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Bolsa de Empregabilidade 2018 já tem 10 mil ofertas

A Bolsa de Empregabilidade é um evento que decorre na BTL, nos dias 2 e 3 de Março.

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A 15 dias da realização do BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, a Associação Fórum Turismo revela o crescimento da terceira edição da Bolsa de Empregabilidade, que conta já com mais de 10 000 ofertas de emprego entre as mais de 60 empresas recrutadoras.
A Bolsa de Empregabilidade é um evento que decorre na BTL, nos dias 2 e 3 de Março com o propósito de aproximar ’employers and employees’, trabalhando numa aproximação natural
entre o que são as necessidades de contratação e as motivações de quem quer ser contratado.
Segundo António Marto, um dos membros da organização do evento, “este é notoriamente um ano que todas as empresas estão a mudar o mindset relativamente à importância dos recursos humanos para o sucesso do sector do Turismo”. Afirma ainda que “não temos ainda o número de todos as vagas recolhidas das empresas, mas acreditamos que iremos chegar às 15 000 ofertas de emprego até ao dia de abertura do evento ao público”.
Na Bolsa de Empregabilidade vão estar presentes empresas de várias áreas do sector. Dentro da restauração podem encontrar nomes como Grupo José Avillez; TimeOut Market; Grupo Multifood; Portugália e Palácio Chiado. Dentro da hotelaria podem encontrar unidades como: Pestana Hotel Group; Hotéis Vila Galé; Pine Cliffs Resort; Sana Hotels; Grupo Marriott; Sonae Capital; Grupo Visabeira; Luna Hotels & Resorts; DHM – Discovery Hotel Management; Dom Pedro Hotels entre muitas outras. Existe ainda empresas de cruzeiros, animação turística,
agências de viagens e ainda empresas internacionais.

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Créditos: Gonçalo Português | Cortesia AHRESP

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Rita Marques: “Para continuarmos a crescer em valor temos de pagar melhor”

Na sessão plenária do último dia do Congresso da AHRESP deste sábado, 15 de outubro, a Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços referiu-se à questão da captação de mão-de-obra no setor, desde a retenção de jovens nacionais à captação de trabalhadores internacionais.

A sessão, em formato entrevista, ficou a cargo das jornalistas Rosália Amorim, do Diário de Notícias, e de Rosário Lira, da RTP, da qual damos conta em duas peças distintas.

Uma das queixas dos trabalhadores são os salários no setor e as muitas horas extra. Acredita mesmo que o setor vai ter capacidade de comportar o aumento dos 5,1% dos salários?

Isso já está a acontecer. Os próprios dados do INE já dão conta que o setor do turismo neste momento já está a pagar mais do que pagava. Neste momento temos em falta cerca de 35 a 50 mil trabalhadores do setor. Temos naturalmente de ter mais mecanismos de atração para que todos aqueles que não trabalham [na área] possam sentir-se incentivados a entrar para o setor.

Quando olha para o setor do turismo, vai realmente ter impacto esta subida no setor a nível das primeiras linhas de entrada? Como vê esse impacto a nível da sustentabilidade do negócio?

Vai ter um impacto relevante. Naturalmente o setor do turismo vai ser diretamente impactado, porque temos uma franja muito grande dos nossos trabalhadores a ganhar o ordenado mínimo. Penso que é um impacto que teremos mais tarde ou mais cedo que enfrentar, porque para continuarmos a crescer em valor temos de pagar melhor. Em média cada turista despende em Portugal cerca de 1035 euros. Somos neste momento o destino europeu em que o turista mais gasta. Para quem vem a Portugal e tem este dinheiro para dispensar, esperam ver um serviço de qualidade, e para termos trabalhadores capacitados têm que auferir mais do que atualmente.

A verdade é que mais do que a questão dos salários o que mais temos ouvido é a falta de mão-de-obra. Porque é que não se está a conseguir reter essas pessoas e o que se pode fazer antes de começar a buscar pessoas fora?

