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STAY HOTELS lança promoção STAY Young com descontos para jovens até 30 anos

A promoção STAY Youn é válida exclusivamente na app móvel e oferece reservas com 30% de desconto no valor do alojamento, em todas as unidades do grupo e sem períodos de exclusão.

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A STAY HOTELS lançou uma nova promoção para jovens até aos 30 anos de idade, denominada STAY Young, que oferece um desconto de 30% em reservas na app para todas as unidades do grupo de hotelaria.

“A promoção STAY Young, válida exclusivamente na app móvel, permite reservar com 30% de desconto no valor do alojamento, em todas as unidades do grupo, e sem períodos de exclusão”, indica o grupo de hotelaria nacional em comunicado.

Na informação divulgada, a STAY HOTELS destaca que, além desta promoção que oferece condições muito atrativas aos jovens, a app do grupo permite também a realização de check-in online, sendo igualmente possível consultar todas as informações sobre os serviços do hotel, verificar as melhores dicas sobre a cidade destino e até obter a chave digital para abertura da porta do quarto.

A app da STAY Hotels está disponível para Android e iPhone (iOS) desde o final do ano passado e tem vindo a ser palco de várias campanhas promocionais, a exemplo da campanha “App & Christmas”, que ofereceu noites a 30 euros na época natalícia , ou dos 10% de desconto nas estadias oferecidos desde janeiro.

No caso da campanha STAY Young, o desconto de 30% é válido para jovens que realizem uma reserva e que tenham nascido a partir de 1992, sendo a idade verificada no check-in. A oferta aplica-se apenas a reservas particulares, não sendo possível efetuá-las com NIF da empresa e inclui todas as tipologias de quarto, estando, no entanto, limitada ao número de quartos disponível por hotel. Não é acumulável com outras ofertas.

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B&B Hotels abriu mais duas unidades em Portugal

Com a abertura do B&B Hotel Olhão e do B&B Hotel Figueira da Foz, a B&B Hotels passa a contar com 14 unidades de alojamento hoteleiro em território nacional.

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A B&B Hotels abriu mais duas unidades em Portugal, o B&B Hotel Olhão e o B&B Hotel Figueira da Foz, unidades que aumentam para 14 o número de hotéis desta cadeia de hotelaria em território nacional.

Num comunicado enviado à imprensa, a B&B Hotels indica que o B&B Hotel Olhão é “o primeiro da cadeia no Algarve” e fica localizado no centro comercial Ria Shopping, enquanto o B&B Hotel Figueira da Foz fica localizado no coração da cidade.

“Ambos os hotéis oferecem aos seus hóspedes amplos quartos duplos e triplos com todo o conforto, a preços acessíveis e sem abrir mão da qualidade e do excelente serviço. Além disso, desfrutarão de um renovado e farto buffet de café da manhã, Wi-Fi gratuito de alta velocidade em todo o edifício, café e bebidas quentes grátis, estacionamento gratuito e recepção 24 horas”, refere a B&B Hotels.

Ambos os hotéis são explorados pela B&B Hotels em regime de aluguer garantido de longa duração, num modelo de negócio asset light que, segundo a cadeia de hotelaria, permite “manter fortes taxas de crescimento e projetá-las de forma sustentada no futuro imediato”.

Com a abertura das duas novas unidades, a B&B Hotels passa a contar com 14 unidades em território nacional, depois de já ter aberto hotéis nas principais cidades portuguesas, como Lisboa, Porto, Guimarães ou Braga.

A cadeia de hotelaria, que está em processo de crescimento na Península Ibérica, conta ainda com 45 hotéis em Espanha, disponibilizando mais de cinco mil quartos em Portugal e Espanha.

A cadeia de hotelaria pretende, contudo, chegar aos 200 hotéis em 2030 na Península Ibérica, contando, por isso, com 20 unidades em construção, num número que continua a aumentar a cada mês.

“Temos uma estratégia muito focada no crescimento em Espanha e Portugal. Por um lado, aquisições que nos permitem cobrir e crescer muito no curto prazo; e por outro, novos desenvolvimentos. Nesse sentido, estamos a formar novas alianças com fundos e promotores, o que nos permite crescer ao ritmo desejado com um bom pipeline e, mais importante, um pipeline garantido”, afirma Lucía Méndez-Bonito, CEO da B&B Hotels.

Recentemente, a cadeia de hotelaria deu a conhecer um acordo com o Grupo Avintia Real Estate para o desenvolvimento conjunto de 10 novos hotéis até 2025, num projeto que consolidou uma aliança que começou no final de 2021 através de contratos garantidos de longo prazo e que, juntamente com outras colaborações, compõem um primeiro gasoduto avaliado em mais de 100 milhões de euros.

