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Reportagem: Washington – A cidade mais cool dos EUA

Desde o Verão de 2016, que Lisboa conta com uma ligação directa para a capital norte-americana, operada pela companhia aérea United. Este ano, o Publituris foi conhecer ‘in loco’ o destino e dá-lhe um vasto leque de razões para ir visitar a cidade onde se decide o Mundo.

Raquel Relvas Neto
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Reportagem: Washington – A cidade mais cool dos EUA

Desde o Verão de 2016, que Lisboa conta com uma ligação directa para a capital norte-americana, operada pela companhia aérea United. Este ano, o Publituris foi conhecer ‘in loco’ o destino e dá-lhe um vasto leque de razões para ir visitar a cidade onde se decide o Mundo.

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Desde o Verão de 2016, que Lisboa conta com uma ligação directa para a capital norte-americana, operada pela companhia aérea United. Este ano, o Publituris foi conhecer ‘in loco’ o destino e dá-lhe um vasto leque de razões para ir visitar a cidade onde se decide o Mundo.

Para muitos, as viagens de sonho são habitualmente para destinos exóticos, com as suas praias paradisíacas, o calor e toda a envolvência tropical. Para mim, conhecer Washington liderava a lista das minhas viagens de sonho. Pisar os mesmos passeios e palcos que Abraham Lincoln, Marthin Luther King Jr., Barack Obama ou passear nos mesmos jardins que Jacqueline Kennedy, ou, de forma ficcionada, ver ao vivo os locais que servem de cenários às personagens de Olivia Pope ou Claire Underwood era um objectivo a concretizar. E assim foi. Estar na cidade onde se decide o Mundo, ou parte dele, é deveras um momento marcante. Não, o momento alto da viagem não é ver de perto a Casa Branca. Posso dizer que esse é o momento menor de toda uma estadia na cidade mais ‘cool’ dos Estados Unidos da América. Longe dos formalismos a que nos habituaram os filmes e séries que tiveram Washington como palco, esta cidade tem muito mais para oferecer e para o turista experienciar do que ver apenas a Casa Branca.

Pela cidade
Optar por um hotel no centro da cidade é a escolha certa para estar perto dos principais monumentos que, claro, não podem escapar à visita. Fica a sugestão do JW Marriott Washington, no Penn Quarter, a apenas dois quarteirões da Casa Branca e em plena Pennsylvania Avenue, onde ao fundo se avista o incontornável Capitólio. A melhor maneira de se ficar a conhecer Washington, e a mais prática, é de bicicleta. Com um ‘tour’ organizado com a Bike and Roll ou alugando uma bicicleta – Capital Bikeshare – nos vários pontos possíveis espalhados um pouco por toda a cidade. A visita começa pelo castelo Smithsoniam que serve actualmente de sede à Fundação Smithsoniam. James Smithson era um cientista britânico que deixou todo o seu espólio e colecção privada ao governo dos Estados Unidos com o propósito de aumentar e fomentar o conhecimento. Hoje, a fundação com mais de 170 anos conta com 17 museus, um zoo nacional e nove centros de pesquisa.

O Museu Nacional da História Americana, o Museu Nacional do Ar e do Espaço, Museu Nacional de História Natural ou o mais recente Museu Nacional da História e Cultura Afro-Americana, aberto em Setembro de 2016, são alguns dos museus a não perder. A vantagem destes museus é que são de acesso gratuito, bem como a maior parte dos monumentos em Washington.
Localizado junto ao jardim onde se avista de um lado o memorial de Abraham Lincoln e do outro o Capitólio, os museus servem de ponto de partida para o ponto alto do passeio: o Capitólio.

