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Solférias lança programação de verão para Porto Santo

O operador turístico Solférias já tem disponível no mercado a sua programação de verão 2022 para o Porto Santo em voos especiais com saídas às segundas-feiras tanto de Lisboa como do Porto.

Carolina Morgado
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O operador turístico Solférias já tem disponível para venda a sua programação em voos especiais para férias de verão 2022 em Porto Santo.

A operação para a Ilha Dourada, em colaboração com a Sonhando, vai decorrer de 06 de junho a 10 de outubro 2022 (último regresso), em voos diretos da Sata Internacional – Azores Airlines, com direito a bagagem e catering, com partidas de Lisboa e do Porto, às segundas-feiras.

O pacote, de sete noites de alojamento, inclui seguro, serviço de assistência e transferes. Os preços anunciados pela Solférias tem como base a ocupação dupla, destacando-se 530€ por pessoa no Hotel Praia Dourada em regime de só alojamento e 807€ por pessoa no Porto Santo Hotel & Spa em regime de meia pensão. Em regime de tudo incluído os preços vão desde os 659€ por pessoa no Hotel Vila Baleira e desde 932€ por pessoa no Hotel Pestana Colombos.

O operador turístico indica, em comunicado de imprensa, que a ilha do Porto Santo “tem vindo a aumentar a sua relevância junto dos viajantes nacionais, graças a uma oferta hoteleira de excelente qualidade, que acompanha na perfeição os atrativos naturais deste destino: sol, praia, gastronomia, simpatia, acolhimento, segurança e um magnifico clima. Tudo a uma curta distância de voo desde Portugal continental.

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Miguel Quintas assume que Airmet está “atenta às movimentações do mercado”

Miguel Quintas, chairman da Airmet, afirmou, no discurso de encerramento da 19ª Convenção da rede de agências de viagens, que decorreu no fim de semana no Funchal que “somos um grupo muito grande, um grupo muito forte”, e por ser assim, “estamos atentos às movimentações do mercado”.

O gestor considerou ainda que essas recentes movimentações do mercado “podem trazer algumas alterações naquilo que são as estruturas democráticas das instituições presentes no setor do turismo”.

O chairman da Airmet reforçou que estas movimentações “trazem atrás de si alguma deficiência democrática”, e garantiu que a rede “não deixará, em nenhum momento, que qualquer movimentação prejudique as suas agências de viagens. Elas estarão sempre em primeiro lugar”.

A respeito do grupo que lidera, Miguel Quintas destacou que a Airmet, com a nova direção, “tornou-se numa empresa extremamente dinâmica, porque as nossas agências conseguem acompanhar essas dinâmicas”, para acrescentar que “somos o primeiro grupo de gestão de agências de viagens em Portugal a ter um certificado de sustentabilidade, somos o número 1 em crescimento orgânico em 2022. Somos um grupo que tem permitido um aumento constante de rentabilidade das nossas agências. Procuramos permanentemente encontrar meios financeiros, comerciais e tecnológicos, para que as agências sejam mais competitivas. Por isto tudo, somos um grupo que está a desafiar o líder deste mercado”.

O universo das redes de gestão das agências de viagens em Portugal está em mudança. Respondendo a uma questão colocada pelo Publituris na conferência de imprensa à margem da 19ª Convenção da Airmet que teve lugar este fim de semana no Funchal, Luís Henriques, diretor geral do grupo afirmou que “não nos afeta e nem influencia naquilo que é a nossa tomada de decisão em termos de contratação”.

O responsável apontou que “temos uma independência muito grande em relação a outro tipo de parceiros. Não nos choca que isso aconteça, mas não é um caminho que vamos seguir”.

Por outro lado, Luís Henriques observou que “não vejo nos próximos anos, de todo, a possibilidade da Airmet integrar num grupo, ser comprada ou comprar o que quer que seja. Não é o nosso caminho, o nosso é a independência para termos sempre a capacidade de decidir o que é melhor para a nossa casa. Temos sim é que estar atentos às mudanças do mercado”.

