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Turismo internacional nos EUA cresceu 5% em 2011

Ao todo, o destino acolheu 62 milhões de turistas internacionais.

Tiago da Cunha Esteves
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Turismo internacional nos EUA cresceu 5% em 2011

Ao todo, o destino acolheu 62 milhões de turistas internacionais.

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Canadá e México continuaram a ser os principais mercados emissores. Vários mercados registaram recordes de crescimento, como o caso da África do Sul, com mais 16%, e Médio Oriente (+10%). Já as visitas oriundas da Europa Ocidental aumentaram 5%.

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Portugal volta a ser considerado de “risco máximo” pelos EUA

Com os dias festivos a aproximarem-se, os EUA sobem Portugal no ranking de perigosidade, desaconselhando as viagens ao nosso país. Voltamos a constar dos destinos de “risco máximo”.

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O Centro de Prevenção e Controlo de Doenças (Centers for Diseases and Control Prevention – CDC, em inglês), voltou a colocar Portugal na “lista vermelha” no que diz respeito às viagens.

“Evite viajar para Portugal”, pode ler-se no site do CDC, no qual é possível ver que Portugal passou, novamente, a ser considerado como de “risco máximo”, passando, assim, do nível 3 para o nível 4.

“Se tiver de viajar para Portugal, certifique-se que está totalmente vacinado antes de realizar a viagem”, alerta o CDC, salientando ainda que, “devido à corrente situação em Portugal, mesmo pessoas totalmente vacinadas podem correr riscos de contrair e contagiar outras pessoas com outras variantes de COVID-19”.

Mas não foi somente Portugal que passou a figurar classificação mais alta da agência governamental norte-americana, que tem mais de 80 destinos na lista, incluindo países como França, Chipre, Liechtenstein, Tanzânia e Jordânia.

Além de todas as advertências, o CDC destaca, igualmente, a necessidade de seguir as recomendações ou requisitos exigidos pelo país, incluindo o uso de máscara e a manutenção de distância de segurança.

 

 

 

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Transporte aéreo em Portugal perdeu 70% dos passageiros em 2020, confirma Eurostat

Dados do Eurostat, divulgados esta segunda-feira, 6 de dezembro, indicam que Portugal foi o quinto país da União Europeia onde o transporte aéreo foi menos prejudicado devido à pandemia da COVID-19.

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Portugal perdeu quase 70% dos passageiros de transporte aéreo em 2020, confirmou o Eurostat esta segunda-feira, 6 de dezembro, que indica, no entanto, que a perda portuguesa ficou abaixo da média europeia, que chegou aos 73%, sendo o quinto país entre os Estados-membros da União Europeia em que o transporte aéreo menos foi prejudicados pela pandemia.

Os dados divulgado esta segunda-feira pelo instituto de estatística europeu mostram que as medidas restritivas adotadas em 2020 para limitar a disseminação da COVID-19 resultaram num recuo de 73% do transporte aéreo de passageiros na União Europeia face a 2019, com as quebras a serem comuns a todos os países.

O Luxemburgo foi, de acordo com o Eurostat, o país da União Europeia em que o transporte aéreo menos foi afetado, com uma quebra de 67,3%, seguindo-se a Bulgária (68,2%), a Grécia (69,1%), a Roménia (69,2%) e Portugal (69,9%), enquanto a Eslovénia (83,3%), a Eslováquia (82,4%), a Croácia (81,9%) e a República Checa (79,7%) encontram-se no extremo oposto como os países onde a descida do transporte aéreo foi mais significativa.

 

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MSC Cruzeiros inicia contagem decrescente para receber primeiros navios a GNL

A MSC Cruzeiros assinalou o float out do MSC World Europa e a cerimónia da moeda do MSC Euribia, os primeiros navios movidos a GNL da frota da companhia.

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A MSC Cruzeiros anunciou esta segunda-feira, 6 de dezembro, dois importantes marcos na construção dos seus dois novos navios de cruzeiros, o MSC World Europa e o MSC Euribia, navios que vão ser os primeiros movidos a Gás Natural Liquefeito (GNL) da frota da companhia e cujas cerimónias de float out e da moeda, respetivamente, foram recentemente realizadas nos estaleiros de Chantiers de l’Atlantique, em St. Nazaire.

