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Qatar Airways lança voo adicional para Singapura

O novo serviço diário terá início a 1 de Junho deste ano.

Marta Barradas
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Qatar Airways lança voo adicional para Singapura

O novo serviço diário terá início a 1 de Junho deste ano.

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A Qatar Airways anunciou o lançamento de um voo diário adicional para Singapura a partir de Doha, no Qatar, com início previsto para 1 de Junho deste ano.

O novo serviço da companhia, que surge no âmbito da sua estratégia de expansão global, e os dois voos diários já existentes para Singapura, serão operados com o avião da Airbus A350 XWB.

O novo serviço diário partirá pelas 20h25 de Doha e chega, no dia seguinte, pelas 09h15, em Singapura, a horas locais. O voo de regresso sairá pelas 10h40 da Singapura, chegando a Doha no mesmo dia, pelas 13h15.

A transportadora acrescenta ainda que o primeiro avião A350 XWB, de uma encomenda de 80 aeronaves deste modelo, está a operar actualmente na rota Doha-Frankfurt.

Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, refere em comunicado que a companhia aérea “orgulha-se de ser a primeira do mundo a introduzir a aeronave A350 XWB para a Ásia, redefinindo a experiência de viagem dos nossos passageiros.”

A classe Business conta com 36 lugares, numa configuração 1-2-1, com uma cama totalmente plana e entretenimento HD durante o voo. A Classe Económica oferece 247 lugares, com uma configuração 3-3-3, também com entretenimento.

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Tecnologia

Newhotel comemora 38 anos

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal, a Newhotel comemora o seu 38.º aniversário este mês de setembro.

A Newhotel, empresa portuguesa de Cloud Computing para Hotelaria que atua no mercado internacional e precursora das Tecnologias da Informação no sector de Turismo em Portugal, vai cumprir este ano de 2022 38 anos de atividade.

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal e filiais no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Espanha, Lituânia e Estados Unidos, Pedro Matoso, CEO da Newhotel Software, afirma que “os negócios de turismo estão hoje quase 100% dependentes da internet”, frisando que a Newhotel se destaca por ter sido pioneira e oferecer soluções Cloud preparadas para atender às necessidades e exigências dos Hotéis e Grupos full-service mais sofisticados”.

A empresa instalou, nos últimos três, novos sistemas Cloud, da última geração tecnológica, em mais de 650 hotéis e Grupos em diversos países, salientando “os projetos de transformação digital de hotéis de 5 e 6 estrelas com alguns dos mais importantes grupos mundiais da hotelaria em que estamos a trabalhar”.

Para assinalar este 38.º aniversário, a Newhotel vai realizar na quinta-feira 22 de setembro, nos jardins e terraço da sua sede em Lisboa, um evento especial comemorativo, para o qual foram convidados hoteleiros e embaixadas dos vários países onde a empresa está presente.

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Transportes

Sun Princess é o próximo navio da Princess Cruises e chega em fevereiro de 2024

Novo navio da Princess Cruises está a ser construído no estaleiro Fincantieri e vai ser o maior da frota da companhia de cruzeiros norte-americana, com capacidade para transportar 4.300 passageiros.

A Princess Cruises já revelou os primeiros detalhes sobre o Sun Princess, novo navio da companhia de cruzeiros norte-americana, que está a ser construído no estaleiro Fincantieri e que tem chegada prevista para fevereiro de 2024.

Com 175.500 toneladas, o Sun Princess vai ser o maior navio da frota da companhia de cruzeiros, com capacidade para transportar 4.300 passageiros, e vai contar ainda com características únicas, como “áreas de entretenimento inovadoras, restaurantes de vários andares e acomodações em cabines superiores”, indica a Princess Cruises em comunicado.

O Sun Princess vai seguir, segundo a companhia de cruzeiros, as “linhas suaves e limpas”, assim como a “estética de design inspirada na icônica Sereia do Mar que é tão característica da Princess”, afirmando-se como um navio de inspiração italiana que vai contar com “a icónica Piazza e a nova singularidade “The Dome”, um espaço de entretenimento de vanguarda inspirado nos terraços de Santorini”.

