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Centro de Inovação do Turismo arranca até ao fim do ano

Centro de Inovação do Turismo é o pilar do Programa Turismo 4.0, lançado no ano passado e que prevê a digitalização e o modernização do sector.

Inês de Matos
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Centro de Inovação do Turismo arranca até ao fim do ano

Centro de Inovação do Turismo é o pilar do Programa Turismo 4.0, lançado no ano passado e que prevê a digitalização e o modernização do sector.

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O Turismo de Portugal (TP) apresentou esta segunda-feira, 22 de Maio, o Centro de Inovação do Turismo, plataforma que visa promover a inovação e o empreendedorismo no sector e que vai arrancar até ao final do ano, segundo Luís Araújo, presidente do TP.

“O Centro de Inovação do Turismo vai ser lançado no segundo semestre, até ao final do ano”, afirmou o responsável durante a apresentação da iniciativa, que decorreu no Ministério da Economia e que reuniu vários representantes do sector.

Como referiu Sérgio Guerreiro, do TP, durante a apresentação, o Centro de Inovação do Turismo é “o pilar da implementação da estratégia” do Programa Turismo 4.0, lançado no ano passado e que prevê a digitalização e modernização do sector através de iniciativas inovadoras e em estreita colaboração com as startups.

Para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, o novo centro representa uma oportunidade para “acelerar o processo de inovação”, de forma a “afirmar o Turismo como uma plataforma para o desenvolvimento e inovação de Portugal”

Presente na cerimónia esteve também o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, que sublinhou o pioneirismo do Centro de Inovação do Turismo e das medidas do Programa Turismo 4.0, afirmando que “Portugal não está a seguir ninguém, está a dar passos à frente dos outros”.

O novo centro, que terá o estatuto de associação de direito privado, vai funcionar como um ponto de encontro entre empresas tradicionais e startups da área do turismo, de forma a contribuir para a modernização e internacionalização do sector, numa iniciativa que prevê também a formação e requalificação de recursos humanos e está aberta à participação de empresas de outros sectores.

Uma das funções do Centro de Inovação do Turismo será a de funcionar como laboratório para as startups da área do turismo, recorrendo para o efeito a uma rede de 27 incubadoras com mais de 250 empresas, ao abrigo de um protocolo que já existia e que ditou já a realização de 11 iniciativas.

“Temos tudo para este centro dar certo e ser um ponto de referência em qualquer parte do mundo. Esse é o objectivo e quero deixar claro que isto não é mais uma incubadora, não é mais uma aceleradora, é um Centro de Inovação, é para juntar essas valências que já existem”, resumiu o presidente do TP em declarações aos jornalistas.

 

 

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Bounce abre sede europeia em Lisboa

Considerando Portugal como um mercado em crescimento e com um enorme potencial, a Bounce, startup de travel tech que oferece serviço de armazenamento de bagagem para turistas em diversas cidades no mundo, abriu recentemente a sua sede europeia em Lisboa.

A Bounce fez uma análise que revela que Portugal está entre os top 10 países a nível mundial, no que diz respeito ao número de turistas que recorre ao serviço de armazenamento de bagagem.

Por outro lado, o estudo concluiu que, só este Verão, Lisboa já é a sexta cidade mais popular do mundo, competindo com destinos como Londres, Madrid, Veneza e Amsterdão, e que, entre as 10 cidades do mundo com a maior taxa de crescimento está o Porto, que regista uma taxa de 200%. Esta métrica é avaliada através do número de armazenamentos registados diariamente.

A startup de travel tech que oferece, o que é considerado o maior serviço de armazenamento de bagagem do mundo para turistas, considera que, em Portugal, foram registados mais de 18 mil armazenamentos no último ano, e que os últimos três meses, as cidades com maior taxa de utilização dos serviços Bounce foram Lisboa, Porto, Faro, Albufeira e Lagos. Por sua vez, as top 5 cidades em termos de crescimento de parceiros Bounce são Lisboa, Porto, Albufeira, Faro e Portimão/Quarteira, que estão no mesmo nível.