“O MSC World Europa e o MSC Euribia tornar-se-ão os primeiros navios movidos a GNL a ingressar na frota da MSC Cruzeiros no próximo ano, representando um investimento de €3 mil milhões em navios de Gás Natural Liquefeito (GNL) com a construção do World Europa II no início de 2023”, revela a companhia de cruzeiros, num comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a companhia de cruzeiros, estes navios “desempenham um papel importante no compromisso da companhia em alcançar zero emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2050”, uma vez que são movidos a GNL, que “é de longe o combustível marinho mais limpo disponível atualmente e virtualmente elimina as emissões locais de poluentes atmosféricos, como óxidos de enxofre (99%) e óxidos de nitrogénio (85%) e partículas (98%)”.

“Em termos de emissões com impacto global, o GNL desempenha um papel fundamental na mitigação das alterações climáticas e os motores destes dois navios têm potencial para reduzir as emissões de CO2 até 25% em comparação com os combustíveis convencionais. Para além disso, com a disponibilidade subsequente de formas bio e sintéticas de GNL, esta fonte de energia irá permitir um meio de alcançar eventuais operações descarbonizadas”, acrescenta a companhia de cruzeiros.

Apesar de se congratular com as inovações anunciadas para os dois novos navios e com o facto da companhia e dos estaleiros de Chantiers de l’Atlantique não terem desistido destes navios mesmo na pior fase da pandemia, Pierfrancesco Vago, Executive Chairman da MSC Cruises, considera que “há ainda muito a fazer” e pede a colaboração de todos os parceiros para que seja possível reduzir a zero as emissões da indústria dos cruzeiros.

“Agora precisamos de dar passos ainda maiores e vamos precisar do apoio contínuo dos nossos fornecedores, parceiros e governos para conseguir isso. Todos nós precisamos de trabalhar em conjunto para alcançar um futuro verde”, defende o responsável.

Além das cerimónias de float out do MSC World Europa e da moeda do MSC Euribia, a companhia de cruzeiros anunciou também a “instalação de uma planta piloto de célula de combustível a bordo do MSC World Europa, conhecida como Blue Horizon”, que usa o GNL para converter combustível em eletricidade com “uma das mais altas eficiências de qualquer solução de energia disponível hoje”.

“A tecnologia de célula de combustível seleccionada pelos Chantiers de l’Atlantique (CdA) e a MSC Cruzeiros é a SOFC (Solid Oxide Fuel Cell) desenvolvida pela Bloom Energy. O SOFC irá reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em cerca de 30% em comparação com um motor LNG convencional, sem emissões de óxidos de nitrogénio, óxidos de enxofre ou partículas finas. Também oferece a vantagem de ser compatível com GNL, assim como diversos combustíveis de baixo carbono, como metanol, amónia e hidrogénio. Este projeto formará o bloco de construção para futuras instalações maiores”, explica a MSC Cruzeiros.

A companhia de cruzeiros espera a entrega do MSC World Europa, primeiro navio da Classe MSC World, para novembro de 2022, destacando que este navio vai “redefinir a experiência de cruzeiro com uma variedade de conceitos nunca antes vistos e áreas criativas diferentes de tudo”, apresentando, desde logo, um design inovador, em Y, e com uma promenade de 104 metros de comprimento, além de novos camarotes e do maior escorrega com 11 decks de altura, o mais longo no mar.

O navio vai disponibilizar também diferentes áreas, desde bairros zen a zonas familiares, passando também por áreas com lojas e mais animação, sem esquecer as opções gastronómicas e de animação noturna, disponíveis  nos 13 restaurantes e 21 bares do MSC World Europa.

O navio entra em operação em dezembro de 2022 e vai realizar a temporada inaugural na região do Golfo, incluindo cruzeiros de sete noites pelo Dubai, Abu Dhabi, Ilha Sir Bani Yas e Dammam, na Arábia Saudita, bem como Doha, a capital do Qatar, antes de regressar ao Dubai com pernoita na cidade.