“O Sun Princess também contará com o exclusivo Princess Medallion, que ampliará a posição de liderança da Princess no fornecimento de experiências personalizadas excecionais. A Princess é única na sua capacidade de oferecer a variedade de serviços de cruzeiro incríveis disponíveis para os maiores navios do mundo, ao mesmo tempo em que oferece o serviço personalizado dos menores navios do setor”, acrescenta a companhia.

Depois da inauguração, o Sun Princess vai passar a temporada inaugural no Mediterrâneo e, posteriormente, segue para as Caraíbas Ocidentais e Orientais, realizando cruzeiros desde Port Everglades, na Flórida, EUA, durante o outono de 2024.

As vendas para os primeiros cruzeiros da temporada inaugural do Sun Princess arrancaram esta sexta-feira, 16 de setembro, e os preços começam nos 2.070 euros, incluindo taxas, para um cruzeiro de 10 noites no Mediterrâneo.

“O Sun Princess nasce numa nova plataforma de navio sob medida, projetada para simultaneamente abraçar a herança Princess enquanto avança corajosamente para o futuro com linhas elegantes, limpas e icónicas exclusivas da nossa marca”, afirma John Padgett, presidente da Princess Cruises.

O responsável destaca que, neste navio, a “cúpula inédita no deck superior e a Piazza de vidro suspensa no centro do Sun Princess oferecem designs inovadores com amplas vistas do oceano que oferecem oportunidades incríveis de conexão com o mar”.

O Sun Princess vai contar também com 29 opções de restaurantes e bares, enquanto a Piazza se estende por três pisos, contando com uma tela LED no centro, assim como com a cafeteria Coffee Currents adjacente átrio da Piazza e com vários outros clássicos, como o Crooners Bar, o Bellini’s Cocktail Bar e o Alfredo’s Pizzeria.

Já o ‘The Dome’, que é inspirado nos terraços de Santorini, é “um deck de vários níveis e a primeira cúpula de vidro a ser construída num navio de cruzeiro”, que vai ter uma piscina interior/exterior e uma fonte de água única durante o dia, enquanto à noite a piscina é transformada num palco, passando  ‘The Dome’ a funcionar como espaço de entretenimento noturno ao estilo do ambiente de South Beach.

O navio conta ainda com 2.157 cabines, incluindo 50 suites e 100 cabines conjugadas, que se distribuem por 21 decks, com destaque para a Signature Collection, uma nova zona de suites premium, que incluem acesso ao Signature Restaurant, Signature Lounge e Signature Sun Deck, uma área privativa do The Sanctuary.

O Sun Princess é também um navio mais amigo do ambiente e que conta com diversas inovações, sendo um dos 11 novos navios da frota corporativa da Princess Cruises movidos a tecnologia de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Este será o terceiro navio a apresentar o nome de Sun Princess, com a companhia a explicar que, em 1974 e em 1995, também lançou navios com o mesmo nome, que deixaram de operar em 1988 e em 2020, respetivamente.

A Princess Cruises conta revelar mais detalhes sobre o novo navio em breve e indica que já encomendou um segundo navio da classe Sphere à Fincantieri, cuja entrega está prevista para a primavera de 2025.

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Les Roches promove mais uma edição da SUTUS

A SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit vai voltar a decorrer na Les Roches Marbella, em Espanha, entre os dias 28 e 30 de setembro, voltando a debater o turismo espacial e subaquático.

A Les Roches Marbella vai voltar a promover, entre 28 e  30 de setembro, mais uma edição da SUTUS – Space & Underwater Tourism Universal Summit, iniciativa que vai na terceira edição e que vai debater a criação do primeiro hotel espacial e de cidades no espaço.

Nesta edição, a SUTUS vai contar com a participação de mais de 30 empresas, que vão apresentar nesta cimeira os seus projetos de turismo espacial e subaquático, segmentos turísticos considerados de luxo, que já vale entre 130 mil milhões e 170 mil milhões de euros anuais, e corresponde a 22% das receitas totais do setor, segundo a consultora Bain & Company.

