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BTL 2013: Soltrópico associa-se aos seus principais destinos

O operador estará presente nos stands dos seus principais destinos, entre eles, Açores, Cabo Verde e Turquia, por exemplo.

Tiago da Cunha Esteves
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BTL 2013: Soltrópico associa-se aos seus principais destinos

O operador estará presente nos stands dos seus principais destinos, entre eles, Açores, Cabo Verde e Turquia, por exemplo.

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Soltrópico presente em stands dos destinos na BTL
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A Soltrópico vai participar na BTL 2013 através da presença nos stands de alguns dos seus principais destinos, como Açores, Cabo Verde, São Tomé e Turquia. A feira começa no próximo dia 27 de Fevereiro e prolonga-se até 3 de Março, na FIL, em Lisboa.

O operador informa que a equipa Soltrópico estará, assim, disponível para fornecer todas as informações sobre programas de férias. Por outro lado, “marcará também uma presença institucional no stand da APAVT”.

“No ano passado experimentámos esta estratégia mais próxima dos nossos parceiros locais e correu muito bem. Desta forma, os nossos especialistas conseguem estar mais focados, com reuniões de negócios mais produtivas, e, na vertente do grande público, os visitantes da BTL que se interessam por um determinado destino podem ter logo ali informações detalhadas sobre programas de férias Soltrópico”, sustenta o director comercial, Nuno Anjos. “Pensamos que desta forma conseguimos prestar um serviço mais adequado aos objectivos da BTL, aproximando-nos ainda mais dos nossos parceiros”, acrescenta.

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Concessão da Exploração de Restaurante – Museu do Tesouro Real/Palácio Nacional da Ajuda

As propostas deverão ser apresentadas, por correio eletrónico, até ao dia 01 de Novembro de 2022.

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A Associação Turismo de Lisboa (ATL) pretende concessionar um espaço no Museu do Tesouro Real, no Palácio Nacional da Ajuda, preparado para exploração de um estabelecimento de restauração.

O Caderno de Encargos e restante documentação de interesse encontram-se disponíveis na sede da ATL, sita na Rua do Arsenal, n.º 23, em Lisboa, podendo ser levantados aos dias úteis durante o horário de expediente, entre as 9h30 e as 19h00 e /ou de preferência requeridos via e-mail [email protected]

As propostas deverão ser apresentadas, por correio eletrónico, até ao dia 01 de Novembro de 2022.

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Transportes

AHP diz que é “urgente” e “imprescindível” acordo entre Governo e PSD sobre novo aeroporto

Bernardo Trindade, presidente da AHP, antevê que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033”.

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Em vésperas do encontro agendado entre o primeiro-ministro, António Costa, e o presidente do Partido Social Democrata (PSD), Luís Montenegro, sobre o novo aeroporto, a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) espera que a reunião corresponda a um “ponto de partida para ser rapidamente aprovada uma solução realista e definitiva que sirva Lisboa e o país”.

Em comunicado, a AHP diz acreditar que “ambos os líderes políticos irão encontrar o consenso para responder a uma situação extremamente preocupante para o crescimento económico do país”, recordando que não só o primeiro-ministro informou que só seria tomada uma decisão sobre a localização do novo aeroporto em 2023, como a mesma teria de sair do consenso entre os dois principais líderes, destacando que, “se tudo correr dentro dos tempos normais, só teremos um novo aeroporto em 2033.

Bernardo Trindade, presidente da AHP, sublinha: “como já nos cansámos de ver, sem consenso entre as principais forças políticas, qualquer que seja a decisão tomada só por um é posta em causa logo no momento seguinte. Ora, é fundamental que haja uma decisão definitiva e a sua execução. Lamentavelmente o tempo político e o tempo da economia não estão alinhados”.

A AHP recorda ainda o estudo da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) realizado pela EY, onde se conclui que o atraso na construção do novo aeroporto representa uma perda potencial de 6,8 mil milhões de euros até 2027 e menos 28 mil empregos.

