Assine já
Alojamento

Liliana Conde assume direcção geral dos NH em Portugal

Responsável assume agora também o cargo no NH Campo Grande.

Marta Barradas
Alojamento

Liliana Conde assume direcção geral dos NH em Portugal

Responsável assume agora também o cargo no NH Campo Grande.

Marta Barradas
Sobre o autor
Marta Barradas
Artigos relacionados
NH Collection Porto Batalha é a nova unidade da cadeia espanhola em Portugal
Alojamento
NH Hotels quer adquirir Hotéis Royal ainda este ano
Alojamento
NH ganha maior hotel do Benelux
Alojamento
NH Hoteles lançam VIP Level
Alojamento

A responsável, que já tinha a seu cargo a direcção do NH Liberdade desde 2009, iniciou a sua carreira no sector das agências de viagens, tendo ingressado na Hotelaria em 1993.

Para Liliana Conde, “acumular a direcção dos dois hotéis é um desafio que pretendo abraçar com toda a paixão, rigor e criatividade que me caracterizam e que sempre procurei potenciar ao longo dos vinte anos de experiência neste sector tão fascinante.”

 

*O Publituris publica esta sexta-feira uma entrevista a Hugo Rovira, General Manager of Business Units Espanha, Portugal e Andorra.

Sobre o autorMarta Barradas

Marta Barradas

Mais artigos
Artigos relacionados
Alojamento

PortoBay solidário

O PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

O Grupo PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

A campanha HOPE, que vai na sua nona edição, decorre durante 12 meses, em todas as unidades do grupo PortoBay. Arranca sempre com um depósito inicial do grupo hoteleiro, ao qual são somadas as contribuições dos hóspedes. Desde 2012, ano do lançamento deste projeto, o HOPE já entregou mais de 473 mil euros.

A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira – APCM, o Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Associação Humanitária de Solidariedade de Albufeira – AHSA (Algarve), o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil – CADIn (Lisboa), a Comunidade Vida e Paz (Lisboa), a Comunidade Sant Egidio (Lisboa), e a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (Porto), foram as instituições contempladas.

“Temos um enorme orgulho de continuar a promover a iniciativa Hope, mesmo com a conjuntura internacional que tanto tem marcado o turismo, é bom contar com a solidariedade dos nossos hospedes, sublinha António Trindade, CEO do Grupo PortoBay, para realçar que, em 2022, “contamos com o apoio de todos para alcançar o marco dos 500 mil euros doados em 10 anos”.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Emprego e Formação

Faltam preencher 85.000 empregos no setor das viagens e turismo em Portugal em 2021, revela WTTC

O WTTC admite que, uma em cada seis vagas, não serão preenchidas no setor das viagens e turismo, em Portugal, neste ano de 2021.

Uma nova análise do World Travel & Tourism Council (WTTC) revela uma significativa escassez de mão-de-obra em Portugal, com 85.000 empregos em falta no setor das viagens e turismo e a necessitarem de serem preenchidos até ao final deste ano.

Os novos números “preocupantes” do WTTC, que representa o setor privado global das viagens e turismo, mostram pela, primeira vez, o impacto “significativo” que a falta de pessoal pode ter na recuperação económica geral de Portugal.

Os dados compilados pela Oxford Economics para o WTTC analisaram a falta de pessoal em Portugal e em outros mercados importantes nas áreas das viagens e turismo, incluindo os EUA, Espanha, Reino Unido, Itália e França, com foco no período entre julho-dezembro de 2021 e 2022.

“Todos os países apresentaram escassez significativa de pessoal, com a procura de emprego a começar a superar a oferta de mão de obra disponível”, refere o WTTC em nota de imprensa.

À medida que as taxas de desemprego diminuem e a procura aumenta, as empresas de viagens e turismo têm lutado para preencher as vagas de emprego disponíveis, com o relatório do WTTC a revelar que o setor, em Portugal, “até um em cada seis empregos no país permanecerá por preencher devido à escassez de mão de obra”.

Julia Simpson, presidente e CEO do WTTC, salienta que “a recuperação económica de Portugal pode ser prejudicada se não tivermos pessoas suficientes para preencher esses empregos com o regresso dos viajantes”, admitindo mesmo que, o não preenchimento destas vagas, poderá “ameaçar a sobrevivência dos negócios” no setor das viagens e turismo em todo o país.