Entre as empresas que vão marcar presença na SUTUS 2022, está já confirmada a participação da Orbital Assembly, que vai criar o primeiro hotel com alojamento para turistas no espaço, previsto para 2027; da Space VIP, que se dedica à “alfabetização” espacial e a inspirar a próxima geração de astronautas privados; da Axiom Space, que pretende criar cidades no espaço; e da Space Tourism Society, que monitoriza o crescente leque de experiências espaciais.

Além destas empresas, a SUTUS 2022 vai também contar com a participação de vários especialistas e oradores de renome internacional, a exemplo de Nancy Vermeulen, formadora de astronautas da Academia de Treino Espacial, e Susan Kilrain, astronauta reformada, que vai falar sobre a sua experiência para além do planeta Terra.

Além do espaço, em destaque vai estar ainda o turismo subaquático, que será representado por Fabien Cousteau, que vai apresentar a sua Estação Internacional do Oceano, que se pretende que esteja operacional a partir de 2026, assim como por Aaron Olivera, fundador e CEO da Earth 300, projeto ambiental e científico global materializado num iate futurista cujo principal objetivo é combater as alterações climáticas, e ainda por Scott Waters, presidente do Submarino Pisces VI, que falará sobre o turismo de mergulho nas Ilhas Canárias.

A SUTUS 2022 vai ainda debater a criação da Agência Espacial Espanhola (AEE), contando com a participação de Álvaro Giménez Cañete, Delegado Especial da Agência Espacial Espanhola, que vai apresentar o plano de ação para a criação desta nova organização, cuja sede está a ser disputada por Sevilha, Três Cantos (Madrid), Teruel, León, Puertollano (Ciudad Real) e Ilhas Canárias.

Espanha vai estar ainda representada nesta iniciativa por Carlota Pérez Reverte, arqueóloga subaquática, assim como por Carmen García-Roger e Jorge Pla-García, ambos aspirantes a astronautas da ESA, estando ainda prevista a participação de empresas espanholas de referência mundial, como o Green Moon Project, que aposta na agricultura espacial como um bem para toda a humanidade, ou a Zero 2 Infinity, empresa que desenvolve balões de alta altitude para ter acesso ao espaço próximo e à órbita terrestre baixa usando uma cápsula e um lançador transportado por balões.

“Estamos muito contentes porque conseguimos que este congresso, o mais importante do mundo na discussão sobre o turismo das duas últimas fronteiras – sobre a cabeça e debaixo dos pés- contasse com as melhores agências e representantes dos projetos mais apaixonantes e excitantes do mundo”, afirma Carlos Díez de la Lastra, CEO de Les Roches.

A SUTUS 2022 vai ser transmitida via streaming e as inscrições para assistir ao evento já se encontram a decorrer. Todas as informações sobre a iniciativa estão disponíveis aqui.

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MSC Cruzeiros prolonga campanha de verão do MSC Bellissima até outubro

O MSC Bellissima está a realizar cruzeiros de sete noites no Mediterrâneo, com partidas de Valência ou Barcelona/Tarragona, e escalas nos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles.

A MSC Cruzeiros prolongou até outubro a campanha de verão 2022 do MSC Bellissima, navio que está a realizar um itinerário de sete noites pelo Mediterrâneo, com partidas e chegadas a Valência ou a Barcelona/Tarragona, e escalas nos portos italianos de Génova, Livorno e Nápoles.

De acordo com a companhia de cruzeiros, estão disponíveis pacotes que, além do cruzeiro, incluem também voos, transferes, bebidas e taxas portuárias, e que são válidos para embarques e desembarques em Valência.

O MSC Bellissima é um navio que foi inaugurado em 2019 e conta com capacidade para cerca de 4.500 passageiros, disponibilizando uma vasta oferta de entretenimento, que inclui quatro piscinas, um parque aquático com escorrega principal, MSC Formula Racer em tamanho real, um labirinto VR imersivo, cinema interativo XD, videojogos arcade e bowling.

O navio conta ainda com várias opções de restauração e bares, kids clubs em colaboração com a Chicco e com a LEGO, além de espetáculos noturnos exclusivos no Carousel Protection at Sea, que incluem SWEET e MYÜT, com música ao vivo com acrobatas e dançarinos.

