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AHRESP e Turismo de Portugal lançam guias para ajudar hotelaria e restauração a reduzirem consumo de água

A AHRESP e o Turismo de Portugal lançaram dois guias para ajudar as empresas da hotelaria e restauração a reduzirem o seu consumo de água, com o objetivo de “contribuir para a mitigação dos efeitos da seca”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e o Turismo de Portugal lançaram dois guias para ajudar as empresas da hotelaria e restauração a reduzirem o seu consumo de água, com o objetivo de “contribuir para a mitigação dos efeitos da seca”.

“Estes guias são uma ferramenta de apoio ao negócio, que visa potenciar a adoção de práticas sustentáveis no setor da restauração e similares e no alojamento turístico, demonstrando, através de exemplos práticos, como é possível tornar o negócio mais sustentável, com maior benefício económico e ambiental”, indica a AHRESP, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 29 de julho.

Segundo a associação, existem várias práticas que as empresas podem adotar para reduzir o consumo de água e recomenda, por isso, que as empresas revejam “regularmente os dados do consumo de água na fatura”, de forma a estabelecerem medidas de poupança e avaliar a sua eficácia, sendo também recomendado que se opte pela “instalação de tanques de descarga de sanita com meia carga”.

A associação recomenda também que se investa “em produtos e tecnologia que economizem água”, como sistemas de redução de caudal a instalar em torneiras e/ou sistemas de válvulas de fluxo reduzido, e que seja garantida “a minimização de resíduos nos pratos e nos utensílios de cozinhas antes de proceder à sua lavagem”.

As empresas da hotelaria e restauração devem também evitar “a pré-lavagem da louça e, se possível, utilizar a máquina de lavar com a carga completa e em modo económico”, evitar “a lavagem da louça em água corrente”, e instalar “sensores ou pedais nas torneiras”, o que, além de ser uma opção mais higiénica, “permite poupanças significativas de água”, defende a associação, que pede ainda uma utilização regrada de detergentes, “pois a utilização adequada de detergente evita o aumento do consumo de água”.

Os guias de boas práticas já estão disponíveis para consulta online.

 

 

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Publituris Hotelaria e Construir organizam Hotels & Architects Suppliers a 3 de outubro

A revista PUBLITURIS HOTELARIA e o jornal CONSTRUIR e revista Traço (ambas publicações do grupo WORKMEDIA) organizam no próximo dia 3 de outubro, no Hotel Mélia Aeroporto, o Hotels | Architects | Suppliers (HAS). Marcarão presença 45 empresas fornecedoras. 

A revista PUBLITURIS HOTELARIA e o jornal CONSTRUIR e revista TRAÇO (publicações do grupo WORKMEDIA) alargaram o âmbito do Hotels & Suppliers, com a 7.ª edição a englobar a arquitetura, passando, assim, a denominar-se Hotels | Architects | Suppliers (HAS).

Neste evento, a realizar no dia 3 de outubro (terça-feira) no Hotel Mélia Aeroporto, a PUBLITURIS HOTELARIA e o jornal CONSTRUIR e revista Traço pretendem, por um lado, juntar os setores da arquitectura e hotelaria, que se interligam em vários momentos, e por outro, possibilitar o encontro entre equipas de compras e operação, destes setores, e as empresas fornecedoras em Portugal.

Durante este evento são promovidas reuniões ‘one-to-one’ entre os hoteleiros e os representantes de várias marcas e produtos com o intuito de criar parcerias, apresentar serviços e soluções e alargar a rede de networking.