Desde logo temos um problema demográfico na Europa. O talento é um ativo que está a rarear, não só no setor do turismo, mas em outros setores. Temos naturalmente esta proximidade com países de língua portuguesa e estamos a fazer esforços nos acordos da mobilidade no quadro da CPLP. Somos menos a trabalhar no setor e para aumentar a produtividade provavelmente vamos ter de fazer mais com menos e capacitar os que estão cá.

Mas e em relação aos jovens que estão a terminar a suas formações?

Esses jovens têm uma taxa de empregabilidade altíssima.

Mas estão a ser absorvidos pelo mercado ou estão a ir embora?

Muitos deles estão a ser absorvidos pelo mercado, mas também depende do seguinte: os jovens querem de facto ter uma vida lá fora e é natural que possam e queiram ir lá para fora. Grande parte deles ao fim de alguns anos querem regressar, e esses também têm de suscitar especial preocupação. Se querem regressar e as carreiras em Portugal não conseguem absorver esses recursos, também se torna problemático.

Não há também por parte desses jovens uma desilusão quando chegam ao setor?

Não encontro de todo esse sentimento. O que encontro muitas vezes são jovens que têm muita garra e querem ingressar no mercado de trabalho. Por outro lado, também, jovens empreendedores que querem ser empreendedores e montar o seu negócio.

Há agora também o desafio da alteração da lei dos vistos. Acredita que em 2023 o problema da mão-de-obra resolve-se por aí? Será esta realmente uma solução, ou seria preferível cuidar dos que estão cá?

Não se trata de um ou outro. Não será assim nas nossas vidas, nas nossas empresas, na política. É um e outro. Não se trata de condições disjuntas, mas condições conjuntas, cumulativas, que devem ser tratadas em paralelo. Não se trata de duas agendas, trata-se de uma agenda que terá uma e outra frente.

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Lisboa acolhe Feira de emprego marítimo

O evento contará com a presença de 12 empresas de cruzeiros e superiates e de cinco organizações de ensino e formação marítima.

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Lisboa acolhe, no próximo dia 20 de outubro, a sétima edição da Feira de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio (TNN), evento, organizado pela APORMAR, tem como objetivo promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas.

Para o efeito, o evento contará com a presença de 12 empresas de cruzeiros e superiates e de cinco organizações de ensino e formação marítima, provenientes de vários países, esperando a organização cerca de 2.000 visitantes que poderá analisar centenas de vagas de trabalho, a bordo de 219 navios operados pelas companhias presentes no evento.

Viking Cruises, Seabourn, Disney Cruise Line, OneSpaWorld, Costa Crociere, MSC Cruises, Uniworld, Mystic Invest, PeopleConquest, Amplia Talents, Holland America Line, For-Mar, Learnmarine, MaritimeMT, Instituto Portuário Marítimo e Bluewater Yachting, são algumas das entidades que vão marcar presença no evento.

No domínio do ensino e formação marítima, o evento conta com a presença do FOR-MAR (Portugal), da Learnmarine (EUA), da MaritimeMT (Malta), e do Instituto Portuário Marítimo (Angola).

A Feira de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio realiza-se na área de eventos do hotel Olissippo Oriente, oferecendo três espaços independentes, com atividades e objetivos diferenciados.

As empresas presentes irão apresentar a sua missão, atividade e as suas ofertas de trabalho. No mesmo espaço serão realizadas palestras, dedicadas ao desenvolvimento pessoal e ao esclarecimento das diferentes carreiras marítimas.

Na área de carreiras, estarão presentes várias instituições de ensino e formação marítima, em stands de exposição independentes, apresentando as suas soluções e esclarecendo os visitantes.

Na área da feira de emprego, as companhias irão receber candidaturas e realizar entrevistas, aos potenciais interessados em alcançar um contrato de trabalho a bordo.

