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Jolidey lança operação para a Costa Rica à saída de Lisboa

A operação vai realizar-se de 4 de Maio a 13 de Julho em voos da Orbest.

Raquel Relvas Neto
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Jolidey lança operação para a Costa Rica à saída de Lisboa

A operação vai realizar-se de 4 de Maio a 13 de Julho em voos da Orbest.

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O operador turístico Jolidey vai lançar um novo destino no mercado português no próximo ano. Costa Rica é o destino da América Central que o operador turístico da Avóris Travel,  divisão de viagens do grupo espanhol Barceló, vai disponibilizar à saída de Lisboa, em voos directos da Orbest.
A operação vai realizar-se de 4 de Maio a 13 de Julho.
A Costa Rica é sobretudo conhecida pela natureza e toda a biodiversidade que reúne, mas também pelas atracções como San Jose, o Parque Nacional Tortuguero, Vulcão Arenal, Reserva de Monteverde, Vulcão Rincón de la Viaje e as praias do Pacífico, como Guanacaste, Manuel Antonio e Punta Leona.

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Eventos Publituris

Meeting Forums do Publituris contam já com 22 ’buyers’ internacionais

A 7.ª edição dos Meeting Forums do jornal Publituris, que decorre de 21 a 23 de junho, no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, em Sintra, conta já com a confirmação de 22 ‘buyers’ internacionais e 18 ‘suppliers’ nacionais.

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O jornal Publituris vai realizar a 7.ª edição dos Meeting Forums, de 21 a 23 de junho de 2022, em Sintra, no Vila Galé Sintra Resort Hotel Conference & Spa, contando já com a confirmação de 22 buyers internacionais e 18 suppliers nacionais.

Esta edição dos Meeting Forums, em co-organização com o Turismo de Portugal, conta com a TAP como companhia aérea oficial, e a PHC Hotels, YVU Produções, Tivoli Oriente, Associação Turismo de Sintra e Hotéis Vila Galé como parceiros.

No evento marcarão presença buyers dos mercados identificados como estrategicamente importantes para o mercado português.

Os buyers internacionais confirmados até agora são:

  • CCMG – Congress Consulting Management Group – Dinamarca
  • HBC Luxury Mice – Frankfurt (Alemanha)
  • Immens-Events – Munique (Alemanha)
  • Komp-Idee Marketing & Event – Estugarda (Alemanha)
  • Corporate Travel Agency s.r.o. – Praga (Rep. Checa)
  • Nyhavn Erhverv (Groups, Events & Incentives) – Dinamarca
  • Vice-versa – Dinamarca
  • Dan Tours – Ontario (Canadá)
  • Voyages Vision Travel – Virtuoso Member – Montreal (Canadá)
  • Goway Travel – Toronto (Canadá)
  • New Wave Travel – Toronto (Canadá)
  • The Travel Agent Next Door – Toronto (Canadá)
  • Exotik Journeys Travelbrands – Montreal (Canadá)
  • Windrose – Berlim (Alemanha)
  • Zitango Travel – Miami (EUA)
  • CVC Viagens – Brasil
  • Oner Travel – Brasil
  • Crescent Associates – Reino Unido
  • Davington Events – Reino Unido
  • Mapa Mundo – Espanha
  • Special Tours (Grupo Avoris) – Espanha
  • Grupo CDV – Espanha

Os suppliers nacionais confirmados até esta data são:

  • Hotel Cascais Miragem
  • Hotel Palácio Estoril
  • Grupo Nau
  • Hotéis Olissippo
  • Pestana Hotels & Resorts
  • Go Health Portugal
  • EcorkHotel Évora
  • The Editory Hotels
  • PHC Hotels
  • Domitur DMC
  • Bensaude Hotels Collection
  • Around Portugal DMC
  • Azoris Hotels & Leisure
  • Vila Galé Hotéis
  • Liberty International DMC
  • Voqin
  • Picos de Aventura
  • Minor Hotels

Para além do programa de reuniões, haverá também um programa social que inclui cocktail, almoços, jantares exclusivos, animação e um programa de atividades que promovem o networking entre os diversos participantes.

Para mais informações contactar Lídia Luís: [email protected] / Telm.: +351 913 256 261

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Destinos

Japão reabre fronteiras a turismo de grupo a 10 de junho

Serão 98 os países que, a partir de 10 de junho, poderão entrar com grupos de turistas no Japão. Além disso, passarão a ser sete os aeroportos que aceitarão voos internacionais.

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O Japão vai permitir a entrada de grupos de turistas de 98 países a partir de 10 de junho, pondo fim a mais de dois anos de fronteiras fechadas a visitantes devido à pandemia da COVID-19.

A lista de 98 países e regiões, onde a situação da COVID-19 é considerada como relativamente estável, inclui os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Rússia e as vizinhas China, Taiwan e Coreia do Sul, assim como Brasil, Moçambique e Timor-Leste, de acordo com o anúncio feito na quinta-feira pelo primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida.