Nesta 7.ª edição do agora Hotels | Architects | Suppliers (HAS), marcarão presença 45 empresas fornecedoras:

Jung
Saint-Gobain
Laser Build
Danosa
Sika
Morgado & Ca
Delabie
Otis
Interfer
Revigrés
SCP Pool
Systemair
Heliroma
Investwood
DK Flooring
House Frame
France Air
J. Pinto Leitão
Azulima
VM Zinc
Soprema
Aron Light
Oli
Galécia
Lusomatec
Tons de Pedra
Grohe
Grupo GM
Ledvance
Intergrau
Roca
ODD
Miele
Jacobs Douwe Egberts
Bindopor
Gergran|Délifrance
Comopi|Unissima
NSContract
Fagor Professional
Epoca
Listor|Pantim
Dinamic
Laskasas
La Redoute
Serlima

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Vila Galé assume gestão do Grande Hotel da Figueira em 2024

O grupo Vila Galé vai investir dois milhões de euros na renovação do Grande Hotel da Figueira, estando a abertura prevista para abril de 2024.

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O grupo Vila Galé vai ter um hotel na Figueira da Foz a partir de abril de 2024, assumindo a gestão do emblemático Grande Hotel da Figueira, até agora integrado na Accor.

O grupo liderado por Jorge Rebelo de Almeida irá investir dois milhões de euros na renovação da unidade, incluindo os 102 quartos, bar, restaurante, lobby e receção.

Além disso, serão adicionados uma pizzaria Massa Fina, piscina exterior e lounge e uma área de spa com sauna, banho turco, duche Vichy, salas de massagens e ginásio.

Instalado na marginal e próximo da praia, trata-se de um ex-libris da cidade pela sua forte presença arquitetónica e estética pós-modernista dos anos 50, assinado pelo arquiteto Inácio Peres Fernandes.

Inaugurado em junho de 1953 como Grande Hotel da Figueira, está classificado como imóvel de interesse público desde 2002.

O Vila Galé Collection Figueira da Foz será um dos hotéis que a Vila Galé prevê abrir em 2024, ano em que inaugurará também o Vila Galé Isla Canela, um resort com tudo incluindo que marca a estreia do grupo em Espanha.

Atualmente com 41 hotéis – 31 em Portugal e dez no Brasil –, a Vila Galé anunciou recentemente também a sua entrada em Cuba, onde, já a partir de outubro próximo passará a gerir o Vila Galé Cayo Paredón, um resort com 638 quartos, em Cayo Paredón Grande.

De referir que este será o quinto projeto a entrar em funcionamento este ano, após a abertura de mais quatro hotéis em território nacional: o Vila Galé Collection Monte do Vilar, um agroturismo em Beja vocacionado para adultos; o Vila Galé Nep Kids, pensado para o público infantil onde os adultos só podem entrar se acompanhados por crianças; o Vila Galé Collection São Miguel, no centro de Ponta Delgada, Açores; e o Vila Galé Collection Tomar, unidade de charme na zona história da cidade.

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Oásis Salinas Sea comemora 10 anos a estabelecer “novos padrões na indústria hoteleira” de Cabo Verde

Com 337 quartos, o Oásis Salinas Sea abriu a 25 de setembro de 2013, conta com uma localização privilegiada em Santa Maria, na Ilha do Sal, e, segundo o grupo hoteleiro português, veio estabelecer “novos padrões na indústria hoteleira em Cabo Verde”.

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O Oásis Salinas Sea, resort de cinco estrelas do Grupo Oásis Atlântico, na Ilha do Sal, Cabo Verde, assinala esta segunda-feira, 25 de setembro, o seu 10.º aniversário, período ao longo do qual a unidade veio estabelecer “novos padrões na indústria hoteleira em Cabo Verde”, considera o grupo hoteleiro português, em comunicado.

“Nos últimos dez anos, o Oásis Salinas Sea tornou-se sinónimo de elegância, conforto e serviço impecável, estabelecendo novos padrões na indústria hoteleira em cabo Verde. Situado na melhor localização da ilha, o hotel tornou-se um destino preferido para viajantes exigentes de todo o mundo”, lê-se num comunicado divulgado esta segunda-feira.

Com 337 quartos, quatro restaurantes e três bares, o Oásis Salinas Sea conta com uma localização privilegiada em Santa Maria, na Ilha do Sal, assim como com uma “equipa, acomodações e gastronomia” que o tornaram no hotel número 1 da Ilha do Sal, segundo avaliações do Trip Advisor.