Foi por estas razões que fizeram com que a Bounce, que opera em mais de nove mil locais em todo o mundo na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania, num número crescente de cidades como Londres, Paris, Lisboa, Singapura e Sydney, abrisse a sua sede europeia na cidade de Lisboa.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Nova direção da RTA exigirá mais atenção da tutela e mais verbas para o Algarve

André Gomes, que tomou posse esta terça-feira como presidente da Entidade Regional do Turismo do Algarve (RTA), para um mandato de cinco anos, assegurou que, neste “novo ciclo”, exigirá mais atenção da tutela e mais verbas para o Algarve.

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Na tomada de posse da nova Comissão Executiva da RTA, André Gomes afirmou que “serei firme e determinado, perante os poderes públicos nacionais, na defesa dos interesses da região”. Desde logo, “ao nível do seu financiamento”.

O novo dirigente do Turismo do Algarve recordou que “se o orçamento das regiões de turismo tivesse beneficiado da devida atualização da dotação financeira segundo a evolução do índice de preços ao consumidor, hoje estaríamos a falar de um financiamento anual da RTA para 2023 na ordem dos 5,5 milhões de euros”.

O foco do novo executivo, que exercerá funções até 2028, estará também na diversificação da oferta turística e na qualificação dos recursos humanos: “As pessoas são o elemento mais importante do Turismo”.

No discurso da tomada de posse que decorreu o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, perante mais de 300 convidados, André Gomes mostrou-se empenhado na luta pela sustentabilidade do território e na procura de soluções para a falta de água no Sul do país. Assim, destacou que “existem muito bons projetos estruturais já em curso, como o aproveitamento de águas residuais tratadas, o reforço do sistema multimunicipal e a aposta em novas origens de água”. Também “o setor privado está a fazer a sua parte. Mas é preciso atrair mais investimento do setor das águas para mitigar o grave problema da escassez e permitir maior poupança deste recurso fundamental à vida e ao turismo”.

A cerimónia contou também com a presença do ministro do Ambiente, do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, do secretário de Estado do Ambiente e da secretária de Estado das Pescas.

André Gomes passa a liderar a Comissão Executiva da RTA, contando na direção com Fátima Catarina (vice-presidente), Alberto Mota Borges (membro da Comissão Executiva), Vítor Guerreiro (membro cooptado em representação dos municípios) e José Matias (membro cooptado em representação das entidades privadas com interesse no desenvolvimento da atividade turística).

Na ocasião, tomaram ainda posse os membros da Mesa da Assembleia Geral da RTA. Hélder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, ocupa o lugar de presidente, enquanto Isolete Correia, presidente da Associação Portuguesa de Portos de Recreio, assume a função de secretária.

Na ocasião, o novo presidente da Mesa da Assembleia Geral da RTA sublinhou que “tendo em consideração a conjuntura nacional e internacional, entramos hoje num ciclo onde a atuação da RTA é ainda mais importante”. Para Hélder Martins, “questões da economia internacional, com diferentes problemas, reforçam ainda mais a necessidade de uma presença forte da maior região turística nacional junto dos parceiros e clientes finais”.

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Rússia diz que quer receber turistas internacionais e simplifica obtenção de vistos

Mesmo em guerra, a Rússia, que quer promover a chegada de turistas internacionais, neste momento reduzida a zeros, acaba de lançar um site para facilitar a emissão de vistos válidos por até 16 dias, num período de 60 dias, para cidadãos de 55 países, incluindo a União Europeia e a Ásia.

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O Ministério das Relações Exteriores da Rússia decidiu facilitar as viagens de negócios e o fluxo de turistas lançando um site para emissão de vistos válidos por até 16 dias, num período de 60 dias.

A opção, segundo a imprensa internacional, está disponível para cidadãos de 55 países, incluindo os estados-membros da União Europeia e países asiáticos, a custo de 52 dólares. O objetivo é promover o turismo e uma melhor imagem da Rússia.