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airventure já tem 10 sócios e está a crescer, assegurou Luís Henriques

A airventure, organização que nasceu em janeiro deste ano com objetivo de dar “mais rentabilidade” e “mais competitividade” aos sócios que a compõem, já tem neste momento 10 sócios e capacidade de garantir 8% a 10% do BSP Portugal, revelou aos jornalistas Luís Henrique, diretor geral e representante da Airmet na sociedade, à margem da 19ª Convenção da rede de agências de viagens que decorreu no fim de semana no Funchal.

Composta inicialmente pela Airmet, Consolidador.com e as agências Gomes Alves, Tropical Season, Leiriviagem e Via São Jorge, a empresa assinou na semana passada a entrada de quatro novos sócios: Dreamgrow, GoDiscover, Euromar e Atlantic2You. A rede Em Viagem, que anunciou recentemente a intenção de fazer parte deste projeto acabaria por não a concretizar, tendo entrado na GEA.

Luís Henriques deu conta que a airventure “está a iniciar, mas está a crescer. Teve um processo de adaptação, mas está a arrancar. Diria que conseguimos já garantir condições comerciais muito boas, temos já vários contratos assinados com companhias aéreas e valores de segmentação, nomeadamente, com a Travelport, que mais ninguém paga no mercado”, disse, e acrescentou que “somos um grupo um pouco “outsider”, mas é um espaço que nos agrada na prática porque parece que somos mais criativos, mais dinâmicos, mais agressivos, inovadores e mais jovens. Portanto, é um posicionamento que não nos choca ter”.

O representante da Airmet na sociedade indicou que há algumas agências que manifestaram interesse em aderir e que o deverão fazer no segundo semestre (uma vez que a maioria dos contratos aéreos são semestrais). “Acredito que, nessa fase, passaremos a sociedade anónima, e teremos mais agências a incorporar o grupo e, com isto, conseguiremos atingir agências de um nível que dificilmente conseguiríamos ter se não fossemos airventure”, apontou.

Luís Henriques destacou que a empresa continuará na alçada da Airmet, pois não pode ser transacionável, e também “bebe” dos contratos que a própria Airmet tem. Por tal, “somos sócios maioritários em termos societários. Já em termos operacionais e de gestão temos uma equipa diretiva constituída por cinco sócios (cargos de três anos) em que cada um tem direito a um voto e as decisões são por maioria simples. A Airmet, mesmo com uma posição maioritária (50,01%), tem direito a um voto que vale 20%. A empresa obriga a três assinaturas e isto tudo quer dizer que a nossa influência no poder de decisão na airventura é de 20%, ou seja não temos o controlo direto de gestão, mas sim, partilhado pelos sócios”.

O responsável acrescentou que se trata de uma empresa “com sócios com objetivos comuns e com interesses comuns que se juntaram para terem melhores condições financeiras”. A airventure é composta, exclusivamente, por agências de viagens IATA em Portugal e com RNAVT próprio, uma organização que “faz falta ao mercado e que pode ter um espaço importante na distribuição para agências exclusivamente IATA”.

Com vista ao seu crescimento, a airventure está em processo de recrutamento de um diretor. Quem tem estado a liderar o projeto é Luís Henriques que, referiu que “quem entrar será no final de abril e terá um trabalho de angariação de novos sócios até final de junho, para que possamos iniciar um segundo semestre mais forte”.

As agências de viagens da rede Airmet “reagiram bem” ao projeto, que visa “sermos competitivos para um diferente tipo de agências que achámos que não tínhamos armas para combater com a concorrência. As nossas agências compreenderam o conceito, a rede vê isso como uma inovação que estamos a desenvolver e, de forma indireta beneficia sempre. Integrando a airventure na própria Airmet é mais produção que temos, é mais força que temos. Diria, então, que nunca colocaram o projeto em causa”, reforçou Luís Henriques.

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Airmet empenhada na obtenção de maior rentabilidade das agências de viagens da rede

Tendo em conta que este ano há boas perspetivas para as agências de viagens e que as vendas neste primeiro trimestre cresceram em números recordes, o grupo Airmet vai-se focar em várias vertentes permitindo que as agências associadas obtenham ainda uma maior rentabilidade.