O Capitólio é imagem de marca de Washington. O seu imponente edifício que se avista de quase todo o lado de Washington conta com uma envolvência que convida a momentos de lazer junto ao lago nas suas traseiras ou a simplesmente desfrutar os jardins redondantes. O Capitólio é um dos pontos de passagem de quem pratica jogging, assim como o imponente edifício do Tribunal Supremo, o mais alto tribunal federal dos Estados Unidos. Nesta área encontra-se também a Livraria do Congresso, trata-se da biblioteca nacional dos Estados Unidos e a instituição cultural mais antiga daquele país. Uma visita imperdível. Descendo pelo National Mall, parque que serve de local para festivais e eventos como as tomadas de posse dos presidentes dos EUA, pára-se no Washington Monument, um obelisco localizado no Constitution Gardens, que foi construído como um memorial a George Washington e do seu topo pode-se avistar toda a cidade de Washington. Contudo, está temporariamente encerrado a visitas até à Primavera de 2019 para se poder melhorar o elevador que leva até ao seu topo. Seguem-se os memoriais à II Grande Guerra, Veteranos do Vietname e o emblemático Abraham Lincolm Memorial. Este é o sítio que mais turistas atrai na cidade, daí ser mais tranquilo visitá-lo logo de manhã ou à noite. Aliás, não se pode deixar de revisitar alguns destes locais durante a noite. Além de se poder desfrutar mais tranquilamente dos memoriais, deslumbra-se ainda uma nova perspectiva sobre estes sítios emblemáticos. Um deles é, exactamente, o memorial de Abraham Lincolm. Outro é o memorial à Guerra das Coreias também no Constitutions Gardens. As 19 estátuas de aço de soldados que o compõem são impressionantes durante a noite. Chegam a ser arrepiantes. Em qualquer ponto do memorial que se esteja, há sempre um dos soldados que nos olha directamente com os seus olhos cheios de terror e ao mesmo tempo vazios de esperança. É um momento tocante. Junto ao lago de Tidal Basin, lago artificial junto ao canal de Washington onde muitas embarcações marítimo turísticas passeiam, e ao rio Potomac, encontram-se mais memoriais cuja visita é inevitável.
O mais recente é o memorial em honra de Martin Luther King Jr., inaugurado em Outubro de 2011, ambos situados na 1964 Independence Avenue, S.W., assinalando o ano em que a declaração para os Direitos Civis foi tornada lei. A frase “Out of a mountain of despair, a stone of hope” recebe os visitantes ao memorial. Do outro lado do lago Tidal Basin, onde se pode desfrutar de bons momentos a andar de gaivota ou simplesmente a apreciar a paisagem, sobretudo na Primavera com as cerejeiras em flor, avista-se o Jefferson Memorial. Outra paragem obrigatória. Atravessando a ponte Arlington Memorial, do outro lado do rio Potomac, pode-se visitar também o cemitério nacional de Arlington. A imagem das infindáveis placas de mármore brancas perdem-se de vista. Nele pode-se visitar o memorial Challenger Space Shutle e o túmulo do presidente John F. Kennedy.

Casa Branca
É claro que ir a Washington sem ir ver a Casa Branca é como ir a Roma e não ver o Papa. Se as expectativas são de entrar na Casa Branca, é melhor baixá-las. Os cidadãos estrangeiros que queiram fazer uma visita têm de fazer o pedido junto da embaixada do seu país em Washington D.C três meses antes da viagem até 21 dias antes. As visitas são gratuitas, mas estão sujeitas ao horário da Casa Branca e podem ser canceladas à última hora. No exterior, fora do gradeamento, está claro, as visitas são permitidas, tanto da parte da frente do edifício como nas traseiras do mesmo, fora do elevado perímetro de segurança. Por vezes, em algumas situações e por questões de segurança, a polícia encerra a via em frente à própria Casa Branca, não permitindo que ninguém ali permaneça. No entanto, existe uma vista priveligiada para a Casa Branca. Trata-se do terraço do W Hotel, onde além de se desfrutar de uma bebida, tem-se uma vista panorâmica para o The Elipse e para o Monumento Washington. Pode-se ter a sorte de se ver a movimentação na Casa Branca ou o Marine One a aterrar em pleno jardim.