As companhias de navios e de recrutamento pretendem receber candidaturas presenciais no evento, estando aberta a contratação para todos os departamentos a bordo de navios de cruzeiros: hotel; convés; e máquina.

Entre as posições procuradas, destacam-se todas as funções em alimentação e bebidas, cozinha, camareiros, receção, gestão hoteleira, turismo, animação, serviços a clientes, tecnologias de informação, desporto, estética, acupuntura, medicina chinesa, som e imagem, e oficiais e marítimos de convés e de máquinas.

Existem também oportunidades de contratação para trabalho a bordo de superiates, nomeadamente para engenheiros, tripulação de cozinha, interior e convés, de juniores a chefes de departamentos, bem como fitness e estética.

A Feira de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio tem entrada gratuita, condicionada a registo prévio online. A participação é recomendada a estudantes e profissionais das áreas de restauração, hotelaria, turismo, lojas, saúde, beleza, desporto, animação, audiovisual, segurança, entretenimento, ambiente, ar condicionado, manutenção hoteleira, convés, engenharia, máquinas, eletricidade, entre muitas outras áreas.

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Glion Institute of Higher Education nomeia novos profissionais

A escola de hospitalidade e gestão de luxo com campus na Suíça e em Londres passa a contar com novos docentes no início deste ano letivo.

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O Glion Institute of Higher Education, uma escola especializada em hospitalidade e gestão de luxo com campus na Suíça e Londres, anunciou novas nomeações de docentes no início do ano académico 2022/23.

Nesse sentido, Mariam Megally é agora a nova diretora do programa da Glion’s Master’s in Hospitality, Entrepreneurship and Innovation. Sediada na Suíça, Mariam traz para o mestrado “uma vasta experiência empresarial internacional centrada nas competências empresariais”, como indicado em comunicado. Iniciou a carreira como consultora na McKinsey & Co antes de entrar no setor empresarial de alimentos e bebidas na Starbucks e Nestlé, um percurso que culminou com as funções de diretora de Inovação Estratégica Global da Starbucks para a Nestlé.

Desde 2012, Mariam tem trabalhado como professora de Estratégia para o MBA Executivo na Solvay Brussels School, no Vietname. É também juíza e mentora do acelerador Global Mass Challenge, onde fornece mentoria para as empresas em fase de arranque em matéria de alimentação e sustentabilidade.

A partir de 1 de outubro, a equipa da Glion passou também a contar com Eleonora Cattaneo como diretora no Master’s in Luxury Management and Guest Experience. Anteriormente, a profissional lecionava a cadeira de Building Brand Equity no mesmo mestrado. Com um doutoramento em Marketing pela Universidade de Pavia em Itália, um MBA pela SDA Bocconi, e um BA pela Universidade de Bristol, Eleonora Cattaneo centra a sua investigação em rebranding, marca de património e comportamento de compra sustentável no campo do luxo.

Antes de entrar na Glion, esta profissional foi diretora de educação executiva na Swiss Education Group. Foi também chefe de programa do mestrado em Gestão de Marcas de Luxo na Regent’s University e membro do corpo docente da SDA Bocconi em Milão, onde concebeu e dirigiu programas de educação executiva e MBA.

Novos cargos de direção estendem-se à Glion Londres

Entretanto, Debra Adams assume o cargo de diretora do programa Master’s in Real Estate, Finance and Development, com sede no campus da Glion em Londres.

Anteriormente, ocupou cargos em várias escolas de hotelaria no Reino Unido e na Suíça, sendo especialista em formações de finanças hoteleiras dirigidas a profissionais de finanças e chefes de departamento operacionais em hotéis, restaurantes e instalações de lazer. Debra é também administradora e membro do Conselho Nacional de Supervisão do Instituto de Hotelaria e Restauração.