Primeiro, como disse Luís Henriques, diretor geral da Airmet, em conferência de imprensa à margem da 19ª Convenção da rede, que decorreu no fim de semana na Madeira, e respondendo a uma questão colocada pelo Publituris, “vamos acompanhar melhor os nossos agentes de viagens, e para tal reforçámos a equipa comercial. Com 315 pontos de venda, não podemos ter menos que três comerciais na rua. Queremos fazer muito mais visitas e estar mais próximos deles. Normalmente, fazemos uma média de duas visitas por ano e queremos passar para quatro. Portanto, queremos estar cada vez mais presentes, mais próximos das agências e criar cada vez mais relações com elas”.

A segunda aposta do grupo este ano será, “cimentar cada vez mais esse modelo de negócio que assumimos com os operadores premium com remuneração direta por ponto de venda em vez de ser por grupo. Este formato permite ao empresário planear, orçamentar, organizar e controlar o seu negócio em todos os momentos para que no final do ano tenha rentabilidade adicional. Neste momento têm todas as ferramentas para que isso aconteça”, realçou o diretor geral da Airmet, para acrescentar que “o foco é esse, dar todas as ferramentas aos associados para lhes permitir ter um negócio ainda mais rentável”.

A tecnologia será sempre o foco da Airmet, assegurou Luís Henriques. “Fomos sempre um grupo inovador e vamos continuar a inovar. Estamos a trabalhar em duas novas soluções para apresentar até ao final do ano”.

“Somando ao segundo ponto, temos também a airventure que faz um pouco parte da contratação, é ter uma oferta transversal a todo o mercado, isto é, quer seja uma agência apenas com um funcionário e venda 300 ou 400 mil euros, quer seja uma de maior dimensão que fature 20 ou 30 milhões”, esclareceu o responsável, assegurando que “queremos crescer tanto na Airmet como na airventure”.

No grupo Airmet, o projeto que está em fase de busca de solução é o da Q’Viagem! (franchise). Luís Henriques realçou que com 12 agências de viagens “não temos massa crítica. Mesmo assim, garantimos serviços à rede, temos um departamento marketing com uma pessoa praticamente alocada a elas, nas desistimos delas, mas estamos a estudar soluções em relação ao que vamos fazer à marca e vamos colocá-las à disposição dessas agências dentro de pouco tempo, no sentido de que ou o projeto continua, ou avança, ou é integrado noutra marca ou noutra rede. Há também a hipótese de essas agências quererem manter a marca Q’Viagem!, mas sem contar com os nossos serviços”.

A contratação de risco, anunciada durante a 18ª Convenção da Airmet o ano passado é outro projeto que ainda não avançou e o diretor geral do grupo explicou que “pensámos em fazê-lo e até tivemos conversas com alguns operadores turísticos para avançar em 2022, inclusivamente estávamos dispostos em arriscar, nós Airmet, e tivemos reuniões com cerca de 30 das nossas agências que estavam interessadas, mas de certa forma, achámos que não era o momento ideal para o fazer, porque o mercado estava instável e não tínhamos grande noção de como seria o ano”.

Luís Henriques apontou que “estamos em março, vamos esperar e pensar nessa solução mais para o final do verão para começar a planear para o próximo ano, mas depende muito de como vai correr o 2023. Acredito que há muita antecipação de venda, mas sabemos que é completamente impossível este mercado esticar da forma como está a acontecer”.

Assim, “se verificarmos que há realmente uma consolidação da antecipação de vendas que já existia antes do Covid, fará todo o sentido avançarmos. Se o mercado continuar com este nível de crescimento até ao início do verão, até poderemos ser mais ambiciosos. Com a nossa dimensão (315 pontos de venda e com previsão para atingir os 360 até ao final do ano), poderemos garantir algumas partidas de algumas operações. Para termos sucesso numa estratégia dessas temos de ser muito competitivos porque não somos uma rede vertical onde tudo é mais fácil, mas sim um grupo de gestão”, disse.

