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Setor de eventos revela dificuldades em contratar trabalhadores

Um inquérito realizado a 475 especialistas da área dos eventos mostrou que 40% destes empresários não conseguem contratar mão-de-obra, afetando o seu negócio. Se 36% dos especialistas entrevistados realizam mais serviços do que antes da pandemia, 40% recusam serviços por não terem capacidade de resposta aos mesmos.

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Setor de eventos revela dificuldades em contratar trabalhadores

Um inquérito realizado a 475 especialistas da área dos eventos mostrou que 40% destes empresários não conseguem contratar mão-de-obra, afetando o seu negócio. Se 36% dos especialistas entrevistados realizam mais serviços do que antes da pandemia, 40% recusam serviços por não terem capacidade de resposta aos mesmos.

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Os empresários que trabalham com eventos revelam que a falta de mão-de-obra é um dos principais desafios dos profissionais desta área, com um impacto direto nos seus lucros.

A conclusão parte da plataforma de contratação de serviços Fixando, que após um inquérito realizado junto de 475 especialistas da área dos eventos, durante o primeiro quadrimestre de 2023, chegou à conclusão que cerca de 40% dos empresários entrevistados afirmam que a falta de mão de obra no setor está a impactar negativamente o seu negócio e não conseguem contratar.

Os resultados deste inquérito, “realizado com o objetivo de entender como a pandemia afetou o setor e quais são as suas principais necessidades”, deram ainda conta de que 36% dos especialistas entrevistados realizam mais serviços do que antes da pandemia, no entanto, apenas 24% registou um aumento dos seus lucros.

Por outro lado, 40% diz que a falta de mão de obra no setor está a afetar o seu negócio, uma percentagem que se replica quando os empresários afirmam que não conseguem contratar pessoas atualmente.

30% dos inquiridos aumentou salários para captar mão-de-obra

Entre as principais causas para a falta de mão de obra, a maioria dos profissionais (56%) aponta o dedo à pandemia, que forçou muitos trabalhadores a procurar trabalho noutras áreas, mas também à falta de pessoas qualificadas (40%), bem como ao facto destes trabalhadores considerarem os salários pouco apelativos (44%).

A necessidade de recusarem serviços por não terem capacidade de resposta para os mesmos é um problema que afeta cerca de 40% destes profissionais.

Uma das soluções encontradas por cerca de 30% dos inquiridos passa pelo aumento da remuneração para estes trabalhos que, apesar de ter um impacto direto na redução dos seus lucros, é considerada como uma das soluções mais eficazes.

Perante esta situação, 63% dos especialistas afirma estar a ter uma quebra nos lucros entre 25% a 50%, o que deverá levar a um aumento generalizado dos preços praticados pelo setor.

“Neste momento não temos mãos a medir: é escolher o cliente que mais benefício nos dará e dizer que não a pequenos eventos. Os portugueses não querem trabalhar neste ramo devido à [quantidade de] horas [de trabalho] e por não terem fins-de-semana livres”, explica Luís Teixeira, gerente da empresa de organização de eventos Conspiração Catering, que reforça ainda a inevitabilidade do aumento dos preços.

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Escolas do Turismo de Portugal abrem candidaturas até 16 de julho

As candidaturas exclusivas para alunos nacionais e residentes na UE que queiram frequentar cursos nas Escolas do Turismo de Portugal já se encontram a decorrer e vão estar abertas até 16 de julho.

As candidaturas exclusivas para alunos nacionais e residentes na UE que queiram frequentar cursos nas Escolas do Turismo de Portugal já se encontram a decorrer e vão estar abertas até 16 de julho, avança o Turismo de Portugal.

Numa nota divulgada no seu website, o Turismo de Portugal indica que as candidaturas encontram-se abertas para Cursos de Especialização Tecnológica (CET), de nível cinco, assim como para Cursos de Dupla Certificação on-the-job e ainda para Cursos Profissionais, de nível 4.

As candidaturas aplicam-se a estudantes que sejam cidadãos da União Europeia ou que não tenham cidadania europeia mas sejam residentes em Portugal e detentores de autorização de residência em território nacional.