O navio deixa o Dubai em março de 2023 e, no primeiro verão em que vai estar a operar, vai ficar colocado no Mediterrâneo, com cruzeiros de sete noites por Génova, Nápoles e Messina, bem como Valletta, em Malta, assim como Barcelona e Marselha.

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EUA encurtam prazo de validade dos testes

O facto de os EUA encurtarem o prazo de validade do teste COVID (para 24 horas), faz com que seja importante alertar para as consequências desta medida, desde os voos diretos, aos atrasos até aos fornecedores dos testes e os próprios aeroportos.

Victor Jorge

Pouco mais de um mês depois de passarem a permitir a entrada de cidadãos de praticamente todos os países europeus no seu território para viagens não essenciais, seguindo um protocolo de entrada rígido, os EUA passarão a encurtar o prazo de validade do teste COVID (com resultado obrigatoriamente negativo para seguir viagem) de forma que cidadãos – americanos ou não – possam entrar no seu território. Assim, em vez das 72 horas, os testes só serão aceites se tiverem sido realizados 24 horas antes do voo.

A SkyExpert, consultora especializada em transporte aéreo e aeroportos, alerta para as consequências desta medida, indicando que “(i) os fornecedores de testes terão de estar preparados para passar os certificados num espaço mais curto de tempo, sem margem para erros informáticos, atrasos de envio e outras vicissitudes, sob pena de tais atrasos impedirem os passageiros de embarcar; (ii) a chegada do inverno na Europa significa a multiplicação dos episódios de neve e de voos cancelados ou atrasados por razões climatéricas, com a consequente perda de ligação dos voos seguintes no aeroporto intermédio (‘hub’) – o que pode significar que os passageiros apenas possam embarcar no voo do dia seguinte para o qual necessitarão novo teste; (iii) os aeroportos deverão estar preparados para lidar com passageiros sem testes ou cujos testes perderam a validade consequência da perda da ligação aérea”.

Para Pedro Castro, fundador da SkyExpert, isto significa que os passageiros passarão a “preferir voos diretos e sem escala” para as suas viagens entre a Europa e os EUA, admite que “as incertezas relacionadas com o tratamento de passageiros em trânsito que, por perda de ligação, possam ter de desembarcar e a nova exigência de validade de 24 horas do teste Covid sugere prudência na marcação deste tipo de deslocações”.

“Para as companhias aéreas, cujo modelo de negócio está altamente dependente do tráfego de ligação ou de programas ‘stopover’, esta medida é altamente contraproducente e irá seguramente complicar as operações e as previsões de negócio durante a difícil estação baixa”, adianta ainda.

Em conclusão, o executivo da SkyExpert termina a referir que, “a prolongarem-se no tempo, estas simples medidas poderão significar um recuo importante no número de rotas, frequências e na capacidade dessas companhias de ‘hub’”.

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Emirates oferece entradas em atrações no Dubai em reservas até 20 de dezembro

Burj Khalifa At The Top, Dubai Fountains Boardwalk Experience e Views Observatory no Emaar Sky View Hotel são as atrações que os passageiros da Emirates podem visitar gratuitamente nas viagens até 31 de março de 2022.

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A Emirates lançou novas ofertas para os passageiros que, até 20 de dezembro, reservem uma viagem ao Dubai com a companhia aérea e que permitem o acesso ao Burj Khalifa At The Top, ao Dubai Fountains Boardwalk Experience e ao Views Observatory no Emaar Sky View Hotel.

De acordo com a companhia aérea, a oferta aplica-se às reservas para viagens que decorram até 31 de março de 2022, em qualquer classe de bordo, numa oferta que é válida para reservas através do site da companhia aérea, assim como nas agências de viagens.

“Através de oportunidades que vão acrescentar ainda mais valor a uma visita ao Dubai durante a Expo 2020, a Emirates espera garantir uma experiência memorável para quem pretenda viajar para aquele que é um dos destinos mais cobiçados do mundo”, refere a companhia aérea, num comunicado divulgado esta segunda-feira, 6 de dezembro.