 

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Convenção da Airmet deu enfoque à tecnologia, novo modelo de contratação e à aposta na sustentabilidade

Tanto o CEO da Airmet, Miguel Quintas, como o diretor geral, Luís Henriques, assumiram que a 19ª Convenção anual da rede de agências de viagens, que decorreu este fim de semana na Madeira, foi a maior de sempre. O grupo apresentou às suas agências de viagens as novidades ao nível da tecnologia, fez um balanço do novo modelo de contração iniciado o ano passado, e falou sobre sustentabilidade, que aliás, foi o tema genérico desta convenção.

Luís Henriques, diretor geral da Airmet disse aos jornalistas que a 19ª Convenção do grupo, que decorreu este fim de semana na Madeira, foi a maior da sempre, com 335 participantes, apesar do contratempo do seu adiamento devido a uma anunciada greve da TAP para a data em que estava inicialmente prevista, ou seja, no início do ano.

A Aimet apresentou aos seus associados as novas soluções ao nível da tecnologia, fez um balanço do novo modelo de contratação iniciado o ano passado, cujo caminho “será para continuar em 2023, embora com algumas alterações”. Além disso, auscultou os seus parceiros da Madeira, uma vez que tem alguns associados que tem alguns associados que são recetivos importantes na ilha, e terminou com um painel sobre a sustentabilidade que foi, aliás a temática central da convenção, uma aposta que o grupo está a fazer, uma vez que a rede acaba de concluir o seu processo de certificação.

“O que apresentámos em relação à tecnologia foram duas soluções em que uma delas, apesar de não ser nova no mercado é um fare optimization de GDS para conseguir tarifas mais vantajosas para alavancar a rentabilidade das agências de viagens” disse Luís Henriques para acrescentar que com o projeto da Airventure “vamos estar muito ativos na questão da tecnologia e na obtenção de ferramentas para essa área de negócio”.

Ainda no que diz respeito à tecnologia, a Airmet vai ter uma plataforma de vistos dentro da sua intranet. O diretor geral da rede lembrou que desde 1996 que 80 países obrigam à emissão do visto eletrónico, assim, a rede vai oferecer às suas agências de viagens, num único local, as condições de todas de todos os países, numa forma simples e rápida, o acesso às obrigações legais para a entrada em determinados países.

Esta plataforma de vistos tem duas soluções segundo Luís Henriques. “Pode haver agências de viagens que a utilizem apenas para informação, mas permite fazer a emissão de vistos através dela, e partilhar com o cliente, para além de criar ainda os registos numa base de dados”.

Quanto ao modelo de contratação anunciado na convenção do ano passado, recorde-se que o grupo criou uma classificação de operadores turísticos entre premium, preferenciais e restantes, sendo que os premium não se colam em termos de produtos, ou seja, não são concorrentes diretos.

Este modelo previa que no caso de haver um volume significativo de vendas no grupo dos operadores premium, daria direito à isenção da avença paga à Airmet. No entanto, segundo o diretor geral da rede, “o facto de termos sido obrigados a adiar também a nossa convenção o ano passado de fevereiro para maio, o projeto só foi apresentado às nossas agências nessa altura, e como sabemos que as vendas feitas de novembro a maio são fundamentais, acabaram por se perder esses benefícios”. No entanto, no seu universo de agências de viagens, cerca de 50 ainda conseguiram chegar aos benefícios sobre esta medida. Apesar de tudo “o caminho é esse”, garantiu, acrescentando que “como só dizia respeito às vendas de maio a dezembro e como não tinha retroatividade, fez com que o direcionamento não se sentisse de forma tão direta nas nossas agências”.

Este ano, segundo Luís Henriques “fizemos a comunicação em janeiro para que as nossas agências não perdessem tempo e, neste novo modelo, nos fornecedores premium, que são seis, as nossas agências de viagens recebem 1% direto das vendas no final do ano. Somos o único grupo de gestão que tem um conjunto de operadores que permite que as agências recebam rappel direto desde que direcionem as vendas”.

