Assine já
Alojamento

Alojamento Local veio diversificar oferta turística em Portugal

Hoje já não há dúvidas e será até consensual. O Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.

Carolina Morgado
Alojamento

Alojamento Local veio diversificar oferta turística em Portugal

Hoje já não há dúvidas e será até consensual. O Alojamento Local (AL) veio diversificar a oferta turística em Portugal, criou novos segmentos e novos públicos não só nas grandes cidades, mas também no interior do país, como ajudou ao surgimento de muitas outras empresas que servem de suporte para as mais diversas atividades que este segmento exige. A criação de empregos diretos em Portugal tem sido igualmente um fator decisivo, bem como a sua contribuição para a economia nacional.

Sobre o autor
Carolina Morgado
Artigos relacionados
Alojamento Local em Lisboa e Porto perde milhares de reservas diárias com pandemia
Alojamento
Quarto Fotos de banco de imagens por Vecteezy
Sul de Portugal mantém-se com maior potencial de receitas no verão no AL
Alojamento
Alojamento local em Lisboa e Porto perde 7.800 unidades devido à pandemia
Sem categoria
Quarto Fotos de banco de imagens por Vecteezy
Homing abre nova loja dedicada a gestão do alojamento local
AL

O Alojamento Local (AL) tem tido um impacto positivo na economia, mas ainda subsistem alguns “mitos” não só em Portugal como ao nível da sua harmonização na União Europeia. É o que tentamos explicar.

No nosso país, a pandemia fez os seus estragos também nesta atividade que, embora aliciando outros públicos, teve quebras e algumas unidades tiveram de fechar portas, mas houve novos registos. Só Lisboa contrariou a tendência.

Em 20 meses registaram-se 4.936 pedidos de cessação de atividade e 11.752 novos registos. O turismo de cidade, mais dependente dos estrangeiros, sofreu a maior quebra. Já o interior, com ofertas adaptadas a uma vida sem grandes contatos, ganhou novo fôlego.

O distrito de Lisboa é o único a nível continental, no período analisado, a ter um número maior de fechos do que de novos registos: 1.397 contra 1.349.

Trata-se de uma diferença mínima, mas a comparação com o Porto, ajuda a mostrar como a pandemia abanou com mais força a dinâmica da capital e seus arredores: o distrito do Porto teve mais novos registos (1.673) e menos cessações de atividade (964).

Geração de emprego é fator determinante
É, precisamente, sobre a criação de novos empregos que fala a Airbnb, uma das maiores empresas de aluguer de curta duração, que atua no nosso país. E cita a Oxford Economics. Segundo o porta-voz da empresa para Espanha e Portugal, Andreu Castellano, ao Publituris, as viagens na Airbnb apoiaram a criação de 39 mil empregos diretos em Portugal. Em Lisboa, por exemplo, estima-se que, em média, por cada 100 alojamentos anunciados na Airbnb são apoiados 52 empregos, e “é dado um contributo de mais de dois milhões de euros para a economia local”.

Além disso, os impostos turísticos são outra forma de ajudar à recuperação. “Só em Portugal, a Airbnb coletou e entregou aos municípios aproximadamente 25 milhões de euros em impostos turísticos ao longo de quatro anos (2015-2019)”, disse, acrescentando que “as nossas colaborações na Europa já permitam coletar e entregar automaticamente mais de 315 milhões de euros em taxas turísticas na UE”.

Mas, para a Airbnb é importante que haja uma harmonização das leis da União Europeia, pois, segundo aquele responsável, “iria facilitar que qualquer cidadão da UE possa partilhar a sua própria casa e, ao mesmo tempo, permitir aos governos lutar contra a especulação imobiliária”.

Assim, a empresa já apresentou diversas propostas e diz estar disposta a colaborar com as autoridades europeias e nacionais. “Por exemplo, a criação de um registo de anfitriões a nível europeu asseguraria que os anfitriões teriam acesso a regras justas e proporcionais, preservando o seu direito à prestação de serviços como uma liberdade fundamental da UE. Acreditamos que um sistema comum europeu – que substituiria os registos locais – simplificaria o processo, especialmente para os anfitriões não profissionais, que são desproporcionalmente afetados por regras desatualizadas e fragmentadas que existem um pouco por toda a EU”, explicou Andreu Castellano.

Segundo o responsável, “é preciso desmistificar que o número de alojamentos anunciados na Airbnb em cidades é demasiado pequeno para poder ser a causa exclusiva da variação de preços, que estão mais ligados aos ciclos económicos e às decisões de política monetária”, para indicar ainda que, além disso, a partir de 2020 a maioria das reservas na Airbnb em Portugal passou de urbana para predominantemente rural. “Portugal registou um aumento acentuado do índice de turismo rural nas estadias na Airbnb, sinalizando um forte movimento de reservas longe das zonas urbanas para mais zonas rurais. Este movimento foi significativamente maior do que para todo o turismo em Portugal, confirmando que a Airbnb está a facilitar a dispersão geográfica dentro dos países”.

