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AHP junta hoteleiros para debater promoção externa

Filipe Silva, administrador do Turismo de Portugal com o pelouro das representações no estrangeiro, vai abordar o tema “A Rede Externa do Turismo de Portugal”.

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AHP junta hoteleiros para debater promoção externa

Filipe Silva, administrador do Turismo de Portugal com o pelouro das representações no estrangeiro, vai abordar o tema “A Rede Externa do Turismo de Portugal”.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) organiza na próxima quinta-feira, 20 de Abril, um encontro de hoteleiros na cidade do Porto, com o objectivo de debater a promoção externa de Portugal.

De acordo com a AHP, o encontro vai contar com a participação de Filipe Silva, administrador do Turismo de Portugal com o pelouro das representações deste Instituto no estrangeiro, que vai abordar o tema “A Rede Externa do Turismo de Portugal”.

A ocasião vai ser também aproveitada para lançar o estudo “European Cities Hotel Forecast”, realizado pela PWC e que contou com a colaboração da AHP,  que apresenta uma análise de performance das principais cidades europeias e no qual está incluída, pelo segundo ano, a cidade do Porto.

O debate decorre no Hotel Crowne Plaza, na cidade do Porto.

 

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Air France-KLM anunciam acordo de longo prazo para compra de SAF

O grupo Air France-KLM continua na senda da descarbonização. Para atingir o objetivo de incorporação de 10% SAF até 2030, o grupo acaba de assinar um acordo para o fornecimento de 1,6 milhão de toneladas de SAF entre 2023 e 2036.

A Air France-KLM anunciaram dois grandes contratos de compra de longo prazo para um total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável (SAF). Os acordos são vinculativos e serão aplicados por vários anos em parceria com os fornecedores de SAF Neste e DG Fuels.

“Esta parceria marca um passo importante para alcançar nossa ambição de misturar 10% de SAF globalmente até 2030”, refere o grupo em nota de imprensa. Os dois acordos cobrirão um terço das necessidades até 2030 e as primeiras entregas estão previstas para 2023.

Os acordos cobrem o fornecimento de um volume total de 1,6 milhão de toneladas de combustível de aviação sustentável entre 2023 e 2036, o que evitará emissões de 4,7 milhões de toneladas de CO2 em todo o ciclo de vida em comparação com os combustíveis fósseis.

A Neste fornecerá, no período de 2023 a 2030 um milhão de toneladas de SAF, enquanto a DG Fuels entregará 600.000 toneladas de SAF de 2027 a 2036.

Recorde-se que a Air-France-KLM anunciou um compromisso para a redução do seu impacto ambiental, pretendendo reduzir as emissões de CO2 por passageiro/km em 30% até 2030 em relação a 2019.

Os contratos agora assinados representam um primeiro passo do grupo para atingir as metas de incorporação de 10% SAF até 2030 e cobrirão aproximadamente 3% dos requisitos de 10% SAF, compromisso que se junta à renovação da frota e a pilotagem ecológica.

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Portugal entrou no mapa das grandes produções cinematográficas

As filmagens da série “House of the Dragon” ou do filme “Velocidade Furiosa” são prova de que há um grande potencial de atração turística para os destinos.

A captação de grandes produções audiovisuais para Portugal, como a série “House of the Dragon” ou o filme “Velocidade Furiosa”, é um sinal evidente de que o nosso país entrou no mapa destas produções e que há um grande potencial de atração turística para os destinos onde são filmadas. Esta foi uma das conclusões do painel “O Cinema Como Motor do Desenvolvimento Regional”, que aconteceu, recentemente, em Ourém, no primeiro dia do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo.

O painel foi moderado por Adriana Rodrigues, presidente da Centro de Portugal Film Commission, e contou com a presença de Mariana Martinho, da produtora Sagesse Productions, e Sandra Neves, diretora-executiva da Portugal Film Commission.

Para Mariana Martinho, o impacto da vinda destas produções vai muito além do turismo, referindo que, “um exemplo muito recente, a filmagem do ‘House of the Dragon’ em Monsanto, vai sem dúvida atrair o chamado turismo audiovisual, de pessoas com motivações diferentes, que vêm para conhecer o local de filmagens. Isso desperta interesse pela cultura e pelo local. Mas além disso temos o investimento, a injeção de capital no local. Houve um dia em Monsanto em que tivemos 1.000 pessoas a trabalhar. São 1000 pessoas que têm de estar instaladas, há dinheiro que entra na restauração, na hotelaria, em pequenas empresas, em pequenos fornecedores. Ao termos cada vez mais estúdios grandes a filmar em Portugal, isso chama a atenção ainda de mais estúdios. Estamos num excelente caminho e temos de continuar este esforço, para que cada vez mais produções venham para Portugal”, sublinhou.

A opinião foi partilhada por Sandra Neves, salientando que “Portugal está mesmo no mapa destas produções. Costumo dizer muitas vezes que queríamos nadar na piscina dos grandes e agora, com estas grandes produções internacionais, chegámos lá. Agora temos de continuar a ser cada vez mais atrativos. Neste momento, precisamos apenas de afinar algumas coisas, a nível de mecanismos de apoio”, explicou.