Um pouco mais fora do centro, encontra-se a também emblemática Universidade de Georgetown, a mais antiga instituição católica e jesuíta de ensino superior nos Estados Unidos com o seu imponente edifício. Um pouco mais longe, concretamente a 26 quilómetros de DC, fica a célebre casa de George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos da América, em Mount Vermon. O acesso à casa tem um custo de 18 dólares para adultos e 9 dólares para crianças. De metro pode-se ir mais longe. As cidades de Maryland, para provar o tradicional caranguejo azul, ou Virginia, zona particularmente vinícola, estão acessíveis de metro, bem como Alexandria e Silver Spring. Aquando nos EUA, pode-se sempre optar por combinar as cidades de Washington e Nova Iorque, partindo ou do Ronald Reagon Washington National Airport, ou de comboio saindo da Union Station.

Novidades
Washington é uma cidade em constante ebulição e a ganhar cada vez mais um lugar de destaque nos principais destinos norte-americanos. Para acompanhar a sede de novidades pelos turistas que o visitam, o destino tem apresentando novas atracções, porque, julgam eles, já não têm razões de sobra para atrair turistas.
Comecemos pelo novo Newseum. É um museu dedicado ao jornalismo e, especialmente, à liberdade de imprensa e de expressão. Para os defensores da democracia, esta é uma visita necessária. Da história do jornalismo no mundo e nos EUA, em concreto, à violação da liberdade de imprensa, aos momentos marcantes da História do mundo aos próprios atentados contra jornalistas, o Newseum desperta a consciência de cada um para a realidade de hoje. O museu conta com exposições permanentes e temporárias. A galeria de fotografias galardoadas pelo prémio Pulitzer é apenas uma das muitas que são avassaladoras. O poder da fotografia tem ali o seu lugar merecido. Existe também uma galeria dedicada ao 11 de Setembro e a todos os eventos cruéis que se viveram naquele dia. Aqui estão retratados os desafios extraordinários que os jornalistas enfrentaram quando contavam a história ao mundo.

A propósito, no próximo ano, o International Spy Museum vai abrir portas numa nova localização, na L’Enfant Plaza. Mas actualmente pode ainda visitar a maior colecção de artefactos de espionagem internacional e a sua história na sua actual morada na baixa de Washington. A par do novo International Spy Museum estão ainda em desenvolvimento o Capitol Crossing, o District Wharf e o Museu da Bíblia, num investimento de cerca de 11 mil milhões de euros. Também em desenvolvimento estão cerca de quatro mil quartos de hotel em 18 novas unidades hoteleiras. Washington é sobretudo uma cidade para se desfrutar. Quatro dias é o mínimo de estadia aconselhável, pois além dos emblemáticos monumentos, Washington tem muito para oferecer. Comer um gelado das típicas carrinhas de gelado junto a um qualquer jardim espalhado pela cidade, como por exemplo no National Gallery of Art Sculpture Garden junto ao National Mall, onde pode apreciar as diversas esculturas e instalações ali presentes, é uma das sugestões. Aqui aprecia-se especialmente a qualidade de vida que os residentes de Washington têm. Desde as várias actividades de lazer que podem desfrutar, a toda a envolvência histórica e cultural com que contam diariamente, sempre num ambiente descontraído. Esta é uma cidade especialmente tranquila e segura para se andar a passear sozinho ou acompanhado.

Vida nocturna
A descontracção faz parte do dia-a-dia de Washington, mas não apenas de dia, também à noite. São vários os lugares ‘trendy’ onde se pode passar um bom bocado nos bairros ecléticos da cidade. Assistir a música ao vivo no Howard Theatre ou dar um pé de dança na Town Danceboutique são algumas das sugestões, podendo-se, posteriormente, terminar a noite no Ben’s Chili Bowl com os seus hotdog’s de chili e batidos. No entanto, se se preferir algo que não vá pela noite dentro e que esteja mais ligado ao desporto, nada como assistir a um jogo de basebol no estádio dos Washington Nationals. É sempre uma experiência memorável.

