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Alojamento Local veio diversificar oferta turística em Portugal

Hoje já não há dúvidas e será até consensual. O Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.

Carolina Morgado
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Alojamento Local veio diversificar oferta turística em Portugal

Hoje já não há dúvidas e será até consensual. O Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.

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O Alojamento Local (AL) tem tido um impacto positivo na economia, mas ainda subsistem alguns “mitos” não só em Portugal como ao nível da sua harmonização na União Europeia. É o que tentamos explicar.

No nosso país, a pandemia fez os seus estragos também nesta atividade que, embora aliciando outros públicos, teve quebras e algumas unidades tiveram de fechar portas, mas houve novos registos. Só Lisboa contrariou a tendência.

Em 20 meses registaram-se 4.936 pedidos de cessação de atividade e 11.752 novos registos. O turismo de cidade, mais dependente dos estrangeiros, sofreu a maior quebra. Já o interior, com ofertas adaptadas a uma vida sem grandes contatos, ganhou novo fôlego.

O distrito de Lisboa é o único a nível continental, no período analisado, a ter um número maior de fechos do que de novos registos: 1.397 contra 1.349.

Trata-se de uma diferença mínima, mas a comparação com o Porto, ajuda a mostrar como a pandemia abanou com mais força a dinâmica da capital e seus arredores: o distrito do Porto teve mais novos registos (1.673) e menos cessações de atividade (964).

Geração de emprego é fator determinante
É, precisamente, sobre a criação de novos empregos que fala a Airbnb, uma das maiores empresas de aluguer de curta duração, que atua no nosso país. E cita a Oxford Economics. Segundo o porta-voz da empresa para Espanha e Portugal, Andreu Castellano, ao Publituris, as viagens na Airbnb apoiaram a criação de 39 mil empregos diretos em Portugal. Em Lisboa, por exemplo, estima-se que, em média, por cada 100 alojamentos anunciados na Airbnb são apoiados 52 empregos, e “é dado um contributo de mais de dois milhões de euros para a economia local”.

Além disso, os impostos turísticos são outra forma de ajudar à recuperação. “Só em Portugal, a Airbnb coletou e entregou aos municípios aproximadamente 25 milhões de euros em impostos turísticos ao longo de quatro anos (2015-2019)”, disse, acrescentando que “as nossas colaborações na Europa já permitam coletar e entregar automaticamente mais de 315 milhões de euros em taxas turísticas na UE”.

Mas, para a Airbnb é importante que haja uma harmonização das leis da União Europeia, pois, segundo aquele responsável, “iria facilitar que qualquer cidadão da UE possa partilhar a sua própria casa e, ao mesmo tempo, permitir aos governos lutar contra a especulação imobiliária”.

Assim, a empresa já apresentou diversas propostas e diz estar disposta a colaborar com as autoridades europeias e nacionais. “Por exemplo, a criação de um registo de anfitriões a nível europeu asseguraria que os anfitriões teriam acesso a regras justas e proporcionais, preservando o seu direito à prestação de serviços como uma liberdade fundamental da UE. Acreditamos que um sistema comum europeu – que substituiria os registos locais – simplificaria o processo, especialmente para os anfitriões não profissionais, que são desproporcionalmente afetados por regras desatualizadas e fragmentadas que existem um pouco por toda a EU”, explicou Andreu Castellano.

Segundo o responsável, “é preciso desmistificar que o número de alojamentos anunciados na Airbnb em cidades é demasiado pequeno para poder ser a causa exclusiva da variação de preços, que estão mais ligados aos ciclos económicos e às decisões de política monetária”, para indicar ainda que, além disso, a partir de 2020 a maioria das reservas na Airbnb em Portugal passou de urbana para predominantemente rural. “Portugal registou um aumento acentuado do índice de turismo rural nas estadias na Airbnb, sinalizando um forte movimento de reservas longe das zonas urbanas para mais zonas rurais. Este movimento foi significativamente maior do que para todo o turismo em Portugal, confirmando que a Airbnb está a facilitar a dispersão geográfica dentro dos países”.

Mas, a empresa pensa que as viagens não voltarão a ser como antes da pandemia e “queremos ser parceiros das cidades para assegurar que o turismo recupera de uma forma que seja segura, sustentável e que beneficie todos”.

Mais do que procurar centrar o turismo em grandes centros urbanos como Londres, Paris ou Lisboa, como faz a maior parte da indústria de viagens, “queremos diversificar e distribuir os benefícios económicos para as comunidades que deles precisam, destacou Andreu Castellano.