O Japão vai também aumentar o número de aeroportos que aceitam voos internacionais para sete, adicionando Naha em Okinawa, no Sul, e Shin-Chitose em Hokkaido, no Norte.

Todos os turistas devem apresentar um teste com resultado negativo à COVID-19 antes de viajar para o Japão e alguns serão ainda testados novamente à chegada.

Pessoas já vacinadas com a dose de reforço poderão evitar o teste adicional, bem como uma quarentena de três dias.

Os turistas serão acompanhados e terão de respeitar o uso de máscara e outras medidas impostas para controlar a pandemia no Japão.

O anúncio acontece depois do Governo ter anunciado na semana passada que iria testar este mês pacotes turísticos para pequenos grupos vindos dos Estados Unidos, Austrália, Tailândia e Singapura.

O teste-piloto, que envolve apenas 50 pessoas que receberam vistos especiais, em vez de vistos de turista, deve terminar na terça-feira.

Durante a maior parte da pandemia, o Japão impediu a entrada de turistas e permitiu apenas o regresso de cidadãos japoneses e residentes estrangeiros, embora com algumas restrições.

“O intercâmbio livre e ativo de pessoas é a base da economia e da sociedade, bem como do desenvolvimento da Ásia”, disse Kishida.

O primeiro-ministro japonês disse que o objetivo é facilitar as medidas de controlo de fronteira, mas de forma gradual, pois a população apoia as restrições atuais.

O limite diário de entrada do Japão de passageiros em voos internacionais vai duplicar a partir de quarta-feira, para 20 mil pessoas, disse o responsável pelo gabinete encarregado das medidas de controlo da pandemia, Makoto Shimoaraiso.

Antes da pandemia, a economia japonesa dependia cada vez mais do turismo, tendo o país atingido um novo recorde, em 2019, ao receber 31,9 milhões de visitantes estrangeiros.

O Japão tinha estabelecido como objetivo 40 milhões de turistas em 2020, ano em que originalmente seriam realizados os Jogos Olímpicos de Tóquio. A pandemia arruinou esse objetivo e os Jogos foram adiados para 2021, tendo decorrido com muitas limitações.

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Centro e Porto e Norte de Portugal juntam-se aos Observatórios Regionais de Turismo Sustentável

O Observatório para o Turismo Sustentável do Centro de Portugal e o Observatório para o Turismo Sustentável do Porto e Norte juntam-se ao Observatório do Turismo Sustentável do Alentejo (ASTO), dos Açores e o Observatório Regional para o Turismo Sustentável do Algarve (AlgSTO).

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O Observatório para o Turismo Sustentável do Centro de Portugal e o Observatório para o Turismo Sustentável do Porto e Norte foram recentemente lançados através da formalização dos respetivos protocolos entre as entidades envolvidas.

Ambos os observatórios pretendem ser reconhecidos pela Organização Mundial do Turismo (OMT) enquanto membros da sua Rede Internacional de Observatórios de Turismo Sustentável (INSTO), consolidando assim a posição de Portugal como líder da monitorização da sustentabilidade dos destinos. Atualmente Portugal tem três observatórios a funcionar na rede nacional: o Observatório do Turismo Sustentável do Alentejo (ASTO), o Observatório de Turismo dos Açores e o Observatório Regional para o Turismo Sustentável do Algarve (AlgSTO), todos pertencentes à rede internacional da OMT (INSTO).

De referir que o Turismo de Portugal tem vindo a trabalhar com as entidades regionais para a criação de observatórios de sustentabilidade nas diversas regiões, dando prossecução aos objetivos definidos na Estratégia Turismo 2027 que preconiza que o destino Portugal se deve posicionar como um dos mais competitivos e sustentáveis do Mundo. O objetivo, segundo a entidade, é “obter um conhecimento aprofundado dos impactes da atividade no território e uma maior eficiência no planeamento e gestão dos destinos”.

Enquanto autoridade turística nacional e responsável pela implementação do Plano “Reativar o Turismo |Construir o Futuro”, o Turismo de Portugal tem vindo a desenvolver uma série de iniciativas para afirmar o turismo como hub para o desenvolvimento de todo o território, desencadeando ações e iniciativas várias, e estabelecendo metas específicas de sustentabilidade, nomeadamente através do recentemente lançado Plano Turismo +Sustentável 20-23.

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Turismo

Nova edição: Sustentabilidade, Go4Travel, Visit Valencia e SAP Concur

A nova edição do Publituris faz capa com um tema que não é novidade: sustentabilidade. Além das novidades das várias áreas do setor do turismo, trazemos, também, uma entrevista a Naut Kusters, diretor da ECEAT, e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, sobre o mesmo tema. Além disso, a estratégia da Go4Travel conhecida no “Summit4Travel”, Visit Valencia e a nova solução SAP Concur para o segmento das viagens.

