Iberostar Lisboa atinge 75% de ocupação em menos de um mês de funcionamento

Por a 31 de Outubro de 2017 as 13:09

Aquele que é o primeiro hotel dos Iberostar Hotels & Resorts em Portugal já atingiu uma taxa de ocupação média de 75% em menos de um mês de abertura.

O Iberostar Lisboa, localizado em plena rua Castilho, é o mais recente cinco estrelas da capital portuguesa e resulta do plano de expansão da cadeia maiorquina de abrir hotéis urbanos um pouco por todo o mundo. Para já, os Iberostar Hotels & Resorts, que são sobretudo conhecidos pelos seus resorts de praia em vários destinos, como Cabo Verde, Marrocos, Cuba, entre outros, têm já uma unidade de cidade em Budapeste, em Madrid onde prevêem abrir um segundo hotel, em Miami, Nova Iorque e, brevemente, vão ter em Barcelona mas também em Lima (Peru).

Inmaculada Muñoz, directora-geral do Iberostar Lisboa, num encontro com a imprensa, referiu que “Lisboa não podia faltar” neste plano de expansão da cadeia hoteleira e adiantou ainda que o grupo espanhol está também a avaliar oportunidades para uma unidade na cidade do Porto e, provavelmente, um segundo hotel em Lisboa.

O Iberostar Lisboa está sob a gestão dos Iberostar Hotels & Resorts e resulta de um investimento de 35 milhões de euros por parte do proprietário, o empresário Fernando Teles. A unidade conta com 166 quartos, dos quais uma ‘royal suite’ denominada por “Marquês de Pombal”, duas suites, oito junior suites, 153 duplos, bem como dois quartos para clientes de mobilidade reduzida. Os quartos primam pela luz natural que são beneficiados, assim como a vista que têm para a rotunda do Marquês de Pombal e o Parque Eduardo VII.

O cinco estrelas apresenta ainda uma piscina exterior aquecida e outra interior, um spa, oito salas de reuniões que têm capacidade das 10 às 270 pessoas, na sua maioria com luz natural; o restaurante Luz, com esplanada exterior e com a assinatura do Chef executivo Jorge Fernandes, e o lobby bar Boalma.

A arquitectura do hotel, que prima pela luminosidade em todas as suas áreas, foi da responsabilidade do gabinete Capinha Lopes e a decoração de Renata Laranjo.

Luís Garcia, director de vendas, explicou que, nesta primeira fase, os principais mercados do hotel têm sido o espanhol, seguido pelo português, inglês, francês, alemão, norte-americano e brasileiro. O preço médio praticado tem sido de 140 euros.

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