*A Jornalista viajou a convite da U.S. Travel Association com o apoio da United.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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AHRESP revela programa do próximo congresso em Coimbra

O congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

Carla Nunes

O próximo Congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), que decorre de 14 a 15 de outubro no Convento de São Francisco, em Coimbra, já tem um pré-programa definido.

Sob o tema, “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o congresso terá cerca de 60 oradores, 12 sessões paralelas e cinco workshops de parceiros, além de duas sessões plenárias.

A primeira sessão plenária, a cargo de Luís Marques Mendes, abre com o tema “Que conjuntura política e social teremos em 2023?”. Já a segunda sessão plenária vai consistir numa conversa entre a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, com as jornalistas Rosário Lira e Rosália Amorim, que serão também moderadoras em várias sessões paralelas.

De destacar ainda a sessão de abertura, que conta com a presença de Carlos Moura, presidente da direção da AHRESP, Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, António Costa e Silva, ministro da Economia e do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. A sessão de encerramento, onde serão lidas as conclusões do congresso, ficará a cargo da Secretária de Estado do Turismo, Congresso e Serviços, Rita Marques.

Ao longo dos dois dias de congresso, as sessões paralelas tratarão temas como o futuro das acessibilidades em Portugal, a sustentabilidade económica e ambiental, a influência do digital na vida das empresas, entre outros assuntos, que podem ser consultados no programa disponível no website da AHRESP.

“O Congresso AHRESP surge no momento em que a recessão bate à porta da Europa, o que pode não deixar ninguém imune – nenhum país e nenhuma atividade – nem mesmo aquela que teve indesmentível recuperação no verão, mas insuficiente para fazer face aos desafios que se colocam à economia nacional como um todo e, em casos muito concretos, aos diversos setores da atividade turística”, refere a associação em comunicado.

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Hospitality Talks
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“Hospitality Talks” reúnem hoteleiros e empresas tecnológicas para mitigar escassez de mão-de-obra no setor

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros”.

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A 11 e 13 de outubro, em Lisboa e Porto, respetivamente, hoteleiros e especialistas em tecnologia vão reunir-se nas “Hospitality Talks” para discutir formas de mitigar a falta de trabalhadores no setor.

A iniciativa conjunta da HiJiffy, RM hub, Climber RMS e OTA Insight vai juntar “cerca de uma centena de gestores hoteleiros” com o objetivo de identificar “os contextos em que a adoção de soluções tecnológicas e de revenue management podem funcionar como um trunfo na mitigação desta problemática”, indica a HiJify em comunicado.

As conclusões das Hospitality Talks serão incluídas num plano estratégico, “posteriormente disponibilizado aos diferentes stakeholders”, desde players da indústria, até decisores políticos. O intuito passa por “catalisar um compromisso conjunto no sentido de converter Portugal num exemplo de sucesso a nível a europeu”.

“É fundamental esclarecer que a adoção de soluções tecnológicas não visa eliminar a componente humana, muito pelo contrário. O objetivo passa antes por automatizar tarefas repetitivas e de baixo valor acrescentado, maximizando a eficiência de processos”, sublinha Tiago Araújo, CEO da HiJiffy, no respetivo comunicado.

A mesma mensagem é reforçada pelo CEO da RM Hub, Rudi Azevedo, que explica que “a tecnologia permite que as empresas possam canalizar esforços para as áreas operacionais, podendo desta forma direcionar o seu esforço para melhorar a experiência do cliente externo e interno”.

Evento limitado a 50 participantes por edição

Os hoteleiros interessados em fazer parte das Hospitality Talks devem formalizar a inscrição gratuita na edição de Lisboa, que terá lugar a 11 de Outubro, no NEYA Lisboa Hotel, às 9h00, através deste link.