Mais tarde, a B&B Hotels fez o mesmo com a Construcciones Eliseo Pla (CEP), ao chegar a um acordo para desenvolver conjuntamente três novos hotéis recém-construídos em Valência, Sevilha e Alicante para os anos de 2024 e 2025.

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Algarve é a única região que cresce na criação de empresas no arranque de 2024

No Algarve, o número de novas empresas constituídas subiu à boleia do setor do Alojamento e restauração, que registou um crescimento de 58%, com mais 25 empresas constituídas na região.

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O Algarve foi, no primeiro mês de 2024, a única região a registar um crescimento na constituição de novas empresas, com destaque para o setor da Hotelaria e Restauração, de acordo com o barómetro Informa D&B.

“A nível geográfico, apenas o Algarve regista crescimento no número de constituições, sobretudo no setor do Alojamento e restauração (+25 constituições; +58%)”, destaca a Informa D&B, no comunicado que apresenta os resultados deste estudo.

O setor do Alojamento e restauração foi, em janeiro de 2024, um dos únicos a apresentar um aumento na constituição de novas empresas, com 501 empresas constituídas em todo o país e uma subida de 0,2%, a par da Construção, que foi, contudo, o setor que mais se destacou, com uma subida de 6,1% e mais 663 empresas.

Em janeiro, o país assistiu à constituição de 4.929 empresas, o que representa uma descida de 8,3% face ao mesmo mês de 2023, que tinha sido o ano em que foram criadas mais empresas em território nacional desde que há registo.

A Informa D&B realça que janeiro é “historicamente” o mês que “concentra o maior número de constituições”, mas, este ano, ficou marcado por um “recuo”, que foi “transversal a quase todos os setores de atividade”.

“O setor dos Transportes, que registou crescimentos muito expressivos em 2022 e 2023, recuou 23% (-141 constituições), enquanto os Serviços empresariais, o setor com maior número de constituições, desce 15% (-143 constituições)”, exemplifica a consultora.

Em sentido contrário estiveram as insolvências, que aumentaram 19% em janeiro, com a Informa D&B a revelar que houve 210 novos processos de insolvência, mais 33 processos de insolvência que no mesmo mês do ano passado, “mantendo a tendência de subida que se verificou no último ano”.

“Mais de metade dos setores de atividade viram crescer as insolvências, com destaque para as Indústrias (+29 processos de insolvência; +81%), onde este aumento se deve sobretudo à Indústria Têxtil e Moda”, acrescenta a Informa D&B.

Em janeiro, houve ainda 636 empresas que encerraram atividade, com a consultora a realçar que, apesar de à data de hoje ainda existirem “publicações a ser efetuadas pelo Registo Comercial”, com os dados já disponíveis, é possível concluir que o “Retalho e Serviços empresariais são os setores que registaram o maior número de encerramentos em janeiro”.

 

 

 

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Viana do Castelo também adota taxa turística a partir de agosto

De acordo com o regulamento publicado esta terça-feira, 6 de fevereiro, em Diário da República, a taxa turística de Viana do Castelo vai custar 1,5 euros entre maio e outubro, ou seja, na época alta, e um euro durante o período de menor procura turística.

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai começar a cobrar, a partir de agosto, uma taxa turística às dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico do concelho.

De acordo com o Público, que cita o regulamento publicado terça-feira, 6 de fevereiro, em Diário da República, esta taxa turística vai ter o valor de 1,5 euros durante a época alta, ou seja, entre maio e outubro, e de um euro durante os períodos de menor procura turística, concretamente de novembro a abril.

O regulamento prevê que esta taxa de dormida seja cobrada por “hóspede, com idade superior a 16 anos, e por noite, até um máximo de cinco noites seguidas por pessoa e por estadia, em qualquer tipologia de alojamento nos empreendimentos turísticos e nos estabelecimentos de alojamento local, como tal considerados nos respectivos regimes jurídicos, situados no concelho de Viana do Castelo”.

Os hóspedes convidados pela autarquia ou que se desloquem a Viana do Castelo por motivos de saúde, assim como os portadores de deficiência com incapacidade igual ou superior a 60% e outros que, por razões de conflito e deslocados dos seus países de origem, residem temporariamente em Portugal, ficam isentos do pagamento desta taxa.

O pagamento da taxa deverá ser realizado no início da estadia, “numa única prestação, mediante a obrigatoriedade de emissão de factura-recibo, em nome da pessoa, singular ou coletiva, que efetuou a reserva, com referência expressa à sua não sujeição a IVA”.

No regulamento, a autarquia de Viana do Castelo justifica a adoção desta taxa turística com “o aumento significativo do número de estabelecimentos de alojamento local”, que passou de oito unidades em 2014 para 408 unidades em 2021, e que foi acompanhado também pelo crescimento dos hóspedes e dormidas.

