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Hotelaria

Bernardo Trindade toma posse como presidente da AHP e diz “presente” aos desafios enfrentados pela hotelaria

No primeiro discurso enquanto presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Bernardo Trindade focou os diversos desafios enfrentados pela hotelaria em Portugal, dizendo “presente” para os solucionar, mas salientando que “precisamos de ser ajudados”.

Victor Jorge
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Bernardo Trindade toma posse como presidente da AHP e diz “presente” aos desafios enfrentados pela hotelaria

No primeiro discurso enquanto presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Bernardo Trindade focou os diversos desafios enfrentados pela hotelaria em Portugal, dizendo “presente” para os solucionar, mas salientando que “precisamos de ser ajudados”.

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Bernardo Trindade tomou, formalmente, posse como presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), tendo chamada à atenção para os vários desafios que o setor da hotelaria e respetivos hoteleiros enfrentam.

Referindo as várias dimensões que terão de ser tidas em conta para os próximos tempos, o novo presidente da AHP começou por frisar que os associados “são o maior ativo” e que neste regresso da atividade “há o sentimento de confiança”.

Contudo, Bernardo Trindade salientou que esta dimensão da “mobilização” precisa de “reduzir os intermediários”, destacando o papel que o “Click2Portugal” tem e terá nesta retoma, já que se trata do primeiro agregador exclusivo da oferta hoteleira nacional com um motor de reservas diretas comum, permitindo que as unidades hoteleiras interajam com o hóspede, sem intermediação de terceiros, o que faz com que possibilite oferecer melhores condições aos hóspedes e, simultaneamente, um elevado net revenue para os hotéis.

Na dimensão da tecnologia, Bernardo Trindade destacou os “Tourism Monitors” – ferramenta gratuita de apoio ao gestor hoteleiro – e que possibilita “mais qualidade na informação e municiona todos os associados e mercado”.

Ainda no campo da digitalização, o novo presidente da AHP revelou o objetivo de lançar um projeto de Marketplace B2B, com o objetivo de colocar “em diálogo os nossos parceiros [identificando mais de 90 parceiros] com os nossos associados”, admitindo que “é preciso colocar em prática este reforço de relacionamento”.

Depois de dois anos de “dificuldades sem paralelo, com hotéis fechados, clientes em casa, funcionários em casa” a ajuda dada até agora terá, segundo Bernardo Trindade, ser “reforçada”, dada a deterioração dos balanços das empresas. “Precisamos de ser ajudados”, frisou o novo presidente da AHP, salientando que “queremos trabalhar com as instituições públicas”; admitindo mesmo que existe “grandes expectativas relativamente ao Banco de Fomento”.

Neste caso particular, Bernardo Trindade frisou que é “fundamental agilizar processos” e que poderão contar com a AHP para “esta reivindicação”.

 

Do emprego aos aeroportos, passando pelo SEF

No campo do emprego, Bernardo Trindade destacou o facto do setor do turismo, até 2019, liderava a contribuição para a riqueza de Portugal. “Chegámos a ter mais de 450.000 pessoas a trabalhar no turismo”, referindo ainda que de dezembro de 2019 para dezembro de 2021 “perdemos mais de 45.000 registos na Segurança Social”.

Por isso, deixou a questão: “por que razão tornamo-nos menos ‘trendy’?”. Outra pergunta deixada pelo novo presidente da AHP – “as pessoas dizem que temos pagar melhor” – teve resposta imediato pelo mesmo ao referir que “já estamos a pagar melhor”, fazendo referência ao acordo de Contrato Coletivo de Trabalho assinado com o Sindicato dos Trabalhadores e Técnicos de Serviços, Comércio, Restauração e Turismo (Sitese) e que pretende ver alargado a outros entidades sindicais, nomeadamente à à Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT), deixando claro que “não podemos regimeficar o processo de recrutamento”

“Temos de facilitar o mercado de trabalho”, reconheceu Bernardo Trindade, deixando claro que os Acordos de Mobilidade, nomeadamente com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), é “bom, mas não é um fim em si mesmo” e que “não podemos complicar, se precisamos de pessoas para trabalhar no turismo”, concluindo que é preciso olhar para a “procura atual e futura”.

Como “recados”, Bernardo Trindade deixou a situação do SEF, considerando que “não é um cartão de visita de qualidade que Portugal tem para mostrar”, dando como exemplo as 16 ‘boxes’ existentes no aeroporto de Lisboa que “precisamos que funcionem no período da manhã, quando chegam os voos transatlânticos e para evitar que as pessoas já veem cansados dos voos tenham de ficar à espera durante mais duas ou três horas”.

“Damos uma péssima imagem de um país que tem ganho prémios e prémios internacionais e que sabe receber bem”, vincando que “queremos ser parte da solução para o crescimento económico do país”.

No que toca às infraestruturas aeroportuárias, a primeira critica foi para o Aeroporto da Madeira (Funchal) que necessita de adquiri equipamentos de aproximação para os aviões, num investimento calculado em três a quatro milhões de euros.