“Estamos imensamente gratos aos nossos hóspedes, funcionários e à comunidade local pelo seu apoio inabalável ao longo da última década. Este marco é uma prova da dedicação e paixão da nossa equipa, que se esforçam consistentemente para criar experiências inesquecíveis e autênticas para nossos hóspedes”, considera Alexandre Abade, CEO do Grupo Oásis Atlântico.

Spa, espaços para os mais variados tipos de eventos, um ginásio e um kids
club completam a oferta do resort Oásis Salinas Sea.

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Manuel Ferreira é o novo Group Sales Executive do Lisbon Marriott Hotel

O profissional começou o seu percurso no setor no Noah Surf House, tendo transitado posteriormente para o Praia do Canal Nature Resort Hotel.

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Manuel Ferreira assumiu este mês o cargo de Group Sales Executive do Lisbon Marriott Hotel, uma unidade da Sotéis. Desta forma, o profissional fica responsável pela contratação de grupos no Lisbon Marriott Hotel.

Licenciado em Turismo na Universidade do Algarve, iniciou a sua carreira profissional como recepcionista no Noah Surf House em Santa Cruz, do grupo das Areias do Seixo em 2020. Posteriormente, desempenhou funções como recepcionista de 1ª em 2021, no Praia do Canal Nature Resort Hotel, um boutique hotel de 5 estrelas pertencente ao Small Luxury Hotels (SLH), transitando para Group Sales Coordinator no Lisbon Marriott Hotel em 2022.

“Ter crescido dentro de um projeto turístico, quando os meus pais decidiram recuperar uma aldeia abandonada no Algarve, a Aldeia da Pedralva, fez despertar em mim a veia para o mundo hoteleiro. Sinto um enorme gosto continuar o meu percurso profissional nesta área e no grupo Marriott, em particular no Lisbon Marriott Hotel. Um dos principais desafios é garantir que apesar da vasta oferta presente no mercado, consigamos marcar sempre pela diferença, fazendo do Lisbon Marriott um dos “Go to Hotels” para quem procura realizar eventos”, acrescenta Manuel Ferreira, Group Sales Executive do Lisbon Marriott Hotel.

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Ativos hoteleiros concentram 36% do volume transacionado no primeiro semestre de 2023

A consultora Cushman & Wakefield aponta que “apesar do evidente aumento do custo de vida, a procura hoteleira tem vindo a aumentar, sobretudo nos destinos de lazer, pelo que estes destinos vão-se manter na preferência dos investidores”. Destaca ainda a preferência dos investidores por destinos urbanos, com equilíbrio entre mercado corporativo e de lazer.

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Os ativos hoteleiros agregaram 36% do volume transacionado no primeiro semestre de 2023. O valor é apontado pela Cushman & Wakefield (C&W), consultora de serviços imobiliários, na 41ª edição do Marketbeat Portugal – uma publicação semestral que resume a atividade do mercado imobiliário nacional em 2023 e destaca as principais tendências do mercado.

Em nota de imprensa, a consultora indica que a atividade de investimento em imobiliário comercial registou um volume de negócios de 749 milhões de euros no primeiro semestre de 2023, um valor que se encontra 17% acima do período homólogo. Com cerca de 40 operações, o valor médio por transação situou-se nos 20 milhões de euros. Já os ativos de retalho retomaram a liderança, concentrando 38% do volume total investido.

Oferta hoteleira

Em termos de oferta hoteleira, a  Cushman & Wakefield indica que desde o início deste ano foram  inauguradas 30 novas unidades com mais de 2.100 quartos, sendo que mais de 60% é classificada como 4 estrelas. Os concelhos de Lisboa e Porto concentram a maior parcela desta nova oferta, com 12 novas unidades hoteleiras num total de 880 unidades de alojamento. Entre as maiores aberturas destacam-se o Renaissance Porto Lapa Hotel (4 estrelas), o Masa Hotel Campo Grande (4 estrelas), o Barceló Funchal Oldtown (5 estrelas) e a abertura de dois hotéis de 3 estrelas da B&B Hotels, em Guimarães e Oeiras.

