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Internacional

IHG abre hotel na capital da Eslovénia

O hotel tem 165 quartos e fica localizado no centro de Liubliana.

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IHG abre hotel na capital da Eslovénia

O hotel tem 165 quartos e fica localizado no centro de Liubliana.

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InterContinental® Hotels & Resorts, uma das principais marcas hoteleiras  do mundo, continua a sua expansão com a abertura do InterContinental® Liubliana, na capital da Eslovénia.

Localizado num edifício moderno de 20 andares no centro de Liubliana, o  InterContinental® Liubliana está a uma curta caminhada do icónico Ljubljanica River, Park Tivoli e Ljubljana Castle. O hotel tem 165 quartos, incluindo 15 suites, na sua maioria com vista panorâmica, e dispõe de um design de interiores contemporâneo.

InterContinental® Liubliana encontra-se no sítio adequado para descobrir as pérolas escondidas da cidade, desde desfrutar do vinho brda local ou explorar os recentes mercados de comida, até conhecer as regiões vizinhas, como degustar os vinhos no Vipava Valley, passear de barco no Lake Bled ou esquiar no parque nacional Triglav.

Tom Rowntree, Vice-Presidente da Gestão de Marcas, Marcas de Luxo & Boutique da Europa no InterContinental Hotels Group, comentou: “O InterContinental® Hotels & Resorts tem sido pioneiro nos destinos emergentes em todo o mundo há mais de 70 anos e o InterContinental® Liubliana é um excelente exemplo disso. A Eslovénia é um país de grande diversidade, unindo múltiplas influências europeias na sua gastronomia, cultura, design e paisagem – o InterContinental® Liubliana proporciona isso numa oferta muito sofisticada e elegante.”

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Turismo

Setor do turismo chinês criará mais de 30 milhões de empregos na próxima década

A próxima década será de crescimento para o setor do turismo e viagens na China, antevê o WTTC. Se em termos laborais as previsões apontam para a criação de mais de 30 milhões empregos até 2032, a contribuição do setor para o PIB do país deverá atingir os 13,7%.

Victor Jorge

Os dados retirados do Economic Impact Report (EIR) do World Travel & Tourism Council (WTTC) sobre o setor do turismo chinês revelam que o país deverá criar mais de 30 milhões de empregos na próxima década, correspondendo a um quarto de todos os novos empregos gerados no país.

As previsões do WTTC antecipam que o setor deverá atingir mais de 107 milhões de colaboradores até 2032.

Mas não será somente o emprego no turismo a registar crescimentos. Os dados do WTTC antecipam, igualmente, uma evolução do PIB do setor do turismo e viagens a uma média de 9,7% nos próximos 10 anos, mais do dobro dos 4,4% de crescimento previsto para a economia global chinesa, tornando a China um dos países com maior crescimento no mundo.

Esta previsão faz com que as previsões indiquem um crescimento para o setor, podendo atingir valores superiores a 25,2 biliões de yuans (cerca de 3,7 biliões de euros), correspondendo a 13,7% do total da economia chinesa em 2032.

Além disso, os dados antecipam, também que a contribuição do setor do turismo e viagens para a economia global da China possa ultrapassar os níveis pré-pandémicos já no próximo ano, projetando-se um crescimento de quase 10% relativamente a 2019.

Isto faz com que, no final de 2023, a contribuição do setor para a economia nacional atinja os 13 biliões de yuans (cerca de 1,9 biliões de euros) com uma taxa de crescimento anual de mais de 32%.

Em termos de criação de emprego, o WTTC prevê que o setor também ultrapasse os níveis pré-pandémicos, com a criação de mais de 766 mil novos empregos, totalizando, assim, no final de 2023, mais de 83 milhões de colaboradores no setor.

No entanto, o WTTC salienta que estas previsões só serão concretizáveis, se a China continuar a facilitar as viagens tanto internamento como externamente.

Isto leva a presidente e CEO do WTTC a as previsões são “incrivelmente positivas”, advertindo, contudo, para o facto de “enquanto o resto do mundo e mesmo a região estarem a abrir para os viajantes, viajar para a China continua a não ser possível para os turistas internacionais”.

