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Alojamento

Alojamento turístico atinge máximos históricos em agosto

Dados do INE, divulgados esta sexta-feira, 30 de setembro, mostram que os resultados do alojamento turístico em agosto correspondem aos “valores mensais mais elevados desde que há registo”.

Inês de Matos
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Alojamento turístico atinge máximos históricos em agosto

Dados do INE, divulgados esta sexta-feira, 30 de setembro, mostram que os resultados do alojamento turístico em agosto correspondem aos “valores mensais mais elevados desde que há registo”.

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O alojamento turístico nacional contabilizou 3,4 milhões de hóspedes e 9,9 milhões de dormidas no passado mês de agosto, resultados que, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), correspondem aos “valores mensais mais elevados desde que há registo”.

Os dados divulgados esta sexta-feira, 30 de setembro, pelo INE, traduzem crescimentos de 33,0% e 31,9%, respetivamente, face ao ano passado, bem como a subidas de 1,2% e 2,8% em comparação com o mesmo mês de 2019, que tinha sido, até aqui, o melhor de sempre.

O mercado interno contribuiu com 3,7 milhões de dormidas, o que representa uma descida de 11,4% face a mês homólogo do ano passado, que, segundo o INE, tinha correspondido a um “máximo histórico”. Já face a agosto de 2019, o mercado interno cresceu 8,2%.

Os mercados externos, por sua vez, totalizaram 6,2 milhões de dormidas, num aumento de 86,9% face a agosto do ano passado, ainda que tenha sido registada uma diminuição ligeira de 0,2% face ao mesmo mês de 2019.

Por tipo de alojamento, as dormidas na hotelaria, que representaram 81,1% do total, cresceram 32,1% face ao mesmo mês de 2021 e 2,8% em comparação com agosto de  2019, enquanto nos estabelecimentos de alojamento local, que representaram 13,8% do total, houve um aumentos de 39,0% face ao ano passado, ainda que, em comparação com agosto de 2019, se tenha notado uma descida de 3,8%.

Já no turismo em espaço rural e de habitação, cuja quota foi de 5,1%, houve um acréscimo de 14,2% em comparação com agosto do ano passado e um forte subida face ao mesmo mês de 2019, que chegou aos 26,6%.

Por mercados, o britânico, que representou 17,7% do total das dormidas de não residentes neste mês, apresentou uma subida 0,3% relativamente a agosto de 2019, enquanto o espanhol, que representou 17,6% do total, registou uma descida de 3,1%, e o francês, com uma quota de 12,9%, cresceu 0,9%.

O INE sublinha, no entanto, as subidas dos mercados alemão que, com uma quota de 9,2%, aumentou 3,4%, e norte-americano, cuja quota foi de 5,7% e “continuou a destacar-se (+28,3%) quando comparado com agosto de 2019, tendo apenas sido ultrapassado pelo mercado checo (+51,1%)”.

“Comparando com agosto de 2019, evidenciaram-se também os crescimentos registados pelos mercados suíço (+25,9%), dinamarquês (+24,6%) e romeno (+24,2%)”, indica ainda o INE, revelando também que “as maiores diminuições verificaram-se nos mercados brasileiro (-19,1%) e sueco (-9,8%)”.

Por regiões, a maioria das dormidas concentrou-se no Algarve (32,2%), seguindo-se a AM Lisboa (21,1%), o Norte (16,5%) e o Centro (11,6%), com o INE a frisar que “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões” face a agosto do ano passado.

Já em comparação com agosto de 2019, “apenas o Algarve registou um decréscimo (-7,1%)”, diz o INE, que revela que “os aumentos mais expressivos ocorreram na RA Madeira (+16,9%) e no Norte (+15,9%)”.

Nas dormidas dos residentes, apenas na RA Açores e no Algarve houve decréscimos de 3,6% e 2,8%, respetivamente, tendo-se observado o maior “crescimento na RA Madeira (+53,3%), seguida do Norte (+14,4%) e Centro (+14,3%)”.

Já as dormidas de residentes aumentaram no Norte (+17,0%), RA Madeira (+9,3%) e RA Açores (+7,1%), enquanto as maiores diminuições ocorreram no Algarve (-9,4%) e Alentejo (-8,4%), enquanto na AM Lisboa a variação foi nula.

