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merytu responde ao novo paradigma da empregabilidade no turismo

Pensada em 2020 e lançada em 2021, a plataforma merytu pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os recursos humanos. Facilitadora de contactos entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível, a plataforma nasceu com incidência na hospitalidade. Contudo, o objetivo é abranger todo o turismo a nível nacional, possuindo já outros setores de atividade em vista.

Victor Jorge
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merytu responde ao novo paradigma da empregabilidade no turismo

Pensada em 2020 e lançada em 2021, a plataforma merytu pretende dar resposta a uma problemática do setor do turismo: os recursos humanos. Facilitadora de contactos entre quem emprega e quem procura emprego liberal e flexível, a plataforma nasceu com incidência na hospitalidade. Contudo, o objetivo é abranger todo o turismo a nível nacional, possuindo já outros setores de atividade em vista.

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De acordo com os dados do World Travel & Tourism Council (WTTC), Portugal regista uma escassez de mão-de-obra, estimando a entidade internacional que faltam preencher cerca de 50.000 empregos no setor do turismo. Num setor que funciona 24 horas, sete dias por semana, 365 dias por ano, o problema dos recursos humanos nunca foi tão premente como agora, com a pandemia a “agudizar uma questão que, contudo, já existia há muito tempo”, admite João Silva Santos, COO da empresa portuguesa merytu, solução tecnológica que une profissionais independentes e empresas da área da hospitalidade de forma inovadora, simples e eficaz, e um dos quatro sócios fundadores, a quem se junta a Portugal Ventures.

Conhecidas as dificuldades em recrutar colaboradores para funções essencialmente operacionais, principalmente na hotelaria e restauração, é neste universo que a merytu se posiciona, neste momento, oferecendo, através da plataforma tecnológica, o melhor “match” entre quem necessita de preencher uma vaga e quem procura, de forma flexível, ter uma ocupação, sem colocar “em risco” o “novo” modo de vida que a pandemia trouxe.

Centrado no turismo, mas não só
A atuar no mercado há pouco mais de um ano, a merytu possui 260 empresas a confiar no modelo apresentado pela plataforma de emprego e mais de 1.300 perfis de profissionais independentes inscritos e uma média de 60 registos diários, oferecendo, neste momento, 18 funções, abrangendo perto de 80% das funções na hotelaria e restauração. “O objetivo é ampliar a oferta e possuímos um roadmap de desenvolvimento muito rápido, de modo a chegar ao turismo na sua plenitude”, salienta o responsável pela empresa. Segundo João Silva Santos, “a ideia é estarmos em todas as frentes do turismo”, admitindo que “existem outros setores que já demonstraram o interesse pela plataforma”, como, por exemplo, a construção ou saúde.

“Compreendemos que o nosso time to market seria muito mais veloz, já que a nossa rede está muito bem estabelecida e vai ao encontro das atuais necessidades do mercado. Compreendemos, também, que seria necessário adaptar as necessidades das empresas à ‘nova’ realidade de quem procura emprego e vice-versa e onde a flexibilidade e disponibilidade são fatores chave”, considera o COO da merytu.

A pandemia trouxe novos desafios, nomeadamente, no equilíbrio que estas gerações mais novas pretendem dar à sua vida pessoal e profissional”

“A pandemia trouxe novos desafios, nomeadamente, no equilíbrio que estas gerações mais novas pretendem dar à sua vida pessoal e profissional”. Daí não é de estranhar que é, sobretudo, na “Geração Z” que a plataforma tem a sua incidência mais concreta, evidenciando João Silva Santos as novas tendências da empregabilidade com que se aceita um compromisso profissional em qualquer parte do país. Contudo, frisa que a merytu “não exclui ninguém”, revelando que existem pessoas na faixa dos 50 e poucos que, de repente, ao perderem um vínculo de longa duração, se registam na plataforma para dar seguimento à experiência que adquiriram e onde “têm realmente uma oportunidade de estar em pé de igualdade com os outros”, admitindo que a idade “não é um fator, mas antes a performance. Hoje pode estar-se a trabalhar durante três ou quatro semanas no Porto, depois duas ou três semanas no Algarve. Atualmente, as pessoas já não querem horários das nove às cinco. Esse agora é o novo paradigma dos recursos humanos no setor do turismo”.

Eventualmente, a classificação mais correta para a merytu é vê-la como um “marketplace” para o emprego flexível e onde as urgências de última hora encontram resposta. “Não vimos substituir os contratos de trabalho, estamos cá para complementá-los”, frisando João Silva Santos que “os gestores de recursos humanos estão cada vez a utilizar-nos mais como uma ferramenta para suprir necessidades que de outra forma talvez não conseguiriam, já que o tempo de aferir, num processo de seleção, um profissional ou de ter o work assembly, é demorado”. Ou seja, “somos uma ferramenta, não somos uma agência, nem nos substituímos à expertise do profissional de recursos humanos. Complementamos com tecnologia uma necessidade do mercado de trabalho na área do turismo”.

