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Alentejo e Ribatejo iniciam ‘Conhecer para Agir II’

Programa para conhecer o território pormenorizadamente e definir estratégias de promoção e estruturação do produto.

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Alentejo e Ribatejo iniciam ‘Conhecer para Agir II’

Programa para conhecer o território pormenorizadamente e definir estratégias de promoção e estruturação do produto.

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A Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo/Ribatejo vai começar dia 1 de Junho o programa ‘Conhecer para Agir II’, que visa um conhecimento pormenorizado do território de forma a se definirem estratégias de promoção e estruturação do produto. Odemira é o primeiro concelho a ser visitado.

Em comunicado, a ERT informa que o principal objectivo deste programa passa por “constatar directamente no terreno as alterações registadas no território, com vista à definição e implementação de estratégias eficazes em áreas como a promoção, estruturação do produto, comunicação e apoio ao empresário e ao investimento.” A acção visa, ainda, “fortalecer sinergias e trocar experiências com os players públicos e privados que, diariamente e em parceria, se empenham para fazer do Alentejo e Ribatejo destinos qualificados e de excelência”.

Odemira foi o concelho escolhido para a primeira visita. Ceia da Silva, presidente da ERT, o autarca local, José Alberto Guerreiro, e técnicos das duas instituições vão visitar novas unidades de alojamento, experienciar alguns dos programas de empresas de animação turística e conhecer diferentes locais de interesse para o sector.

O ‘Conhecer para Agir II’ vai percorrer nos próximos meses os 47 concelhos alentejanos e os 11 ribatejanos que integram a instituição.

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Startup Lisboa abre candidaturas para a 5.ª edição do From Start-to-Table

As candidaturas a este programa de aceleração destinado a startups ligadas ao ecossistema da restauração decorrem até 25 de setembro e podem ser realizadas online.

A Startup Lisboa já abriu as candidaturas para mais uma edição do programa de aceleração  From Start-to-Table, destinado a startups ligadas ao ecossistema da restauração, que, este ano, tem como objetivo “alargar o âmbito do programa e desenvolver a comunidade de
foodtech ao longo do ano”. 

De acordo com um comunicado enviado à imprensa, as candidaturas decorrem até 25 de setembro e podem ser realizadas online, através do preenchimento do formulário que está disponível aqui. Os vencedores de cada categoria ganham um prémio de 10 mil euros.

“Podem candidatar-se pessoas ou startups (constituídas há menos de cinco anos), portuguesas ou estrangeiras, que tenham um projeto de tecnologia para a restauração ou novos produtos desde que tragam inovação ao setor – alinhados com objetivos de sustentabilidade ambiental, social e económica”, lê-se no comunicado da Startup Lisboa.

Numa primeira fase, os projetos pré-selecionados vão ser apresentados a “um júri que
escolherá até 20 equipas para integrarem o programa”, seguindo-se, depois, um período de oito semanas em que os finalistas vão trabalhar na prototipagem e validação do seu produto, tendo também acesso a um amplo painel de especialistas, mentores e investidores do setor e
representantes do ecossistema da restauração em Portugal.

Delta Cafés, Sagres, Zomato e a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) são algumas das empresas que se juntaram já a este programa de aceleração, assim como o Turismo de Portugal.

No entanto, este ano, a novidade é mesmo a aposta no desenvolvimento da comunidade do From Start-To-Table através do lançamento de um programa de softlanding que apoie as startups a estabelecerem-se em Portugal após a conclusão do programa, assim como o desenvolvimento de um conjunto de eventos e iniciativas que irão ocorrer após o programa de forma a dar continuidade à dinamização do ecossistema de foodtech em Portugal.

Paralelamente, está também previsto o aprofundamento da parceria com a Zomato, que vai dar aos participantes um maior acesso a mais apoio direto da equipa da Zomato em
diversas áreas, incluindo o business development, marketing, entre outros.

Recorde-se que o From Start-to-Table arrancou em 2018 e, desde então, já acelerou mais de 90 projetos, recebeu mais de 400 candidaturas, de mais de 30 países, tendo a última edição registado a maior participação de equipas internacionais, já que um dos vencedores até foi
um empreendedor cipriota, com a startup Blend.