Assim, admite, “as viagens domésticas proporcionaram e continuarão a proporcionar algum alívio à economia da China, mas, no momento, os gastos com viagens internacionais são muito baixos e são críticos para a economia geral chinesa” e apesar de reconhecer que o corte no tempo de quarentena para os viajantes internacionais seja “um passo na direção correta”, Julia Simpson conclui que “não é o suficiente para ter um impacto real positivo”.

Recorde-se que, em 2019, quando o turismo estava no seu ponto mais alto, os gastos dos turistas internacionais na China atingiram perto de 951 mil milhões de yuans (cerca de 140 mil milhões de euros). Contudo, no ano passado, com as fronteiras fechadas, os gastos totais foram inferiores a 91 mil milhões de yuans (cerca de 13,5 mil milhões de euro), correspondendo a somente 3% do valor, ou seja, uma perda de mais de 850 mil milhões de yuans (mais de 125 mil milhões de euros).

Antes da pandemia (2019), a contribuição total do setor do turismo e viagens na China para o PIB do país rondava os 11,6% (mais de 11,9 biliões de yuans, cerca de 1,7 biliões de euros), tendo caído para 4,3% (perto 4,5 biliões de yuans, mais de 660 mil milhões de euros), representando uma quebra de 62,5%.

Já em termos de emprego, o setor contribuía com mais de 82 milhões de colaboradores antes da pandemia, tendo perdido mais de 12 milhões (o equivalente a mais de 15%) para um total de 69 milhões em 2020.

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Destinos

Japão reabre fronteiras a turismo de grupo a 10 de junho

Serão 98 os países que, a partir de 10 de junho, poderão entrar com grupos de turistas no Japão. Além disso, passarão a ser sete os aeroportos que aceitarão voos internacionais.

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O Japão vai permitir a entrada de grupos de turistas de 98 países a partir de 10 de junho, pondo fim a mais de dois anos de fronteiras fechadas a visitantes devido à pandemia da COVID-19.

A lista de 98 países e regiões, onde a situação da COVID-19 é considerada como relativamente estável, inclui os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Rússia e as vizinhas China, Taiwan e Coreia do Sul, assim como Brasil, Moçambique e Timor-Leste, de acordo com o anúncio feito na quinta-feira pelo primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida.

O Japão vai também aumentar o número de aeroportos que aceitam voos internacionais para sete, adicionando Naha em Okinawa, no Sul, e Shin-Chitose em Hokkaido, no Norte.

Todos os turistas devem apresentar um teste com resultado negativo à COVID-19 antes de viajar para o Japão e alguns serão ainda testados novamente à chegada.

Pessoas já vacinadas com a dose de reforço poderão evitar o teste adicional, bem como uma quarentena de três dias.

Os turistas serão acompanhados e terão de respeitar o uso de máscara e outras medidas impostas para controlar a pandemia no Japão.

O anúncio acontece depois do Governo ter anunciado na semana passada que iria testar este mês pacotes turísticos para pequenos grupos vindos dos Estados Unidos, Austrália, Tailândia e Singapura.

O teste-piloto, que envolve apenas 50 pessoas que receberam vistos especiais, em vez de vistos de turista, deve terminar na terça-feira.

Durante a maior parte da pandemia, o Japão impediu a entrada de turistas e permitiu apenas o regresso de cidadãos japoneses e residentes estrangeiros, embora com algumas restrições.

“O intercâmbio livre e ativo de pessoas é a base da economia e da sociedade, bem como do desenvolvimento da Ásia”, disse Kishida.

O primeiro-ministro japonês disse que o objetivo é facilitar as medidas de controlo de fronteira, mas de forma gradual, pois a população apoia as restrições atuais.

O limite diário de entrada do Japão de passageiros em voos internacionais vai duplicar a partir de quarta-feira, para 20 mil pessoas, disse o responsável pelo gabinete encarregado das medidas de controlo da pandemia, Makoto Shimoaraiso.

Antes da pandemia, a economia japonesa dependia cada vez mais do turismo, tendo o país atingido um novo recorde, em 2019, ao receber 31,9 milhões de visitantes estrangeiros.

