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Portugal recebe pela primeira vez conferência da associação internacional de escolas de hotelaria e turismo

A EURHODIP, associação internacional de escolas de hotelaria e turismo que reúne mais de 130 escolas e universidades de todo o mundo, vai realizar a sua conferência anual em Évora, entre 9 e 13 de novembro.

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A EURHODIP, associação internacional de escolas de hotelaria e turismo que reúne mais de 130 escolas e universidades de todo o mundo, vai realizar, pela primeira vez, a sua conferência anual em Portugal, num encontro a decorrer em Évora, entre 9 e 13 de novembro, dedicado ao tema “Now! Time to be Outstanding”.

De acordo com um comunicado da associação, este será “um evento focado no futuro, na aprendizagem, inovação e foco na excelência”, que deverá levar até à capital alentejana “mais de 100 participantes provenientes do mundo inteiro”.

Além da conferência, este encontro, que vai levar até Évora alunos, dirigentes e responsáveis de escolas de hotelaria e turismo do mundo inteiro, inclui também “outras atividades que contribuem para pensar e preparar o futuro do setor, no que à formação diz respeito, mas não só”.

A realização desta iniciativa pela primeira vez em território nacional coincide com a presidência portuguesa desta associação, que é atualmente liderada por Paulo Revés.

“É um privilégio ímpar, porque temos a oportunidade de, além de proporcionar uma experiência que pretendemos seja inesquecível aos participantes, podermos recebê-los no nosso país, reforçando os nossos valores de hospitalidade e contribuindo para que cada um se possa, também, transformar num embaixador de tudo o que o nosso turismo tem para oferecer”, refere o presidente da EURHODIP.

A Conferência “Now! Time to be outstanding” decorre no dia 11 de novembro, no Hotel Convento do Espinheiro, e, segundo a EURHODIP, vai contar um “com  relevante conjunto de oradores nacionais e internacionais que procurarão responder ao repto lançado pelo tema da Conferência através da perspectiva da qualidade, da sustentabilidade e do talento”.

Entre as participações já confirmadas, encontra-se a da secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marque.

Mais informações sobre o evento aqui.

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Les Roches ganha parceria na China e prepara-se para criar rede de campus no país

Xangai deverá ser o primeiro destino chinês a contar com um destes campus de ensino superior de hotelaria, cuja abertura está prevista para 2025, ainda que, no total, estejam previstos “três a quatro campus em todo o país (Xangai, Wuxi, Suzhou)”.

A Les Roches business school estabeleceu uma parceria com o Mountain Education Group (MEG), o grupo líder de ensino superior na China, que prevê a criação de “uma rede única de campus de ensino superior de hotelaria na China”, estimando-se que o primeiro destes campus venha a ser criado em Xangai, até 2025.

De acordo com um comunicado da Les Roches, a parceria prevê “a expansão pan-chinesa da marca Les Roches”, através da abertura de “três a quatro campus em todo o país (Xangai, Wuxi, Suzhou)”.

Xangai deverá ser o primeiro destino chinês a contar com um destes campus, cuja abertura está prevista para 2025 e que, segundo Carlos Díez de la Lastra, CEO da Les Roches, vai apoiar “a transformação da indústria hoteleira chinesa, bem como o desenvolvimento da sua reserva de talentos”.

“O objetivo da Les Roches é proporcionar as mais amplas oportunidades de carreira aos aspirantes a gestores de hotelaria e empreendedorismo, fornecendo aos estudantes conhecimentos, competências e oportunidades para carreiras internacionais e nacionais em hotelaria, gastronomia, luxo e retalho”, afirma o responsável.

A Les Roches será responsável pelo desenvolvimento do currículo académico, bem como pela implementação de políticas padrão, num projeto que arranca com o “Shanghai Mountain Les Roches Campus” e que, segundo a instituição de ensino dedicada à hotelaria, “é muito ambicioso” e “traz um modelo de educação único, do design e da arquitetura para a cidade de Xangai”.