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A nova edição do Publituris faz capa com um tema que não é propriamente novidade, mas que, com a pandemia da COVID-19 e as novas tendências passou a ouvir falar-se cada vez mais de sustentabilidade no setor do turismo.

Além de ficar a saber o que várias áreas do setor estão a fazer para se tornarem mais sustentáveis, o Publituris entrevistou Naut Kusters, diretor da ECEAT, a propósito do projeto SUSTOUR, que admitiu que “a tendência é muito clara no sentido da sustentabilidade.

Também Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), salienta que “as agências e os operadores turísticos têm um papel preponderante na promoção da sustentabilidade no setor do turismo”.

O Publituris viajou até à Madeira para marcar presença na Convenção da Go4Travel. Na sessão de abertura da “Summit4Travel 2022”, João Matias, presidente do Conselho de Administração da Go4Travel, apontou que o agrupamento de agências de viagens está com uma agenda “bem carregada”.

Capital Mundial do Design e Capital Europeia do Turismo Inteligente, em 2022, Valência acredita no potencial do mercado português, motivos pela qual o Visit Valência tem prevista uma série de atividades de promoção em Portugal.

Admitindo que o mercado português “não é muito relevante”, Ángel Pérez, Brand & Markets Director do Visit Valencia, disse ao Publituris “acreditar que existe um grande potencial com a excelente conectividade aérea que existe no momento”.

Na “Tecnologia”, João Carvalho dá a conhecer as mais-valias da nova solução SAP Concur. O responsável revela que “as empresas estão cada vez mais interessadas em soluções que ajudem os gestores de viagens e os responsáveis de recursos humanos a avaliar e gerir o risco das viagens”, sendo essencial “desburocratizar cada vez mais os processos empresariais, tendo em conta o impacto ambiental das deslocações”.

Além do “Check-in”, as opiniões são de Carlos Torres (ESHTE), Sílvia Dias (Savoy Signature), Pedro Castro (SkyExpert), António Abrantes (ISCE) e Amaro Correia (Atlântico Business School).

Boas leituras”!

A versão completa desta edição é exclusiva para subscritores do Publituris. Pode comprar apenas esta edição ou efetuar uma assinatura do Publituris aqui obtendo o acesso imediato.

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Turismo de Portugal diz desenvolver trabalho no sentido de “reforçar as ligações das companhias aéreas para todos os aeroportos nacionais”

Depois das notícias que vieram a público, o Turismo de Portugal diz, em comunicado, que é “indiscutível que a TAP desempenha um papel crucial na conectividade e acessibilidade ao Destino Portugal”.

Victor Jorge

O Turismo de Portugal (TdP) salientou esta quinta-feira, em comunicado, “tem desenvolvido um importante trabalho em estreita colaboração com todos os players do setor, desde cada uma das Associações e Entidades Regionais de Promoção Turística até aos inúmeros empresários e diversas associações que representam o turismo nacional”.

“O Turismo de Portugal tem como missão promover Portugal como destino turístico, apoiar o desenvolvimento das infraestruturas turísticas e o investimento no setor”, lê-se no comunicado emitido após o Jornal de Notícia ter noticiado que o presidente do Turismo de Portugal tinha “incentivado agentes da região Norte a apostar na Ibéria como parceiro estratégico e em Madrid enquanto aeroporto de ligação internacional, em vez de esperarem pela TAP”.

“Sendo a conectividade aérea uma importante parte desta equação, tem sido desenvolvido um trabalho, sobretudo no pós-pandemia, no sentido de reforçar as ligações das companhias aéreas para todos os aeroportos nacionais, atrair novas companhias áreas – uma vez que asseguram as ligações de novos mercados ou mercados já existentes aos aeroportos nacionais– e colaborar nos programas de venda e distribuição das companhias nesses mesmos mercados (como os programas STOPOVER)”, refere-se no comunicado.

A entidade tutelada pelo Ministério da Economia e do Mar, sublinha ainda que “a TAP, enquanto companhia aérea nacional, é não só essencial para o setor em todo o território nacional como um parceiro estratégico do Turismo de Portugal, implementando parcerias e iniciativas conjuntas sempre que tal se afigurou necessário e pertinente para dinamizar o turismo nacional”.

O TdP reconhece ainda que “há ainda muito trabalho a fazer no longo caminho que percorremos juntos, sendo indiscutível que a TAP desempenha um papel crucial na conectividade e acessibilidade ao Destino Portugal”.

Depois da Iberia ter incluído, recentemente, os destinos de Porto e Lisboa no seu programa, o TdP salienta que “tem sido desenvolvido um trabalho no sentido de tornar ainda mais atrativos estes destinos para os passageiros que fazem ligação em Espanha”, destacando, ainda que “o mesmo se passa com o programa STOPOVER da TAP com quem o Turismo de Portugal tem trabalhado no sentido de aumentar a sua atratividade e impacte para todos os aeroportos nacionais”, conclui o comunicado.

