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TUI Portugal lança campanha Blue Weeks

A TUI Portugal lançou uma nova campanha, denominada Blue Weeks, que conta com “ofertas de produto exclusivo e ainda condições especiais para Agentes de Viagens e cliente final”. As reservas estão disponíveis até 5 de dezembro.

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A TUI Portugal lançou uma nova campanha, denominada Blue Weeks, que conta com “ofertas de produto exclusivo e ainda condições especiais para Agentes de Viagens e cliente final”.

Num comunicado enviado à imprensa, o operador turístico explica que esta campanha, que é subordinada ao lema “Há um destino para todos”, vai estar disponível ao longo de duas semanas e inclui “todos os destinos presentes na programação da TUI Portugal”, cujas reservas devem se realizadas até 5 de dezembro.

Destinos como Japão, Argentina, Chile, Nova Zelândia e Indochina (Camboja, Laos e Vietname), que o operador turístico relançou recentemente, estão incluídos nesta campanha, assim como os ‘best-sellers’ Maldivas, Maurícias, Zamzibar e Seychelles.

“Com esta campanha, que terá uma forte dinâmica de comunicação digital, o Operador espera inspirar os clientes a visitarem as Agências de Viagens parceiras em busca das melhores oportunidades para as próximas férias”, indica a TUI Portugal.

A nova campanha promocional da TUI Portugal inclui também um vídeo teaser, que pode ser  visualizado aqui.

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Da esquerda para a direita: Hugo Teixeira Francisco, Bruno Teixeira, João Daniel Ramos

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Portugal Green Travel adquire participação na Geonatour

A Portugal Green Travel acaba de adquirir uma participação no capital da Geonatour no que diz ser um “reforço do compromisso com o turismo sustentável em Portugal”.

Num movimento estratégico, a Portugal Green Travel acaba de adquirir uma participação significativa na Geonatour, fortalecendo assim a sua posição em soluções de turismo sustentável, abrindo este acordo um novo capítulo para ambas as empresas, com um foco renovado em inovação e sustentabilidade.

Hugo Teixeira Francisco, cofundador e CMO da Portugal Green Travel, destaca que a Geonatour já era uma parceira valiosa e fornecedora de serviços essenciais para eles. “A entrada no seu capital é um passo natural, dado o aumento significativo de turistas que procuram experiências autênticas, nomeadamente programação de caminhadas e atividades ao ar livre em Portugal. Com esta parceria, reforçamos o nosso compromisso com inovações tecnológicas e a digitalização do setor turístico, que são cruciais para promover um turismo mais responsável e integrado,” afirma Hugo.

Do lado da Geonatour, Bruno Teixeira, CEO e cofundador, considera que a entrada da Portugal Green Travel vai servir como uma “verdadeira alavanca para crescimento e inovação. Não só traz um forte alinhamento estratégico e compromisso com a sustentabilidade, como também nos permite expandir e melhorar a nossa oferta de serviços. Juntos, iremos desenvolver novos produtos que respeitam e promovem a riqueza natural e cultural dos territórios portugueses”.

As expectativas para os próximos anos são altas, e ambos os responsáveis estão confiantes de que esta parceria transformará o turismo em Portugal. Hugo Teixeira Francisco projeta que esta parceria colocará a empresa na vanguarda do turismo sustentável em Portugal. “Estamos a trabalhar para integrar completamente as nossas operações e maximizar as sinergias entre as nossas equipas. A nossa visão é a de que cada turista que visita Portugal através da nossa rede experimente uma conexão genuína e profunda com os territórios, beneficiando todas as partes envolventes de uma forma sustentável e com recurso a soluções tecnológicas 100% portuguesas”.

Já Bruno Teixeira acrescenta que a meta é “continuar a promover e valorizar o património natural através da plataforma Geonatour, garantindo que cada experiência seja única e verdadeiramente enriquecedora”.

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TTS disponibiliza a funcionalidade EasyPay para agências IATA GoLite

A TTS – Travel Technology & Solutions acaba de anunciar o lançamento da nova funcionalidade EasyPay no TTS Consolidator. Esta adição permite às agências IATA GoLite expandir o seu negócio de consolidação de forma segura e eficiente, proporcionando uma melhor experiência aos seus clientes.