Em agosto, a estada média ficou nas 2,93 noites, o que corresponde a uma descida de 0,8% face a agosto do ano passado, com a maior descida a encontrar-se entre os residentes, onde este indicador caiu 6,8%, para 2,61 noites, enquanto nos não residentes houve uma descida de 0,4%, para 3,17 noites.

“Na RA Madeira e no Algarve, as estadas médias continuaram a atingir os valores mais elevados: 5,15 e 4,54 noites, respetivamente”, refere ainda o INE.

Já no acumulado até agosto, as dormidas aumentaram 133,8% face ao ano passado, com uma subida de 33,7% nos residentes e de 278,4% nos não residentes, enquanto na comparação com o mesmo período de 2019, houve uma descida de 3,0%, com o INE a indicar que esta quebra foi “consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-7,7%), dado que as de residentes cresceram 7,7%”.

Em agosto, 11,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, quando em igual período do ano passado eram 18,6%.

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Hotelaria

Pagamentos com criptomoeda garantem uma noite grátis no The 7 Hotel

Esta modalidade de pagamento já está disponível nesta unidade hoteleira desde maio de 2022.

O The 7 Hotel vai oferecer uma noite grátis aos clientes que optem por fazer pagamentos com criptomoeda.

Esta modalidade de pagamento, que já está disponível nesta unidade hoteleira desde maio de 2022, “tem tido bastante adesão por parte dos hóspedes”, de acordo informação disponibilizada pelo hotel em comunicado. Por essa razão, e “a pensar nas necessidades dos clientes”, o The 7 Hotel lançou esta promoção especial.

A oferta está em vigor até ao final de março e só está disponível para reservas diretas, sendo que esta modalidade de pagamento está integrada com as principais carteiras e marcas do mercado, como é o caso da Binance, Trust Wallet, Uphold, Ledger, entre outras.

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AP Hotels & Resorts estreia-se no Norte com a abertura do AP Dona Aninhas

A unidade de 64 quartos e suites torna-se assim o primeiro hotel do grupo fora do Algarve. A aposta é justificada por Emanuel Freitas, General Manager da AP Hotels & Resorts, pelos “resultados bem acima do esperado alcançados em 2022, que levaram a que o grupo desenhasse um plano de investimentos para 2023”.

O Grupo AP Hotels & Resorts aposta numa nova unidade hoteleira, o AP Dona Aninhas, um boutique hotel de charme localizado no centro da cidade de Viana do Castelo, como indicado em comunicado.

Em entrevista à Publituris Hotelaria para a edição 201 de janeiro, Emanuel Freitas, General Manager da AP Hotels & Resorts, justifica a nova abertura com “os resultados bem acima do esperado alcançados em 2022, que levaram a que o grupo AP Hotels & Resorts desenhasse um plano de investimentos para 2023 que contempla duas vias: crescimento e renovações”.

Desta forma nasce o Dona Aninhas, a primeira unidade do grupo fora do Algarve, cuja data de abertura está prevista “para o primeiro trimestre de 2023”, como adiantado à Publituris Hotelaria.

O hotel com decoração inspirada na arte deco, localizado numa antiga unidade hoteleira no centro histórico da cidade, oferece 64 quartos e suites baseados em três temáticas: navegadores, filigrana e bordados de Viana. Para Emanuel Freitas, o objetivo é claro: “homenagear as gentes de Viana e os seus costumes”.

Das valências do hotel fazem parte um restaurante que “aposta na gastronomia local, disponível ao pequeno-almoço, almoço e jantar”, como indicado em nota de imprensa, além de um ginásio e spa equipado com “piscina interior, banho turco, jacuzzi, sauna e solário”, onde também será possível usufruir de tratamentos e massagens. Destaque também para a capacidade da unidade para a organização de “eventos corporativos e sociais”, dada a existência de uma sala de reuniões com serviço de coffee break e banquetes.

A proximidade da unidade ao centro histórico e a possibilidade de visita ao Santuário de Santa Luzia, à praia do Cabedelo e a museus e igrejas da região são apontados em comunicado como mais valias da localização do hotel. Aliás, o General Manager da AP Hotels & Resorts garante que “a dinâmica de Viana do Castelo, tanto cultural como económica, faz desta uma das capitais de distrito mais interessante do Norte de Portugal, [o que] ajudará ao sucesso deste investimento”.