João Silva Santos refere que a fundação da merytu “foi realmente algo circunstancial que veio trazer uma oportunidade e uma pertinência superior”. Se antes da pandemia já havia, por parte de muitos decisores, alguma necessidade de pensar diferente, com a pandemia “houve uma aceleração”. Certo é que para o COO da empresa, “as pessoas não desapareceram”, o que acontece agora é que as pessoas “necessitam de ser valorizadas de uma forma muito diferente”.

Ajustar procura e oferta
É aqui que entram os três pilares fundamentais pelas quais a merytu se rege: rendimentos, tempo e flexibilidade. “Pagando mal ou bem, há comparativos com outros setores”, destacando João Silva Santos a taxa de licenciados (cerca de 40%) que abandonam o setor do turismo e, especialmente, o da hospitalidade. “Isto dá-nos pistas de que alguma coisa tem de mudar”, admite, colocando, igualmente, enfâse no desenvolvimento de carreiras. Ou seja, “se invisto o meu tempo a tirar uma licenciatura e em conhecimentos académicos também procuro um plano de carreira concreto e não teórico”.

A empresa, através da aplicação, indica uma referência remuneratória “20% acima da média do que as funções ganhariam em contexto tradicional”, salientando que “não controlamos nem queremos controlar as remunerações”.

Os pilares do tempo e da flexibilidade estão interligados, frisando João Silva Santos que “valorizamos o tempo das pessoas, trazendo uma oportunidade de equilibrar o fator pessoal e profissional de uma forma inédita. E dá um exemplo: “Se um profissional de sala quiser manter a prática do surf todos os dias de manhã e conseguir na aplicação aceitar convites numa unidade que regularmente o convoca a partir do turno da tarde, naturalmente que quererá o melhor de dois mundos”. Ou seja, consegue encaixar o trabalho na vida pessoal e vice-versa.

Do lado das empresas, o “segredo” passa por suprimir uma necessidade urgente e temporária, sem existir um vínculo laboral que traria custos à empresa, podendo contar com um profissional à medida, num modelo aberto, no que João Silva Santos diz ser um “abrir de porta”. “Não somos intermediários, somos facilitadores e é realmente este matching que acontece e é uma mais-valia para todos. A rapidez de identificação, podendo existir um compromisso em dez minutos, traz uma agilidade inédita para um setor que anda sempre à velocidade da luz”.

De acordo com João Silva Santos, é o “contexto realtime que muda as regras do jogo”, não se tratando somente de uma plataforma onde se “despeja” o CV. “A nossa forma de estar no mercado responde efetivamente aos atuais desafios do setor do turismo, pelo facto de ser verdadeiramente atrativo para os profissionais e empresas”, refere o responsável da empresa, admitindo que a proposta de valor baseia-se no “equilíbrio e na cooperação e é totalmente ajustada às expetativas de ambas as partes. Por um lado, as empresas encontram na merytu uma solução ágil de reforçarem as suas equipas, com profissionais qualificados e motivados, à medida das suas necessidades. Por outro, os profissionais deste ramo conseguem finalmente encontrar a liberdade e flexibilidade de horários, que tanto necessitam para equilibrar a vida pessoal e profissional”.

Complementamos com tecnologia uma necessidade do mercado de trabalho na área do turismo”

Expansão nacional
A atuar em todo o território nacional, o trabalho do departamento comercial da merytu desenvolve-se não junto de quem procura colocação, mas sim junto das empresas que colocam essas vagas, ou melhor, “gigs”, na plataforma. João Silva Santos destaca, de resto, o fator humano que “não é muito comum em tecnologia”. Cada empresa que se regista recebe um follow-up através do customer service que funciona sete dias por semana, referindo o responsável que “muitas empresas ficaram surpreendidas por serem contactadas por profissionais de uma aplicação que instalaram num telefone, situação que nunca tinha acontecido antes”. Contudo, refere, “isto é fundamental para que as pessoas tenham confiança, já que se surgir algum problema, sabem que existe alguém para ajudar”.

“A tecnologia não vai substituir o fator humano”, considera João Silva Santos, frisando que “o trabalho que temos com os nossos clientes é de compromisso total”.

Presente nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, a merytu ambiciona crescer a curto prazo para outros pontos do país, nomeadamente Algarve e lha da Madeira. A expectativa é chegar até ao final do ano de 2022 com mais de 2.000 perfis profissionais inscritos na plataforma, assim como contar com 300 empresas ativas.

Como funciona a merytu?