“O “Shanghai Mountain Les Roches Campus” adoptará o modelo educativo suíço baseado na aprendizagem académica e numa forte integração da prática no currículo. A equipa principal, e os professores principais serão nomeados pela Les Roches Global Hospitality Education. O currículo de ensino da escola será alinhado com o currículo dos campus Les Roches na Suíça e o ensino profissional será combinado com o ensino universitário”, revela a Les Roches.

Já o MEG vai ser responsável por todos os investimentos financeiros, aquisição de terrenos, conceção arquitetónica, construção do campus ou do projeto, licenças e autorizações, gestão financeira, recrutamento de estudantes e disposições logísticas.

O projeto divide-se em duas fases, a primeira das quais consiste na conceção e planeamento, sendo o projeto do edifício assinado por arquitetos de renome, como Álvaro Siza (Portugal) ou Tadao Ando (Japão), seguindo-se a fase de pré-abertura do campus com a gestão do projeto, bem como com o desenvolvimento de instalações e operações, marketing e inscrições.

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Pedro Ribeiro assume direção de Marketing e Vendas do grupo Vila Galé

A partir de 1 de setembro, Pedro Ribeiro assume a direção de Marketing e Vendas do grupo Vila Galé.

O grupo Vila Galé contratou Pedro Ribeiro como novo diretor de Marketing e Vendas.

Assumindo funções a partir de 1 de setembro, Pedro Ribeiro foi até recentemente diretor comercial na Dom Pedro Hotels & Golf Collection, rede onde anteriormente tinha também liderado o departamento de Vendas e Marketing do Dom Pedro Laguna, no Brasil, e a área de vendas em Portugal.

Detendo um curso superior em Gestão Hoteleira e formação em Strategic Marketing for Hotel & Restaurants e Revenue Management pela Cornell University, Pedro Ribeiro soma ainda várias distinções ao longo da sua carreira. Em 2019, conquistou o Prémio Networking Empresarial em Portugal e no Brasil, que premeia a excelência e empreendedorismo. Já em 2018, foi considerado Personalidade Líder de Turismo no Brasil. E em 2016 e 2013 ganhou o galardão de melhor diretor comercial, de Marketing e Vendas de Portugal, atribuído pela Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal.

Pedro Ribeiro é ainda membro da administração da Fundação Luso Brasileira e fundador e coordenador da Portugal United, associação de promoção turística lançada em 2005, que hoje reúne mais de 15 empresas.

Em comunicado, Pedro Ribeiro afirma que “é uma honra e um desafio assumir a Direção Geral das áreas de Marketing e Vendas do Grupo Vila Galé. Tratando-se da segunda maior rede hoteleira de Portugal e da maior rede de resorts do Brasil, ainda com planos de abertura em outros destinos, será motivador contribuir para o desenvolvimento e notoriedade de uma marca portuguesa nos mercados internacionais, sem esquecer os dois maiores mercados do Grupo Vila Galé, o português e o brasileiro aos quais continuaremos a dar muita atenção”.

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Illuminated hotel sign taken at night

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Portugal tem 127 hotéis em projeto ou construção. Reino Unido e Alemanha lideram ranking

O Reino Unido e a Alemanha lideram, na Europa, os projetos de construção de hotéis com 322 e 211 unidades, respetivamente. Portugal aparece com 127 unidades projetadas ou em construção.

De acordo com o Lodging Econometrics (LE), existem, na Europa, 1.715 hotéis em projeto ou em construção, equivalendo a cerca de 256 mil quartos, no final do segundo trimestre de 2023.

Desse total, segundo as contas, 776 estão já em construção, perfazendo 118.400 quartos, indicando a análise feita pela LE que existem mais 404 projetos prontos a arrancar nos próximos 12 meses, no que acrescentará mais 61.842 quartos ao universo existente. Além disso, existem ainda mais 535 projetos que se encontram numa fase adiantada de arranque, o que equivale a mais 76.336 quartos.

Este ranking, concluído no final do segundo trimestre de 2023, é liderado pelo Reino Unido, com um total de 322 projetos/45.181 quartos, seguindo-se a Alemanha, com 211 projetos/34.981 quartos, e França com 132 projetos/14.869 quartos.