“As empresas que dependem do turismo têm estado a aguentar”, diz Julia Simpson, salientando que “este é apenas mais um golpe ao qual muitos podem não sobreviver”.

O órgão global de turismo também alerta para as recentes reposições das restrições de viagens que diz serem “prejudiciais”, frisando que estas medidas “não impedem a propagação do vírus”. Aliás, o WTTC admite que estas restrições “apenas atrapalham a recuperação do setor e aumentam o problema já significativo com a escassez de mão de obra”.

Salientando a política de emprego implementado pelo Governo português, o WTTC diz que os apoios  financeiros “salvaram empresas e empregos em todo o país”.

No entanto, apesar deste apoio tão necessário, “92.000 pessoas que trabalham diretamente no setor das viagens e turismo em Portugal perderam o seu emprego no ano passado”, destaca o  WTTC.

O “Relatório de Escassez de Pessoal” do WTTC mostra que, à medida que a procura por viagens começou a se crescer durante o segundo semestre de 2021, especialmente durante os meses de verão devido à flexibilização das restrições, “aumentou a pressão sobre o setor após meses de limitação à atividade e a oferta de trabalho foram incapazes de corresponder à crescente procura de trabalho”.

Daí o WTTC chegar à conclusão que, com este aumento na procura, a escassez de mão de obra deve chegar a 85.000 pessoas, o que equivale a uma em cada seis vagas não preenchidas”.

No próximo ano, espera-se que o mercado de trabalho permaneça “apertado” com uma nova previsão de escassez média de 53.000 trabalhadores, causando mais danos ao setor em crise.

O relatório do WTTC descreve soluções para governos e empresas enfrentarem a crise iminente de escassez de mão de obra, reconhecendo o impacto da políticas de apoio.

Isso inclui a “facilitação da mobilidade laboral e do trabalho remoto, fornecimento de redes de segurança social, qualificação e requalificação da força de trabalho e retenção de talentos e criação e promoção de educação e aprendizagem”, admite o WTTC.

O relatório do organismo de turismo global revelou o impacto “devastador” que a COVID-19 teve no setor de viagens e turismo, com 62 milhões de empregos perdidos em todo o mundo.

O WTTC diz que a falta de pessoal representa um “grande problema” para o setor global de viagens e turismo e, embora as questões de oferta e procura devam ajustar-se gradualmente durante 2022, o problema, provavelmente, “permanecerá e precisa ser resolvido com urgência”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Aval ao plano da TAP é “boa notícia, mas nada está conseguido”, falta realizar, diz APAVT

Apesar de considerar uma “boa notícia”, o aval de Bruxelas à reestruturação da TAP deverá servir para “colocar a TAP, uma vez mais, ao serviço da economia portuguesa”, bem como “no trilho dos resultados positivos”.

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) viu com satisfação o aval de Bruxelas à reestruturação da TAP, pois lembra que o país “precisa” da companhia, ressalvando que “nada está conseguido”, pois falta agora “trilhar caminho”.

“Foi uma boa notícia. É uma notícia que dá tempo à TAP e a TAP precisa de tempo para trilhar um caminho e para definir um rumo e o país precisa da TAP”, disse o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, à Lusa, lembrando que é conhecida esta posição da associação, atualmente e, “em certa medida, fora de moda, difícil de sustentar, pouco sexy”.

Mas, sustenta, a APAVT “sabe bem o que é que representa o turismo para a economia portuguesa”, para o crescimento e “o que é necessário para a economia portuguesa crescer”.

“Sei também muito bem qual é a necessidade e a dependência que o turismo tem da própria TAP”, reforçou.

A Comissão Europeia informou na semana passada que aprovou o plano de reestruturação da TAP e a ajuda estatal de 2.550 milhões de euros, impondo que a companhia aérea disponibilize até 18 ‘slots’ por dia no aeroporto de Lisboa.

Ainda assim, Pedro Costa Ferreira diz que “nada está conseguido, nada está realizado”, mas que “a notícia foi boa”, pois permite que “os dirigentes da TAP, os trabalhadores da TAP e os ‘stakeholders’ do turismo em geral possam trabalhar em conjunto para mudar a norma, para colocar a TAP, uma vez mais, ao serviço da economia portuguesa e, para uma vez, colocar também a TAP no trilho dos resultados positivos”.