O Japão tinha estabelecido como objetivo 40 milhões de turistas em 2020, ano em que originalmente seriam realizados os Jogos Olímpicos de Tóquio. A pandemia arruinou esse objetivo e os Jogos foram adiados para 2021, tendo decorrido com muitas limitações.

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Turismo

Rússia anuncia saída da OMT

A ameaça de suspender a Rússia da OMT já existia por parte da entidade mundial que tutela o turismo, mas o país de Vladimir Putin decidiu antecipar-se e anunciou a saída da Organização Mundial do Turismo.

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A Rússia anunciou que se retira da Organização Mundial do Turismo (OMT), embora esta decisão não paralise o procedimento de suspensão como membro que a instituição está a debater em Madrid numa assembleia extraordinária.

Fontes presentes na assembleia confirmaram à Efe o anúncio feito por Moscovo, embora a reunião extraordinária continue esta quarta-feira (27 de abril) em Madrid, sede mundial da OMT, para decidir se a Rússia será finalmente suspensa como membro devido à invasão da Ucrânia.

A saída da Rússia entraria em vigor um ano depois de o Ministério dos Negócios Estrangeiros espanhol ter recebido a carta a comunicar a decisão, mas a suspensão, se finalmente aprovada, entra imediatamente em vigor.

Para que a suspensão do país presidido por Vladimir Putin seja efetiva, será necessário o apoio de dois terços dos 160 países membros que compõem a organização, seguindo a recomendação do Conselho Executivo, composto por 35 países e aprovado com 72% dos votos a favor.

O Artigo 34 dos estatutos da OMT estipula que se a assembleia constatar que algum dos seus membros persiste na prossecução de uma política contrária ao objetivo fundamental da organização, pode ser suspenso por uma resolução adotada por maioria de dois terços.

De acordo com a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, “este é um momento triste para setor do Turismo. A decisão de suspender a Rússia da OMT, tomada nesta Assembleia Geral extraordinária, vem demonstrar o claro compromisso da grande maioria dos Estados Membros desta organização em continuar a promover os valores da liberdade e respeito mútuo, tão importantes para a afirmação da paz no mundo”.

Para esta assembleia extraordinária, a organização nomeou os mesmos oficiais que para a 24.ª reunião ordinária, realizada em Madrid entre 1 e 3 de dezembro de 2021, designadamente Espanha como presidente e Camboja, Gâmbia, Hungria, Índia, Iraque, Paraguai, Uruguai e Uzbequistão como vice-presidentes.

O conselho reuniu-se a pedido dos países membros incluindo a Colômbia, Guatemala, Lituânia, Polónia, Eslovénia e Ucrânia, devido à preocupação e condenação a nível mundial das ações unilaterais da Rússia.

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Turismo

Turismo criará 126 milhões novos empregos na próxima década

Com o final das restrições às viagens e o retomar da “normalidade”, o WTTC antevê que um em cada três novos empregos criados no mundo serão no universo do turismo e viagens. Também o PIB afeto ao setor crescerá mais do que o PIB da economia global.

Victor Jorge

Segundo as contas feitas pela World Travel & Tourism Council (WTTC) no último “Economic Impact Report” (EIR), o setor do turismo e viagens a nível global deverá criar perto de 126 milhões novos empregos nos próximos 10 anos, salientando que um em cada três novos empregos criados será no universo do turismo e viagens contribuindo, assim, para a recuperação económica a nível mundial.

Estes números foram avançados pela presidente e CEO do WTTC, Julia Simpson, durante o “Global Summit” que decorre nas Filipinas e que conta com mais de 1.000 delegados de todo o setor do turismo e viagens.

O relatório avança ainda que o PIB do setor do turismo e viagens deverá crescer a uma taxa média anual de 5,8% entre 2022 e 2032, superando, desta forma, a taxa de crescimento esperada para a globalidade da economia mundial, que deverá evoluir a um ritmo de 2,7% ao ano.

Isto faz com que o PIB agregado ao universo do turismo e viagens deverá atingir os 14,6 biliões de dólares (cerca de 13,5 biliões de euros), correspondendo a 11,3% do total da economia global.