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Lufthansa volta a ser totalmente privada

A Lufthansa voltou para mãos privadas depois da vendas dos últimos 6,2% detidos pelo Fundo de Estabilização Económica. No final de todo o processo, o Estado alemão obteve um lucro de 760 milhões de euros.

A Deutsche Lufthansa AG voltou para mãos privadas depois de o Estado alemão ter vendido o restante capital que detinha a diversos investidores estrangeiros.

Em comunicado, o Fundo de Estabilização Económica (WSF, sigla em alemão), que detinha ainda 6,2% da companhia (74,4 milhões de ações), refere que “saiu por completo” do capital da Lufthansa, num processo que estava previsto estar terminado em outubro de 2023. Recorde-se que o WSF tinha adquirido 20% das ações da companhia aérea por 306 milhões de euros, no verão de 2020, como parte do pacote de resgate estatal no valor de 5.800 milhões de euros.

Com a venda o Estado alemão arrecadou 1.070 milhões de euros, traduzindo num ganho líquido de 760 milhões de euros, valor muito próximo das estimativas iniciais.

Carsten Spohr, chairman da Administração Executiva e CEO da Deutsche Lufthansa AG, refere que “a estabilização da Lufthansa foi bem sucedida”, frisando que “também está a dar resultados financeiros para o Governo alemão e, portanto, para o contribuinte”.

“A Lufthansa está mais uma vez totalmente em mãos privadas”, concluindo que a companhia irá trabalhar para “para fortalecer a posição entre os principais grupos de companhias aéreas do mundo”.

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Turistas americanos destronam brasileiros do 3.º lugar no Norte de Portugal

Com Espanha e França a liderar, o mercado norte-americano surge, agora, em terceiro lugar na região do Norte de Portugal. Efeitos da maior conectividade aérea da United Airlines contra menos voos da TAP para o Brasil.

O mercado norte-americano subiu para terceiro na região Norte de Portugal, destronando o mercado brasileiro, por causa da aposta da conectividade aérea da companhia United Airlines, explicou o presidente da Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP).

“O mercado norte-americano conseguiu atingir uma posição nunca alcançada no Porto e Norte. É o terceiro mercado da região. Trocou com o Brasil”, avançou à agência Lusa Luís Pedro Martins.

Num balanço ao verão turístico na região Norte de Portugal, o presidente da TPNP referiu que em primeiro lugar está o mercado espanhol, em segundo o francês, e em terceiro lugar está agora o mercado norte-americano, remetendo o brasileiro para quinto lugar, com o mercado alemão em quarto.

A justificação para a alteração no ‘ranking’ dos mercados turísticos na região do Porto e Norte relaciona-se com a conectividade aérea através da United Airlines, a terceira maior linha aérea dos EUA e do mundo, considerou Luís Pedro Martins.

“Tudo aquilo que temos de esforço da United Airlines para trazer estes turistas para o Porto e Norte não temos tido por parte de quem nos servia o Brasil, e aqui a questão da TAP [companhia aérea de bandeira portuguesa], é de facto muito notória nessa descida no mercado brasileiro”.

O mercado brasileiro não se desinteressou pela região, mas a falta de conectividade aérea provocou a quebra da chegada de turistas brasileiros, acrescenta.

“Não por falta de procura, mas sim por falta de conectividade. (…) Temos agora menos voos do que os que tínhamos no mercado brasileiro, estamos em perda”.

Luís Pedro Martins destacou também a subida do mercado do Reino Unido, fruto do “bom comportamento” da British Airways na região Norte, referindo que a companhia aérea britânica teve uma operação “como nunca tinha tido e ela refletiu-se logo nos números da região”.

Contudo, nem tudo está a correr bem e o presidente da TPNP realçou “alguns perigos”. Temos a questão da guerra, por todas as razões, mas também porque nos prejudica diretamente alguns mercados. O mercado polaco, o da república Checa, o alemão, porque está próximo do conflito e é um mercado muito importante para o Porto e Norte”, declarou.

Outro problema com que a região se está a deparar é a falta de recursos humanos qualificados, um problema que vem do passado, mas que se agravou com a pandemia e a crise no setor do turismo, levando à fuga de pessoas qualificadas, explicou Luís Pedro Martins.