“As estatísticas demonstram um crescimento significativo nos últimos anos, nomeadamente, no que se refere ao número de hóspedes e dormidas que, no período de 2014 a 2019, registou um aumento de 84% e 92 %”, lê-se no documento.

A taxa turística entra em vigor 180 depois depois da publicação do seu regulamento em Diário da República, o que deverá acontecer apenas em agosto.

 

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Jorge Rebelo de Almeida foi condecorado pelo Presidente do Brasil

O fundador e presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, recebeu este sábado, 3 de fevereiro, a condecoração que o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, lhe tinha atribuído por decreto em novembro do ano passado, pela sua contribuição na aproximação de Portugal e Brasil, através da hotelaria.

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O fundador e presidente dos hotéis Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, foi condecorado pelo presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, com o grau de Comendador da Ordem de Rio Branco.

“Esta condecoração é o justo reconhecimento pelo nosso trabalho no Brasil e é para todos os que ajudaram a fazer da Vila Galé uma grande e prestigiada empresa”, sublinhou o presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, durante a cerimónia de condecoração, que decorreu sábado, 3 de fevereiro, no Vila Galé Ópera, em Lisboa.

Numa nota informativa enviada à imprensa, a Vila Galé indica que as condecorações da Ordem de Rio Branco “são as mais importantes concedidas pelo Ministério das Relações Exteriores a pessoas físicas e jurídicas, brasileiras ou estrangeiras, com destacados serviços prestados ao Brasil”.

O titulo, que tinha sido atribuído por decreto ao presidente da Vila Galé em 20 de novembro de 2023, foi agora entregue a Jorge Rebelo de Almeida pelo embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Carreiro, numa cerimónia que decorreu no hotel Vila Galé Ópera, em Lisboa.

Na ocasião, Raimundo Carreiro afirmou que era com “imensa satisfação” que, em nome do Governo Brasileiro, reconhecia “a contribuição de uma importante figura empresarial portuguesa para aproximar o Brasil a Portugal”.

“Por meio do seu gesto incansável, pelo negócio hoteleiro e determinação, Jorge Rebelo de Almeida tem dado uma contribuição importante para impulsionar o turismo e a geração de emprego no Brasil”, acrescentou o diplomata.

Recorde-se que a Vila Galé está presente no Brasil desde 2001 e, atualmente, conta com dez hotéis no país, sendo já o maior grupo de resorts no Brasil, posição que vai ser reforçada nos próximos dois anos, quando o grupo conta abrir mais dois projetos, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, e que tem abertura prevista para final de 2024, e o Vila Galé Collection Ouro Preto – Historic Family Resort hotel, Conference & Spa, em Cachoeira do Campo, Minas Gerais, cuja abertura deverá acontecer em abril de 2025.

Além destes projetos, no Brasil, a Vila Galé tem ainda em preparação projetos no centro histórico de São Luís do Maranhão, Coruripe, Inhotim (Brumadinho) e Belém do Pará.

O grupo de hotelaria português tem ainda mais 31 hotéis em Portugal e um em Cuba e, em abril deste ano, abre ainda a sua primeira unidade em Espanha, em Isla Canela, e a 32ª unidade em território nacional, que vai ficar localizada na frente de praia da Figueira da Foz.

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Pousadela Village abre novo edifício dedicado ao lazer em março

Em março, a Pousadela Village abre um novo edifício de 1000 m² dedicado ao lazer, que vai disponibilizar bar, sala de convívio, sala de jogos, parque infantil e ginásio.

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O aldeamento turístico Pousadela Village, em Vieira do Minho, vai abrir, no próximo mês de março, um novo edifício de 1000 m² dedicado ao lazer, que vai disponibilizar bar, sala de convívio, sala de jogos, parque infantil e ginásio.

A Pousadela Village explica, em comunicado, que este projeto representa um marco significativo para o aldeamento, pois “surge como uma manifestação do compromisso contínuo com a excelência e a inovação”, que André Viana, administrado do empreendimento, diz acreditar que terá “um impacto positivo no aumento das reservas e na mitigação dos efeitos da sazonalidade”.

A Pousadela Village conta ainda com novidades no Spa, que, em breve, vai passar a disponibilizar um flutuário, “onde se poderá relaxar como se estivesse dentro de uma gruta de água salgada”, indica o empreendimento.

“Este edifício representa não só um avanço arquitetónico, mas também a promessa de redefinição na experiência turística local. Vai além de ser meramente um alojamento, é um espaço que proporciona uma experiência envolvente, conforto, sofisticação e funcionalidade para os hóspedes”, acrescenta a administração da Pousadela Village, no comunicado divulgado.

Recorde-se que o grupo Pousadela Village nasceu em 2018, em Vieira do Minho, constituído por um aldeamento turístico de quatro estrelas e um alojamento local, ambos situados na serra da cabreira, com vista para a serra do Gerês.