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Soltour lança charters de verão do Porto para Múrcia e Almería

A Soltour vai disponibilizar charters desde o Porto para Múrcia e Almería, em Espanha, ao longo deste verão, em voos diretos que decorrem até 11 e 19 de setembro, respetivamente.

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A Soltour lançou mais duas operações charter para este verão, ambas com partida do Porto e destino a Múrcia e Almería, em Espanha, avançou o operador turístico, em comunicado.

Segundo a Soltour, o charter para Múrcia conta com partidas entre 16 de julho e 11 de setembro, enquanto os voos para Almería acontecem até 19 de setembro, tratando-se, em ambos os casos, de voos diretos.

A inauguração de ambas as operações já aconteceu, com a Soltour a sublinhar que Múrcia oferece praias mediterrânicas, já que se trata de uma cidade costeira localizada Málaga e Alicante.

“A região tem uma oferta variada de natureza, graças à sua diversidade paisagística de praias, colinas e florestas, ideal para os amantes de caminhadas, bem como para os viajantes mais urbanos com a energia e o ambiente universitário da cidade de Múrcia. A sua catedral barroca, com o segundo campanário mais alto de Espanha, e as suas encantadoras ruas calcetadas convidam a explorar a cidade e a desfrutar de tapas, cerveja e música ao vivo nas suas diversas esplanadas”, refere a Soltour.

Já Almería, na Andaluzia, é conhecida por pela natureza, gastronomia e cultura, ainda que também as praias desta cidade espanhola sejam famosas, seja pela qualidade do areal ou da água do mar.

“A apenas 20 quilómetros da capital, os viajantes encontrarão o Parque Natural do Cabo de Gata-Níjar, o maior tesouro natural da província, sem esquecer as suas praias, excelentes tanto pela qualidade da areia como pela limpeza das águas”, lê-se na informação divulgada pelo operador turístico.

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ECTAA apresenta Manifesto com indicações sobre o “essencial para o setor das viagens”

A ECTAA divulgou, recentemente, o seu Manifesto através do qual dá indicações sobre as “ações cruciais para promover uma indústria de viagens competitiva e sustentável”.

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A European Travel Agents’ and Tour Operators’ Associations (ECTAA), da qual a portuguesa APAVT faz parte, divulgou o seu Manifesto, instando a União Europeia, agora que as instituições europeias se preparam para os próximos cinco anos, a tomar iniciativas estratégicas e a prestar apoio regulamentar para reforçar a resiliência do sector, promover a inovação e garantir a sustentabilidade.

“Agora que conhecemos os novos membros do Parlamento Europeu e as suas responsabilidades, é o momento certo para explicarmos o que consideramos essencial para o setor das viagens”, afirma Eric Drésin, secretário-geral da ECTAA.

O documento publicado pela organização sublinha a necessidade de uma proteção sólida dos consumidores e de transparência na distribuição, assegurando que os viajantes beneficiam de opções de viagem “claras, justas e seguras”. Ao abordar estas áreas-chave, o manifesto define um “caminho claro” para que os decisores políticos e as partes interessadas do setor colaborem eficazmente, garantindo um futuro próspero para o setor europeu das viagens.

A prioridade para os próximos anos passa, assim, pela revisão da diretiva relativa às viagens organizadas. A atual diretiva já garante um elevado nível de proteção do consumidor para as viagens organizadas em termos de informação ao cliente, proteção contra a insolvência e assistência quando algo corre mal. “Qualquer novo texto deve ter por objetivo manter a proteção dos consumidores sem impor encargos desnecessários aos operadores turísticos ou confundir as disposições”, considera-se no manifesto.

No entanto, a ECTAA está “preocupada” com a garantia de escolha do consumidor e com a “transparência” das opções de viagem no futuro. “Os consultores de viagens precisam de ter acesso garantido a conteúdos de viagem completos em condições justas, razoáveis e não discriminatórias”, lê-se no documento. É igualmente importante “garantir direitos efetivos” aos passageiros dos transportes uni e multimodais, que incluam “regras viáveis de reembolso dos bilhetes e a proteção dos dados dos passageiros”. Por último, a ECTAA considera ser “da maior importância” rever o regime especial do IVA para as agências de viagens, a fim de atualizar as regras, resolver as distorções da concorrência e garantir uma aplicação uniforme em toda a Europa.