O processo de candidatura decorre online e pode ser realizada aqui, através do website das próprias escolas, devendo o candidato selecionar o curso e a escola a que se pretende candidatar.

 

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Turismo da ONU lança programa TFDP para formadores de turismo

O Programa de Desenvolvimento de Faculdades de Turismo (TFDP) é uma nova iniciativa de capacitação para professores e formadores na área do turismo desenvolvida pela ONU Turismo e lançada em 2024.

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Ao oferecer cursos e certificações online, o objetivo do programa TFDP, que acaba de ser lançado pela ONU Turismo, é permitir que professores e formadores na área do turismo desempenhem o seu trabalho de forma ainda mais eficaz (ensino, formação e administração de estudos).

Estruturado na forma de módulos, o programa fornece conhecimentos sobre desenvolvimento curricular e pedagogia, orientação prática na gestão de programas de estudo em turismo e ajuda a fortalecer as competências dos professores com base nas metodologias e melhores práticas de última geração, indica a instituição em comunicado.

A certificação TFDP da ONU Turismo permite ao formador receber as informações mais atualizadas sobre tendências turísticas e melhores práticas nas áreas de inovação, investimentos, sustentabilidade e marketing digital, descobrir novas metodologias e estratégias para comunicar de forma eficaz e oferecer um ensino interessante e impactante para as novas gerações, bem como habilitar-se a um certificado reconhecido internacionalmente estabelecido pela ONU Turismo.

Os Estados Membros do Turismo da ONU e os centros de educação ou formação podem apresentar um pedido para implementar o programa. Os participantes (designados pela entidade solicitante) acompanham os diferentes módulos incluindo palestras e debates e submetem-se a avaliações e, os que concluírem os cursos online mínimos exigidos são convidados a fazer o exame final.

Os participantes do programa que passaram no exame final obtêm a certificação UN Tourism.TFDP.

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Hotéis de luxo do Dubai de olho nos estudantes da ESHT

O grupo Jumeirah Hotels and Resorts, que detém o Burj Al Arab, no Dubai, está de olho nos alunos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE) e apresenta mais de uma centena de vagas para estágios de finalistas das licenciaturas e estudantes dos mestrados da instituição de ensino.

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O grupo Jumeirah Hotels and Resorts manifestou interesse em receber mais de uma centena de licenciados ou frequentadores de mestrados da instituição, para estágios de seis meses no Dubai, com condições extremamente competitivas para os jovens.

As propostas do grupo incidem sobre as unidades do Jumeirah Hotels and Resorts no Dubai, onde um trio de hotéis ficará completo com a abertura do Jumeirah Marsa al Arab, bem próximo do Jumeirah Beach Hotel e do mundialmente conhecido Burj Al Arab.

“Este interesse demonstrado pelo Jumeirah Hotels and Resorts é fortemente motivador e confirma que a instituição está no bom caminho”, indica Carlos Brandão, presidente da ESHTE, para destacar que é, igualmente “um sinal de reconhecimento em relação à qualidade do ensino em Portugal, neste caso na área do turismo”.

Carlos Brandão assegura que “os nossos estudantes saem daqui preparados para dar uma excelente resposta aos desafios mais exigentes”, reforçando que “esta abordagem, mais uma do exterior, deve servir igualmente como um aviso forte para o mercado nacional”, pois “se querem bons estudantes terão de atrai-los com melhores condições, a vários níveis”.

Para esclarecer questões e apresentar as condições propostas para os estágios de seis meses, tendo em vista o segundo semestre de 2024, o Jumeirah Hotels and Resorts vai promover uma sessão de esclarecimento para os estudantes, a 4 de abril, via Teams.

Refira-se que, em 2023, entre 734 estágios de finalistas das licenciaturas da ESHTE, 90 foram realizados além-fronteiras e 53 desses – mais de metade, portanto – tiveram como cenário os hotéis gregos, sobretudo as unidades de luxo dos grupos Sani/Ikos Hotels e Nana Hotels.