Em relação à oferta futura, encontram-se em fase de projeto e/ou construção 90 novos projetos com abertura prevista para os próximos três anos, num total de 8.200 quartos. A oferta futura continua a concentrar-se maioritariamente em hotéis de 4 e 5 estrelas (32% e 31%, respetivamente) e nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

Em Lisboa registaram-se seis novas aberturas de estabelecimentos hoteleiros em 2023, num total de 440 quartos, a quase todos de 4 estrelas. Até 2025, estão previstos mais 15 hotéis com 1.600 camas na capital, com maior preponderância da oferta de 5 e 4 estrelas, em percentagens de 37% e 28%, respetivamente. Entre estes destacam-se o Meliá Lisboa, um 5 estrelas com 240 quartos, e o Moxy Alfragide Lisbon, um 3 estrelas com 220 quartos.

Já no Porto, estima-se que nos próximos três anos estejam concluídos três hotéis com 250 quartos, com uma distribuição equilibrada entre 4 e 5 estrelas. Entre as aberturas previstas, destaque para o Meliá São João da Madeira, de 4 estrelas, e para o Altis Porto Hotel, de 5 estrelas, ambos com 100 quartos.

Tendências no setor

A  Cushman & Wakefield aponta que “apesar do evidente aumento do custo de vida, a procura hoteleira tem vindo a aumentar, sobretudo nos destinos de lazer, pelo que estes destinos vão-se manter na preferência dos investidores”.

A consultora indica ainda que se destacam igualmente nas preferências dos investidores os destinos urbanos, com equilíbrio entre mercado corporativo e de lazer, sendo que “os segmentos de luxo e baixo custo estarão menos expostos a oscilações de base económica, sobretudo nos segmentos de lazer e com ampla exposição a mercados com taxas de câmbio favoráveis ao euro”.

Também “a consciência dos players do setor à necessidade de adequar os ativos e empresas às políticas Environmental, Social and Governance (ESG) tem sido crescente, antecipando-se o reforço da prioritização desta temática nos projetos atuais e futuros”, de acordo com a consultora.

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Maria Manuel Limas assume direção-geral do Hotel Casa Palmela

A profissional começou o seu percurso profissional no setor hoteleiro em 2005, altura em que assumiu o cargo de diretora de marketing e vendas da Villa Termal das Caldas de Monchique, no Algarve.

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O Hotel Casa Palmela apostou em Maria Manuel Limas para o cargo de diretora-geral. Até à data da contratação, a profissional assumia a direção-geral d’O Pinhal da Marina, em Vilamoura.

Com formação em Comunicação Empresarial, Maria Manuel Limas trabalhou como diretora de marketing e media relations na agência de comunicação Atrevia (na altura Inforpress), deu formação na Egor e foi responsável de eventos numa empresa de catering.

O ano de 2005 marcou a entrada da profissional no setor hoteleiro, enquanto diretora de marketing e vendas da Villa Termal das Caldas de Monchique, no Algarve. Já em 2009, a profissional assumiu o cargo de subdiretora do Hotel Timor, em Dili, Timor-Leste, onde esteve cerca de dois anos.

Após regressar a Portugal, assumiu o cargo de diretora-geral n’O Pinhal da Marina, em Vilamoura, função que exerceu durante 11 anos.

Sobre a nova posição, Maria Manuel Limas afirma em comunicado que “esta nova fase profissional da minha carreira será um desafio pela especificidade do produto e um prazer por trabalhar com uma equipa que já conhecia de outra perspetiva, num destino como a Arrábida, com tanto para oferecer.”

O Hotel Casa Palmela, classificado de interesse municipal, situa-se no Parque Natural da Arrábida, na Quinta do Esteval, uma propriedade com mais de 70 hectares, incluindo 20 hectares de vinha. A unidade hoteleira encontra-se inserida numa casa senhorial cuja propriedade remonta ao século XVII, pertencendo à mesma família há cerca de 200 anos.