Considerando a TAP como um “instrumento fundamental”, outra das críticas deixadas por Bernardo Trindade prendeu-se com o Aeroporto de Lisboa, frisando que “Portugal não se pode dar ao luxo de perder clientes porque não tem ‘slots’. Estamos há mais de 50 anos para decidir”.

Numa clara mensagem para os governantes presentes na tomada de posse dos novos corpos sociais da AHP para 2022-2024, entre eles a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Rita Marques; a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho; e o secretário de Estado do Trabalho, Miguel Fontes, Bernardo Trindade disse que, “se o povo votou num partido e lhe deu a maioria, a confiança dada a esse partido deverá servir para haver decisões”.

No final, Bernardo Trindade deixou a mensagem de que “Portugal merece um contributo por parte da hotelaria que vá ao encontro das expectativas do país. Por isso, dizemos presente para solucionar os problemas que enfrentamos”.

No final, a secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, salientou que “trabalhámos bem até 2019, fizemos muito até 2019, mas a partir de agora temos de fazer bem melhor”, já que “estamos numa altura de “renascimento” do setor do turismo, reconheceu a SETCS, é preciso fazer “bem melhor” do que o que foi feito em 2019, considerado o melhor ano do turismo em Portugal, até ao momento.

Reconhecendo que todos os aspetos levantados no discurso de Bernardo Trindade têm de ser abordados “rapidamente”, admitindo que “fazem parte a minha cartilha para os quatro anos seguintes”, Rita Marques concluiu, contudo, que “isto é válido para ambas as partes: tutela, Governo num todo, mas também para os seus empresários”.

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The Verse: o novo aparthotel a abrir portas na Rua de São Bento em Lisboa

O número 39 da Rua de São Bento, em Lisboa, passa a contar com um novo boutique aparthotel com 15 unidades de alojamento nas tipologias T1 e T2, divididas por cinco pisos. O edifício, totalmente renovado, tem a assinatura do arquiteto Carrilho da Graça.

O The Verse é o mais recente aparthotel da Rua de São Bento, em Lisboa, cuja data de abertura está marcada para 15 de agosto.

Este boutique aparthotel conta com cinco pisos e divide-se entre 15 unidades de alojamento, num projeto detido pelos sócios David Clarkin e Andrew Richardson, bem como pelos respetivos filhos, Henry Clarkin e Anna Richardson.

No piso 0 é possível encontrar dois apartamentos T1 com pátio privativo. Os restantes 13 apartamentos dividem-se pelos pisos superiores, sendo que um deles é um T2 com terraço.

Estas unidades de alojamento estão totalmente equipadas com cozinha e sala de estar e, apesar de seguirem a mesma linha, “todas as tipologias apresentam características e pormenores que as tornam especiais à sua maneira”, como referido em comunicado. Destaque também para o rés-do-chão, onde uma zona híbrida de lobby junta uma receção ativa 24 horas por dia e um espaço de bar pronto para receber eventos especiais com sessões de DJ.

Créditos: The Verse

O mais recente aparthotel no número 39 da Rua de São Bento está integrado num edifício totalmente renovado pelo arquiteto Carrilho da Graça, sendo que o design de interiores, a decoração e curadoria artística ficaram a cargo do Studio Astolfi.

Por forma a “deixar transparecer a essência portuguesa”, todos os espaços do The Verse são decorados com peças feitas à medida por artistas e artesãos portugueses. A ideia passa por transmitir “uma narrativa forte com movimentos elegantes e inesperados, apresentando um ambiente convidativo, acolhedor, contemporâneo e requintado”.

Os preços de estadia nas unidades de alojamento do The Verse variam entre os 300 e os 700 euros.

Créditos: The Verse

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Highgate Portugal reposiciona Palácio do Governador após renovação de 1M€

Com um projeto de arquitetura assinado pelo atelier de arquitetura Nini Andrade e Silva, o Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa conta agora com uma nova decoração, fruto de um rebranding por parte da Highgate Portugal. A renovação contou com um investimento de um milhão de euros.

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O Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa, que anteriormente ostentava a marca NAU Hotels & Resorts, foi alvo de uma renovação por parte da Highgate Portugal, que teve como objetivo fazer um rebranding deste hotel.

Um investimento de 1 milhão de dólares permitiu fazer remodelações nas áreas da receção, capela, corredores, salão das naus e sala de estar, bar e restaurante, quartos e suites, esplanada e na área envolvente da piscina. A aposta centrou-se num design contemporâneo através do novo mobiliário e decoração, baseada em tons de azul, branco, verde e dourado.

O projeto de renovação é assinado pelo atelier de arquitetura Nini Andrade e Silva e o novo logótipo do hotel foi desenvolvido pela Born.