O painel “O Cinema Como Motor do Desenvolvimento Regional” foi antecedido pela Sessão de Abertura do Festival ART&TUR, com as boas-vindas a ficarem a cargo de Francisco Dias, diretor do Festival. O responsável destacou o facto de o ART&TUR ser “um grande promotor da qualidade do audiovisual em Portugal”. “O Festival é um player ativo na promoção dos destinos e a qualidade dos filmes a concurso melhoram de ano para o ano. Os prémios comprovam a melhoria contínua da qualidade do turismo”, disse Francisco Dias.

Também presente na Sessão de Abertura, na qualidade de chefe do Núcleo de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da Turismo Centro de Portugal, Adriana Rodrigues recordou que “edição após edição, temos tido o privilégio de receber no Centro de Portugal realizadores e produtores oriundos de todo o mundo e de lhes mostrar o que de melhor o nosso território tem para oferecer”. “Em todos os palcos onde decorre o festival, fica demonstrado que o Centro de Portugal é um destino de eleição para todo o tipo de produções cinematográficas ou televisivas. Esta região oferece um manancial ilimitado de recursos, que têm motivado um interesse crescente por parte de produtoras internacionais”, acrescentou.

Anabela Freitas, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, considerou que “o Médio Tejo tem um património vastíssimo” e que este Festival permitirá “um olhar diferente sobre o território, ao aliar a arte dos filmes com a arte do turismo”.

Exibidos 87 filmes em quatro dias de festival
A 15.ª edição do ART&TUR – Festival Internacional de Cinema de Turismo decorre até ao próximo dia 28, em Ourém, numa co-organização entre a Centro Portugal Film Commission e a Turismo Centro de Portugal. As últimas quatro edições do festival realizaram-se no Centro de Portugal, nomeadamente em Leiria, Torres Vedras, Viseu e Aveiro, a que se segue agora Ourém.

Durante os quatro dias do Festival, serão exibidos os filmes que compõem a short list da competição, selecionados entre os 281 filmes promocionais e documentários, de 32 países, que se inscreveram na competição e que foram avaliados pelo júri internacional. No total, serão exibidos 87 filmes, integrados em 13 sessões temáticas. As sessões temáticas serão antecedidas de mesas-redondas, em que especialistas refletirão sobre temas atuais abordados nos filmes exibidos.

Paralelamente, decorrerão outras iniciativas inseridas no Festival. Uma delas é o ART&FACTORY, um concurso de produção audiovisual em que participam realizadores internacionais, que produzem, na semana imediatamente antes do festival, filmes promocionais no território do Médio Tejo. Os filmes serão exibidos no festival.

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Emprego e Formação

ISCTE Executive Education lança nova Pós-Graduação na área do Turismo

No âmbito deste programa foi estabelecido um Protocolo de Colaboração entre o ISCTE Executive Education e a CTP – Confederação do Turismo Português.

Depois de ter atravessado uma grave crise devido às restrições de mobilidade decorrentes da pandemia, agravada pela guerra na Ucrânia, o panorama do turismo mudou, os desafios do passado migraram para o presente e juntaram-se a um número de condicionantes que agravou a sua performance.

Foi neste contexto, que o ISCTE Executive Education desenhou a Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Turismo. Trata-se de um programa diferenciado de toda a oferta formativa existente no mercado, por abordar os conceitos mais relevantes que impactam o negócio turístico como sustentabilidade, a tecnologia e a gestão de talentos. Com uma aprendizagem focada em casos práticos, o programa contempla um fim-de-semana imersivo para desenvolvimento de um projeto em gestão do negócio turístico, onde serão aplicados os conhecimentos adquiridos.

Coordenado por Jorge Catarino e Joaquim Vicente Rodrigues, o Programa Avançado em Gestão Estratégica do Turismo, irá decorrer entre 10 de fevereiro e 3 de junho de 2023, em regime presencial e conta no seu corpo docente com alguns dos mais experientes e reputados profissionais do setor do Turismo.

O ISCTE Executive Education realiza na quinta-feira, 27 de outubro, uma Sessão de Apresentação da Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Turismo, onde será assinado um Protocolo de Colaboração entre o ISCTE Executive Education e a Confederação do Turismo Português (CTP).

O evento contará com a presença de José Crespo Carvalho, presidente do ISCTE Executive Education, Francisco Calheiros, presidente da CTP, e dos coordenadores do programa – Jorge Aníbal Catarino e Vicente Rodrigues.

Este evento que terá lugar no ISCTE Executive Education e tem como objetivo, apresentar aos participantes uma visão integrada, bem como estratégias e ferramentas imprescindíveis, para transformar os desafios sentidos na área em oportunidades que permitam alavancar o sucesso.

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Destinos

Capacitação para o turismo, gastronomia e cultura maranhense agradam aos portugueses

O Estado do Maranhão veio mostrar-se aos agentes do turismo portugueses com o Road Show da Cultura Maranhense.