“Atualmente, a Europa conta com mais de 80.000 agências de viagens que sofreram uma transformação notável nos últimos anos. Passaram de simples intermediários a guias especializados num sistema de viagens complexo. Ao olharmos para o futuro, estes consultores desempenharão um papel cada vez mais importante, respondendo à procura crescente de alternativas adaptadas e sustentáveis às ofertas turísticas convencionais. Apoiar a transição ecológica do turismo é essencial, com a ECTAA a defender um financiamento específico para ajudar as empresas a investir em práticas sustentáveis”, conclui, por sua vez, Frank Oostdam, presidente da ECTAA.

Universo ECTAA

  • 80.000 Agências de Viagens
  • 350.000 Empregados
  • 197 mil milhões de euros em faturação
  • 60 mil milhões de euros em venda de bilhetes de avião
  • 300 milhões de bilhetes vendidos/ano
  • 210 milhões de pacotes de viagens vendidos/ano
Foto: Depositphotos.com
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Expedia Group já pode vender voos da Ryanair

A parceria entre a Ryanair e o Expedia Group vai permitir que, nos próximos meses, os viajantes possam reservar voos da Ryanair diretamente através do Expedia Group.

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A Ryanair chegou a acordo com o Expedia Group para que este possa vender os voos e pacotes com ligações aéreas da companhia aérea, numa parceria que entra em vigor nos próximos meses, informou a companhia aérea low cost, em comunicado.

“Esta colaboração permite ao Expedia Group oferecer as tarifas baixas da Ryanair aos seus viajantes, melhorando as escolhas e experiências dos passageiros”, destaca a Ryanair, realçando que o Expedia Group se tornou na mais recente OTA – Online Travel Agency aprovada pela companhia aérea.

Com esta parceria, os clientes da Expedia Group passam a ter acesso às tarifas baixas da companhia aérea e os voos que a Ryanair disponibiliza para mais de 240 destinos, num processo de reserva que também passa a ser simplificado.

Segundo a Ryanair, esta parceria “garante que os viajantes do Expedia Group tenham acesso à sua conta myRyanair e às atualizações essenciais de voos diretamente, sem a necessidade de concluir o processo de verificação de cliente da Ryanair”

 

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Portugueses apoiam voos exclusivamente para adultos

Segundo um recente estudo da eDreams sobre as atitudes e preferências dos viajantes nos voos, 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia.

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Os portugueses mostram-se inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, apurou um recente estudo da eDreams sobre as principais atitudes e preferências dos viajantes portugueses nos voos.

“Os resultados mostram que 45% dos portugueses estão inclinados ou muito inclinados a apoiar voos exclusivamente para adultos, em comparação com 31% que não apoia essa ideia. Outros 22% disseram ser neutros quanto a este tópico”, revela a eDreams, num comunicado divulgado esta terça-feira, 16 de julho.

O apoio aos voos exclusivamente para adultos torna-se mais forte quanto mais jovens são os portugueses inquiridos, uma vez que, segundo este estudo, “as faixas etárias mais jovens são quem mais apoia os voos exclusivos para adultos”, com 31% dos jovens entre os 18 e os 24 anos de idade a apoiarem esta ideia, numa percentagem que desce para 25% na faixa etária entre os 25 e os 34 anos de idade, enquanto os inquiridos acima dos 65 anos de idade “não demonstram qualquer interesse neste tipo de voos”.

“Ainda neste ponto, os dados globais revelam que a maioria dos inquiridos seria mais a favor de voos exclusivos para adultos do que os portugueses (51%), e apenas 23% seria contra eles”, acrescenta a informação divulgada pela eDreams.

O estudo procurou também apurar quais os comportamentos a bordo dos aviões que mais irritam os viajantes nacionais, concluindo que “a maioria dos portugueses irrita-se com pessoas que reclinam a cadeira para trás (57%), e também com a necessidade de se levantarem para deixar o vizinho do lado passar (54%)”. Os portugueses parecem não gostar ainda de passageiros que se levantam assim que o avião aterra (32%) e daqueles que metem constantemente conversa (27%).