Adiantou que “posso dizer que, desses seis, em três estamos a crescer mais de 100% em termos de vendas, e um deles comunicou-nos que à data de hoje já temos mais 1% que o total do ano passado em número de passageiros e mais 3% em vendas”.

Refira-se que na categoria de operadores premium, a Airmet conta com a Newblue, a W2Meet, a Icárion, a Lusanova, a Flexible Autos e a Image Tours.

Isto quer dizer que “ao lançar este projeto, acertámos no cavalo certo e continuamos com essa aposta”, disse o diretor geral da Airmet, que disse que a rede conseguiu compreender a mensagem e está a fazer o direcionamento de vendas de forma eficiente”, lembrando que “conta muito aquilo que o operador tem em termos de produto e se é competitivo.

“A Newblue é o operador que claramente vendemos mais o ano passado, e o segundo é a Solférias, que embora não seja premium ou preferencial, é pela panóplia de produtos que tem, pela oferta e qualidade de serviço”, esclareceu Luís Henriques, indicando que em terceiro lugar está a Verturis, em quarto a W2M e em quinto a Ávoris”.

A Airmet está a crescer e foi vincado nesta convenção. Em termos de vendas comparativas a 2019, o crescimento em 2022, e tendo em conta que o primeiro trimestre do ano passado foi tímido, foi de 15% ao nível dos principais operadores. Também cresceu ao nível de lojas, somando neste momento 315 pontos de venda, uma taxa de retenção que “temos vindo a melhorar nos últimos três anos. Na nossa opinião, a taxa de retenção é o que nos faz crescer porque, ao nível de angariação temos sempre argumentos comerciais e de vendas que nos permitem crescer”, argumentou Luís Henriques.

O universo da Airmet é neste momento 277 empresas e 315 lojas. Perdeu 33 balcões em 2020 e sete em 2022, mas o objetivo é chegar ao final de 2024 com 400 pontos de venda. “Para atingir esse crescimento, teremos de retirar agências de viagens a outros grupos, até porque este mercado não vai esticar mais, embora saibamos que há uma relação muito emocional entre as agências de viagens e os seus grupos de gestão. Aliás, temos algumas assim que dificilmente sairiam da Airmet. E o nosso foco é esse: trabalhar cada vez melhor e criar todas as ferramentas que permitam melhores rentabilidades para que as agências não saiam do nosso seio”, destacou Luís Henriques.

 

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Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral lançam operação especial Maceió para o Verão

Os voos desta operação dos quatro operadores terão início a 27 de julho e serão operados pela companhia Hi Fly.

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Solférias, Exoticoonline, Sonhando e Alto Astral acabam de anunciar o lançamento da operação especial de verão para Maceió, Brasil.

Os voos diretos Lisboa-Maceió, operados pela companhia Hi Fly, serão realizados às terças-feiras, com a primeira partida a acontecer a 27 de julho, indicando-se que a última partida está marcada para 22 de agosto.

Esta operação, realizada pelos quatro operadores a atuar no mercado português dá “continuidade ao sucesso que foram as operações especiais de Fim de Ano e Páscoa para o Brasil”, referem em comunicado.

O programa contempla uma estadia de 7 noites – 8 dias, com os preços a iniciarem-se nos 1.792 euros, por pessoa em duplo, no Hotel Vila Galé Alagoas 5*, em regime de tudo-incluído.

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Campanha da Top Atlântico ajuda a viajar sem mexer nas poupanças

Com um sinal de apenas 50€ e sem sacrificar as poupanças é o mote de uma campanha que a Top Atlântico lança esta sexta-feira no mercado. O objetivo é ajudar os portugueses a desfrutar das merecidas férias com condições vantajosas.

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A campanha, que apresenta condições especiais de sinalização, estará disponível para reservas efetuadas até 31 de março na rede de agências Top Atlântico em todo o país, e em www.topatlantico.pt.

A seleção de programas que constam da campanha é variada e inclui os destinos clássicos como o Algarve e Porto Santo; os favoritos dos portugueses, como Punta Cana, Varadero, Riviera Maya, Cabo Verde, Saïdia, Monastir, Djerba, Hurghada ou Maurícias, e também algumas novidades para 2023, como Zanzibar ou Senegal.

