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Lotus UK estará presente na BTL

A agência de marketing, relações públicas, comunicação e digital, vai estar presente na BTL 2015, que decorre de 25 de Fevereiro a 1 de Março, na FIL.

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A Lotus UK é uma agência de marketing, relações públicas, comunicação e digital, focada principalmente no sector turístico, especialista em construir, desenvolver e reposicionar destinos e empresas de turismo, assim como levar a cabo campanhas e estratégias premiadas de relações públicas e marketing em diferentes mercados.

Apesar da Lotus UK ter um foco em clientes relacionados com turismo, o perfil dos seus clientes é bastante variado, representando desde importantes destinos turísticos no Reino Unido, assim como destinos internacionais, organizações de turismo, companhias aéreas, cadeias de hotéis de luxo, transportes e operadores turísticos. A agência representa ainda clientes relacionados com desporto e gastronomia.

A Lotus UK vai estar presente pela primeira vez na BTL 2015, que decorre de 25 de Fevereiro a 1 de Março, na FIL, com o intuito de se reunir com os diferentes actores da indústria de turismo portuguesa (regiões, cadeias de hotéis, transportadores aéreas, etc.), de forma a conhecer os seus planos para o mercado do Reino Unido e perceber como alcançar os mesmos.

Para marcar uma reunião com a Lotus UK contacte [email protected].

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Hotelaria

Governo e autarquia procuram solução para o Hotel Turismo da Guarda

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, admitiu que “estamos a trabalhar com o município para identificar outras soluções que possam criar postos de trabalho, entregando aquele ativo a um operador económico que saiba cuidar dele e que dinamize boa atividade turística na região”.

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Em Manteigas, à margem de uma reunião com representantes de autarquias e entidades da região da Serra da Estrela, Rita Marques disse que a solução para a exploração do Hotel Turismo da Guarda, encerrado desde outubro de 2010, “provavelmente” poderá não passar pelo lançamento de um novo concurso público ou mesmo pela devolução daquela unidade hoteleira à Câmara da Guarda.

Entretanto, o presidente da autarquia, Sérgio Costa, está esperançado que até ao final do ano possa ser encontrada essa solução, defendendo que a recuperação do Hotel Turismo possa ocorrer no âmbito do plano de revitalização do Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE), que este verão foi atingido pelos incêndios.

O edifício emblemático, projetado em 1936 pelo arquiteto Vasco Regaleira, viria a ser inaugurado no dia 6 de julho de 1947, e depois alvo de ampliação. Em 2010, Câmara Municipal decidiu vender ao Turismo de Portugal o hotel por 3,5 milhões de euros. Em 2015, foram lançados dois procedimentos destinados à venda do hotel, em condições que não atraíram interessados.

O Governo decidiu depois integrar aquela unidade hoteleira no Programa Revive. O hotel viria a ser concessionado ao grupo empresarial MRG, mas o projeto não avançou, “devido a dificuldades financeiras com que o grupo concessionário, entretanto, se defrontou”, justificava, em comunicado, o Ministério do Estado, da Economia e Transição Digital. O contrato viria então a ser revogado, tendo em meados de julho do ano passado, sido lançado novo concurso que ficou deserto.

A própria secretária de Estado lembrou que a reabertura do hotel, que está encerrado há mais de 12 anos, “já devia ter ocorrido”, mas tal não aconteceu porque os vários concursos ficaram desertos.

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Transportes

Ryanair cresce em tráfego e ocupação em agosto

Companhia aérea low cost transportou 16,9 milhões de passageiros e registou um load factor de 96% em agosto, números que ficam 52% e 14% acima dos valores de igual mês do ano passado.

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A Ryanair transportou, em agosto, 16,9 milhões de passageiros, número que fica 52% acima do resultado de igual mês de 2021, quando a companhia aérea low cost tinha transportado 11,1 milhões de passageiros.

Além do tráfego de passageiros, a Ryanair assistiu também a uma melhoria significativa no load factor dos mais de 92.800 voos operados em agosto, que chegou aos 96%, o que traduz uma subida de 14% face aos 82% de ocupação de agosto do ano passado.

No acumulado do ano, os resultados da companhia aérea também trazem notícias positivas, uma vez que a Ryanair já transportou, entre janeiro e agosto, 148 milhões de passageiros, número que fica 236% acima do tráfego do acumulado até agosto do ano passado, quando o tráfego de passageiros da Ryanair estava nos 44 milhões de passageiros.

As boas notícias mantêm-se também no load factor acumulado desde o início do ano, que chega aos 89%, enquanto em igual período do ano passado se ficava pelos 75%, o que traduz um aumento de 14%.