Por sua vez, os interessados em participar na edição do Porto, que decorre a 13 de outubro no Selina Navis Cowork, às 14h00, poderão fazê-lo gratuitamente através deste link.

O evento será limitado a 50 participantes, “por forma a assegurar um envolvimento ativo de todos os presentes”. No entanto, a HiJiffy sublinha que ainda existem vagas disponíveis.

Além das conclusões resultantes dos diferentes painéis de discussão, os hoteleiros serão também chamados a participar num inquérito final. Todos os insights serão depois plasmados num documento que visa funcionar como um plano estratégico.

“Com a iniciativa ‘Hospitality Talks’ procuramos trazer não só os dados e tendências mais relevantes e atuais do mercado hoteleiro, mas também partilhar dicas de como trabalhar com a falta de staff e manter uma estratégia de sucesso”, remata Joanna Tomaszkiewicz, responsável da OTA Insight.

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Hotel Vila Raia
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Idanha-a-Nova recebe nova unidade de três estrelas

O verão é visto pelo General Manager do Hotel Vila Raia como “a época de eleição para atrair clientes”, devido aos atrativos da zona.

Carla Nunes

A zona da Raia acabou de ganhar mais quartos com a abertura do Hotel Vila Raia, em Idanha-a-Nova, Castelo Branco. A unidade de três estrelas acrescenta assim 26 quartos à região, num investimento que já superou um milhão de euros.

Os quartos, todos com twin bed, “seguem um modelo muito utilizado em Espanha, podendo-se juntar as camas sempre que o cliente desejar”, como explica Jorge Humberto, General Manager do Hotel Vila Raia.

Ao alojamento juntam-se valências como uma piscina exterior, sauna e jacuzzi, bem como uma sala de reuniões e estacionamento próprio. O edifício da unidade encontrava-se fechado há oito anos, pelo que foi necessário proceder a restauros, pinturas e à impermeabilização da piscina, de acordo com o General Manager.

O responsável aponta que esta unidade “será mais procurada pelo cliente que  quer fugir da agitação das grandes cidades e procura um sítio calmo e sossegado para carregar baterias”. O verão é visto como “a época de eleição para atrair clientes”, dados os atrativos da zona.

“Temos praias fluviais, aldeias históricas e boa gastronomia perto do hotel. Estamos inseridos numa região rica em eventos e que atraem muita gente de fora”, justifica Jorge Humberto.

Por se tratar de um novo hotel, o responsável afirma que não têm “qualquer historial em que possamos basear a nossa perspetiva [de reservas futuras]”. No entanto, mantém-se otimistas, dadas as reservas realizadas “na primeira e segunda semana de abertura e para a última semana de setembro”.

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Carrís Porto Ribeira contrata Simão Cruz para direção de vendas

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli e pela Blue & Green Hotels.

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A Carrís Hoteles contratou Simão Cruz para assumir o cargo de diretor de vendas do Carrís Porto Ribeira.

O profissional conta com várias experiências na vertente hoteleira, somando passagens pelo Grupo Tivoli, onde assumiu funções de Corporate Account Manager, e pela Blue & Green Hotels, onde desempenhou o cargo de Iberian Market Manager em todas as vertentes de negócio – Corporate, MICE e Leisure. Posteriormente, Simão Cruz foi responsável pela planificação e reposicionamento do Santa Luzia ArtHotel, em Guimarães, enquanto Sales & Marketing Manager.

A Carrís Hoteles é uma cadeia hoteleira com unidades hoteleiras distribuídas pela Galiza e o Norte de Portugal. Atualmente, dispõe de seis hotéis localizados no Porto (Carrís Porto Ribeira), A Coruña (Carrís Marineda), Ferrol (Carrís Almirante), Santiago de Compostela (Carrís Casa de la Troya e Monte do Gozo) e Ourense (Carrís Cardenal Quevedo).