Isto porque, conforme diz, os hábitos de viagem mudaram e muitas pessoas não só usam a Airbnb durante as férias, mas também vivem em Airbnb. “Cada vez mais pessoas, não apenas turistas, mas também estudantes, jovens profissionais, etc. estão a usar a Airbnb para ter acesso ao tipo de flexibilidade que querem ou necessitam”, por isso, acrescenta que a empresa vai continuar a apoiar estes novos hábitos de viagem “adaptando o nosso produto, e vamos trabalhar com os destinos em Portugal e na União Europeia para os ajudar a aproveitar ao máximo estas mudanças, no interesse de todos”.

A empresa, que tem anunciados na sua plataforma alojamentos distribuídos por todo o território continental (litoral e interior) e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, avança que 2021 foi um ano de alguma retoma da atividade, uma vez que o turismo doméstico e o regresso da procura estrangeira gerou novas oportunidades económicas para zonas mais afastadas das grandes cidades. É aliás, esse o empenho da empresa que continua a apoiar o turismo sustentável em Portugal.

Seguros mais abrangentes para os anfitriões
“A Airbnb está empenhada em apoiar as autoridades locais e em continuar a apoiar e a capacitar os anfitriões. Nesse sentido, o Portal das Cidades é uma ferramenta especialmente concebida para apoiar a regulamentação do setor público, fornecendo informações sobre a presença da Airbnb na cidade de Lisboa, ferramentas para ajudar a aplicar as leis e uma melhor forma de contactar a Airbnb quando necessário”, explicou o porta-voz da empresa.

“O Portal das Cidades da Airbnb vai ajudar a cidade de Lisboa potenciar esta revolução nas viagens”, garante Andreu Castellano, destacando que o portal “ajuda os municípios a aceder a dados para testemunhar algumas destas tendências”. A Airbnb tem neste momento 35 parcerias no Portal das Cidades com governos e organizações da Europa, incluindo em França, Dinamarca e o Reino Unido, e está em conversações com mais de 25 parceiros europeus.

A empresa anunciou recentemente a proteção gratuita e adicionou coberturas nos planos de seguros para anfitriões. Sobre este assunto, o responsável explica que o programa AirCover, dá proteção completa para cada anfitrião na Airbnb com um milhão de dólares em proteção contra danos e um milhão de dólares em cobertura de responsabilidade civil. O AirCover também inclui proteção em caso de perda de rendimentos, proteção em caso de danos de animais de estimação, proteção de limpeza profunda, e muito mais. “O AirCover está sempre incluído e é sempre gratuito para todos os anfitriões novos e existentes”, precisou.

Também, a Airbnb lançou um programa para promover o alojamento responsável, distribuindo detetores de ruído pelos anfitriões em Lisboa. A Airbnb ativou também a sua Linha de Apoio ao Bairro em Portugal, oferecendo aos vizinhos uma linha direta de comunicação para a Airbnb para comunicar preocupações urgentes sobre um anúncio ou comportamentos de hóspedes na sua comunidade local. Segundo Andreu Castellano, estas iniciativas fazem parte do compromisso da Airbnb de “promover um comportamento responsável entre anfitriões e hóspedes e de promover uma coexistência saudável com o bairro. O compromisso incluiu também o lançamento do Portal das Cidades em Lisboa e o lançamento da Tecnologia de Reserva de Alto Risco para ajudar a combater as festas perturbadoras e outros distúrbios para a vizinhança”.

Criadas novas empresas de suporte à atividade
O Alojamento Local ajudou também à criação de uma série de empresas que visam apoiar a atividade, nomeadamente na área de gestão. É exemplo a Homing Group que abriu recentemente uma nova loja no centro de Lisboa vocacionada para a gestão do AL

CEO da Homing, João Bolou Vieira, refere que “a gestão de AL continua a ser o foco da Homing Short Term Rent. Apesar do recuo devido à pandemia, mantem-se uma aposta segura para proprietários que querem investir. Daí a nossa aposta numa rede de lojas físicas no Porto e no centro de Lisboa, com uma loja exclusiva para a atividade de AL localizada na Duque D’Ávila. Estamos ainda localizados na zona do Algarve, junto à Marina de Vilamoura, mas atuamos em toda a região do Algarve”.

A Homing Short Rent, membro do Turismo de Portugal, é, assim, a marca de gestão de unidades para o AL, que atua no mercado do arrendamento de média e curta duração em plataformas online e nas lojas físicas que possui atualmente, com “um modelo de gestão ideal para os proprietários, no qual estes podem rentabilizar as suas casas sem preocupações.

A marca tinha como estimativa fechar o ano de 2021 com mais de 250 unidades no Porto, Lisboa e Algarve, mas com meta de, em 2022 aumentar este número mantendo o equilíbrio com a qualidade de serviço.