A ligação entre empresas e profissionais acontece da seguinte forma: as empresas submetem os seus convites de compromissos profissionais, de acordo com as respetivas necessidades, indicando as funções e níveis de experiência pretendidos, datas, horários, duração dos serviços e ainda, outras competências necessárias para o desempenho das funções pretendidas.
De forma automática, a merytu faz o match entre as empresas e os profissionais com o perfil desejado, disponíveis para aceitar os convites. Após a prestação do serviço, as empresas avaliam o desempenho do profissional de acordo com vários parâmetros definidos, garantindo desta forma a transparência e, em simultâneo, os profissionais avaliam as respetivas experiências nessas empresas. Esta avaliação permite aos profissionais evoluírem de acordo com o seu mérito, podendo aumentar o seu valor por hora e, por outro lado, permite às empresas encontrar profissionais com as qualificações que desejam, bem como diferenciarem-se em termos de Employer Branding, através da classificação que recebem.
Trata-se de uma solução win-win, que responde às tendências do setor, através da qual os profissionais poderão encontrar oportunidades de trabalho flexíveis e construir as suas carreiras autonomamente, com possibilidades de evolução baseadas no desempenho. Para as empresas as mais valias também são notórias. Através da plataforma o processo de identificação de profissionais é contínuo – 24/7 – não havendo trabalho administrativo envolvido, nem dependência de intermediários. O acesso ao perfil dos profissionais é feito de forma imediata e em minutos é efetuada a correspondência entre profissional e empresa. A seleção é feita pelo nível de experiência pretendido, assim como pelo feedback de performance detalhado e, por essa razão, o match é, em regra, eficaz. Por sua vez, este método é também uma mais-valia para profissionais juniores, experientes ou até mesmo pessoas que desejem mudar radicalmente de área, ajudando-as a perceber o seu verdadeiro potencial, promovendo o seu desenvolvimento pessoal e profissional, adquirindo conhecimentos e competências técnicas on-the-job.

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Airbus e Renault em parceria para desenvolver eletrificação

As duas companhias – Airbus e Renault – pretendem contribuir, com sucesso, para a ambição de emissões líquidas zero até 2050, tanto no setor automóvel como no setor da aviação.

Victor Jorge

A Airbus e a Renault assinaram um acordo de pesquisa e desenvolvimento com o intuito de reforçar a transversalidade e sinergias com o objetivo de acelerar a eletrificação das duas companhias tendo em vista a melhoria as respetivas gamas de produtos.

Esta parceria ajudará a Airbus a desenvolver as tecnologias associadas às futuras aeronaves híbridas-elétricas e será detalhada no Airbus Summit, que acontecerá entre 30 de novembro a 1 de dezembro.

Como parte desta parceria, as equipes de engenharia da Airbus e do Grupo Renault unirão forças para desenvolver tecnologias relacionadas ao armazenamento de energia que continua a ser um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de veículos elétricos de longo alcance. O acordo de cooperação abrangerá principalmente etapas tecnológicas relacionados à otimização da gestão de energia e à melhoria do peso das baterias, e procurará os melhores caminhos para passar das atuais células químicas (íon de lítio avançado) para todos os projetos de estado sólido que possam duplicar a densidade de energia de baterias no prazo de 2030.

O trabalho conjunto também estudará o ciclo de vida completo das futuras baterias, desde a produção até a reciclagem, a fim de preparar a industrialização desses futuros projetos de bateria, avaliando a sua pegada de carbono em todo o seu ciclo de vida.

“Pela primeira vez, dois líderes europeus de diferentes setores irão partilhar conhecimento no campo da engenharia para moldar o futuro das aeronaves híbridas-elétricas. A aviação é um campo extremamente exigente em termos de segurança e consumo de energia, assim como a indústria automobilística. No Grupo Renault, os nossos 10 anos de experiência na cadeia de valor de veículos elétricos fornecem-nos alguns dos mais fortes feedbacks no campo e experiência no desempenho de sistemas de gestão de bateria. Impulsionados pela mesma ambição de inovar e reduzir a pegada de carbono, as nossas equipas de engenharia estão a trabalhar com as da Airbus para convergir tecnologias transversais que permitirão operar aeronaves híbridas e desenvolver os veículos de amanhã”, refere Gilles Le Borgne, vice-presidente de Engenharia do Grupo Renault.