Refira-se que o presidente Vladimir Putin anunciou o e-Visa em 2018, mas os planos foram adiados pela pandemia da Covid-19. Agora o trabalhoso procedimento de obtenção de visto não será mais obrigatório para muitos viajantes. Em vez de documentação impressa, o aplicativo pode ser carregado online, com confirmação por e-mail após análise. A medida está de acordo com as práticas utilizadas por outros países.

Até agora era necessário obter um documento para entrada no país nos consulados ou embaixadas que era obrigatoriamente acompanhado de um seguro médico detalhado que incluía, entre outras coisas, o retorno de o corpo à pátria.

De qualquer forma, o turismo na Rússia continua difícil e arriscado, e vários países mantêm o aviso, alertando contra viagens à Rússia. Também o Ministério português dos Negócios Estrangeiros, atrás do portal das Comunidades Portuguesas, recomenda que sejam evitadas deslocações à Rússia.

Os voos diretos para a Rússia de aeroportos da UE foram interrompidos após a invasão russa da Ucrânia em fevereiro do ano passado. Os passageiros aéreos têm de fazer desvios via Turquia, Arménia ou Geórgia, mas as viagens terrestres, nomeadamente, através da Finlândia e da Polónia continuam a ser possíveis. Os viajantes estão sujeitos a rígidos controlos de fronteira e existem limites para o transporte de dinheiro. Os cartões bancários ocidentais não funcionam mais nas caixas eletrónicas russas.

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Globalis aterra nos Açores

A Globalis, multinacional especialista na gestão e operação de viagens corporativas e meeting&events, com presença em Portugal, Brasil, Angola e Moçambique, anunciou ao mercado, esta terça-feira que chegou aos Açores com o objetivo “de proporcionar aos seus clientes e parceiros experiências de viagem memoráveis neste destino”.

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Ao reconhecer a tendência atual de os viajantes modernos procurarem mais do que apenas um destino genérico, mas por experiências autênticas e envolventes que deixem uma impressão duradoura, a Globalis acaba de aterrar nos Açores, referindo que “a parceria que temos com os diversos fornecedores locais, parceiros e clientes internacionais, assim como a tecnologia, desafiaram-nos e permitiram-nos chegar e orgulhosamente “Just landed at Azores!””.

A empresa diz, em nota de imprensa, que acredita que, com esta presença local nos Açores “podemos entender melhor as necessidades de quem procura este destino, não só porque estamos efetivamente no terreno, mas também porque trabalhamos com pessoas que conhecem a realidade das ilhas e os seus potenciais”.

Seja em trabalho ou lazer, organização de eventos ou viagem de incentivo, a Globalis assegura que conta com profissionais experientes em diferentes operações e segmentos, mantendo o compromisso de oferecer qualidade e serviço diferenciado, e que está preparada para satisfazer qualquer tipo de solicitação, disponibilizando as melhores soluções de forma acessível, flexível e personalizada, sempre em busca de superar as expectativas de seus clientes.

Com 17 anos de experiência, a Globalis abriu escritórios em Portugal em fevereiro de 2015, tendo desde então um crescimento sustentável referenciado pelo “Financial Times 1000 Europe Fastest Growing Companies” – 2020 e 2021, reconhecida pela “Revista Exame” em 2019, 2021 e 2022 como uma das 100 melhores empresas para trabalhar, certificada desde 2017 com “Certificação de Qualidade ISSO 9001” e destingidos em 2020, 2021, 2022 como “PME Lider”.

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Aldeias Históricas de Portugal e Airbnb juntas na promoção do turismo sustentável no interior do país

A Aldeias Históricas de Portugal – Associação de Desenvolvimento Turístico (AHP – ADT) acaba de fechar uma nova parceria com a Airbn com o intuito de promover o destino como uma alternativa sustentável e especialmente apelativa para quem procura um turismo não massificado, pleno de natureza em estado puro, história, cultura, gastronomia, vinhos e lazer.