Por fim, Nicholas Northam também se junta à Glion London para lecionar a cadeira de Global Real Estate Markets no mestrado em Imobiliário, Finanças e Desenvolvimento. Durante a sua carreira de 40 anos no ramo da hotelaria, Nicholas foi diretor-geral de vários hotéis Marriott e foi diretor de operações da Marriott no Reino Unido. Além disso, passou mais de uma década na gestão de ativos, mais recentemente como vice-presidente executivo da Interstate Hotels and Resorts, a maior empresa de gestão da Europa e o braço internacional da Aimbridge Hospitality.

“Cada uma destas nomeações é estrategicamente significativa para a Glion ao iniciarmos o novo ano académico”, afirma em comunicado Michel Philippart, diretor-executivo do Glion Institute of Higher Education.

“Tenho o prazer de receber [estes profissionais] em apoio ao crescente interesse pelos nossos mestrados, não só em hospitalidade, mas também em campos adjacentes, tais como o imobiliário, experiência de hóspedes de luxo, e empreendedorismo, que constituem agora quase metade dos percursos de carreira prosseguidos pelos nossos estudantes”, termina.

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Formação e desafios na área dos recursos humanos estiveram em análise no “Be Our Guest”

A formação e os desafios na área dos recursos humanos estiveram em analise na última edição do “Be Our Guest”, iniciativa promovida pela ADHP, que teve como convidado, António Marto, presidente da Associação Fórum Turismo.

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Sob o mote “Check-in às novas gerações”, a conversa incidiu sobre alguns dos temas mais importantes no atual contexto da hospitalidade nacional, como a formação e os desafios na área dos recursos humanos.

Sobre a dificuldade que a hotelaria sente em contratar profissionais numa altura em que o número de pessoas formadas na área tem aumentado, António Marto considerou que a “alta qualidade formativa” leva outros setores a procurarem os profissionais da área da hospitalidade, desde empresas com atendimento ao cliente a multinacionais”.

O presidente do Fórum Turismo recordou também os efeitos da pandemia e a necessidade de o setor estar alinhado com as expectativas dos profissionais. “A pandemia afastou algumas pessoas que trabalhavam no turismo, que ficaram proibidas de exercer a sua atividade e que encontraram oportunidades noutros setores”, considerou, para destacar que a captação de profissionais para o setor, tema que tem sido discutido principalmente nos últimos tempos, em todos os fóruns do turismo, passa por tornar a área mais atrativa através de aspetos como o “reconhecimento, o ir ao encontro da expectativa de crescimento dentro da empresa por parte de um jovem, o horário flexível, o sentir-se parte de uma equipa”.

António Marto deixou, ainda, algumas recomendações para jovens profissionais do setor do turismo. Alertando para o “erro” do “imediatismo” na evolução das carreiras, o responsável aconselhou os jovens a definirem uma “estratégia de construção de carreira que poderá passar pelos mais diversos patamares, desde fazer trabalho voluntário e fazer trabalho não remunerado”, que não deve ser encarado como “apenas uma etapa a cumprir no percurso académico”, mas como o momento que antecede a profissionalização dos estudantes.

A relação entre a academia e o mercado de trabalho foi também tópico de discussão, com o presidente do Fórum Turismo a defender a necessidade de um maior alinhamento. “As instituições de ensino, por exigência de alguns critérios de avaliação, tornam-se muito rígidas na adaptação àquilo que são as necessidades [das empresas]”, mencionou António Marto. “É uma oportunidade para outas entidades formadoras poderem entrar. Se não tivermos um acompanhamento daquilo que são as exigências das empresas por aquilo que são as soluções apresentadas pelos centros de formação, deparamo-nos com um gap”.

O projeto “Be Our Guest”, organizada pela ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, promove conversas informais com diretores de hotéis de referência sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor do turismo. As conversas decorrem sempre nas últimas segundas-feiras de cada mês, às 19horas.