 

 

 

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Mercado alemão recupera níveis pré-pandémicos até 2024, aponta GlobalData

A GlobalData estima que, daqui a dois anos, cerca de 117,9 milhões de alemães já tenham voltado a procurar o transporte aéreo para viajar, ultrapassando os 116,1 milhões contabilizados em 2019.

O mercado alemão já está de regresso às viagens internacionais e, até 2024, deverá recuperar para níveis pré-pandémicos, avança a GlobalData, que estima que, daqui a dois anos, cerca de 117,9 milhões de alemães já tenham voltado a procurar o transporte aéreo para viajar.

O número de 117,9 milhões de turistas alemães que devem voltar a viajar para fora do país até 2024 ultrapassa mesmo o total de 2019, quando eram 116,1 milhões os alemães que tinham viajado para fora do país.

Os dados divulgados esta semana pela GlobalDalta constam do relatório ‘Alemanha Source Tourism Insight, 2022 Update’, que analisa a recuperação do turismo na Alemanha, depois dos anos de quebra de 2020 e 2021, quando as restrições devido à COVID-19 e a falta de confiança dos consumidores levou a procura turística dos alemães para mínimos históricos.

“A pandemia da COVID-19 teve um enorme impacto nas viagens internacionais da Alemanha. Os números do turismo de outbound encolheram para uma fração do que eram em 2019, registrando um declínio anual de 64,5%, de 116,1 milhões de viajantes em 2019 para 41,2 milhões em 2020, antes de um declínio adicional em 2021 para 40,4 milhões”, resume Megan Cross, analista de viagens e turismo da GlobalData.

No entanto, com a melhoria da situação pandémica e o consequente alívio das restrições relacionadas com a COVID-19, a confiança dos consumidores alemães parece estar de regresso, o que permite perspetivas “muito mais brilhantes” para os próximos anos, numa recuperação que, segundo Megan Cross, deverá funcionar com um “impulso” para turismo mundial, já que o mercado alemão é “um importante mercado de origem no cenário global.”

Apesar de estar a assistir a uma recuperação do mercado alemão, a GlobalData alerta para algumas tendências que se começam a identificar neste mercado, nomeadamente no que diz respeito aos preços, que têm vindo a subir, o que está a levar os turistas alemães, que por norma sempre procuraram soluções de férias económicas, a escolher voos mais baratos. Neste sentido, diz a GlobalData, 55% dos entrevistados neste relatório procura companhias aéreas low cost, a exemplo da Ryanair, easyJet, Eurowings, Air Berlin, TUIfly e Condor.

“Muitos viajantes europeus interessados ​​em manter os seus planos de férias podem simplesmente reduzir o valor que gastam em produtos e serviços antes e durante a viagem. Por exemplo, os viajantes que geralmente ficam em hotéis de média gama, agora devem escolher formas económicas de alojamento para manter os custos baixos. Isso certamente ajudará as empresas que já têm como alvo os viajantes com orçamento limitado”, acrescenta Megan Cross.

Tendência é também o recurso a agências de viagens online para reservar as férias, com mais de um quarto dos entrevistados (29%) a revelar que normalmente é esta a escolha para reservar as viagens, enquanto 16% diz preferir a reserva direta e 15% opta por reservar com um agente de viagens presencial na loja.

Já os motivos para a viagem prendem-se, na maior parte dos casos, com visitas a amigos e familiares, com 29% dos inquiridos a apontar esse como o principal motivo da viagem, enquanto no outro extremo da escala o motivo menos apontado foi as férias gastronómicas, o que a GlobalData diz que poderá ainda estar relacionado com o receio da pandemia, já que apenas 17% dos alemães disse não estar preocupado com a COVID-19.

Quanto a destinos, a Áustria, pela proximidade, disponibilidade de ligações e ligação histórica entre os dois países, parece ser o destino preferido, ainda nos últimos anos a Áustria tenha visto o número de turistas alemães cair drasticamente, passando de 14,4 milhões de turistas alemães em 2019 para 8,6 milhões em 2020 e 5,8 milhões em 2021.

Contudo, até 2024, as perspetivas da GlobalData são positivas, uma vez que se espera que o país volte a ver um aumento do número de  turistas alemães, chegando aos 14,5 milhões de alemães nos dois próximos anos.