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No seguimento do compromisso das Aldeias Históricas de Portugal com a sustentabilidade, a rede acaba de estabelecer uma parceria com a conhecida plataforma de arrendamento de curta duração Airbnb, cujo objetivo é incentivar tendências de viagem mais sustentáveis no interior do país.

Segundo o comunicado da AHP – ADT, esta parceria tem como objetivo contribuir para a distribuição de fluxos turísticos  para os municípios e território das Aldeias Históricas de Portugal, e ao mesmo tempo apoiar o equilíbrio territorial, diversificando a oferta e a procura de serviços turísticos para destinos menos procurados, mas também promover a economia local, contribuindo para a produção e consumo sustentável, potenciando fontes de receitas juntos de setores de atividade que o turismo de forma direta e indireta impacta positivamente.

A rede acredita ainda que este acordo vai contribuir para a diminuição da sazonalidade e para a valorização dos recursos endógenos, fomentando, inclusive a duração da estada média.

Na prática a parceria vai refletir-se, por exemplo, numa página dedicada à promoção da Rede das Aldeias Históricas, com informações úteis sobre o que fazer, locais a visitar, empresas locais e anfitriões na Airbnb que estão a elevar a hospitalidade no interior de Portugal.

Além disso, a Airbnb irá organizar webinars para a comunidade das Aldeias Históricas de Portugal, com informações sobre como se tornarem empresários do setor da hospitalidade através do alojamento na Airbnb.

A nota de imprensa indica ainda que esta é uma parceria de grande importância para a Aldeias Históricas de Portugal, pelo seu contributo para a materialização da estratégia definida para a rede, nomeadamente pelo facto de se constituir como um impulso à transição digital, que tem sido um dos vetores estratégicos da política nacional e europeia, e, naturalmente, da própria rede.

Refira-se que, em Portugal, a categoria “Casas Históricas” da Airbnb já tem mais de 300 unidades, contribuindo para dispersar os benefícios das viagens e do turismo por um maior número de destinos. Mais de 70% dos anúncios na categoria de “Casas Históricas” em Portugal estão situados em comunidades rurais.

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Candidaturas abertas: Prémios da Tiqets reconhecem os melhores museus e atrações

Os prémios anuais da Tiqets, os Remarkable Venue Awards, que reconhecem os melhores museus e atrações em oito países diferentes, estão de regresso. As candidaturas para as categorias ‘Melhor Joia Escondida’ e ‘Local Mais Inovador’ decorrem até dia 18 de agosto.

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Desde 2017, a Tiqets organiza e atribui anualmente os Remarkable Venue Awards em sete categorias. Nestes prémios concorrem museus e atrações de Portugal, França, Itália, Países Baixos, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos. Portugal passou a integrar os prémios em 2022, e três atrações lusas constaram entre os vencedores mundiais da edição passada.

Das sete categorias a concurso, os vencedores de cinco são selecionados e eleitos diretamente através das avaliações dos clientes da Tiqets. Por sua vez, as categorias ‘Melhor Joia Escondida’ e ‘Local Mais Inovador’ resultam da avaliação de um painel de especialistas do setor e qualquer museu ou atração pode candidatar-se.

Para a edição de 2023, as candidaturas encontram-se abertas até dia 18 de agosto. As atrações e os museus portugueses podem candidatar-se aqui: https://www.tiqets.com/venues/remarkable-venue-awards/.

Para as sete categorias, há uma primeira fase em que serão anunciados os vencedores nacionais. O vencedor nacional de cada categoria passará a estar automaticamente nomeado para essa mesma categoria nos prémios mundiais dos Remarkable Venue Awards, em que irá concorrer com o vencedor da respetiva categoria nos outros sete mercados. Dos prémios mundiais sairá apenas um vencedor global por categoria que resulta da votação do público.

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Termas de Sangemil mantêm trajetória de crescimento

As Termas de Sangemil, geridas pela Câmara Municipal de Tondela, continuam numa trajetória de crescimento nos primeiros três meses de funcionamento neste ano de 2023.