Segundo a eDreams, os portugueses são “a nacionalidade que mais se irrita por ter de se levantar para deixar o vizinho do lado passar”.

O estudo debruçou-se ainda sobre as reações dos viajantes relativamente à utilização de aparelhos eletrónicos durante a descolagem e aterragem, apurando que, alguns passageiros “sentem necessidade de avisar a tripulação para intervir (18%) ou chegam mesmo a entrar em pânico internamente por pensarem que o avião vai ter um problema (15%)”.

“De forma interessante, a faixa etária mais jovem (18-24 anos) é a que sente mais medo e ansiedade quando outros utilizam aparelho eletrónicos nos voos (24%); e este sentimento é também bastante mais forte nas mulheres (21%) do que nos homens (7%)”, apurou ainda o estudo da eDreams.

No entanto, quase metade dos portugueses (49%) diz sentir-se indiferente quanto à utilização de aparelhos eletrónicos, num opinião partilhada por grande parte dos viajantes a nível global, já que 44% dos viajantes manifesta “tolerância em relação a esta prática, o que revela uma atitude contrastante no que diz respeito às práticas de segurança recomendadas pela generalidade das companhias aéreas”.

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Smytravel e Passengy oferecem voos Ryanair a todas as suas agências em Portugal, Espanha e Itália

A nova integração dá a oportunidade para as agências de viagens alargarem a sua oferta de destinos, incorporando as 2.500 rotas que a Ryanair opera.

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O operador turístico Smytravel, através do consolidador de transportes Passengy, passa a oferecer o produto da Ryanair nas modalidades “Só voo”, “Pacote dinâmico” e “Grandes viagens” a todas as suas agências em Portugal, Espanha e Itália.

Como parte do compromisso de melhorar ainda mais o serviço da Smytravel e da Passengy, esta nova integração representa uma grande oportunidade para as agências de viagens, que poderão alargar a sua oferta de destinos a oferecer, incorporando as 2.500 rotas que a Ryanair opera. Este facto, por sua vez, irá potenciar as partidas de vários aeroportos secundários em Portugal, mas principalmente em Espanha.

Desta forma, no momento de realizar a reserva, não será necessário efetuar o processo de verificação de cliente Ryanair. Além disso, poder-se-á verificar os preços oficiais na página web com total transparência, contando com a possibilidade de reservar voos, lugares, embarque prioritário e bagagem, bem como dispor de uma maior disponibilidade de rotas.

“A incorporação da Ryanair dentro do operador turístico Smytravel permitirá a criação de pacotes personalizados com a máxima comodidade, poupança de tempo e rentabilidade para todas as agências verificadas. Inclui também o contrato de viagem combinada”, pode ler-se no comunicado enviado às redações.

Para aceder ao produto, as agências poderão iniciar sessão na Smytravel com a sua password e iniciar o processo de reserva que já está disponível. Para os utilizadores que não possuam uma palavra-passe, podem aceder a smy.travel e registar-se.

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Miguel Quintas apresentou aos agentes de viagens da Airmet os projetos da ANAV

Miguel Quintas, presidente da ANAV, empresário que também gere a Airmet, aproveitou o jantar de aniversário do 18º aniversário da rede, em Lisboa, para dar a conhecer aos agentes de viagens presentes os objetivos, propostas e projetos da associação que lidera.

Miguel Quintas, chairman do grupo Airmet Portugal, e também presidente da Associação Nacional de Agências de Viagens (ANAV), assegurou aos agentes de viagens da rede presentes no jantar do seu 18º aniversário, em Lisboa, que vai colocar uma ação, ainda este ano, contra a atuação comercial “tendencialmente lesiva da Ryanair”, com o objetivo de defender os direitos das agências de viagens.

“A ANAV é a primeira associação em Portugal a lançar um trabalho específico e legal para defender os interesses das agências de viagens, nomeadamente na dificuldade que as mesmas têm no dia-a-dia com a Ryanair”, disse, referindo que a transportadora aérea “é ostensiva na sua atividade, bloqueando as agências de viagens na sua atividade normal e na sua necessidade de gerar rentabilidade e de dar serviços ao seu público final”.