Com um sinal de apenas 50€ por pessoa, e o pagamento da totalidade do valor da viagem adiado para até 45 dias antes do seu início, a Top Atlântico lembra que “não é preciso abandonar planos para as tão desejadas e merecidas férias de Verão, nem partir o porquinho mealheiro”.

 

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Viagens Tempo promovem programas exclusivos para a Indochina e para o Japão

As Viagens Tempo estão a promover dois programas exclusivos para a Indochina e para o Japão, cujas partidas decorrem a 3 de julho e a 2 de outubro, respetivamente, e que visitam dois dos destinos que se encontram entre as “mais recentes apostas do operador”.

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As Viagens Tempo estão a promover dois programas exclusivos para a Indochina e  para o Japão, cujas partidas decorrem a 3 de julho e a 2 de outubro, respetivamente, e que visitam dois dos destinos que se encontram entre as “mais recentes apostas do operador”.

Numa nota informativa enviada à imprensa, as Viagens Tempo indicam que ambos os programas contam com acompanhamento desde Portugal, assim como com voos realizados pela Emirates, nos quais o operador turístico tem lugares garantidos desde Lisboa.

No caso do “Melhor da Indochina”, que passa pelo Vietname, Laos e Cambodja, o programa das Viagens Tempo tem a duração de 15 dias e 12 noites, e contempla visitas a Hanói, Lan Ha Bay, Luang Prabang, Mekong, Siem Reap e Ho Chi Minh, bem como 20 refeições. O preço começa nos 4595 euros por pessoa, em quarto duplo.

Já a proposta “Melhor do Japão”, cuja partida está marcada para 2 de outubro, inclui visitas a Osaka, Nara, Quioto, Nagoya, Tsumago, Takayama, Shirakawago, Hakone e Tóquio, prolongando-se por 12 dias e nove noites, e contando ainda com 16 refeições incluídas. O preço começa nos 4650 euros por pessoa, também em quarto duplo.

Ambos os programas contam com taxas aeroportuárias já incluídas nos preços apresentados, assim como transferes e visitas em autocarro privativo, sendo que, além do acompanhamento das Viagens Tempo desde Portugal, as visitas incluem também guia local em português ou espanhol.

Incluídas estão ainda as visitas e entradas em monumentos e atrações turísticas locais, bem como seguro de viagem e o pré-visto de entrada no Vietname, no caso do programa da Indochina, além de assistência nas formalidades de embarque e check-in nos hotéis.

Já as bebidas às refeições, serviços não indicados, taxa de saída no Japão (cerca de  7,70 euros por pessoa) e vistos de entrada no Vietname, Laos e Camboja não estão incluídos nos valores apresentados.

Os programas podem ser consultados online, através do site do operador turístico. Todas as informações sobre a proposta para a Indochina podem ser consultadas aqui, enquanto o programa para o Japão está disponível aqui.

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Viajar Tours amplia oferta de combinados nas ilhas gregas

Integrada na programação charter para Creta, que terá início em junho, o operador turístico Viajar Tours ampliou a sua oferta de pacotes combinados nas ilhas gregas.

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Os combinados disponibilizados com a ilha de Creta, segundo a Viajar Tours, são para as ilhas de Santorini, Mykonos, Paros e Naxos.

O programa Creta e Naxos tem preços desde 1.308€ por pessoa em quarto duplo standard no hotel Castello City 4* (2 noites + 2 noites em Creta) em regime de alojamento e pequeno-almoço,  e no hotel Naxos Holidays 3* (3 noites em Naxos) em regime de alojamento e pequeno, na partida de Lisboa a 26 de junho de 2023.

Já o combinado que inclui Paros, os preços são a partir dos 1.347€ por pessoa em quarto duplo standard no hotel Castello City 4* (2 noites + 2 noites em Creta) em regime de alojamento e pequeno-almoço, e em quarto duplo vista mar no hotel Asteras Paradise 4* (3 noites em Paros) em regime de alojamento e pequeno, com saída de Lisboa na mesma data.