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Turismo de Portugal associa-se a Campus “NOVA Cairo” no Egito para promover o país

Através do acordo, o TdP irá desenvolver ações de acolhimento dos alunos nas Escolas do Turismo de Portugal, proporcionando atividades de imersão cultural em Portugal, bem como apoio ao recrutamento de docentes para o módulo “Portuguese Culture”.

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O Turismo de Portugal e a Universidade Nova de Lisboa (UNL) uniram esforços e celebraram um protocolo de cooperação com objetivo de promover Portugal e a cultura portuguesa, no Campus “NOVA Cairo”, cujo ano pré-universitário entra agora em pleno funcionamento com cerca de 50 alunos.

Através do acordo estabelecido, e formalmente assinado no Cairo, o instituto irá desenvolver ações de acolhimento dos alunos em território português, nomeadamente cursos de verão nas Escolas do Turismo de Portugal que, no âmbito do ano pré-universitário da NOVA Cairo, proporcionarão atividades de imersão cultural em Portugal.

De igual modo, providenciará apoio ao recrutamento de docentes para o módulo “Portuguese Culture”, bem como ao desenvolvimento de atividades de ligação a Portugal e à cultura portuguesa, nomeadamente eventos culturais e gastronómicos, semanas de Carreer Development, estágios para realizar em Portugal, intercâmbios de alunos, participação em atividades de inovação e empreendedorismo, entre outras.

O Instituto Público refere, em comunicado, que indo de encontro às atribuições do Turismo de Portugal no âmbito da promoção externa de Portugal bem como da internacionalização da formação providenciada pela sua rede de Escolas de Hotelaria e Turismo, e considerando a “necessidade premente da valorização das profissões do turismo e do desenvolvimento de cursos e programas formativos que respondam às necessidades do mercado”, a cooperação entre ambas as entidades assume “particular relevância”.

Considerando que as Escolas do Turismo de Portugal são uma “referência na formação profissional em turismo”, a “aposta nas pessoas e no talento” tem sido uma das suas prioridades de atuação, formando mais de 3.000 alunos por ano e qualificando, simultaneamente, cerca de 7.500 profissionais do turismo, com formação on the job.

“Para além da formação, promovem a inovação e o empreendedorismo, disponibilizando condições técnicas e conhecimento especializado, que colocam ao serviço das pequenas e muito pequenas empresas do setor, contribuindo em última análise para a competitividade e qualidade do serviço prestado agentes do setor, visando um crescente prestígio das profissões turísticas”, concluiu o Turismo de Portugal.

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École Ducasse e Globeducate criam parceria para formar jovens em culinária e pastelaria

As famílias dos estudantes e as equipas das escolas terão acesso a condições especiais para os programas profissionais, bem como os cursos de culinária e pastelaria destinados aos amadores e oferecidos no École Ducasse Paris Studio.

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A École Ducasse aliou-se à Globeducate, um grupo educacional com mais de 55 escolas bilingues e internacionais em 10 países, que formam anualmente cerca 31.000 estudantes. A parceria nasce do propósito de introduzir os jovens no mundo das artes culinárias e da pastelaria, partindo da ideia de que, ao experimentarem a profissão, possam escolhê-la no futuro.

A ambição da École Ducasse é “inspirar esta nova geração de estudantes da Globeducate desde muito novos e ajudá-los a descobrir a alta gastronomia, bem como desenvolver os seus gostos e sentidos, ao mesmo tempo que os sensibiliza para a importância de uma dieta saudável e amiga do planeta” tal como a instituição explica em comunicado.

Desta forma, os alunos das escolas bilingues Globeducate Parisian EIB e as suas famílias terão a oportunidade de participar em workshops dedicados à descoberta da cozinha e da pastelaria, bem como em “cooking camps”. Este último curso tem uma semana de duração e poder ser frequentado por crianças a partir dos quatro anos de idade durante as férias escolares na École Ducasse Paris Studio. Estes campos permitirão às crianças e aos adolescentes “descobrir as bases da cozinha de Alain Ducasse, assentes “no anti desperdício e em receitas saudáveis e saborosas, que poderão provar após a sua preparação”.