A ESHTE, que tem nesta altura a decorrer as inscrições para os mestrados e as pós-graduações do próximo ano letivo, mantém uma forte aposta na investigação e, nesse sentido, assinou recentemente com o Governo um contrato-programa de financiamento e apoio à contratação por tempo indeterminado de dois doutorados para a carreira de investigação científica.

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Formação Executiva em Turismo Militar inicia-se a 4 de abril

A nova ação formativa, gratuita e em formato online, inicia-se no próximo dia 4 de abril e pretende dar a conhecer os aspetos mais relevantes do Turismo Militar em Portugal, com vista à promoção e disponibilização de serviços de qualidade em todos os recursos relacionados com este segmento turístico.

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A nova formação executiva em Turismo Militar, que visa dotar os formandos de conhecimentos técnicos que lhes permitam acolher, informar e guiar os visitantes e turistas que procuram conhecer e visitar os recursos nacionais relacionados com o Turismo Militar, inicia-se no próximo dia 4 de abril.

A iniciativa, desenvolvida pelo Turismo de Portugal, através da sua rede de escolas, em colaboração com Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, pretende dar a conhecer os aspetos mais relevantes do Turismo Militar em Portugal, com vista à promoção e disponibilização de serviços de qualidade em todos os recursos relacionados com o Turismo Militar, nomeadamente no que concerne às condições de visitação, acessibilidade e sustentabilidade, contribuindo para a valorização e a salvaguarda do património material e imaterial associado à história militar nacional.

O Turismo de Portugal indica que são destinatários as entidades gestoras de recursos de Turismo Militar, municípios com património relacionado com este segmento turístico, profissionais do setor do turismo incluindo empresas de animação turística, agências de viagens e turismo, alojamento turístico, restauração, bem como entidades, públicas ou privadas, ligadas ao património histórico-militar.

​A formação executiva decorre às terças e quintas, pelas 14h30, na Academia Digital do Turismo de Portugal.​

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Showcase Day da Beta-i de olho na sustentabilidade do destino Portugal

Para tornar o setor turístico no nosso país mais green e eficiente, o Turismo de Portugal e a consultora de inovação colaborativa Beta-i juntaram-se num Showcase Day do programa de aceleração Beta Start, onde 20 startups fizeram pitch das ideias que prometem redefinir um dos setores com maior impacto em Portugal.

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Com vista a resolver os desafios da gestão de recursos, a eficiência energética e o impacto das atividades turísticas nas comunidades, que ainda tem muito por onde explorar no que toca à digitalização, desmaterialização e mobilidade inteligente, capazes de revolucionar a experiência do turista, 20 startups chegaram à fase final da terceira edição do programa e apresentaram as suas propostas perante uma audiência de investidores, empreendedores e players de relevância no setor.

Ao longo de três meses, as startups selecionadas entre as 97 candidaturas puderam trabalhar com o apoio de entidades institucionais como a ADENE, Brisa, Sporting Clube de Portugal, NEST, Nova Turismo e Hospitalidade, Deloitte, Vodafone e Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality. Estes parceiros, também mentores, fizeram parte de um percurso personalizado de mentoria, workshops e networking, que culminou agora no evento final do Showcase Day.

Ao juntar vários investidores early stage de Portugal, tais como COREangels, Portugal Ventures, Bynd, Ground Capital, Indico, BlueCrow Capital, LC Ventures e Olisipo Way, a terceira edição do Beta Start assumiu o objetivo de aumentar o número de investimentos em startups early stage no país.

O Beta Start assume-se como um programa de referência no setor, acumulando mais de 200 candidaturas ao longo das três edições e mais de 60 workshops dados às startups selecionadas.

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Les Roches e Silversea estabelecem parceria para Pós-Graduação em Gestão de Cruzeiros de Luxo

A Pós-Graduação em Gestão de Cruzeiros de Luxo da Les Roches é a primeira do género a ser lançada e permite obter competências para gerir e supervisionar várias áreas a bordo de navios de cruzeiro~.