Mas, a empresa pensa que as viagens não voltarão a ser como antes da pandemia e “queremos ser parceiros das cidades para assegurar que o turismo recupera de uma forma que seja segura, sustentável e que beneficie todos”.

Mais do que procurar centrar o turismo em grandes centros urbanos como Londres, Paris ou Lisboa, como faz a maior parte da indústria de viagens, “queremos diversificar e distribuir os benefícios económicos para as comunidades que deles precisam, destacou Andreu Castellano.

Isto porque, conforme diz, os hábitos de viagem mudaram e muitas pessoas não só usam a Airbnb durante as férias, mas também vivem em Airbnb. “Cada vez mais pessoas, não apenas turistas, mas também estudantes, jovens profissionais, etc. estão a usar a Airbnb para ter acesso ao tipo de flexibilidade que querem ou necessitam”, por isso, acrescenta que a empresa vai continuar a apoiar estes novos hábitos de viagem “adaptando o nosso produto, e vamos trabalhar com os destinos em Portugal e na União Europeia para os ajudar a aproveitar ao máximo estas mudanças, no interesse de todos”.

A empresa, que tem anunciados na sua plataforma alojamentos distribuídos por todo o território continental (litoral e interior) e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores, avança que 2021 foi um ano de alguma retoma da atividade, uma vez que o turismo doméstico e o regresso da procura estrangeira gerou novas oportunidades económicas para zonas mais afastadas das grandes cidades. É aliás, esse o empenho da empresa que continua a apoiar o turismo sustentável em Portugal.

Seguros mais abrangentes para os anfitriões
“A Airbnb está empenhada em apoiar as autoridades locais e em continuar a apoiar e a capacitar os anfitriões. Nesse sentido, o Portal das Cidades é uma ferramenta especialmente concebida para apoiar a regulamentação do setor público, fornecendo informações sobre a presença da Airbnb na cidade de Lisboa, ferramentas para ajudar a aplicar as leis e uma melhor forma de contactar a Airbnb quando necessário”, explicou o porta-voz da empresa.

“O Portal das Cidades da Airbnb vai ajudar a cidade de Lisboa potenciar esta revolução nas viagens”, garante Andreu Castellano, destacando que o portal “ajuda os municípios a aceder a dados para testemunhar algumas destas tendências”. A Airbnb tem neste momento 35 parcerias no Portal das Cidades com governos e organizações da Europa, incluindo em França, Dinamarca e o Reino Unido, e está em conversações com mais de 25 parceiros europeus.

A empresa anunciou recentemente a proteção gratuita e adicionou coberturas nos planos de seguros para anfitriões. Sobre este assunto, o responsável explica que o programa AirCover, dá proteção completa para cada anfitrião na Airbnb com um milhão de dólares em proteção contra danos e um milhão de dólares em cobertura de responsabilidade civil. O AirCover também inclui proteção em caso de perda de rendimentos, proteção em caso de danos de animais de estimação, proteção de limpeza profunda, e muito mais. “O AirCover está sempre incluído e é sempre gratuito para todos os anfitriões novos e existentes”, precisou.

Também, a Airbnb lançou um programa para promover o alojamento responsável, distribuindo detetores de ruído pelos anfitriões em Lisboa. A Airbnb ativou também a sua Linha de Apoio ao Bairro em Portugal, oferecendo aos vizinhos uma linha direta de comunicação para a Airbnb para comunicar preocupações urgentes sobre um anúncio ou comportamentos de hóspedes na sua comunidade local. Segundo Andreu Castellano, estas iniciativas fazem parte do compromisso da Airbnb de “promover um comportamento responsável entre anfitriões e hóspedes e de promover uma coexistência saudável com o bairro. O compromisso incluiu também o lançamento do Portal das Cidades em Lisboa e o lançamento da Tecnologia de Reserva de Alto Risco para ajudar a combater as festas perturbadoras e outros distúrbios para a vizinhança”.

Criadas novas empresas de suporte à atividade
O Alojamento Local ajudou também à criação de uma série de empresas que visam apoiar a atividade, nomeadamente na área de gestão. É exemplo a Homing Group que abriu recentemente uma nova loja no centro de Lisboa vocacionada para a gestão do AL

CEO da Homing, João Bolou Vieira, refere que “a gestão de AL continua a ser o foco da Homing Short Term Rent. Apesar do recuo devido à pandemia, mantem-se uma aposta segura para proprietários que querem investir. Daí a nossa aposta numa rede de lojas físicas no Porto e no centro de Lisboa, com uma loja exclusiva para a atividade de AL localizada na Duque D’Ávila. Estamos ainda localizados na zona do Algarve, junto à Marina de Vilamoura, mas atuamos em toda a região do Algarve”.

