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eDreams ODIGEO quer recrutar mais de 500 profissionais nos próximos três anos

As novas contratações vão reforçar as equipas de tecnologia, produto e inovação da empresa, que quer desenvolver ainda mais a sua plataforma tecnológica própria e a vasta gama de produtos e serviços de viagens que oferece.

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eDreams ODIGEO quer recrutar mais de 500 profissionais nos próximos três anos

As novas contratações vão reforçar as equipas de tecnologia, produto e inovação da empresa, que quer desenvolver ainda mais a sua plataforma tecnológica própria e a vasta gama de produtos e serviços de viagens que oferece.

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A eDreams ODIGEO pretende contratar mais de 500 profissionais nos próximos três anos, e só em 2022, na primeira fase desta campanha prevê preencher mais de 200 vagas, com destaque para o seu novo hub tecnológico do Porto, inaugurado em outubro de 2021.

Esta estratégia, que tem como objetivo aumentar em 50% a sua força de trabalho global até ao ano fiscal de 2025, visa apoiar a próxima fase de crescimento da eDreams ODIGEO, à medida que continua a transição para um modelo de negócio baseado em subscrições, que está a ganhar quota de mercado.

A eDreams ODIGEO destaca, igualmente, o Prime, o primeiro programa de subscrições no setor das viagens, cuja base de assinantes se espera que triplique e atinja os 7.25 milhões de membros até abril de 2025.

Para além do recente hub tecnológico do Porto, a empresa pretende centrar maiores esforços de atração de talentos também no de Milão, bem como nos escritórios de Barcelona, Madrid e Budapeste.

A eDreams ODIGEO, que cresceu para 37% (+6 p.p.) no mercado de voos, com a sua atividade comercial a exceder os níveis pré- pandemia em mais de 30% no passado mês de fevereiro, conta com colaboradores de 46 nacionalidades e opera num modelo de trabalho híbrido e flexível, com o objetivo de promover maior flexibilidade e criatividade dos seus colaboradores num ambiente pós-pandemia.

Os interessados podem pesquisar as vagas disponíveis e candidatar-se em www.edreamsodigeocareers.com.

 

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Vagos assina protocolo do programa ‘Formação + Próxima’ com Turismo de Portugal

O programa “Formação + próxima”, do Turismo de Portugal, visa capacitar os colaboradores do setor do turismo, de forma gratuita, através de formação de empresários, gestores, quadros intermédios e operacionais em regime presencial e à distância. 

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O município de Vagos irá assinar, no próximo dia 18 de novembro, o protocolo referente ao programa “Formação + Próxima” com o Turismo de Portugal.

O programa “Formação + próxima”, do Turismo de Portugal, visa capacitar os colaboradores do setor do turismo, de forma gratuita, através de formação de empresários, gestores, quadros intermédios e operacionais em regime presencial e à distância.

O intuito desta formação passa por acrescentar valor ao tecido empresarial da região através de um programa que seja mais próximo das pessoas e mais próximo das necessidades dos territórios. Pretende-se, desta forma, profissionalizar o turismo do concelho e todos os serviços complementares a este setor, de forma a valorizar os nossos recursos endógenos e integrá-los numa rede de oferta turística abrangente e consolidada.

O plano de formação previsto tem a duração de dois anos e abrangerá áreas diretamente ligadas ao turismo como o reconhecimento do território para melhor o promover, línguas estrangeiras, gastronomia, gestão de alojamentos, animação turística, assim outras áreas ligadas à gestão de negócios, marketing, vitrinismo, empreendedorismo, entre outros.

Antes da assinatura do protocolo haverá uma sessão que servirá para refletir sobre a importância de qualificar pessoas, os desafios da formação para o turismo, a oferta existente/a criar e os novos paradigmas, contando para tal com a participação de Ana Paula Pais, diretora do Departamento de Formação do Turismo de Portugal; Adriana Rodrigues, da Turismo do Centro; José Luís Marques, diretor da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra; e Silvério Regalado, presidente da Câmara Municipal de Vagos.