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Mediterrâneo Ocidental: Viaje com a MSC Cruzeiros e não perca a possibilidade de ter bebidas incluídas, nos cruzeiros deste Verão, por um preço irresistível!

Se está à procura de um Verão de 2022 inesquecível, a MSC Cruzeiros tem disponível uma oferta imperdível para si, com a possibilidade de ter Bebidas Incluídas em mais de 500 partidas que tem à sua escolha. Fique a conhecer a nossa oferta variada, com principal foco nos cruzeiros com embarque e desembarque em Lisboa e no Funchal, nos que navegam pelo Mediterrâneo Ocidental e Oriental, pelo Norte da Europa, pelas Caraíbas e pelo Dubai, Abu Dhabi & Qatar.

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O Mediterrâneo Ocidental por si só já é atrativo para realizar uma viagem, mas com a promoção Bebidas Incluídas a bordo dos navios da MSC Cruzeiros, a vontade de viajar e de regressar à normalidade é ainda maior. O navio MSC Meraviglia navegará por esta região, entre 21 de Maio a 17 de Setembro, com embarque em Barcelona. A cidade espanhola irradia beleza e cultura e há locais onde é obrigatória a visita.

A igreja de Antoni Gaudi da Sagrada Família e a mundialmente famosa Avenida das Ramblas constam de qualquer lista de visitas incontornáveis de um cruzeiro no Mediterrâneo. Depois de passar pelas Ramblas, pode seguir diretamente para o núcleo medieval da cidade, o Barri Gótic.

No centro, existem ainda outros bairros turísticos na cidade velha, como o La Ribera onde encontrará o Museu Picasso, mas também muitos bares de tapas escondidos nas vielas que se mantêm tal como eram há um ou dois séculos, almoços em conta nas tabernas locais, restaurantes gastronómicos que não constam dos guias e ainda lojas de artesanato. Por último, não pode deixar de passar pelo Passeig de Grácia, onde poderá entrar na famosa Casa Batló.

Este itinerário passará ainda pela bela cidade de Cannes, onde encontrará hotéis impecáveis à beira-mar e concessões balneares exclusivas, iates sofisticados e boutiques de designers. Cannes é em muitos aspetos a derradeira estância balnear da Riviera e terá em Maio o famoso festival de Cinema realizado no Palais des Festivals que é também uma das muitas atrações desta cidade. A Promenade de la Croisette é, certamente, o passeio incontornável durante a sua excursão para apreciar os seus hotéis apalaçados, o Martinez e o Carlton, de um lado, e as suas praias privadas do outro.

O MSC Meraviglia passará ainda pelas cidades italianas de Génova, La Spezia e Cicitavecchia (Itália), para além de Palma de Maiorca (Espanha), regressando à cidade espanhola de Barcelona por preços a partir de 519€ +70€ TSH +200€ de taxas portuárias com direito a bebidas a bordo.

Por um valor mais baixo, poderá fazer o mesmo trajeto com a mesma duração e o mesmo porto de embarque no MSC Grandiosa entre 24 de setembro a 5 de novembro. Os preços neste navio começam nos 369€ +70€ TSH +200€ com a promoção Bebidas Incluídas.

O MSC Seaview também estará a navegar na região. Com porto de embarque na cidade de Barcelona, o navio passará também pela cidade de Marselha, a área metropolitana mais famosa e com maior densidade populacional do país, a seguir a Paris e Lyon. À saída do seu navio de cruzeiro MSC, os cafés ao redor do Vieux Port, onde peixes reluzentes são vendidos diretamente nos barcos no quai des Belges, são ótimos lugares para contemplar a vida de rua da cidade. A zona norte (Le Panier) é particularmente agradável durante a tarde, dado que as esplanadas estão mais expostas ao sol e a vista é mais bonita. Com um património cultural vastíssimo, no promontório, logo a seguir ao Fort Saint-Nicholas, o Palais du Pharo oferece a melhor vista do Vieux Port, ou, se apreciar um panorama mais abrangente, visite a Notre-Dame-de-la-Garde, o marco do Segundo Império da cidade, no topo da colina de La Garde. A norte do Vieux Porte está a zona antiga de Marselha, Le Panier, onde até à última guerra, as ruas minúsculas, as escadarias íngremes e as casas de todas as épocas formavam uma “vieille ville” típica da Côte.