A Homing Short Rent, membro do Turismo de Portugal, é, assim, a marca de gestão de unidades para o AL, que atua no mercado do arrendamento de média e curta duração em plataformas online e nas lojas físicas que possui atualmente, com “um modelo de gestão ideal para os proprietários, no qual estes podem rentabilizar as suas casas sem preocupações.

A marca tinha como estimativa fechar o ano de 2021 com mais de 250 unidades no Porto, Lisboa e Algarve, mas com meta de, em 2022 aumentar este número mantendo o equilíbrio com a qualidade de serviço.

A empresa diz que pretende seguir uma estratégia de proximidade e de apoio a cada hóspede, proprietário, investidor, promotor ou a quem quer saber um pouco mais sobre a atividade. Assim, segundo o executivo, a Homing “diferencia-se no mercado pela presença física, através da sua loja aberta diariamente, garantido assim o apoio aos hóspedes e ainda a uma distância curta das unidades”.

Sublinha, ainda, ser importante esta proximidade com o cliente, como prova de confiança e credibilidade. No entanto, “o contexto digital é igualmente importante, não só para automatizar os processos internos, mas também os processos quer com o cliente quer com o proprietário”. Por isso, “acreditamos que investir continuamente na atualização do website é fundamental para que toda a nossa rede tenha um acesso rápido e próximo ou nas plataformas específicas para os proprietários que dessa forma conseguem um acesso atualizado sobre as suas propriedades. As apostas da marca nestas ferramentas facilitam a comunicação junto da rede da Homing”, disse João Bolou Vieira em declarações ao Publituris.

Explica que “a expansão da nossa operação de retalho é uma estratégia que arrancou em 2019 e que queremos manter a par do imobiliário, já que ambos funcionam como complemento um do outro. Desta forma, o objetivo é “continuar a expandir o negócio focados na qualidade do serviço nas zonas em que atuamos de momento”.

E o que faz uma empresa de gestão do AL? Que serviços oferece aos proprietários? O CEO do grupo explica: a gestão de reservas, pricing e revenue management dos arrendamentos, procedimentos legais, consultoria de design, manutenção, dos serviços de limpeza; o acesso a uma área reservada na plataforma online onde os proprietários podem acompanhar a rentabilidade e calendário de reservas todo o ano e bloquear data; a promoção, prestação do serviço até à gestão completa do apartamento ou edifício.

Paralelamente, “quem procura rentabilizar os seus imóveis ou investir em Portugal tem geralmente pouco tempo e recorre aos serviços de gestão completa, onde se inclui a manutenção do imóvel, o check-in e o check-out, a gestão de promoção em diversas plataformas e questões burocráticas”, realça ainda.

E assegura que “a Homing só aluga apartamentos em perfeitas condições. “Os nossos técnicos de manutenção vistoriam regularmente os apartamentos, de forma a estarem sempre impecáveis e temos uma equipa especializada na limpeza. Tratamos de todos os procedimentos legais e operacionais inerentes à atividade; registo na câmara, participação ao SEF e, ainda, temos um gestor de conta dedicado a cada proprietário que presta todos os esclarecimentos. A opção de entregar a gestão do imóvel a empresas especializadas em Alojamento Local apresenta, assim, grandes vantagens para os proprietários”. Estes apenas precisam de preencher o formulário no site da Homing com os dados necessários para se avançar com o processo.

João Bolou Vieira lembra que, “num setor em vias de profissionalização, a opção de entregar a gestão do imóvel a uma empresa especializada em Alojamento Local é hoje, mais do que um negócio, uma parceria que permite rentabilizar as casas dos seus proprietários atualmente no mercado. Temos diferentes perfis de cliente, tais como, o investidor, o promotor, o proprietário e o turista ou hóspede”.

Quem disse que não havia luxo no AL?
O Alojamento Local em Portugal já disponível de norte a sul de Portugal e nas regiões autónomas da Madeira e dos Açores para os mais diversos gostos, bolsos e segmentos. Tudo depende para onde se quer ir, do que se gosta e de quanto está disponível a pagar.

Um dos grandes exemplos desta segmentação é a criação, nomeadamente na Nazaré ou Peniche, de unidades de AL completamente vocacionadas para o surf, hoje a maior atração turística dessas localidades.

Se nas grandes cidades, como Lisboa e Porto, a pandemia obrigou à redução de unidades já existentes, e à retração dos investimentos nesta atividade, no interior do país e em áreas de menos densidade populacional, o Alojamento Local tem vindo a recuperar, em número de unidades e de dormidas.