Uma das atrações disponíveis é o Burj Khalifa At The Top, o topo do edifício mais alto do mundo, que oferece vistas panorâmicas sobre toda a cidade. Além desta atração, as ofertas da Emirates abrangem também o Dubai Fountains Boardwalk Experience, uma nova plataforma flutuante com vista privilegiada para o famoso espetáculo de água, música e luz do Burj Khalifa, assim como o Views Observatory no Emaar Sky View Hotel, que consiste num um skywalk em fundo de vidro, onde é possível admirar o horizonte da cidade do Dubai.

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Alojamento

Taxa de ocupação de novembro no Algarve sobe 225% face a 2020

Embora ainda se mantenha longe dos números de 2019, a taxa de ocupação global média/quarto no Algarve, subiu subiu 225% face a 2020.

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De acordo com os dados avançados pela Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), o mês de novembro registou um crescimento de 225% na taxa de ocupação global média/quarto, face a igual período de 2020, situando-se nos 41,3%, menos 5,8% que em igual período pré-pandémico de 2019.

Os números apurados indicam que o mercado nacional aumentou 6,8% e o externo diminuiu 13,3%, face a novembro de 2019.

Já em termos acumulados, desde o início do ano de 2021, a ocupação quarto regista uma descida média de 47,1% e o volume de vendas uma descida de 40,1% face ao mesmo período de 2019.

Por zonas geográficas, face a novembro de 2019, as maiores descidas verificaram-se em Monte Gordo / Vila Real de Santo António (-57,4%), Albufeira (-23%), e Carvoeiro / Armação de Pêra (-16,3%).

O volume de vendas aumentou 1,3% face a novembro de 2019 e 248% face ao mesmo mês de 2020, com 28,5% das vendas, em novembro deste ano, a serem efetuadas através de operadores turísticos tradicionais, valor que compara com os 43,7% de 2019.

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Distribuição

Europ Assistance reforça canal online dedicado a seguros de viagem de lazer

Com duas modalidades de subscrição – Move Me e Move Plus – a Europ Assistance reforça o canal digital com a disponibilização de um website onde é possível contratar as coberturas de proteção COVID-19.

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A Europ Assistance acaba de reforçar a sua oferta no universo digital ao lançar um novo website dedicado exclusivamente a seguros de viagem de lazer, pretendendo, assim, oferecer uma experiência de navegação intuitiva, simples e adaptada a todos os dispositivos.

Através do novo website da Europ Assistance é possível contratar as coberturas de proteção COVID-19, apresentadas em duas modalidades de subscrição: Move Me e Move Plus.

As coberturas incluem o pagamento de despesas médicas por Covid-19, consulta médica online, help line, aconselhamento médico e psicológico, repatriamento ou transporte sanitário de feridos ou doentes, vigilância médica no estrangeiro, bem como cancelamento antecipado ou interrupção da viagem.

“Queremos tornar a subscrição de um seguro de viagem o mais simples e intuitivo possível, pois sabemos que o cliente está cada vez mais preocupado em viajar seguro e protegido em consequência da pandemia. Criámos este novo produto para simplificar e, assim, ampliar também a nossa resposta nesta área. O objetivo passa por proporcionar viagens tranquilas ao disponibilizar todas as coberturas adequadas às necessidades do cliente e com uma assistência médica permanente em qualquer parte do mundo”, afirma João Horta e Costa, Chief Commercial Officer da Europ Assistance Portugal, em nota de imprensa.

“Este novo serviço integra a estratégia da Europ Assistance em reforçar a sua aposta e oferta no digital, ao mesmo tempo que estamos ainda mais disponíveis e próximos do cliente quando decide viajar e conhecer o mundo”, conclui.

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Reino Unido regressa às restrições e volta a exigir teste negativo à chegada

Apresentação de teste negativo à chegada ao Reino Unido volta a ser obrigatória a partir desta terça-feira, 7 de dezembro, devido ao aumento do número de casos no país com a nova variante Ómicron.

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A partir desta terça-feira, 7 de dezembro, todos os viajantes que cheguem ao Reino Unido passam a ter de voltar a apresentar um teste negativo para a COVID-19 realizado até 48 horas antes da partida, numa exigência que se aplica a todos os maiores de 12 anos de idade, informou o ministério da Saúde britânico.