Do lado da Airbus, Sabine Klauke, Chief Technical Officer (CTO) da companhia, revela que “esta parceria entre setores com o Grupo Renault ajudar-nos-á a desenvolver a próxima geração de baterias como parte do roteiro de eletrificação da Airbus”. A responsável adianta ainda, em comunicado, que, “alcançar emissões líquidas de carbono zero até 2050 é um desafio único que requer cooperação entre setores, começando hoje. Reunir a experiência do Grupo Renault em veículos elétricos com nosso próprio histórico em simuladores de voo elétricos permitirá acelerar o desenvolvimento das tecnologias disruptivas necessárias para futuras arquiteturas de aeronaves híbridas na década de 2030 e além. Também promoverá o surgimento de padrões técnicos e regulatórios comuns em apoio às soluções de mobilidade limpa necessárias para atingir nossas metas climáticas”.

As duas companhias salientam ainda que “as tendências tecnológicas estão mover-se na mesma direção. A cooperação da Airbus e do Grupo Renault em eletrificação desempenhará um papel importante na mudança do cenário do transporte, contribuindo com sucesso para a ambição de emissões líquidas zero até 2050, tanto no setor automóvel como no setor da aviação”.

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AirHelp aposta em assistentes robot

AGA, LARA, Herman e ECS são os novos assistentes robots da AirHelp que tratam de tarefas mais mecânicas e que requerem o processamento de grandes quantidades de documentação e dados.

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A AirHelp “contratou”, recentemente, diversos assistentes robots, seguindo uma estratégia “digital-first”, em que a tecnologia desempenha um papel fundamental. Nos últimos anos, as equipas jurídicas e técnicas da AirHelp desenvolveram robots baseados em Inteligência Artificial (IA) para apoiar os processos de reclamação dos seus clientes, admitindo Miguel Madaleno, advogado especialista que representa a AirHelp em Portugal, que a IA é “altamente eficaz quando usada como um apoio para o trabalho humano, designadamente na área jurídica”.

Na AirHelp, estes robots tratam de tarefas mais mecânicas e que requerem o processamento de grandes quantidades de documentação e dados, revelando a plataforma online, em comunicado, que desta forma, “a produtividade e eficácia podem ser melhoradas, diminuindo a possibilidade de erro humano, acelerando o processo e, consequentemente, melhorando a experiência do cliente”.

Além, disso, referem que, os membros (humanos) da equipa podem “concentrar-se noutras tarefas, tais como a procura constante de novas soluções que possam conduzir a uma melhor qualidade de serviço ao cliente, a recolha de informação para detetar novos nichos de mercado ou até mesmo o estudo de novas regulamentações”.

Cada ‘bot’ desenvolvido desempenha um papel muito importante durante o processo de reclamações aéreas gerido pela Airhelp, desde o início e a recolha de dados até chegar a uma resolução precisa e precisa.

Os assistentes:

AGA (Agent Assistant)
Criada em 2018, trata da fase inicial de qualquer processo de reclamação: recolha de dados. A AGA irá informar o cliente se este apresenta os documentos necessários e dará as instruções necessárias para assegurar que os dados são corretamente preenchidos. A AGA é capaz de avaliar 40% dos casos com praticamente nenhuma margem de erro. Caso não seja clara a sua decisão, diz aos agentes quais os processos que precisam de ser monitorizados.

LARA (Legal Assessment Referral Assistant)
A LARA foi criada em 2017 e é responsável pelo apoio à equipa jurídica. LARA considera todos os aspetos legais de uma reclamação e, para além de levar a cabo o processo de reclamação, estuda a viabilidade de o caso terminar com uma resolução favorável ao cliente. Atualmente, a LARA é capaz de resolver 70% dos casos por si só.

HERMAN
HERMAN é o veterano do grupo, criado em 2016. No seu papel de agente jurídico, determina a melhor jurisdição para resolver cada caso, com base na taxa de sucesso de reclamações semelhantes, na duração do processo e noutros fatores. O seu nome deriva do caso Wallentin Hermann, uma das decisões mais importantes do Tribunal de Justiça Europeu para a proteção dos direitos dos passageiros aéreos na Europa.

ECS
ECS é a mais recente adição à equipa de robots da AirHelp. O ECS atua como um filtro e determina se a interrupção do voo é justificada ou causada pela companhia aérea e se o passageiro deve ser compensado. 100% de todas as reclamações passam pelo ECS, que examina a situação do aeroporto, informações de tráfego aéreo, dados de voo e se existe de facto um atraso injustificado.

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Woman using wireless system on smart watch at atm cash machine

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Amadeus disponibiliza pagamentos eletrónicos com criação da Outpayce

A nova empresa no universo da Amadeus – Outpayce – representa mais um passo na evolução da linha de negócios de pagamentos de viagens.

Victor Jorge

A Amadeus acaba de solicitar ao Banco de Espanha uma licença de moeda eletrónica anunciando ao mesmo tempo a criação da Outpayce, subsidiária integral da Amadeus, demonstrando o compromisso em oferecer uma experiência de pagamento integrada e conectada durante toda a jornada.