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A estância, localizada na freguesia de Lajeosa do Dão, verificou um aumento de 10% na frequência de aquistas entre os meses de abril e junho, em comparação com período homólogo, indica comunicado da Câmara Municipal de Tondela, entidade que gere o espaço.

A maioria dos utentes procura o complexo para o chamado termalismo clássico, havendo ainda quem se desloque a Sangemil apenas para realizar tratamentos de bem-estar.

Nos primeiros três meses de funcionamento neste ano de 2023 passaram pelas termas 180 pessoas, mais 15 do que em igual período do ano passado.

A estância de Sangemil abriu portas a 1 de abril para mais uma temporada termal que vai decorrer até finais de novembro.

Entre os meses de abril e julho e de 16 de outubro a 30 de novembro funciona a época baixa, uma altura em que os preços são mais económicos para os aquistas. A época normal decorre de 1 de agosto a 15 de outubro.

As Termas de Sangemil abriram ao público, nas atuais instalações, em 1994, mas as águas sulfurosas já eram utilizadas para efeitos terapêuticos desde o século XVIII.

As águas são captadas a uma profundidade de cerca de 100 metros a uma temperatura de 49 graus. A estância termal está vocacionada para o tratamento de doenças reumatológicas e músculo-esqueléticas e ainda das vias respiratórias, como sinusite, rinite, faringite ou bronquite.

No spa estão disponíveis massagens vichy ou a seco, duche de jato ou circular, banho de imersão, estufa de vapor e hidromassagem computorizada, entre outros tratamentos de bem-estar.

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OMT repensa agenda do turismo africano

Os líderes do turismo de toda a África reuniram-se, recentemente, para repensar e realinhar o papel do setor como impulsionador do desenvolvimento e das oportunidades em toda a região.

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Na 66ª reunião da Comissão Regional da Organização Mundial do Turismo (OMT) para a África, os Estados Membros juntaram-se a representantes de organizações internacionais e do setor privado para se concentrar nas oportunidades de emprego e investimentos no turismo, reconhecendo também a necessidade vital de enfrentar os desafios, incluindo a crise climática.

De acordo com os dados mais recentes da OMT, o turismo em toda a África está a voltar em força após a crise sem precedentes causada pela pandemia. As chegadas internacionais em toda a África estão 88% dos níveis pré-pandémicos no final do primeiro trimestre deste ano.

A nível sub-regional, o Norte de África apresenta um desempenho particularmente forte. Aqui, as chegadas foram, na verdade, 4% maiores do que os níveis pré-pandémicos de 2019 no mesmo período, diz a OMT. Entre os destinos africanos com dados disponíveis, Marrocos e Maurícias excederam notavelmente suas receitas de turismo de 2019 no primeiro trimestre de 2023.

Dando as boas-vindas aos delegados, o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, disse que a agenda da organização foi adaptada. “A nossa visão para o turismo africano também é de forte governança, mais educação e mais e melhor mprego”, mas para alcançá-la, “pretendemos promover a inovação. Por outro lado, defende a marca África, para facilitar as viagens e promover o crescimento través de investimentos e parcerias público-privadas.

No encontro anual, considerado o mais importante do setor para os Estados Membros da região, a OMT recebeu delegações de 33 paíse, incluindo 22 ministros do Turismo, dois vice-ministros e quatro embaixadores. Também estiveram presentes o comissário da União Africana para Comércio e Desenvolvimento, Albert Muchanga, o secretário-geral do Mercado Comum para a África Oriental e Austral (COMESA), Chileshe Mpundu Kapwepwe, o secretário-geral da Commonwealth, Patricia Scotland KC, bem como representantes do Banco Africano de Desenvolvimento, do Banco Mundial e do IFEMA e Fundação Tui Care.