Portugal aparece em quarto lugar, indicando a LE que existem 127 hotéis projetados que acrescentarão mais 15.446 quartos ao universo existente.

A Turquia aparece em quinto lugar nesta análise europeia, com 107 projetos e 15.670 quartos.

Contas feitas, estes quatro países são responsáveis por 52% de todos os hotéis em projeto ou em construção, salientando a LE que o Reino Unido, Alemanha, França, Portugal e Turquia “deverão manter a liderança na construção de hotéis a abrir até 2025”.

Analisando o panorama por cidades, Londres aparece com 82 projetos/14.767 quartos, seguida de Istambul com 42 projetos/7.222 quartos.

Já a cidade de Lisboa surge em terceiro lugar com 37 hotéis em projeto ou em construção, representando 4.262 quartos, seguida de Dublin com 32 projetos/6.173 quartos e a cidade alemão de Düsseldorf com 31 projetos/5.669 quartos em quinto lugar.

Relativamente aos grupos hoteleiros que mais hotéis têm em projeto ou em construção, destaque para a Accor, com 276 projetos/36.909 quartos, seguida da Hilton com 202/28.825 quartos. Nas posições seguintes aparecem a Marriott International (178 projetos/27.142 quartos), IHG Hotels&Resorts (143 projetos/19.108 quartos e o Radisson Hotel Group (59 projetos/11.452 quartos). Estes cinco grupos representam 50% de todos os hotéis projetados e em construção na Europa.

Ainda no campo dos grupos hoteleiros, mas relativamente às marcas detidas pelos mesmos, a Ibis lidera com 91 projetos/10.773 quartos, seguindo-se Hampton da Hilton com 71 projetos/10.345 quartos, Holiday Inn Express com 45 projetos/6.129 quartos e os Moxy da Marriott com 38 projetos/6.091 quartos.

A análise revela ainda que, no primeiro semestre de 2023, abriram, na Europa 150 novos hotéis com 20.027 quartos, esperando-se que até ao final do presente ano sejam inaugurados mais 265 hotéis, correspondendo a 35.491 quartos.

No futuro, a LE indica a abertura de mais 381 hotéis/51.708 quartos, em 2024, e mais 365 hotéis/56.094 quartos, em 2025.

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Vila Galé abre primeiro resort em Cuba em outubro

A informação já tinha sido avançada por Jorge Rebelo de Almeida, presidente do grupo Vila Galé, aquando da inauguração do NEP Kids, em Beja, e é confirmada agora com a abertura do primeiro resort em Cuba, em outubro.

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O grupo Vila Gale irá expandir a sua atividade a Cuba. Em comunicado, o grupo hoteleiro português anuncia que, em parceria com a Gaviota, irá administrar o Vila Galé Cayo Paredón, um resort all inclusive em Cayo Paredón Grande, a 25 minutos do aeroporto Jardines del Rey, em Cayo Coco, estando a abertura prevista para outubro de 2023.

Com 31 hotéis em Portugal e uma dezena no Brasil, a unidade, construída de raiz junto à praia deste novo polo turístico de Cuba, terá 638 quartos – 620 standard, duas suites e 16 suites juniores –, piscinas infantis e para adultos, Clube Nep para crianças, Espaço Galera dedicado aos hóspedes ‘teen’, salões para eventos, centro náutico, campo de ténis e quadra multidesportiva.

“Há muitos anos que estamos a analisar a entrada em Cuba e agora, finalmente, foi possível concretizar este objetivo. Teremos um hotel maravilhoso, com excelente localização e com o padrão habitual da Vila Galé. É uma aposta desafiante, mas estamos muito entusiasmados, porque Cuba é um destino turístico de enorme qualidade. Além disso, esta aposta complementará a oferta da Vila Galé Portugal e no Brasil, permitindo pôr em prática noutro país a muita experiência na gestão deste tipo de unidades com tudo-incluído”, refere Jorge Rebelo de Almeida.