“A falta de turistas alemães durante a pandemia impactou muitos países, especialmente na Europa. Destinos que podem responder às necessidades específicas dos alemães vão ver os seus prazos de recuperação encurtados nos próximos anos”, conclui analista de viagens e turismo da GlobalData..

 

 

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CTP receia que burocracia atrapalhe vinda de trabalhadores estrangeiros para o Turismo

Apesar de aplaudir a alteração da lei, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere” na atração de trabalhadores estrangeiros.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) acredita que a legislação que veio alterar o regime jurídico de entrada e permanência de estrangeiros em território nacional pode contribuir para atrair a necessária mão-de-obra para o setor do turismo, mas mostra-se preocupada com a excessiva burocracia, que pode impedir as autoridades de atuarem de forma célere e atrasar o recrutamento.

Num comunicado enviado à imprensa esta quarta-feira, 10 de agosto, a CTP manifesta “algumas reservas sobre a capacidade que as autoridades públicas terão, ao abrigo desta legislação, para agirem de forma desburocratizada e célere com vista a que mais estrangeiros reforcem o mercado de trabalho e assumam a plena integração na nossa sociedade”.

Apesar disso, a CTP considera que a nova lei, que já foi promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vem criar “as condições procedimentais e legais para que o Estado português possa agir de forma célere e eficaz com vista a serem implementados acordos de mobilidade migratória para o mercado de trabalho em especial, e com maior relevância para o Turismo, com os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

“Para a CTP é importante que este processo venha a ser efetivo já que pode vir a permitir atrair mais mão de obra para o Turismo, num momento em que há escassez de pessoas para trabalhar na atividade turística, mesmo numa situação favorável como aquela em que nos encontramos onde as condições salariais e de trabalho são atrativas e em linha com uma contratação coletiva que tem dado boas respostas aos problemas existentes”, acrescenta a informação divulgada.

No comunicado enviado à imprensa, Francisco Calheiros, presidente da CTP, lembra que a contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes da CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, era uma das propostas que já vinham a ser apresentadas para colmatar a falta de mão-de-obra no turismo.

“A contratação de estrangeiros, nomeadamente provenientes dos países da CPLP, é uma das propostas que a Confederação do Turismo tem apontado como fazendo parte da solução para a falta de mão de obra no Turismo. Os empresários do Turismo estão desde já disponíveis para acolher os estrangeiros que desejem vir trabalhar no Turismo em Portugal, oferecendo-lhes todas as condições de trabalho, de formação profissional específica, assim como apoio na sua inserção profissional e pessoal”, afirma o responsável.

A CTP recorda ainda que, apesar do turismo estar a ser fortemente afetado pela falta de trabalhadores, não é o único setor a enfrentar esta escassez, uma vez que este é “um problema transversal à generalidade das atividades económicas”.

Na opinião da CTP, o Turismo é, contudo, um setor que, atualmente, oferece “condições de trabalho atraentes” e paga “salários acima da contratação coletiva”, em resultado de um processo negocial que não é unilateral, ou seja, é negociado “entre sindicatos e entidades empregadoras”.

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Oeiras recebe Festival Internacional Balões de Ar Quente a 24 de setembro

O festival, que vai na sua 25.ª edição, vai ter lugar na Quinta de Cima do Palácio do Marquês de Pombal, junto à Câmara Municipal de Oeiras, naquela que será a primeira vez que o evento decorre em Oeiras. 

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O município de Oeiras vai ser palco, a 24 de setembro, Festival Internacional Balões de Ar Quente, que vai contar com diversas atividades gratuitas e dedicadas ao publico em geral, informou a organização do evento em comunicado.

O festival, que vai na sua 25.ª edição, vai ter lugar na Quinta de Cima do Palácio do Marquês de Pombal, junto à Câmara Municipal de Oeiras, naquela que será a primeira vez que o evento decorre em Oeiras.

Além das várias atividades gratuitas que vão estar disponíveis a 24 de setembro, o Festival Internacional de Balões de Ar Quente vai também disponibilizar batismos de voo cativo, assim como o evento Night Glow, um espetáculo noturno de luz, cor e som, em que as chamas dos queimadores dos coloridos balões são libertadas ao ritmo da música, que será o ponto alto do festival.