O responsável acrescentou que a “boa notícia”, para além de o ser, “sobretudo para a TAP, para o turismo português e para a economia nacional”, é também, “porque não é despiciente”, “para os trabalhadores que estão na TAP, que são um número significativo”.

Já sobre se concorda com o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, que o aval de Bruxelas, nomeadamente a autorização da Comissão Europeia para que a frota da TAP possa chegar aos 99 aviões até ao fim do plano de reestruturação, mostra que a companhia não vai ser “TAPzinha”, Pedro Costa Ferreira afirma: “Estou de acordo que foram lhe dados os instrumentos para não ser uma ‘TAPzinha’, falta-lhe ter êxito”.

Pedro Costa Ferreira diz “que melhor era quase impossível”. Melhor mesmo, acrescenta, “é a TAP agora pegar nesta notícia e transformá-la em resultados positivos e num caminho de longo prazo e que seja coerente e que seja sólido”.

Em 21 de dezembro, o ministro disse que os 99 aviões foi o valor que o Governo propôs na proposta inicial do plano de reestruturação.

“Ao contrário do que se possa pensar, em Portugal não vai dar uma ‘TAPzinha’. O ponto a ponto em Lisboa é sustentado pelo ‘hub’. Quando se diz que a TAP não serve o turismo, porque o Algarve não tem TAP cometem-se dois erros grosseiros: o primeiro, muito grosseiro, é achar que o turismo em Portugal ‘hoje por hoje’ é o Algarve. O Algarve é um excelente destino turístico, mas o turismo em Portugal é muito mais do que o Algarve e, sobretudo, o crescimento futuro do turismo em Portugal passa por muitos sítios e muito pouco pelo Algarve onde as taxas de ocupação estão muito próximas dos 100% na época alta. E, portanto, o facto de o Algarve não ter TAP não tem nada a ver com o facto de a TAP não servir o turismo em Portugal. Este é o primeiro ponto”, sublinhou o responsável.

Já o segundo ponto para a APAVT é que “o que existe em termos de posição da TAP no Algarve é exatamente o seria a posição da TAP em Lisboa” se não houvesse um ‘hub’.

“A TAP não está no Algarve porque não queira estar no Algarve. A TAP não está no Algarve porque como não tem o ‘hub’ no Algarve não consegue competir no ponto a ponto com as ‘low cost’, coisa que consegue em Lisboa. Portanto, o que teríamos era um abandono total das rotas de longo curso, em nosso entendimento, e com isso o que sofreria era o interior do país, era o Alentejo, era o centro de Portugal, era o Douro, eram as estadias mais longas, eram os mercados turísticos mais ricos e com maior capacidade de gasto turístico”, concluiu.

O plano aprovado estabelece ainda “um pacote de medidas para racionalizar as operações da TAP e reduzir os custos”, nomeadamente a divisão de atividades entre, por um lado, as da TAP Air Portugal e da Portugália (que serão apoiadas e reestruturadas), e por outro a alienação de “ativos não essenciais” como filiais em atividades adjacentes de manutenção (no Brasil) e restauração e assistência em terra (que é prestada pela Groundforce)”.

O Governo entregou à Comissão Europeia, há um ano, o plano de reestruturação da TAP, tendo, entretanto, implementado medidas como a redução de trabalhadores.

*[Lusa]

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Turistas russos fazem escala na Hungria e Grécia para chegar a Portugal

A metasearch Aviasales e um dos maiores motores de busca de voos na Rússia, revela que as reservas da Hungria para Portugal aumentaram 800% face a 2020.

Uma análise realizada pela Aviasales revela que os turistas russos estão a utilizar a Hungria e a Grécia para realizar as suas escalas para viajar para Portugal e, assim, evitar restrições relacionadas com a vacinação.

O metasearch de viagens russo, responsável por gerar 20% das vendas de bilhetes na Rússia, refere que o turismo outbound do país de Vladimir Putin para esta época de fim de ano (de finais de dezembro a meados de janeiro) não sofreu impactos por causa da variante Ómicron.

A análise mostra que os russos têm usado a Hungria e a Grécia não só como porta de acesso a Portugal como, também, aos principais destinos mediterrânicos (Espanha, França e Itália), tudo países que não reconhecem a vacina russa Sputnik e, portanto, não permitem a grande maioria dos russos voarem diretamente para estes países.