“O Palácio do Governador é muito mais do que um hotel em Lisboa, é uma experiência de requinte numa das zonas mais emblemáticas da cidade. Este projeto de remodelação focou-se em preservar e reestruturar todos os elementos históricos daquela que foi a casa do primeiro Governador da Torre de Belém, bem como em dar uma nova vida à unidade através de um design contemporâneo”, refere Pedro Catapirra, diretor do Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa, em nota de imprensa.

Após o rebranding e renovação, o Palácio do Governador – Lisbon Hotel & SPA começa a época de verão com duas novidades: a reformulação do Brunch do Governador, que todos os domingos até setembro terá um barbecue com peixe, carne e legumes grelhados ao vivo; e sessões de sunset com DJ no bar do hotel a partir de 11 de julho.

O Brunch está disponível das 12h30 às 16h00, com o valor de 45 euros por pessoa. A refeição é gratuita para crianças até aos três anos, sendo que as criança dos quatro aos 12 anos usufruem de um desconte de 50%. Já as sessões de sunset decorrem todas as quintas-feiras das 19h00 às 20h30, com 50% de desconto nos cocktails Bartender Choice. Caso os clientes fiquem para jantar, as bebidas serão oferta do hotel.

O Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa oferece 60 quartos com diferentes tipologias, desde Quartos Deluxe, Junior Suite, Suite do Infante, Suite da Princesa à Suite do Governador. As valências do hotel são compostas por um restaurante, um bar com vista rio e um spa com 1.200 metros quadrados e uma piscina interior de 25 metros com duas cascatas. A unidade conta ainda com uma piscina exterior de 17 metros.

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12 hotéis da Fundação INATEL distinguidos com o galardão Green Key 2024

Na Fundação INATEL, todos os hotéis participam de um programa de sustentabilidade ambiental de forma integrada, avaliando o impacto da sua atividade sobre o ambiente, adotando diariamente medidas com o objetivo de reduzir esse impacto, e promovendo a sensibilização de trabalhadores, clientes e fornecedores. Este trabalho realizado em 12 dos seus hotéis foi reconhecido com o galardão Green Key 2024.

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Os 12 hotéis INATEL merecedores desta distinção são: Albufeira, Castelo de Vide, Cerveira, Flores, Foz do Arelho, Graciosa, Linhares da Beira, Manteigas, Piódão, Porto Santo, São Pedro do Sul e Vila Ruiva.

A Green Key é uma certificação de responsabilidade social e ambiental e de gestão sustentável, uma iniciativa da Foundation for Environmental Education (FEE) e coordenada em Portugal pela ABAAE – Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação.

Ao optar por ficar num empreendimento reconhecido com esta certificação, está-se a a contribuir para a proteção do ambiente e para o nosso bem-estar, lembra a Fundação INATEL.

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KPI Hotel Management Services assume gestão do futuro Hotel Flor de Sal em Cabo Verde

Localizado em Santa Maria, na Ilha do Sal, o futuro hotel vai contar com 137 quartos e 80 apartamentos. O projeto vai unir as componentes de lazer e turismo de negócios, razão pela qual a unidade vai oferecer ainda um Centro de Congressos, um auditório com capacidade para 600 pessoas, spa, Beach Club e três outlets de restauração.

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A KPI Hotel Management Services, empresa do grupo Hipoges, assinou a gestão do futuro Hotel Flor de Sal, em Cabo Verde, com a Flor de Sal Investments.

O acordo foi firmado no Cabo Verde Investment Forum, que decorreu na Ilha do Sal a 12 e 13 de junho, na presença de Olavo Avelino Garcia Correia, vice-primeiro ministro de Cabo Verde. A assinatura do contrato de gestão foi formalizada por Pedro Garcia e Costa, Managing Partner da KPI, e por Amarilda Fortes, PCA da Flor de Sal Investments.

Espera-se que o hotel abra portas no primeiro trimestre de 2027 sob uma “conceituada marca hoteleira internacional que fará a sua estreia em Cabo Verde”, como referido em comunicado. Localizado em Santa Maria, na Ilha do Sal, este projeto hoteleiro vai contar com 137 quartos e 80 apartamentos. Terá ainda um Centro de Congressos, um auditório com capacidade para 600 pessoas, spa, Beach Club e três outlets de restauração.

Durante os últimos meses, a KPI tem também prestado consultoria à Flor de Sal Investments quanto à visão hoteleira do projeto, nomeadamente no apoio no processo de escolha da marca e na adaptação do projeto às exigências da marca e do mercado.

“Cabo Verde, e especialmente a Ilha do Sal, tem demonstrado um crescimento turístico acentuado desde o período pós-pandemia, atraindo cada vez mais turistas de várias localizações geográficas e contando com um alargado número de ligações aéreas. Acreditamos que Cabo Verde se tornará, rapidamente, um destino de referência, não só para o cliente típico de lazer mas para a crescente procura de eventos e incentivos”, afirma Pedro Garcia e Costa, managing partner da KPI.