Com um total de 20 casas de turismo rural, o empreendimento vai, brevemente, contar também com nove suítes em formato de rocha, sendo que cada casa tem uma tipologia diferente, sendo todas decoradas com temáticas singulares contando com cozinha totalmente equipada e entrada individual.

O empreendimento principal dispõe de serviços como restaurante, bar, spa & bem-estar, parque infantil,  piscina exterior infinita, piscina interior e brevemente sala de jogos, ginásio e flutuário.

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Preço médio por quarto aumentou em todas as regiões de Portugal em 2023

Os hoteleiros deram conta de aumentos no preço médio por quarto em todas as regiões de Portugal em 2023, com o preço médio nacional a situar-se nos 141 euros – um aumento de 18% face a 2023.

Carla Nunes

Os dados resultam de um estudo conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que inquiriu 476 estabelecimentos hoteleiros entre 2 e 21 de janeiro de 2024.

O maior aumento no preço médio por quarto verificou-se no Alentejo, que em 2023 situou este índice nos 159 euros, numa subida de 29% face a 2022. Também em Lisboa o preço médio por quarto fixou-se nos 159 euros em 2023, contudo, a subida em relação ao ano anterior foi de 4%.

Na lista de maiores subidas do preço médio segue-se a Região Autónoma dos Açores, que ao colocar este indicador a 135 euros verificou uma subida de 25% face aos valores de 2022. Destaque também para a região Norte, cujo preço médio aumentou 21% em 2023 face a 2022, para 132 euros, e para a região Centro, cujo preço médio de 100 euros significou um aumento de 20% deste indicador em relação a 2022.

Sobre o desempenho do preço médio em 2023, 50% dos inquiridos considerou que o preço médio foi “melhor” ou “muito melhor” que o de 2022.

Se por um lado, 38% dos inquiridos dos Açores apontou que o desempenho deste indicador foi “pior” que em 2022, outros 38% da mesma região são da opinião de que foi “melhor” que 2022. De apontar ainda que 45% dos inquiridos do Algarve e 43% do Alentejo consideram que o preço médio de 2023 foi “igual” a 2022.

Fonte: AHP

Quanto ao balanço de 2023 referente à taxa de ocupação, todas as regiões dão conta de subidas neste indicador, à exceção do Algarve e do Alentejo, cuja taxa foi igual à de 2022, e da Região Autónoma dos Açores, com os dados a indicarem uma descida de 5 pontos percentuais (p.p.) face aos valores de 2022.

A média nacional com base no inquérito da AHP aponta para uma taxa de ocupação de 68%, uma subida de 7 p.p., com a Região Autónoma da Madeira a marcar a maior taxa de ocupação no balanço de 2023: 81%, uma subida de 5 p.p. face a 2022.

A maior subida de taxa de ocupação verificou-se na região Centro, que com uma taxa de 58% em 2023 subiu 7 p.p. face a 2022. Segue-se a região Norte, com uma subida de 6 p.p. em relação a 2022 e uma taxa de 60% em 2023.

Fonte: AHP

Relativamente à estada média, que a nível nacional situou-se nos três dias, em 2023, apenas três regiões registaram um aumento face ao ano anterior: Foi o caso da Região Autónoma das Madeira, cuja estada média foi de sete noites em 2023 (mais seis noites que em 2022); da Região Autónoma dos Açores, com uma estada média de quatro noites em 2023 (mais três noites que em 2022); e do Norte, cuja estada média passou de duas noites, em 2022, para quatro noites em 2023.

“O Norte basicamente dobrou a estada média. É de relevo para nós esta distribuição no território, é muito mais rentável para a hotelaria assegurar os clientes e tê-los durante mais tempo, e para isso é preciso todo o turismo trabalhar em rede. Evidentemente também tem a ver com o tipo de nicho e turismo que se pratica nos destinos”, referiu Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

O mercado português foi o mais referido pelos hoteleiros quando questionados sobre os seus principais três mercados (apontado por 76% dos inquiridos), seguido pelo do Reino Unido (50% dos inquiridos), Estados Unidos da América (41% dos inquiridos) e Espanha (40% dos inquiridos). Por outro lado, o mercado brasileiro só foi referido por 17% dos inquiridos como um dos principais três mercados.

Já quanto aos canais de reserva, 93% dos inquiridos indicou o Booking.com como um dos seus principais três canais de reserva, seguido pelo website próprio (92% dos inquiridos) e do Expedia (61% dos inquiridos). Para trás ficaram canais como a GDS (10% dos inquiridos) e o Airbnb (2% dos inquiridos).

Perspetivas para 2024

No âmbito das perspetivas para 2024, a maioria dos inquiridos antecipam uma taxa de ocupação em 2024 que seja, pelo menos, “igual” ou “melhor” que a de 2023, com 54% dos inquiridos a indicar que este indicador será “melhor” no segundo trimestre de 2024, quando comparado com 2023.