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A Les Roches e a Silversea estabeleceram uma parceria no âmbito de uma Pós-Graduação em Gestão de Cruzeiros de Luxo, numa formação pioneira, que se destaca por ser a primeira do género, informou a instituição de ensino superior, em comunicado.

“O primeiro do seu género, este programa inovador – oferecido no campus da Les Roches em Marbella, Espanha – fornece aos estudantes os conhecimentos e as competências necessárias para gerir e supervisionar várias áreas a bordo de navios de cruzeiro, para além de aspetos de marketing, gestão de receitas e outras funções comerciais relacionadas com a indústria dos cruzeiros”, explica a Les Roches, na informação divulgada.

Além das competências alcançadas, os alunos desta Pós-Graduação vão também poder usufruir de bolsas de estudo entre ambas as entidades, bem como da oportunidade de obter um emprego a bordo da frota da Silversea, companhia de cruzeiros do luxo do Grupo Royal Caribbean.

“A parceria com a marca de cruzeiros ultra-luxuosos líder mundial é um motivo de orgulho para a Les Roches. A dedicação e a ambição que a Silversea impõe no seu modelo de negócio estão em sintonia com a nossa metodologia de formação. O setor de cruzeiros de luxo é uma área ainda não totalmente explorada academicamente, e a promoção deste diploma posiciona-nos na vanguarda, de uma especialização que continua a crescer ano após ano”, destaca Carlos Díez de la Lastra, CEO da Les Roches.

Já Barbara Muckermann, presidente da Silversea, considera que esta parceria é importante, uma vez que a “educação e a formação são fundamentais nesta indústria orientada para o serviço, que está a crescer rapidamente”.

“Desde que passou a fazer parte do Grupo Royal Caribbean, a Silversea recebeu seis navios na sua frota em apenas três anos, o que torna a atração de profissionais talentosos mais importante do que nunca. Estamos muito satisfeitos com a parceria com Les Roches, uma instituição académica de referência, para garantir que o nosso serviço continua a ser o melhor do setor”, acrescenta a responsável.

No primeiro semestre desta formação, vão estar em destaque temáticas como as operações de cruzeiros, o desenvolvimento de experiências de luxo para os hóspedes, o alojamento de luxo e a gestão de alimentos e bebidas a bordo, além das vendas, receitas e direito marítimo.

“Durante este período, Les Roches oferece também uma viagem de negócios ao Mónaco e a Miami, onde se encontra o maior porto de passageiros do mundo. Após a conclusão desta primeira parte do programa, os estudantes podem optar por um período de imersão na indústria de cruzeiros com a Silversea”, acrescenta a entidade de ensino.

Toda a informação sobre a Pós-Graduação em Gestão de Cruzeiros de Luxo da Les Roches pode ser consultada aqui.

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Academia Internacional do Chocolate vai nascer em Óbidos

A vila de Óbidos vai acolher a Academia Internacional do Chocolate, na sua Escola de Hotelaria e Turismo. Este é o resultado de um protocolo entre a Câmara Municipal de Óbidos e o Turismo de Portugal.

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Numa sessão que teve lugar no Salão do Chocolate em Óbidos, o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal formalizam um protocolo para a instalação, no edifício da antiga escola primária, do Polo de Óbidos da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, e da nova Academia Internacional do Chocolate.

Desde o início da sua atividade que, segundo avança o Turismo de Portugal, na sua página oficial, a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste se tem ​posicionado como veículo preferencial de formação dos novos profissionais do setor da hotelaria, restauração e turismo, na região do Oeste. O Polo de Óbidos é uma extensão relevante porque permit​e ao Turismo de Portugal cobrir toda a região, naquilo que é o compromisso da formação profissional para a área da pastelaria, padaria e chocolataria. Além disso, através deste entendimento será possível a reabilitação e requalificação do, atualmente inativo, edifício da antiga escola primária de Óbidos.