O profissional explica que “este projeto une as duas componentes de lazer e turismo de negócios”, sendo que o objetivo passa por “trazer a cultura cabo-verdiana para dentro do hotel, atuando nas dimensões culturais e gastronómicas”.

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PortoBay Liberdade alvo de remodelação nas zonas sociais

O projeto de remodelação do PortoBay Liberdade incluiu o lobby da receção, o restaurante Bistrô4 e o bar Aviator6. Este é mais um dos hotéis visados pela PortoBay Hotels & Resorts no seu plano de remodelações, que também incluiu recentemente as áreas sociais do The Cliff Bay, no qual foram investidos 1,5 milhões de euros.

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O grupo PortoBay Hotels & Resorts investiu na remodelação das zonas sociais do PortoBay Liberdade, em Lisboa.

Em nota de imprensa, o grupo hoteleiro refere que o projeto de renovação visou o lobby da receção, o restaurante Bistrô4 e o bar Aviator6, com o intuito de tornar estas áreas mais confortáveis, leves e sofisticadas.

No caso do lobby, a remodelação inclui a introdução de mobiliário em tons claros. Por outro lado, no restaurante Bistrô4, cuja sala foi completamente renovada, predominam os tons beges e alaranjados.
No centro da sala do restaurante, o protagonismo vai para uma mesa orgânica com capacidade para pequenos grupos. Já no exterior, uma nova mesa rústica, entre limoeiros, pretende reproduzir a sensação de tomar as refeições como um piquenique.

Com estas renovações o grupo teve como objetivo dar destaque à cozinha aberta do restaurante, onde é possível observar a equipa do chef João Espírito Santo.

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O visual estende-se até o cocktail bar Aviator6, que surge agora com uma decoração “contemporânea e elegante”, marcada pelas madeiras e pelos tons claros, realçada pela iluminação natural do espaço. Com um espaço interior, mas também com a possibilidade de usufruir da esplanada, este bar conta com mais de 300 referências de bebidas disponíveis, além de uma carta de refeições ligeiras.

O PortoBay Hotels & Resorts tem vindo a remodelar algumas das suas unidades hoteleiras, sendo que o The Cliff Bay foi o mais recente hotel renovado. As obras, no valor de 1,5 milhões de euros, também visaram as zonas sociais do hotel, que passaram a contar com uma decoração mais contemporânea.

Leia também: Hotel The Cliff Bay alvo de remodelação de 1,5 milhões de euros

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Verdelago investe 52,2M€ na construção de hotel com assinatura da Marriot

O futuro hotel de cinco estrelas inserido no Verdelago Resort, em Altura, conta com a assinatura da Marriot, num total de 197 quartos. Após um investimento de 52,2 milhões de euros, espera-se que o hotel abra portas na primavera de 2027.

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A Verdelago – Sociedade Imobiliária S.A. já começou a construção do futuro hotel de cinco estrelas do Verdelago Resort, cuja primeira pedra foi lançada esta quarta-feira, 26 de junho.

A empresa dá conta em comunicado de que este hotel representa um investimento de 52,2 milhões de euros, esperando-se que esteja concluído na primavera de 2027.

Com a assinatura da Marriot, este novo hotel vai contar com 197 quartos, dos quais seis são suites inseridas no meio do pinhal, contando por isso com a designação Forest Suites. Espera-se que a construção deste hotel contribua para a criação de mais de 200 postos de trabalhos diretos, que se somam aos cerca de 300 postos criados na exploração turística do resort.

Créditos: DR

O Verdelago Resort aposta numa “forte componente de sustentabilidade”, como a empresa refere em nota de imprensa, “quer ao nível arquitetónico e de construção, quer de energia, abastecimento de água e na futura operação turística”, tendo aderido à certificação Green Globe.

O projeto é constituído por 86 hectares de terreno, dos quais apenas 8,7% contam com edificação. Os restantes 70 hectares são compostos por vegetação e incluem um Parque Verde de Recreio e de Lazer com cerca de 42 hectares, uma reserva natural em frente do mar com 24 hectares, áreas de interpretação ambiental, conservação e promoção do habitat e um lago com dois hectares.

Créditos: DR

O Verdelago tem também uma componente de imobiliário com 340 unidades residenciais, entre apartamentos, villas e townhouses, construídos em diferentes fases. Destas unidades, 92 estão atualmente em exploração turística.

Desde o início do projeto, a empresa refere que os principais clientes são nacionais. Entre os clientes internacionais, destacam-se os mercados de Espanha, Estados Unidos da América, Reino Unido e Polónia.

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Vila Galé inaugura hotel na Figueira da Foz focado no mercado nacional

Após cinco meses de obras de remodelação, o atual Vila Galé Collection Figueira da Foz abriu portas em abril deste ano no edifício onde funcionou o Grande Hotel da Figueira. Agora, o foco do grupo hoteleiro passa por atrair o mercado nacional e recuperar a notoriedade deste hotel que inaugurou pela primeira vez em junho de 1953.