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École Ducasse – Nai Lert Bangkok Studio abre na capital tailandesa em dezembro

Com uma oferta formativa de cursos práticos e académicos, a instituição celebra “o património da cozinha francesa e tailandesa”.

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O grupo Nai Lert prepara-se para inaugurar a École Ducasse – Nai Lert Bangkok Studio a 14 de dezembro deste ano. O novo espaço combina um centro de formação tanto para entusiastas como para profissionais, uma área para eventos e um café aberto ao público.

Com uma oferta formativa de cursos práticos e académicos, a École Ducasse – Nai Lert Bangkok celebra “o património da cozinha francesa e tailandesa, ao mesmo tempo que ecoa as tendências da gastronomia contemporânea e a filosofia do fundador, Alain Ducasse”, como se pode ler em comunicado.

As aulas são ministradas em tailandês, inglês e francês, sendo que as turmas são compostas por “um número relativamente pequeno de alunos por turma, permitindo um relacionamento one-to-one por parte do chef da formação”. A instituição irá também formar chefs profissionais que queiram continuar a reforçar os seus conhecimentos sobre temas gastronómicos, tais como “Menu 3 estrelas”, “Cozinha vegetariana” ou “Peças de pastelaria artística”.

Escola divide-se por três andares

Aninhado no centenário Parque Nai Lert, o edifício da École Ducasse – Nai Lert Bangkok Studio foi construído de raiz e abrange mais de 1.400 metros quadrados em três andares. Dois destes andares são dedicados às cinco cozinhas e oficinas da escola, a um laboratório de chocolate e gelados, a uma adega de vinhos e a uma sala de eventos.

As cozinhas foram concebidas pela equipa da École Ducasse para assegurar que as instalações, aparelhos e layout são todos de última geração, cumprindo os padrões profissionais, como indicado em comunicado.

O edifício contempla ainda um espaço para eventos, que pode ser adaptado para várias ocasiões, como seminários e formação de equipas, festas after hours, lançamentos de produtos, reuniões de trabalho e demonstrações, filmagens e jantares empresariais.

Já no rés-do-chão, com vista para o Nai Lert Park, encontra-se o École Ducasse Bangkok Café, onde será servido o pequeno-almoço francês com criações dos chefs executivos de cozinha e pastelaria da École Ducasse.

O primeiro Studio da École Ducasse fora de Paris

Banguecoque foi considerado o local “ideal” para a formação especializada em culinária e pastelaria, motivando também a escolha para o primeiro Studio fora de Paris, “graças ao excecional património culinário da Tailândia”, como se pode ler em comunicado.

A equipa de profissionais do Studio do Chef Alain Ducasse oferecem um conjunto único de conhecimentos, composta por Meilleurs Ouvriers de France (Melhores Artesãos de França), campeões mundiais, chefs e pasteleiros de renome, artesãos e especialistas em hospitalidade, juntamente com equipas tailandesas.

“Este é um marco significativo para o Grupo Nai Lert, pois com o Nai Lert Bangkok Studio – École Ducasse prosseguimos o nosso compromisso com a excelência, enriquecemos a educação culinária e trazemos uma nova experiência gastronómica holística à Tailândia”, disse Naphaporn “Lek” Bodiratnangkura, CEO do Grupo Nai Lert, acrescentando que a instituição “irá contribuir para abrir novas paisagens culinárias no país”.

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ADHP e AHETA assinam protocolo de cooperação para formação

A ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal e a AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve assinaram um protocolo com o intuito de “reforçar o contributo para a qualificação dos profissionais da hotelaria e do setor do turismo”.

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Este protocolo de cooperação, assinado a 28 de setembro, permite que os associados da AHETA beneficiem de condições especiais nas iniciativas de formação da ADHP. Prevê ainda fomentar a “realização de programas de formação técnico-científica e educacional”, em linha com os novos desafios do setor, como indicado em comunicado.