De seguida, o navio passará por Marselha, Génova, Nápoles e Messina, passando depois por outro país, Malta, e por uma das paragens obrigatórias de todos os bons cruzeiros no Mediterrâneo, o porto de Valetta, protegido pela UNESCO e capital da ilha de Malta. Poderá admirar este porto, construído na segunda metade do século XVI pelo francês Jean de la Valette a partir do seu navio MSC mesmo antes de desembarcar.  Os mais de 300 monumentos que se erguem em pouco mais de meio quilómetro fazem desta cidade o lugar com maior densidade de atrações históricas para visitar durante um cruzeiro, sem mencionar as restantes atrações como as praias, lugares à beira-mar e restaurantes.

Uma possível excursão na ilha pode começar logo na capital Valeta, que encanta os passageiros dos cruzeiros com as suas famosas varandas maltesas que ornam as fachadas das casas da zona antiga. Cercada por diversas igrejas, a Co-Catedral de São João é uma das principais atrações turísticas de Malta.

O navio regressa depois à cidade espanhola por preços a começar nos 419€ +70€ TSH +200€ com a promoção Bebidas Incluídas, num itinerário que irá decorrer entre 8 de Abril e 4 de Novembro.

O MSC Opera também terá como porto de embarque a cidade de Barcelona passando pela cidade de La Goulette (Tunisia). O valor agregado de uma viagem em Túnis é a possibilidade de em apenas alguns quilómetros poderem ser admirados lugares lindos que datam do período pré-histórico até hoje.

A partir do porto de atracagem- La Goulette poderá observar o que sobra da antiga Cartaxo, um património mundial da UNESCO desde 1979, sendo possível admirar os Banhos Romanos de Antonino, construídos no século II d.c, o anfiteatro de mesmo nome que comporta até 5.000 espetadores. Durante o seu cruzeiro não poderá deixar de fazer uma visita ao Museu Nacional de Cartago, um dos dois museus arqueológicos da Tunísia, de onde se pode apreciar uma esplêndida visita do porto de La Goulette.

O navio passará ainda por Palermo e Nápoles. Em Nápoles poderá visitar a zona entre a Piazza Garibaldi e a Via Toledo, que corresponde à antiga Néapolis romana cuja grande parte ainda não foi escavada, tal como acontece em muitas outras cidades italianas.

A parte antiga de Nápoles, o centro storico como assim o designam, é formado pelas ruas principais Via dei Tribunali e Via San Biagio di Librai por dividir literalmente Nápoles em duas partes que ainda seguem o percurso das antigas estradas romanas.

Este navio passará ainda pela cidade de Génova, uma cidade considerada muito eclética, animada e vanguardista. Numa visita a Génova, descubra a sua cidade velha: um labirinto denso e fascinante de vielas medievais que abriga grandes pallazi construídos nos séculos XVI e XVII pelas famílias de comerciantes abastados de Génova atualmente transformados em museus e galerias de arte.

Deve procurar a Cattedrale di San Lorenzo, o Palazzo Ducale, e os palácios renascentistas da Via Garibaldi, que abrigam o melhor das coleções de arte genovevas, além de mobiliário e decoração do passado áureo da cidade, quando os seus navios partiam em direção a todos os cantos do Mar Mediterrâneo.

O navio passa ainda por Marselha e regressa depois à cidade espanhola de Barcelona por, incluindo bebidas preços a partir de , 439€ +70€ TSH +200€ de taxas portuárias não incluídas entre 26 de Abril e 25 de Outubro.

Este ano, tem todos os motivos e mais alguns, para fazer um cruzeiro!

Embarque nesta aventura com a MSC Cruzeiros.

 

 

 

 

 

 

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Transportes

Procura por caravanas e autocaravanas aumenta cerca de 30% face a 2021

Se a procura por caravanas e autocaravanas aumentou 29% até abril, comparativamente ao período homólogo do ano passado, já a oferta registou uma evolução de 74%, face a 2021.

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De acordo com um estudo do OLX, baseado em dados retirados da plataforma e num inquérito aplicado aos seus utilizadores, em meados de maio, no qual analisa a evolução da procura e oferta de caravanas e autocaravanas em Portugal, a procura por caravanas, autocaravanas e serviços relacionados aumentou 29% em 2022, até abril, comparativamente ao período homólogo do ano passado. Relativamente à oferta deste tipo de veículos e serviços, verifica-se também um aumento de 74%, face a 2021.

O estudo indica que, atualmente, observa-se que uma grande maioria dos consumidores está disponível para desfrutar das suas férias numa caravana ou autocaravana (69%). “A possibilidade de alugar uma caravana ou autocaravana é uma opção viável para 66% dos inquiridos, sendo que 34% considera que a compra de um veículo desta tipologia traz mais benefícios”, refere o estudo.

“A pandemia fez disparar a procura por caravanas e autocaravanas em Portugal nos últimos anos. Cada vez são mais as pessoas que investem em formas flexíveis de viajar e apostam na opção do turismo ao ar livre. Neste momento, 43% dos consumidores inquiridos prefere estar de férias numa caravana ou autocaravana, em vez de hospedar-se num resort com tudo incluído, apanhar banhos de sol na praia ou piscina, entre outras opções de férias tradicionais”, explica Sebastiaan Lemmens, diretor-geral do OLX Portugal.