A cidade do Porto, em Portugal, recebeu, recentemente, o Road Show da Cultura Maranhense, trazendo para Portugal o melhor da cultura do estado do Maranhão, exposição que seguiu, posteriormente, para Coimbra e Lisboa.

Hugo Paiva, secretário adjunto da Secretaria de Turismo do Maranhão, presente no evento, que aconteceu no Espaço 5B Gastronomia e Arte, ministrou para os presentes uma capacitação sobre o destino Maranhão, revelando as maravilhas da cultura local. Hugo explicou que “as características históricas e culturais da capital maranhense são muito próximas a Portugal, mas temos também paisagens completamente diferentes como os lençóis maranhenses. O Estado recebe turistas o ano todo, o público português, quando chega ao Maranhão, sente-se em casa”.

O responsável também destacou que o Maranhão “segue em crescente retoma do segmento turístico no Brasil, e um evento como este é uma importante montra para que os convidados façam uma verdadeira imersão na cultura maranhense, repleta de folclore, rico e colorido, onde ocorre a união de herança dos povos portugueses, indígenas, franceses e holandeses numa atmosfera única”.

O ponto alto da noite foi o jantar, executado pelo chef Rafael Bruno, com menu especial que fez questão de destacar a pluralidade da gastronomia da região. O chef, que é Embaixador da Gastronomia do Maranhão e do Nordeste, elaborou um menu para que o público português pudesse sentir os sabores típicos da região.

“Os insumos utilizados vêm de biomas únicos, de algumas áreas da Mata dos Cocais, do cerrado, da Amazônia. Destaque para o icónico arroz de cuxá, acompanhado de peixe pedra aromatizado com coco babaçu. O jantar foi finalizado com mousse de bacuri servido com chocolate Tapuio, uma atração à parte”, destacou o chef, acrescentando que foi servido um café de babaçu, “deixando um gostinho de quero mais para os portugueses, o que com certeza aqueceu seus corações.”

Por fim, o público fez uma viagem ao Maranhão através da apresentação musical comandada por Breno Bghost. O evento fez parte da Lei Estadual de Incentivo à Cultura com o patrocínio do Grupo Mateus.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Transportes

Ryanair quer chegar aos 15 milhões de passageiros em Portugal nos próximos 5 anos e não teme a inflação

Michael O’Leary e a Ryanair voltaram a Lisboa para comemorar os 20 anos da operação da companhia no nosso país. Depois de explicar o quanto a Ryanair contribuiu para a economia e turismo nacional, ficou a promessa de mais investimento. As “alfinetadas” foram para a TAP, easyJet, ‘slots’ e falta de decisão referente ao novo aeroporto.

Victor Jorge

Michael O’Leary, presidente da Ryanair veio a Lisboa para comemorar o 20.º aniversário da operação da companhia em Portugal e veio munido de um estudo, realizado pela PwC, que dá conta da importância da Ryanair para o turismo e para a economia portuguesa.

Em conferência de imprensa, onde se fez acompanhar de Eddie Wilson, CEO da Ryanair, Michael O’Leary destacou o contributo da companhia e dos passageiros que transporta, avaliado em dois mil milhões de euros por ano, para a economia portuguesa. No estudo que apresentou por ocasião dos 20 anos da Ryanair em Portugal, o presidente da companhia referiu que a Ryanair e os passageiros contribuíram com mais de 15 mil milhões de euros, desde o primeiro voo que efetuou, em 2003, a partir de Dublin para Faro.

E se de 2003 a 2020 a companhia transportou cerca de 71 milhões de passageiros, em 2020, a Ryanair atingiu os 11,5 milhões de passageiros, fazendo dela a companhia “aérea com mais passageiros nos aeroportos do Porto e Faro”, perspetivando os responsáveis da Ryanair atingir os 15 milhões de passageiros/ano, até 2027.

O estudo da PwC fez com que Michael O’Leary destacasse a importância da companhia para Portugal ao referir que a Ryanair transportou 67 milhões de passageiros, de 2011 a 2020, o que significa 17 vezes mais do que a terceira companhia aérea no mesmo período, concluindo-se que os passageiros da Ryanair representaram 19,4% dos passageiros internacionais em Portugal em 2019 e 21% em 2020.

De resto, esta oportunidade não foi deixada passar em claro por O’Leary para afirmar que a Ryanair é a única companhia aérea na Europa que está num crescendo, transportando, segundo o mesmo, “mais passageiros do que antes da pandemia”. Segundo o presidente da Ryanair, a companhia está a operou este verão “a 115% da capacidade pré-covid”, aproveitando para dar mais uma “alfinetada” na TAP ao destacar que a companhia portuguesa “está a operar a cerca de 70% da capacidade pré-pandemia” e a easyJet “a cerca de 80%”.

O peso no PIB
Além dos passageiros transportados, Michael O’Leary destacou o peso da atividade da Ryanair no PIB da economia portuguesa, referindo o estudo da PwC que esse valor ascendeu a 244 milhões de euros, em 2019.