A empresa diz que pretende seguir uma estratégia de proximidade e de apoio a cada hóspede, proprietário, investidor, promotor ou a quem quer saber um pouco mais sobre a atividade. Assim, segundo o executivo, a Homing “diferencia-se no mercado pela presença física, através da sua loja aberta diariamente, garantido assim o apoio aos hóspedes e ainda a uma distância curta das unidades”.

Sublinha, ainda, ser importante esta proximidade com o cliente, como prova de confiança e credibilidade. No entanto, “o contexto digital é igualmente importante, não só para automatizar os processos internos, mas também os processos quer com o cliente quer com o proprietário”. Por isso, “acreditamos que investir continuamente na atualização do website é fundamental para que toda a nossa rede tenha um acesso rápido e próximo ou nas plataformas específicas para os proprietários que dessa forma conseguem um acesso atualizado sobre as suas propriedades. As apostas da marca nestas ferramentas facilitam a comunicação junto da rede da Homing”, disse João Bolou Vieira em declarações ao Publituris.

Explica que “a expansão da nossa operação de retalho é uma estratégia que arrancou em 2019 e que queremos manter a par do imobiliário, já que ambos funcionam como complemento um do outro. Desta forma, o objetivo é “continuar a expandir o negócio focados na qualidade do serviço nas zonas em que atuamos de momento”.

E o que faz uma empresa de gestão do AL? Que serviços oferece aos proprietários? O CEO do grupo explica: a gestão de reservas, pricing e revenue management dos arrendamentos, procedimentos legais, consultoria de design, manutenção, dos serviços de limpeza; o acesso a uma área reservada na plataforma online onde os proprietários podem acompanhar a rentabilidade e calendário de reservas todo o ano e bloquear data; a promoção, prestação do serviço até à gestão completa do apartamento ou edifício.

Paralelamente, “quem procura rentabilizar os seus imóveis ou investir em Portugal tem geralmente pouco tempo e recorre aos serviços de gestão completa, onde se inclui a manutenção do imóvel, o check-in e o check-out, a gestão de promoção em diversas plataformas e questões burocráticas”, realça ainda.

E assegura que “a Homing só aluga apartamentos em perfeitas condições. “Os nossos técnicos de manutenção vistoriam regularmente os apartamentos, de forma a estarem sempre impecáveis e temos uma equipa especializada na limpeza. Tratamos de todos os procedimentos legais e operacionais inerentes à atividade; registo na câmara, participação ao SEF e, ainda, temos um gestor de conta dedicado a cada proprietário que presta todos os esclarecimentos. A opção de entregar a gestão do imóvel a empresas especializadas em Alojamento Local apresenta, assim, grandes vantagens para os proprietários”. Estes apenas precisam de preencher o formulário no site da Homing com os dados necessários para se avançar com o processo.

João Bolou Vieira lembra que, “num setor em vias de profissionalização, a opção de entregar a gestão do imóvel a uma empresa especializada em Alojamento Local é hoje, mais do que um negócio, uma parceria que permite rentabilizar as casas dos seus proprietários atualmente no mercado. Temos diferentes perfis de cliente, tais como, o investidor, o promotor, o proprietário e o turista ou hóspede”.

Quem disse que não havia luxo no AL?
O Alojamento Local em Portugal já disponível de norte a sul de Portugal e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores para os mais diversos gostos, bolsos e segmentos. Tudo depende para onde se quer ir, do que se gosta e de quanto está disponível a pagar.

Um dos grandes exemplos desta segmentação é a criação, nomeadamente na Nazaré ou Peniche, de unidades de AL completamente vocacionadas para o surf, hoje a maior atração turística dessas localidades.

Se nas grandes cidades, como Lisboa e Porto, a pandemia obrigou à redução de unidades já existentes, e à retração dos investimentos nesta atividade, no interior do país e em áreas de menos densidade populacional, o Alojamento Local tem vindo a recuperar, em número de unidades e de dormidas.

E o luxo está a acompanhar esta tendência. É o caso de uma das mais recentes unidades que nasceu em Braga, das mãos de um grupo que nem estava ligado ao setor. Só que decidiu apostar na diversificação do negócio. O novo alojamento local é a primeira aventura em hotelaria e turismo do grupo Socicorreia, dedicado ao imobiliário e à construção civil, num investimento de 2,5 milhões de euros.

“O investimento no setor do Turismo é uma sequência natural dos investimentos do Grupo Socicorreia, que desde sempre procuram a diversificação de negócios e a aposta em áreas de mercado tão competitivos quanto lucrativos, mantendo a qualidade”, assinala Custódio Correia, CEO do grupo.

O novo Lux Housing Século XXI ocupa um edifício centenário em pleno centro da cidade de Braga, agora totalmente recuperado e modernizado. São oito luxuosos apartamentos contemporâneos e sofisticados que dão atenção ao detalhe, nos materiais e decoração, com terraço, jardim privado e vistas privilegiadas para a cidade, com a particularidade de, apesar de serem apartamentos, reunirem condições de um hotel de cinco estrelas. Todos os alojamentos foram pensados para turistas e para executivos, sendo que existem condições para a realização de reuniões no seu interior.