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Marta Paixão assume funções como Events Manager no Lisbon Marriott Hotel

A profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

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O Lisbon Marriott Hotel contratou Marta Paixão para ocupar o cargo de Events Manager na unidade.

Licenciada em Direção e Gestão Hoteleira no ESHTE – Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, bem como mestranda em Ciências Empresariais pelo Instituto Superior de Economia e Gestão em Lisboa (ISEG-UTL), a profissional iniciou a sua carreira como Groups & Events Coordinator / MICE no Sana Metropolitan Hotel, em 2014.

Posteriormente, desempenhou funções como Groups & Events Coordinator na Continental Hotels Portugal, em 2016.

“É com imenso entusiasmo que abraço este novo desafio. Ingressar na Marriott International, a maior cadeia hoteleira a nível mundial, é de facto uma realização profissional. O nosso compromisso será, em conjunto com as equipas operacionais, garantir que o sucesso dos eventos seja uma constante”, afirma Marta Paixão em comunicado.

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Casual Hoteles abre segunda unidade no Porto

O Casual Raízes Porto tem 42 quartos e situa-se na Rua de Santa Catarina. Este é o segundo hotel da marca no Porto e o terceiro em Portugal, juntando-se ao Casual Inca Porto e ao Casual Belle Epoque Lisboa.

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A Casual Hoteles, uma cadeia hoteleira temática valenciana, reforçou a sua presença em Portugal com a abertura da terceira unidade no país, o Casual Raízes Porto. Localizado na Rua de Santa Catarina, o hotel junta-se a uma outra unidade da cadeia na cidade, o Casual Inca Porto, bem como ao Casual Belle Epoque Lisboa, na capital.

O novo hotel é constituído por 42 quartos e um restaurante com terraço exterior, onde são servidos os pequenos-almoços, almoços e jantares. A decoração de interiores ficou a cargo de Raquel Sanjuan, que se inspirou nos ícones do Porto para criar diferentes ambientes no hotel: monumentos como a Igreja de Santo Ildefonso, a Ponte D. Luís I e tradições como a produção de vinho do Porto ganham destaque nos quartos da unidade desta temática.

À semelhança dos restantes hotéis do grupo, o Casual Raízes Porto é pet friendly, assegurando uma cama própria, taças de água e comida e um snack de boas-vindas aos seus hóspedes de quatro patas.

Casual Raízes Porto
Além disso, a unidade disponibiliza quatro packs românticos: o Casual Sense, Casual Love, Casual Bubbles e Casual Sweet, que podem ser consultados no website da cadeia.

“A abertura da Casual Raízes Porto confirma o interesse da nossa cadeia em consolidarmo-nos em Portugal, [principalmente] numa cidade como o Porto, cuja beleza artística e interesse histórico foram uma excelente inspiração para fazermos algo que faz parte do nosso ADN: “tematizar hotéis e juntar o passado dos destinos à estética dos nossos estabelecimentos”, afirma Juan Carlos Sanjuan, presidente e fundador do Casual Hoteles em comunicado.

Com a abertura do Casual Raízes Porto, o portefólio do Casual Hoteles passa a contar com 22 hotéis e 848 quartos em 11 cidades de Espanha (Valência, Bilbao, San Sebastián, Sevilha, Barcelona, Madrid, Benidorm, Cádiz e Málaga) e Portugal. O grupo tem prevista a abertura de mais um hotel em Valência, o Casual Dreams Valencia, com 45 quartos.

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Nova edição Publituris Hotelaria: Entrevista a José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel

Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

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Na edição de setembro da Publituris Hotelaria, o destaque vai para a próxima edição da DecorHotel, que este ano regressa ao Porto de 27 a 29 de outubro, depois de uma edição realizada em Lisboa.