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Convent Square Hotel antecipa ocupação acima dos 70% para setembro

O Convent Square Hotel Vignette Collection, a nova unidade hoteleira da PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, surgiu após um investimento de cerca de 30 milhões de euros e de uma parceria com a InterContinental Hotels Group (IHG Hotels & Resorts). Após um primeiro mês de operação em pleno, a expetativa da unidade passa por atingir uma ocupação média anual entre os 75% a 80%.

Carla Nunes

O Convent Square Hotel Vignette Collection, aberto desde 1 de agosto deste ano, antecipa uma ocupação acima dos 70% em setembro, naquele que considera ser o seu primeiro mês de operação em pleno.

O valor foi apontado por Miguel Andrade, diretor de operações da PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, que num almoço de imprensa esta quinta-feira explicou que abriram este mês de setembro com cerca de 35% de ocupação e um preço médio de 270 euros. Para outubro, as perspetivas de ocupação “já ultrapassaram os 50%”.

Relativamente a este indicador, o diretor de operações da PHC Hotels explica que o objetivo da unidade passa por atingir uma ocupação média anual entre os 75% a 80%, tanto no primeiro ano de operação como até ao final deste ano de 2023, uma vez que acreditam que “com esta ocupação e volume conseguimos dar um bom serviço e manter a qualidade da experiência do cliente”.

“Queremos que exista um equilíbrio entre o produto e a experiência do cliente e acreditamos que gerindo as ocupações podemos proporcionar aos clientes essa qualidade”, defende o diretor de operações da PHC Hotels.

Até ao final deste ano, Miguel Andrade antecipa que a receita por quarto disponível (RevPAR) “andará acima dos 250 euros”, sendo que a ideia para 2024 será “chegar aos 280 a 300 euros” de RevPAR.

Os clientes do Convent Square Hotel

Para este hotel, Miguel Andrade traça um perfil de cliente “entre os 55 e os 60 anos, com casais muito viajados, conhecedores do conforto e exigentes do ponto de vista de qualidade”. Como diz, estes clientes “gostam da autenticidade e da descoberta, querem descobrir Lisboa com um refúgio de luxo ao final do dia”.

Aponta para os norte-americanos, provenientes do Canadá e Estados Unidos, como um dos principais mercados do hotel, seguido pela “Europa do Norte, Inglaterra, Alemanha e Brasil”.

Estes clientes têm chegado “maioritariamente pelos canais internos da marca InterContinental”, com quem a unidade hoteleira estabeleceu uma parceria e que assumem uma quota de mais de 50% dentro dos principais canais do hotel. A expectativa é a de que “o canal da InterContinental andará sempre acima dos 50%, com as online travel agencies (OTA) a assumirem até 20%, com 15% a 18%” de quota dos principais canais da unidade.

O segmento de reuniões, incentivos, conferências e exposições (MICE) é outro dos públicos-alvo que a unidade hoteleira espera atingir, nomeadamente com a captação de “lançamentos de produto e marcas e algumas reuniões de incentivos, como conselhos de administração”.

“Temos o claustro e o restaurante, que podemos usar para estes exercícios à hora de almoço, quando os nossos clientes estão fora”, afirma Miguel Andrade.

Os planos da PHC Hotels para o Hotel Mundial

No capítulo das novidades da PHC Hotels, Miguel Andrade revela que estão “muito atentos ao mercado, não só em Lisboa como fora de Lisboa”, além de terem “grandes planos e projetos para o Hotel Mundial”.