De acordo com a companhia, “os pagamentos estão presentes em todas as etapas da viagem, desde a reserva online, ou com um agente de viagens, até o pagamento de bagagem extra no aeroporto ou check-out no hotel”. Garantir pagamentos contínuos, integrados e até invisíveis está a tornar-se, por isso, cada vez mais importante na experiência de viagem, admitindo que “a integração de pagamentos B2B entre empresas no ecossistema de viagens é um diferencial importante”.

Com a licença agora pedida, a Amadeus poderá prestar serviços regulados em Espanha e, posteriormente, no Espaço Económico Europeu. As empresas com licença de dinheiro eletrónico podem fornecer serviços de pagamento, como aceitar fundos de clientes, emitir cartões de débito pré-pagos ou oferecer transferências de fundos para uma conta de pagamento, entre outros. Como parte dessa estratégia, a atual unidade de negócios de pagamentos da Amadeus tornar-se-á a Outpayce, uma subsidiária integral da Amadeus, cujos ativos e funcionários serão transferidos para a nova entidade a partir de 1 de janeiro de 2023.

Em comunicado, a Amadeus refere que o objetivo da Outpayce será “fortalecer a sua oferta de pagamentos existente, bem como desenvolver um ambiente de pagamento integrado ao qual as empresas de viagens possam conectar-se para aceder às mais recentes inovações de tecnologia financeira”.

A Amadeus avança ainda que “as soluções de pagamento de hoje incorporarão ambientes de desenvolvimento abertos baseados em API que impulsionarão a inovação no setor de viagens, facilitando o serviço de pagamentos de terceiros e empresas de fintech ao setor”.

Assim, companhias aéreas, hotéis e vendedores de viagens que usam a plataforma poderão aceder uma ampla seleção de serviços de pagamento Amadeus e de terceiros por meio de uma única conexão. A plataforma atual oferece serviços de parceiros como Citi, Mastercard e Paypal, entre muitos outros, frisando a Amadeus que “continuará a trabalhar para expandir essa rede de parceiros”.

Através do licenciamento e da criação da Outpayce, o primeiro serviço regulamentado que a nova empresa da Amadeus oferecerá, assim que a licença for obtida, será a emissão de cartões pré-pagos virtuais dentro da sua solução B2B Wallet, que as agências de viagens usam para pagar fornecedores de viagens, bem como companhias aéreas e hotéis. “A emissão de cartões da Outpayce, juntamente com uma ampla gama de opções de outros emissores parceiros, proporcionará aos agentes de viagens mais opções e uma melhor experiência de pagamento”, diz a Amadeus.

David Doctor, até agora vice-presidente executivo de pagamentos da Amadeus, deixará o cargo para assumir a direção-geral da Outpayce a partir do primeiro dia de 2023.

O responsável admite que os pagamentos são “uma parte integral da experiência de viagens do princípio ao fim”, salientando que o objetivos da Amadeus com a Outpayce é “garantir uma experiência fluída, integrada e conectada nas viagens, seja no pagamento com cartões virtuais em espaços B2B ou se o viajante pretender pagar na moeda escolhida mediante serviços de câmbio”.

Doctor salienta ainda que, graças ao pedido de licença de dinheiro eletrónico e ao investimento em talento e tecnologia, “estamos bem posicionados para melhorar o nosso serviço aos clientes, bem como para expandir o leque de serviços, a abrangência geográfica e o número de clientes que servimos”.

Já Decius Valmorbida, presidente de Viagens da Amadeus, refere, no mesmo comunicado, que “as viagens estão a registar uma transformação digital única, significando isso que podemos conectar melhor as diferentes etapas do viajante”. O executivo conclui ainda que, “para que o setor aproveite ao máximo esta oportunidade, é fundamental simplificar a forma de pagamento durante a reserva, no aeroporto ou no hotel. Com este investimento, a Outpayce está preparada para simplificar os pagamentos em todo o trajeto da viagem.”

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Ryanair e Amadeus em nova parceria de distribuição

As reservas na Ryanair através da plataforma Amadeus podem ser efetuadas a partir do final de 2022.

Victor Jorge

A Ryanair e a Amadeus estabeleceram uma nova parceria de distribuição que irá expandir o acesso da oferta da companhia aérea à base de clientes da empresa de tecnologia de viagens.

Operando 3.000 voos diários para 225 destinos em 36 países, a Ryanair transporta, atualmente, 115% do seu tráfego pré-pandémico, sendo que, com as empresas em toda a Europa a enfrentar crescentes pressões económicas e inflacionistas, as reservas com a Ryanair podem ser efetuadas através da Plataforma de Viagens Amadeus a partir do final de 2022.