Por isso, Bernardo Trindade reforça que, em 2022, “vivemos situações caóticas no aeroporto de Lisboa, que comprovaram o seu esgotamento a vários níveis” Considerando que esta situação foi agravada por “várias circunstâncias excecionais”, o responsável da AHP reforça que, “não havendo capacidade aeroportuária em Lisboa estamos a perder quota de mercado e oportunidades de crescer sustentadamente, trazendo até nós viajantes que gastam e geram valor no país”.

De resto, Bernardo Trindade frisa que esta será uma realidade que “vai acontecer já nos próximos anos, se não forem encontradas soluções alternativas” e que “só se vai agravar, se não for dado início quanto antes à construção do há 50 anos reclamado novo aeroporto”.

O presidente da AHP salienta ainda que, neste momento, a única alternativa é “avançar já com as obras conferindo mais estacionamentos, mais qualidade para prestadores e clientes do aeroporto”. E conclui que “é urgente, imprescindível, que haja acordo” e que o Governo “permita arrancar já com estes melhoramentos na Portela”.

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A CROISIEUROPE amplia a sua oferta de reserva antecipada para todas as suas saídas de 2023

A empresa oferece até 15% de desconto para reservas feitas antes de 31 de janeiro.

A CroisiEurope, a maior empresa de cruzeiros fluviais da Europa, prorroga o prazo do seu “Early Booking” para todas as reservas efetuadas até 31 de janeiro de 2023. A oferta inclui cruzeiros em rios europeus, cruzeiros marítimos, cruzeiros de longa distância e até mesmo suas partidas especiais para a Páscoa no Reno e no Sena.

Todas as reservas feitas antes de 31 de janeiro para partidas em 2023 podem beneficiar dos seguintes descontos:
• 15% em todos os cruzeiros fluviais em rios europeus: Reno, Danúbio, Garona, Loire, Sena, Douro, Guadalquivir, etc.
• 15% em todos os cruzeiros marítimos a bordo do La Belle des Océans e La Belle de L’Adriatique, pelo Mediterrâneo, o Adriático ou o Mar Vermelho.
• 8% em cruzeiros de longa distância: Mekong, Nilo e África Austral.
CroisiEurope propõe uma variedade de itinerários e datas de partida em suas viagens este ano para poder usufruir de uma frota moderna e inovadora, um serviço de alta qualidade, Wi-Fi gratuito, excelente gastronomia e um pacote completo e variado de excursões para conhecer os detalhes cada destino, atendendo assim às expectativas dos clientes mais exigentes.

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Alojamento

“Avaliação Unidades Hoteleiras” é o novo curso da ASAVAL

A ASAVAL – Associação Profissional das Sociedades de Avaliação vai lançar, em outubro, a 6.ª edição da formação “Avaliação Unidades Hoteleiras”, que visa “preparar os formandos para uma avaliação mais atualizada e coerente”.

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A ASAVAL – Associação Profissional das Sociedades de Avaliação vai lançar, em outubro, um novo curso sobre “Avaliação Unidades Hoteleiras”, formação que visa “preparar os formandos para uma avaliação mais atualizada e coerente com as melhores práticas desenvolvidas na área”.

De acordo com um comunicado da associação, esta formação, a 6.ª promovida pela ASAVAL sobre “Avaliação Unidades Hoteleiras”, vai ser liderada por Gilberto Manuel R. A. Martins, Economista e Mestre em Turismo e vai contar com duas edições , concretamente entre 7 e 8 de outubro, bem como a 14 e 15 de outubro, ambas a decorrer às sextas-feiras, entre as 14h00 e as 18h00, bem como aos sábados, das 09h00 às 13h00.

A formação está disponível em modelo presencial ou através de “Zoom vídeo” e as inscrições decorrem até 30 de setembro, através do e-mail [email protected], sendo atribuídas por ordem de entrada nos serviços da ASAVAL.

A associação indica ainda que a formação abrange sete áreas, concretamente Indústria Hoteleira em Portugal – Evolução recente e expectativas; Princípios e Conceitos das avaliações de hotéis; Avaliação de hotéis; Desenvolvimento e análise de cash flows; Importância da ciência de dados e tecnologia na indústria hoteleira; Impacto das crises no valor das unidades hoteleiras; Caso Prático (avaliação de hotel).