A nova unidade do grupo Vila Galé, que vai gerar cerca de 400 postos de trabalho, contará com sete restaurantes: Versátil (buffet), Massa Fina (italiano), Inevitável (à la carte, com propostas de influência mediterrânica), Cervejaria Portuguesa (petiscos tradicionais lusos) e Taste of Ciego (cozinha cubana), Vila Galé Café e Ranchon, além de cinco bares, incluindo bar de piscina, de praia e temáticos.

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B&B HOTELS abre nova unidade em Vila do Conde

O B&B HOTEL Vila do Conde é a 12.ª unidade da B&B HOTELS em Portugal, dispõe de 100 quartos e faz parte da expansão que a cadeia de hotelaria está a levar a cabo na Península Ibérica.

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A B&B HOTELS abriu o seu 12.º hotel em Portugal, o B&B HOTEL Vila do Conde, unidade que dispõe de 100 quartos e que faz parte da expansão que a cadeia de hotelaria está a levar a cabo na Península Ibérica.

Em comunicado, a B&B HOTELS revela que o novo hotel conta também com buffet de pequeno-almoço, Wi-Fi gratuito de alta velocidade em todo o edifício, café e bebidas quentes gratuitas, estacionamento exterior gratuito e uma recepção aberta 24 horas.

O B&B HOTEL Vila do Conde funciona num edifício que está em regime de aluguer garantido de longa duração, num modelo de negócio ‘asset light’ que, segundo a cadeia de hotelaria, permite “manter fortes taxas de crescimento e projetá-las de forma sustentada no futuro imediato”.

A nova unidade é a 12.ª da B&B HOTELS em Portugal, depois da abertura dos hotéis de Lisboa, Porto, Guimarães ou Braga, e faz parte da expansão anunciada pela cadeia para a Peninsula Ibérica, onde conta já com 46 hotéis em Espanha e 12 em Portugal, num total de mais de 5.000 quartos.

“A rede hoteleira fechou 2022 com 52 hotéis e a previsão é chegar a mais de 60 em 2023”, destaca a B&B HOTELS, no comunicado divulgado, onde frisa ainda que recentemente alcançou um acordo com o Grupo Avintia Real Estate para desenvolver conjuntamente 10 novos hotéis até 2025.

Segundo a cadeia de hotelaria, “este projeto consolida uma aliança que começou no final de 2021 através de contratos garantidos de longo prazo e que, juntamente com outras colaborações, constituem um primeiro gasoduto avaliado em mais de 100 milhões de euros”.

 

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ALEP “congratula-se” com veto presidencial no “Programa Mais Habitação”

Com o veto por parte do Presidente da República ao “Programa Mais Habitação”, a ALEP frisa que esta decisão “impede que avancem as medidas desastrosas contra o Alojamento Local”.

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Com o veto por parte do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ao “Programa Mais Habitação”, a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) “congratula-se” com esta decisão, frisando que é “com um misto de esperança renovada e de firme determinação” que vê o veto político, “em especial por impedir que avancem as medidas desastrosas contra o Alojamento Local (AL)”.

Em comunicado, a ALEP refere que esta decisão “atesta o peso das preocupações” levantadas pela associação e pelo setor do Alojamento Local, junto das mais diversas entidades, nomeadamente a Presidência da República, e “ressalta a importância vital da voz coletiva em defesa dos interesses de um setor que representa 40% das dormidas turísticas e 3,8% do PIB nacional”.

A Associação que representa o setor considera ainda que a decisão de vetar o diploma “mostra a vontade do Senhor Presidente da República em salvaguardar a necessária estabilidade económica e social do país”.

“Esta deliberação assinala ainda a sua compreensão da relevância do setor do alojamento local para a economia, para o turismo e para a sociedade em geral, e acima de tudo, sublinha que destruir o alojamento local em nada resolve o problema da habitação”, lê-se no comunicado enviado às redações.