No geral, de janeiro de 2021 a abril de 2022, a procura por caravanas e autocaravanas centra-se sobretudo em Lisboa (33%), Setúbal (16%) e Braga (9%). No caso da oferta de veículos desta tipologia, esta está em linha com a procura, concentrando-se particularmente em Lisboa (33%), Setúbal (15%) e Braga (9%).

“Economizar nas viagens de férias em família (42%), incentivar o turismo improvisado e itinerante (33%) e a facilidade de transportar os animais de estimação (7%) são destacadas também pelos utilizadores como as principais vantagens de viajar numa caravana ou autocaravana. Quanto às regiões eleitas pelos consumidores, 34% responde que optaria pelo sul do país e 25% escolheria aventurar-se pela Europa com estes veículos”, conclui ainda o estudo.

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Interesse por viagens longo curso melhora, mas lentamente, revela barómetro da ETC

O mais recente barómetro da European Travel Commission revela que o interesse pelas viagens de longo curso melhorou na globalidade, mas mantém-se ainda abaixo dos níveis pré-pandémicos. Dos mercados inquiridos, só o Brasil mostra crescimentos de assinalar.

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De acordo com o barómetro de viagens longo curso (Long-Haul Travel Barometer 2/2022) da European Travel Commission (ETC), o interesse por viagens para a Europa provenientes de vários mercados de origem permanece abaixo dos níveis pré-pandemia, embora reconheça que “melhorou um pouco em comparação com um ano atrás”.

No documento, que analisa o sentimento dos viajantes para o verão de 2022 (maio-agosto), e que observou as intenções e viagem de seis mercados emissores – Brasil, Canadá, China, Japão, Rússia e EUA -, embora o conflito na Ucrânia tenha criado novos desafios para o setor das viagens europeu, o barómetro da ETC indica que o conflito “parece ter tido um impacto limitado no sentimento na maioria dos mercados de origem de longa distância”, exceto na China e na Rússia, com a maioria dos entrevistados (76%) afirmando que o conflito não afetou sua intenção de viagem.

Os resultados mostram que as preocupações com a COVID-19, os custos relacionados a viagens e a falta de conexões de viagem convenientes são os principais impedimentos para viagens de longa distância neste verão.

Luís Araújo, presidente da ETC, refere que, “o sentimento de viagens longo curso está a melhorar gradualmente, à medida que o mundo continua a recuperar da pandemia”, reconhecendo, contudo, “a um ritmo lento”.

“É animador que o conflito em curso na Ucrânia não se tenha tornado outro impedimento para viagens internacionais para a Europa”, refere Luís Araújo no comunicado da ETC. O presidente da entidade europeia salienta ainda que “a Europa continua a ser um destino de viagem seguro e atraente. No entanto, as consequências do conflito, como o aumento do custo de vida e os custos relacionados com as viagens, estão a dificultar a recuperação do setor”. Por isso reconhecer que, “promover a Europa nos mercados externos e restaurar a mobilidade internacional será crucial para a recuperação do setor em 2022”.

Os mais impactados
Devido ao conflito na Ucrânia e consequentes sanções aplicadas à Rússia, o número de turistas russos com interesse em visitar a Europa atingiu o valor mais baixo (78 pontos), correspondendo a um valor significativamente menor do que o sentimento expresso durante a primeira vaga da COVID-19 (87 pontos em maio-agosto de 2020), quando a maioria dos países europeus se encontrava em bloqueios rigorosos.

No curto prazo, refere o relatório da ETC, “mais da metade dos russos inquiridos (60%) não planeia viajar para fora da Comunidade de Estados Independentes (CEI)”. Entre os poucos russos (20%) que têm planos para viajar, mas não para a Europa, 9% afirmaram que a situação atual impactou negativamente o interesse em visitar a Europa nos próximos meses, enquanto 7% ainda consideram a região um destino atraente e adoraria visitá-lo no futuro.

O conflito em curso na Ucrânia também dissuadiu os chineses (19%) de visitar a Europa. No entanto, a guerra não é a principal preocupação dos viajantes chineses avessos ao risco. Surtos recentes da Ómicron e a abordagem estrita de COVID-zero estão a dificultar as viagens outbound (30%). Ainda assim, o sentimento para visitar a Europa aumentou ligeiramente (+6 pontos) em comparação com o verão passado. Esse número deve melhorar ainda mais no final do ano, quando se espera que a China remova as restrições às viagens internacionais. “O apelo das cidades europeias fortaleceu-se entre os residentes chineses em comparação com os números de 2021, com um aumento notável no interesse para explorar vários tipos de destinos europeus (por exemplo, costeiros, metropolitanos, rurais, etc.)”, refere o barómetro da ETC.