“Para fazer um batismo de voo cativo, os visitantes devem dirigir-se ao local do Festival, onde serão recebidos pela organização, por ordem de chegada, e encaminhados para o respetivo balão. O voo, que irá permitir ter uma visão de 360 graus sobre a Quinta de Cima do Palácio do Marquês de Pombal e os seus jardins, é apto para todas as idades e gratuito”, indica a Publibalão, entidade que, em conjunto com a Câmara Municipal de Oeiras, organiza o festival.

O programa do festival, que tem entrada gratuita, já está disponível online e pode ser consultado em www.publibalao.com.

 

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Número de turistas internacionais no Dubai cresce 183% no 1.º semestre

De acordo com o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), “o número de turistas verificado no primeiro semestre de 2022 ficou muito próximo dos números do período homólogo de 2019”.

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Entre janeiro e junho, o Dubai recebeu 7,12 milhões de turistas internacionais, número que traduz um aumento de 183% face a igual período de 2021, quando o emirado tinha contabilizado 2,52  milhões de turistas internacionais, avança o Departamento de Economia e Turismo do Dubai (DET), em comunicado.

“O número de turistas verificado no primeiro semestre de 2022 ficou muito próximo dos números do período homólogo de 2019, no qual se registou 8,36 milhões de turistas internacionais no Dubai”, destaca o DET, acrescentando que esta “tendência positiva coloca a cidade no caminho certo para atingir as metas de turismo delineadas para este ano”.

Grande parte dos turistas internacionais que visitaram o Dubai no primeiro semestre era proveniente da Europa Ocidental, que representou uma quota de 22% dos turistas internacionais contabilizados, assim como do Médio Oriente e Norte de África, que em conjunto representaram 34% dos turistas que visitaram o Dubai entre janeiro e junho. A estas regiões, junta-se ainda a Ásia, com uma quota de 16%, assim como a Rússia, CEI e Europa Oriental, com 11% do total de visitantes no primeiro semestre de 2022.

“A ampla distribuição geográfica dos mercados emissores do emirado reflete a estratégia de diversificação do Dubai destinada a direcionar o tráfego por um amplo espectro de países e segmentos de visitantes, mitigando assim os riscos associados à dependência excessiva de uma só região, e destaca ainda o sucesso das campanhas de marketing personalizadas do destino em plataformas especializadas específicas e diferenciadas”, justifica o DET.

Nos primeiros seis meses do ano, destaque ainda para a atividade hoteleira no Dubai, que “apresentou resultados consideráveis, com um desempenho recorde na maioria dos indicadores durante o primeiro semestre de 2022”.

Entre janeiro e junho, a hotelaria do Dubai registou uma taxa de ocupação média de 74%, “uma das mais altas do mundo” e 12 pontos percentuais do registado em igual período do ano passado, quando este indicador se ficava pelos 62%.

Em comparação com o período pré-pandemia, a taxa de ocupação da hotelaria do Dubai continua, no entanto, ligeiramente abaixo, uma vez que no primeiro semestre de 2019 este indicador tinha sido de 76%.

Os resultados foram também positivos ao nível do rendimento médio por quarto ocupado (ADR) e o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR), que já superaram os níveis pré-pandémicos, com o ADR a chegar aos AED567, num aumento de 48,5% e 28% face ao mesmo período de 2021 e 2019, respetivamente.

Já o RevPAR subiu 76% em relação aos primeiros seis meses de 2021, fixando-se nos AED417, enquanto em comparação com o período pré-pandemia houve um aumento de 24%, para AED336.

“De acordo com a empresa de análise hoteleira STR, o Dubai ocupa o terceiro lugar a nível global no RevPAR (US$ 147), depois de Paris (US$ 195) e Nova York (US$ 172)”, refere ainda o DET na informação divulgada.

O DET revela ainda que estes resultados foram alcançados mesmo depois de se ter registado um aumento de 19% da capacidade hoteleira em relação ao período homólogo de 2019, uma vez que, em final de junho, o portefólio de hotéis do Dubai era composto por 140.778 quartos em 773 estabelecimentos hoteleiros, em comparação com 118.345 quartos disponíveis no final de junho de 2019 em 714 estabelecimentos.

Já o número total de hotéis no primeiro semestre de 2022 teve um crescimento de 8% em relação ao primeiro semestre de 2021, “reforçando a confiança dos investidores em continuar a apostar no setor turístico no Dubai”, refere ainda o DET.