Grupo chega a Lisboa no primeiro semestre de 2024

Além da expansão a Norte, o Grupo AP Hotels & Resorts também chegará à capital, através de “uma parceira para a abertura da primeira unidade em Lisboa”, tal como explica Emanuel Freitas à Publituris Hotelaria.

Previsto para o primeiro semestre de 2024, o hotel AP Lisboa resulta de “uma parceria com a Pujol Invest Properties” e ficará situado num edifício histórico na Praça da Figueira. A unidade será composta por 62 quartos.

No capítulo das renovações, o grupo vai proceder à renovação da sua unidade “mais importante – tanto por capacidade como por faturação – o AP Adriana Beach Resort”, em Albufeira. A obra irá abranger os 116 quartos standard, “a última categoria que não estava totalmente renovada no resort”, bem como o anfiteatro com capacidade para 400 pessoas.

Ainda no Algarve, o grupo decidiu avançar com a renovação de 76 quartos no AP Cabanas Beach & Nature, numa obra que terá início no inverno de 2023.

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Glion estabelece parceria com feira de recrutamento do setor do luxo

O Glion Institute of Higher Education uniu esforços com a The Vendôm Company para a 2ª edição da feira “EXCELLENCE by Vendôm”, dedicada exclusivamente ao recrutamento no setor do luxo. A feira terá lugar este ano no Hôtel Le Marois, em Paris, a 26 de janeiro, e em ambiente digital, de 25 a 27 de janeiro.

Criada pela CEO da The Vendôm Company, Laetitia Girard, a nova edição da feira de recrutamento “EXCELLENCE by Vendôm” capitaliza o sucesso da sua antecessora, que teve lugar em 2021, de 7 a 9 de outubro, e reuniu 100 profissionais, marcas e escolas de luxo. Ao todo, uma audiência de mais de três mil talentos da Europa, Médio Oriente e Ásia assistiram às conferências e workshops online disponíveis durante a última edição.

Em 2023, a empresa Vendôm optou por alterar o formato da EXCELLENCE by Vendôm, que será realizada online durante três dias e presencialmente em Paris. Em comunicado de imprensa, a Glion adianta que “a nova edição será baseada em intercâmbios ao vivo, permitindo aos profissionais e candidatos segui-la a partir de qualquer parte do mundo”.

Já são conhecidos os temas de quatro mesas-redondas

O evento destina-se a recrutadores, candidatos, hotéis e escolas de gestão de luxo, sendo que os dias serão organizados em torno de entrevistas online ou presenciais privadas com recrutadores, workshops e palestras, com conteúdo produzido em colaboração com a Glion.

O programa de debates incluirá quatro mesas redondas, que podem ser sujeitas a alterações.

A primeira mesa, intitulada “People to People”, contará com a presença de François-Henry Bennahmias, CEO da Audemars Piguet, e Maud Bailly, CEO da Sofitel, MGallery and Emblems.

Numa segunda mesa será debatido o tema “Luxury Speaks Sustainability”, com a participação de Manuel Mallen, CEO da Maison Courbet, e Emilie Metge Viargues, CEO da Christofle.

Haverá ainda espaço para uma terceira mesa-redonda sob o tema “Luxury and Transmission”, com Guy Bertaud, CEO da Maisons Pariente, e Thierry MARX, chef do restaurante Michelin “Sur Mesure”, do hotel Mandarin Oriental, em Paris.

Por fim, será dinamizada a mesa “History and Mindset of Luxury”, com a presença de: Stanislas De Quercize, presidente e fundador SAVIH e membro da direcção Christian Louboutin; Jean-Luc Naret, CEO da JLN & CO, e Véronique Beaumont, Managing Director COO na ESMOD International.

“A EXCELLENCE by Vendôme 2023 reunirá profissionais e aspirantes do universo do luxo numa dinâmica de desenvolvimento comum: o nosso objetivo é efetuar uma mudança de paradigma no recrutamento, regressando à sua própria essência – seres humanos – bem como promover um maior conhecimento das maisons de luxo e das oportunidades de emprego”, afirma Laetitia Girard.