“A ASAVAL emitirá, no final deste curso, um Certificado de Participação, o qual contará para efeitos de “CPD – Continuing Professional Development””, acrescenta a associação na informação divulgada esta quinta-feira, 22 de setembro.

No comunicado enviado à imprensa, a ASAVAL explica que pretende, com estas formações, contribuir para a “formação contínua dos seus Associados”, tendo decidido lançar a formação “Avaliação Unidades Hoteleiras” depois do sucesso e forte adesão das últimas edições.

 

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Restauração

Carlos Moura: Pacote de medidas é “absolutamente insuficiente” para o Turismo

A menos de um mês do próximo congresso da AHRESP, que se realiza de 14 a 15 de outubro em Coimbra, o presidente desta entidade, Carlos Moura, declara em conferência de imprensa que o evento servirá para “mobilizar e chamar a atenção para quem nos governa da importância e sensibilidade dos tecidos empresariais” representados pela associação.

Carla_Nunes

Sob o mote “Sustentabilidade: utopia ou sobrevivência?”, o próximo congresso da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) surge num momento “muito oportuno”.

Quem o afirma é Carlos Moura, presidente da entidade, que espera que a realização do evento a 14 e 15 de outubro, numa altura coincidente como a discussão do Orçamento do Estado, possa servir para “reforçar as propostas” que a associação tem estipuladas para apresentar ao Governo. Ao todo serão 27 medidas, que a AHRESP não quis desvendar para já, mas assegura adiantar ainda no final desta semana.

Das conclusões deste congresso espera-se reforçar o “argumentário” para as propostas previstas pela associação, já que esta considera que, apesar do pacote de medidas anunciado ser “bom” – como Carlos Moura afirmou, “tudo o que é superior a zero é bom e aplaudimos” – as medidas são consideradas “absolutamente insuficientes” para o Turismo.

“Temos a certeza que o Governo não vai deixar de olhar para as propostas que vamos apresentar e para as medidas que vão reconhecer e verificar como absolutamente necessárias. Porque o país precisa de mais economia”, afirma.

Em conferência de imprensa, o presidente da associação sublinha que apesar de se pensar que “as boas receitas que tivemos durante o período de verão correspondem ao que se obtém no bottom line das companhias, a margem não corresponde àquilo que são as boas receitas, o bom encaixe daquilo que se vendeu”.

Para o justificar, Carlos Moura recorre aos dados do INE relativamente ao preço das matérias-primas alimentares, nas quais se verificou 15,4% de inflação em agosto, bem como os custos de energia – que “triplicaram” nas organizações representadas pela AHRESP – e o custo dos combustíveis, que afeta os transportes.

Referindo-se ao tema do próximo congresso, Carlos Moura explica terem escolhido o formato em sessões paralelas “para dar voz e oportunidade de tratar um tema que hoje é moda, mas não para a AHRESP”. Domínios como a sustentabilidade económica, financeira, laboral e digital fazem parte do programa, sem esquecer a questão dos recursos humanos, também debatida em conferência de imprensa.

Carlos Moura frisa que o setor “não tem gente para trabalhar”, algo que não atribui aos “salários baixos”, já que considera que o setor “paga relativamente bem”, dependendo das regiões. De acordo com o profissional, a escassez resulta de dois ou três epifenómenos: a transferência de pessoas para outras atividades económicas e o regresso dos imigrantes aos países de origens.

Para resolver a questão, a associação declara que tem preparado um programa para “a captação de imigração organizada”, no entanto, adianta apenas que esta será anunciada publicamente, sem esclarecer os moldes do mesmo.

“Devíamos cuidar de evitar que se sucedessem casos como os de Odemira. Queremos ter emigração com contratos de trabalho de média a longa duração”, termina.

Região Centro procura ser “cada vez mais competitiva” em MICE

Sobre o congresso, que terá lugar no Convento de São Francisco, Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP), “saúda a escolha” da localização do evento, que afirma preencher um dos grandes objetivos da entidade de ser cada vez mais competitiva “na captação de grandes eventos e congressos”.