“Em 2019 o turismo era um setor sexy, mas com a pandemia muitos trabalhadores saíram. Convêm captar recursos com formação”, alertou, reconhecendo que as repercussões de um baixo grau de satisfação junto dos turistas são sentidas no ano seguinte.

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Nova Edição: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o verão no Algarve. Além disso, pode contar, igualmente, com uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, a estratégia da ProColombia, os desafios da OMT e um especial dedicado ao surf.

Publituris

A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

Boas leituras!

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Edição Digital: O verão no Algarve, Minas Gerais, ProColombia, OMT e Surf

O verão no Algarve, entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira, ProColombia, OMT e o surf são os temas desta segunda edição de setembro do Publituris.

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A segunda edição do mês de setembro do Publituris faz capa com o Algarve. Com o verão a fechar portas, o Publituris foi perceber como correu este período tão importante para o turismo em Portugal e, especialmente, para a região do Algarve. As expectativas eram altas e ao que nos confirmaram pode mesmo falar-se de um “regresso ao passado”.

Além de ouvir os agentes do setor da hotelaria no Algarve, entrevistámos, igualmente, João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, e Helder Martins, presidente da Associação dos Hotéis e Emprendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).

Nesta edição trazemos, igualmente, uma entrevista ao secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Leônidas Oliveira faz uma radiografia dos atrativos culturais e patrimoniais que ligam Portugal ao Estado brasileiro, salientando que “Minas Gerais não é só um destino para visitar, como também é um destino seguro para o investimento estrangeiro”.

Para ultrapassar os efeitos da pandemia, a Colômbia desenhou um plano de recuperação, que passa por liderar a reabertura da conetividade; promover o destino numa perspetiva de regiões turísticas; consolidar a sua posição como um centro internacional para eventos; posicionar o país como destino número um em termos de sustentabilidade; continuar com a transição do sistema de comercialização B2C; e apoiar a promoção de projetos de infraestruturas turísticas.

Inovação, educação, investimento e sustentabilidade são os grandes desafios da Organização Mundial do Turismo (OMT) para o futuro. Natalia Bayona, diretora de Inovação da OMT, destaca o papel das soluções digitais, referindo que a realidade aumentada ou a realidade virtual devem ser colocadas ao serviço do turismo.

Recordamos, igualmente, os nomeados para os Publituris Portugal Travel Awards 2022. São 104 nomeados em 15 categorias que serão conhecidos no dia 18 de outubro, a partir das 19h00, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa. A votação está decorre até dia 7 de outubro.

No “Especial” apanhámos a onda do surf. Uma década depois do mundo ter descoberto as ondas grandes da Nazaré, o surf tornou-se num importante produto turístico que veio tornar mais ‘cool’ a imagem turística de Portugal e contribuir para diminuir a sazonalidade. Tal como no futebol há um antes e depois de Cristiano Ronaldo, também no turismo muita coisa mudou com o surf, que se tornou num verdadeiro ponta-de-lança capaz de promover o destino como nenhum outro além-fronteiras.

Além do Pulse Report do mês de agosto, numa parceria com a GuestCentric, as opiniões pertencem a Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP; Pablo Rueda, Sales & Partnerships Director da Selligent Iberia; Manuel Carvalho e Sousa, docente do ISAG; António Paquete, economista e consultor de empresas; e Eunice Duarte, professora no ISG.

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Governo lança pacote de 1.400M€ para apoiar empresas face aos custos da energia

Além de lançar uma linha de crédito de 600 milhões de euros, o Governo anunciou também várias medidas fiscais e um aviso de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas.

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O ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, anunciou esta quinta-feira, 15 de setembro, o lançamento de um pacote no valor de 1.400 milhões de euros para apoiar as empresas nacionais face ao aumento dos custos da energia e que, entre outras medidas, conta com uma linha de crédito de 600 milhões de euros.

Numa conferência de imprensa que decorreu esta quinta-feira, no Ministério da Economia e do Mar, em Lisboa, António Costa e Silva revelou que a linha de crédito de 600 milhões de euros conta com “garantia mútua e prazo de oito anos”, assim como com uma “carência de capital de 12 meses para as empresas afetadas pelas perturbações”.