Turistas americanos mantêm interessa, mas …
Já do outro lado do Atlântico, o sentimento para viajar nos EUA manteve-se estável no verão passado (109 pontos), embora o interesse por visitar a Europa tenha registado um ligeiro recuo (93 pontos). De acordo com os resultados da análise, esta tendência prende-se, sobretudo, “com a preocupação com o impacto da inflação nas finanças pessoais e com o aumento das despesas de deslocação”.

Junho e agosto serão, provavelmente, “os meses mais populares para os americanos que planeiam férias na Europa”, reconhece a ETC. No entanto, mais de metade dos americanos que declararam a intenção de viajar para a Europa durante a temporada de verão ainda não reservaram as suas passagens aéreas, sugerindo que “as reservas de última hora serão um fator de destaque nesse mercado devido à incerteza económica e geopolítica”.

Os canadianos mostram uma hesitação semelhante relativamente à época para viajar para a Europa, verificando-se que somente 30% reservam bilhetes para o verão de 2022.

O interesse por parte dos inquiridos no Canadá aponta para destinos costeiros e metropolitanos com França, Itália e Reino Unido como os países mais populares para visitar.

Brasil mais otimista
No Brasil parece existir uma atitude “mais otimista em relação a viagens de longa distância para a Europa (101 pontos)”. A retoma dos voos para destinos europeus populares influenciou positivamente o sentimento de viagem, com 1 em cada 2 brasileiros a preparar-se para visitar a Europa nos próximos quatro meses.

45% já reservaram os seus bilhetes de avião, sendo julho e agosto os meses de férias mais populares. Os brasileiros preferem destinos localizados no litoral, assim como viagens para as montanhas, com o comboio a constituir o serviço de transporte preferido para passear pelo continente.

Japão continua em baixa
Apesar de um aumento marginal, o entusiasmo japonês por viagens de longa distância permanece baixo (79 pontos), apesar do interesse por visitar a Europa ser um pouco maior (93), mas apenas 14% dos inquiridos planeiam fazer uma viagem à região no verão de 2022.

41% dos japoneses inquiridos salientaram as más conexões entre a Europa e o Japão como o principal motivo para não visitar o continente, realidade esperada após o cancelamento recente de muitos voos entre os dois destinos devido a preocupações sobre o uso do espaço aéreo russo com a guerra na Ucrânia.

O barómetro da ETC destaca, contudo, que, para aqueles que desejam fazer viagens mais longas para chegar à Europa, Itália, França, Alemanha e Reino Unido continuam a ser os destinos mais atraentes.

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International Boat Show de regresso a Vilamoura

A 25.ª edição do International Boat Show realiza-se de 11 a 19 de junho, na Marina de Vilamoura.

Victor Jorge

O International Boat Show está de volta à Marina de Vilamoura, de 11 a 19 de junho. A 25.ª edição, co-organizada pela Marina de Vilamoura e FIL – Feira Internacional de Lisboa, reunirá todas as tipologias de embarcações – novas e seminovas (brokerage) -, bem como marcas de acessórios, equipamentos e serviços integrados, a mostra, em terra e no mar, permitindo ao público contactar na primeira pessoa com mais de 50 marcas da indústria náutica.

“O Boat Show é um polo de atração no verão do Algarve. Não apenas pela dinamização que opera na economia regional e no setor da náutica, mas também pelo estilo de vida que reflete. É um evento de uma enorme generosidade, que partilha este universo de glamour e oferece uma receção personalizada a qualquer entusiasta da náutica. É também uma oportunidade imperdível de desfrutar de Vilamoura numa altura única, em que a Marina ganha uma nova vida e toda a atmosfera envolvente adquire uma energia incomparável”, refere Paulo Jorge, da organização do Marina de Vilamoura International Boat Show.

De referir que a náutica de recreio tem vindo a assumir, em Portugal, uma importância económica cada vez maior. Em articulação com o setor do turismo, e tirando proveito da extensão da costa nacional, esta indústria tem afirmado as suas inúmeras potencialidades no contexto da economia do mar – e desempenhado um importante papel na afirmação da cultura marítima nacional.

De acordo com a Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, o turismo náutico representa 1,2% da indústria turística portuguesa. Mas a valia económica da náutica de recreio não se cinge ao turismo, tendo um lugar relevante também no suporte da indústria da construção, reparação e manutenção de embarcações, bem como do design e investigação associados aos produtos náuticos.

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Confederação do Turismo rejeita Agenda para o Trabalho Digno

A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) reiterou a não validação do documento na globalidade, afirmando tratar-se de “um conjunto de alterações retrógradas e pouco equilibradas à legislação laboral decorrentes de um processo ideológico discutido no âmbito de acordos políticos fora do espectro do diálogo social”.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) participou na reunião de concertação social sobre a Agenda para o Trabalho Digno, depois de ter comunicado ao Governo que rejeita o documento na globalidade, por não resultar do diálogo social.