A análise efetuada pelo WTTC é, também, otimista no que diz respeito à meta do PIB do setor do turismo e viagens já para 2023, admitindo que este possa ficar somente 0,1% abaixo do valor pré-pandémico de 2019.

Assim, a contribuição do setor para o PIB deverá evoluir 43,7% para quase 8,4 biliões de dólares (cerca de 7,8 biliões de euros) até ao final de 2022, correspondendo a cerca de 8,5% do PIB total da economia mundial, ficando a 13,3% do valor de 2019.

Esta evolução económica será acompanhada por um aumento no emprego no setor do turismo e viagens, devendo aproximar-se dos níveis pré-pandémico já em 2023, apenas 2,7% abaixo.

Julia Simpson, salientou que “olhando para este ano e o próximo, o WTTC prevê um futuro melhor, com o PIB e o emprego definidos para atingir os níveis pré-pandemia no próximo ano”.

Ómicron travou crescimento mais rápido
A presidente e CEO do WTTC admite que a recuperação, em 2021, foi “mais lenta do que o esperado devido, em parte, ao impacto da variante Ómicron, mas principalmente devido a uma abordagem descoordenada dos governos que rejeitaram o conselho da Organização Mundial da Saúde (OMS), que sustentava que o encerramento das fronteiras não impediria a propagação do vírus, mas serviria apenas para prejudicar economias e fontes de rendimento”.

Recorde-se que no EIR de 2021 do WTTC, o relatório já assinalava o início da recuperação do setor global do turismo e viagens.

Antes da pandemia, a contribuição do setor do turismo e viagens para o PIB era de 10,3% (9,6 biliões, perto de 9 biliões de euros), em 2019, caindo para 5,3% (quase 4,8 biliões de dólares, cerca de 4,4 biliões de euros), em 2020, quando a pandemia estava no auge, o que representou uma perda de 50%.

Em 2021, o setor registou uma recuperação de mais de 18 milhões de empregos globais no setor do turismo e viagens, representando um aumento positivo de 6,7%.

O WTTC admite que a contribuição do setor para a economia global e o emprego teria sido “maior” se não fosse o impacto da variante Ómicron, que levou à recuperação vacilante em todo o mundo, com muitos países a restabelecer severas restrições às viagens.

Espera-se que o emprego global no setor do turismo e viagens cresça, em 2022, perto de 3,5%, representando 9,1% do mercado de trabalho global, ficando atrás dos níveis de 2019 em 10%.

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Emprego e Formação

Número de trabalhadores no turismo aumenta 15% em Espanha

Depois da saída de milhares de profissionais, o turismo espanhol começa a recuperar e ver aumentado o número de pessoas a regressar ao setor.

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Com o turismo a sofrer da falta de recursos humanos, os dados mais recentes da Turespaña, com base nos registos na Segurança Social espanhola, revelam que o número de trabalhadores no setor aumentou mais de 15% no mês de fevereiro, equivalendo a mais 305 mil pessoas a trabalhar no turismo.

Com este crescimento, o total de trabalhadores no setor do turismo atingiu os 2,3 milhões, em fevereiro, correspondendo a 11,7% do total de trabalhadores no mercado espanhol.

Citada pelo SchengenVisaInfo.com, a ministra para a Indústria, Comércio de Turismo, Reyes Maroto, refere que “os bons números do emprego no setor do turismo revelam que os planos de proteção implementados pelo Governo para proteger as empresas e trabalhadores, bem como a gestão sanitária devido à COVID, mostraram-se eficientes e permitiram-nos manter e até criar novos empregos num setor chave para a nossa economia”.

A ministra responsável pelo turismo, em Espanha, apontou, igualmente, o plano de modernização e sustentabilidade que permitirá ao modelo de turismo do país modernizar-se para que o país “continue a liderar o setor na UE”.

Os dados das entidades espanholas revelam, ainda, que, em termos de trabalhadores por conta de outrem, representando 79% do total de trabalhadores, em Espanha, aumentou 19,3%, comparado com o mês de fevereiro de 2021, enquanto os trabalhadores individuais, que representam 21% do total, subiu 2%.