Como espaços comuns, encontra-se também uma zona de lazer onde está disponível informação diversa para partir à descoberta da cidade e zona envolvente, com propostas para aluguer de viaturas de gama alta, serviço de transferes, organização de viagens e visitas à região, com ou sem motorista.

O objetivo da empresa, que passa por diversificar os seus negócios e expandir a organização para o setor do turismo, ao mesmo tempo que responde às necessidades do mercado no segmento ‘premium’ e de negócios na região, espera que, esta unidade possa atingir uma ocupação de 60% no primeiro ano de operação.

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The Vintage Hotel & Spa Lisboa entra no portfólio da Small Luxury Hotels of the World

A marca é constituída por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo, com uma média de 50 quartos por unidade.

O The Vintage Hotel & Spa Lisboa, unidade de cinco estrelas gerida pela Bomporto Hotels, passa a constar no portfólio da Small Luxury Hotels of the World (SLH), uma marca de luxo que reúne unidades hoteleiras com características únicas e de carácter independente. A primeira unidade do grupo Bomporto a integrar a marca foi o The Lumiares Hotel & Spa Lisboa, em novembro de 2019.

O Small Luxury Hotels of the World (SLH) é constituído por uma comunidade de hotéis independentes e conta com 520 pequenos hotéis em todo o mundo. Com uma média de 50 quartos por unidade, as propriedades SLH “têm características únicas, com os mais altos padrões de luxo e bem-estar”, como indicado em comunicado.

“A integração da nossa segunda unidade hoteleira na SLH vem reforçar a estratégia de desenvolvimento de negócio e a notoriedade no segmento de luxo. É um selo de qualidade e uma afiliação de renome e prestígio que contribui para a promoção das nossas unidades a nível internacional. ” afirma Nick Roucos, diretor-geral da Bomporto Hotels.

Localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, o The Vintage Hotel & Spa Lisboa, boutique hotel de cinco estrelas, é composto por 56 quartos com uma decoração assente no design vintage e traços contemporâneos.  Combinando peças únicas de mobiliário vintage, produzidas especialmente para o hotel, e algumas reproduções feitas à medida, a estética do espaço reflete uma decoração contemporânea e simultaneamente apresenta o melhor do design dos anos 50, 60 e 70.

A unidade oferece diferentes atmosferas em cada um dos espaços que o compõem, tanto no rooftop bar, com um jardim vertical e vista para a capital, como nas diferentes áreas lounge, salas de estar e no spa.

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Tráfego de passageiros da Ryanair sobe 81% em julho e chega aos 142 milhões de passageiros no acumulado

Entre janeiro e julho, a Ryanair transportou já 142 milhões de passageiros, o que indica uma subida de 255% no tráfego acumulado.

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A Ryanair transportou 16,8 milhões de passageiros em julho, número que traduz uma subida de 81% face aos 9,3 milhões de passageiros que a companhia aérea tinha transportado em igual mês do ano passado, quando a pandemia da COVID-19 ainda se fazia sentir, informou a transportadora de baixo custo em comunicado.

Em julho, a Ryanair registou também uma forte melhoria no load factor dos 92.300 voos realizados, que se situou nos 96%, tendo subido 16 pontos percentuais face aos 80% de ocupação que a companhia aérea tinha registado em julho de 2021.

No acumulado do ano, a Ryanair transportou já 142 milhões de passageiros, o que quer dizer que a companhia aérea apresentou uma subida de 255% no tráfego acumulado até julho, uma vez que, em igual período do ano passado, tinha transportado 40 milhões de passageiros.

Já o load factor até julho foi de 87%, o que traduz um aumento de 14 pontos percentuais face aos 73% de ocupação que a Ryanair tinha apresentado entre janeiro e julho de 2021, num período ainda crítico para a aviação devido à pandemia da COVID-19.

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Eurostars Santa Luzia 4* integra portefólio da Eurostars Hotel Company

O hotel localizado em Guimarães funciona em regime de aluguer e conta com 99 quartos, bem como uma área de bem-estar com spa e piscina.

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A Eurostars Hotel Company integrou um novo hotel no portefólio, o Eurostars Santa Luzia 4*, em Guimarães.

O antigo Santa Luzia Art Hotel, que agora pertence à carteira da Eurostars Hotel Company, funciona em regime de aluguer e contabiliza 99 quartos, totalmente equipados e decorados “em tons quentes”, como indicado em comunicado.