Já quanto ao tema do congresso, Pedro Machado assegura que este “não podia estar mais na agenda”, dados os recentes acontecimentos na região centro, “fustigada” por incêndios e enxurradas.

“Hoje percebemos que no nosso caso temos preocupações acrescidas com a sustentabilidade ambiental, seguramente com a sustentabilidade económica, mas há uma outra componente que é a sustentabilidade social”, defende Pedro Machado, que explica que atualmente “já não discutimos o overturing, o grau de saturação dos territórios”, mas sim “o grau de satisfação que as comunidades que recebem turistas podem ter com este setor”.

Nesse sentido, o presidente da TCP afirmou que se encontram a “estruturar novos produtos turísticos que possam ancorar e distribuir a procura, para que possa acontecer em territórios menos prováveis”. Destes enumera produtos na área do Ecoturismo, Enoturismo e Turismo Industrial.

Também na senda de novos produtos turísticos, o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, declarou que procuram “fazer uma grande aposta no turismo”, razão pela qual criaram “uma divisão dedicada ao turismo na nova estrutura flexível da câmara”, que será “exclusivamente dedicada a uma estratégia multifacetada turística para Coimbra e a sua região”.

“Temos um imenso potencial turístico em Coimbra, não só em termos da universidade e património mundial da Unesco, mas também das características medievais que se mantêm na Baixa e na Alta de Coimbra. [Temos ainda] um grande potencial religioso: foi em Coimbra que Santo António se fez franciscano, temos a nossa padroeira, a rainha santa, [sem esquecer que] foi em Coimbra, no Carmelo, que faleceu a irmã Lúcia”, argumenta.

AHRESP almeja Guia Michelin Portugal

Numa nota final sobre o congresso, Carlos Moura aponta para um painel que “apesar de parecer desalinhado com o fio condutor” do evento, está relacionado com “a sustentabilidade gastronómica do país”.

Na sessão TASCA – Identidade internacional da restauração portuguesa, a AHRESP propõe colocar na mesa a hipótese de atribuir uma identificação universal em gastronomia a Portugal.

“Os espanhóis têm ‘la bodega’, os italianos ‘la trattoria’, porque não havemos de ter ‘a tasca’?”, questiona o presidente da associação.

Outro dos objetivos da associação, comunicados na mesma conferência de imprensa, passa pela criação do Guia Michelin Portugal, já que, atualmente, o guia é aplicado à Ibéria: “Isso traduz-se sempre numa subalternização da nossa gastronomia a favor de ‘nuestros hermanos’. Provavelmente esta sessão também é um impulso para que o guia Michelin possa ser de Portugal e não da Ibéria”, atira o diretor.

Na próxima conferência da AHRESP são esperados cerca de mil participantes, resultando “no maior evento associativo empresarial que o país regista nos últimos anos”, de acordo com Carlos Moura.

No decurso do atual mandato, a AHRESP “caminha para 15 mil associados”, registando uma média de 130 novos associados por mês e 70 a 80 saídas.

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Destinos

Turismo do Centro “repensa turismo” com criatividade e sustentabilidade  

Inserido nas comemorações do Dia Mundial do Turismo (27 de setembro), o Turismo do Centro vai assinalar a data durante uma semana com diversas iniciativas. Destaque para o lançamento do Guia “Cidades Criativas do Centro de Portugal”, a que se junta a co-criação do “Manifesto para o Turismo Sustentável do Centro de Portugal”.

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O Turismo Centro de Portugal (TCP) vai assinalar o Dia Mundial do Turismo, que se comemora a 27 de setembro, com uma série de iniciativas na região, focando-se na criatividade e na sustentabilidade.

Seguindo o mote da Organização Mundial do Turismo (OMT) – “Repensar o Turismo” – o TCP pretende “colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar e reunir todos, desde governos e empresas até comunidades locais, em torno de uma visão partilhada para um setor mais sustentável, inclusivo e resiliente”.

Para Pedro Machado, presidente do TCP, “repensar o Turismo é pôr a criatividade ao serviço das populações. É fundamental que todos os agentes da atividade turística, em conjunto, assumam que o Turismo de nada serve se não contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações e tornem assim esta atividade ainda mais aliciante e geradora de desenvolvimento”.