Além disso, verifica-se que, dentro do setor do turismo, todos os segmentos registaram evoluções, com os hotéis e restaurantes a aumentarem o número de trabalhadores, no segundo mês de 2022, em mais de 231 mil funcionários – 182 mil dos quais nos serviços de Food & Beverage e mais de 49 mil nos serviços de alojamento. Já noutras atividades turísticas, o número aumentou em mais de 72 novos empregos, enquanto as agências de viagens viram entrar mais 960 novos trabalhadores, comparado com o período homólogo de 2021.

Por regiões, os maiores crescimentos foram registados na Andaluzia, na comunidade valenciana, Catalunha, Madrid e ilhas Canárias.

A Segurança Social espanhola registava mais de 2,3 milhões de trabalhadores estrangeiros – quase 140 mil mais que em fevereiro de 2020. De acordo com os dados oficiais, dos 2,240 milhões trabalhadores registados em janeiro, 782 mil (34,9%) eram provenientes de outros Estados-Membros europeus, enquanto 1,457 milhões, correspondendo aos restantes 65%, são de países externos à União Europeia

Dos países que mais contribuem para os números de trabalhadores estrangeiros, em Espanha, a Roménia lidera com mais de 327 mil, seguida de Marrocos (285 mil), Itália (138 mil), China (106 mil) e Venezuela (104 mil).

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Turismo

OMT convoca reunião de urgência para suspender Rússia da organização

Considerando que a agressão contra a Ucrânia por parte da Rússia é inconsistente com a Carta das Nações Unidas e contraria o objetivo fundamental da OMT consagrado no Artigo 3 dos seus estatutos, a Organização Mundial do Turismo convocou uma Assembleia-geral para avançar com a suspensão da Rússia da organização.

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O Conselho Executivo da Organização Mundial do Turismo (OMT) decidiu convocar, para os próximos dias, uma Assembleia-geral extraordinária para avançar com a expulsão da Federação Russa da organização.

Esta é a primeira vez na história da OMT que o Conselho Executivo se reúne para tratar do pedido para considerar a suspensão de um membro da organização.

Pedida por vários membros da OMT, a realização da assembleia, em Madrid, revela a preocupação e condenação global contínua por parte do Conselho Executivo da OMT pelas ações unilaterais da Federação Russa.

“A guerra nunca é uma solução. Nem agora, nem nunca. Mas é evidente que nem todos estão comprometidos com esse ideal”, afirma o secretário-geral da OMT. Zurab Pololikashvili salienta ainda, em nota de imprensa, que, “por esta razão, a OMT – e eu como a voz da organização – deve ser alta e clara: se é um membro, então deve comprometer-se com as nossas regras. E deve abraçar os nossos valores. Quando os membros vão contra os nossos objetivos, deve haver consequências”.

“A agressão contra a Ucrânia é inconsistente com a Carta das Nações Unidas e contraria o objetivo fundamental da OMT consagrado no Artigo 3 dos seus Estatutos”, diz a OMT. A Carta afirma a “promoção e desenvolvimento do turismo com vistas a contribuir para o desenvolvimento económico, entendimento internacional, paz, prosperidade e respeito universal e observância dos direitos humanos”, como princípios fundamentais da organização.

Fortalecer a governança global
“A OMT apoia totalmente a resolução da Assembleia-geral da ONU e a votação do Conselho de Direitos Humanos da ONU”, lê-se na nota de imprensa da organização. “A soberania, a independência política e a integridade territorial da Ucrânia, dentro de suas fronteiras internacionalmente reconhecidas, devem ser mantidas, e o apelo das Nações Unidas para a resolução pacífica do conflito deve ser seguido”, destaca.

Na semana passada, a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) votou esmagadoramente a favor de uma resolução exigindo que a Rússia “retira imediata, completa e incondicionalmente todas as suas forças militares do território da Ucrânia dentro de suas fronteiras internacionalmente reconhecidas”. A AGNU reafirmou a importância primordial da Carta da ONU na promoção do direito entre as nações.

Também na semana passada, o Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou as ações da Federação Russa “nos termos mais fortes possíveis”. Os membros votaram a favor da criação de uma comissão especial para investigar supostas violações de direitos humanos, incluindo possíveis crimes de guerra na Ucrânia.