As instalações, que prometem “satisfazer as necessidades dos mais diversos tipos de turistas”, incluem uma cafetaria, um restaurante de cozinha portuguesa e internacional, ginásio e uma área de bem-estar, com spa, sauna, banhos turcos, piscina e zona de massagens e tratamentos. Inclui ainda uma piscina exterior no telhado, localizada no terceiro andar, bem como quatro salas de diferentes capacidades para a realização de eventos.

“Temos orgulho em continuar a avançar na expansão internacional da Eurostars Hotel Company e, ao mesmo tempo, consolidar a nossa posição num mercado como o português, tão estratégico para nós e com grandes expectativas de crescimento”, afirma o presidente do Grupo Hotusa, Amancio López Seijas.

Com a integração desta unidade, a cadeia hoteleira do Grupo Hotusa passa a gerir 23 estabelecimentos e mais de 1800 quartos em Portugal.

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Autarquia de Sintra já abriu a Pousada de Jovens

A Câmara Municipal de Sintra abriu esta segunda-feira, 1 de agosto, a Pousada de Jovens de Sintra, projeto que conta com uma localização privilegiada junto à Estação de Comboios de Sintra e que disponibiliza um total de 24 quartos.

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A Câmara Municipal de Sintra abriu esta segunda-feira, 1 de agosto, a Pousada de Jovens de Sintra, projeto que conta com uma localização privilegiada junto à Estação de Comboios de Sintra e que disponibiliza um total de 24 quartos equipados com casa-de-banho privativa, ar condicionado e Wi-Fi gratuito.

Num comunicado enviado à imprensa, a Câmara Municipal de Sintra explica que este projeto vai aumentar a oferta de alojamento no concelho, uma vez que a Pousada de Jovens de Sintra disponibiliza “quartos duplos, equipados com televisão e com possibilidade de colocação de cama extra ou berço”, o que os torna também ideais para famílias, existindo ainda um quarto adaptado para pessoas com mobilidade condicionada, bem como quartos múltiplos com quatro ou seis camas em beliche.

Localizada junto à Estação de Comboios de Sintra, a nova pousada conta com uma localização central, distando apenas 1 km do centro histórico de Sintra, área classificada de Património Mundial pela UNESCO na categoria de Paisagem Cultural.

A Pousada de Jovens de Sintra apresenta uma decoração de design industrial, que, segundo a autarquia, é “funcional, informal e confortável”, apelando ao equilíbrio entre cultura e aventura.

 

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AHRESP e Turismo de Portugal lançam guias para ajudar hotelaria e restauração a reduzirem consumo de água

A AHRESP e o Turismo de Portugal lançaram dois guias para ajudar as empresas da hotelaria e restauração a reduzirem o seu consumo de água, com o objetivo de “contribuir para a mitigação dos efeitos da seca”.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e o Turismo de Portugal lançaram dois guias para ajudar as empresas da hotelaria e restauração a reduzirem o seu consumo de água, com o objetivo de “contribuir para a mitigação dos efeitos da seca”.

“Estes guias são uma ferramenta de apoio ao negócio, que visa potenciar a adoção de práticas sustentáveis no setor da restauração e similares e no alojamento turístico, demonstrando, através de exemplos práticos, como é possível tornar o negócio mais sustentável, com maior benefício económico e ambiental”, indica a AHRESP, num comunicado divulgado esta sexta-feira, 29 de julho.

Segundo a associação, existem várias práticas que as empresas podem adotar para reduzir o consumo de água e recomenda, por isso, que as empresas revejam “regularmente os dados do consumo de água na fatura”, de forma a estabelecerem medidas de poupança e avaliar a sua eficácia, sendo também recomendado que se opte pela “instalação de tanques de descarga de sanita com meia carga”.

A associação recomenda também que se investa “em produtos e tecnologia que economizem água”, como sistemas de redução de caudal a instalar em torneiras e/ou sistemas de válvulas de fluxo reduzido, e que seja garantida “a minimização de resíduos nos pratos e nos utensílios de cozinhas antes de proceder à sua lavagem”.

As empresas da hotelaria e restauração devem também evitar “a pré-lavagem da louça e, se possível, utilizar a máquina de lavar com a carga completa e em modo económico”, evitar “a lavagem da louça em água corrente”, e instalar “sensores ou pedais nas torneiras”, o que, além de ser uma opção mais higiénica, “permite poupanças significativas de água”, defende a associação, que pede ainda uma utilização regrada de detergentes, “pois a utilização adequada de detergente evita o aumento do consumo de água”.

Os guias de boas práticas já estão disponíveis para consulta online.

 

 

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43% das pernoitas na UE em 2021 aconteceram em julho e agosto

Portugal foge um pouco à regra indicada pelo Eurostat, verificando-se que os meses com mais pernoitas, em 2021, foram agosto, setembro e outubro.