Se os Açores, a Área Metropolitana de Lisboa e a região Norte esperam que o primeiro trimestre de 2024 seja “pior” ou “igual” a 2023, o Alentejo antecipa que em 2024 todos os trimestres serão “melhores” que os dados de 2023. A Madeira espera um 2024 semelhante ao de 2023, mas com resultados “melhores” no último trimestre face ao ano anterior.

No indicador do preço médio por quarto, a maioria dos inquiridos antecipa que este será “melhor” em 2024 do que em 2023, uma perspetiva que também se reflete na expetativa quanto às receitas para 2024.

Quanto aos principais mercados, 75% dos hoteleiros continua a colocar a expetativa em Portugal como um dos seus principais três mercados, ao qual se segue o Reino Unido (referido por 48% dos inquiridos), Estados Unidos da América (42%) e Espanha (41%).

Na lista dos desafios e constrangimentos para 2024, 78% dos inquiridos coloca a instabilidade geopolítica como uma das principais preocupações, seguida pelo aumento das taxas de juro (59% dos inquiridos).

A redução do número de voos é outra das preocupações dos hoteleiros (40% dos inquiridos), sendo referido como um dos principais problemas por 90% dos hoteleiros inquiridos da Região Autónoma dos Açores, 73% da Região Autónoma da Madeira e 58% do Algarve.

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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Taxas de ocupação no Natal e Ano Novo de 2023 aumentaram face a 2022

De acordo com o balanço de Natal e Réveillon de 2023 conduzido pelo gabinete de estudos e estatísticas da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), as taxas de ocupação por quarto aumentaram nos períodos do Natal e do Ano Novo de 2023, quando comparadas com os mesmos períodos de 2022.

Carla Nunes

A partir de um inquérito realizado a 476 estabelecimentos hoteleiros, para o período do Natal de 2023, de 22 a 26 de dezembro, os dados dão conta de uma taxa de ocupação de 51% a nível nacional, uma subida de 1 ponto percentual (p.p.) em relação a 2022. Já no Ano Novo, entre 30 de dezembro de 2023 e 2 de janeiro de 2024, o estudo aponta para uma taxa de ocupação por quarto de 70%, um aumento de 9 p.p. face ao mesmo período de 2022.

Olhando para as taxas de ocupação no período de Natal, apesar da Região Autónoma da Madeira ter registado o maior valor de taxa de ocupação, 66%, quando comparada com o mesmo período de 2022 a taxa desceu 10 pontos percentuais.

Por outro lado, com uma taxa de ocupação de 56%, a hotelaria de Lisboa conseguiu subir este índice em 2 p.p. face a 2022, seguida pela da região Norte, que no Natal de 2023 registou uma taxa de ocupação de 49% – um aumento de 3 p.p. em relação a 2023.

O valor mais baixo de taxa de ocupação no Natal coube à Região Autónoma dos Açores, com uma taxa de 27% – um “mergulho a pique” de menos 24 p.p. em relação ao valor de 2022, como descrito por Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP, na apresentação aos jornalistas na manhã desta sexta-feira.

Seguiu-se a região do Alentejo, com uma taxa de ocupação de 35% (menos 2 p.p.) e o Algarve, com uma taxa de 40% (menos 12 p.p.).

No período do Ano Novo, todas as regiões registaram aumentos percentuais ao nível da taxa de ocupação, à exceção do Algarve – cuja taxa de ocupação de 58% esteve 3 p.p. abaixo da verificada em 2022 – e da Região Autónoma dos Açores, que registou uma taxa de ocupação de 44%, 25 pontos percentuais abaixo dos valores de 2022.

As regiões que mais se destacaram ao nível da taxa de ocupação no Ano Novo de 2023 foram a Região Autónoma da Madeira (80%) e Lisboa (77%).

Contudo, o maior aumento percentual em relação a 2022 coube à região Centro, que no Ano Novo de 2023 registou uma taxa de ocupação de 63%, uma subida de 12 p.p. face ao mesmo período do ano anterior.

Preço médio aumentou no Natal, mas desceu no Ano Novo

Quanto ao índice do preço médio por quarto a nível nacional, e de acordo com o estudo da AHP, no período do Natal de 2023 este situou-se nos 124 euros, um aumento de 5% face ao ano anterior. Já no Ano Novo, o preço médio foi de 173 euros, uma descida de 5,9% em relação aos valores de 2022.

Analisando o preço médio por quarto no Natal de 2023, este indicador registou subidas em todas as regiões, à exceção da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio de 120 euros desceu 19% face a 2022, e do Algarve, que com um preço médio de 94 euros registou uma descida de 6% em relação ao ano passado.

Já a Região Autónoma dos Açores, apesar das descidas nas taxas de ocupação durante o Natal e o Ano Novo, registou o maior aumento de preço médio no Natal de 2023: o valor de 115 euros significou uma subida de 26,3% em relação a 2022.