A assinatura deste protocolo vem no seguimento do anúncio de duas novas edições do Curso de Especialização em Direção Hoteleira (CEDH), a principal iniciativa de formação organizada pela ADHP. A primeira edição de 2022 teve início a 11 de outubro e a segunda arranca a 8 de novembro.

“A hotelaria e o turismo exigem cada vez mais formação especializada, para que as equipas estejam em linha com as expectativas e os objetivos das empresas. Este protocolo vai contribuir de forma decisiva para a ação da ADHP e da AHETA nessa dimensão, trazendo benefícios significativos para os associados das duas organizações ao aproximar os projetos formativos e ao desenvolver novos dinamismos baseados numa troca de know how técnico e científico”, refere Fernando Garrido, presidente da ADHP.

Por sua vez Helder Martins, presidente da AHETA, considera este “um passo muito importante, tendo em vista a disponibilização de oportunidades de formação no setor, algo de extrema importância para a melhoria da qualidade do serviço a prestar aos nossos hóspedes”.

“A formação profissional é, igualmente, uma das apostas da nova direção da AHETA. Quer com a ADHP, quer com outras entidades, temos tido oportunidade de identificar as reais necessidades de formação dos nossos associados, para que na próxima época baixa seja possível proporcionar oportunidades de formação a todo o setor”, menciona o dirigente.

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ISCTE Executive Education lança nova Pós-Graduação na área do Turismo

No âmbito deste programa foi estabelecido um Protocolo de Colaboração entre o ISCTE Executive Education e a CTP – Confederação do Turismo Português.

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Depois de ter atravessado uma grave crise devido às restrições de mobilidade decorrentes da pandemia, agravada pela guerra na Ucrânia, o panorama do turismo mudou, os desafios do passado migraram para o presente e juntaram-se a um número de condicionantes que agravou a sua performance.

Foi neste contexto, que o ISCTE Executive Education desenhou a Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Turismo. Trata-se de um programa diferenciado de toda a oferta formativa existente no mercado, por abordar os conceitos mais relevantes que impactam o negócio turístico como sustentabilidade, a tecnologia e a gestão de talentos. Com uma aprendizagem focada em casos práticos, o programa contempla um fim-de-semana imersivo para desenvolvimento de um projeto em gestão do negócio turístico, onde serão aplicados os conhecimentos adquiridos.

Coordenado por Jorge Catarino e Joaquim Vicente Rodrigues, o Programa Avançado em Gestão Estratégica do Turismo, irá decorrer entre 10 de fevereiro e 3 de junho de 2023, em regime presencial e conta no seu corpo docente com alguns dos mais experientes e reputados profissionais do setor do Turismo.

O ISCTE Executive Education realiza na quinta-feira, 27 de outubro, uma Sessão de Apresentação da Pós-Graduação em Gestão Estratégica do Turismo, onde será assinado um Protocolo de Colaboração entre o ISCTE Executive Education e a Confederação do Turismo Português (CTP).

O evento contará com a presença de José Crespo Carvalho, presidente do ISCTE Executive Education, Francisco Calheiros, presidente da CTP, e dos coordenadores do programa – Jorge Aníbal Catarino e Vicente Rodrigues.

Este evento que terá lugar no ISCTE Executive Education e tem como objetivo, apresentar aos participantes uma visão integrada, bem como estratégias e ferramentas imprescindíveis, para transformar os desafios sentidos na área em oportunidades que permitam alavancar o sucesso.

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EHTC dinamiza aula inaugural com fundador da BlueShift

Francisco Nogueira de Sousa marca presença como orador convidado na sessão que debate o tema “Mindset is what separates the best from the rest”.

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A Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC) dinamiza esta sexta-feira, 28 de outubro, uma aula inaugural onde debate o tema “Mindset is what separates the best from the rest”. Esta terá lugar no Auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologia, no Pólo II da Universidade de Coimbra, pelas 10h00.

A sessão conta com a presença de Francisco Nogueira de Sousa, CEO e fundador da Blueshift, que marca presença como orador convidado. Em comunicado, a organização afirma que o profissional se destaca pelos 15 anos de carreira na Starwood Hotels & Resorts em funções de liderança nas áreas comercial e operacional.