Victor Jorge

De acordo com dado avançados pelo Eurostat, 43% das pernoitas em alojamentos no espaço da União Europeia (UE), ao longo de 2021, registaram-se nos meses de julho e agosto, admitindo a entidade estatística europeia que “a sazonalidade sempre teve um grande impacto no turismo”.

Certo é que, em 2021, os padrões habituais para as pernoitas em estabelecimentos de alojamento turístico aproximaram-se do ano 2019, frisando o Eurostat que “os efeitos da pandemia causaram uma ainda maior diferença em 2020”, concluindo que menos de 3% das pernoitas anuais foram registadas em abril e maio desse ano, enquanto em agosto esse valor subiu para 24%.

O Eurostat refere ainda que, em 2020, a pandemia causou uma quebra superior a 50% tanto nas chegadas como nas noites passadas em estabelecimentos de alojamento turístico, quando comparado com 2019. Já em 2021, apesar de um aumento superior a 25% face a 2020, o número das chegadas (-42%) e pernoitas (-37%) ficaram aquém dos níveis de 2019.

Segundo os dados do Eurostat, o total de noites registadas em estabelecimentos de alojamento turístico foi de 1.819 milhões na UE, com os meses de julho e agosto a assinalarem 19,4% e 23,6%, respetivamente.

Os meses mais fracos relativamente às pernoitas em estabelecimentos de alojamento turístico, em 2021, foram janeiro e fevereiro, com taxas de 1,6% e 1,9%, respetivamente.

Agosto e setembro lideram em Portugal
Portugal não foge à regra, embora os dados avançados pelo Eurostat mostrem que os meses de setembro e outubro registaram mais pernoitas que julho. Assim, indica a entidade estatística europeia, o mês de julho foi responsável por 12,7% das pernoitas, enquanto o mês de agosto registou uma taxa de 21,3%. Já o mês de setembro foi responsável por 14,7% das noites passadas em estabelecimentos de alojamento turístico, descendo ligeiramente para 13,8% em outubro.

Em Portugal, os meses mais “fracos”, indica o Eurostat, foram fevereiro e março, com taxas de 1,4% e 1,8% respetivamente.

Na vizinha Espanha, o Eurostat assinala mais de 259 milhões de pernoitas em estabelecimentos de alojamento turístico, com os meses de julho e agosto a serem responsáveis por 16,3% e 21,9%, respetivamente.

O líder em pernoitas em estabelecimentos de alojamento turístico foi a França, com mais de 324 milhões, com os meses de julho e agosto a valerem 21,2% e 25,6% do total do ano.

Em segundo lugar neste ranking aparece a Itália, com mais de 280 milhões de pernoitas, com os meses de julho e agosto a assinalarem taxas de 20,8% e 27,4%, respetivamente.

Durante estes dois meses (julho e agosto de 2021), o Eurostat indica 782 milhões de pernoitas em estabelecimentos de alojamento turístico na UE, uma subida de 28% face às 610 milhões de 2020, mas menos 16% face às 926 milhões de 2019.

Uma análise por tipo de alojamento revela que, em 2021, as variações sazonais foram menos acentuadas nos hotéis do que noutros alojamentos turísticos, indicando, igualmente, que “o pico do verão está, em parte, relacionado com uma maior sazonalidade para alojamentos que não os hotéis e estabelecimentos similares, principalmente parques de campismo, que dependem muito mais do clima (e muitas vezes estão fechados no inverno)”.

Assim, em julho e agosto de 2021, o número de noites passadas em parques de campismo ficou muito próximo dos valores de 2019 (95% dos níveis de 2019). Por outro lado, os hotéis, bem como os alojamentos de férias e outros alojamentos de curta duração, ficaram mais distantes dos níveis pré-pandemia (78% e 89% dos níveis de 2019, respetivamente).

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Herdade Vale do Manantio: um refúgio junto ao Alqueva

A Herdade Vale do Manantio, junto ao Alqueva, estende-se por 1.000 hectares de terreno e conta com 14 quartos.

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Situada no concelho de Moura, a Herdade Vale do Manantio estende-se por 1.000 hectares de terreno, apresentando uma paisagem em constante evolução, com campos de trigo e olivais, pastos atravessados por ribeiros até às margens que banham o Alqueva.

O projeto nasce a partir do sonho de João Maria Bravo, contando este turismo rural com 14 quartos inspirados nos detalhes do monte, uma piscina infinita sobre o Alqueva e uma paisagem alentejana a perder de vista.

Telma Marques, diretora de marketing da Herdade Vale do Manantio, salienta que “a herdade alia o espírito tradicional de uma coutada de caça seletiva à modernidade e conforto de um recanto único oferecendo aos hóspedes ou visitantes uma experiência verdadeira do que é o Alentejo. Da gastronomia, à paisagem e pela comodidade da sua oferta”.