Ainda de acordo com a instituição, reveste-se de importância estratégica que estas novas instalações permitam acolher uma Academia Internacional do Chocolate​ que vise a formação em excelência neste produto, viabilizando a partilha de conhecimento, de experiências e de tendências, entre os profissionais e alunos.​​​

O projeto implica um investimento de 1,2 milhões de euros. O custo desta obra deve-se à necessidade de modernizar vários equipamentos, uma vez que a escola será “vocacionada para a área da pastelaria e da chocolataria”, explicou Ana Paula Pais, responsável pela direção de gestão e competências e capacitação das escolas de turismo, citada pela imprensa local.

A autarquia prevê que a requalificação esteja concluída em 2025, e será “uma enorme oportunidade de aumentar a ligação às empresas, a somar àquilo que é a formação inicial”, ministrada anualmente a duas turmas de pastelaria, num total de 40 alunos por ano, clarificou o diretor da escola, Daniel Pinto. O objetivo será “reforçar muito um plano permanente de formação executiva para os profissionais” e afirmar a escola “como uma referência” ao nível da chocolataria, acrescentou, sublinhando a ligação ao Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, realizado anualmente na vila.

O presidente da autarquia, Filipe Daniel, agradeceu ao Turismo de Portugal “por acreditar que Óbidos é um destino onde se podem gerar as condições de excelência para que consigamos atingir as premissas de diferenciação dos serviços prestados [no Turismo]”, apostando na “capacitação das pessoas”.

O presidente da CM de Óbidos sublinhou que “afirmarmo-nos como um território cada vez mais sustentável, cada vez mais amigo de todos, o que vai permitir, seguramente, construir um futuro promissor para todos os jovens”, acrescentando que “a Academia do Chocolate é uma aposta que acreditamos que vai fazer a diferença”.

O projeto de criação de “uma academia de nível internacional no domínio do chocolate marca o arranque da requalificação das 12 escolas de Hotelaria e Turismo do país”, anunciou o presidente do Turismo de Portugal. Carlos Abade disse que “2024 é o ano da maioridade da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste”, sendo que o polo de Óbidos desta escola, “para além da dimensão da chocolataria e da pastelaria, também tem a dimensão do Turismo Literário, que não podia deixar de estar noutro sítio que não aqui, na Vila Literária de Óbidos”. “O crescimento do turismo de forma inteligente, sustentável e responsável tem de estar assente na qualificação dos recursos humanos”, disse o responsável, concluindo que “a Academia do Chocolate é um marco importante para que isso aconteça”.

 

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Feira de Emprego da Bolsa de Empregabilidade em Lisboa. Créditos: Frame It

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Bolsa de Empregabilidade realiza feira de emprego pela quarta vez no Porto

A feira de emprego da Bolsa de Empregabilidade, uma iniciativa da Associação Fórum Turismo, chega pela quarta vez ao Porto esta terça-feira, 12 de março.

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O evento vai realizar-se pelo terceiro ano consecutivo no Palácio da Bolsa, sendo que este ano são esperados 1.600 visitantes, com a participação de 15 escolas e mais de 700 alunos. A feira abre às 10h00, com um horário reservado exclusivamente para as escolas até às 13h00. A partir desse horário, até às 17h00, o evento estará aberto ao público geral.

A sessão de abertura decorre das 11h00 às 12h00, estando já confirmadas as participações de António Marto, presidente da Associação Fórum Turismo; Catarina Santos Cunha, vereadora do pelouro do Turismo e da Internacionalização da Câmara Municipal do Porto; Carla Vale, Delegada Regional do Norte do IEFP; Luís Pedro Martins, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal; Álvaro Costa, vice-presidente da Associação Comercial do Porto e Carlos Abade, presidente do Turismo de Portugal.

Mais de 60 empresas, incluindo a cadeia de hotéis Pestana, Eurostars, Sonae Capital e Solverde Casinos & Hotéis vão marcar presença no evento, sendo que a plataforma de recrutamento associada à Bolsa de Empregabilidade conta já com 11.873 utilizadores, de acordo com a associação.