Em comunicado é referido que “a parceria apoia a visão da Ryanair de aumentar a sua visibilidade e chegar aos clientes Amadeus, particularmente para viagens de negócios”. A integração com os fluxos e processos de reserva do Amadeus garantirá aos clientes uma elevada eficiência operacional na pesquisa, reserva e serviço de conteúdos da Ryanair, bem como a possibilidade de oferecer uma escolha mais ampla de opções de viagem a viajantes conscientes dos custos.

“A oferta alargada de viagens da Ryanair não só pode gerar poupanças substanciais para os clientes, como também os ajudará a gerir a sua pegada de carbono e a melhorar as suas credenciais ESG, com as mais baixas emissões de CO2 por passageiro/km de qualquer grande companhia aérea europeia, um feito sustentado pela sua estratégia de descarbonização Pathway to Net Zero by 2050”, refere-se no comunicado.

Esta é, de resto, uma missão partilhada pelo Amadeus, e a nova parceria contribuirá para expor estas ofertas ambientalmente eficientes a um público ainda mais vasto.

Dara Brady, diretor de Marketing, Comunicação & Digital da Ryanair, refere que esta parceria “expande ainda mais a oferta da Ryanair e permite aos clientes corporativos em particular um maior acesso à nossa rede de ligações, altas frequências, desempenho pontual, e tarifas baixas, à medida que regressam a colaborar presencialmente com os colegas”.

Já Jose Luis Aragon, VP Regional de Distribuição Aérea da Europa da Amadeus, frisa, em comunicado, que esta parceria ilustra “o valor da nossa plataforma para transportadoras de baixo custo, oferecendo à companhia aérea o acesso à mais ampla rede de vendedores de viagens em todo o mundo e a tecnologia para os ajudar a tirar o máximo partido do canal indireto”, concluindo que “é outro exemplo do empenho em fornecer o mais amplo e relevante conteúdo de viagem de qualquer fonte tecnológica aos nossos vendedores de viagens, com uma integração suave e sem problemas nas suas ferramentas e processos quotidianos”.

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Victor Jorge

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Portugal é um dos 53 países a ter acesso ao NDC da American Airlines pela Travelport

Portugal é um dos 53 países da Europa, Médio Oriente e África, bem como da região Ásia-Pacífico, cujos agentes de viagens que utilizam a plataforma Travelport+ passam a ter acesso ao conteúdo NDC da American Airlines.

Inês de Matos

A Travelport anunciou que, a partir desta quarta-feira, 26 de outubro, os agentes de viagens de 53 países, incluindo Portugal, passam a poder ter acesso ao conteúdo do NDC da American Airlines, através da plataforma Travelport+.

Num comunicado enviado à imprensa, a empresa de tecnologia para agências de viagens explica que o conteúdo NDC da companhia aérea norte-americana passa a estar disponível em 53 países da Ásia-Pacífico e da Europa, Médio Oriente e África.

A Travelport lembra que, este ano, já tinha passado a permitir o acesso ao conteúdo NDC da American Airlines aos agentes de viagens na América do Norte e América Latina, tendo agora assinado um novo acordo de longo prazo com a transportadora norte-americana, que permite aumentar para 73 o total de países em todos o mundo com acesso ao conteúdo da American Airlines.

Austrália, China, Fiji, Polinésia Francesa, Índia, Japão, Nova Caledónia, Nova Zelândia, Filipinas, Singapura, Coreia do Sul, Sri Lanka, Tailândia e Vietname são os países da região Ásia-Pacífico que passam a ter acesso ao conteúdo NDC da American Airlines, através da plataforma Travelport+.

Já na Europa, Médio Oriente e África, além de Portugal, o conteúdo NDC da transportadora norte-americana passa a estar disponível também na Áustria, Bahrein, Bélgica, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Jordânia, Quénia, Kuwait, Líbano, Moldávia, Montenegro, Países Baixos, Noruega, Omã, Polónia, Qatar, Roménia, Arábia Saudita, Sérvia, Eslováquia, Eslovénia, África do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.

“A Travelport tem sido um parceiro fenomenal no apoio à nossa moderna estratégia de retalho, enquanto fornecemos conteúdo NDC acessível a agentes de viagens e retalhistas de todo o mundo. Com a expansão do NDC através da Travelport+, estamos preparados para simplificar a experiência do cliente e levar os nossos produtos e serviços a ainda mais parceiros na Ásia-Pacífico e Europa, Médio Oriente e África”, afirma Neil Geurin, Managing Director of Digital and Distribution da American Airlines.

Já Damian Hickey, Global Vice President & Global Head of Airline Partners da Travelport, sublinha a importância deste acordo relativo ao NDC da American Airlines, considerando que este conteúdo tem ganho relevância e é cada vez mais importante à medida que as companhias aéreas aumentam a sua oferta.