Já Francine Cuagnier, diretora de Marketing Glion, garante que “a empregabilidade dos nossos estudantes é um dos grandes pontos fortes da nossa instituição. Esta mostra é uma oportunidade única para descobrir estas excecionais maisons e os seus líderes. Para os atores da indústria de luxo, este é um evento imperdível que lhes permite identificar futuros talentos”.

O programa completo e o registo da Excellence by Vendôm devem ser feitos através do website da feira (excellencebyvendom.com).

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Nova edição Publituris Hotelaria: Aberturas e remodelações

Na primeira edição do ano, a Publituris Hotelaria volta a apresentar as aberturas e remodelações da praça hoteleira para os próximos três anos.

Carla Nunes

De acordo com um levantamento realizado pela redação estão previstos 149 hotéis até 2025, que se traduzem em cerca de 10.114 unidades de alojamento. As cidades do Porto e Lisboa representam grande parte destes números, com 52 unidades previstas na Invicta e 50 hotéis na capital, num total conjunto de 6.452 unidades de alojamento.

Também no âmbito das renovações existem novidades para os próximos três anos, com os hoteleiros a investir cerca de 25,7 milhões de euros na remodelação dos seus hotéis. Ao que a Publituris Hotelaria conseguiu apurar, até ao fecho da edição de janeiro estavam em calha renovações em 35 unidades hoteleiras, sendo que algumas renovações previstas para os próximos anos servirão para converter conceitos e ainda adaptar antigos hotéis a novos grupos e marcas.

Nesta edição damos ainda conta das perspetivas do setor para 2023. Expressões como “prudência”, “otimismo moderado” e “preocupação” fazem parte do léxico dos hoteleiros e associações quando se reportam às suas expetativas para este novo ano. No entanto, e “apesar das nuvens no horizonte”, parece existir um consenso de que este pode ser “um bom ano”, constituindo uma oportunidade para a “consolidação da atividade”, novas aberturas, remodelações e novas representatividades associativas além-fronteiras.

Já a análise CLEVER deste mês debruça-se sobre dados de voos para avaliar se o “otimismo que domina a procura turística mundial” é, ou não, justificado. Um convite de Luís Brites, CEO na CLEVER Hospitality Analytics, e Jesus Ramirez Medina, Senior Sales Manager Ibéria na SOJERN, [to] “always look on the bright side of life”.

No capítulo dos fornecedores, a Publituris Hotelaria esteve à conversa com Paulo Rodrigues, gestor da “Lisbon Food Affair”, para perceber os contornos desta nova feira profissional dedicada ao setor alimentar em Portugal, que decorre de 12 a 14 de fevereiro na FIL. Sustentada por três pilares – inovação, sustentabilidade e internacionalização –, a “Lisbon Food Affair promete ser “um espaço que distingue o que se faz de diferente e inovador, onde será possível encontrar respostas aos novos desafios do setor”, de acordo com Paulo Rodrigues.

A fechar a edição, na “Palavra de Chef” deste mês o destaque vai para Jorge Lavos Costa, que desde maio do ano passado assume o cargo de chef-executivo nas unidades hoteleiras da United Investments Portugal (UIP), nomeadamente no Pine Cliffs Resort (Algarve), Sheraton Cascais Resort, Yotel Porto e Hyatt Regency Lisboa. Foi neste último hotel, inaugurado apenas há uns meses, que a Publituris Hotelaria teve a oportunidade de falar com o chef sobre o seu percurso, o regresso a Portugal e o processo de gestão das cozinhas destas unidades.

As opiniões pertencem a Sérgio Guerreiro (Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality); Susana Mesquita (ISAG); Jaime Quesado; Karina Simões (JLL); Alberto Henriques (Savills); Silvia Dragomir (Worx) e Gonçalo Garcia (Cushman & Wakefield Portugal).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

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Hotelaria

Antiga sede do FC Porto foi transformada no Axis Porto Club

A nova unidade de quatro estrelas conta com 53 quartos, tendo sido alvo de um investimento de cinco milhões de euros. Com esta nova abertura, o grupo que detém a rede de hotéis Axis passa a contar com sete hotéis no norte do país.

Publituris

O AXIS Hotéis & Golfe abriu um novo hotel na antiga sede do Futebol Clube do Porto (FCP), o Axis Porto Club.