Além da Blueshift, lidera também a merytu, uma ‘start-up’ tecnológica, e é Board Member na Tripwix. Foi ainda diretor-geral do grupo Hotéis Real, onde “liderou uma reestruturação profunda”.

A aula inaugural na EHTC segue a seguinte programação:

10h00: Abertura;
10h15: Aula Inaugural por Francisco Nogueira de Sousa;
11h00: Debate;
11h30: Entrega de diplomas aos alunos do Quadro de Mérito 2021-2022;
12h00: Encerramento.

As inscrições, gratuitas e limitadas aos lugares disponíveis, devem ser efetuadas através do link.

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Glion e Les Roches dinamizam personal meetings de 20 a 25 de outubro

As sessões decorrem em Lisboa e no Porto, das 14h00 às 18h00.

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A Glion e Les Roches vão promover personal meetings entre 20 e 25 de outubro, com o objetivo de atrair futuros talentos para os setores da hotelaria e turismo.

A 20 e 21 de outubro, o evento decorre em Lisboa no hotel Ritz Four Seasons. Já de 24 a 25 de outubro, as sessões migram para o Porto, no Sheraton Porto Hotel & Spa. As sessões decorrem sempre das 14h00 às 18h00.

De acordo com informação enviada em comunicado, as one-to-one meetings pretendem “apresentar as várias tipologias formativas aos jovens portugueses que pretendem dar continuidade ao seu percurso académico a nível internacional”. Esta figura-se assim como uma oportunidade para os interessados obterem informações sobre o funcionamento das escolas, o método de ensino, as oportunidades de carreira e esclarecerem eventuais dúvidas sobre os próximos intakes, que tem lugar em março e setembro de 2023.

Tanto a Glion com a Les Roches procuram em Portugal “alunos com um perfil internacional, que gostem de viajar, tenham bom nível de Inglês e interesse pela indústria hoteleira”.

Os processos de admissão já estão a decorrer e há vagas disponíveis nos vários campus das duas instituições de ensino, nomeadamente na Suíça e em Espanha.

Os encontros individuais têm a duração de aproximadamente uma hora e devem ser agendados através do e-mail [email protected]

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Créditos: Gonçalo Português | Cortesia AHRESP

Meeting Industry

Rita Marques: “Para continuarmos a crescer em valor temos de pagar melhor”

Na sessão plenária do último dia do Congresso da AHRESP deste sábado, 15 de outubro, a Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços referiu-se à questão da captação de mão-de-obra no setor, desde a retenção de jovens nacionais à captação de trabalhadores internacionais.

Carla Nunes

A sessão, em formato entrevista, ficou a cargo das jornalistas Rosália Amorim, do Diário de Notícias, e de Rosário Lira, da RTP, da qual damos conta em duas peças distintas.

Uma das queixas dos trabalhadores são os salários no setor e as muitas horas extra. Acredita mesmo que o setor vai ter capacidade de comportar o aumento dos 5,1% dos salários?

Isso já está a acontecer. Os próprios dados do INE já dão conta que o setor do turismo neste momento já está a pagar mais do que pagava. Neste momento temos em falta cerca de 35 a 50 mil trabalhadores do setor. Temos naturalmente de ter mais mecanismos de atração para que todos aqueles que não trabalham [na área] possam sentir-se incentivados a entrar para o setor.

Quando olha para o setor do turismo, vai realmente ter impacto esta subida no setor a nível das primeiras linhas de entrada? Como vê esse impacto a nível da sustentabilidade do negócio?

Vai ter um impacto relevante. Naturalmente o setor do turismo vai ser diretamente impactado, porque temos uma franja muito grande dos nossos trabalhadores a ganhar o ordenado mínimo. Penso que é um impacto que teremos mais tarde ou mais cedo que enfrentar, porque para continuarmos a crescer em valor temos de pagar melhor. Em média cada turista despende em Portugal cerca de 1035 euros. Somos neste momento o destino europeu em que o turista mais gasta. Para quem vem a Portugal e tem este dinheiro para dispensar, esperam ver um serviço de qualidade, e para termos trabalhadores capacitados têm que auferir mais do que atualmente.