Em relação aos investimentos em Turismo em África, a OMT apresentou um novo conjunto de diretrizes de investimento para as Maurícias, destinado a investidores conectados com projetos de turismo no país. As diretrizes seguem-se a publicações similares focadas na Tanzânia, com edições para o Malawi, Marrocos, Moçambique, Namíbia, Ruanda e Zâmbia em desenvolvimento.

Com o turismo reconhecido pela sua capacidade única de promover a igualdade de género e capacitar a juventude africana , os membros foram informados sobre o progresso do Comité de Mulheres na Liderança do Turismo da OMT para a África e o foco da organização em educação e formação. As principais realizações incluem o Travel Hospitality and Tourism Education Summit (Zâmbia, maio de 2023) e planos para abrir uma Academia Internacional na Nigéria.

Defendendo a ‘Marca África’, a OMT compromete-se a capacitar os profissionais de turismo africanos, inclusive através deduas edições do Diálogo de Think Tank da Marca África e planos para um Workshop de Formação de Média da OMT.

Em estreita colaboração com seus Estados Membros de toda a região, a OMT também atualizou a sua Agenda para a África – Turismo para o Crescimento Inclusivo. O roteiro reavaliado reflete os novos desafios do turismo pós-pandemia e as prioridades delineadas pelos Membros.

 

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Zanzibar é praia, cultura, hotelaria, experiência e pessoas

Foram com estas caraterísticas que Dário Brilha, Product Manager na Solférias, apresentou aos jornalistas, esta sexta-feira, em Lisboa, o destino Zanzibar, lançado, este ano, pela primeira vez em operação charter de Portugal, pelos operadores turísticos Solférias e Sonhando.

No seu todo, Zanzibar “vale pela praia, um ponto muito a seu favor, mas também por toda a estrutura associada, e vale pelas pessoas e pela experiência” apontou Dário Brilha.

Trata-se de um destino que tem vindo a ganhar o seu espaço no mercado português devido aos seus inúmeros atrativos turísticos, que passam por magníficas praias, mistura de culturas e um inigualável toque de exotismo e aventura.

Segundo o responsável, Zanzibar “tem praias das mais bonitas e idílicas alguma vez vistas, água completamente cristalina, quente e areal branco, uma série de praias enquadradas em vários tipos de paisagens. Tanto na zona norte, sul, este ou oeste da ilha, o turista acaba por ter condições para fazer praia de elevada qualidade”.

Zanzibar tem também cultura, conforme disse e “algo que nos liga bastante. Uma das questões que me fez ficar surpreso quando lá estive foi descobrir que algumas pessoas falam português porque tiveram antepassados que viveram muitos anos em Moçambique, até pela proximidade geográfica, o que ajuda bastante na questão linguística, além disso, ao nível da gastronomia trabalham o peixe muito semelhante à nossa”.

No que diz respeito às experiências, tanto Dário Brilha como o diretor-geral da Sonhando, José Manuel Antunes referem que “vale a pena” pois há a possibilidade de se fazer um safari na parte continental da Tanzânia, num dos países onde a diversidade e a riqueza animal são excecionais, uma experiência única e que ambos os operadores estão a comercializar.

Quemnão queira ter essa experiência, dentro do próprio Zanzibar há muitas coisas para fazer, desde logo uma visita à capital da ilha – Stone Town – “uma cidade colonial quase que parada no tempo, com varandas em madeira e um mercado africano muito agitado. Vale a pena uma visita à casa onde o conhecido cantor Freddie Mercury nasceu, uma particularidade importante para destacar aos clientes”.

Outro fator que despertou atenção aos dois responsáveis que visitaram o destino antes do início da operação charter, foi a estrutura hoteleira. “Foi algo que nos deixou bastante descansados quando decidimos avançar para esta operação, isto porque descobrimos que Zanzibar tem uma estrutura hoteleira muito forte e muito diversa, ou seja, oferece desde grandes resorts de quatro e cinco estrelas em tudo incluído, como boutiques hotéis ou lodges direcionados para o surf e para clientes que não queiram estar nos tudo incluídos”. José Manuel Antunes concorda e avança que “os serviços nos hotéis são de grande nível”.