Com este acordo, a American Airlines passou também a considerar a Travelport como um parceiro de confiança, estatuto que, segundo a empresa de tecnologia para viagens e turismo, permite que todas as agências IATA clientes da Travelport e que usam a plataforma Travelport+ tenham acesso ao conteúdo NDC da American Airlines sem necessidade de registos adicionais.

 

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Vasco Translator V4 ganha “Good Design Award”

Este é o segundo prémio que o dispositivo da Vasco Electronics recebe. Depois do “Red Dot Design Award”, agora é a vez do “Good Design Award” na categoria “ICT equipment for the general public”.

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O mais recente tradutor da Vasco Electronics (Vasco Translator V4) foi galardoado na categoria “ICT equipment for the general public”, tendo sido o segundo prémio atribuído ao dispositivo, depois de ter sido reconhecido, mesmo antes do lançamento comercial, o galardão internacional “Red Dot Design Award”, conhecido como “o Óscar do design”.

Premiado na categoria “Product Design 2022”, o júri destacou o facto de o Vasco Translator V4 “caber em qualquer bolso” e ter “um toque agradável”.

Os tradutores da Vasco Electronics são desenvolvidos na União Europeia, encontrando-se Portugal entre os mercados estratégicos em que a marca investiu nos últimos anos, com a abertura de um escritório em Braga.

O Vasco Translator V4 foi concebido por uma equipa de especialistas tendo em conta o critério da funcionalidade, mas também o da estética. O tradutor eletrónico é de fácil manuseamento, graças ao seu formato compacto e ao peso reduzido, sendo resistente ao pó, salpicos e ao choque, além de contar com altifalante de 99 dB e um touchscreen de 5”.

Para João Fernandes, Country Manager da Vasco Electronics em Portugal, a atribuição do ‘Good Design Award’ é “um excelente reconhecimento de todo o esforço e atenção ao detalhe que a nossa equipa coloca no desenvolvimento dos nossos dispositivos”.

Lançado em julho de 2022, o Vasco Translator V4 é o mais recente passo da marca no objetivo de revolucionar a comunicação a nível global. A nova funcionalidade de tradução de texto, para frases ou palavras, pode ser operada por voz ou por via do keyboard no ecrã do tradutor. Alternativamente, o V4 mantém os botões físicos, agora apenas na lateral, e disponibiliza ainda uma lanterna – tudo para oferecer uma experiência cada vez mais confortável.

O Vasco Translator V4 conta com um cartão SIM integrado com Internet vitalícia, gratuita e ilimitada em quase 200 países, dispensando a necessidade de wifi para funcionar, anunciando a empresa criadora do dispositivo uma taxa de “96% de precisão nas traduções”, graças a 10 mecanismos de tradução e uma atenção a expressões idiomáticas e coloquiais.

De referir que o Vasco Translator V4 está disponível em cinco cores – Black Onyx, Pearl White, Stone Gray, Cobalt Blue e Ruby Red, e tem um preço recomendado de 389 euros.

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Palmela integra plataforma turística “Portugal por Dentro”

Esta plataforma permite aceder aos principais pontos turísticos, bem como a todas as informações necessárias relativamente a gastronomia, alojamentos com oferta de experiências e eventos.

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Palmela passou a integrar a plataforma “Portugal Por Dentro”, um guia turístico em forma de APP para smartphone. Este novo guia está disponível para quem deseje percorrer o território nacional, visitando os principais pontos de atração, entre património e experiências, em cada concelho.

A Rota de Palmela destaca 10 pontos turísticos, com fotografias, em língua portuguesa e três idiomas estrangeiros: Casa Mãe da Rota de Vinhos e Largo de S. João, Castelo de Palmela, Centro Histórico de Palmela, Fernando Pó e Jardins de Vinhas, Museu da Música Mecânica, Parque Natural da Arrábida, Pinhal Novo, Quinta do Anjo, Sobreiro Assobiador de Águas de Moura e Vila de Palmela. Sugere-se que este percurso, com 70 km e início e fim no Posto de Turismo (Castelo de Palmela), seja feito de automóvel, mota ou autocaravana.

Promovida pela ORB Turismo TT, a APP “Portugal Por Dentro” é totalmente gratuita e funcional, apresentando rotas turísticas concelhias ou temáticas, permitindo não só aceder aos principais pontos turísticos, como a todas as informações necessárias a uma boa estadia: gastronomia, alojamentos com oferta de experiências e eventos.

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Paraty Tech celebra uma década e entrega prémios

A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência e aproveitou a ocasião para premiar alguns clientes.