A Feira de Emprego conta com o apoio institucional do Turismo de Portugal e da Câmara Municipal do Porto e tem como principal patrocinador a merytu, além da parceria com a Associação Comercial do Porto.

Os interessados podem consultar a lista de empresas participantes e efetuar a inscrição gratuita no evento a partir do website da Bolsa de Empregabilidade.

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merytu reforça parceria com o ISCE no arranque da 2.ª edição do ISCE Tourism PAP Challenge

A associação entre as duas entidades procura valorizar o ensino profissional e promover um contacto mais direto entre estudantes e o mercado de trabalho. Ao mesmo tempo abrem as candidaturas para o ISCE Tourism PAP Challenge.

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Arrancou a 2.ª edição do ISCE Tourism PAP Challenge powered by merytu, uma iniciativa criada pelo Departamento de Turismo do ISCE – Instituto Superior de Lisboa e Vale do Tejo, que tem como missão valorizar o ensino profissional nacional, na área do Turismo e, incentivar o ingresso dos estudantes no ensino superior.

As inscrições estão abertas até junho e a iniciativa pretende desafiar estudantes e escolas, de cursos profissionais em turismo a apresentarem as suas melhores Provas de Aptidão Profissional (PAP), tendo como objetivo receber uma bolsa de estudo, no curso de Licenciatura em Gestão Turística no ISCE.

A iniciativa pretende contribuir para a valorização da formação do setor e dos futuros profissionais, premiando os melhores projetos apresentados e, incentivando a sua aplicação prática junto do tecido empresarial.

A mesma conta com o apoio da merytu desde a criação do concurso em 2023, graças à capacidade da empresa em alinhar a sua tecnologia à falta de mão de obra no setor. A inovação da merytu permite detetar um matching dinâmico de perfis profissionais, entre colaboradores e empresas, adaptado às atuais necessidades do mercado, nomeadamente; gestão de trabalho flexível, personalização de serviços, análise de dados para tomada de decisões estratégicas e automatização de processos.

João Silva Santos, CEO da merytu, refere que “queremos revolucionar a área dos recursos humanos no setor do turismo, ajudando a combater o flagelo da falta de mão de obra e profissionais que tem assolado tanto este setor. Somos especialistas na identificação e gestão de talento nesta área e, como tal, fazia todo o sentido juntarmo-nos ao ISCE e apoiar esta iniciativa”.

Já Nuno Abranja, um dos responsáveis da iniciativa e diretor do Departamento de Turismo do ISCE, reforça que “valorizar o ensino profissional e combater os preconceitos relacionados com o mesmo, promovendo uma maior proximidade com o mercado de trabalho são os grandes objetivos desta iniciativa. É um grande orgulho ter a merytu connosco neste desafio, temos a mesma visão e acreditamos nos mesmos pilares, portanto esta parceria será certamente um sucesso”.

Após uma triagem inicial, serão eleitas as PAP finalistas, que no termo da competição serão apresentadas a um júri composto por professores, estudantes, representantes de Escolas, Instituições e empresas parceiras. Ao vencedor do ISCE Tourism PAP Challenge powered by merytu será atribuída uma bolsa de estudo no curso de Licenciatura em Gestão Turística no ISCE e, ainda atribuídos vários prémios noutras categorias (Prémio Best Pitch; Prémio Responsabilidade social e sustentabilidade; Prémio Criatividade; Prémio Inovação e digitalização, Prémio Melhor Orientador e, ainda Prémio ‘Melhor Escola’ para a escola do projeto vencedor. Depois do sucesso da primeira edição, a edição deste ano fica marcada por uma novidade permitindo que as PAP possam ser apresentadas em grupo, havendo assim a possibilidade de vários alunos ganharem o prémio e indo ao encontro do que acontece em várias escolas profissionais, onde estas PAP são realizadas em grupo e aumentando assim o alcance da iniciativa.

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Procura supera oferta na ESHTE

“Nestes últimos anos, ainda de forma mais vincada, a procura empresarial pelos alunos da ESHTE é claramente superior à oferta”, salienta o presidente da instituição, Carlos Brandão, numa análise partilhada por João Pronto, professor adjunto e coordenador de estágios da instituição.