Na informação divulgada, a  Ryanair recorda que o seu tráfego tem vindo a aumentar desde o início do ano, apesar da guerra na Ucrânia que, segundo a companhia aérea terá prejudicado o tráfego de março.

Ainda assim, em março, a low cost tinha transportado 11,2 milhões de passageiros, com um load factor de 87%, valores que aumentaram para 14,2 milhões de passageiros e uma ocupação de 91% logo no mês seguinte.

Em maio, a companhia transportou 15,4 milhões de passageiros e registou uma ocupação de 92%, número que voltaram a subir no mês seguinte para 15,9 milhões de passageiros e um load factor de 95%. Já em julho, o tráfego da transportadora chegou aos 16,8 milhões de passageiros, com uma ocupação de 96%.

 

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Destinos

Moçambique admite colocar Portugal na lista de países isentos de visto

De acordo com Filipe Nyusi, presidente da República de Moçambique, a questão dos vistos é uma das 20 medidas que estão inscritas no pacote de facilitação à economia.

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O Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi, admitiu esta sexta-feira, 2 de setembro, que Portugal pode vir a integrar a lista de países isentos de visto para entrar em Moçambique.

De acordo com a Lusa, a afirmação do chefe de Estado moçambicano foi proferida durante uma conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro português, António Costa, que está a realizar um visita a este país africano e inaugurou o fórum de negócios de investimentos entre os dois países .

Segundo Filipe Nyusi, esta “é uma questão de informalizar e ver quais são os países que fazem parte da lista automaticamente aceite”, explicando que a questão dos vistos é uma das 20 medidas que estão inscritas no pacote de facilitação à economia.

“Se demorar Portugal, nós vamos unilateralmente abrir as portas”, acrescentou o Presidente da República de Moçambique, justificando a intenção pelo facto de Portugal não comportar risco nem transportar “crime para Moçambique”.

Recorde-se que o Governo português aprovou na quinta-feira, 1 de setembro, a regulamentação para a entrada em vigor do acordo de mobilidade na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que facilitará a entrada em Portugal de cidadãos destes países, incluindo Moçambique.

Já esta sexta-feira, 2 de setembro, o primeiro-ministro, António Costa, disse esperar que este decreto-lei seja promulgado e possa entrar em vigor rapidamente, passando a ser “liminarmente aceites” os pedidos de visto de cidadãos de países membros da CPLP, desde que não tenham nenhuma ordem de interdição ou expulsão no espaço Schengen.

“Para 99,9% de todos os naturais da CPLP, a concessão de visto passará a ser automática”, indicou o chefe do governo português, considerando que “a excelência de relacionamento politico na CPLP tem de ser tradução no dia a dia dos cidadãos”.

No entanto, quanto a uma eventual isenção, António Costa ressalvou que a “política de vistos é comunitária e definida pela União Europeia” e apontou que o que pode ser feito é precisamente a agilização dos processos.

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Destinos

Açores também acabam com obrigatoriedade de máscara facial nos aviões

O Governo Regional dos Açores decidiu acompanhar as medidas do continente e eliminar a obrigatoriedade do uso das máscaras nos aviões e nas farmácias.

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O Governo Regional dos Açores anunciou esta sexta-feira, 2 de setembro, uma resolução que prevê o fim da obrigação do uso de máscaras faciais nos aviões, acompanhando as medidas do Continente de controlo da pandemia da COVID-19.

“A situação epidemiológica nos Açores permite, agora, acompanhar as medidas decretadas a nível nacional quanto ao fim da obrigatoriedade de utilização de máscaras nos transportes aéreos e nas farmácias”, declarou o subsecretário regional da Presidência, Pedro Faria Castro.´, citado pela Lusa.

Recorde-se que o fim da obrigação do uso de máscara facial nos transportes públicos, incluindo nos aviões, foi decidido a 25 de agosto, em Conselho de Ministros, e entrou em vigor na sexta-feira seguinte, 26 de agosto.

Face à “nova legislação nacional”, o Governo dos Açores decidiu eliminar a obrigatoriedade do uso das máscaras nos aviões e nas farmácias, uma vez que a utilização da máscara já não era obrigatória nos transportes terrestres e marítimos na região.

De acordo com Faria e Castro, o Conselho do Governo Regional aprovou uma resolução com “retroatividade à data de entrada em vigor da medida igual tomada a nível nacional”.