Em carta enviada ao Presidente da Assembleia da República, o PR refere, entre outros pontos, que “a apresentação do ‘Programa Mais Habitação’ acabou por polarizar o debate em torno de dois temas centrais – o arrendamento forçado e o alojamento local”.

Num outro ponto, Marcelo Rebelo de Sousa frisa que, “o presente diploma, apesar das correções no arrendamento forçado e no alojamento local, dificilmente permite recuperar alguma confiança perdida por parte do investimento privado, sendo certo que o investimento público e social, nele previsto, é contido e lento”.

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Revive: Candidaturas à Casa das Fardas (Estremoz) abertas até 19 de outubro

Com uma concessão válida por 50 anos, as candidaturas à Casa das Fardas”, em Estremoz, estão abertas até 19 de outubro.

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No âmbito do plano Revive, estão abertas as candidaturas à Casa das Fardas, localizada em Estremoz, tendo o anúncio do concurso público para a concessão de exploração do imóvel sido enviado, em 21 de junho de 2023, para publicação em Diário da República.

A concessão, por 50 anos, tem em vista a realização de infraestruturas, e posterior exploração para fins turísticos como estabelecimento hoteleiro, alojamento local, ou outro projeto com vocação turística, nos termos da legislação em vigor, lê-se no site do Turismo de Portugal.

Com uma área total de construção de 2.391 m2, a renda mínima anual indicada é de 3.581,40 euros.

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Proveitos totais do turismo no 1.º semestre de 2023 quase 40% acima de 2019

Os números do turismo em Portugal continuam em alta. Os primeiros seis meses deste ano foram os melhores de sempre em hóspedes e dormidas. Falta saber como serão os outros seis meses de 2023.

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Em junho de 2023, o setor do alojamento turístico registou 2,9 milhões de hóspedes (+7,1%) e 7,4 milhões de dormidas (+3,7%), correspondendo a 622,1 milhões de euros de proveitos totais (+14%) e 480,6 milhões de euros de proveitos de aposento (+15,5%). Comparando com junho de 2019, registaram-se aumentos de 33,5% nos proveitos totais e 35,5% nos relativos a aposento.

Já no acumulado dos primeiros seis meses do ano, o Instituto Nacional de Estatística (INE) revela que as dormidas cresceram 18,8% (+7,7% nos residentes e +24,2% nos não residentes), a que corresponderam aumentos de 31,8% nos proveitos totais e 34% nos relativos a aposento.

Comparado com o mesmo período de 2019, os dados do INE indicam uma subida de 38,3% nos proveitos totais e de 41,7% nos aposentos.

Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 14,5 milhões de hóspedes e 36,7 milhões de dormidas no primeiro semestre de 2023, correspondendo a crescimentos de 20,9% e 18,7%, respetivamente. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas aumentaram 11% (+11,6% nos residentes e +10,7% nos não residentes).

É a primeira vez, desde o início da pandemia, que o número de dormidas (total e de não residentes) no primeiro semestre superou os níveis de 2019. Em termos regionais, apenas no Algarve se registaram decréscimos, quer nas dormidas de residentes (-3,1%) quer nas de não residentes (-0,3%).

Lisboa lidera nos proveitos e dormidas
Em junho, Lisboa concentrou 30,8% dos proveitos totais e 32,3% dos relativos a aposento, seguindo-se o Algarve (29,9% e 28,7%, respetivamente), o Norte (15,5% e 16,1%, pela mesma ordem) e a Madeira (9,5% e 8,7%, respetivamente).

Os maiores crescimentos ocorreram nos Açores (+23,7% nos proveitos totais e +25,2% nos de aposento), no Norte (+22,4% e +23,7%, respetivamente), em Lisboa (+18,2% e +19,2%, pela mesma ordem) e no Centro (+16,9% em ambos).

Face a junho de 2019, destacaram-se as evoluções nos Açores (+57,6% nos proveitos totais e +58,7% nos de aposento), na Madeira (+51,3% e +67,9%, respetivamente), no Norte (+42,9% e +43,4%, pela mesma ordem) e no Alentejo (+38,9% e +47,3%, respetivamente).