“Quero aproveitar esta oportunidade para explicar o que esta associação é mais recente em Portugal, é uma associação jovem, mas democrática, transparente e independente, que trabalha, sobretudo, para as agências de viagens, com o objetivo de defender os seus direitos e gerar mais dinheiro”, realçou, referindo que “alterarmos os estatutos da ANAV, precisamente, para evitarmos a eternização do poder, ou seja, há uma limitação de mandatos, há uma independência entre os próprios órgãos da associação, onde não existe uma relação comercial, pessoal ou de sociedade entre eles”, ressalvando que cinco dos seis grupos de gestão das agências de viagens estão representadas na ANAV.

Lembrou que “fomos os primeiros a lançar o conceito do Dia Nacional do Agente de Viagens, mas ficámos muito contentes da associação congénere ter adotado a nossa ideia, mas não satisfeitos com a data escolhida, pois seria fundamental que a escolha do dia para esta comemoração recaísse sobre uma data que tenha um maior interesse comercial e económico para todas as agências de viagens”, disse.

Por outro lado, Miguel Quintas avançou que “estamos a trabalhar, em conjunto com a tutela, para a criação do provedor do cliente da ANAV, figura que permitirá defender os interesses das agências de viagens perante algum problema que possa surgir nas vendas e dá a possibilidade de gerir conflitos de uma forma mais ágil, garantindo o acesso imediato ao fundo de garantia”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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França é o novo destino da TourTailors

A TourTailors, empresa especializada em tours customizadas, tem um novo destino. França.

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A TourTailors, operador de turismo local europeu, especializada em tours personalizados, anunciou, recentemente, França como novo destino. Esta expansão é um marco significativo na missão da TourTailors para “proporcionar viagens memoráveis e criar experiências autênticas e personalizadas para clientes de todo o mundo”.

“Estamos empenhados em manter os mais altos padrões de serviço para desenhar experiências memoráveis e enriquecedoras para nossos clientes que visitem França. A nossa equipa tem trabalhado arduamente na curadoria de experiências inesquecíveis para garantir que nossos clientes têm a aventura de uma vida,” refere Eduardo Melo Claudio, CEO da TourTailors.

“A nossa expansão para França é um testemunho da nossa dedicação aos nossos clientes. Desde sempre. procuramos adquirir um conhecimento profundo de cada um dos nossos destinos e encontrar os melhores parceiros para garantir aos nossos clientes experiências de viagem diversificadas e enriquecedoras. Somos uma empresa de pessoas, para pessoas. Como tal, estamos entusiasmados em trabalhar com os nossos parceiros para fazer deste lançamento um sucesso.”

O lançamento da França como um novo destino é apoiado por uma extensa rede de parceiros locais selecionados, cujo know-how e dedicação garantem que cada experiência seja perfeita e inesquecível.

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A celebrar 18 anos Airmet acredita que “a nossa função ainda é insubstituível”

A celebrar 18 anos de existência em Portugal, a Airmet acredita que “a nossa função ainda é insubstituível, ou seja, acredito que este negócio continua a ter bastante futuro, e somos o parceiro ideal para qualquer agência de viagens, independentemente da sua dimensão”, afirmou Luís Henriques, diretor geral da rede de gestão, em declarações ao Publituris.

Dirigindo-se aos agentes de viagens, Luís Henriques apela, no momento em que a Airmet celebra o seu 18º aniversário, a “continuarem a acreditar e a apostar em nós, que não se vão arrepender e que garantidamente ainda vamos continuar a crescer cada vez mais juntos”.