Através desta parceria, os alunos podem ainda desfrutar de sessões de culinária e pastelaria em conjunto com os familiares, sempre às quartas-feiras à tarde, ao longo de todo o ano.
Já os estudantes mais velhos, que no final do secundário pretendam seguir uma carreira em alta gastronomia, podem tirar partido do acesso exclusivo a todos os programas profissionais oferecidos dentro dos campus da rede École Ducasse, nomeadamente: o Campus de Paris em Meudon, que oferece licenciaturas em culinária e pastelaria, assim como programas para mudança de carreira e a École Nationale Supérieure de la Pâtisserie (ENSP), em Yssingeaux, especializada na formação de estudantes em artes de pastelaria.

As famílias dos estudantes e as equipas das escolas terão acesso a condições especiais para estes programas profissionais, bem como aos cursos de culinária e pastelaria destinados aos amadores e oferecidos no École Ducasse Paris Studio.

“A parceria com a rede Globeducate faz parte do nosso desejo de promover as profissões gastronómicas em todo o mundo. O nosso desejo é que os estudantes da Globeducate descubram a nossa formação de excelência em culinária e pastelaria, a fim de os sensibilizar para uma dieta saudável e protetora do planeta e de os encorajar a seguir as maravilhosas opções de carreira disponíveis nesta área”, afirma Elise Masurel, Directora Geral da École Ducasse.

O diretor de operações da Globeducate, Paddy Jansen, comenta ainda que “a parceria com a École Ducasse dará aos alunos da Globeducate de todo o mundo a oportunidade de descobrir as oportunidades de carreira que os cursos de artes culinárias oferecem. Começando, é claro, com culinária, nutrição e planejamento de cardápio, mas também ganhando uma compreensão mais ampla de empresas de produção de alimentos, hotelaria, e outros serviços relacionados ao mundo da culinária e confeitaria. Acho importante essa exposição para que nossos alunos possam escolher um futuro que corresponda às suas paixões e interesses”.

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Bolsa de Empregabilidade chega ao Algarve e anuncia novidade para o turismo e hospitalidade

Além da realização da feira de emprego no Algarve, a Bolsa de Empregabilidade lançou também uma nova plataforma online de recrutamento e vai promover eventos de networking matinal, os Breakfast & Business.

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A Bolsa de Empregabilidade anunciou que, em 2023, vai realizar, pela primeira vez, uma feira de emprego no Algarve, iniciativa que chega ao sul do país depois de seis anos de realização em Lisboa e de, no ano passado, ter passado também a decorrer no Porto.

“A Bolsa de Empregabilidade regressa em 2023 e traz novas ofertas para as empresas. Estão previstas três localizações para as feiras de emprego, que se realizam há seis anos em Lisboa e estrearam-se no Porto no ano passado. As empresas do setor do turismo e da hospitalidade vão poder viajar com a Bolsa para o Algarve e aumentar o seu contacto junto dos futuros profissionais também no sul do país”, indica a Bolsa de Empregabilidade, em comunicado.

No próximo ano, as feiras físicas vão também contar com um espaço dedicado às escolas do setor, onde os estabelecimentos de ensino ligados ao turismo e hospitalidade vão poder divulgar os seus cursos.

Mas a Bolsa de Empregabilidade conta com mais novidades e lançou também uma nova plataforma online de recrutamento, com 365 dias de acesso, colocação de vagas ilimitadas e várias outras funcionalidades que possibilitam uma contratação mais rápida e eficaz.

“Aliar o recrutamento direto, através de contratações chave na mão em feiras físicas, ao recrutamento online, surge do feedback recebido pelas empresas. O intuito deste projeto, organizado pelo Fórum Turismo, é responder à necessidade individual de cada empresa, que tanto pode passar pelo recrutamento personalizado, como por uma necessidade urgente de contratação, e até pela promoção e comunicação da marca”, explica a Bolsa de Empregabilidade.