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Nas instalações da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril viveram-se dias intensos entre 19 e 23 de fevereiro, com diversas iniciativas que “comprovam a preparação dos estudantes para os desafios do futuro e o elevado interesse do mercado nos alunos formados na ESHTE, que exibe uma taxa de empregabilidade de 95,9% e origina um cenário de quase pleno emprego para os estudantes da instituição”, refere o estabelecimento de ensino superior em nota de imprensa.

O Fórum Estágios e Carreiras da ESHTE reuniu 82 entidades representativas do setor e fortaleceu a ligação entre a academia e o mercado de trabalho. “O Fórum começou com um pedido nosso às empresas e, neste momento, estamos já numa posição contrária, ou seja, temos dificuldades em aceitar todos os que querem cá vir”, disse o presidente da instituição, Carlos Brandão.

“Nós não precisamos de dizer para onde é que queremos que os nossos alunos vão. Já cá estou desde 1996 e não me recordo de termos tido um aluno que não tenha pelo menos estagiado. Nunca aconteceu”, considera, por sua vez, João Pronto, professor adjunto e coordenador de estágios da instituição.

A presença de um considerável número de alunos da Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril no Fórum Estágios e Carreiras, em representação de uma ampla variedade de empresas, evidencia o impacto duradouro da formação oferecida pela instituição. Por outro lado, a crescente procura, proveniente do estrangeiro, de recém-formados justifica profunda reflexão em Portugal.

“Fomos a primeira instituição de ensino superior dedicada exclusivamente ao turismo em Portugal e a ESHTE foi criada precisamente por uma necessidade de resposta à qualificação de nível superior para a área do turismo. Faz parte da nossa estratégia sempre adaptar-nos ao que o mercado precisa, às novas tendências. Há uma grande procura pelos nossos alunos, mas sobretudo no período pós-Covid, nota-se alguma relutância destes jovens em ficarem no nosso País”, avisa o presidente Carlos Brandão.

Os estágios são uma disciplina de cariz obrigatório na instituição de ensino, permitindo a interação direta entre os alunos e o setor, antes da entrada definitiva no mercado de trabalho. Procurando dissipar eventuais dúvidas na comunidade, a instituição promoveu sessões de esclarecimento ao longo dos últimos dias.

Após duas sessões sobre estágios curriculares, o Gabinete de Mobilidades e Relações Internacionais organizou uma sessão de esclarecimento ERASMUS+ para toda a comunidade, com a colaboração de representantes da Agência Nacional Erasmus e da Erasmus Student Network Lisboa.

Entre planos de estágios e carreiras, a ESHTE vai dotando os alunos de conhecimentos sobre o passado e o futuro, essenciais para a capacitação plena dos estudantes. Na passada semana, o Dia Internacional do Guia-Intérprete foi assinalado com uma mesa-redonda que teve como tema “A Revolução dos Cravos – cambiantes na prática dos guias-intérpretes”.

E de olhos postos no futuro, que na realidade já é o presente, teve lugar um seminário intitulado “Robótica na Hotelaria: iremos ser substituídos por robôs?”, organizado pela Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP Júnior), em colaboração com a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril.

“Tentamos sempre esta ambivalência: não só o mundo académico, mas também a sua materialização em termos das competências, que os nossos alunos levam para o mercado de trabalho. Por isso temos tido esta procura, e, como tal, quase não damos resposta ao que os players nos pedem”, frisa Pedro Moita, pró-presidente da ESHTE para a área do IT.

No entanto, a instituição não trava a marcha e avança para novas frentes, como a abertura de inscrições para os mestrados. “Temos novos figurinos para os mestrados, novas designações, novos conteúdos, muito atrativos. Foi uma alteração muito refletida e vamos fazer com que todos sintam que podem ter aqui, nos segundos ciclos, uma excelente complementaridade às licenciaturas”, conclui o presidente Carlos Brandão.

 

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