Creta e Mykonos custam desde 1.658€ por pessoa em quarto duplo standard no hotel Castello City 4* (2 noites + 2 noites em Creta) em regime de alojamento e pequeno-almoço, e em quarto duplo promo annex building no hotel Afroditi Venus Beach Resort 4* (3 noites em Mykonos) em regime de alojamento e pequeno-almoço, referente à partida de Lisboa a 11 de setembro.

Por fim, Creta e Santorini tem preços desde 1.490€ por pessoa em quarto duplo standard no hotel Castello City 4* (2 noites + 2 noites em Creta) em regime de alojamento e pequeno-almoço, e no hotel Afroditi Venus Beach Resort 4* (3 noites em Santorini) em regime de alojamento e pequeno almoço, com data de partida de Lisboa também a 11 de setembro de 2023.

O operador turístico informa, na sua nota de imprensa, que os valores acima mencionados são válidos à data da publicação dos respetivos programas em viajartours.pt e permitem a alteração de unidades hoteleiras.

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Egotravel relança destino Tailândia com mais oferta

Operador turístico Egotravel retoma pacotes para o destino Tailândia com mais programas e combinados para responder às necessidades dos agentes de viagens, dando-lhe a possibilidade de construir o produto de acordo com as suas necessidades.

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A Tailândia, um destino considerado importante na programação da Egotravel, acaba de ser relançado, agora com mais programas e combinados permitindo, assim, ao agente de viagens de construir o produto de acordo com as necessidades do cliente.

Dos produtos disponíveis para consulta e reserva destacam-se ofertas para Bangkok, desde 1276€ no Hotel Cross Vibe Bangkok Sukhumvit 4* em regime APA, para a Ilha Phi Phi desde 1301€ no hotel P.P. Erawan Palms Resort 3* em regime APA, para Khao Lak desde 1565€ no Hotel Kalima Resort 5* em regime APA, para Koh Samui desde 1531€no Hotel Chaba Samui Resort 3* em regime APA, para Krabi desde 1238€ no Hotel Deevana Krabi Resort 4* em regime APA e finalmente, para Phuket desde 1226€ no Hotel Deevana Patong Resort & Spa 3* em APA.

Daniel Graça, diretor de Vendas da Egotravel, acredita que “temos uma oferta competitiva que irá responder às necessidades dos agentes de viagens seja em pacote de um destino como em combinados”.

Para amplificar a visibilidade do produto, o operador turístico vai dedicar o mês de abril à Tailândia com ofertas e conteúdos especiais de forma a promover o relançamento deste destino.

 

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19ª Convenção Airmet vai debater sustentabilidade numa Greentalk

Uma “Greentalk”, com o tema: “Sustentabilidade no Turismo” será um dos pontos altos da 19ª Convenção da Airmet, que decorrerá na Madeira de sexta-feira a domingo (24 a 26 de março).

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A palestra, aberta apenas aos associados da rede contará com a presença de um painel de profissionais do turismo especialistas na área da sustentabilidade.

Na sequência da Certificação Biosphere Sustainable Lifestyle da Airmet, e com o compromisso já assumido por um futuro mais verde, Luís Henriques, diretor geral do grupo afirma que “o debate tem como principal objetivo incentivar as agências de viagens a implementar novas diretrizes e práticas sustentáveis no seu dia-a-dia, seguindo as tendências de futuro e, indiretamente, aumentar a rentabilidade do seu negócio”.

Desta forma, acrescentou, “estaremos na liderança de boas práticas de mercado, reforçando o nosso compromisso não só na sustentabilidade ambiental, mas igualmente com a sustentabilidade económica e social”.

O Grupo Airmet reforça, desta forma, o seu empenho na construção de valores para o futuro “é cada vez mais importante integrar o nosso setor nesta visão. Mais do que uma questão de consciência verde, implementar um plano de sustentabilidade é um autêntico potenciador de negócio”, sublinha Luís Henriques.”

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