A verdade é que mais do que a questão dos salários o que mais temos ouvido é a falta de mão-de-obra. Porque é que não se está a conseguir reter essas pessoas e o que se pode fazer antes de começar a buscar pessoas fora?

Desde logo temos um problema demográfico na Europa. O talento é um ativo que está a rarear, não só no setor do turismo, mas em outros setores. Temos naturalmente esta proximidade com países de língua portuguesa e estamos a fazer esforços nos acordos da mobilidade no quadro da CPLP. Somos menos a trabalhar no setor e para aumentar a produtividade provavelmente vamos ter de fazer mais com menos e capacitar os que estão cá.

Mas e em relação aos jovens que estão a terminar a suas formações?

Esses jovens têm uma taxa de empregabilidade altíssima.

Mas estão a ser absorvidos pelo mercado ou estão a ir embora?

Muitos deles estão a ser absorvidos pelo mercado, mas também depende do seguinte: os jovens querem de facto ter uma vida lá fora e é natural que possam e queiram ir lá para fora. Grande parte deles ao fim de alguns anos querem regressar, e esses também têm de suscitar especial preocupação. Se querem regressar e as carreiras em Portugal não conseguem absorver esses recursos, também se torna problemático.

Não há também por parte desses jovens uma desilusão quando chegam ao setor?

Não encontro de todo esse sentimento. O que encontro muitas vezes são jovens que têm muita garra e querem ingressar no mercado de trabalho. Por outro lado, também, jovens empreendedores que querem ser empreendedores e montar o seu negócio.

Há agora também o desafio da alteração da lei dos vistos. Acredita que em 2023 o problema da mão-de-obra resolve-se por aí? Será esta realmente uma solução, ou seria preferível cuidar dos que estão cá?

Não se trata de um ou outro. Não será assim nas nossas vidas, nas nossas empresas, na política. É um e outro. Não se trata de condições disjuntas, mas condições conjuntas, cumulativas, que devem ser tratadas em paralelo. Não se trata de duas agendas, trata-se de uma agenda que terá uma e outra frente.

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Lisboa acolhe Feira de emprego marítimo

O evento contará com a presença de 12 empresas de cruzeiros e superiates e de cinco organizações de ensino e formação marítima.

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Lisboa acolhe, no próximo dia 20 de outubro, a sétima edição da Feira de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio (TNN), evento, organizado pela APORMAR, tem como objetivo promover o trabalho em navios e transmitir informação sobre carreiras marítimas.

Para o efeito, o evento contará com a presença de 12 empresas de cruzeiros e superiates e de cinco organizações de ensino e formação marítima, provenientes de vários países, esperando a organização cerca de 2.000 visitantes que poderá analisar centenas de vagas de trabalho, a bordo de 219 navios operados pelas companhias presentes no evento.

Viking Cruises, Seabourn, Disney Cruise Line, OneSpaWorld, Costa Crociere, MSC Cruises, Uniworld, Mystic Invest, PeopleConquest, Amplia Talents, Holland America Line, For-Mar, Learnmarine, MaritimeMT, Instituto Portuário Marítimo e Bluewater Yachting, são algumas das entidades que vão marcar presença no evento.

No domínio do ensino e formação marítima, o evento conta com a presença do FOR-MAR (Portugal), da Learnmarine (EUA), da MaritimeMT (Malta), e do Instituto Portuário Marítimo (Angola).

A Feira de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio realiza-se na área de eventos do hotel Olissippo Oriente, oferecendo três espaços independentes, com atividades e objetivos diferenciados.

As empresas presentes irão apresentar a sua missão, atividade e as suas ofertas de trabalho. No mesmo espaço serão realizadas palestras, dedicadas ao desenvolvimento pessoal e ao esclarecimento das diferentes carreiras marítimas.