Os dados da Aviasales mostram que as reservas da Hungria para Portugal aumentaram 800%, sendo que o crescimento para Espanha é ainda maior (1.800%), enquanto para França está nos 1.000%.

Desde que os voos da Rússia para a Grécia e Hungria abriram neste verão para russos vacinados, o número de reservas para a Hungria aumentou mais de 180% e a Grécia 65%.

O mesmo passa-se com as reservas da Grécia para Portugal, Espanha, França e Itália, que, segundo a Aviasales têm aumentado a três dígitos.

De resto, alguns fóruns online (no idioma russo) mostram como os viajantes russos estão a partilhar informações sobre como aceder a estes países mediterrânicos, utilizando para tal sites como https://forum.awd.ru/viewtopic.php?f=548&t=390685, refere a empresa russa.

Mas também a Turquia tem registado fortes aumentos nas reservas de turistas russos. Comparado com o mesmo período de 2020, as reservas da Rússia para a Turquia aumentaram 130% e, face a 2019, cresceram mesmo 78%. Já as reservas para os Emirados Árabes Unidos (EAU) subiram 270% face a 2020 e 19% relativamente a 2019.

Analisado numa base semana a semana, “as reservas aumentaram nas semanas até o Ano Novo (como normalmente acontece a cada ano) e não há nenhum sinal de aumento nos cancelamentos”, refere a Aviasales em nota de imprensa, avançando que “o único sinal de queda nas reservas e/ou cancelamentos vem, compreensivelmente, da rota Rússia-África do Sul”.

Um porta-voz da Aviasales refere que “a corrida para o período de Ano Novo – quando toda a Rússia fecha desde os últimos dias de dezembro até cerca de 10 de janeiro – tradicionalmente vê as reservas a crescerem fortemente até o último minuto: o inverno em cidades como Moscovo e São Petersburgo é muito frio e as pessoas usam essas datas para ir para destinos de sol e praia, principalmente em lugares como a Turquia e Dubai”.

Embora as vendas internacionais globais permaneçam abaixo dos níveis de 2019, o surgimento da Ómicron não parece ter impactado as reservas recentes, admite a mesma porta-voz, confirmando ainda que durante o bloqueio mais recente na Rússia (em outubro), “vimos um pico nas reservas de russos que queriam usar o bloqueio como uma chance de tirar férias em lugares como Turquia e Dubai.

A importância do turismo russo é, de resto, destacado pela Aviasales, salientando que, “ao contrário do que muitos pensam, a Rússia tem uma classe média bastante significativa com rendimento disponível e um grande desejo de viajar para o exterior”, indicando os dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) que mostra que a Rússia é o “8º maior mercado de turismo emissor do mundo, gastando mais de 31 mi milhões de dólares (cerca de 27 mil milhões de euros) por ano”.

O porta-voz da empresa russa destaca mesmo o facto de os russos se sentirem “muito relutantes” em perder um “direito e prazer conquistados nos últimos 15 anos”, e que, “nem a COVID irá ‘atrapalhar’ essa vontade” de viajar, como mostra os dados sobre os números incrivelmente altos de escalas na Hungria e na Grécia “simplesmente para aceder a países como França, Espanha, Portugal e Itália”.

E a fonte da Aviasales deixa um “recado”: “Este deve ser um alerta para os destinos sobre o quão leais e determinados os viajantes russos são e porque os destinos deveriam criar mais produtos para o mercado russo”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Transportes

Aeroportos do Brasil deverão movimentar 6,7 milhões de passageiros no fim do ano

As estimativas do Ministério do Turismo do Brasil apontam para um crescimento de 55% face ao mesmo período de 2020.

De acordo com dados do Ministério do Turismo do Brasil, cerca de 6,7 milhões de pessoas devem voar pelo país no período durante as semanas do Natal e Ano Novo, correspondendo a uma subida de 55% face a igual período de 2020, quando os aeroportos movimentaram 4,3 milhões de pessoas.

O ministro do Turismo brasileiro, Gilson Machado Neto, revelou à imprensa do país que os números se devem “ao esforço do Governo federal em vacinar a população contra a COVID-19” e “garantir a segurança sanitária nos destinos nacionais”.

“Estamos a chegar a índices pré-pandemia, e isso é muito bom para o nosso setor”, admitiu Machado Neto, prevendo que “vamos terminar 2021 como o ano da retoma do turismo no Brasil”.