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A Paraty Tech celebrou, recentemente, uma década de existência. Após dois anos da abertura do primeiro escritório em Portugal, que hoje representa a primeira parte do processo de expansão internacional da empresa espanhola de tecnologia hoteleira, a Paraty Tech, assinalou a data com um momento de entrega de prémios, para reconhecer os excelentes resultados obtidos pelos hotéis e cadeias hoteleiras, no decorrer do ano. Este mérito foi atribuído dado o impulsionamento e crescimento do canal de venda direta dos hotéis, com recurso às ferramentas da empresa tecnológica.

Assim, na categoria de Cliente Mais Inovador, o prémio foi entregue aos NAU Hotels & Resorts, enquanto o Hotel Dom José ganhou o prémio de Líder de Vendas Diretas. O prémio Clube de Fidelização foi atribuído aos AP Hotels & Resorts e o prémio Progressão de Venda Direta aos Luna Hotels & Resorts. Por fim, distinção para Melhor Distribuição Hoteleira foi entregue ao Ecork Hotel.

De acordo com Diana Costa, Country Manager Portugal da Paraty Tech, a estratégia da empresa “implica não renunciar aos valores que sempre nos identificaram: cultura centrada no cliente e vanguarda de tecnologia 100% in-house”.

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Newhotel comemora 38 anos

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal, a Newhotel comemora o seu 38.º aniversário este mês de setembro.

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A Newhotel, empresa portuguesa de Cloud Computing para Hotelaria que atua no mercado internacional e precursora das Tecnologias da Informação no sector de Turismo em Portugal, vai cumprir este ano de 2022 38 anos de atividade.

Presente em mais de 60 países, com quatro delegações em Portugal e filiais no Brasil, Colômbia, Chile, Peru, Panamá, Espanha, Lituânia e Estados Unidos, Pedro Matoso, CEO da Newhotel Software, afirma que “os negócios de turismo estão hoje quase 100% dependentes da internet”, frisando que a Newhotel se destaca por ter sido pioneira e oferecer soluções Cloud preparadas para atender às necessidades e exigências dos Hotéis e Grupos full-service mais sofisticados”.

A empresa instalou, nos últimos três, novos sistemas Cloud, da última geração tecnológica, em mais de 650 hotéis e Grupos em diversos países, salientando “os projetos de transformação digital de hotéis de 5 e 6 estrelas com alguns dos mais importantes grupos mundiais da hotelaria em que estamos a trabalhar”.

Para assinalar este 38.º aniversário, a Newhotel vai realizar na quinta-feira 22 de setembro, nos jardins e terraço da sua sede em Lisboa, um evento especial comemorativo, para o qual foram convidados hoteleiros e embaixadas dos vários países onde a empresa está presente.

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Vila Galé passa a ‘corporate partner’ da Portugal Ventures para apoiar start-ups

Além do apoio ao desenvolvimento de start-ups em Portugal, o acordo entre o grupo Vila Galé e a Portugal Ventures inclui o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

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O grupo Vila Galé estabeleceu um protocolo de cooperação com a Portugal Ventures, passando assim a ser um ‘corporate partner’ desta sociedade de capital de risco, contribuindo para o desenvolvimento de start-ups em Portugal.

Através do memorando de entendimento, a Vila Galé dará “apoio às empresas e projetos do portefólio da Portugal Ventures”, além de trabalhar “na geração de sinergias em várias áreas como criação e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, testes piloto, otimização de recursos ou melhoria da eficiência dos processos”, revela o grupo hoteleiro em comunicado.

Este protocolo de cooperação inclui ainda o acesso a parcerias institucionais, promoção de relações comerciais e fornecimento de bens ou serviços.

Neste âmbito, foram já formados grupos de trabalho com elementos da Vila Galé e da Portugal Ventures, para partilhar know-how e contactos, bem como analisar oportunidades de investimento e suporte a start-ups.

“Tanto interna como externamente, sempre tivemos um grande foco na inovação e no desenvolvimento de novas soluções. Fazia todo o sentido aliarmo-nos a este projeto e contribuirmos para o crescimento do tecido empresarial português. Para tal, é essencial acompanharmos e apoiarmos as empresas logo desde o seu início, até porque atualmente vemos um grande dinamismo no nascimento de start-ups”, salienta o administrador da Vila Galé, Gonçalo Rebelo de Almeida.

Do lado da Portugal Ventures, Teresa Fiúza, vice-presidente da sociedade de capital de risco que integra o Grupo Banco Português de Fomento, “a parceria com o Grupo Galé

irá permitir ao portefólio de participadas da Portugal Ventures acesso ao segundo maior grupo hoteleiro português, para a criação de sinergias, como por exemplo a realização de testes piloto na área de hotelaria e novas oportunidades de negócio”.

Teresa Fiúza conclui ainda que, para a Portugal Ventures, a rede de ‘corporate partners’ “é fundamental para potenciar a geração de valor e perspetivas de crescimento das suas participadas”.

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