Na área de carreiras, estarão presentes várias instituições de ensino e formação marítima, em stands de exposição independentes, apresentando as suas soluções e esclarecendo os visitantes.

Na área da feira de emprego, as companhias irão receber candidaturas e realizar entrevistas, aos potenciais interessados em alcançar um contrato de trabalho a bordo.

As companhias de navios e de recrutamento pretendem receber candidaturas presenciais no evento, estando aberta a contratação para todos os departamentos a bordo de navios de cruzeiros: hotel; convés; e máquina.

Entre as posições procuradas, destacam-se todas as funções em alimentação e bebidas, cozinha, camareiros, receção, gestão hoteleira, turismo, animação, serviços a clientes, tecnologias de informação, desporto, estética, acupuntura, medicina chinesa, som e imagem, e oficiais e marítimos de convés e de máquinas.

Existem também oportunidades de contratação para trabalho a bordo de superiates, nomeadamente para engenheiros, tripulação de cozinha, interior e convés, de juniores a chefes de departamentos, bem como fitness e estética.

A Feira de Emprego & Carreiras Trabalhar num Navio tem entrada gratuita, condicionada a registo prévio online. A participação é recomendada a estudantes e profissionais das áreas de restauração, hotelaria, turismo, lojas, saúde, beleza, desporto, animação, audiovisual, segurança, entretenimento, ambiente, ar condicionado, manutenção hoteleira, convés, engenharia, máquinas, eletricidade, entre muitas outras áreas.

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Glion
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Glion Institute of Higher Education nomeia novos profissionais

A escola de hospitalidade e gestão de luxo com campus na Suíça e em Londres passa a contar com novos docentes no início deste ano letivo.

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O Glion Institute of Higher Education, uma escola especializada em hospitalidade e gestão de luxo com campus na Suíça e Londres, anunciou novas nomeações de docentes no início do ano académico 2022/23.

Nesse sentido, Mariam Megally é agora a nova diretora do programa da Glion’s Master’s in Hospitality, Entrepreneurship and Innovation. Sediada na Suíça, Mariam traz para o mestrado “uma vasta experiência empresarial internacional centrada nas competências empresariais”, como indicado em comunicado. Iniciou a carreira como consultora na McKinsey & Co antes de entrar no setor empresarial de alimentos e bebidas na Starbucks e Nestlé, um percurso que culminou com as funções de diretora de Inovação Estratégica Global da Starbucks para a Nestlé.

Desde 2012, Mariam tem trabalhado como professora de Estratégia para o MBA Executivo na Solvay Brussels School, no Vietname. É também juíza e mentora do acelerador Global Mass Challenge, onde fornece mentoria para as empresas em fase de arranque em matéria de alimentação e sustentabilidade.

A partir de 1 de outubro, a equipa da Glion passou também a contar com Eleonora Cattaneo como diretora no Master’s in Luxury Management and Guest Experience. Anteriormente, a profissional lecionava a cadeira de Building Brand Equity no mesmo mestrado. Com um doutoramento em Marketing pela Universidade de Pavia em Itália, um MBA pela SDA Bocconi, e um BA pela Universidade de Bristol, Eleonora Cattaneo centra a sua investigação em rebranding, marca de património e comportamento de compra sustentável no campo do luxo.

Antes de entrar na Glion, esta profissional foi diretora de educação executiva na Swiss Education Group. Foi também chefe de programa do mestrado em Gestão de Marcas de Luxo na Regent’s University e membro do corpo docente da SDA Bocconi em Milão, onde concebeu e dirigiu programas de educação executiva e MBA.

Novos cargos de direção estendem-se à Glion Londres

Entretanto, Debra Adams assume o cargo de diretora do programa Master’s in Real Estate, Finance and Development, com sede no campus da Glion em Londres.

Anteriormente, ocupou cargos em várias escolas de hotelaria no Reino Unido e na Suíça, sendo especialista em formações de finanças hoteleiras dirigidas a profissionais de finanças e chefes de departamento operacionais em hotéis, restaurantes e instalações de lazer. Debra é também administradora e membro do Conselho Nacional de Supervisão do Instituto de Hotelaria e Restauração.