Carla Nunes

O grupo Vila Galé inaugurou oficialmente este sábado, 22 de junho, a unidade hoteleira que detém na Figueira da Foz, no edifício que anteriormente dava lugar ao Grande Hotel da Figueira e cuja gestão estava a cargo da Accor.

O mais recente Vila Galé Collection Figueira da Foz, em operação desde abril, sofreu uma remodelação total no valor de dois milhões de euros, cujo processo durou cinco meses. Além da renovação dos 102 quartos e das áreas comuns, o hotel conta agora com novas valências como um spa Satsanga – com sauna, banho turco, duche vichy, salas de massagens e ginásio – e uma piscina exterior.

Sobre a escolha do destino para a exploração desta unidade hoteleira, detida pelo fundador do grupo Inditex, Amancio Ortega, o presidente e fundador do Vila Galé explicou em conferência de imprensa que a decisão advém de um objetivo que considera “fundamental e decisivo para o país: melhorar a oferta hoteleira existente”.

“Se queremos continuar a cativar turistas e a crescer de uma forma segura e consistente, temos de apostar muito seriamente em recuperar [património]”, defende Jorge Rebelo de Almeida, que, por enquanto, não referiu o valor da renda anual deste hotel.

Admitindo que este possa ser “um negócio arriscado, porque a Figueira da Foz não é um destino consolidado”, Jorge Rebelo de Almeida é da opinião de que “o litoral precisa que o interior se desenvolva para alivar a carga [turística]”, acrescentando que “Portugal não é só Lisboa e Porto”. Como refere, “o país não tem turismo a mais, temos todo o interior para desenvolver”.

Por outro lado, Gonçalo Rebelo de Almeida, administrador da Vila Galé, aponta para o facto de a Figueira da Foz ser um destino “bastante completo”, dando resposta “ao segmento de férias de praia e lazer”, tendo, ao mesmo tempo “a própria vivência da cidade”, com património e gastronomia.

“Quando olhamos para o histórico de dormidas, no caso de 2023, a Figueira da Foz terá muito potencial de crescimento. Hoje já se encontra nos 30 concelhos com mais dormidas, [sendo que] estes 30 concelhos representam 80% das dormidas no país. Esta região tem outra vantagem: a sua centralidade face ao país permite ser a base para conhecer outras cidades”, afirma Gonçalo Rebelo de Almeida.

Concluída a inauguração oficial, o “primeiro mercado de aposta será o nacional”, de acordo com Pedro Ribeiro, diretor-geral de vendas e marketing do Vila Galé. Posteriormente, a expectativa é a de que venham “outros mercados de proximidade”, nomeadamente o espanhol, “com muita tradição na Figueira da Foz”, e os dos “circuitos culturais, como o francês e o italiano”.

O segmento de reuniões, incentivos, congressos e exposições (MICE, na sua sigla em inglês), também é visto com interesse pelo grupo para este hotel, dado o crescimento “do mercado corporate” na região, a par dos mercados brasileiro e norte-americano, que o Vila Galé espera atrair “de uma forma geral para os hotéis [da gama] Collection”.

Presentemente, e apesar de a ocupação do atual Vila Galé Collection Figueira da Foz ainda estar “bastante aquém em termos daquilo que acreditamos que o hotel possa vir a atingir”, na opinião de Carlos Alves, diretor regional de operações do grupo, as expectativas são positivas.

“Estamos a recuperar aos poucos a notoriedade que o hotel já teve e que esperamos que volte a ter. Em termos de ocupação está bastante aquém em termos daquilo que acreditamos que o hotel possa vir a atingir. [No entanto, quando] pegámos no hotel este era classificado na Booking com 4.3, e em dois meses de ocupação [pelo Vila Galé] o hotel está com 8.2. É um processo contínuo. Estamos muito focados e queremos apostar na qualidade do serviço”, termina Carlos Alves.

*O Publituris viajou até à Figueira da Foz a convite do grupo Vila Galé.

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Hoti Hotéis inaugura 1º INNSiDE by Meliá no centro de Braga com olhos postos a 5 novos projetos a norte

A Hoti Hotéis inaugurou, esta sexta-feira, o primeiro INNSiDE by Meliá em Portugal, no centro de Braga, e segundo o presidente do Conselho de Administração da cadeia hoteleira, Manuel Proença, “este é o primeiro de quatro unidades que vamos inaugurar no Porto e Norte, seguindo-se em São João da Madeira, Famalicão e Viana do Castelo, e há ainda uma quinta unidade, no Porto, mas esta é uma obra mais demorada, porque há mais burocracia”.

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, presidiu, esta sexta-feira, em Braga, à cerimónia de inauguração do primeiro INNSiDE by Meliá no nosso país, uma marca da Meliá International e adota pelo grupo Hoti Hotéis, que, segundo o seu presidente do Conselho de Administração “introduz um conceito inovador, mantendo elevados padrões de qualidade, associado à reputação dos Meliá Hotels, mas numa abordagem mais informal, que apela a um público jovem com espírito e vontade de descobrir novos lugares e novas cidades”.