Entre os aeroportos com maior circulação estão o de Congonhas, com perto de 850 mil passageiros, Viracopos, com 634 mil, enquanto Guarulhos (todos do estado de São Paulo) estima um crescimento de 8% face a igual período de 2020. Já na região Nordeste, Recife figura entre os destinos com maior movimentação de passageiros, estiando-se que receba mais de 400 mil pessoas no período.

O Aeroporto de Brasília espera um tráfego mais intenso de 27 a 30 de dezembro, com uma média de 44 mil passageiros por dia, enquanto Manaus espera receber cerca de 172 mil pessoas.

Para garantir melhores experiências aos turistas, os ministérios do Turismo e da Justiça e Segurança Pública lançaram, no dia 21 de dezembro, duas novas edições da publicação “Consumidor Turista”, com dicas e orientações para aprimorar as relações de consumo no setor.

Assim como na primeira edição, publicada em setembro, o foco continua a ser o transporte aéreo. Desta vez, porém, a abordagem é a jornada que o turista percorre durante a viagem e, também, o momento logo após o desembarque no destino escolhido.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Suécia e Dinamarca endurecem requisitos de entrada

Ambos os países deixarão de usar o certificado COVID e solicitarão testes negativos na chegada às suas fronteiras.

As restrições devido à variante Ómicron continuam a impactar a Europa. Agora é a vez de Suécia e Dinamarca a confirmarem que, a partir desta semana, vão limitar ainda mais a entrada nos seus países de membros da União Europeia.

Da Suécia relatam que, a partir desta terça-feira, 28 de dezembro, todos os viajantes europeus com mais de 12 anos devem apresentar o teste COVID-19 negativo, realizado 24 horas antes de entrar no país, no momento da chegada. Todos os passageiros devem cumprir esta regra, independentemente de terem tido a doença ou terem sido imunizados com vacinas autorizadas por entidades de saúde.

Desta forma, o país sueco deixará de solicitar o certificado COVID, como fazia até agora, para todos os cidadãos da União Europeia. Este requisito não se aplica às pessoas que viajam diariamente entre os países da UE a trabalho ou estudos e às que fazem a travessia entre Bornholm e a Dinamarca através da Suécia, a quem apenas será exigido o certificado de vacinação.

Outro país da UE que está a ampliar as restrições de fronteira é a Dinamarca, que a partir de 27 de dezembro obriga todos os viajantes a apresentarem teste de COVID-19 negativo antes da chegada ao país. Serão aceitos tanto PCR como antígenos, realizados com 72 e 48 horas de antecedência, respetivamente.

Todos os cidadãos dos 27 que apresentam o esquema de vacinação completo estarão sujeitos a estes novos regulamentos, enquanto aqueles que já recuperaram da doença estarão isentos.

Da mesma forma, os cidadãos dinamarqueses não precisam fazer o teste no exterior, mas devem fazê-lo nas primeiras 24 horas após o regresso ao país. A medida vigorará por pelo menos três semanas.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Transportes

Qatar Executive continua a apostar em jatos privados com mais três G650ERs

Para operar em voos de ultralongo curso para África, as Américas, Ásia-Pacífico e Europa, a Qatar Executive acaba de receber mais três aviões ultramodernos Gulfstream G650ER, elevando para 11 os modelos desta família. O 12º chega à frota ainda este mês.

As três aeronaves irão operar em rotas estratégicas de ultralongo curso para África, para as Américas, para a Ásia-Pacífico e para a Europa.

A Qatar Executive continua a apostar em jatos privados, com a receção da frota de mais três aviões ultramodernos Gulfstream G650ER, elevando para 11 os modelos desta família.

As três aeronaves irão operar em rotas estratégicas de ultralongo curso para África, as Américas, a Ásia-Pacífico e para a Europa.

A Qatar Executive anunciou, igualmente, que receber o seu décimo segundo Gulfstream G650ER antes do final de 2021. O avião é um dos jatos mais cobiçados entre a elite mundial de viajantes devido à sua capacidade de alcance, tecnologia de cabine líder na indústria, eficiência de combustível e conforto para os passageiros. A aeronave de última geração pode voar a uma velocidade mais rápida e para distâncias maiores do que qualquer outro jato do seu género, com um alcance de 7.500 milhas náuticas.