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Transportes e Alojamento e Restauração entre os setores que mais novas empresas constituíram até julho

Os setores dos Transportes e do Alojamento e Restauração registaram aumento de 124% e 25%, respetivamente, na constituição de novas empresas até julho, segundo o mais recente relatório da consultora Informa D&B.

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O setores dos Transportes e Alojamento e Restauração foram dois dos que registaram maior subida na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses do ano, avança a Informa D&B, cujo mais recente relatório aponta crescimentos de 124% e 25%, respetivamente.

“No acumulado desde janeiro até julho de 2022, a maioria dos setores regista um aumento na constituição de empresas face a 2021”, indica a consultora num comunicado divulgado esta segunda-feira, 8 de agosto.

Os Transportes foi um dos setores que mais se destacou na constituição de novas empresas até julho, com mais 1.228 novas empresas que em igual período do ano passado, o que corresponde a um aumento de 124%.

Já no setor do Alojamento e Restauração foram constituídas, nos primeiros sete meses do ano, mais 551 empresas, o que traduz um aumento de 25% em comparação com período homólogo de 2021.

Além destes, também os setores dos Serviços Gerais (+936 constituições, +30%) e dos Serviços Empresariais (+582 constituições, +13%) se destacaram na constituição de novas empresas nos primeiros sete meses de 2022.

No total, entre janeiro e julho, foram criadas em Portugal 28.989 novas empresas, o que representa um crescimento de 17% face ao mesmo período de 2021, ainda que a Informa D&B alerte que, em julho, houve menos 236 constituições, o que corresponde a uma descida de 7% face a julho de 2021.

Segundo a consultora, este decréscimo registado em julho veio quebrar “um ciclo de crescimento que vinha desde outubro passado e que só tinha sido interrompido em abril”, tendo esta descida sido mais “concentrada nas regiões do Norte e Centro, influenciando significativamente o decréscimo total”.

Já o Retalho e a Agricultura e outros recursos naturais foram os setores que assistiram a uma descida na constituição de novas empresas, apresentando quebras de 13% e 1,6%, respetivamente, com a Informa D&B a explicar que, no caso do Retalho, a descida “ocorre há já cinco meses e é transversal a quase todos os seus subsetores”, sobretudo o Retalho de Têxtil e Moda, Generalista e outros.

Apesar da melhoria face a 2021, em comparação com 2019, os dados da Informa D&B mostram que “a criação de novas empresas mantém-se abaixo em quase todos os setores de atividade”, com exceção das Tecnologias de Informação e Comunicação (+27%) e das Atividades Imobiliárias (+18%).

“A subida das constituições no período de janeiro a julho deste ano é também transversal a todas as regiões, com destaque para a Área Metropolitana de Lisboa (+2 700 constituições, +31%)”, indica ainda a consultora.

A descer continuam também as insolvências e encerramentos, uma vez que, nos primeiros sete meses do ano, encerraram 6.815 empresas, menos 2,5% que no período homólogo, e 962 empresas iniciaram um processo de insolvência, valor que representa uma descida de 21% face a 2021.

No caso dos encerramentos, “a maioria dos setores de atividade registam valores de encerramento inferiores a 2021”, sendo que apenas o Retalho (+89 encerramentos, +8,9%), Atividades Imobiliárias (+24 encerramentos, +5,2%) e Indústrias (+13 encerramentos, +2%) registaram mais encerramentos que no ano passado.

Nas insolvências, o setor do Alojamento e Restauração encontra-se, no entanto, entre os setores que maior número de processos de insolvência iniciaram, assim como o dos Transportes, que foi mesmo “o único setor que regista um aumento no número de processos de insolência neste período (+16 processos; +31%)”.

 

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REDE-T tem novo parceiro na área da decoração profissional

A Laskasas Kontract é o novo parceiro da REDE-T para a área de Projetos de Decoração Profissionais.

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A REDE-T tem, desde este mês de agosto, um novo parceiro na área da decoração profissional, contando com a Laskasas Kontract como parceiro de Projetos de Decoração Profissionais.