Já no primeiro semestre de 2023, os Açores (+53,8% nos proveitos totais e +54,3% nos de aposento), a Madeira (+52,8% e +64,3%, respetivamente) e o Alentejo (+47,5% e +54,9%, pela mesma ordem) registaram os maiores crescimentos nos proveitos, face a igual período de 2019.

De referir que, do total de dormidas, 74,1% concentraram-se nos 23 principais municípios analisados pelo INE.

Nesta comparação por municípios, Lisboa concentrou 18% do total de dormidas em junho de 2023 (8,5% do total de dormidas de residentes e 21,9% de não residentes), atingindo 1,3 milhões de dormidas. Comparando com junho de 2019, as dormidas aumentaram 5,3% (-9,7% nos residentes e +8,2% nos não residentes).

Albufeira manteve-se na 2.ª posição (peso de 12,2%), tendo registado 907,8 mil dormidas, e continuou a não atingir os níveis registados em 2019 (-10,2% no total; -26,6% nos residentes e -5,2% nos não residentes).

No Porto, registaram-se 536,4 mil dormidas (7,2% do total), um acréscimo de 25,1% face a junho de 2019 (+31,7% nos residentes e +23,9% nos não residentes).

No Funchal, registaram-se 532,3 mil dormidas (quota de 7,1%), tendo aumentado 17,2% (+54,9% nos residentes e +12,3% nos não residentes) face a junho de 2019.

De entre os principais municípios, destacaram-se ainda as evoluções registadas em Vila Nova de Gaia (+30,6%) e em Matosinhos (+14,1%) em junho, face ao mesmo mês de 2019.

Na comparação do acumulado do 1.º semestre de 2023, face a igual período de 2019 e entre os principais municípios, o Porto destacou-se com um crescimento de 29,4% (+19,8% nos residentes e +31,6% nos não residentes), seguindo-se Vila Nova de Gaia (+29,3%; +21,3% nos residentes e +35,5% nos não residentes). Em sentido contrário, os maiores decréscimos registaram-se em Vila Real de Santo António (-13,7%; -7,6% nos residentes e -16,1% nos não residentes) e Albufeira (-8,5%; -17,1% nos residentes e -6,7% nos não residentes).

Hotelaria em crescendo
No que diz respeito aos segmentos de alojamento, em junho, todos eles registaram crescimentos nos proveitos. Na hotelaria, os proveitos totais e de aposento (peso de 87,2% e 85,3% no total do alojamento turístico) aumentaram 13,1% e 14,5%, respetivamente. Face a junho de 2019, registaram-se crescimentos de 31,3% e 33%, pela mesma ordem.

Nos estabelecimentos de alojamento local (quotas de 9,1% e 10,8%, respetivamente), registaram-se aumentos de 22,8% nos proveitos totais e 24,4% nos proveitos de aposento. Comparando com junho de 2019, observaram-se crescimentos de 40,4% e 43,2%, respetivamente.

No turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,7% e 3,9%, respetivamente), os aumentos foram 14,8% e 14,9%, pela mesma ordem. Face a junho de 2019, registaram-se crescimentos mais expressivos, +85,2% e +83,5%, respetivamente.

Finalmente, no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 78,1 euros em junho de 2023, tendo aumentado 11,6% face a igual mês do ano anterior (+24,1% em maio) e 25,8% em comparação com junho de 2019.

Os valores de RevPAR mais elevados foram registados em Lisboa (116,7 euros) e no Algarve (88,1 euros). Os maiores crescimentos ocorreram nos Açores e no Norte (+19,0% e +16,6%, respetivamente).

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Fundos europeus para transformação digital das PME do turismo com dotação de 100 mil euros

Até 10 de setembro, micro e PME portuguesas da área do turismo podem candidatar-se aos 100 mil euros, no âmbito do projeto europeu RESETTING, para introduzirem inovações digitais na sua atividade. As candidaturas em Portugal são apoiadas pelo Audax, centro de inovação e empreendedorismo do Iscte.