No geral e pelas contas apresentadas, o impacto anual total da Ryanair em termos de PIB, em 2019, incluindo empresas e turismo ascende a 2.280 milhões de euros, correspondendo a 1,1% do PIB nacional nesse ano.

Já o impacto total no PIB pela Ryanair em Portugal no período de 2003 a 2020 foi de 15,19 mil milhões de euros, dos quais 1,67 mil milhões dizem respeito ao impacto empresarial da Ryanair e 13,52 mil milhões ao impacto dos turistas que foram transportados pela companhia, deixando 6.840 milhões no setor da hotelaria e restauração, 1.750 milhões no setor das artes e lazer, mais 940 milhões no retalho.

Dos mercados internacionais, destaque natural para o Reino Unido, que só em 2019, foram mais de 2,3 milhões britânicos que voaram para Portugal, seguindo-se França com perto de 1,3 milhões e Alemanha com 1,1 mil milhões.

Já no que diz respeito ao emprego, a Ryanair, com base no estudo da PwC, faz referência à criação de mais de 80.000 empregos ETI, representando 1,7% das pessoas empregadas no nosso país. Contudo, a companhia escalpelizou esse número e frisa que os empregos ETI anuais criados pela companhia aérea durante a presença da Ryanair em Portugal ascendem a mais de 535 mil: 514 mil atribuíveis ao impacto dos turistas e mais de 23 mil ao impacto da empresa.

O passado já foi. E o futuro?
Para o futuro, Eddie Wilson, CEO da companhia, deixou claro que a intenção é “continuar a investir”. Assim, além dos 20 mil milhões de euros que a companhia pretende investir na renovação da frota, até 2026, com a incorporação de novos aviões B737 mais ecológicos, a Ryanair pretende crescer nos “Laboratórios Ryanair” em Portugal para mais de 200 postos de trabalho em TI, até 2027.

O Porto é visto com um potencial de investimento de 50 milhões de euros numa instalação de manutenção e as perspetivas apontam para o tal crescimento para 15 milhões de passageiros, até 2027, bem como a criação de mais 600 novos postos de trabalho para pilotos, tripulação de cabine, engenheiros e profissionais de TI no nosso país, até 2027.

Os recados
Uma vinda de Michael O’Leary a Portugal não podia acontecer sem haver alguns recados e críticas. Depois de referida a discrepância entre a capacidade da Ryanair e as principais concorrentes – TAP e easyJet -, as primeiras críticas tiveram nestas duas companhias o primeiro alvo, quando o líder da Ryanair frisou que “continuam a faltar slots na Portela” e que “estão a bloquear esses slots e a impedir a Ryanair de criar mais postos de trabalho” no Aeroporto de Lisboa.

Relativamente à TAP, O’Leary acredita e frisou-o: “devemos ultrapassar, brevemente, a TAP, já que os números da companhia portuguesa estão a cair”. Já Eddie Wilson sugeriu que “a melhor opção para a TAP seria “um acordo com a IAG” [detentora da Iberia e British Airways].

Por isso, a solução apontada por Michael O’Leary passa, inevitavelmente, por um novo aeroporto, não escondendo a preferência por Montijo, e por mais slots que farão a Ryanair “crescer nos próximos anos.

Além disso, também a taxa de carbono deve ser “eliminada”, já que, segundo O’Leary, “são uma enorme ameaça à competitividade das economias periféricas”, salientando o mesmo que a “a inflação dos preços e as recessões têm sido, historicamente, muito boas para o crescimento da Ryanair”.

Por isso, a conclusão é simples: “As pessoas não deixaram de voar e não vão deixar de voar”. Para O’Leary poderá passar a existir uma maior preocupação e sensibilidade ao fator preço e, por isso, o que poderá acontecer é “as pessoas deixarem de voar nas companhias aéreas mais caras”. Ou seja, mais uma alfinetada à TAP.

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Carlos Moedas anuncia parceria com Ryanair para “Fábrica de Unicórnios”

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou uma parceria com a Ryanair para a “Fábrica de Unicórnios”, afirmando, também, estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da companhia irlandesa.

Victor Jorge

O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, anunciou esta terça-feira, 25 de outubro, que a cidade quer estar na corrida para a localização do novo centro de inovação da Ryanair e anunciou uma parceria com a companhia aérea para a “Fábrica de Unicórnios”.

Aproveitando a presença do presidente da Ryanair, MichaelO’ Leary, que veio a Lisboa para celebrar o 20.º aniversário da operação da companhia no nosso país, Carlos Moedas disse que “tudo fazer para que a Ryanair também estabeleça aqui, mais um centro de inovação em Lisboa, acho que isso é importante, portanto vamos tentar estar nesta corrida”.

Perante vários representantes do setor do turismo nacional, entre eles a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal, entre outros, o autarca sublinhou que a concorrência para a localização do novo centro é “entre cidades de toda a Europa” e defendeu que Lisboa “tem de criar essa atratividade”.

Recorde-se que, no início de setembro, o presidente executivo da companhia aérea irlandesa, Michael O’Leary, disse, num encontro com jornalistas, em Dublin, que a Ryanair quer abrir um novo centro de treinos para pilotos e tripulantes de cabine na Península Ibérica e admitiu que o Porto é uma das hipóteses em consideração.