A maioria das vendas, tanto da Solférias como da Sonhando, estão alocadas a hotéis de all inclusive, principalmente da cadeia RIU, mas, segundo Dário Brilha, “é um destino que tem uma particularidade que é ser idealizado para um turismo de luxo e para turistas com algum poder económico”. Na opinião do Product Manager do operador turístico, “há uma espécie de mudança de paradigma, ou seja, estão a ser construídos vários resorts com maior número de camas e acredito que dentro de cinco/seis anos Zanzibar vai tornar-se num tipo de produto mais acessível para mais clientes com outro tipo de carteiras”.

Finalmente, no encontro com jornalistas para apresentação do destino, foram destacadas há as pessoas, os habitantes de Zanzibar. “Mesmo as que não falam português não existe barreira linguística, tendo em conta que a maioria das pessoas fala um inglês muito percetivo, embora a língua oficial seja o swahili, mas vale pelo contacto com as pessoas, que são simples, afáveis e simpáticas”, realçou Dário Brilha.

A entrada no país é também algo que não condiciona os turistas portugueses. “Não tem qualquer tipo de vacinação obrigatória, mas aconselhamos que, a partir do momento que os clientes reservem um safari na parte continental, a tomar a vacina da febre amarela para qualquer eventualidade”, explicou, para indicar que, em relação ao visto, pode ser tirado eletronicamente, e tem um custo associado, ou á chegada ao destino.

Dário Brilha lembrou que, antes de Portugal olhar para Zanzibar, o destino já estava aberto para muitos mercados europeus como italianos, espanhóis ingleses, e alguns alemães, mas também norte-americanos. No entanto, acredita que “há uma janela de oportunidade muito grande para ser explorada e a Solférias e a Sonhando devem estar na linha da frente, quase que a marcar uma tendência de mercado e manter esta aposta”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Portugueses e europeus preferem Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Açores para suas férias em agosto

Portugal está entre os destinos mais pesquisados e escolhidos pelos turistas europeus, recaindo a opção por Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Açores. Também os portugueses estão a ponderar o “vá para fora cá dentro”.

Victor Jorge

De acordo com dados da Jetcost, que analisa os resultados da procura de voos durante o mês de agosto de 2023, uma grande maioria de europeus optou por Lisboa, para passar as suas férias, sobretudo italianos e alemães, ocupando a primeira posição em termos das pesquisas, sendo para os espanhóis, holandeses, franceses e britânicos, o segundo destino mais procurado.

Já relativamente aos portugueses parece existir uma concordância, já que a análise revela que a capital portuguesa também foi a primeira escolhida para passar uns dias de lazer e descanso.

O motor de pesquisa de viagens refere que “a recuperação do turismo é um facto”, salientando que está a atingir números recordes superiores aos de 2019, ano anterior à pandemia, e mesmo aos do ano passado, em que o coronavírus foi superado.

“Neste agosto de 2023, os europeus estão mais ansiosos do que nunca para viajar”, revela, os dados da Jetcost, mostrando que as pesquisas de viagens, em agosto, já são 37% superiores às do mesmo mês de 2019 e 14% superiores às de agosto do ano passado. Além disso, os utilizadores, gastam 62% mais de tempo a procurar soluções diferentes, tarifas alternativas e datas, para encontrar a oferta que melhor se adapte ao orçamento de cada um.

“Uma boa parte dos europeus que decidiram viajar durante as férias do mês de agosto de 2023 têm Portugal como destino, seja pelo clima com o sol e a praia como protagonistas principais, seja pela riqueza cultural, os costumes e as festas populares, além da gastronomia, além dos bons hotéis e infraestruturas e dos preços mais baixos que outros países”, fazendo com que Portugal seja o terceiro país mais procurado na Jetcost para passar as férias de agosto, depois da Espanha e da Itália.