Referindo-se concretamente às valências desta nova unidade hoteleira de quatro estrelas superior, que envolveu um investimento total de 16 milhões de euros e que cria 50 novos postos de trabalho (40 diretos e mais 10 que são partilhados com o Meliá Braga, outra unidade da cadeia hoteleira), Manuel Proença, avançou que oferece 109 quartos, dos quais duas suites, salas para reuniões, restaurante “Convertidas” bar, duas piscinas (interior e exterior) um Spa, Wellness, um centro de bem-estar com ginásio, jacuzzi, sauna e banho turco, e estacionamento. Há ainda um excelente espaço de jardim que será utilizado para eventos.

Foi aliás neste espaço que a cadeia, após a cerimónia de inauguração, abriu portas para acolher, num verdadeiro e animado Arraial de São João, cerca de 300 convidados dos mais diversos parceiros do trade turístico, não só de Braga, mas de todo o norte do país, com direito ainda a bolo que celebra o início deste novo projeto, que será liderado por Delfim Filho, também diretor geral do Meliá Braga, de cinco estrelas.

 

O INNSiDE by Meliá Braga Centro, localizado na Rua Central daquela cidade, nasce “da reabilitação de um edifício abandonado há muito tempo e com destino incerto, agora recuperado, uma obra num edifício histórico, e também polémico, que a autarquia bracarense viabilizou”, apontou o presidente da Hoti Hotéis, para acrescentar que o restaurante e o bar estão inspirados no antigo Recolhimento das Convertidas, contiguo ao prédio onde se ergue o novo hotel. “Um local de encontro que tem, simultaneamente, um toque antigo e um toque moderno, já que resulta de um edifício já existente, que é conhecido pelo Recolhimento das Convertidas e um bloco novo onde estão instalados quase todos os quartos”, referiu.

O Recolhimento de Santa Maria Madalena ou das Convertidas é um edifício barroco do século XVIII, localizado na zona histórica da cidade, a poucos metros da Sé e das Portas de Braga, com histórias interessantes para contar, e que serão sempre partilhadas com os hóspedes, que mais não seja através da fábula do “Convento e da Fonte da Máscara”. Na antiga cidade de Braga existia, fundado pelo Arcebispo Dom Rodrigo de Moura Teles, um refúgio para mulheres de mau comportamento, que ali buscavam uma nova vida, afastando-se dos erros do passado e encontrando paz e redenção. É apenas o preâmbulo das muitas histórias que fazem parte do agora INNSiDE by Meliá Braga Centro.

O centro de Braga, onde se situa o hotel “precisa de mais vida, principalmente à noite e, esta unidade, vai contribuir com mais animação para a vida bracarense, com exposições de arte, muita música ao vivo e com mais juventude do que aquela que tem até agora”, assegurou Manuel Proença, avançando que “há aqui uma reanimação que é muito conveniente, que a Câmara Municipal de Braga está atenta a isso e nessa linha”.

“É com imenso orgulho que acabamos de inaugurar o INNSiDE Braga Centro. No ano em que a Hoti Hoteis celebra 45 anos, este é o 20º hotel sob gestão do Grupo, que tem tido um ritmo de crescimento exponencial nos últimos dez anos. Superámos os 3.000 quartos e em 2025 teremos mais novidades”, escreveu Miguel Proença nas redes sociais.

E acrescenta que “esta abertura vem reforçar a parceria de sucesso que o Grupo Hoti Hoteis tem com a Meliá Hotels International, e que dura há quase 30 anos. Foi com esta parceria que a Hoti Hoteis afirmou em Portugal as marcas Tryp, Meliá Hotels & Resorts e agora, acreditamos, a INNSiDE by Meliá”, mas realçou: “todo este sucesso, estes objetivos e estes marcos importantes seriam impossíveis de alcançar sem o esforço, a dedicação, a entrega das nossas equipas”, para concluir que “com propriedade, ontem pudemos afirmar que, como disse Séneca, “sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade”.

Porquê o norte?

Com grandes investimentos no Porto e Norte, o presidente do grupo Hoti Hotéis explica o porquê. “A região norte tem um grande potencial para o turismo, e estamos cientes disso. Tem registado um crescimento notável, tem bons autarcas interessados em desenvolver o turismo e os seus municípios e um presidente da ERT muito dinâmico”.

E Luís Pedro Martins esteve presente também na cerimónia de inauguração, bem como o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, membros da administração do grupo Hoti Hoteis, destacando-se Miguel Caldeira Proença, representantes da Meliá International e ainda dos sócios da cadeia hoteleira neste empreendimento, a família Salvador Rodrigues.

Assim, o presidente do Turismo Porto e Norte dirigiu-se aos empresários acentuando que “o sucesso tem sido construído na base do vosso trabalho. Uma oferta muito qualificada, com recursos humanos muito qualificados têm permitido um grau de satisfação elevado a quem nos visita. Nós só conseguimos continuar nesta estratégia de crescer em valor se tivermos uma oferta muitíssimo qualificada”.