Além dos serviços prestados na Herdade Vale do Manantio, é possível usufruir de uma quantidade de atividades extras nas suas redondezas que vão desde viagens de barco na barragem onde pode usufruir de um piquenique a bordo; viagens de balão sobre as planícies alentejanas; yoga, para viver o momento e interiorizar o ambiente alentejano; SPA; Ski aquático e wakeboard; até passeios a cavalo.

No restaurante da herdade é possível ter uma experiência de caça misturada com os sabores dos queijos e vinhos alentejanos num ambiente que fomenta a gastronomia típica do Alentejo, sendo que todos os produtos utilizados são de produção local, privilegiando o conceito “from farm to the table”.

Devido à sua dimensão e arquitetura da casa principal, a Herdade do Vale do Manantio também oferece resposta a quem procura seja um evento mais familiar ou mesmo de maiores dimensões, visto o espaço ter capacidade para eventos até 200 pessoas.

Além disso, dispõe também da possibilidade de fazer um programa especializado “made to measure” elaborado à medida das expectativas dos hóspedes, incluindo serviço de transporte de helicóptero, jantar romântico e acesso ao SPA, entre outras atividades.

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Anantara chega ao Brasil e abre primeiro resort em 2025

O Anantara Mamucabo Bahia Resort vai marcar a estreia da marca Anantara Hotels, Resorts & Spas no Brasil e na América Latina, e tem abertura prevista para 2025.

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A Anantara Hotels, Resorts & Spas vai abrir, em 2025, o Anantara Mamucabo Bahia Resort, o primeiro resort da marca no Brasil e na América Latina, que vai ficar localizado na vila piscatória de Baixio, na Bahia.

“O início da construção do Anantara Mamucabo Bahia Resort, que se estende por mais de 500 mil metros quadrados, está previsto para 2023 e a inauguração para 2025”, indica a Anantara Hotels, Resorts & Spas, num comunicado divulgo esta terça-feira, 26 de julho.

Com 116 quartos, suites e pool villas, que contam com áreas entre os 70 e os 163 metros quadrados, o Anantara Mamucabo Bahia Resort vai focar-se na beleza natural da paisagem e num design moderno e sustentável, cujo interior é da responsabilidade da Sidney Quintela Architecture + Urban Planning, enquanto a arquitetura paisagística é assinada por Alex Hanazaki, um dos mais conceituados e criativos do Brasil.

Ao nível de áreas de lazer, o Anantara Mamucabo Bahia Resort vai contar com três restaurantes, duas piscinas ao ar livre, um beach club e área de desportos aquáticos, além de um clube e espaço infantil.

A piscina principal, acrescenta a marca de hotelaria de luxo, “terá um design de ‘cascata’, com vários níveis e criando diferentes ambientes para relaxar e desfrutar da água”, enquanto o restaurante e bar do Beach Club vão servir o melhor da cozinha regional da Bahia.

Já o restaurante principal do resort vai disponibilizar uma cozinha internacional e brasileira contemporânea, enquanto na área central do Anantara Mamucabo Bahia Resort vai ficar localizado um restaurante asiático.

O primeiro resort da Anantara no Brasil vai também contar com uma vasta área desportiva, que vai incluir um campo de ténis e outro de padel, ginásio, bem como terraço para yoga e uma área de relaxamento.

De destacar é ainda Anantara Spa, que vai disponibilizar uma ampla gama de tratamentos de bem-estar, além de piscina, salas de massagem, sauna e circuito de hidroterapia que vão estar à disposição dos hóspedes.

O Anantara Mamucabo Bahia Resort vai contar também com espaços adaptáveis e equipamentos de última geração para eventos corporativos e sociais, enquanto o espaço do Beach Club poderá ser utilizado para casamentos e outros eventos.

“Estamos entusiasmados por anunciar o desenvolvimento deste novo resort, que representará a estreia da marca no continente sul-americano. Era nosso objetivo expandir a identidade da marca e este projeto representa a oportunidade perfeita”, explica Dillip Rajakarier, diretor-geral da Minor Hotels, detentora de Anantara Hotels, Resorts & Spas e diretor executivo do Grupo Minor International.

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La Villa at The Cliff Bay começa a receber hóspedes a 22 de agosto

Nova villa da PortoBay Hotels & Resorts localiza-se ao lado do The Cliff Bay, no Funchal, e conta com quatro quartos, sala de jantar e de estar, cozinha totalmente equipada, jardim, piscina privada e solário, além de acesso às funcionalidades do hotel.

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A PortoBay Hotels & Resorts tem uma nova unidade de alojamento na Madeira, a La Villa at The Cliff Bay, unidade que consiste numa villa de luxo, localizada ao lado do hotel The Cliff Bay, e que começa a receber os primeiros hóspedes a 22 de agosto.