E o luxo está a acompanhar esta tendência. É o caso de uma das mais recentes unidades que nasceu em Braga, das mãos de um grupo que nem estava ligado ao setor. Só que decidiu apostar na diversificação do negócio. O novo alojamento local é a primeira aventura em hotelaria e turismo do grupo Socicorreia, dedicado ao imobiliário e à construção civil, num investimento de 2,5 milhões de euros.

“O investimento no setor do Turismo é uma sequência natural dos investimentos do Grupo Socicorreia, que desde sempre procuram a diversificação de negócios e a aposta em áreas de mercado tão competitivos quanto lucrativos, mantendo a qualidade”, assinala Custódio Correia, CEO do grupo.

O novo Lux Housing Século XXI ocupa um edifício centenário em pleno centro da cidade de Braga, agora totalmente recuperado e modernizado. São oito luxuosos apartamentos contemporâneos e sofisticados que dão atenção ao detalhe, nos materiais e decoração, com terraço, jardim privado e vistas privilegiadas para a cidade, com a particularidade de, apesar de serem apartamentos, reunirem condições de um hotel de cinco estrelas. Todos os alojamentos foram pensados para turistas e para executivos, sendo que existem condições para a realização de reuniões no seu interior.

Como espaços comuns, encontra-se também uma zona de lazer onde está disponível informação diversa para partir à descoberta da cidade e zona envolvente, com propostas para aluguer de viaturas de gama alta, serviço de transferes, organização de viagens e visitas à região, com ou sem motorista.

O objetivo da empresa, que passa por diversificar os seus negócios e expandir a organização para o setor do turismo, ao mesmo tempo que responde às necessidades do mercado no segmento ‘premium’ e de negócios na região, espera que, esta unidade possa atingir uma ocupação de 60% no primeiro ano de operação.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Artigos relacionados
Hotelaria

Selina aposta no segmento de bem-estar através de parceria com o operador Mantra

O grupo pretende elevar o potencial dos retiros de bem-estar no ecossistema da Selina.

O grupo Selina Hospitality PLC. estabeleceu uma parceria com o Mantra, um operador global especializado em retiros, “para elevar o potencial dos retiros de bem-estar no ecossistema da Selina”, como refere em comunicado.

O grupo já conta com 163 locais em 25 países e seis continentes, sendo que agora expande-se nesta área com a criação de uma entidade distinta, “focada unicamente na construção de experiências enriquecedoras de bem-estar”.

O Mantra é conhecido pelos programas em que reúne instrutores de yoga, meditação e movimento com uma experiência culinária, música ao vivo e viagens de um dia “para proporcionar um retiro completo da mente, do corpo e da alma”. No âmbito desta parceria, o Mantra encontra-se a reunir talentos locais ligados ao bem-estar – sejam professores, chefes de cozinha ou músicos – para desenvolver programas personalizados para os vários retiros do Selina.

“O Selina orgulha-se de defender uma marca como a Mantra e de estar na vanguarda desta evolução em experiências globais de viagens e retiros. Vemos a nossa parceria como uma oportunidade para alcançar novos clientes e entrar no mercado do bem-estar, proporcionando aos líderes, professores e instrutores os melhores espaços para levar as suas habilidades e experiências únicas, a pessoas de todo o mundo” afirma Steven O’Hayon, VP de Estratégia Selina.

Antes de estabelecer esta parceria com o Selina, o Mantra tinha já organizado mais de 50 retiros, team-buildings de empresas e festivais em Israel, Grécia, Chipre, Egipto e Sri Lanka, desde a sua fundação em junho de 2020.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Prémios Construir’22 nomeiam seis hotéis para melhor empreendimento turístico

As votações para a 15.ª edição dos Prémios Construir’22, que vai decorrer a 21 de novembro, numa cerimónia a ter lugar no Cineteatro Capitólio, em Lisboa, estão abertas até 17 de novembro.

The Editory Riverside Hotel Apolónia (Lisboa), Eurostars Aliados (Porto), Hotel M.OU.CO (Porto), White Shell (Algarve), W Algarve (Algarve) e Pestana Douro Riverside (Porto) são os hotéis nomeados para melhor empreendimento turístico na 15.ª edição dos Prémios Construir’22, que vão ser entregues a 21 de novembro, numa cerimónia a decorrer no Cineteatro Capitólio, em Lisboa.

As votação para escolher os vencedores dos Prémios Construir’22 já se encontram a decorrer online e estão abertas até à próxima quinta-feira, 17 de novembro.