A unidade hoteleira localizada num edifício centenário na Praça dos Aliados, junto à Câmara Municipal do Porto, foi alvo de um investimento de cinco milhões de euros. Esta disponibiliza 53 quartos, 14 dos quais são suites, e ainda um restaurante e bar, o UMAMI, “que oferece uma vista privilegiada para a câmara municipal”, como indicado em comunicado.

Na mesma nota de imprensa é assegurado que a requalificação da antiga sede do FC Porto “foi elaborada com o objetivo de retratar e homenagear a história da relação entre o clube e a cidade do Porto”. Desta forma, a escultora e artista Ester Monteiro foi chamada para criar várias obras que demonstrassem essa articulação. Na escadaria que percorre o edifício, por exemplo, é possível encontrar o excerto do poema “Aleluia” do portuense Pedro Homem de Melo, criado no final da década de 60. A última quadra do poema divide-se entre o primeiro e o último andar.

“O Axis Porto Club é muito mais do que uma ligação ao Futebol Clube do Porto. É um hotel com uma história que é importante destacar mas, acima de tudo, um espaço com alma do Norte que sabe receber bem todos os que cá chegam. Tivemos a preocupação de manter a sua identidade, tornando-o um espaço de todos e para todos. O nosso objetivo é fazer com que os nossos hóspedes se sintam em casa e respirem a hospitalidade do Norte”, garante Filipe Silva, Member of Board of Directors do grupo Axis Hotéis e Golfe.

A história do edifício e a sua relação com o FCP remonta a 1933, quando o clube arrendou o primeiro andar ao proprietário, César Augusto Bordallo, para instalar os serviços de sede e secretaria. Estes mantiveram-se no edifício ao longo de quase cinco décadas, até a sede ser transferida para o Estádio das Antas, em 1982. A varanda da sede do FC Porto tornou-se um espaço que faz parte da memória coletiva da cidade, tendo sido palco de consagração de diversos campeões e vencedores.

Com esta abertura, o Axis Porto Club junta-se aos restantes seis hotéis do grupo que detém a rede de hotéis Axis, localizados em Póvoa de Varzim, Ofir, Viana do Castelo, Porto, Braga e Ponte de Lima, onde o grupo detém ainda o Campo de Golfe.

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Turismo

Proveitos totais do turismo aumentam 25,5% face a novembro de 2019

Os números referentes ao alojamento turístico – hóspedes e dormidas -, bem como proveitos, no mês de novembro, voltam a colocar o turismo em Portugal no caminho certo para ultrapassar o ano de 2019.

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Em novembro de 2022, o setor do alojamento turístico registou 1,7 milhões de hóspedes (+19,7%) e 4,2 milhões de dormidas (+19,4%), correspondendo subidas de 19,7% e 19,4%, respetivamente, face a igual período de 2021, avançam os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Isto faz com que os proveitos totais atinjam os 288,6 milhões de euros (+36,8% face a igual mês de 2021) e 214,2 milhões de euros de proveitos de aposento (+40,3% quando comparado com novembro do ano passado).

Já comparando estes valores com o mesmo mês de 2019, o INE indica aumentos de 25,5% nos proveitos totais e 29,2% nos relativos a aposento (+27% e +27,8% em outubro, respetivamente).

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, os proveitos totais cresceram 118,2% e os relativos a aposento aumentaram 120,4% face ao mesmo número de meses de 2021. Comparando com igual período de 2019, verificaram-se aumentos de 16,2% e 17,4%, respetivamente.

Em novembro, Lisboa concentrou 43,7% dos proveitos totais e 47% dos relativos a aposento, seguindo-se o Norte (15,9% e 16,0%, respetivamente), que ultrapassou o Algarve (13,6% e 11,8%, pela mesma ordem).

Nos primeiros onze meses de 2022, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento. Comparando com o mesmo período de 2019, os proveitos totais na hotelaria aumentaram 14,8% e os de aposento cresceram 16,1% (pela mesma ordem, pesos de 87,3% e 85,6% no total do alojamento turístico). Nos estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,7% e 10,3%), registaram-se subidas de 14,4% e 15,3% e no turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 3,9% e 4,1%, respetivamente) os aumentos atingiram 64,2% e 61,9%, pela mesma ordem.

Não residentes com quota de quase 70%
Em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas e voltou a registar uma evolução positiva (+6,3%), após um decréscimo em outubro (-3,2%).