No entanto, a região que praticou o preço médio por quarto mais elevado no Natal de 2023 foi o Alentejo, com 150 euros (uma subida de 22% face a 2022), seguida por Lisboa, cujo preço médio a 135 euros representou um aumento de 0,7% em relação a 2022.

Passando para o preço médio por quarto na época do Ano Novo 2023, a maior subida coube à região Norte, que com um preço médio de 168 euros conseguiu elevar este indicador mais 12% em relação ao valor registado em 2022.

A maior queda foi da Região Autónoma da Madeira, cujo preço médio por quarto em 2023 desceu 15% face ao ano anterior – embora tenha sido a região a registar o valor mais alto a nível nacional, de 227 euros.

Mercado português na liderança para ambas as épocas festivas

No período do Natal de 2023, 79% dos hoteleiros inquiridos apontaram o mercado português como um dos seus principais três mercados, seguido pelo dos Estados Unidos da América (EUA), indicado por 38% dos inquiridos, e pelo Reino Unido (36%).

Para o fundo da lista ficam os mercados da Alemanha, apontado por 26% dos inquiridos, e de França, referido por 23% dos inquiridos.

No Ano Novo de 2023, novamente, o mercado português foi apontado por 79% dos inquiridos como um dos principais três mercados para este período, seguido por Espanha (34% dos inquiridos), Reino Unido (32%) e Estados Unidos da América (31%).

O inquérito levado a cabo pela AHP foi realizado entre 2 e 21 de janeiro de 2024 junto de 476 empreendimentos turísticos associados da associação, sendo que da amostra 42% dos estabelecimentos estão localizados na região de Lisboa, 14% no Algarve, 13% no Norte, 12% no Centro, 11% na Madeira, 6% no Alentejo e 3% nos Açores.

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In.to: Business Tourism é nova marca da UPPatner para o turismo de negócios

A in.to: Business Tourism, a nova marca da UPPartner, que acaba de chegar ao mercado, é uma Business Tourism Agency dedicada em conectar além-fronteiras, sendo a ponte que une empresas e iniciativas portuguesas de sucesso internacionalmente.

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Há uma nova marca no setor do Turismo de Negócios em Portugal, a in.to: Business Tourism, que promete trazer uma abordagem inovadora ao mercado do turismo corporativo, com a organização de experiências memoráveis impulsionadas por relações de sucesso e sinergias globais.

“Get in.to: a new experience in business tourism” é a assinatura da marca que oferece soluções 360° aos seus clientes na área do turismo de negócios internacional, com serviços chave-na-mão, que assentam em consultoria estratégica. O objetivo passa por proporcionar uma experiência totalmente personalizada aos seus clientes, com base na imersão cultural e com um grande foco no networking.

Com mais de 15 anos de experiência no setor, Maria Xavier é a líder do projeto e promete organizar viagens e experiências únicas para os seus clientes. “Já nasci com um pé nesta área, pelo que criar um negócio como o da in.to: Business Tourism era um dos meus objetivos de carreira” afirma Maria Xavier. A Business Tourism Director da in.to: Business Tourism, sublinha que “pretendemos fazer a diferença neste mercado e, para isso, contamos com uma equipa de profissionais especializados nas mais diversas áreas”, reforçando que “existimos para conectar pessoas e para criar pontes de colaboração entre empresas e a esfera do turismo”.

A marca da agência de comunicação UPPartner, que pretende expandir internacionalmente os seus serviços. Desta forma, a Business Tourism Agency pode utilizar todos os recursos da empresa mãe, incluindo todos os profissionais especializados nas diferentes valências, desde Design, Comunicação, Vídeo, Produção e PR & Influencer Marketing.

Por sua vez, Hélio Soares, CEO da UPPartner, afirma que “mais do que fechar bons negócios, queremos ser verdadeiros arquitetos de experiências únicas e parceiros dos nossos clientes”. Assim, “ao escolher a in.to: não estão apenas a escolher uma organizadora de eventos ou viagens, estão a ser pioneiros numa transformação. A nossa metodologia inovadora, “driven in.to: purpose”, permite ao cliente escolher causas que se enquadram na missão da sua empresa e medir o impacto tangível das suas iniciativas, estabelecendo ligações com uma rede mundial de parceiros que se alinham com os seus valores”, assegurou.

Com uma abordagem global, a empresa afirma-se enquanto facilitadora de contactos estratégicos, proporcionando uma rede global que impulsiona negócios internacionais. Com uma linguagem refinada e uma visão de Connecting Beyond Borders, destacam o seu know-how em International Tourism and Events Management, promovendo não apenas viagens de negócios, mas também impulsionando relações empresariais bem-sucedidas.