As principais iniciativas a realizar nos próximos dias têm como alvo a promoção dos cinco destinos da região Centro de Portugal que integram a “Rede das Cidades Criativas da UNESCO” – uma rede exclusiva, que distingue as melhores práticas criativas e que reconhece a importância da criatividade para tornar as nossas vidas mais completas.

As cinco cidades criativas do Centro de Portugal são Caldas da Rainha (Cidade Criativa do Artesanato e Artes Populares), Óbidos (Cidade Criativa da Literatura), Covilhã (Cidade Criativa do Design) e Idanha-a-Nova e Leiria (ambas cidades criativas da Música), dos distritos de Leiria e Castelo Branco.

Paralelamente, vai ser lançado, na semana em que se comemora o Dia Mundial do Turismo, o Guia “Cidades Criativas do Centro de Portugal”, a que se junta a co-criação do “Manifesto para o Turismo Sustentável do Centro de Portugal”. Prestes a ser apresentado, este manifesto assume-se como uma declaração formal que transmite as intenções, a visão e as ações que o TCP quer ver aplicadas no território. O manifesto resulta do Projeto do Centro Sustentável, que pretende afirmar o Centro de Portugal como um território sustentável, valorizando a sua autenticidade e a sua diversidade.

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Reservas de verão da GuestReady 15 vezes superiores a 2019

Entre os principais mercados da GuestReady neste verão de 2022, destaque para Espanha, França, EUA e Portugal.

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O Alojamento Local da GuestReady registou, este verão, 15 vezes mais reservas do que em igual período de 2019, com o portefólio da empresa especialista na gestão de alugueres a curto e médio prazo a registar, igualmente, um crescimento detendo, hoje, quatro vezes mais propriedades do que no último ano de pré-pandemia.

De acordo com Rui Silva, Managing Director da GuestReady em Portugal e em Espanha, “este verão foi definitivamente uma consolidação do regresso à normalidade”, destacando os hóspedes franceses, espanhóis e norte-americanos, mas também portugueses, que representaram “12% de todas as reservas feitas em Portugal”.

Este verão, na cidade do Porto, a GuestReady recebeu principalmente hóspedes de Espanha (19%), de França (17%) e ainda portugueses (10%). Já em Lisboa as propriedades abriram portas principalmente a norte-americanos (15%), mas também franceses (13%) e espanhóis (10%).

A empresa revela ainda que durante os meses de verão – junho, julho e agosto – “a ocupação foi em média 15% superior ao verão de 2019”, atingindo, em Portugal, ao longo do verão 90%, tendo a média no nosso país superado a média global da GuestReady.

Presente em mais de 30 cidades em dois continentes, no pico do verão, no mês de agosto, a GuestReady atingiu a marca global das 18 mil reservas efetuadas, das quais mais de um terço tiveram lugar em Portugal, o que representa um crescimento de 12% na taxa de ocupação global por comparação ao mesmo período de 2019.

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TUI Group espera regresso a resultados positivos em 2022

Depois de um verão que ficou ligeiramente abaixo dos níveis de 2019, as reservas para o Inverno fazem com que os responsáveis do grupo TUI apontem para bons resultado no final do exercício de 2022.

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Depois de revelar que a operação de verão totalizou mais de 12,9 milhões de reservas, correspondendo a uma subida de 1,4 milhões desde a atualização feita para o 3.º trimestre do presente exercício, os responsáveis do TUI Group estimam um “bom ano de 2022”.

As reservas globais de verão, indica o grupo, em nota de imprensa, corresponderam a 91% dos níveis de período homólogo de 2019, sendo que os meses de julho e agosto, atingiram 94% das reservas realizadas nos mesmos meses de 2019.

No que diz respeito aos preços, a TUI refere um aumento de 18% face a 2019, o que “ajuda a suavizar o impacto da corrente inflação”.