“Decorrente da avaliação que é feita nos Açores e em linha com aquilo que foi decidido a nível nacional, o Governo [Regional] entendeu que deve conectar com a entrada em vigor da legislação nacional. Como a legislação nacional entrou em vigor no dia 27 de agosto, daí a retroatividade da decisão”, explicou o responsável.

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Emprego e Formação

Mais fácil trabalhar em Portugal a partir de 24 de setembro

Os vistos e as autorizações de residência para trabalhar no nosso país passam a ter procedimentos mais ágeis. É que entram em vigor, no próximo dia 24 de setembro, as alterações ao regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, publicadas pela Lei n.º 18/2022, de 25 de agosto.

Criam-se, assim, condições para a implementação do Acordo sobre a Mobilidade entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O Estado português procurou, através desta lei, fazer frente à falta de recursos humanos sentida no país, nomeadamente no setor do turismo, facilitando a entrada de trabalhadores estrangeiros em Portugal, bem como a fixação de cidadãos estrangeiros no país para prestação de trabalho remoto a partir de Portugal.

Em matéria laboral, destaca-se a criação de novo visto para procura de trabalho. Tem duração máxima de 120 dias, prorrogável por mais 60 dias, e autoriza o seu titular a exercer atividade laboral dependente, até ao termo da duração do visto ou até à concessão da autorização de residência.

O titular deste visto poderá também requerer a concessão de autorização de residência temporária em território nacional. No término do limite máximo da validade do visto para procura de trabalho sem que tenha sido constituída relação laboral e iniciado o processo de regularização documental subsequente, o titular do visto tem de abandonar o país e apenas pode voltar a instruir um novo pedido de visto para este fim um ano após expirar a validade do visto anterior.

O procedimento de emissão de vistos para nacionais dos Estados membros da CPLP em que esteja em vigor o Acordo sobre a Mobilidade celebrado entre estes é também agilizado, com a dispensa do parecer prévio do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), a consulta direta e imediata das bases de dados do Sistema de Informação Schengen (SIS), e a recusa da emissão do visto aplicar-se só no caso de constar no SIS indicação de proibição de entrada e permanência.

A permissão para o exercício da atividade laboral enquanto o pedido de autorização de residência se encontrar pendente, por causa não imputável ao requerente, a permissão de exercício de atividade laboral subordinada ou independente complementar para titulares de autorização de residência para investigação, estudo, estágio profissional ou voluntariado, o alargamento da duração das autorizações de residência para estagiários e o alargamento do período de duração do cartão Azul UE (concedido a nacionais de um Estado terceiro para o exercício de atividade altamente qualificada), são também alterações desta lei.

 

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Transportes

Iberia lança campanha pós-verão com preços desde 25€ para Espanha e Europa

A nova campanha pós-verão da Iberia conta com preços desde 25 euros para voos para Espanha e Europa, a partir de 174 euros para os EUA e desde 265 euros para a América Latina, e é válida para compras até 19 de setembro.

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A Iberia lançou uma campanha pós-verão que conta com preços desde 25 euros para voos para Espanha e Europa, a partir de 174 euros para os EUA e desde 265 euros para a América Latina, que é válida para compras até 19 de setembro.

Denominada “Vuela, vuela” (“Voa, voa”, em português), a nova campanha de Iberia apresenta preços reduzidos para voos de curta e média distância, assim como para viagens de longo curso.

Para dar a conhecer a nova campanha de descontos pós-verão, que se aplica a voos de ida e volta para Espanha, Europa, EUA e América Latina, a Iberia lançou um novo vídeo, que pode ser visualizado aqui.

As reservas devem ser realizadas através do site da Iberia ou das agências de viagens, onde a oferta está disponível em exclusividade nos primeiros dias, bem com através dos restantes canais de reserva, até 19 de setembro.

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Transportes

SATA adere a iniciativa para proteger tubarões

Entre as medidas adotadas pelas companhias do Grupo SATA, no âmbito desta iniciativa, encontra-se a “proibição de transporte de barbatanas de tubarão ou de outras partes de peixes cartilagíneos, em todos os voos” da SATA Air Açores e Azores Airlines. 

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As companhias aéreas do Grupo SATA aderiram à iniciativa “Fly without Fins” (Voar sem barbatanas, em português), que conta com a participação de um conjunto de organizações internacionais de conservação da vida marinha e defesa do bem-estar animal e que visa proteger os tubarões.

De acordo com um comunicado do Grupo SATA, esta é “uma iniciativa de proteção da vida animal que envolve diversas organizações não governamentais (ONG’s) que lutam pela conservação da vida animal e, como tal, pretendem prevenir a prática de atos de crueldade sobre os animais e combater a comercialização de barbatanas de tubarão e de outras partes de peixes cartilagíneos”.