Os hotéis estão nomeados na categoria dedicada ao imobiliário, que vai eleger também o melhor edifício de escritórios, melhor espaço de comércio e serviços, melhor edifício residencial e melhor consultora.

Além da categoria dedicada ao imobiliário, estes prémios, que são entregues pelo jornal Construir anualmente, incluem também categorias dedicadas à arquitetura, engenharia e construção.

No caso da arquitetura, vão ser distinguidos os melhores projetos públicos e privados, assim como o melhor projeto de reabilitação e o melhor atelier, enquanto na categoria engenharia, além dos melhores projetos públicos e privados e do melhor gabinete, vai ser também atribuído um Prémio de Fiscalização e Coordenação e um Prémio de Internacionalização.

Já na categoria construção, vai ser distinguida a melhor construtora, sendo ainda atribuídos os prémios Internacionalização, Cidade e Sustentabilidade.

Os Prémios Construir foram criados com o objetivo de homenagear e celebrar o esforço e talento de empresas e profissionais dos diversos setores da Construção.

As nomeações são realizadas pela equipa do jornal Construir, de acordo com a análise de critérios que passam pelo mérito, técnica, funcionalidade e inovação, e os vencedores são encontrados através da votação dos leitores do jornal, seja na versão digital ou na edição impressa.

Para votar, basta introduzir o endereço de e-mail com que está registado como assinante do Construir e/ou como subscritor da Newsletter do Construir no formulário de votação e escolher entre os vários nomeados.

As votações estão disponíveis aqui.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Marriott International lança nova marca para apartamentos turísticos de luxo

Os Apartments by Marriott Bonvoy pretendem dar resposta à procura que combina viagens de negócios com lazer e vêm diversificar as opções de alojamento da cadeia de hotelaria norte-americana.

A Marriott International lançou uma nova marca para apartamentos turísticos de luxo, os Apartments by Marriott Bonvoy, novidade que pretende dar resposta à procura que combina viagens de negócios com lazer e que vem diversificar as opções de alojamento da cadeia de hotelaria norte-americana.

“Os viajantes que planeiam feiras e viagens de negócios longas procuram, hoje, mais opções de alojamento, e a introdução dos Apartments by Marriott Bonvoy responde a essas tendências, oferecendo um produto premium apoiado pela nossa marca e plataforma de distribuição”, afirma Stephanie Linnartz, presidente da Marriott International

Os Apartments by Marriott Bonvoy vão direcionar-se a um segmento de luxo e superior, diferenciando-se das demais marcas da Marriott International pela decoração e design, uma vez que vão ter inspiração dos locais onde estão inseridos, respondendo aos clientes que procuram alojamento mais espaçoso e com serviços residenciais.

De acordo com informação publicada no site da cadeia de hotelaria, os Apartments by Marriott Bonvoy não vão, contudo, disponibilizar alguns dos serviços típicos da hotelaria, como restauração e bebidas, salas de reuniões ou lojas, contando com um design semelhante ao das marcas Autograph Collection e Tribute Portfolio.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Destinos

Faro já arrecadou um milhão de euros com taxa turística em 2022

O valor arrecadado pela autarquia da Faro com a taxa turística, que é aplicada entre março e outubro, e tem um valor de 1,5 euros por noite, corresponde ao dobro do inicialmente estimado.

Publituris

O presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, revelou à Lusa que a autarquia já arrecadou, este ano, perto de um milhão de euros com a taxa turística, o dobro do que se previa inicialmente.

“Ficámos muito satisfeitos, não só pela verba arrecadada, mas ainda mais porque corresponde ao dobro do que tínhamos previsto”, disse o autarca à Lusa, referindo que este foi o primeiro ano em que a taxa turística de Faro funcionou normalmente, depois de dois anos de suspensão devido à pandemia.

De acordo com Rogério Bacalhau, o montante arrecadado foi muito superior ao previsto, o que quer dizer que, ao contrário do que acontecia há uns anos, Faro já se tornou um destino turístico e prova que a adoção da taxa não provocou qualquer perda de competitividade, como previam os opositores da taxa.

Recorde-se que a taxa turística de Faro tem um valor de 1,5 euros por noite e é aplicada entre março e outubro de cada ano, por um período máximo de sete noites em cada estadia de hóspedes com idade igual ou superior a 13 anos de idade.

O autarca garantiu que a taxa vai continuar a ser aplicada e espera que outros concelhos algarvios aprovem regulamentos em breve para beneficiarem deste acréscimo de receita.

“Esta receita é importante também para o setor turístico, porque permite fazer mais investimentos na melhoria de Faro enquanto destino”, explicou o autarca da capital algarvia, considerando que o valor arrecadado com a taxa permite “aumentar o número de visitantes e a qualidade da oferta”, nomeadamente ao nível do espaço público, património, oferta cultural e de eventos, e serviços prestados aos turistas.