O que Luís Pedro Martins promete é “continuar este trabalho de promoção internacional, de estruturação de produtos, de fazer o que estamos a fazer, e em Braga é muito evidente. Dissemos sempre que Braga iria ser um pilar do MI, e hoje já temos provas para dar, pois hoje conseguimos atrair congressos de grande importância para a região”.

O dirigente regional defendeu que “a nossa estratégia será sempre assim: crescer em valor, distribuir por toda a região, sabendo que temos uma região diversa, que também vai sendo importante quando estamos a apresentar os nossos produtos, uma região onde há tempo para muita diversidade, como costumo dizer. Por isso, acho que estamos no bom caminho”.

Por sua vez, o presidente da autarquia bracarense recordou os números “absolutamente fantásticos” que a região norte tem registado nos últimos anos em termos de crescimento do turismo, de dormidas, de resultados para os operadores, de visibilidade internacional e diversificação de mercados”.

Á Hoti Hotéis, Ricardo Rio disse que “tem confiado e investido no concelho de Braga, olhado para o potencial de Braga do ponto de vista da sua dinâmica turística, não só com esta nova unidade, mas com o Meliá Braga, um dos hotéis de referência do grupo e dos que tem tido melhores resultados, por isso é quase impossível indissociar aquilo que tem sido o crescimento do turismo em Braga e a presença deste grupo na nossa cidade e na nossa oferta hoteleira”.

O autarca lembrou que Braga hoje “já não é de todo apenas um destino para o turismo religioso, é de grande vivacidade do ponto de vista das atividades desportivas, do turismo de negócios, com a dinâmica empresarial que aqui ocorre, e que hoje em dia é um dos grandes motores do crescimento económico do país do ponto de vista do turismo de feiras e congressos”, sem esquecer o turismo cultural, uma vez que, para além de Braga ser, no próximo ano, a Capital Portuguesa da Cultura, “é uma cidade onde a cultura está presente em todos os dias do ano, e é uma alavanca de atração de cada vez mais visitantes”.

Pedro Machado tranquiliza empresários

O secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, que presidiu a cerimónia de inauguração do INNSiDE by Meliá Braga Centro, deixou uma palavra de tranquilidade aos empresários deste setor. “Os empresários esperam do Estado, e neste caso do Governo, que trate bem um trinómio – da análise, da decisão e da concretização ou da execução”, para realçar que “é esse o serviço de quero prestar ao meu país nas funções que hoje exerço”.

O governante destacou que, de acordo com o novo ministro da Economia, Pedro Reis, “as instruções é de não usarmos a designação de Ministério da Economia, mas sim Ministério das empresas. Significa isso que queremos ser mais rápidos na avaliação e na análise, mais céleres na decisão para a execução”, ou seja, avançou, “queremos fomentar cada vez mais a capacidade que as empresas têm não só de realizar investimentos”. Isto “é uma mudança em relação a um certo paradigma, que até aqui vigorava, em que o Estado chamava a si parte substantiva de uma componente que é do setor privado”.

Pedro Machado continuou: “Isto é importante para, não só, atrair e desenvolver novos investimentos, mas para gerar a palavra-chave para os empresários, que se chama confiança”. Garantiu que “há confiança no mercado, no poder local e na sua capacidade de decisão, há capacidade nos institutos públicos que, entre outros, têm a missão, quer de acompanhamento, mas também de financiamento através dos instrumentos hoje disponíveis, aquela que consideramos uma das pernas essenciais para pôr os projetos a andar”, apontou o secretário de Estado do Turismo.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Nova marca hoteleira “705” investe mais de 60M€ na Área Metropolitana do Porto

O grupo Teppe apostou numa nova marca de hospitality, a 705, tendo em vista a abertura de seis projetos com serviços hoteleiros, entre alojamentos turísticos e Alojamento Local, na Área Metropolitana do Porto. Ao todo, o grupo tem previsto investir mais de 60 milhões de euros nestas propriedades.

Carla Nunes

O parque hoteleiro português vai contar com uma nova marca, a 705, que tem em vista a inauguração de duas unidades no Porto este ano e a abertura de mais quatro unidades nos próximos dois anos, tanto no Porto como em Vila Nova de Gaia.

A marca detida pelo grupo Teppe, que opera na promoção imobiliária e construção, surge da intenção de criar “uma nova área de negócio do grupo, focada em hospitality, para otimizar um conjunto de propriedades geridas pela Teppe”, como Teresa Martins, general manager da 705, explicou em declarações à Publituris Hotelaria.

Para o efeito, o grupo tem em vista investir 60 milhões de euros nestas seis propriedades, cuja exploração hoteleira ficará a cargo da Hotels Seven O Five – a designação por extenso da marca 705.