“Com uma experiência reconhecida em Projetos Profissionais e uma equipa inteiramente dedicada e especializada, a Laskasas Kontract apresenta soluções 100% customizáveis para garantir que respondemos às necessidades de cada projeto. Tudo isto aliado às nossas mais de 200 opções de personalização entre lacados, madeiras, tecidos, vidros, mármores e outros materiais para garantirmos que nenhum projeto é padronizado”, indica a REDE-T, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a REDE-T, a Laskasas Kontract esteve já envolvida no desenvolvimento de hotéis, Spas, Lounges & Lobbys, Discos & Clubs e restaurantes, além de contar com um serviço especial e exclusivo para negócios, que é acompanhado e desenvolvido por uma equipa especializada na área que tem como mote, entregar uma nova perspectiva ao espaço.

A marca é também capaz de de produzir e de criar qualquer peça, através da sua unidade de produção, que permite também a personalização de cada projeto a qualquer medida e com qualquer acabamento.

Com a parceria entre a REDE-T e a Laskasas Kontract, estão disponíveis descontos até 30% para profissionais, assim como um desconto extra de 5% para particulares que é exclusivo para os associados da REDE-T.

A REDE-T conta já com perto de 18.000 profissionais do canal HORECA registados, disponibilizou quase 19.000 ofertas de trabalho e quase 1.500 documentos para download. A plataforma permite também o acesso a mais de 2.000 CVs dos melhores profissionais do setor e disponibiliza um diretório de empresas com as conhecidas marcas .

 

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1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída com cinco projetos aprovados

A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

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A 1.ª fase do Programa Transformar Turismo foi concluída no passado mês de julho e conta com cinco projetos aprovados nas linhas Linhas Territórios Inteligentes e Regenerar Territórios, que totalizam um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

De acordo com um comunicado do Ministério da Economia e Mar, estes projetos, que vão ser apoiados em 775 mil euros, visam a concretização de um marketplace multicanal na região Norte, aplicação de redes inteligentes no contexto do turismo de saúde e bem-estar, assim como a concretização de novas infraestruturas para o turismo náutico.

Os projetos, acrescenta a informação divulgada, “assentam em estratégias sólidas de sustentabilidade nas dimensões económica, social e ambiental com impactos relevantes e mensuráveis na região onde se inserem, contribuindo deste modo para a concretização dos objetivos definidos no Plano “Reativar o Turismo. Construir o Futuro” (PRT) e na Estratégia Turismo 2027 (ET2027)”.

Nesta primeira fase do Programa Transformar Turismo foram analisadas 47 candidaturas, o que, segundo o comunicado do Ministério da Economia e Mar, permitiu perceber que existia a “necessidade e oportunidade de se proceder a alguns ajustes nos Despachos Normativos que regulamentam o Programa e as Linhas que lhe estão subjacentes”.

“Assim, passará a ser possível a abertura de avisos específicos para a apresentação de candidaturas por concurso ou por convite, no contexto da valorização de produtos turísticos que, pela sua qualidade, singularidade e alinhamento com os desafios, objetivos e metas definidos nos referenciais estratégicos do setor, promovam o potencial turístico e o desenvolvimento sustentável do território. Passará também a ser possível, em situações excecionais e devidamente justificadas, a elegibilidade de promotores que, à data da candidatura, possuam mais de um projeto aprovado e ainda não concluído no âmbito do Programa Valorizar ou Programa Transformar Turismo”, acrescenta a informação.

Recorde-se que o Programa Transformar Turismo, cuja primeira fase de candidaturas abriu no início do ano, destina-se a apoiar o investimento público e privado na qualificação de Portugal enquanto destino turístico e conta com duas linhas de apoio, que se destinam a entidades públicas e privadas do setor.

“Estes projetos, agora apoiados, ajudarão à qualificação do destino turístico Portugal, promovendo não só a regeneração e reabilitação dos espaços públicos com interesse para o turismo, mas também a desconcentração da procura, a redução da sazonalidade e maiores índices de criação de valor – justamente o que queremos para esta indústria”, considera Rita Marques, secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

 

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Hotelaria algarvia superou números de 2019 em julho

Segundo a AHETA, o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”, depois de registar uma taxa de ocupação de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês pré-pandemia.

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No passado mês de julho, a hotelaria algarvia registou uma taxa de ocupação/quarto de 87,7%, valor que ficou 4,3 pontos percentuais acima de igual mês de 2019, o que leva a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA) a sublinhar que o “Algarve superou, em julho, os números de 2019, o melhor ano turístico de sempre”.