Rogério Bacalhau explicou ainda que a taxa de Faro foi previamente “harmonizada” no seio da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), onde estão representados os 16 concelhos algarvios, isto apesar do presidente da AMAL, António Miguel Pina, ter dito que preferia a aplicação, a partir de 2023, de uma taxa turística municipal com um valor comum a toda a região, que só seria, contudo, aplicada depois de ouvidos os parceiros do setor do turismo.

Atualmente, apenas Faro e Vila Real de Santo António adotaram uma taxa turística em todo o território algarvio, ainda que, em Vila Real de Santo António, a taxa tenha moldes diferentes, uma vez que é cobrada ao longo de todo o ano e tem um valor de um euro por noite em unidades hoteleiras, aldeamentos e apartamentos turísticos, turismo de habitação, agroturismo  alojamento local, enquanto nos parques de campismo e caravanismo ou em áreas de serviço de autocaravanas, o valor da taxa desce para 50 cêntimos por dia.

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Vila Galé abre recrutamento para contratar 170 colaboradores para novos hotéis

Grupo de hotelaria português está a contratar colaboradores para os quatro hotéis que vai abrir em 2023, dois dos quais em Beja, outro em Tomar e o primeiro hotel Vila Galé em Ponta Delgada (Açores).

Publituris

A Vila Galé abriu um processo de recrutamento para contratar 170 colaboradores para os quatro hotéis que o grupo de hotelaria português vai abrir no próximo ano, concretamente o Vila Galé Collection Tomar (Tomar), Vila Galé Collection São Miguel (Ponta Delgada, Açores), Vila Galé Nep Kids (Beja) e Vila Galé Monte do Vilar (Beja).

O grupo procura “pessoas com gosto particular pelo atendimento ao cliente, com conhecimento de línguas, dinâmicas, empenhadas e com vontade de crescer dentro da organização”, estando o processo de recrutamento já está a decorrer online, através da página de carreiras do grupo e as candidaturas podem ser apresentadas aqui.

Assistentes de direção, chefes e subchefes de restaurante, governantes(as), empregados(as) de mesa, cozinheiros(as), técnicos(as) de manutenção ou empregados(as) de andares são algumas das vagas disponíveis.

Segundo um comunicado da Vila Galé, os colaboradores do grupo têm acesso a vários benefícios, incluindo descontos em alojamentos e serviços do grupo, prémios anuais de produtividade e seguro de saúde após seis meses de inclusão na empresa, ofertas no aniversário, bónus de noites nos hotéis da rede consoante a antiguidade e vantagens exclusivas em entidades parceiras de saúde e bem-estar, cultura e ensino.

Além destes benefícios, o grupo de hotelaria promove também a formação contínua dos seus colaboradores e oferece oportunidades de mobilidade entre Portugal e o Brasil e de progressão na carreira, sendo que, no caso dos hotéis do Alentejo, está também contemplada a possibilidade de alojamento.

A Vila Galé lembra que, ao longo dos anos, “tem sido várias vezes considerada uma das melhores e mais atrativas empresas para trabalhar no setor do turismo e já conquistou várias distinções na área dos Recursos Humanos”.

Com a inauguração dos quatro novos hotéis em Portugal no próximo ano, a Vila Galé passa a contar com 31 unidades em território nacional e dez no Brasil.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Presidente da ALEP assume liderança da European Holiday Home Association

Eduardo Miranda foi nomeado para liderar a European Holiday Home Association (EHHA), em reconhecimento pelo “trabalho que ajudou a tornar Portugal numa referência do sector do Alojamento Local em toda a Europa”.

Publituris

O presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), Eduardo Miranda, foi nomeado para liderar a European Holiday Home Association, associação europeia que representa o setor, em reconhecimento pelo “trabalho que ajudou a tornar Portugal numa referência do sector do Alojamento Local em toda a Europa”.

Num comunicado divulgado esta terça-feira, 8 de novembro, a ALEP indica que o primeiro ato oficial de representação de Eduardo Mirando enquanto presidente executivo da EHHA será como orador no Fórum Europeu de Turismo, organizado pela Presidência do Conselho da União Europeia e pela Comissão Europeia, que decorre em Praga, na Chéquia, a 15 de novembro.

Neste fórum, entre outros temas, vai ser discutida a proposta de regulamento apresentada pela Comissão Europeia para reforçar a transparência no domínio do short-term-rental (alojamento local) e criar um sistema unificado de registo.

“Um quadro harmonizado de recolha e comunicação de dados e registos ajudará a enfrentar alguns dos atuais desafios do sector que ainda é dominado por uma fragmentação da regulamentação que propícia um ambiente de falta de segurança jurídica e uma aplicação ineficaz da lei”, considera Eduardo Miranda.