Paralelamente, a Bolsa de Empregabilidade vai ainda promover eventos de networking matinal, os Breakfast & Business, que começam ao pequeno-almoço, às 9h30, e “reúnem profissionais do turismo para debaterem os temas atuais do setor, manterem-se a par das novidades e alargarem as redes de contactos”.

Todas as atividades, incluindo eventos de networking e ações de formação, estão disponíveis às empresas com a compra dos pacotes da Bolsa de Empregabilidade, cujos preços começam nos 150€, condições de early bird que terminam a 15 de outubro.

Este projeto é organizado pela Associação Fórum Turismo e dirige-se a todas as empresas do setor do turismo, viagens, hotelaria e restauração. Mais informações aqui.

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Ana Mendes Godinho quer posicionar Portugal como país para viver e trabalhar

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Ana Mendes Godinho afirmou que “quer posicionar Portugal como país para trabalhar” e o turismo é um dos setores em que o Governo pretende aliciar trabalhadores vindos de fora porque “com as pessoas que temos em Portugal não chega”.

A governante, que falava no painel “Como atrair profissionais para o Turismo”, durante a VI Cimeira do Turismo Português, promovida em Lisboa, no âmbito do Dia Mundial do Turismo, destacou que este “foi o setor que mais postos de trabalho perdeu durante a pandemia”100 mil trabalhadores, tendo já recuperado cerca de 40 mil, mas ainda faltam 60 mil,, ”um problema que urge resolver até porque o turismo vive de pessoas”, frisou.

Ana Mendes Godinho, que conhece bem este setor, realçou que “o turismo precisa de pessoas, cada vez mais o mundo do trabalho é aberto na Europa, e a pandemia também abalou todos de forma sísmica até do ponto de vista de motivações dos trabalhadores, que são hoje diferentes”, e lembrou que “o turismo compete não só com outras atividades, como com empregos noutros países”.

Assim, a ministra do Trabalho e Solidariedade Social sublinha que o “grande desafio é atrair os nossos jovens a trabalharem no turismo, mas também abrir o mercado de trabalho aos que vêm de fora”.

É neste âmbito que se insere o acordo de mobilidade nos países da CPLP, e a simplificação na obtenção de vistos a cidadãos desses países que queiram vir trabalhar para Portugal.

É também neste quadro que o Governo vai promover, de 20 a 22 de outubro, uma Feira de Empregabilidade em Cabo Verde, que Ana Mendes Godinho espera que os empresários do turismo se juntem a esta iniciativa, que pretende “mostrar quais são as ofertas de emprego no nosso país, e as condições”, disse.

“As condições são atrativas e temos o quadro para que isso aconteça, assumindo que temos que dar um valor diferente ao trabalho. É peça chave do nosso futuro coletivo”, apontou a ministra, que destacou ainda o sucesso do visto criado este mês para nómadas digitais e trabalhadores remotos em Portugal. “Estamos a ter imensos pedidos, de pessoas que querem saber se conseguem por esta via ficar com número da Segurança Social”.

A ministra do Trabalho também explicou o objetivo de atrair em Portugal mais jovens e trabalhadores para o turismo, entre outros sectores, através do acordo de rendimento e competitividade que está à mesa das negociações em sede de Concertação Social.

Referindo a atual taxa de desemprego “historicamente baixa” de 5,9%, neste caso um “problema bom”, a ministra lembrou que o desafio perante a falta de mão de obra é fixar as pessoas em Portugal, fazer com que se sintam valorizadas, melhorar os contratos, sendo “evidente” que isso significa melhorias nos salários, implica também uma série de outras condições.

“Tenho a certeza que as empresas são as principais interessadas” em criar condições atrativas e dar um “valor diferente ao trabalho”, frisou ainda ministra adiantando que, também com Marrocos, o Governo assinou esta semana um acordo de mobilidade, e para que a formação seja em intercâmbio com empresas portuguesas.