Considerando que as disrupções nos voos “continuam com custos elevados”, prevendo uma “melhoria para o quarto trimestre”, os responsáveis da TUI revelam que, relativamente à operação de Inverno 2022/2023, as reservas estão a 78% dos níveis do Inverno de 2018/2019, com as partidas para os meses de novembro e dezembro a contarem já com 81% face ao período anterior referido. Para este período, a TUI refere que os preços sofreram um incremento de 26%.

Para o próximo Inverno, o TUI Group antecipa que “as Canárias, Egito, México e Cabo Verde serão chave na oferta disponibilizada”.

Fritz Joussen, CEO, e Sebastian Ebe, CFO do TUI Group, respetivamente, refere que, em 2022, “assistimos a um forte verão quase ao mesmo nível do verão de 2019”, confirmando a “orientação para fechar o exercício de 2022 com um EBIT subjacente significativamente positivo”.

Ambos os responsáveis do grupo concluem ainda que “a tendência tem sido para férias de maior valor ou mais longas com um orçamento geral de férias mais alto”, admitindo que essa realidade é “encorajadora e mostra a importância atual das férias e experiências de viagem na era pós-pandemia”.

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Marina de Vilamoura eleita Melhor Marina Internacional

Esta é a sexta vez que a Marina de Vilamoura recebe o prémio atribuído pela The Yatch Harbour Association.

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A Marina de Vilamoura acaba de ser galardoada com o prémio de Melhor Marina Internacional, atribuída pela The Yatch Harbour Association, distinção que recebe pela sexta vez (2015, 2016, 2017, 2019, 2021 e 2022).

Para Isolete Correia, administradora de Vilamoura World, que recebeu o prémio durante a realização do Southampton International Boat Show 2022, “o esforço e empenho que dedicamos nas constantes melhorias das infraestruturas e serviços prestados, através da oferta de elevados padrões de qualidade, está espelhado nesta distinção que demonstra a satisfação dos nossos clientes de todo o mundo”.

A administradora da Vilamoura World considera ainda que, “podermos levar Portugal além-fronteiras e sermos distinguidos, novamente, a nível internacional é para nós um motivo de enorme orgulho e a certeza de que o caminho a seguir é este”.

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Voos de agosto já ficaram a 94,7% de 2019, segundo a NAV Portugal

Segundo a NAV Portugal, os dados de agosto mostram que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

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A NAV Portugal revelou esta quinta-feira, 22 de setembro, que, em agosto, o total de voos controlados em território nacional já ficou a 94,7% de igual mês de 2019, antes da chegada da pandemia da COVID-19, o que indica que o tráfego aéreo está em “recuperação clara e sustentável”.

Segundo uma nota informativa da NAV Portugal, “o tráfego IFR (Instruments Flight Rules) na Região de Informação de Voo (RIV) de Lisboa totalizou 57.703 movimentos”, o que traduz uma diminuição de “5,3% face aos 60.941 voos registados no mês de agosto de 2019, ano de referência para a aviação”.

“Em termos médios, neste mês foram controlados 1.861 voos IFR diários, registando-se
uma perda de 104 voos diários face a agosto de 2019”, acrescenta a empresa de gestão de tráfego aéreo nacional.

Já na RIV de Santa Maria, “o tráfego IFR em agosto de 2022 ascendeu a 17.476 movimentos, traduzindo-se num aumento de 6,5% face aos 16.410 voos controlados no mesmo mês mas em 2019”.

“Em termos médios foram controlados este mês 564 voos IFR por dia, tendo-se registado
um ganho de 34 voos diários face a agosto de 2019”, refere também a empresa que gere o tráfego aéreo em Portugal.

No acumulado até agosto, foram já controlados 395.940 voos na RIV Lisboa, o que traduz uma quebra de 39.949 voos IFR face ao tráfego acumulado de 2019, enquanto na RIV Santa Maria foram controlados 107.702 voos, o que indica também uma perda de 3.871 voos IFR em comparação com o mesmo período de 2019.

Apesar de, no acumulado entre janeiro e agosto, continuarem a existir quebras face a igual período de 2019, a NAV Portugal diz que “em ambas as RIV’s, o tráfego acumulado até agosto de 2022, é superior ao total verificado em 2021”.

 

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