Os mercados externos predominaram (peso de 68,9%) e totalizaram 2,9 milhões de dormidas (+26,4%).

Comparando com 2019, registaram-se aumentos de 0,8% nas dormidas de residentes e 5,9% nas de não residentes, o que neste último caso corresponde ao maior crescimento mensal face a 2019, revela o INE.

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, as dormidas aumentaram 89,4% (+22,4% nos residentes e +157,7% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 1,2% (-5,3% nos não residentes e +8,4% nos residentes).

Novembro positivo para todas as regiões
Em novembro, todas as regiões apresentaram evoluções positivas do número de dormidas face ao mesmo mês de 2021. Lisboa concentrou 32,9% das dormidas, seguindo-se o Algarve e o Norte (17,5% em ambas).

Face a novembro de 2019, registaram-se decréscimos no Algarve (-5,4%), Centro (-2,3%) e Alentejo (-1,6%). Os maiores aumentos ocorreram na Madeira (+24,9%), Açores (+8,3%) e Lisboa (+5%).

Nas dormidas de residentes, destacou-se a Madeira com um crescimento de 57,1% face a 2019. Os maiores decréscimos registaram-se no Alentejo (-5,8%) e no Centro (-5,6%).

À exceção do Algarve (-6,9%), todas as restantes regiões registaram aumentos nas dormidas de não residentes, destacando-se a Madeira (+21,0%) e Açores (+14,7%), face a 2019.

O município de Lisboa concentrou 25,5% do total de dormidas em novembro de 2022 (13,9% do total de dormidas de residentes e 30,7% do total de dormidas de não residentes), atingindo 1,1 milhões de dormidas (1,3 milhões em outubro, 19,8% do total). Comparando com novembro de 2019, as dormidas aumentaram 3,2% (-2% nos residentes e +4,4% nos não residentes).

O Funchal representou 10,6% do total de dormidas (449,2 mil), correspondendo a um acréscimo de 23,8% (+66,3% nos residentes e +19,0% nos não residentes) em comparação com novembro de 2019.

No Porto, registaram-se 338,3 mil dormidas (8% do total) em novembro, mais 5,2% face ao mesmo mês de 2019 (-0,1% nos residentes e +6,6% nos não residentes).

Em Albufeira, registaram-se 227,7 mil dormidas (peso de 5,4% do total), sendo o município com a maior redução (-21,3%) face a novembro de 2019 (-16,6% nos residentes e -22,2% nos não residentes).

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, face a igual período de 2019, registaram-se decréscimos das dormidas em Lisboa (-5,2%; -0,5% nos residentes e -6,1% nos não residentes) e em Albufeira (-15,9%; -9,2% nos residentes e -17,8% nos não residentes). Nos municípios do Funchal e do Porto, as dormidas aumentaram 11,8% (+76,8% nos residentes e +4% nos não residentes) e 4,2% (+7,5% nos residentes e +3,5% nos não residentes), respetivamente.

Ocupação em alta
A taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico (35,3%) aumentou 3,3 p.p. em novembro (+6,5 p.p. em outubro), face a igual período de 2021, ficando ligeiramente acima do valor observado no mesmo mês de 2019 (35,2%).

Em novembro, as taxas líquidas de ocupação-cama mais elevadas registaram-se na Madeira (57,1%) e Lisboa (49,1%), onde se verificaram também os maiores acréscimos neste indicador (+4,8 p.p. e +6,4 p.p., respetivamente). Em relação a 2019, apenas se verificaram crescimentos na Madeira (+8,4 p.p.) e Açores (+2,1 p.p.).

A taxa líquida de ocupação-quarto nos estabelecimentos de alojamento turístico (45,4%) aumentou 4,6 p.p. em novembro (+9,2 p.p. em outubro), ficando ligeiramente abaixo do valor registado em novembro de 2019 (45,6%).

Rendimento médio por quarto ocupado cresce mais de 24% face a novembro de 2019
No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 39,8 euros em novembro, tendo aumentado 31,4% face a novembro de 2021 (+41,7% em outubro) e 23,8% em comparação com o mesmo mês de 2019 (+21,2% em outubro).

Os valores de RevPAR mais elevados foram registados na AM Lisboa (78,8 euros, +51,9%) e na Madeira (49,3 euros, +21,2%).