Outro destino português que combina a atração de uma grande cidade, com a sua riqueza cultural e gastronómica de renome, é o Porto, que é a cidade mais procurada por viajantes franceses e espanhóis, a segunda por alemães e a terceira por italianos, britânicos e holandeses.

Já Faro, porta de entrada para o Algarve é o destino para quem procura sol, praia, mar, bons restaurantes e vida noturna, sendo o destino mais procurado por ingleses e holandeses, a terceira pelos franceses e alemães, a quarta pelos italianos e a quinta pelos espanhóis. Para os portugueses é a nona cidade mais procurada do mundo.

Quanto às ilhas, a da Madeira parece ser a preferida pelos turistas europeus, já que é a segunda a ser escolhida pelos italianos, no terceiro lugar pelos espanhóis e no quarto lugar pelos franceses, ingleses, alemães e holandeses, sendo a terceira mais procurada pelos portugueses.

A outra grande ilha do arquipélago, Porto Santo, ocupa o sexto lugar entre as preferências dos turistas franceses, britânicos, alemães e italianos e o sétimo entre os turistas espanhóis e holandeses. Para os portugueses ocupa o 17.º lugar.

Por outro lado, nos Açores, a ilha de São Miguel ocupa o quarto lugar em termos de preferência dos espanhóis, o quinto dos franceses, britânicos, alemães e italianos e o sétimo dos holandeses, seguida da Terceira, escolhida na sexta posição para espanhóis e holandeses e a sétima posição para franceses, britânicos e italianos e a nona para alemães. Por outro lado, São Miguel e a Terceira também são muito desejadas pelos portugueses e ocupam a posição número 5 e 18, respetivamente.

A Ilhas do Pico, Faial, Flores, Santa Maria, Corvo, São Jorge e Graciosa também estão entre as preferências dos turistas europeus para as férias de agosto.

Além das cidades portuguesas, dos destinos de verão de sol e praia, juntamente com as capitais e grandes cidades dos principais países europeus, são os destinos que ocupam as melhores posições da lista: Palma de Maiorca (4), Paris (6), Barcelona (7), Madrid (10), Ibiza (11), Malta (12), Roma (14), Alicante (15), Atenas (16), Amsterdão (19), Menorca (20), Amsterdão (16), Gran Canaria (21), Londres (22), Málaga (23) e Tenerife (25).

Os que optaram pelos destinos de longa distância optaram por cidades onde se fala português, como São Paulo, que ocupa a 8.ª posição, Cabo Verde 13.º, São Tomé 22.º e Rio de Janeiro 24.º.

As cidades mais procuradas pelos portugueses para passar agosto de 2023 são:

  • Lisboa
  • Porto
  • Madeira
  • Palma de Mallorca
  • São Miguel
  • Paris
  • Barcelona
  • São Paulo
  • Faro
  • Madrid
  • Ibiza
  • Malta
  • Cabo Verde
  • Roma
  • Alicante
  • Atenas
  • Porto Santo
  • Terceira
  • Amsterdão
  • Menorca
  • Gran Canaria
  • Londres
  • São Tomé
  • Málaga
  • Rio de Janeiro
  • Tenerife
  • Ignazio Ciarmoli, diretor de marketing de Jetcost, refere que, este ano, os europeus estão “mais ansiosos por férias do que nunca, fazendo pesquisas recordes, superando as de 2019 e do ano passado. As cidades e as ilhas portuguesas continuam a ser grandes destinos turísticos mundiais, nas quais os bons preços que oferecem em relação a outras cidades, a sua riqueza cultural, as suas praias, os seus costumes e festas populares, a sua requintada gastronomia e os seus bons hotéis e infraestruturas, continuam a seduzir um grande número de turistas. Portugal é o terceiro destino preferido dos europeus no motor de busca Jetcost, para passar uns dias de descanso em agosto de 2023. Por outro lado, muitos portugueses também escolheram destinos nacionais para as suas férias, muito acima das cidades europeias e destinos de longa distância”.

    Foto crédito: Depositphotos.com
    Sobre o autorVictor Jorge

    Victor Jorge

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