No entanto, hoje, o presidente executivo da companhia de aviação, Eddie Wilson, avançou que a decisão deverá ser tomada nos próximos três meses e que Madrid se apresenta como uma opção com melhores conexões.

O responsável disse ainda que a empresa está a analisar a hipótese de abrir instalações em Lisboa para a equipa de tecnologias de informação, que pretende reforçar.

Carlos Moedas aproveitou também o momento para anunciar que a Câmara de Lisboa e a Ryanair vão ser parceiros no desenvolvimento da Fábrica de Unicórnios, que deverá ser anunciada na próxima semana, na Web Summit.

“Vamos anunciar a Fábrica de Unicórnios, aquele que é o meu grande projeto de inovação, para que Lisboa seja a capital da inovação da Europa e, hoje, tive a boa notícia que a Ryanair vai também participar neste projeto”, frisou Moedas.

Já no que diz respeito ao novo aeroporto, Carlos Moedas afirmou que “o que a Ryanair fez foi mais do que simples números. Foi trazer pessoas para fazerem a nossa economia crescer”.

Além disso, admitiu que “o que a Ryanair fez foi dar a uma geração a possibilidade de viajar”; salientando que “vocês [Ryanair] democratizaram as viagens”.

Para rematar a intervenção, Moeadas afirmou ainda que “precisamos de um novo aeroporto já”, reforçando que “precisamos de um novo aeroporto em Lisboa”.

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Propostas exclusivas da CROISIEUROPA para grupos

A empresa oferece cruzeiros marítimos e fluviais de longa distância

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A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, oferece cruzeiros fluviais especiais para grupos. Viagens de negócios ou de incentivo, famílias e associações, podem beneficiar de tarifas especiais e uma ampla variedade de roteiros all inclusive a bordo, bebidas, Wi-Fi gratuito, assistência a bordo, excursões com guias locais e informações a bordo em espanhol, entre outros.

O departamento comercial exclusivo para grupos da CroisiEurope oferece assessoria voltada para as necessidades de cada grupo, como serviços complementares, excursões, extensões ou transfers para personalizar a viagem, com a possibilidade de organizar desde a viagem ideal para pequenos grupos até o aluguer de um barco e adaptar aos gostos e necessidades de cada grupo, processando todos os aspectos da viagem de forma ágil e eficiente.

Cruzeiros marítimos pelas Ilhas Canárias, Mediterrâneo e Mar Vermelho a bordo de La Belle des Océans e La Belle de l’Adriatique
Estes navios emblemáticos da frota CroisiEurope oferecem, aos seus passageiros, um ambiente intimista com todo o conforto a bordo, bem como uma atenção aos detalhes por parte da tripulação.

La Belle des Océans oferece vários itinerários pelo Mediterrâneo e Ilhas Canárias em novembro e dezembro.
• Os esplendores da arte mourisca. Das planícies andaluzas às cidades imperiais de Marrocos. Uma exótica viagem de 8 dias com partida em 29 de outubro de Málaga, visitando Tânger, Casablanca, Agadir e Arrecife.

• Cruzeiro no arquipélago das Canárias. Cruzeiro de 8 dias com saídas durante os meses de novembro e dezembro de Lanzarote e Tenerife, para descobrir Arrecife (Lanzarote), Santa Cruz de la Palma (La Palma), San Sebastián (La Gomera), Las Palmas (Gran Canaria), Rosário (Fuerteventura) e Santa Cruz de Tenerife (Tenerife).

Além disso, La Belle de l’Adriatique oferece uma viagem fascinante entre o Egito e a Jordânia, além de travessias especiais de Natal e Ano Novo no Mar Vermelho:

• Cairo e os Tesouros do Mar Vermelho. Entre o Egito e a Jordânia. Um itinerário de 10 dias / 9 noites visitando Cairo – Hurghada – Aqaba – Wadi Rum – Petra -Sharm El Sheikh – Hurghada – Luxor. As partidas para esta viagem são em 17 de novembro e 8 de dezembro de 2022.

• Cairo e os Tesouros do Mar Vermelho. Entre o Egito e a Jordânia. Roteiro de 8 dias visitando Hurghada – Aqaba – Wadi Rum – Petra – Sharm El Sheikh – Hurghada – Luxor, com saídas nos meses de novembro e dezembro de 2022.

• Cruzeiro de Natal no Mar Vermelho: entre Egito, Israel e Jordânia. Viagem de 11 dias com partida em 17 de dezembro de Hurghada com paradas em Luxor – Suez – Cairo – Eilat – Aqaba – Wadi Rum – Petra – Sharm El Sheikh e retorno a Hurghada.

• Cruzeiro de Ano Novo no Mar Vermelho: entre Egito, Israel e Jordânia. Um cruzeiro de 12 dias partindo em 27 de dezembro de Hurghada e visitando Luxor – Suez – El Cariro – Eilat – Aqaba – Wadi Rum – Pegra – Sharm El Sheikh – Hurghada – Dendera em Abydos.