Para este ano de 2024, mais concretamente no próximo mês de julho, está prevista a abertura da 705 Porto Prime Home e da 705 Porto Prime Apartments sob o mote “Where Guests feel truly at home”.

A 705 Porto Prime Home será constituída por 41 apartamentos turísticos de diferentes tipologias, na qual os hóspedes podem contar com um ginásio, serviço de receção e concierge 24 horas por dia e um jardim com “espaços multifacetados, como coworking, lounge e bar com esplanada numa área acima de 300 metros quadrados”, como explica a general manager da 705.

Já o 705 Porto Prime Apartments será um alojamento local com quatro apartamentos de tipologia T1 a 100 metros da Rua de Santa Catarina, “uma unidade mais direcionada para estadias de longa duração”, de acordo com Teresa Martins.

Créditos: DR

Apesar de estes projetos se tratarem de apartamentos com serviços hoteleiros, a general manager da marca refere que o objetivo é que “o serviço esteja cada vez mais próximo do que encontramos num hotel”.

Relativamente às próximas quatro aberturas, previstas até 2026, Teresa Martins afirma que “algumas propriedades já estão em construção”, esperando-se que disponibilizem um total de 400 camas. No entanto, refere que “ainda é cedo para revelar os conceitos e os nomes das mesmas”, uma vez que ainda estão “em processo de desenvolvimento”.

Sobre a 705

Em nota de imprensa, o grupo Teppe dá conta de que pretende posicionar a sua nova marca de hospitality no segmento premium, entre o upscale e o midscale. A ideia passa por oferecer alojamentos que deem resposta “a um segmento de viajantes que privilegiam uma oferta com qualidade e atenção ao detalhe, excedendo o padrão que o alojamento midscale oferece, sem a proposta e o custo luxuoso das unidades upscale”.

Já o nome da marca faz referência ao ano de 705, altura em que foi inaugurado no Japão o primeiro hotel do mundo, o Nishiyama Onsen Keiunkan. Desta forma, o grupo pede emprestado este legado histórico para “fazer a ponte entre o passado e o presente, mantendo vivo o espírito tradicional do acolhimento e do cuidado ao visitante”.

Além do alojamento, a marca pretende ter uma oferta complementada por “serviços personalizados e experiências abrangentes, desde tours e experiências gastronómicas, a atividades culturais e artísticas”, como refere em comunicado.

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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Créditos: Maison Albar – Amoure, via Booking.com

Hotelaria

Segundo hotel da Maison Albar em Portugal vai abrir portas em Moure

Com data de abertura marcada para 25 de junho, o Maison Albar – Amoure, no distrito de Braga, é o segundo hotel da coleção em Portugal, após a inauguração do Le Monumental Palace, no Porto. O novo hotel conta com 26 quartos, restaurante e spa.

Carla Nunes

Depois do Porto, a coleção Maison Albar vai abrir uma segunda unidade hoteleira em Portugal, o Maison Albar – Amoure, cuja data de abertura está prevista para 25 de junho na aldeia de Moure, em Vila Verde, Braga.

O cinco estrelas de 26 quartos, dos quais seis são suites, conta com um projeto de arquitetura assinado pela DOMUS CONCEPT, que para este hotel desenhou um conceito inspirado no estilo Art Dêco, como se pode ler no website do novo hotel.

O chef parisiense Julien Montbabut, que lidera a cozinha do restaurante do hotel Le Monument, com uma Estrela Michelin, ficará também responsável pelo restaurante deste novo hotel, o L’Amoure, juntamente com o chef residente Marco Silva.

Com um conceito “da quinta para a mesa”, este restaurante “bistronómico” propõe pratos regionais com um toque moderno. Na página de Instagram deste novo hotel, Julien Montbabut refere que “o L’Amoure será a oportunidade de mostrar o terroir do norte de Portugal”, com uma carta não só com pratos principais, mas também com pratos e entradas para partilhar.

Restaurante L’Amoure | Créditos: Maison Albar – Amoure

Além do restaurante, o Maison Albar – Amoure vai contar com espaços como o salão Aurora, onde serão servidos os pequenos-almoços à carta, e o bar RPM (Revolution Per Minute).

O hotel ainda está a contratar, com o chef Julien Montbabut a referir que estão à procura de quatro a cinco pessoas para completar a equipa de cozinha e sala deste hotel.

As valências do hotel ficam completas com o Spa Amoure, de 244 metros quadrados, que inclui duas salas de tratamento, sauna e banho turco, sala de fitness e duas piscinas – uma interior e outra exterior.

O mais recente Maison Albar – Amoure é a sétima propriedade da coleção, como refere Manuel Santos, general manager deste novo hotel, na página de Instagram da unidade hoteleira. A coleção Maison Albar, cujos hotéis são geridos pela Centaurus Hospitality Management, inclui hotéis em França, Itália e China, tendo ainda prevista a abertura de dois hotéis na Costa do Marfim.

Créditos: Maison Albar – Amoure

Sobre o autorCarla Nunes

Carla Nunes

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