Paralelamente ao jantar de aniversário, esta sexta-feira, em Lisboa, após a realização do evento também no Porto, a semana passada, o diretor geral da rede de gestão fez, em declarações ao Publituris, um balanço destas quase duas décadas de existência da Airmet. “Alguns agentes de viagens têm-nos acompanhado desde o primeiro dia. Foram as duas décadas mais importantes para o setor em que há uma democratização do próprio turismo, em que viajar é visto não como um luxo, mas como uma necessidade, há cada vez mais pessoas a viajar”, apontou, para avançar que, em 20 anos “muita coisa mudou e este mercado é entusiasmante e tem sido anos muitos bons”. Luís Henriques continua a achar que “os grupos de gestão têm um espaço muito importante neste setor, que a nossa função ainda é insubstituível, ou seja, acredito que este negócio continua a ter bastante futuro, e somos o parceiro ideia para qualquer agência de viagens, independentemente da sua dimensão”.

No que diz respeito a novidades, o diretor geral da Airmet destacou que “já comunicámos à rede e vamos lançar, durante o próximo mês de agosto, uma nova ferramenta com um operador de hotéis, temos outras ideias até ao final do ano, a nossa convenção vai ser em novembro, onde haverá também novidades ao nível da tecnologia e da contratação”.

Referiu que “continuamos a seguir este caminho que achamos que é o mais correto para a contratação, e os resultados desta nossa estratégia, que já dura há três anos, tem-se verificado no dia a dia, realmente as nossas agências de viagens têm hoje um negócio que lhes permite ser cada vez mais rentável devido ao direcionamento de vendas, diria que somos um grupo de gestão muito nervoso, estamos sempre a tentar inovar”. Assim, “acho que é isso que a Airmet, ao longo destes 18 anos, sempre conseguiu ser: inovar e trazer os maiores benefícios possíveis aos seus associados”.

Em 18 anos de existência, o objetivo da Airmet é ser líder no que diz respeito às redes de gestão das agências de viagens em Portugal. Luís Henriques diz que “estamos a caminhar para isso”, embora acredite que existem várias formas de medir isso, “umas mais subjetivas, como a qualidade de atendimento, os serviços que prestamos, as ferramentas que garantimos às nossas agências de viagens, o apoio e o acompanhamento, fatores que não serão facilmente mensuráveis. Nessas acredito que somos líderes e estamos muito bem representados”.

No entanto, realça que “a única forma que é verdadeiramente tangível e que não nos rentam dúvidas, tem a ver com o número de balcões, e para nós seria interessante ser líder neste indicador”, defendendo que “temos tido um crescimento nos últimos anos, sabemos que a nossa concorrência é muito competente, tem sido muito difícil, mas claro que lutamos todos os dias para atingir esse objetivo”.

Em relação ao indicador do volume de negócios, o responsável refere que “as vendas das agências a nível individual são muito dificilmente medíveis, ou seja, não conseguimos uma perceção do volume total de faturação da nossa rede e o mesmo acontece com as outras redes, por isso, é fácil dizer se o líder é a A ou a B neste caso, a acrescentar que nos grupos de gestão de agências de viagens há diferenças uns dos outros, por exemplo, em termos de clientes, uns estão vocacionados para o corporate, e nós para o lazer puro”, evidenciou.

A assinalar o 18º aniversário, em pleno verão, Luís Henriques realçou ao Publituris que “sentimos que é o melhor ano de sempre e o mercado tem vindo a bater recordes. Acreditamos que 2024 será ainda melhor do que o 2023, é certo que há mais oferta em relação ao ano passado e pode dar a ideia de que as vendas não estão tão boas, mas acredito que nunca houve tanta gente a viajar como há hoje em dia”.

Considera que é um ano sui generis, porque desde novembro até abril houve uma antecipação de vendas enorme como nunca se viu neste mercado. No entanto, “maio e junho foram meses um pouco mais fracos, mas a verdade é que julho tem correspondido às últimas horas e tem-se verificado algum entusiasmo”, acentuando que “vivemos os últimos dois meses nalguma ressaca, mas quem está no dia a dia nas lojas sente o oposto, sente que o ano está a ser muito bom e que se começou a compor muito cedo, o que é muito bom porque esta tendência de antecipação só foi travada pela Covid”.

O diretor geral da Airmet é da opinião que, “quanto mais cedo os operadores colocarem os produtos no mercado melhor será para as agências de viagens”, para concluir que “todo o mercado vive momentos bons. Têm sido anos bons, depois de uma pandemia que foi assustadora, por isso estamos cada vez mais esperançosos e entusiasmados com o futuro”.

 

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