A linha de crédito tem execução a partir da segunda quinzena de outubro, destinando-se às empresas afetadas pelo aumento do preço da energia, matérias-primas e pelas cadeias de abastecimento.

Além desta linha de crédito, o governante anunciou também o alargamento de apoios a indústrias de consumo intensivo de gás, apoios à formação, medidas de aceleração da eficiência e transição energética, bem como fiscais.

A nível fiscal, um dos destaques vai para a suspensão do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) e da taxa de carbono sobre o gás natural para a produção de eletricidade e cogeração, medida que está avaliada em 25 milhões de euros e que tem execução imediata.

O executivo vai ainda atribuir uma uma majoração de IRC em 20% aos gastos com a eletricidade e o gás natural, fertilizantes, rações e outra alimentação para a atividade de produção agrícola.

Paralelamente, vai também ser lançado um aviso, com execução em setembro, de 30 milhões de euros para promover a internacionalização das empresas portuguesas, nomeadamente, a sua participação em feiras internacionais, uma vez que, considerou o ministro, a promoção externa é “absolutamente importante”.

“Vamos lançar um aviso, executado em setembro, de 30 milhões de euros, para promover a internacionalização das empresas portuguesas e a sua participação em feiras internacionais”, avançou António Costa e Silva, citado pela Lusa.

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Novas licenças de AL em Lisboa suspensas por mais seis meses

A Câmara de Lisboa aprovou, esta quarta-feira, apenas com os votos contra da liderança PSD/CDS-PP, a proposta de PS, BE e Livre para prorrogar a suspensão de novos registos de Alojamento Local (AL) na cidade “por novo prazo de seis meses”.

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Com esta proposta, que terá ainda de ser votada na Assembleia Municipal de Lisboa, a suspensão de novos registos de AL passa a aplicar-se em 15 das 24 freguesias da cidade, ou seja, apenas nove podem acolher novos estabelecimentos, uma vez que o número licenças pedidas em Campolide fez com que integrasse a anterior lista dos territórios com um rácio entre o número de estabelecimentos de AL e o número de fogos de habitação permanente igual ou superior a 2,5%.

Aprovada em reunião privada do executivo camarário, com o apoio do PCP e da vereadora independente eleita pela coligação PS/Livre e com os votos contra da liderança PSD/CDS-PP, a proposta de PS, BE e Livre prevê “a suspensão imediata da autorização de novos registos de estabelecimentos de AL, por novo prazo de seis meses, a contar do fim do prazo da suspensão atualmente vigente e até à entrada em vigor da alteração ao Regulamento Municipal do Alojamento Local”.

Com base nos dados do peso do alojamento local relativo ao alojamento familiar clássico, segundo notícia da Lusa, nas 24 freguesias da cidade de Lisboa, apresentados na proposta, passam de 14 para 15 as freguesias que apresentam um rácio superior a 2,5%, com a entrada de Campolide, que se junta a Santa Maria Maior (52%), Misericórdia (39%), Santo António (26%), São Vicente (16%), Arroios (14%), Estrela (11%), Avenidas Novas (7%), Alcântara (5%), Belém (4%), Campo de Ourique (4%), Parque das Nações (4%) e Penha de França (4%), Ajuda (3%) e Areeiro (3%).

Além dessas freguesias, mantém-se a proibição de novos estabelecimentos em zonas consideradas de “contenção absoluta”, nomeadamente Bairro Alto/Madragoa, Castelo/Alfama/Mouraria, Colina de Santana, Baixa e eixos Avenida da Liberdade/Avenida da República/Avenida Almirante Reis, de acordo com o Regulamento Municipal do Alojamento Local, em vigor desde novembro de 2019, que estabelece ainda uma zona de contenção relativa, com o registo limitado na Graça e no Bairro das Colónias.

Os vereadores do PS, BE e Livre querem ainda que a Direção Municipal de Urbanismo apresente, “até 10 de outubro”, o estudo urbanístico do turismo em Lisboa, com os rácios de “Alojamento Local / Imóveis Disponíveis para Habitação” e “Alojamento Local / Alojamentos Familiares Clássicos” por freguesia e por zona turística homogénea, que foi pedido pela câmara há “mais de oito meses”.

 

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