José Frazão, administrador da ExpoSalão e dinamizador da DecorHotel, assegura que contam com uma adesão “superior àquela que conseguimos em Lisboa”. A palavra evolução é, segundo o responsável, “talvez aquela que melhor espelha aquilo que conquistámos ao longo destas edições”, admitindo que “podemos afirmar que a DecorHotel terá já aquilo que percebemos como um evento de cariz internacional”.

A pouco mais de três meses do final de 2022, a pergunta que se coloca é: Estamos perante o melhor ano turístico de sempre em Portugal? A resposta é dada na “Análise CLEVER” assinada por Luís Brites. Combinando os valores de ocupação e receita turística até hoje conseguidos, com a análise de perspetivas de interesse – pesquisa de voos e alojamento – o CEO da CLEVER Hospitality Analytics afirma que “poderemos estar, de facto, em excelente perspetiva de presenciar o melhor ano turístico de sempre”.

Já no Fala-se, fique a conhecer a nova unidade de luxo na Ericeira do grupo hoteleiro Aethos. Localizado numa falésia, a 40 metros  do mar, o Aethos Ericeira abriu a 1 de setembro e inspira-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

No capítulo das novidades, a edição deste mês é também uma oportunidade de ficar a conhecer o novo projeto da Eurostars Hotel Company, o Eurostars Lisboa Baixa. O futuro quatro estrelas na Rua da Prata tem data de abertura prevista para o final deste ano e é inspirado na tradição e cultura lisboetas, totalizado 57 quartos.

A hotelaria de cinco estrelas é o tema central do dossier de setembro, onde damos a conhecer a oferta atual deste segmento hoteleiro de norte a sul do país, os públicos que pretende captar e as áreas em que aposta para fazer face à procura.  O investimento em tecnologia, na cozinha de autor e na sustentabilidade marcam algumas das medidas adotadas por hotéis como o Six Senses Douro Valley, The Lodge Hotel, The Yeatman, Montebelo Viseu Congress Hotel, The Ivens Hotel, Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Vila Joya, Savoy Palace e Grand Hotel Açores Atlântico, com quem falámos para esta edição.

Destaque ainda para o especial Made in Portugal, onde apresentamos as novidades das empresas nacionais. Fique a conhecer as soluções e inovações para o setor hoteleiro de empresas como a EPOCA, Costa Nova, Regoldi, Laskasas, Glammfire e Costa Verde, a par das preferências dos clientes.

Na rubrica Palavra de Chef falámos com Ana Magalhães, a primeira mulher a vencer o concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 23 anos. O respeito pelo produto, a importância de valorizar a tradição gastronómica portuguesa e a sustentabilidade na cozinha guiam grande parte da conversa com a sub-chef júnior de 26 anos no Six Senses Douro Valley.

Seguimos para a Inspeção, onde mostramos que “o paraíso só para adultos existe, tem vista para a Ria Formosa” e um lugar cativo no AP Cabanas Beach & Nature, que abriu no verão de 2021.

A fechar, brindamos com as sugestões de Pedro Luz, head sommelier na Garcias Wines & Spirits Boutique – Comporta. As sugestões ficam completas com os novos conceitos de restauração do Domes Lake Algarve, que damos a conhecer nesta edição.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont); Paulo Mesquita (COO no Dom Pedro  Hotels & Golf Collection);  João Caldeira Heitor (coordenador científico da licenciatura em Gestão do Turismo do ISG – Instituto Superior de Gestão); Francisco Jaime Quesado (economista e gestor especializado em inovação e competitividade); Karina Simões (Head of Hotel Advisory na JLL Portugal); Liliana Conde (consultora) e José Varela Gomes (coordenador da licenciatura em Gestão Hoteleira do ISAG – European Business School).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

Contacto: Carmo David | [email protected] | 215 825 430 **

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Guestcentric torna-se parceira da nova empresa de gestão de ativos hoteleiros AHM

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal.