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O projeto europeu RESETTING tem como objetivos melhorar e tornar mais sustentáveis as experiências dos turistas e dos locais com recurso a tecnologias digitais como a internet das coisas (IoT), inteligência artificial, drones, comunicação 5G, realidade virtual e realidade estendida.

Estes são alguns dos projetos que podem ser financiados com fundos do projeto europeu RESETTING, destinado a promover a sustentabilidade das atividades de alojamento, de operadores turísticos, de agências de viagens e outras atividades relacionadas. Com subsídios a fundo perdido que podem ascender aos nove mil euros por empresa, o programa tem a última fase de candidaturas aberta até 10 de setembro. O Audax-Iscte promove e apoia a elaboração de candidaturas em Portugal.

O consórcio que lançou o RESETTING envolve a participação de universidades, centros de investigação e de empresas de vários países europeus com o propósito de estimular a inovação empresarial e aumentar a sustentabilidade do setor.

As atividades económicas abrangidas devem ter o Código de Atividade Económica (CAE) 55 (alojamento) ou 79 (agências de viagens, operadores turísticos e outros serviços de reservas e atividades relacionadas).

Cada candidatura deve incluir um plano de ação em que o apoio financeiro prestado se situe entre os sete mil e os nove mil euros. As empresas escolhidas passarão a integrar uma rede internacional que abrange cinco países: Portugal, Itália, Espanha, Grécia e Albânia, onde serão partilhadas experiências de transformação digital. A avaliação das candidaturas será conduzida por um comité constituído por dois peritos afetos ao projeto, com base em critérios do programa COSME da União Europeia.

 

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Casa das Lérias integrada no programa Historic Hotels Worldwide

O programa dos Estados Unidos da América reconhece as melhores unidades históricas em todo o mundo com base numa série de critério. A integração nesta lista é exclusiva a hotéis, resorts e pousadas situados em locais históricos com, pelo menos, 75 anos de idade.

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A Casa das Lérias, em Amarante, Portugal, foi integrada no Historic Hotels Worldwide, o programa oficial do National Trust for Historic Preservation, dos Estados Unidos da América (EUA), que reconhece e celebra os melhores hotéis históricos em todo o mundo.

Em comunicado de imprensa é explicado que “o Historic Hotels Worldwide promove o património e as viagens culturais, apresentando uma prestigiada coleção de tesouros históricos, incluindo hotéis e outros alojamentos históricos com mais de dez séculos de existência em 47 países de todo o mundo”.

A Casa das Lérias, de janelas viradas para o Tâmega e próximo do centro da cidade, herda a sua localização de uma confeitaria histórica com o mesmo nome. O edifício original foi outrora denominado como a famosa Casa das Lérias, um local conhecido pelos doces conventuais tradicionais de Amarante, as “Lérias”, na altura propriedade de Alcino dos Reis.

Sobre esta recente integração, Lawrence Horwitz, vice-presidente executivo da Historic Hotels of America e da Historic Hotels Worldwide, declara que “a Historic Hotels Worldwide tem a honra de incluir a Casa das Lérias”.

“Elogiamos a Casa das Lérias, a Ace Hospitality Management e a equipa de liderança, pelo seu cuidadoso trabalho de preservação histórica, administração e visão que permitirão às gerações futuras de viajantes experimentar este destino histórico único”, afirma.

A adesão à Historic Hotels Worldwide é exclusiva de hotéis, resorts e pousadas selecionados com alojamentos em locais históricos com, pelo menos, 75 anos de idade e que ofereçam acomodações históricas.

Cada membro tem de possuir uma ou mais das seguintes qualidades: ter servido como antiga residência, ou estar localizado nos terrenos da antiga residência, de pessoas famosas; situar-se num local significativo para um evento na história; estar localizado em, ou a uma curta distância a pé, de um distrito histórico, marco historicamente significativo, local de um evento histórico ou centro histórico da cidade; ter sido reconhecido por uma organização de preservação local ou por um fundo nacional; e exibir recordações históricas, obras de arte, fotografias ou outros exemplos do seu significado histórico.

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