CTP dividida relativamente às medidas do OE

Por a 17 de Outubro de 2016 as 10:55
CTP

Num primeiro olhar ao Orçamento do Estado para 2017, a Confederação do Turismo Português (CTP) considera “insuficientes as medidas estruturais que visam o corte de despesa do Estado, condição essencial para o crescimento económico e para uma verdadeira reforma de estado”.

A CTP lamenta ainda o aumento dos impostos indirectos, que “irá reflectir-se na procura, levando a uma retracção no consumo e ao agravamento dos custos de contexto”.

Por outro lado, a organização liderada por Francisco Calheiros destaca, positivamente, “as medidas que se destinam a apoiar o crescimento e a capacitação financeira das empresas”, nomeadamente “a disponibilização de verbas para o investimento e créditos financeiros, seguros de crédito, caução e benefícios fiscais para reforços e aumento de capital próprio”.

A CTP saúda ainda “a decisão de não aplicar um adicional Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) aos espaços que estejam afectos à actividade turística.

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