Viagens de longa distância

A CroisiEurope também oferece aos grupos fluviais de longa distância um itinerário exótico no Mekong e um cruzeiro exclusivo de safári na África, de Joanesburgo às Cataratas Vitória.

Mekong – Das ruínas de Angkor à margem e ao Lago Tonlé, à cidade de Hô-Chi-Minh, uma viagem ideal para desfrutar de 11 dias ao ritmo do Rio Mekong a bordo de um barco que combina charme e conforto, inspirado no rico estilo de comércio navios na área. Além disso, a empresa oferece opções de extensão de cruzeiros com estadias de 4 ou 7 dias visitando Hanói e Along Bay ou as cidades imperiais.

África – De Joanesburgo às Cataratas Vitória em uma viagem de 10 dias, a CroisiEurope oferece a oportunidade de conhecer a espetacular fauna africana em uma das mais belas reservas naturais: o Parque Nacional Chobe a bordo do luxuoso barco, ou os segredos do Lago Kariba, e um dos as sete maravilhas do mundo: Cataratas Vitória. Uma viagem exótica que combina alojamento num barco fluvial como o African Dream ou o Zimbabwean Dream e um lodge de cinco estrelas.

Estão incluídos voos domésticos, pensão completa em todo o itinerário e bebidas incluídas em todas as refeições e no bar do Afrian Dream/Zimbabwean Dream, bem como no lodge CroisiEurope; Inclui também as visitas e excursões do programa e a estadia num luxuoso hotel de 4 estrelas nas Cataratas Vitória. Além disso, a empresa oferece a opção de prolongar a duração desta viagem com uma extensão pré-cruzeiro ao Cabo da Boa Esperança.

SOBRE A CROISIEUROPE: A CroisiEurope é a primeira empresa de cruzeiros fluviais da Europa na sua categoria e possui uma frota muito actualizada e moderna de 56 navios, 48 ​​navios próprios (33 fluviais, 6 peniche, 2 marítimo-costeiros, 5 no Mekong e 2 na África Austral) e 8 em operação. Todos eles são projetados, construídos e comercializados pela própria empresa. A sua sede está localizada em Estrasburgo e desde 2005 já tem uma forte presença em Espanha, onde se vai consolidando pouco a pouco. Há mais de 40 anos trabalhamos com a mesma ideia: Descobrir o mundo através de seus rios. Uma ideia na qual a CroisiEurope aplica toda a sua experiência para oferecer aos seus clientes férias inesquecíveis. Uma extensa variedade de destinos, uma frota de navios inovadora e elegante, uma gastronomia e seleção de vinhos cuidadosa e a atenção requintada ao detalhe por parte da tripulação significam que oferecer um cruzeiro CroisiEurope significa ter a certeza de satisfazer os clientes mais exigentes. No ano passado, mais de 220.000 pessoas viajaram com a CroisiEurope.

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“Desafia o teu caminho” é o tema do RoadShow do Fórum Turismo

A iniciativa do Fórum do Turismo percorrerá 20 localidades de Norte a Sul do país.

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O “RoadShow: Desafia o teu caminho”, organizado pelo Fórum do Turismo, tem início no dia 25 de outubro e tem duração de, aproximadamente, um mês. A iniciativa pretende que que os estudantes analisem o seu percurso profissional, através de um conjunto de experiências.

Durante um mês, o “RoadShow: Desafia o teu caminho” vai percorrer cerca de 20 escolas de Norte a Sul do país, todas elas com cursos de Turismo e Hotelaria, passando por: Lisboa, Setúbal, Viana do Castelo, Barcelos, Vila do Conde, Porto, Peniche, Coimbra, Santarém, Vila Real de Santo António, Portimão e Faro.

“Para além de desafiar os estudantes a analisarem o seu percurso profissional e/ou pessoal até ao momento, apresentará também um conjunto de experiências possíveis, que ajudarão a desenvolver o percurso até à empregabilidade”, refere a organização em comunicado.

Anualmente, o Fórum Turismo organiza o RoadShow com o objetivo de aproximação da comunidade escolar, para levar aos estudantes temas pertinentes sobre o setor, de forma a conseguir envolvê-los de forma ativa. Este ano, a Travel Generation juntou-se à iniciativa como parceira do Fórum Turismo, sendo a primeira uma agência dedicada às viagens escolares e de grupo.

Projetos como o Tomorrow Tourism Leaders (TTL), uma competição nacional de turismo, o ENETUR, um encontro nacional de estudantes de turismo, a Viagem à FITUR, a Bolsa de Empregabilidade, entre outros, são algumas das experiências a apresentar. Todas estas iniciativas, que os estudantes podem participar, trazem benefícios como a saída da zona de conforto, a coragem de arriscar, o conhecimento de novas culturas e o networking.

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O futuro das acessibilidades em debate no Congresso da AHRESP

O futuro do aeroporto, não só de Lisboa como das restantes vias aéreas portuguesas, marcou a sessão paralela, onde ainda houve tempo para falar das questões da ferrovia nacional e os problemas de ligação a Espanha.