De acordo com seus estatutos, somente a Assembleia-geral da OMT tem a responsabilidade soberana de decidir sobre a suspensão da filiação de qualquer Estado-Membro, se considerar que esse mesmo membro persiste numa política contrária aos objetivos fundamentais da organização, conforme consagrado no artigo 3 de seus estatutos.

 

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Destinos

OMT e UEFA em parceria para promover turismo desportivo

A Organização Mundial do Turismo (UNWTO) e a União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) acordaram em promover os benefícios do desporto e do turismo desportivo.

Victor Jorge

A Organização Mundial do Turismo (UNWTO) e a União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) anunciaram uma parceria para promover os valores partilhados e uma visão comum para o futuro em torno do turismo desportivo.

Os dirigentes de ambas as organizações reuniram-se na sede da UEFA e acordaram em promover os benefícios do desporto e do turismo desportivo para o desenvolvimento e oportunidade de todos, incluindo os jovens.

O secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, e opresidente da UEFA, Aleksander Čeferin, reconheceram “os valores partilhados pelo turismo e pelo futebol, ambos os setores proeminentes liderados por pessoas com a capacidade de promover a compreensão, amizade e solidariedade e impulsionar a mudança social e económica”.

“A OMT e a UEFA trabalharão para entregar um legado em toda a Europa”, refere o comunicado conjunto das duas organizações. A Fundação UEFA irá juntar-se a representantes das diferentes divisões da UEFA na “Global Youth Tourism Summit” da OMT, a realizar em julho de 2022, em Sorrento, Itália, de forma a “dar voz aos jovens no futuro do setor e dar-lhes as capacidades e conhecimentos necessários para liderar o futuro do turismo.

De acordo com o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, “turismo e o futebol são naturais parceiros, trazendo alegria para muitos milhões com benefícios que vão muito além de férias ou jogos”.

Ao trabalhar em conjunto, OMT e UEFA “aproveitarão o potencial para celebrar a humanidade partilhada, fomentar a amizade além-fronteiras e criar experiências e oportunidades para as pessoas em todos os lugares”.

Já o presidente da UEFA, Aleksander Čeferin, admite que o turismo desportivo “é um dos segmentos do turismo. E o turismo e o futebol, como o desporto mais popular do mundo, completam-se de forma única”.

Eventos desportivos, como o UEFA EURO e o UEFA Women’s EURO, estão a dar “um contributo excecional para o turismo nos países de acolhimento”, destacando ainda Čeferin que, “o futebol oferece às equipas e apoiantes a possibilidade de viajar pelo mundo, descobrir novos destinos e culturas”.

“Não consigo pensar numa maneira melhor de aprender mais sobre os outros, crescer juntos em vez de se separarem”, terminou o presidente da UEFA.

Emprego e educação
Sob a nova parceria, a OMT e a UEFA trabalharão juntas para aumentar o turismo desportivo em toda a Europa, inclusive facilitando as viagens e a mobilidade ao mesmo tempo que promovem as oportunidades de emprego e educação.

Ambas as organizações também defendem, conjuntamente, a sustentabilidade dentro dos seus setores, em consonância com a Agenda para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, bem como a Estratégia de Sustentabilidade da UEFA 2030.

O acordo enfatiza, ainda, o impacto de longo alcance do turismo e do desporto, tocando em quase todas as partes das economias e sociedades em todo o mundo.

“Ambos os setores são os principais empregadores e defensores do empoderamento dos jovens e da igualdade de gênero”, conclui o comunicado conjunto das OMT e UEFA, terminando com a promessa de, sob a orientação das duas organizações, “turismo e desporto avançarem no cumprimento das suas responsabilidades de ação climática”.

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País vizinho chega a acordo para prolongamento do ‘lay off’ espanhol

As empresas que realizarem ações de formação aos seus trabalhadores vão ter maiores apoios no novo ERTE.

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O governo espanhol e a concertação social do país vizinho chegaram a um princípio de acordo para prolongar os apoios dos Expedientes de Regulação Temporal de Emprego (ERTE), denominação do ‘lay-off’ em Espanha, até 28 de fevereiro.