De acordo com os dados provisórios divulgados esta sexta-feira, 5 de agosto, pela associação, a taxa de ocupação/quarto de julho também superou o valor registado em julho de 2021, ficando 37,5 pontos percentuais acima do registado em julho do ano passado.

Por mercados, o destaque vai para o doméstico e para o americano, que apresentaram, em julho, subidas de 4,3 pontos percentuais e 1,1 pontos percentuais, respetivamente, e afirmando-se como “os que mais contribuíram para a subida verificada”.

Em sentido contrário estiveram os mercados britânico e alemão, que apresentaram descida de 2,2 pontos percentuais e 1,8 pontos percentuais, respetivamente, sendo mesmo aqueles que “apresentaram as maiores descidas”  no sétimo mês do ano.

Por zonas geográficas, as maiores subidas ocorreram nas zonas Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago, que assistiram a um aumento de 13,1 pontos percentuais, seguindo-se Monte Gordo/VRSA, onde a subida foi de 9,4 pontos percentuais, e Carvoeiro/Armação de Pêra, com um crescimento de 9,1 pontos percentuais.

Já a zona de Albufeira, que é considerada a principal zona turística do Algarve, “registou uma ocupação idêntica à verificada em 2019”, indica ainda a AHETA no comunicado enviado à imprensa.

Em julho, o volume de vendas dos hotéis e empreendimentos turísticos do Algarve cresceu ainda 17,2 por cento face ao mesmo mês de 2019.

Já no acumulado desde janeiro, a AHETA diz que a taxa de ocupação/quarto regista uma descida de 6,2% face a 2019, o que corresponde a uma subida de 194% face a 2021.

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APHORT pede “sensatez e razoabilidade” na negociação coletiva com profissionais de turismo

Associação considera que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais”.

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A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) veio esta sexta-feira, 5 de agosto, mostrar-se confiante no sucesso da negociação dos contratos coletivos de trabalho no setor do turismo, mas pede “sensatez e razoabilidade”, considerando que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais”.

Num comunicado enviado à imprensa, a associação revela que tem vindo a negociar com os sindicatos que representam os trabalhadores do setor do turismo desde o início do ano e diz que está “confiante no alcance de um entendimento justo e equilibrado entre empresas e trabalhadores”.

“Este processo de negociação está já a decorrer há vários meses, com representantes dos trabalhadores que estão empenhados em resolver esta questão de forma séria e ponderada, e temos confiança no sucesso destas conversações”, afirma Rodrigo Pinto Barros, presidente da APHORT.

A associação diz que pretende repor a “verdade dos factos”, uma vez que existe um sindicato que continua a vir a público acusar as associações e as empresas de turismo de quererem manter a precariedade no setor, algo que a APHORT diz não corresponder à verdade e que em nada contribui para a resolução da situação.

“As posições extremadas e o discurso agressivo em nada contribuem para a resolução da situação. Perante a realidade atual do mercado de trabalho, as empresas estão empenhadas em fazer um esforço para se readaptarem”, acrescenta a associação.

Rodrigo Pinto Barros diz mesmo que muitos dos associados da APHORT “conseguiram já, este ano, fazer ajustes salariais correspondentes a aumentos médios entre os 5% e 10%, para além de outros aspetos como a reorganização de horários e dos dias de encerramento dos estabelecimentos”, isto apesar da situação precária em que muitas empresas ainda se encontram devido à pandemia e do atual contexto económico.

“Não nos podemos esquecer que, para além de dois anos de pandemia, durante os quais as empresas do setor foram severamente penalizadas, o atual contexto económico não é favorável, pelo que tem de haver sensatez e razoabilidade naquilo que é exigido a estas empresas”, acrescenta o presidente da APHORT.

A associação considera, por isso, que “a melhoria dos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho passa pela negociação de contratos equilibrados, que não estejam exclusivamente assentes em alterações das tabelas salariais” e mostra-se disponível para discutir alternativas.

“Perante o agravar da falta de mão-de-obra que atinge o setor, a associação aguarda com expectativa os resultados das missões empresariais, recentemente anunciadas pela Secretária de Estado do Turismo, para captação de trabalhadores nos países da CPLP e assegura que vai manter-se atenta à evolução desta questão”, refere ainda a AHORT.

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