Além do Grupo SATA, a iniciativa conta também com a participação de associações como a Shark Guardian, a Sciaena, a Sea Shepherd, a Sharkproject, a MarViva, a Gallifrey Foundation, a Oceanic Preservation Society, a Shark Allies e a Sharks Education Institute.

Ao aderirem a esta iniciativa, as companhias aéreas do Grupo SATA, concretamente Azores Airlines e SATA Air Açores, comprometem-se a “colaborar no esforço de proteção da vida animal ao adotarem, voluntariamente, medidas operacionais concretas”.

Entre as medidas adotadas pelas companhias aéreas do Grupo SATA encontra-se a “proibição de transporte de barbatanas de tubarão ou de outras partes de peixes cartilagíneos, em todos os voos operados pela SATA Air Açores e pela Azores Airlines”.

“Acredita-se que a proibição de transporte de barbatanas de tubarão em todos os voos operados pelas companhias aéreas SATA Azores Airlines pode ajudar a reforçar a mensagem global em defesa da salvaguarda da vida marinha, e contribuir para os esforços que têm sido encetados a nível internacional, designadamente, por associações como a Shark Guardian”, explica o Grupo SATA, que diz não ter sido, até à data, confrontado com este tipo de situação.

Para Luís Rodrigues, presidente do Grupo SATA, a adesão a esta iniciativa representa “mais um passo na concretização de uma política corporativa que se quer atenta às questões ambientais e comprometida com o futuro sustentável de todos e do planeta”.

“Embora os Açores sejam um destino sustentável internacionalmente reconhecido, em que existe responsabilidade e consciência no que respeita à pesca sustentável e preservação dos
mares, as nossas companhias aéreas voam para destinos variados e queremos dar o nosso contributo no esforço coletivo que tem vindo a ser desenvolvido pela Organização Shark Gardian que, em conjunto com outras organizações, visa dissuadir de uma prática cruel, que é uma ameaça à espécie e que não contribui para o equilíbrio dos diferentes habitats naturais”, explica o responsável.

Além da adesão à “Fly without Fins”, o Grupo SATA tem vindo a aderir a várias iniciativas de carácter internacional, a exemplo do programa da IATA IEnvA (IATA Environmental Assessment), ao qual o grupo de aviação açoriano aderiu recentemente.

 

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Meeting Industry

Novo auditório no Porto com 400 lugares

O Auditório Francisco de Assis, no Porto, com cerca de 400 lugares, é um espaço de referência para todo o tipo de eventos. Está em funcionamento desde 202, mas agora, com a retoma do segmento MI, quer dar-se a conhecer.

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Localizado em Paranhos, uma zona privilegiada e perto dos acessos principais do Porto, o Auditório Francisco de Assis dispõe de 399 lugares (seis para mobilidade reduzida) e de equipamentos e infraestruturas que lhe permitem acolher todo o tipo de eventos empresariais, socioculturais, artísticos e académicos.

Para fazer face à procura no aluguer de espaços, o apresenta uma solução fiável que se ajusta à necessidade de cada evento.

Em termos de condições, dispõe de um palco com 140 m2, um foyer inferior com 228 m2 e superior com 161 m2, um terraço exterior com 64 m2 e uma garagem de serviço com 419 m2. Está dotado de equipamentos de som, luz, audiovisual, cénico e musical.

O Auditório Francisco de Assis está já em condições para receber as empresas que necessitem de organizar os mais diversos tipos de eventos, nomeadamente: sessões solenes, inaugurações, exposições, conferências, palestras, workshops, formações, seminários e congressos.

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Destinos

Resultados de julho mostram que Turismo volta a ser “motor imprescindível”, diz SETCS

A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques, lembra que julho terá sido o “melhor mês de sempre no que ser refere ao número de hóspedes e de dormidas em Portugal” e que as receitas turísticas desse mês já ultrapassaram 2019.

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A secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, considera que os dados relativos à atividade turística de julho, que ditam que este terá sido o “melhor mês de sempre no que ser refere ao número de hóspedes e de dormidas em Portugal”, mostram que o sector do Turismo voltou a ser um “motor imprescindível” para a economia nacional.

Rita Marques refere-se aos dados revelados esta semana pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e pelo Banco de Portugal (BdP), que mostram que, em julho, o alojamento turístico já ultrapassou igual mês de 2019 em hóspedes e dormidas, enquanto as receitas provenientes da atividade turística terão aumentado 137%, superando também os números de julho de 2019.