As obras de requalificação do Hotel Mundial deverão começar no segundo trimestre de 2024, num período de intervenção de três anos, fruto de um investimento de 16,7 milhões de euros. Para este projeto, o grupo hoteleiro assinou um contrato com a Broadway Malyan – que ficará encarregue pelo projeto de requalificação do hotel, nomeadamente o design e arquitetura – bem como com a DDN, “que faz a parte de gestão do projeto e de engenharias”. Fica apenas a faltar “a noiva”, como refere Miguel Andrade, ou seja, uma marca hoteleira com a qual fazer parceria para este projeto, com o diretor de operações a garantir que “ainda estão à procura”.

O Hotel Mundial vai manter-se aberto durante as obras de requalificação que vão visar, primeiro, as áreas públicas do piso zero. Seguem-se depois os espaços de bar e restauração, bem como os quartos. A requalificação dos quartos irá demorar cerca de 36 meses, durante os quais será feita uma remodelação total, com a redução do número de quartos e alteração de algumas tipologias – 10% do inventário do hotel passará a ser constituído por suites, ou seja, entre 35 a 40 suites.

Sobre o Convent Square Hotel Vignette Collection leia também:

Queremos ser os líderes da Baixa de Lisboa

PHC Hotels abre as portas do Convent Square Hotel Vignette Collection

Sobre o autorCarla Nunes

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Gonçalo Duarte Silva é o novo COO da Arrow Global Portugal para a área hoteleira

O profissional que conta com mais de 30 anos de experiência na indústria hoteleira vai ficar responsável por coordenar as operações de hotelaria da Arrow Global Portugal.

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A Arrow Global Portugal (AGPT), gestora europeia de ativos integrados verticalmente, contratou Gonçalo Duarte Silva para o cargo de COO da área de hotelaria em Portugal, uma função que desempenha desde o início de setembro. Desta forma, o profissional fica encarregue de “coordenar as operações de hotelaria da AGPT, juntando-se a Francisco Moser, CEO de Hospitality, e a Nuno Sepúlveda, CEO de Desporto & Lazer”, como indicado em comunicado.

Com mais de 30 anos de experiência na indústria hoteleira, Gonçalo Duarte Silva acumulou conhecimento na gestão e operação de hotéis “um pouco por todo o mundo”, num percurso profissional que começou em Portugal, no Penina Golf & Resort Hotel (5*).

Antes de aceitar este cargo assumia a direção-geral do Hotel Shangri-la Kuala Lumpur (5*) na Malásia desde 2018, sendo que anteriormente desempenhava o cargo de diretor de projetos especiais no Island Shangri-la, em Hong Kong.

Gonçalo Duarte Silva foi ainda diretor de área para a Starwood Hoteis & Resort na Polónia, com um conjunto de seis hotéis das Marcas Sheraton, Westin & Luxury Collection. Em Espanha, liderou o Le Meridien Barcelona, o The Westin & Sheraton Real de Faula Golf Resort & Spa, na Costa Blanca, e exerceu o cargo de diretor de hotel do Westin Palace Madrid. Teve também uma experiência de diretor regional na Starwood Hotels & Resorts em Espanha e Portugal para a área de Six Sigma.

“Estamos muito satisfeitos com a entrada do Gonçalo para o grupo. A sua vasta experiência internacional será uma enorme mais-valia para nós, numa altura em que a Arrow Global continua a reforçar os investimentos na hotelaria portuguesa”, considera Francisco Moser, CEO de Hospitalidade da AGPT.

Já João Bugalho, CEO da Arrow Global Group Portugal, afirma que “a contratação do Gonçalo vem reforçar a experiência da Arrow Global Group no negócio de Hospitality em Portugal. Queremos continuar a crescer neste setor e a contribuir para a sua melhoria e reputação. Em paralelo, estamos muito contentes porque esta mudança marca também o regresso de um gestor português de relevo ao nosso país”.

A Arrow Global Portugal, através dos fundos que gere, concluiu recentemente a aquisição dos principais ativos do Grupo Dom Pedro, nomeadamente três hotéis em Vilamoura – Dom Pedro Portobelo, Dom Pedro Marina e Dom Pedro Vilamoura –, juntamente com cinco campos de golfe emblemáticos de Vilamoura – Old Course, Pinhal, Laguna, Millenium e Victoria. O negócio englobou ainda o Dom Pedro Lagos e dois hotéis na Madeira: o Dom Pedro Machico e o Dom Pedro Garajau.