Para a ALEP, a escolha de Eduardo Mirando para presidir à EHHA reveste-se de “particular importância” porque acontece numa altura em que, “pela primeira vez, estão a ser apresentadas propostas de regulamentação do setor a nível europeu”.

“Portugal serve no contexto europeu como exemplo de um dos países mais avançado em matéria de regulamentação do setor, tendo a ALEP participado ativamente neste processo e sendo esta nomeação um reconhecimento do excelente trabalho da Associação a nível nacional e internacional”, defende a associação.

A ALEP considera que, a nível europeu, “as questões de regulamentação trazem ainda grandes entraves na gestão urbanística e no desenvolvimento da atividade do short-term-rental (alojamento local), que representa um grande peso no Turismo e na economia da Europa”.

Apesar da nomeação para a EHHA, Eduardo Mirando vai manter as funções na ALEP.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Homepage

Grupo Onyria duplamente nomeado nos European Excellence Awards 2022

O Grupo Onyria está duplamente nomeado para os European Excellence Awards 2022, onde está a concorrer em shortlist nas categorias Travel & Tourism e Internal Communications.

Publituris

O Onyria, grupo de gestão hoteleira com mais de 30 anos, detém o hotel de cinco estrelas Onyria Quinta da Marinha, onde foi desenvolvido o projeto de comunicação interna “Trading Places” (Inverter os papéis) – que valeu as duas nomeações do grupo para este concurso.

O projeto consistiu na ideia de inverter os papéis dos colaboradores do Onyria Quinta da Marinha Hotel, tornando-os hóspedes por um dia.

A iniciativa surgiu no seguimento dos dois anos de pandemia, como forma de compensar a resiliência da equipa. Os colaboradores “transformaram-se em clientes de luxo e carregaram energias para o verão de 2022, o momento de regresso à normalidade”, como o grupo indica em comunicado.

“Não há sucesso em hotelaria sem talento humano e esta foi uma forma de celebrarmos o nosso talento, numa altura decisiva para o turismo em Portugal. Estas nomeações são muito positivas porque vêm demonstrar o nosso empenho para fazer um trabalho de excelência, não só de forma externa, como interna”, afirma o diretor do Onyria Quinta da Marinha Hotel, João Pinto Coelho.

Os vencedores serão conhecidos a 9 de dezembro.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Seis hotéis portugueses distinguidos nos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023

A Condé Nast Johansens anunciou na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, os vencedores dos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023.

Publituris

A Condé Nast Johansens anunciou na noite desta segunda-feira, 7 de novembro, os vencedores dos Prémios de Excelência Condé Nast Johansens 2023. Durante a cerimónia e jantar de gala, também foi celebrado o 40.º aniversário da marca no hotel Kimpton Fitzroy London, um dos premiados da noite.

Os vencedores da Europa e zona do mediterrâneo são:

Best New or Recently Renovated Hotel:
Athina Luxury Suites, em Santorini, Grécia;

Best for Romance:
Sacred House, na Capadócia, Turquia;

Best Service:
Es Princep, em Maiorca, Espanha;

Best House, Villa or Serviced Apartment:
Castello Del Monsignore, em Florença e Toscânia, Itália;

Best Small & Exclusive Property:
Verride Palácio de Santa Catarina, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal;

Best Value Experience:
Ti Al Lannec, na Bretanha, França;

Best Dining Experience:
El Llorenç Parc De La Mar, em Maiorca, Espanha;

Best Waterside Hotel (Riverside, Lakeside, Seaside):
Domes Lake Algarve, em Vilamoura, Algarve, Portugal

Best Urban Hotel (Town, City):
Palacio De Atocha By Coolrooms Hotels, em Madrid, Espanha

Best Hotel Spa:
Hotel Botánico & The Oriental Spa Garden, em Tenerife, Espanha.

Best Destination Spa:
Bahía Del Duque, em Tenerife, Espanha;

Best Countryside Hotel:
Terra Nostra Garden Hotel, nos Açores, Portugal;

Best Breakfast:
Santiago de Alfama – Boutique Hotel, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal;

Best for Families:
Cornelia Diamond Golf Resort & Spa, em Antalya, Turquia;

Best for Weddings, Parties & Celebrations:
Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel, Porto e Norte de Portugal, Portugal

Best Immersive Experience:
Toscana Resort Castelfalfi, em Florença e Toscânia, Itália;

Best for Meetings and Conferences:
Palácio Estoril Hotel Golf & Wellness, em Lisboa e Vale do Tejo, Portugal

Best for Green Practices & Sustainability:
Susafa, na Sicília e Ilhas Eólias, Itália;