“Estes números evidenciam que o setor do turismo é, hoje, novamente, um motor imprescindível na nossa economia. Graças aos apoios do governo, mas, também e sobretudo, ao espírito de resiliência e criatividade do setor, as nossas empresas estão a responder”, considera a governante, num comunicado enviado à imprensa esta sexta-feira, 2 de setembro.

No comunicado enviado à imprensa, a Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços lembra que a estimativa do INE para julho aponta para 3.029,1 mil hóspedes e 8.628,4 mil dormidas no total do alojamento turístico, quando em julho de 2021 tinham sido 1.633,8 mil hóspedes (+85,4%) e 4.538,6 mil dormidas (+90,1%).

Relativamente a julho de 2019, mês pré-pandémico, a evolução é de mais 6,3% para hóspedes (+179,8 mil hóspedes) e de mais 4,8% para dormidas (+397,2 mil dormidas).

A previsão refere ainda que 2.906,0 mil dormidas serão de residentes (2.663,9 mil em julho de 2021, ou seja, +9,1%) e que 5.722,4 mil, serão de não residentes. O que traduz um crescimento homólogo de 205,2% (1.874,8 mil em julho de 2021).

A quota de dormidas de não residentes, que era de 41,3% em julho de 2021, passa agora para 66,3%, repondo a estrutura natural do mercado turístico português.

Todas as regiões do país denotam evoluções positivas face a julho de 2021. O Algarve será responsável por 33,1% das dormidas, seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa (22,7%), o Norte (15,6%), a RA Madeira (10,5%) e o Centro com 10,0%. Os aumentos mais expressivos serão na Região Autónoma da Madeira (+21,0%), na região Norte (+14,9%) e no Centro (+10,6%).

Ao nível dos principais mercados, a estimativa indica que todos evoluirão de forma positiva e que a sua quota no total das dormidas de não residentes será de 87,6%.

O mercado britânico predominará e registará uma quota de 19% das dormidas de não residentes e um aumento de 1,0% face a julho de 2019, destacando-se ainda o mercado espanhol (quota de 12,6% e um acréscimo de 2,3%) e o norte-americano (quota de 7,6% e +35,9% em dormidas).

Em termos acumulados, até julho deste ano, estima-se que 14.259,4 mil hóspedes tenham permanecido nas unidades de alojamento, dando origem a 37.229,1 mil dormidas. Comparando com o mesmo período de 2021, verificar-se-á um aumento de 194,3% nas dormidas totais, resultante do aumento esperado de 58,5% nos residentes (+4.513,3 mil dormidas) e de +406,2% para os não residentes (+20.066,4 mil dormidas).

Já o BdP anunciou, segundo a Secretaria de Estado, “que as receitas do turismo continuam a crescer de forma expressiva”, acima de 2019 (+11% em julho), confirmando as previsões do Banco de Portugal nesta matéria, que apontam para que os gastos dos não residentes em 2022 superem em 4,2% os valores de 2019.

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Alojamento

Marriott International com mais meio milhão de novos quartos

A cadeia hoteleira Marriott International tinha mais de 200 mil quartos em construção em junho deste ano, tendo terminado o primeiro semestre com cerca de três mil hotéis em carteira, totalizando quase meio milhão de quartos.

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O segundo trimestre foi recorde para a rede em termos de assinatura de novos contratos, com 23 mil novos quartos em todo o mundo.

A cadeia norte-americana tem cerca de três mil imóveis em carteira, segundo dados recolhidos no final do primeiro semestre de 2022, estando metade dos quartos já em construção, indicando um forte impulso à sua expansão.

Especificamente, a empresa hoteleira indica que, em junho de 2022, tinha 2.950 hotéis em carteira com mais de 495 mil quartos, incluindo 27.400 aprovados, mas ainda não sujeitos a contratos assinados. Cerca de 203,3 mil dos quartos projetados já estavam em construção no segundo trimestre deste ano.

A cadeia divulgou estes dados por ocasião da apresentação de seus resultados económicos do segundo trimestre de 2022, com receitas de 5.338 milhões de dólares, 70% acima do mesmo período de 2021, e lucros de 678 milhões de dólares, uma subida de 61% face ao mesmo período do ano anterior.

Ainda no que diz respeito aos resultados do trimestre, o RevPar superou, em junho, os níveis de 2019, e no segundo trimestre obteve um ADR global 7% acima dos números pré-Covid, enquanto e ocupação média mundial atingiu os 68%

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