Carla Nunes

O futuro das acessibilidades em Portugal esteve em debate numa das sessões paralelas do Congresso da AHRESP, que começou esta sexta-feira, 14 de outubro, no Convento de São Francisco, em Coimbra.

A sessão começou com um aviso por parte de Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP): “Se não tivermos rapidamente infraestruturas de mobilidade que respondam às necessidades das pessoas, principalmente um novo aeroporto, mais moderno e em condições de receber mais volume [de pessoas], podemos mais tarde ou mais cedo começar a perder turistas para outros destinos”.

Num discurso pautado pela necessidade de que “não podemos perder mais tempo” em relação ao futuro do aeroporto de Lisboa, Francisco Calheiros coloca os números em cima da mesa.

“Não canso de o dizer: segundo um estudo apresentado pela CTP, a não decisão sobre o novo aeroporto terá no mínimo um custo de quase sete mil milhões euros, menos 28 mil empregos e uma perda de receita fiscal de 2 mil milhões por ano”, frisa.

Os intervenientes da sessão, que contou com a participação de Eugénio Fernandes, CEO da euroAtlantic Airways, José Luís Arnaut, presidente do Conselho de Administração da ANA – Aeroportos de Portugal e Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT procederam desta forma a debater as várias possibilidades para o aeroporto, com Luís Arnaut a referir-se em tom jocoso à procura de localização de aeroportos como “um desporto nacional”.

Para Pedro Costa Ferreira, “uma das poucas cosias que nos aproxima da realidade” passa pela realização de obras no aeroporto da Portela, por considerar que “nesta década não vamos ter solução”.

Lembra ainda que “as acessibilidades aéreas não são só em Lisboa”, reportando-se aos aeroportos de Porto Santo – que afirma não ter condições e precisar de obras – e o da Madeira, “com restrição de operacionais que foram definidas em 1964”.

“A tecnologia melhorou no âmbito da pista [do aeroporto da Madeira], a pista foi aumentada, melhorou nos aviões, melhorou na formação, [mas] mantém-se os mesmos limites, e julgo que é o único aeroporto internacional no mundo em que os limites não são recomendatórios, mas são mandatários. Ninguém toca nisto, e isto fere a região”, explica.

Quanto à solução de aproveitar a infraestrutura de Beja, Eugénio Fernandes lembra que esta “peca por pequenas coisas: não tem abastecimento de combustível, fecha ao fim de semana, não tem serviço 24 horas e se quisermos aterrar passageiros que não são do espaço Schegen, não há SEF”.

Por essa razão, e dada a logística adicional desta opção, o CEO da euroAtlantic Airways defende que “o que for mais rápido é o melhor” – neste caso, “do ponto de vista teórico e sonhador”, uma solução rápida de Portela +1, que sabe “que agora não será possível, estamos num contexto diferente”.

Quanto à opção de Santarém, Pedro Costa Ferreira é taxativo ao assegurar que esta representa “mais 24 anos de diálogo”.

“Se estivermos à procura de uma decisão que não tenha vozes contrárias, não vamos ter mais aviões em Portugal. Fazer políticas é fazer escolhas. Assusta-me que seja necessário um consenso para o aeroporto”, declara.

“O fenómeno do entroncamento”

E porque, como Pedro Costa Ferreira lembra, “os problemas das acessibilidades não são só aéreas” a ferrovia também foi discutida na sessão, tendo sido caracterizada pelo presidente da APAVT como o “fenómeno do entroncamento” dadas as 8h40 necessárias para chegar de Lisboa a Madrid – incluindo, também, uma passagem pelo Entroncamento.

Afirma ainda que “do ponto de vista de sustentabilidade, os voos de curta duração vão ser muito atacados” e que nos encontramos “muito dependentes dos voos curtos nalguns mercados muito importantes para [o país]”. Aliás, José Luís Arnaut precisa que 94% dos turistas que visitam Portugal vêm de avião.

“Somos um país periférico, é obvio que temos de fazer um trabalho grande e estamos atrasados décadas na ligação com comboios rápidos com Espanha”, afirma Arnaut.

A encerrar o tema da ferrovia, Eugénio Fernandes acredita que “se houver uma conectividade grande a Madrid, e uma conectividade boa internamente, vamos conseguir desenvolver muito o turismo e o Interior”.

Numa nota final, reportando-se ao tema do congresso, Francisco Calheiros defende que esta não é “uma questão nem de utopia, nem de sobrevivência, é sim uma necessidade cada vez mais atual que as empresas devem ter em conta”.

“Continuamos a viver tempos desafiantes. O turismo, porém, continua resiliente. É praticamente unânime que se não fossem as receitas do turismo a receita seria muito menor”, termina o presidente da CTP.

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O Grupo Lufthansa conecta o mundo protegendo o seu futuro

No Grupo Lufthansa, estamos convencidos de que viajar torna o mundo um lugar melhor. É por isso que usamos toda a nossa experiência, energia e conhecimento para tornar o voo neutro em CO2 uma realidade

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Já em 2030, queremos reduzir as nossas emissões líquidas de CO2 em 50% em relação a 2019 e, em 2050, queremos atingir a neutralidade de CO2.