Readers’ Award:
Parco Dei Principi Grand Hotel & Spa, em Roma, Itália

Durante a cerimónia também foram anunciados os vencedores internacionais do Reino Unido, América do Norte (Estados Unidos, Canadá, México e Caraíbas), América do Sul e América Central, Ásia, África, Médio Oriente e Oceânia.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Selina
Atualidade

Selina passa a estar cotada na Bolsa de Nova Iorque

A Selina, que agora passa a designar-se Selina Hospitality PLC, já tem as suas ações cotadas na segunda maior bolsa de valores de Nova Iorque, a NASDAQ – National Association of Securities Dealers Automated Quotations, sob os símbolos “SLNA” e “SLNAW”.

Publituris

De acordo com informação enviada em comunicado, a entrada na bolsa NASDAQ tem vindo a ser preparada desde o final de 2021, através da celebração de um acordo de fusão com a BOA Acquisition Corp., uma empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto.

Com a fusão e consequente integração na bolsa de valores, a Selina garante 55 milhões de euros em receitas de PIPE, até 235 milhões de euros em dinheiro da conta fiduciária de BOA e 120 milhões de euros das subscrições de 150 milhões de euros de capital de 6% de notas convertíveis não garantidas com vencimento em 2026.

Para além do co-fundador e diretor-executivo Rafael Museri, e do co-fundador e diretor de crescimento Daniel Rudasevski, a Selina passa a contar com mais cinco diretores nas áreas de liderança, finanças, operações, marketing e tecnologia, “para reforçar a estabilidade e o crescimento da empresa”, como indicado em nota de imprensa.

“Fechamos um ciclo que há muito temos vindo a preparar e assinalamos um novo marco na história da Selina, ao estarmos cotados na bolsa. Continuamos focados em alcançar a rentabilidade à medida que crescemos, escalarmos o nosso negócio, e progredirmos no sentido de obter margens cada vez mais rentáveis, sempre com a ligação do nosso espírito e da nossa marca a hóspedes locais, trabalhadores remotos e nómadas digitais, a nossa oferta de hospitalidade diferenciada”, declara Rafael Museri, co-fundador e CEO da Selina.

No primeiro semestre de 2022, a Selina obteve receitas de 86 milhões de dólares, um aumento de 142% comparativamente ao período homólogo de 2021. Segundo informação enviada pela empresa, os resultados foram impulsionados “sobretudo pela melhoria do desempenho operacional em todo o portfólio, assim como pela abertura de 13 novos espaços com mais 3.368 camas na Grécia, Austrália, Portugal, Panamá, Estados Unidos, Marrocos e Israel”.

A 30 de junho de 2022 a Selina tinha 163 espaços abertos em 25 países nos seis continentes, com mais de 27.000 camas, o que representa um aumento de 43,3% face ao primeiro semestre de 2021.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Emprego e Formação

ADHP e AHETA assinam protocolo de cooperação para formação

A ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal e a AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve assinaram um protocolo com o intuito de “reforçar o contributo para a qualificação dos profissionais da hotelaria e do setor do turismo”.

Publituris

Este protocolo de cooperação, assinado a 28 de setembro, permite que os associados da AHETA beneficiem de condições especiais nas iniciativas de formação da ADHP. Prevê ainda fomentar a “realização de programas de formação técnico-científica e educacional”, em linha com os novos desafios do setor, como indicado em comunicado.

A assinatura deste protocolo vem no seguimento do anúncio de duas novas edições do Curso de Especialização em Direção Hoteleira (CEDH), a principal iniciativa de formação organizada pela ADHP. A primeira edição de 2022 teve início a 11 de outubro e a segunda arranca a 8 de novembro.

“A hotelaria e o turismo exigem cada vez mais formação especializada, para que as equipas estejam em linha com as expectativas e os objetivos das empresas. Este protocolo vai contribuir de forma decisiva para a ação da ADHP e da AHETA nessa dimensão, trazendo benefícios significativos para os associados das duas organizações ao aproximar os projetos formativos e ao desenvolver novos dinamismos baseados numa troca de know how técnico e científico”, refere Fernando Garrido, presidente da ADHP.

Por sua vez Helder Martins, presidente da AHETA, considera este “um passo muito importante, tendo em vista a disponibilização de oportunidades de formação no setor, algo de extrema importância para a melhoria da qualidade do serviço a prestar aos nossos hóspedes”.

“A formação profissional é, igualmente, uma das apostas da nova direção da AHETA. Quer com a ADHP, quer com outras entidades, temos tido oportunidade de identificar as reais necessidades de formação dos nossos associados, para que na próxima época baixa seja possível proporcionar oportunidades de formação a todo o setor”, menciona o dirigente.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.