De acordo com a imprensa britânica, a medida, que já tinha estado em vigor e que foi abandonada quando os viajantes passaram a ter realizar um teste de PCR no prazo de dois dias após a chegada a território britânico, está a revoltar o setor turístico do Reino Unido, que considera que a exigência de testes antes da partida é “um golpe devastador” para as viagens e turismo.

As autoridades britânicas consideram, no entanto, que a subida do número de casos de COVID-19 no país e o surgimento da nova variante Ómicron são preocupantes e que o país precisa de tomar medidas para evitar uma situação ainda mais dramática.

“Precisamos tomar medidas para impedir a propagação da nova variante neste país e evitar um problema maior”, explicou  Dominic Raab, secretário de Justiça britânico.

Além do regresso dos testes antes da partida, as autoridades britânicas avisam também que podem ser adotadas “outras medidas decisivas, se necessário, para conter o vírus e a nova variante”.

Recorde-se que, devido à variante Ómicron, o Reino Unido já tinha proibidos os voos da África do Sul e colocou 10 países africanos na lista vermelha, o que significa que apenas cidadãos do Reino Unido e irlandeses ou residentes no Reino Unido podem viajar desses países para o Reino Unido. Na lista vermelha passa também a estar, a partir desta segunda-feira, 6 de dezembro, a Nigéria.

Além do regresso dos testes antes da partida, o Reino Unido voltou também a decretar a obrigatoriedade do uso de máscara facial nas lojas e transportes públicos, uma vez que o número de contágios com a nova variante Ómicron está a subir e soma já 160 casos confirmados.

 

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Arábia Saudita quer plano para “fortalecer” Organização Mundial do Turismo

Ahmed Al Khateeb, ministro saudita do Turismo, considera que é necessário trabalhar num plano para fortalecer a OMT e que permita que a organização lidere a recuperação do setor.

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A Arábia Saudita considera que a Organização Mundial do Turismo (OMT) é “fraca” e precisa de um plano para ser mais forte, resiliente e sustentável, de forma a permitir que a organização lidere o processo de recuperação do setor, que foi um dos mais afetados pela pandemia da COVID-19.

Em declarações à agência de notícias espanhola Efe e reproduzidas pela Lusa, Ahmed Al Khateeb, ministro saudita do Turismo, defendeu que a OMT “não é forte, não é como a Unesco”, outra das agências especializadas das Nações Unidas, considerando que sem um “plano claro” esse objetivo não será atingido.

“Se quisermos que o seja, sem um plano claro, não vamos conseguir”, defendeu, lembrando que o transporte aéreo e a hotelaria, em concreto, foram em todo o mundo os setores mais afetados pela pandemia da COVID-19, motivo pelo qual diz ser necessário tornar a OMT numa organização forte para liderar a recuperação do setor.

Segundo o governante saudita, o fortalecimento da organização deverá exigir uma grande coordenação e cooperação internacional que “esteve ausente durante grande parte dos últimos dois anos”, ao mesmo tempo que é necessário tornar mais eficientes e transparentes os métodos de trabalho para garantir benefícios reais e mensuráveis ​aos Estados membros.

Ahmed Al Khateeb disse que foi a iniciativa saudita de traçar um plano de fortalecimento da organização que levou Estados membros a solicitar a transferência da sede da OMT de Madrid para Riad, capital da Arábia Saudita, e que se se reuniu nos últimos oito meses com os homólogos de mais de 100 países.

Mas a ideia da mudança da sede não partiu do governo saudita, garantiu, mas dos países que entenderam que tê-la em Riad facilitaria a supervisão do desenvolvimento do plano em causa.

Quando o governo espanhol rejeitou a proposta de transferência da sede, os dois países concordaram em trabalhar juntos na proposta saudita, para apresentá-la à assembleia geral, que acaba de aprová-la.

O grupo, no qual todas as regiões estarão representadas, desenvolverá a estratégia da OMT para os próximos quatro anos, que apresentará ao seu conselho executivo dentro de três meses após o início dos trabalhos.