A nova La Villa at The Cliff Bay conta com quatro quartos, seis casas-de-banho, sala de jantar e de estar, cozinha totalmente equipada, jardim, piscina privada e solário, gozando ainda de acesso às facilidades do The Cliff Bay, unidade hoteleira que pertence ao mesmo grupo hoteleiro.

“A La Villa at The Cliff Bay garante toda a exclusividade e conforto de uma casa privada, podendo os seus hóspedes desfrutar das facilidades do The Cliff Bay, nomeadamente acesso direto ao mar, às piscinas exteriores e interior, ao ginásio, ao Spa e Wellness area, espaços comuns e aos vários restaurantes e bares”, indica a PortoBay Hotels & Resorts, revelando que a nova unidade está implantada num terreno com cerca de 1100 m2.

De acordo com António Trindade,  CEO de PortoBay Hotels & Resorts, esta unidade “vem complementar ainda mais a oferta diferenciada do The Cliff Bay, respondendo a um nicho de mercado de luxo que, em ambiente de família e de amigos, busca associar a privacidade e a localização a uma oferta de serviços a que o The Cliff Bay tem vindo a habituar os seus clientes.”

A La Villa at The Cliff Bay está localizada no lado poente do The Cliff Bay, em plena Estrada Monumental, no Funchal, e conta com uma localização única no topo de um promontório natural, com vista sobre o Oceano Atlântico.

 

 

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Volume de negócios da hotelaria cresce 61% em 2021 e iguala nível de 2014

A consultora Informa D&B atribui a recuperação do volume de negócios na hotelaria ao aumento de procura dos mercados externos, principalmente dos EUA, França, Itália e Reino Unido.

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No ano passado, o volume de negócios do setor dos estabelecimentos hoteleiros cresceu 61% face a 2020, totalizando 2 331 milhões de euros, recuperação que, segundo a consultora Informa D&B, foi possível graças à “procura portuguesa e sobretudo a estrangeira”, mas que não foi suficiente para regressar aos números de 2019.

“Os valores de 2021 estão ainda ao nível dos que foram registados em 2014”, indica a consultora em comunicado, destacando, no entanto, que a recuperação registada no ano passado se ficou essencialmente a dever aos mercados estrangeiros, com destaque para os EUA, França, Itália e Reino Unido.

Os dados da Informa D&B constam do mais recente estudo sectorial da consultora sobre o setor dos Estabelecimentos Hoteleiros em Portugal, que foi divulgado esta terça-feira, 26 de julho, e abrange informação sobre os hotéis, unidades de alojamento local, aparthotéis, apartamentos turísticos, estabelecimentos de turismo no espaço rural e de habitação, aldeamentos turísticos, Quintas da Madeira e Pousadas.

A Informa D&B lembra que, em 2021, a hotelaria portuguesa contabilizou 14,5 milhões de hóspedes, num aumento de perto de 40% face a 2020, e registou 37,5 milhões de dormidas, o que indica uma subida de 45%.

Por mercados, as dormidas dos residentes em Portugal aumentaram 38%, somando 18,8 milhões de euros, enquanto as dos estrangeiros aumentaram 52,9%, principalmente devido ao “aumento da procura de residentes nos Estados Unidos, França, Itália e Reino Unido”.

Os números do ano passado permitem antever que, este ano, exista “uma continuidade da tendência em alta da faturação deste setor, mas ainda sem atingir os níveis pré-pandemia”, considera a Informa D&B, que analisou também a distribuição das camas de alojamento turístico existentes em Portugal.

De acordo com a consultora, “capacidade hoteleira disponível em Portugal contraiu bastante em 2020, em consequência da pandemia de COVID-19, pelo que, em dezembro de 2020, o número total de camas disponíveis tinha descido para 344 800, menos 22% do que no ano anterior.

“Pouco mais de metade do total de camas (51%), correspondia a hotéis, seguindo-se as unidades de alojamento local com 17,6%, os aparthotéis com 10,6%, os apartamentos turísticos com 8,7%), os estabelecimentos de turismo no espaço rural e de habitação (6,8%), os aldeamentos turísticos (4,8%) e as pousadas (0,5%)”, indica a consultora.

A atividade do alojamento turístico, acrescenta a Informa D&B, está concentrada nas zonas do Algarve, onde se localizavam cerca de 33% das camas disponíveis, no Norte e em Lisboa, ambas com cerca de 18%, e na zona Centro, com 16%, enquanto os hotéis de maior dimensão localizam-se no Algarve, “ascendendo a 256 o número médio de camas por hotel nesta zona disponíveis em dezembro de 2020, muito acima das 146 camas do conjunto de Portugal”.

 

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