“A CTP rejeita no seu todo a Agenda para o Trabalho Digno”, afirmou a confederação num documento que enviou ao Governo nos últimos dias, em resposta ao repto lançado aos parceiros sociais na reunião da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) do passado dia 11.

A CTP reiterou que “não pode validar um conjunto de alterações retrógradas e pouco equilibradas à legislação laboral decorrentes de um processo ideológico discutido no âmbito de acordos políticos fora do espectro do diálogo social”.

Segundo a confederação patronal, a Agenda do Trabalho Digno é um documento do Governo acordado com os anteriores parceiros de coligação política, PCP e BE, que foi discutido fora do espaço da Concertação Social, o que lamentou.

A CTP “regista a pouca disponibilidade do Governo para voltar a colocar este processo na CPCS” e considerou que “este processo não permite, sequer, a apresentação e discussão de novos temas a poderem ser considerados em termos de alterações justificadas à legislação laboral”.

A confederação lembrou no documento que o Governo avançou em outubro com a Proposta de lei que procede à alteração da legislação laboral no âmbito da agenda do trabalho digno, que consta da Separata BTE, n.º 33, 29/10/2021.

A proposta de lei procede à alteração da legislação laboral em dez áreas, nomeadamente a do trabalho temporário, do combate ao falso trabalho independente e recurso injustificado a trabalho não permanente, plataformas digitais e algoritmos, contratação coletiva e conciliação entre trabalho, vida pessoal e familiar.

O combate ao trabalho não declarado, a proteção dos jovens trabalhadores-estudantes e estagiários, o reforço da Autoridade para as Condições do Trabalho, a contratação pública e apoios públicos e os cuidadores informais, são outras das matérias abrangidas.

A CTP lembrou ainda que a proposta de lei contempla ainda novas medidas não comunicadas pelo Governo aos parceiros sociais em sede de CPCS, como o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais.

As outras medidas determinam que “nos contratos públicos superiores a 12 meses, os contratos de trabalho devem ser permanentes e em contratos com menos de 12 meses, os contratos de trabalho devem ter pelo menos a duração do contrato” e o alargamento do princípio do tratamento mais favorável às situações de teletrabalho e trabalho através de plataformas.

Segundo a CTP, a Agenda para o Trabalho Digno não vai ter alterações de substância e “o documento apresentado na CPCS do passado dia 11 de maio nada a altera”.

“O documento apresentado mais não é do que um mero formalismo para trazer ao conhecimento dos parceiros sociais as três medidas que na altura o Governo entendeu acrescentar à Agenda para o Trabalho Digno […]: aumento das compensações em caso de cessação de contrato a termo (certo e incerto); aumento do valor do pagamento do trabalho suplementar a partir das 120 horas anuais; reforço da arbitragem necessária nos processos de negociação coletiva”, afirmou no documento.

Para a confederação patronal o documento do Governo “não pretende encetar nenhum processo negocial sobre as três medidas em apreço, mas tão somente criar a ilusão de uma negociação em espírito de diálogo social”.

“A CTP não concorda nem com o processo nem com a substância da Agenda para o Trabalho Digno, porque não foi chamada a participar na elaboração e densificação da mesma. Num país que depende muito do turismo e que o projetará para novos níveis de crescimento […], o Governo vem limitar a eficiência laboral no turismo”, disse.

A CTP defendeu no seu documento que, “a bem do mercado de trabalho e da competitividade do mesmo”, nesta altura é possível “uma reforma legislativa moderada, ao estilo, por exemplo, das de 2003 e 2009”.

Segundo o Ministério do Trabalho, a Agenda para o Trabalho Digno voltou à Concertação Social para discussão de “matérias que não foram discutidas anteriormente” com os parceiros sociais.

O pacote de medidas aprovado em Conselho de Ministros, em 21 de outubro de 2021, na anterior legislatura, incluía a reposição do valor das horas extraordinárias e das indemnizações por despedimento, o que levou a protestos das confederações patronais e à suspensão da sua participação nas reuniões da Concertação Social.

Na altura, as quatro confederações patronais com assento na CPCS afirmaram que as medidas não tinham sido discutidas com os parceiros sociais e acusaram o Governo de associar a discussão da Agenda do Trabalho Digno à negociação política do Orçamento do Estado para 2022, que decorria com os partidos à esquerda do PS.

No dia seguinte, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que tinha apresentado um pedido de “desculpas” às confederações patronais, pelo facto de o Governo ter aprovado duas medidas na área do trabalho sem as ter apresentado em Concertação Social.

Em causa estava o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição parcial dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais, sendo a primeira hora extra em dias úteis paga com acréscimo de 50%, a segunda hora com 75% e em dias de descanso e feriados 100%.

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