Assim, as aeronaves G650ER da Qatar Executive podem operar, sem parar, de Doha para Nova Iorque em aproximadamente 13 horas, e de Doha para Seul em pouco mais de 8 horas.

Os designs inovadores e de asa limpa da Gulfstream proporcionam uma combinação de velocidade e alcance recorde, conforto excecional e melhor eficiência aerodinâmica para uma menor pegada de carbono.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Distribuição

Travelplan com vendas antecipadas para verão nas Caraíbas

O operador turístico espanhol, Travelplan já disponibiliza no mercado português vendas antecipadas para férias de verão 2022 nas Caraíbas. Os destaques são República Dominicana, México e Cuba.

28, designadamente, para a República Dominicana (La Romana), México (Cancun) e Cuba, em voos diretos da Iberojet desde Lisboa.

Sete noites em La Romana, no Be Live Collection Canoa (cinco estrelas), na modalidade do tudo incluído, custam746 euros por pessoa em quarto duplo, enquanto para Cancún, no quatro estrelas Occidental Costa Cancún, as mesmas sete noites custam 1.043 euros e é também tudo incluído.

Já para Cuba, o operador turístico oferece um combinado (Havana mais Varadero) com três noites no quatro estrelas Tryp Habana Libre, em regime de alojamento e pequeno-almoço, mais quatro noites no quatro estrelas Be Live Experience Varadero no regime do tudo incluído, ao custo de 1.041 euros por pessoa, em alojamento duplo. Só Varadero, nesta unidade de quatro estrelas e em tudo incluído, sete noites ficam por 888 euros por pessoa.

No entanto, a Travelplan oferece ainda, ao mercado português, pacotes de férias para as Canárias com validade até 30 de abril de 2022, com voos diretos desde Lisboa.

O programa para Tenerife custa 523 euros por pessoa para o quatro estrelas Alexandre Hotel Troya, em sete noites e regime de meia pensão. Para Gran Canaria, o operador turístico sugere sete noites no quatro estrelas Abora Buenaventura By Lopesan Hotels, na modalidade de meia pensão, com o custo de 571 euros por pessoa em quarto duplo.

Mas há mais. Estão também à venda programas de inverno para as Caraíbas com validade até 30 de abril e partidas de Lisboa, via Madrid.

Sete noites em Punta Cana custam 1.015 euros em tudo incluído numa unidade hoteleira de cinco estrelas, em Cancún, num quatro estrelas o preço por pessoa é de 1.082 euros em tudo incluído. A programação para Cuba tem sempre duas opções: combinado Havana e Varadero ou só Varadero. No primeiro caso o preço é de 991 euros por pessoa, e no segundo, e porque está tudo incluído, o custo da viagem é de 962 euros.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Análise

Portugal passa de 11.º a 7.º país da UE com mais novos casos diários por milhão de habitantes

Com o agravamento dos números, Portugal sobe no ranking de países da UE com mais novos casos diários por milhão de habitantes.

Publituris

Portugal é esta semana o 7.º país da União Europeia (EU) com mais casos diários de contágio por SARS-CoV-2 por milhão de habitantes a sete dias, segundo o site estatístico “Our World in Data”.

O país subiu de 433 novos casos diários para 768 por milhão de habitantes, deixando de ser o 11.º país da UE com menos novos casos para passar a ocupar o 7.º lugar na lista dos estados-membros em pior situação epidemiológica.

O país da UE com média superior de novos casos continua a ser a Dinamarca, particularmente afetada pela nova variante Ómicron do vírus responsável pela COVID-19, e que passou dos 1.550 para os 2.090 novos casos diários por milhão de habitantes.

Seguem-se Malta, que subiu de 409 casos para 1.220, a Irlanda (sobe de 945 para 1.050), França (sobe de 783 para 1.040) e Espanha (sobe de 597 para 904).

A média da UE de novos casos diários por milhão de habitantes situa-se agora nos 576 (era 541 na semana passada), muito acima da média mundial de 94 novos casos.

Entre os países do mundo com mais de um milhão de habitantes a Dinamarca repete-se como o país com o número mais elevado de casos nos últimos sete dias, seguida do Reino Unido (1.470), Irlanda, França e Suíça (1.010).

No que toca às mortes diárias por milhão de habitantes, alguns dos países da União com mais novos casos estão, por outro lado, entre aqueles onde a COVID-19 tem provocado menos mortes.