Este indicador aumentou 72,6% desde o início do ano, com crescimentos de 74,6% na hotelaria, 83,6% no alojamento local e 18,4% no turismo no espaço rural e de habitação.

No conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 87,6 euros em novembro, +18,1% em relação ao mesmo mês de 2021 (+20,1% em outubro). Face a novembro de 2019, o ADR aumentou 24,2% (+19,6% em outubro).

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Hotelaria

Hilton lança a marca Spark by Hilton para segmento económico premium

Com 100 acordos já assinados nos EUA e com previsão de abrir os primeiros hotéis este ano, a cadeia hoteleira norte-americana acaba de lançar uma nova marca premium de baixo custo, a Spark by Hilton, para “preencher um espaço aberto na indústria”.

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“Após uma extensa pesquisa, a introdução do Spark by Hilton preenche um espaço aberto no setor ao criar uma nova opção de alojamento económico premium para atender às necessidades de hóspedes e proprietários que procuram valor, qualidade e consistência”, explicou a empresa. Nos últimos 15 anos, a Hilton duplicou organicamente o seu portefólio de marcas e número de quartos em todo o mundo, criando uma gama complementar de liderança em todas as categorias.

O Spark by Hilton é voltado para “hóspedes que pretendem maximizar o valor de sua experiência de viagem” e entre os seus elementos diferenciadores estão um design simples, espaços comuns e comodidades práticas, detalha o grupo hoteleiro. Os hotéis terão ferramentas como check-in digital 24 horas e chave digital. ​

 

“Olhando para a categoria económica, vimos um segmento que cresceu de forma exponencial, mas carece de consistência, dando-nos a oportunidade de atender às necessidades desse segmento mal atendido de viajantes”, disse Matt Schuyler , diretor da marca Hilton, segundo comunicado do grupo hoteleiro.

Para garantir o objetivo de uma experiência de qualidade, cada propriedade será obrigada a concluir uma remodelação, abrangendo todas as áreas voltadas para os hóspedes, antes de ingressar no Spark by Hilton.

A cadeia garante que esta marca vai permitir aos proprietários “reinventar o segmento económico e focar-se em áreas que impulsionam a experiência do hóspede”, ao mesmo tempo que confere uma imagem uniforme em cada hotel.

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Angra do Heroísmo. Terceira

Hotelaria

AHP aplaude revogação da taxa turística nos Açores

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) aplaude a decisão tomada pela Região Autónoma dos Açores de revogar a taxa turística na região, que acaba de ser publicada pelo Decreto Legislativo Regional.

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A vice-presidente executiva da AHP, considera esta decisão “importantíssima, não só porque há a revogação de um tributo fiscal; pelo momento em que ocorre; mas mais ainda pelos fundamentos invocados pelo próprio Parlamento Regional”.

Por outro lado, Cristina Siza Vieira defende que este é “um exemplo que muito gostaríamos que, noutros destinos, outras Câmaras Municipais e/ou Associações de Municípios que já têm ou pretendem implementar taxas turísticas seguissem, refletindo sobre o tema e ponderassem outras soluções.”

“Sobretudo” – reforça a responsável – “como resulta implícita da própria deliberação, uma taxa turística é uma solução inimiga do crescimento económico da promoção turística dos Açores e do crescimento sustentável da economia regional”, concluindo, “É um orgulho ver que a RAA faz justiça ao seu galardão de primeiro arquipélago do Mundo com a certificação “destino sustentável” e ao reconhecimento que merece como grande referência europeia de desenvolvimento sustentável”.

Refira-se que, depois da aprovação, pela Assembleia Legislativa Regional, de uma taxa turística aplicável aos hóspedes que pernoitassem em empreendimentos turísticos e estabelecimentos de AL na Região em maio do ano passado, a AHP “vê com grande satisfação a profunda revisão de estratégia que o novo diploma personifica”.

Lembra ainda que vem ao encontro do que “defendia, e há muito defende”, e que tornou público nessa altura, quando, em comunicado, lamentava a aprovação da taxa turística nos Açores e reforçava que esta decisão “penaliza a hotelaria, é inoportuna e não acrescenta qualquer valor ao destino”.