 

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INE: Hóspedes e dormidas superaram 2019 e atingem novos máximos históricos, com exceção do Algarve

Em 2023, os estabelecimentos de alojamento turístico nacionais registaram 30,0 milhões de hóspedes e 77,2 milhões de dormidas, novos máximos históricos que foram comuns a todas as regiões do país, com exceção do Algarve, que ainda não conseguiu ultrapassar o total de dormidas de 2019.

Inês de Matos

No ano passado, os estabelecimentos de alojamento turístico nacionais registaram 30,0 milhões de hóspedes e 77,2 milhões de dormidas, ultrapassando em 13,3% e 10,7%, respetivamente, os resultados de 2022, bem como em 10,7% e 10,0% os de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que diz que todas as regiões nacionais atingiram máximos históricos no ano passado, à exceção do Algarve.

Os dados das Estatísticas Rápidas do INE, que foram divulgados esta quarta-feira, 31 de dezembro, mostram que, no conjunto do ano de 2023, as dormidas de residentes aumentaram 2,1% e as de não residentes 14,9%, atingindo 23,4 milhões e 53,8 milhões, respetivamente.

Numa comparação com os resultados de 2019, o último ano antes da pandemia e que tinha trazido vários recordes ao turismo nacional, as dormidas registaram
crescimentos de 10,0%, subindo 10,7% nos residentes e 9,6% nos não residentes.

Por mercados, o mercado britânico afirmou-se como o principal, indica o INE, que diz que este mercado cresceu 9,4% no ano passado e representou 18,4% do total de dormidas de não residentes. Já a segunda posição foi para o mercado alemão, que representou 11,3% do total e cresceu 12,9%, e a terceira para o espanhol, com uma representação de 10,1% do total e um crescimento de 7,7%.

O INE destaca também os crescimentos dos mercados canadiano (+56,9%), norte-americano (+32,9%), italiano (+20,8%) e austríaco (+19,3%).

Por regiões nacionais, o INE diz que “todas as regiões apresentaram aumentos nas dormidas” mas o destaque foi para as subidas apresentadas pelo Norte (+14,9%), AM Lisboa (+12,6%) e Centro (+11,9%).

Numa comparação com 2019, acrescenta a entidade de estatísticas nacional, “o Algarve foi a exceção, sendo a única região a não atingir os níveis pré-pandemia, com um decréscimo do número de dormidas (-2,5%)”.

Já a RA Madeira (+23,4%), Norte (+22,8%), RA Açores (+18,1%) e Alentejo (+14,8%) foram, segundo o INE, as regiões nacionais que apresentaram os maiores crescimentos nas dormidas face a 2019.

Dezembro com abrandamento nos mercados externos

Apesar dos bons resultados no conjunto do ano passado, o mês de dezembro tem uma leitura diferente, uma vez que, segundo o INE, o último mês do ano manteve o abrandamento nos mercados externos que já se tinha registado no mês anterior.

Em dezembro, os estabelecimentos de alojamento turístico nacionais somaram 1,8 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos homólogos de 10,9% e 8,2%, bem como de 13,6% e 14,7%, respetivamente, face a dezembro de 2019.

“O crescimento dos mercados externos manteve o abrandamento iniciado no mês anterior(+7,5%, após +10,1% em novembro), tendo sido registadas 2,5 milhões de dormidas”, indica o INE, que diz que, pelo contrário, o crescimento das dormidas dos residentes “continuou em aceleração”, subindo 9,3% em dezembro, depois de já ter subido 2,7% em novembro, chegando a um total de o 1,6 milhões.

Em dezembro, os 17 principais mercados emissores de turistas para Portugal
“representaram 83,2% do total de dormidas de não residentes”, avança também o INE, que destaca o mercado espanhol, que representou 15,3% do total das dormidas de não residentes em dezembro, depois de um aumento de 7,9%.

Já o mercado britânico, que representou 14,1% do total, foi o segundo principal mercado e cresceu 5,2% em dezembro, seguindo-se o alemão, cuja representação foi de 10,8%, e que apresentou um crescimento de 8,3%.

O INE refere que os “mercados polaco, irlandês, austríaco, canadiano e norte-americano também se destacaram pelos aumentos expressivos (+36,2%, +28,6%, +22,4%, +20,6% e +19,5%, respetivamente)”, enquanto, em sentido contrário, assinalam-se decréscimos nos mercados francês (-12,7%), finlandês (-12,1%), brasileiro (-4,6%) e sueco (-2,0%).

Por regiões, em dezembro o destaque foi para o Alentejo e o Centro, que apresentaram “os maiores aumentos das dormidas (+19,3% e +17,6%,
respetivamente)”, enquanto as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira “foram as únicas regiões a apresentar diminuição do número de dormidas neste mês (-5,7% e -1,0%, respetivamente)”.