É o caso de Portugal, que passou de 8.º para 5.º país da UE com menos óbitos atribuídos à COVID-19, com uma média diária de 1,35 nos últimos sete dias, melhorando em relação à média de 1,69 da semana passada.

Em melhor situação, estão apenas o Chipre (1,28), Malta (1,11), Espanha (1,08) e Suécia (0,55).

Neste indicador, a média europeia é 3,86, e os piores números a nível europeu situam-se maioritariamente a leste: Hungria (13,80), Croácia (12,04), Polónia (11,74), Bulgária (10,19) e Eslováquia (10.05).

A nível mundial, registaram-se globalmente 0,9 novas mortes diárias por milhão de habitantes atribuídas à COVID-19.

Trindade e Tobago é o país com média mais elevada de óbitos (19,14), seguindo-se a Geórgia (15,83), Hungria, Croácia e Polónia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

MAI multa quase 1.700 passageiros e 38 companhias aéreas

Nos primeiros 26 dias do mês de dezembro, PSP e o SEF fiscalizaram 924.719 passageiros e 8.358 voos nos aeroportos nacionais.

Publituris

O Ministério da Administração Interna (MAI) multou, de 1 a 26 de dezembro, quase 1.700 passageiros nos aeroportos portugueses por falta de teste negativo à COVID-19, ou certificado de recuperação.

Já o número de companhias aéreas multadas por terem transportado passageiros sem teste negativo ou certificado de recuperação mantém-se inalterado nas 38, à semelhança do balanço feito na semana passada pelo MAI.

Recorde-se que as companhias aéreas que transportem passageiros sem teste negativo incorrem numa multa entre 20.000 e 40.000 euros por passageiro e os viajantes são também alvo de uma contraordenação, entre os 300 e os 800 euros, por não apresentarem teste à chegada.

Num balanço desta medida para conter o aumento do número de casos de COVID-19, o MAI precisa que entre 1 e 26 de dezembro a PSP e o SEF fiscalizaram 924.719 passageiros e 8.358 voos, que resultaram em 1.698 contraordenações.

Dos 1.698 autos de contraordenação, 1.035 foram levantados pela PSP, que controla os passageiros provenientes de voos com origem no espaço Schengen (a área europeia de livre circulação de pessoas) e 663 pelo SEF, que fiscaliza os viajantes oriundos de países fora do espaço Schengen.

Desde 1 de dezembro que todos os passageiros que cheguem a Portugal por via área são obrigados a apresentar ao desembarcar teste negativo de infeção com o coronavírus SARS-CoV-2 ou certificado de recuperação da doença COVID-19.

Estão isentos da obrigatoriedade de testes, PCR ou rápido, os passageiros de voos domésticos, os menores de 12 anos e as tripulações.

O MAI indica também que nas 1.698 contraordenações estão incluídos oito estrangeiros a quem foi recusada a entrada no país por não terem apresentado teste no desembarque, uma vez que apenas é permitida a realização do teste no aeroporto aos cidadãos de nacionalidade portuguesa, estrangeiros com residência em Portugal e pessoal diplomático.

Os dados do MAI mostram ainda que foram realizados nos aeroportos 1.714 testes de diagnóstico a passageiros que entraram no país sem este documento.

Nas fronteiras terrestres, também desde 1 de dezembro que os cidadãos de países exteriores à União Europeia e dos países da UE considerados de risco vermelho ou vermelho-escuro precisam de teste negativo ou certificado de recuperação.

Os cidadãos oriundos dos países da UE considerados de risco baixo ou moderado devem ser portadores do certificado de vacinação, teste ou recuperação para entrarem em Portugal.

A GNR e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras realizaram até 26 de dezembro 6.327 operações aleatórias de fiscalização nas fronteiras terrestres para garantir a realização de testes à COVID-19, segundo o MAI.

No âmbito destas operações, foram feitas 41.467 fiscalizações a viaturas ligeiras e de mercadorias, motociclos, comboios, autocarros que deram origem a 32 autos de contraordenação por falta de teste ou certificado de recuperação.

O MAI refere ainda que nas fronteiras terrestres foram realizados 399 testes de diagnóstico.

De recordar que Portugal Continental está em situação de calamidade desde 1 de dezembro devido ao aumento do número de casos e estas regras nas fronteiras estão em vigor até 9 de janeiro de 2022.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.