Por fim, Nicholas Northam também se junta à Glion London para lecionar a cadeira de Global Real Estate Markets no mestrado em Imobiliário, Finanças e Desenvolvimento. Durante a sua carreira de 40 anos no ramo da hotelaria, Nicholas foi diretor-geral de vários hotéis Marriott e foi diretor de operações da Marriott no Reino Unido. Além disso, passou mais de uma década na gestão de ativos, mais recentemente como vice-presidente executivo da Interstate Hotels and Resorts, a maior empresa de gestão da Europa e o braço internacional da Aimbridge Hospitality.

“Cada uma destas nomeações é estrategicamente significativa para a Glion ao iniciarmos o novo ano académico”, afirma em comunicado Michel Philippart, diretor-executivo do Glion Institute of Higher Education.

“Tenho o prazer de receber [estes profissionais] em apoio ao crescente interesse pelos nossos mestrados, não só em hospitalidade, mas também em campos adjacentes, tais como o imobiliário, experiência de hóspedes de luxo, e empreendedorismo, que constituem agora quase metade dos percursos de carreira prosseguidos pelos nossos estudantes”, termina.

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Formação e desafios na área dos recursos humanos estiveram em análise no “Be Our Guest”

A formação e os desafios na área dos recursos humanos estiveram em analise na última edição do “Be Our Guest”, iniciativa promovida pela ADHP, que teve como convidado, António Marto, presidente da Associação Fórum Turismo.

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Sob o mote “Check-in às novas gerações”, a conversa incidiu sobre alguns dos temas mais importantes no atual contexto da hospitalidade nacional, como a formação e os desafios na área dos recursos humanos.

Sobre a dificuldade que a hotelaria sente em contratar profissionais numa altura em que o número de pessoas formadas na área tem aumentado, António Marto considerou que a “alta qualidade formativa” leva outros setores a procurarem os profissionais da área da hospitalidade, desde empresas com atendimento ao cliente a multinacionais”.

O presidente do Fórum Turismo recordou também os efeitos da pandemia e a necessidade de o setor estar alinhado com as expectativas dos profissionais. “A pandemia afastou algumas pessoas que trabalhavam no turismo, que ficaram proibidas de exercer a sua atividade e que encontraram oportunidades noutros setores”, considerou, para destacar que a captação de profissionais para o setor, tema que tem sido discutido principalmente nos últimos tempos, em todos os fóruns do turismo, passa por tornar a área mais atrativa através de aspetos como o “reconhecimento, o ir ao encontro da expectativa de crescimento dentro da empresa por parte de um jovem, o horário flexível, o sentir-se parte de uma equipa”.

António Marto deixou, ainda, algumas recomendações para jovens profissionais do setor do turismo. Alertando para o “erro” do “imediatismo” na evolução das carreiras, o responsável aconselhou os jovens a definirem uma “estratégia de construção de carreira que poderá passar pelos mais diversos patamares, desde fazer trabalho voluntário e fazer trabalho não remunerado”, que não deve ser encarado como “apenas uma etapa a cumprir no percurso académico”, mas como o momento que antecede a profissionalização dos estudantes.

A relação entre a academia e o mercado de trabalho foi também tópico de discussão, com o presidente do Fórum Turismo a defender a necessidade de um maior alinhamento. “As instituições de ensino, por exigência de alguns critérios de avaliação, tornam-se muito rígidas na adaptação àquilo que são as necessidades [das empresas]”, mencionou António Marto. “É uma oportunidade para outas entidades formadoras poderem entrar. Se não tivermos um acompanhamento daquilo que são as exigências das empresas por aquilo que são as soluções apresentadas pelos centros de formação, deparamo-nos com um gap”.

O projeto “Be Our Guest”, organizada pela ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal, promove conversas informais com diretores de hotéis de referência sobre as suas experiências profissionais, a hotelaria e o setor do turismo. As conversas decorrem sempre nas últimas segundas-feiras de cada mês, às 19horas.

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