Embora nem todas as soluções existam atualmente, os fundamentos científicos e tecnológicos já estão estabelecidos e agora é uma questão de ação conjunta. Como empresa, temos conhecimentos técnicos e operacionais profundamente enraizados no nosso ADN. Estabelecemos padrões elevados para a nossa indústria e temos uma grande paixão de voar.

Estamos convencidos de que essas qualidades nos permitirão abrir novos caminhos em conjunto com os nossos clientes, parceiros e formuladores de políticas, enquanto continuamos a conectar pessoas, culturas e economias no futuro – de maneira sustentável. Juntos, podemos #MakeChangeFly

Website principal da campanha https://www.lufthansagroup.com/en/responsibility/climate-environment.html

Vídeo  https://www.youtube.com/watch?v=jT-OpFjC5-A

Frota Moderna

Até 2030, teremos pelo menos 190 aeronaves com baixo consumo de combustível em serviço. É um grande investimento no futuro que reduzirá o consumo de combustível e, com ele, as emissões de carbono até 30% em cada voo.

Os avanços tecnológicos estão a desempenhar um papel importante para nós também na modernização da frota existente. Por exemplo, AeroSHARK é um filme adesivo biônico que replica a pele de tubarões e otimiza a aerodinâmica do fluxo de ar em locais específicos, reduzindo assim o atrito. A SWISS será a primeira companhia aérea de passageiros do mundo a usar a nova tecnologia AeroSHARK para reduzir ainda mais as emissões de carbono e o consumo de combustível.

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Combustível sustentável de aviação

Para nós, o desenvolvimento e o uso de Combustíveis Sustentáveis de Aviação (SAF) são um passo fundamental no caminho para a aviação neutra em carbono. O conceito fundamental por trás do SAF é substituir os combustíveis fósseis a longo prazo usando alternativas sustentáveis.

Durante muitos anos, o Grupo Lufthansa tem sido um dos maiores compradores da SAF. Está constantemente a investir em pesquisa e desenvolvimento industrial de diversas abordagens tecnológicas que tornarão o SAF disponível em maior quantidade e com menor custo o mais rápido possível. O SAF atualmente utilizado pelo Grupo Lufthansa é produzido a partir de materiais residuais biogênicos, como óleos de cozinha usados.

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Operação de Voo eficientes

Usando a tecnologia mais recente, estamos focados em criar mais eficiência nas operações de voo do dia-a-dia. Ao otimizar os processos em terra e nas rotas de voo, também reduzimos o CO2 de forma sustentável.

Em 2021, as medidas de otimização nas áreas de desempenho e procedimentos, redução de peso, otimização de rotas e desenvolvimentos tecnológicos já pouparam 30.400 toneladas de emissões de CO2. E isso é apenas o princípio.

Carbono neutro

Através do “Compensaid”, estamos permitindo que os nossos passageiros compensem as suas emissões de carbono usando combustível de aviação sustentável ou projetos de proteção climática a longo prazo, em cooperação com a altamente respeitada fundação “myclimate”, por exemplo.

Seja no momento da reserva ou posteriormente, através do “Compensaid” os passageiros podem optar pessoalmente por Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF), para apoiar projetos certificados de compensação de carbono, ou simplesmente selecionar uma combinação de ambos.

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Intermodalidade

Seja viajando de comboio ou de autocarro para o avião, combinar vários modos de transporte de forma inteligente é uma forma importante de oferecer uma alternativa atraente e sustentável em percursos curtos. As companhias aéreas do Grupo Lufthansa estão constantemente a expandir a sua cooperação com fornecedores ferroviários locais. Por exemplo, estamos a oferecer uma alternativa ferroviária para qualquer voo doméstico de e para Frankfurt e agora estamos a trazer passageiros de cinco países europeus de comboio para os nossos “hubs”.

Através do planeamento inteligente e processos otimizados, as viagens de comboio ou autocarro são perfeitamente coordenadas com os voos, para que os passageiros possam desfrutar de uma experiência de viagem perfeita, independentemente dos diferentes modos de transporte.

Redução de resíduos e plásticos

Estamos focados intensamente em todas as formas de reduzir o desperdício, com base nos princípios de “reduzir – reutilizar – reciclar – substituir” à medida que desenvolvemos produtos e serviços de bordo. Estamos minimizando tudo o que é desnecessário e promovendo um design sustentável nos nossos produtos de bordo. Por exemplo, no caso de refeições a bordo, estamos analisando alimentos produzidos de maneira eficiente em termos de recursos com materiais de embalagem ecologicamente corretos. Além disso, ao fabricar produtos frescos de uma forma mais adequada à procura, é necessário deitar fora menos alimentos não utilizados.

Até 2025, pretendemos substituir gradualmente os artigos de plástico de uso único por materiais mais sustentáveis. Além disso, estamos apoiando tecnologias inovadoras, como a start-up “materiais sem rastros” que estão criando alternativas biodegradáveis ao plástico.

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