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A GuestCentric Systems associou-se a uma nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, a ACE Hospitality Management (AHM), “para aumentar o negócio direto da empresa e apoiá-la na sua estratégia de crescimento de portefólio”, como indica em comunicado.

Atualmente, a AHM gere cinco unidades hoteleiras independentes no norte de Portugal. Através desta parceria, a AHM passa agora a contar com a GuestCentric Systems para a ajudar na sua estratégia “ambiciosa” de aumento de ativos. A agência de marketing digital especializada em hotelaria possui uma divisão própria, a Labs, com “uma vasta experiência em ajudar hotéis independentes a aumentar o seu negócio direto e, com isso, a melhorar significativamente a sua rentabilidade global”, asseguram em comunicado.

“Enquanto nova empresa de gestão de ativos hoteleiros, com planos de crescimento ambiciosos, precisávamos de um parceiro tecnológico focado na inovação, em quem pudéssemos confiar para otimizar a nossa presença online, comunicar a proposta de valor da marca e aumentar as vendas diretas” declara Cláudia Alves, Cluster Sales & Marketing Manager da ACE Hospitality Management.

Pedro Colaço, CEO da GuestCentric, acrescenta: “Há mais de 14 anos que a Guestcentric se orgulha de trabalhar ao lado de uma vasta gama de hotéis e de empresas de gestão hoteleira, para otimizar o crescimento do seu negócio direto. É com enorme entusiasmo que vemos a AHM fazer parte do nosso portefólio de clientes, e vemos isso como a confirmação de que nos considera o seu parceiro de eleição, para acompanhá-la na sua trajetória de crescimento sustentado”.

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Aethos Ericeira já abriu e acrescenta mais um hotel de luxo à região

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel constituído por 46 quartos e quatro suites é dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”.

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O grupo hoteleiro Aethos abriu a sua mais recente unidade na Ericeira a 1 de setembro. O hotel, dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, como se pode ler em comunicado, tinha abertura prevista para julho deste ano.

Localizado numa falésia, a 40 metros do mar, o novo hotel é constituído por 46 quartos e quatro suites, inspirando-se na natureza envolvente e na vista desafogada para o Oceano Atlântico para melhor se dirigir ao seu público-alvo: os surfistas.

Com estes clientes em mente, o Aethos Ericeira dispõe de um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel. Estão ainda incluídas aulas diárias de surf, bem como aulas adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

Aethos Ericeira

Focado no bem-estar físico e mental, a unidade conta com um spa com piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”. O conceito fica completo com aulas de diárias de yoga e meditação e a disponibilização de bicicletas e buggies para explorar a propriedade, a par de refeições saudáveis servidas no ONDA, o restaurante do Aethos Ericeira, cujos menus assinados pelo chef Afonso Blazquez privilegiam ingredientes locais e saudáveis.

O projeto de arquitetura e design de interiores ficou a cargo do Astet Studio, um gabinete de Barcelona, e do arquiteto português Luís Pedra Silva. Os profissionais juntaram-se para criar um espaço harmonioso com a natureza envolvente, fazendo uso de materiais como madeiras, peles, veludos, tapetes e mármore. O objetivo passou por criar “um projeto de design de interiores descontraído”, dirigido a uma comunidade jovem de “nómadas que adoram surfar, mas também apreciam um luxo descomplicado”, explica Ala Zreigat, um dos fundadores do Astet Studio, em comunicado.

“Um dos grandes desafios foi fazer com que o espaço funcionasse em todas as estações do ano, e não só no verão, mas acho que conseguimos resolver esse desafio ao propor um diálogo entre materiais frios e quentes”, afirma Ala Zreigat.

As tarifas de abertura do Aethos Ericeira começam nos 200 euros e as reservas podem ser feitas para o email [email protected] ou para o telefone 261244510.

Experiências como aulas de grupo ou privadas de surf, yoga, meditação, piqueniques, workshops de mixologia, provas de vinhos e massagens estão apenas disponíveis para hóspedes e mediante marcação.

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