Até estarem definidos os critérios do novo modelo do ERTE e para dar tempo às empresas para prepararem as candidaturas, o esquema atual vai estar ainda em vigor durante o mês de outubro, quando expirava no final deste mês de setembro.

Com o novo ERTE, que entrará em vigor a 1 de novembro, as empresas que realizarem ações de formação aos seus trabalhadores, a realizar até 30 de junho de 2022, vão beneficiar de maior apoio da Segurança Social. Este novo regime implica que a prorrogação dos processos actuais não seja automática, devendo ser novamente solicitado ao longo do mês de outubro, período em que o atual regime se manterá em vigor para não criar vazio jurídico. Da mesma forma, fica definitivamente estabelecido que o silêncio administrativo significa que este foi aplicado positivamente, com o que, nesse caso, o novo ERTE será considerado aprovado.

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LJs Ratxó é o primeiro hotel europeu a integrar a rede Eco Hotels & Resorts

A Eco Hotels & Resorts pretende reunir uma oferta de hotéis e resorts que promovam o luxo ecológico.

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A Eco Hotels & Resorts, associação que atualmente conta com 16 hotéis em Aruba, St Barth, Fiji, Antigua Barbuda, Chile, Costa Rica, Nicarágua, México e Tanzânia, integrou o seu primeio hotel na Europa: o LJs Ratxó, em Maiorca.

A Eco Hotels & Resorts foi criada, em 2019, pela mexicana María Olazábal com o objetivo de disponibilizar uma plataforma que reunisse hotéis e resorts únicos que ofereçam um luxo ecológico, preservando e restaurando o meio ambiente, a cultura e as tradições da comunidade local onde estão integrados.

Situado na serra de Tramuntana, declarada Património Mundial da UNESCO, o LJs Ratxó persegue precisamente o propósito da Eco Hotels & Resorts, em que a geração de riqueza e emprego é absolutamente compatível com o cuidado pelo meio ambiente, respeitando e promovendo as tradições locais, e proporcionando experiências únicas que, para muitos, respondem ao novo significado que a grande maioria atribui ao conceito de luxo.

Eduardo Salazar, Director de Operações do Grupo LJs, “queremos que o LJs Ratxó permita aos clientes que possam descobrir como era Maiorca antes do boom do turismo fazer da ilha o destino internacional que é agora. Queremos recuperar o valor da terra, que naquela época pré-turística era o fio condutor da economia maiorquina, e mostrar como é possível conciliar o seu cuidado com a prática de uma das atividades que mais geram riquezas e emprego em todo o mundo. O segredo é aplicar de forma sustentável todas as ações que realizamos na nossa cadeia produtiva. É um projeto muito ambicioso, que esperamos concretizar a médio e longo prazo. Temos a certeza que ser membro da Eco Hotels & Resorts nos ajudará a identificar iniciativas muito interessantes e a tirar partido das sinergias que temos a certeza de partilhar com os restantes parceiros desta plataforma”.

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Six Senses vai ter segunda unidade nas Maldivas

O Six Senses Kanuhura  vai disponibilizar 80 vilas privativas sobre a água ou praia  com vista do pôr do sol ou do nascer do sol.

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O Six Senses Laamu vai ter um irmão já em 2022 nas Maldivas.  A internacional Six Senses  vai implementar a sua marca num um resort  da Hotel Properties Limited (HPL).

O Six Senses Kanuhura  vai disponibilizar 80 vilas privativas sobre a água ou praia  com vista do pôr do sol ou do nascer do sol. O Kanuhura já foi reconhecido como o Melhor Resort de Luxo nas Maldivas no Luxury Lifestyle Awards e Best of the Best no TripAdvisor Travellers ’Choice.
A 40 minutos de voo de hidroavião do principal aeroporto internacional de Malé, a localização do resort é apenas rivalizada apenas por duas ilhas completamente desertas, Jehunuhura e Masleggihuraa.

Para se integrar nos padrões da Six Senses, o resort vai ser alvo de algumas melhorias, como um upgrade das villas sobre a água para incluir piscinas privadas, novas suítes familiares, novos conceitos de jantar e uma oferta de bem-estar pioneira – tudo com o ethos de sustentabilidade da marca Six Senses em mente.

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