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Turismo do Porto e Norte considera “incompreensível” a reduzida operacionalidade da TAP no Porto

Entidade regional de turismo diz que não pode contar com a TAP para retomar rotas internacionais que foram suspensas com a pandemia e pede mais recursos para continuar o trabalho de captação aérea.

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O Turismo do Porto e Norte de Portugal considera que o “progressivo esvaziamento” da operacionalidade da TAP no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, é “incompreensível” e pede mais recursos para apoiar a infraestrutura aeroportuária e atrair outras companhias aéreas para o aeroporto do Porto.

Num comunicado enviado à imprensa, o Turismo do Porto e Norte de Portugal diz que, devido à TAP, tem atualmente um “misto de sentimentos” face aos números que a infraestrutura aeroportuária tem vindo a apresentar, uma vez que, se por um lado o Aeroporto Francisco Sá Carneiro já “opera a 70 por cento dos valores que registava no período pré-pandemia”, por outro, “só um em cada dez passageiros dos voos de e para o Porto o fazem através da TAP”.

“A companhia de bandeira do País, paga por todos os portugueses, não trata todas as regiões por igual e o progressivo esvaziamento da sua operacionalidade no Aeroporto Francisco Sá Carneiro é para nós totalmente incompreensível”, considera Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, citado no comunicado divulgado.

Para a entidade regional de turismo, esta parece ser uma atitude de “menosprezo da TAP pela região”, pelo que pede mais recursos para “apoiar o Aeroporto, e por essa via as regiões Norte e Centro de Portugal, na atração de companhias aéreas que verdadeiramente reconheçam o valor deste território e que já demonstraram interesse em operar no destino”.

“Estamos a falar de um aeroporto estratégico para o Noroeste Peninsular, que serve uma região fortemente industrializada e economicamente pujante, com mais de 5 milhões de habitantes, e um destino turístico que é aquele que mais crescia na era pré-pandémica”, acrescenta o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal.

Segundo Luís Pedro Martins, os recursos de que a entidade regional de turismo dispõe “são manifestamente insuficientes” para continuar o trabalho de captação de companhia aéreas, nomeadamente no que diz respeito às transportadoras de longo curso.

“E este cenário é consideravelmente mais grave quando o alvo são as companhias aéreas de longo curso”, aponta a entidade regional de turismo, defendendo que estas iniciativas “reclamam recursos financeiros” e a região “precisa de ser ressarcida da inoperacionalidade da TAP, que parece ter desistido desta parte do país”.

“O Turismo do Porto e Norte acompanha as preocupações manifestadas pelos autarcas da região, e está disponível para, havendo reforço financeiro, trabalhar com o Turismo de Portugal e com o Aeroporto do Porto, naquele que é um dos fatores críticos de sucesso para a região”, indica ainda a entidade.

O Turismo do Porto e Norte de Portugal lembra que ainda no passado mês de novembro, a ANA – Aeroportos de Portugal concluiu a ampliação do taxiway no Aeroporto do Porto, acrescentando 1300 metros de pista e um desvio que permitirá uma melhor sequência de descolagens e uma saída rápida da pista de 300 metros, representando uma melhoria operacional fundamental, com impacto positivo imediato para as companhias aéreas e passageiros, num investimento que, segundo a entidade, parece, no entanto, não dizer nada à TAP.

“Um investimento forte num aeroporto sucessivamente premiado e de reconhecida qualidade, mas que não parece dizer nada apenas à TAP, uma vez que o mesmo não se passa com outras companhias” acrescenta Luís Pedro Martins.

O Turismo do Porto e Norte revela que, atualmente, existem 19 companhias aéreas em operação na infraestrutura, que voam para 21 mercados e disponibilizam mais de uma centena de rotas, das quais apenas sete são rotas internacionais asseguradas pela TAP, pelo que, diz a entidade regional de turismo, a região não conta com a TAP para retomar rotas importantes que foram suspensas com a pandemia, nomeadamente para o Brasil, EUA ou Canadá.

“É fundamental que as ligações de longo curso retomem, concretamente ao Brasil, Estados Unidos e Canadá, bem como à Ásia e Pacífico, e para este objetivo torna-se cada vez mais evidente que não podemos contar com a TAP”, acrescenta Luís Pedro Martins.

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