A AGPT é também acionista maioritária do grupo hoteleiro Details Hotels & Resorts, com oito unidades hoteleiras sob gestão nas zonas de Albufeira e Carvoeiro, e os fundos geridos pela AGG controlam a sociedade Vilamoura World, que integra a Lusotur e a Marina de Vilamoura, sendo responsável pelo desenvolvimento imobiliário de um portefólio de terrenos com uma área edificável superior a 400.000 metros quadrados, a gestão da maior e mais premiada marina de Portugal, a gestão de mais de dois quilómetros de concessões de praia e a propriedade de múltiplos terrenos, edifícios e equipamentos localizados nos mais de 1.700 hectares de Vilamoura.

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Julie White é a nova diretora comercial da Accor para Europa e Norte de África

O grupo hoteleiro internacional Accor acaba de nomear Julie White para o cargo de diretora comercial para a Europa e o Norte de África na sua divisão Premium, Economy e Midscale.

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Na sua nova função, a profissional será responsável por conduzir a estratégia de receitas da empresa nos mercados da Europa e do Norte de África, liderando uma equipa comercial que abarca áreas como Vendas e Distribuição, Marketing, Fidelização e Experiência do cliente e Revenue Management.

Sediada em Londres, Julie White tem mais de 20 anos de experiência na indústria global de viagens, em várias funções de liderança comercial, abrangendo Distribuição, CRM, Revenue Management, Digital, Vendas e Marketing. A sua nomeação apoiará o desenvolvimento da carteira em rápido crescimento da Accor nas duas regiões através das suas siglas Premium, Midscale e Economy, que incluem as marcas Pullman, Novotel e ibis.

Ingressa no grupo após ter exercido funções na Wyndham Hotels & Resorts, como vice-presidente comercial para a Europa, Médio Oriente, África e Eurásia. Anteriormente, Julie adquiriu experiência em consultoria na PwC Consulting e em companhias aéreas como a Virgin Atlantic, a British Airways e a American Airlines.

A nomeação segue-se ao anúncio de Karelle Lamouche como diretora comercial global da divisão Premium, Midscale & Economy da Accor.

 

 

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Iniciativa “Be Our Guest” da ADHP regressa a 25 de setembro

O profissional Pedro Marto Pereira, sócio da empresa Fátima Hotels Group e da empresa ARFH, SA. é o convidado da iniciativa “Be Our Guest” da ADHP de setembro, a par de Rodrigo Borges de Freitas, delegado da ADHP para o Algarve e responsável pela moderação deste sessão.

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A “Be Our Guest”, uma iniciativa da ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, regressa a 25 de setembro para mais conversas informais “com diretores de hotéis e nomes de referência do turismo sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor turístico”.

Em comunicado de imprensa é indicado que a próxima conversa, que decorre a 25 de setembro às 19h00 via Zoom, terá como convidado Pedro Marto Pereira sob o tema “Memórias do Altar Turístico de Portugal”. A moderação ficará a cargo do delegado da ADHP para o Algarve, Rodrigo Borges de Freitas.

“O ‘Be Our Guest’ regressa com um convidado que conta com uma longa e frutuosa carreira na hotelaria. Pedro Marto Pereira nasceu, literalmente, no mundo da hotelaria de Fátima e tornou-se uma referência na hospitalidade da cidade e da região Centro. Enquanto convidado, irá partilhar a sua vasta experiência, as vivências e o know how que acumulou ao longo de vários anos em funções de direção hoteleira num dos destinos turísticos mais especiais do país”, refere Patrícia Correia, responsável pelo projeto “Be Our Guest”.

As inscrições encontram-se abertas e devem ser efetuadas através do formulário online disponível neste link. O número de inscrições, apesar de gratuito, é limitado.

A conversa tem o apoio da Paraty Tech.

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