Lisboa, artesanato de mais de 30 países, num certame que decorre até 3 de julho.

De acordo com a organização, nesta edição, a FIA vai ocupar três dos quatro pavilhões da FIL, sendo que no Pavilhão 1 vai estar representado o artesanato nacional, enquanto o Pavilhão 2 recebe os artesãos internacionais das mais diversas latitudes e o Pavilhão 3 será dedicado à restauração, com sabores típicos de todas as regiões do país.

Entre os destaques da feira, encontra-se o maior vestido de cortiça do mundo, uma pérola do artesanato, que tem uma extensão total de 17 metros e que vai estar em exposição no Pavilhão 1 da FIL.

Destaque merecem também as diferentes atividades incluídas no programa da FIA 2022, como workshops, conferências e trabalhos ao vivo, a exemplo da conferência sobre eco design e sustentabilidade aplicados ao calçado, que tem lugar a 27 de junho, pelas 15h30, com a participação da marca Marita Moreno.

Mas também há um vasto programa de workshops, seja sobre a renda de frioleira, que vai estar em destaque a 25 de junho, pelas 17h00, enquanto no dia 28 será a vez dos bordados das Caldas motivarem um workshop pelas 17h00 e os lenços de namorados do Minho outro, pelas 20h00. Além destes, há ainda um workshop sobre joalharia em cerâmica, ministrado por Carolina Andrade, no dia 1 de junho.

Presente no certame vai estar ainda a A.CERTIFICA, o único organismo em Portugal continental que certifica produções tradicionais artesanais e que vai levar até à FIL trabalhos ao vivo com filigrana portuguesa (25 e 27 de junho) e renda de bilros (28 de junho 3 de julho), estando ainda previstos vários momentos dedicados à promoção da certificação com nomes como o chef Hernâni Ermida e o apresentador Júlio Isidro.

Além das iniciativas relacionadas com o artesanato, a FIA 2022 vai também contar com uma vasta oferta gastronómica, com a participação de restaurantes regionais do Alentejo e do Norte de Portugal, assim como com uma zona tasquinhas regionais.

Este ano, a novidade é mesmo a área de vinhos, que vai contar com 10 produtores nacionais de nove regiões, concretamente Algarve, Alentejo, Bairrada, Beira Interior, Dão, Douro, Lisboa, Região dos Vinhos Verdes e Trás-os-Montes.

O pavilhão da restauração vai ter entrada gratuita entre as 12h30 e as 14h30, enquanto a entrada na feira tem um preço de oito euros, existindo também packs de três ou quatro bilhetes, cujos preços são de 18 e 20 euros, respetivamente.

O programa completo da FIA 2022 pode ser consultado online aqui.

 

 

 

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Beja reafirma que aeroporto é “uma excelente e útil alternativa” a Lisboa e Faro

Assembleia Municipal de Beja aprovou terça-feira, 21 de junho, uma moção em que defende que o aeroporto da cidade pode e deve ser utilizado, “em caso de necessidade e de sobrelotação” dos aeroportos de Lisboa e Faro.

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A Assembleia Municipal de Beja aprovou terça-feira, 21 de junho, uma moção em que defende que o aeroporto da cidade é “uma excelente e útil alternativa” aos aeroportos de Lisboa e Faro, “em caso de necessidade e de sobrelotação”, avança a Lusa.

De acordo com uma nota enviada à Lusa, a moção, que foi aprovada por unanimidade pelos eleitos das várias forças políticas, na mais recente reunião da Assembleia Municipal (AM) de Beja, lembra que “o Aeroporto de Beja encontra-se certificado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil e é um dos quatro aeroportos portugueses que podem receber voos internacionais”, tanto de passageiros como de carga.

Por isso, defende a AM de Beja, “é urgente” rentabilizar esta infraestrutura aeroportuária, através do empreendimento do Alqueva, do Porto de Sines, do turismo, das fábricas de componentes aeronáuticos que a Embraer possuía em Évora e que, agora, são da espanhola Aernnova.

“Com vontade política de aposta nesta infraestrutura aeroportuária, seria até possível criar aqui uma Zona Franca com características fiscais especiais, onde se praticassem taxas alfandegárias reduzidas”, lê-se na nota enviada à Lusa.

Apesar de admitir que o aeroporto de Beja “dificilmente conseguirá ser um aeroporto complementar ao de Lisboa”, a AM de Beja considera que esta infraestrutura “pode ser, em caso de necessidade e de sobrelotação dos aeroportos de Lisboa e de Faro, uma excelente e útil alternativa”.

“A ação política local, nomeadamente através da Câmara Municipal de Beja, deve lutar e contribuir para a utilização regular do aeroporto”, sustenta a moção, onde se considera ainda que, devido ao potencial económico, o Alentejo “precisa do aeroporto como polo de desenvolvimento e valorização da região, pois, este possui espaço suficiente para uma plataforma logística de carga aérea, tendo um elevado potencial como zona industrial”.

A AM de Beja reclama também um maior investimento público, de forma a melhorar as acessibilidades, modernizar a ferrovia e a rodovia, assim como outros equipamentos e infraestruturas, de forma a fixar população e combater o isolamento.

“É importante que se aproveitem, desde já, os fundos estruturais estratégicos que Portugal vai receber”, acrescenta a nota da AM de Beja.

O documento vai agora ser enviado ao Presidente da República, ao primeiro-ministro e ao ministro do Planeamento e das Infraestruturas.

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Revive lança novo concurso para concessão de imóvel histórico em Pinhel

A “Casa Grande” de Pinhel é o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa e vai ser concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57.

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O Programa Revive vai lançar um novo concurso para concessão de uma casa nobre em Pinhel com vista à sua recuperação e utilização para fins turísticos, naquele que será o 27.º imóvel colocado a concurso no âmbito deste programa.

“O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 5.869,57”, adianta o Ministério da Economia e do Mar, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 22 de junho, onde explica que este é um dos 16 imóveis integrados na segunda fase do programa REVIVE.

Este imóvel histórico, localizado junto à muralha de Pinhel, é conhecido como “Casa Grande” e pertenceu à família Antas e Menezes, que na época detinha a alcaidaria-mor da vila, também sido ocupado pelas tropas francesas, durante as Invasões Francesas.

Mais tarde, já no século XX, a Casa dos Condes de Pinhel tornou-se sede do Grémio da Lavoura e nos anos 1973-1974 a cooperativa agrícola cedeu o espaço à Câmara Municipal de Pinhel, altura em que o imóvel foi alvo de algumas obras de restauração, tornando-se na sede da autarquia. Atualmente, encontra-se desocupado e sem qualquer utilização.

Os interessados na concessão do imóvel têm um prazo de 120 dias para apresentação de propostas, sendo que, além da recuperação do imóvel, as propostas devem também promover a sua valorização turística, de forma a atrair turistas e gerar novas dinâmicas para a região.

Recorde-se que o Programa Revive foi lançado em 2016, com um lote inicial de 33 imóveis, tendo, em 2019, sido integrados mais 16 imóveis e, já em 2021, foram incluídos três novos imóveis de um terceiro lote que será anunciado até ao final do ano corrente. O programa integra, atualmente, um total de 52 imóveis, 23 deles situados em territórios de baixa densidade.

Até ao momento, já foi adjudicada a concessão de 19 destes imóveis, representando mais de 142,5 milhões de euros de investimento privado na recuperação de património público e rendas anuais a rondar os 2,5 milhões de euros.

 

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