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Bolsa de Empregabilidade volta ao Brazil Travel Market

Voltar, pelo segundo ano consecutivo, a reunir empresas com oportunidades de emprego no setor do Turismo e Hotelaria, é objetivo da participação da Bolsa da Empregabilidade na 11ª edição do Brazil Travel Market, que terá lugar nos dias 20 e 21 em Fortaleza.

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Conhecida como o “maior hub de contratação no Turismo em Portugal”, a Bolsa de Empregabilidade é uma iniciativa do Fórum Turismo, que teve o seu início em 2016 e já contou com a participação de mais de 350 empresas e 12.500 profissionais e estudantes. O objetivo do projeto é juntar no mesmo espaço físico empresas com ofertas de emprego aos profissionais e estudantes, que procuram uma oportunidade de trabalho.

Neste regresso ao Brasil, a Bolsa de Empregabilidade leva, como aliás aconteceu na edição de 2021 do BTM, uma versão do projeto, numa parceria entre a entidade portuguesa que desenvolve atividades no setor do emprego e formação e o Brazil Travel Market, evento que tem como principal objetivo reunir e promover a integração do setor de viagens e turismo, ao mesmo tempo que oferece novos produtos ao mercado.

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Museu do Oriente organiza curso sobre turismo na China

Dividido em oito sessões online, este curso oferece um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

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O Museu do Oriente organiza, de 1 de outubro a 19 de novembro, um curso que pretende aprofundar o estudo do fenómeno turístico na China numa perspetiva histórica e antropológica. “História e Antropologia do Turismo na China” divide-se em oito sessões online, aos sábados, oferecendo este curso um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

Orientado pelo historiador António Barrento e pela antropóloga Tânia Ganito, o curso aborda a história do turismo desde a Antiguidade até ao período contemporâneo, com enfoque na tradição turística letrada no período imperial, na evolução da cultura de turismo em finais da Dinastia Qing e no período republicano, bem como no desenvolvimento do turismo vermelho na República Popular da China. Incidindo a análise sobre a China, esta é também, no entanto, integrada numa história global do turismo, com paralelos, em particular, com a evolução do turismo em outros espaços geográficos da Ásia, nomeadamente no Japão.

A segunda parte do curso debruça-se sobre os discursos e as experiências de turismo na China pós-Maoista. Tendo por base trabalhos de cariz etnográfico, explora a articulação entre lugar, viagem, identidade e memória, a partir de dimensões como o turismo étnico, o ecoturismo, o turismo ‘sombrio’ (a lugares que foram palco de catástrofes e de sofrimento) e o turismo artístico (das viagens motivadas pelo poder da pintura e do cinema, ao turismo que decorre do interesse pela produção artística contemporânea).

António Barrento é docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Doutorado em História da China (SOAS, Universidade de Londres), Mestre em Estudos da Ásia do Sul (SOAS, Universidade de Londres), em Língua e Sociedade Japonesas (Universidade de Sheffield), História da Ásia (SOAS, Universidade de Londres), Estudos Asiáticos (Universidade de Hong Kong), Direito (Universidade de Hong Kong), e Estudos Europeus Avançados (Colégio da Europa, Bruges).

Tânia Ganito é professora auxiliar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (Universidade de Lisboa) e docente convidada do Mestrado em Estudos Asiáticos da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa. É Doutorada em Estudos de Cultura (Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa), Mestre em Antropologia (ISCSP, Universidade Técnica de Lisboa), Licenciada em Língua Chinesa (Universidade de Língua e Cultura de Pequim), Investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (Universidade Católica Portuguesa) e Investigadora-Colaboradora do Instituto do Oriente (ISCSP, Universidade de Lisboa).

As inscrições estão disponíveis no site do Museu do Oriente.

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