A AHP, conforme refere em comunicado de imprensa divulgado esta quinta-feira, “tem tido intervenção sistemática contrária à imposição cega das taxas turísticas, quer quanto aos destinos em que se aplicam; quer quanto ao fim a que se destinam e quer quanto ao modelo de gestão das receitas cobradas”, ao mesmo tempo que se afirma “contra a criação de taxas que agravem o custo das estadas em Portugal, seja no Continente ou nas Regiões Autónomas, e que não tragam benefício para o próprio turista e para o destino”.

Diz agora o Decreto Legislativo Regional que “a revogação da taxa turística é uma solução amiga do crescimento económico, amiga da promoção turística dos Açores e do crescimento sustentável da economia regional”, e reconhece que “as circunstâncias económicas vividas, em resultado da escalada da inflação, que penaliza a economia, a generalizada oposição dos municípios dos Açores à aplicação da taxa turística, bem como a circunstância de que a aplicação desta taxa encarece o destino turístico dos Açores, num momento de grande vulnerabilidade económica, aconselham a sua revogação.”

 

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Sines Sea View hotel já abriu

O quatro estrelas Sines Sea View, um hotel Business & Leisure, que promete trazer conforto e lazer aos negócios, tendo o mar como pano de fundo e uma forte ligação à cultura local, já abriu portas.

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Com dois andares, a nova unidade hoteleira dispõe de 120 quartos, divididos em três tipologias – suítes, quartos duplos e twin superiores. Todos combinam design, estilo, elegância e conforto, com janelas grandes que oferecem uma vista panorâmica tanto para Sines como para o oceano.

Os azulejos Viúva Lamego dão uma forte expressão de originalidade ao hotel, ao adornarem e criarem uma ligação entre os vários espaços com peças distintas e requintadas.

O Sines Sea View Business & Leisure disponibiliza ainda um Spa que, além de salas de tratamento e massagem, inclui uma piscina interior aquecida, jacuzzi, sauna e um ginásio totalmente equipado.

Outro dos destaques do novo hotel é o Rooftop, Bar à Vista, uma área lounge acolhedora e sofisticada, bem como o restaurante Volta do Mar, onde as tradições ganham vida. A viagem que se faz neste espaço foi pensada ao detalhe, com cada momento a oferecer uma história diferente, capturando o espírito do Alentejo.

Com uma forte componente empresarial, a equipa do hotel promete ajudar a planear cada evento até ao último detalhe. De conferências a casamentos, o Sines Sea View Business & Leisure tem salas de reuniões muito versáteis, com a possibilidade de criar dois ambientes distintos, combinando uma decoração contemporânea com tecnologia de ponta.

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Ala privada do Palácio Pombal em Lisboa vai dar lugar a hotel

Já tem aprovação, por parte da Câmara Municipal de Lisboa, o projeto de alteração e ampliação de uma ala privada do Palácio Pombal, classificado como Imóvel de Interesse Público, para a construção de um hotel.

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Em reunião privada do executivo municipal, esta quarta-feira, o projeto de arquitetura para obras de alteração com ampliação de um dos três núcleos que constituem o Palácio Pombal, no imóvel da Rua de O Século, na freguesia da Misericórdia, foi aprovado, segundo notícia da Agência Lusa.

Relativamente ao projeto de arquitetura para obras no Palácio Pombal, a aprovação da proposta apresentada pela vereadora do Urbanismo, Joana Almeida (independente eleita pela coligação “Novos Tempos”), fica condicionada ao cumprimento do parecer da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

“A proposta preconiza a realização de obras de alteração e ampliação num imóvel de habitação, com mudança de uso para turismo, para o adaptar a empreendimento turístico (hotel de quatro estrelas) com vinte unidades de alojamento, que incide sobre um dos três núcleos que constituem o Palácio Pombal, classificado como Imóvel de Interesse Público”, lê-se no documento aprovado pela CML, citado pela Lusa

A intervenção prevista, segundo a proposta, “irá permitir a reabilitação do edifício de gaveto entre a Rua de O Século e a Rua da Academia das Ciências, com cinco pisos e um logradouro, e do volume edificado sobre as antigas cocheiras do palácio, contribuindo para a valorização do conjunto em que estes se integram, cuja relevância arquitetónica e histórico patrimonial é notória”.

As obras serão no único núcleo do Palácio Pombal que pertence a uma entidade privada, sendo os restantes propriedade municipal e do Estado português.

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