Já a “AM Lisboa concentrou 31,2% das dormidas, seguida do Norte (20,3%) e do Algarve (15,1%)”, acrescenta o INE.

No último mês do ano passado, as dormidas de residentes tiveram “crescimentos mais expressivos no Alentejo (+19,1%) e no Centro (+15,8%)”, enquanto as regiões autónomas dos Açores e da Madeira voltaram a apresentar descidas, caindo 7,9% e 5,6%, respetivamente, nas dormidas dos residentes em dezembro.

No caso das dormidas dos não residentes, em dezembro, “realçaram-se os crescimentos no Centro (+22,6%) e Alentejo (+20,0%)”, acrescenta ainda o INE.

A estada média de dezembro ficou nas 2,25 noites, o que traduz uma redução de 2,5%, que já se segue a outra redução que tinha sido identificada em novembro e que chegava aos 1,3%. Segundo o INE, a estada média dos não residentes caiu mais do que nos residente, descendo 3,4% para 2,80 noites, enquanto nos residentes ficou nas 1,71 noites, depois de descer 1,1%.

No que diz respeito à estada média, o destaque de dezembro foi para Alentejo e a RA Madeira, que registaram os maiores crescimentos neste indicador, subindo 2,6% e 1,1%, respetivamente, enquanto o Algarve registou o maior decréscimo (-4,2%).

“Os valores mais elevados deste indicador continuaram a observar-se na RA Madeira (4,56 noites) e no Algarve (3,27 noites), tendo as estadias mais curtas ocorrido no Centro (1,67 noites) e no Norte (1,78 noites)”, lê-se no comunicado que acompanha os números do INE.

Em dezembro, a taxa liquida de ocupação-cama foi ainda de 32,1%, registando um aumento de 0,9 pontos percentuais, enquanto a taxa líquida de ocupação-quarto foi de 39,2%, também com uma subida de 0,9 pontos percentuais em dezembro.

As taxas de ocupação-cama mais elevadas registaram-se, em dezembro, na RA Madeira (49,3%) e na AM Lisboa (40,8%), ainda que tenha sido no Centro, Alentejo e Algarve que se registaram os maiores aumentos (+2,7 p.p., +1,8 p.p. e +1,6 p.p.,
respetivamente). Já na RA Açores este indicador diminuiu 2,5 pontos percentuais.

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Hotelaria

AHP e ENA impulsionam eficiência energética nos hotéis através do Projeto “Turismo + Sustentável”

O projeto visa promover a eficiência energética no setor hoteleiro em Portugal, bem como responder aos desafios de sustentabilidade e competitividade que o setor atualmente enfrenta.

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) e a Agência de Energia e Ambiente da Arrábida (ENA) lideram o projeto “Turismo + Sustentável”, financiado no âmbito do Plano de Promoção e Eficiência no Consumo de Energia aprovado pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e incluído no Plano Turismo + Sustentável do Turismo de Portugal, que visa promover a eficiência energética no setor hoteleiro em Portugal, bem como responder aos desafios de sustentabilidade e competitividade que o setor atualmente enfrenta.

Esta parceria estratégica para o setor, consiste no desenvolvimento de uma Plataforma de Monitorização e Gestão Energética e Ambiental – a Plataforma T+S – que recolhe, de forma automatizada, dados sobre o consumo de energia elétrica, gás e água, bem como dados relativos à produção hoteleira na perspectiva de negócio, permitindo analisar, avaliar e reportar o estado e evolução do desempenho energético do hotel e ainda compará-lo com outros estabelecimentos hoteleiros com características semelhantes.

Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da AHP, destaca a importância do projeto: “Este projeto reforça o nosso compromisso coletivo para com os objetivos de desenvolvimento sustentável, através da promoção da eficiência energética na hotelaria. Depois deste grupo-piloto, é nosso objetivo alargar este projeto a todos os nossos associados, visto estar em linha com o trabalho que tem sido desenvolvido pelo Programa HOSPES e que, entre outros fins, pretende capacitar a indústria hoteleira com ferramentas que lhe permitam, objetiva e mensuravelmente, ser cada vez mais sustentável.”

O diretor Técnico da ENA, Orlando Paraíba, realça o propósito do “Turismo + Sustentável”: “É nosso objetivo criar ferramentas tecnológicas que permitam analisar, avaliar e reportar o desempenho energético de cada hotel, contabilizar e gerir os recursos e as emissões de Gases com Efeito Estufa, quer em termos individuais e comparativos, quer em termos de informação mais agregada do setor da hospitalidade.”

O projeto “Turismo + Sustentável” está alinhado com o Programa HOSPES, programa corporativo de Responsabilidade Social e Ambiental da AHP.

Ao lançar as bases para uma hotelaria mais eficiente e sustentável, o projeto “Turismo + Sustentável” promete impactar positivamente não apenas os hotéis participantes, mas toda a indústria hoteleira portuguesa.

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