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Selina revê em alta previsão de receita para 2021

Marca de hotelaria estima que as receitas dos seus hotéis tenham ascendido a 93 milhões de dólares no ano passado.

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Selina revê em alta previsão de receita para 2021

Marca de hotelaria estima que as receitas dos seus hotéis tenham ascendido a 93 milhões de dólares no ano passado.

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A marca hoteleira Selina reviu em alta a previsão de receita para o ano passado, depois de ter registado uma “aceleração das suas vendas, ao longo do ano fiscal de 2021, o que levou a um quarto trimestre excecionalmente forte”.

Num comunicado enviado à imprensa, a marca de hotelaria diz agora que estima que, no ano passado, as receitas dos seus hotéis tenham ascendido a 93 milhões de dólares, até porque o passado mês de dezembro tornou-se no mais ativo da história da marca.

“O passado mês de dezembro tornou-se no mais ativo da história da empresa, culminando com as comemorações de Ano Novo em 18 países de quatro continentes, que incluíram uma grande celebração na cratera Ramon, localizada no deserto israelita, um evento musical de vários dias nas praias de areia branca de Tulum, um festival New Cycle em Santa Teresa, um jantar gourmet nos Alpes austríacos, uma festa Discofobia x Selina no Vale Sagrado dos Incas, e uma soirée num rooftop em Nova Iorque”, lê-se na informação divulgada.

Além do sucesso a nível comercial, dezembro também trouxe o lançamento de 12 novas unidades Selina, um “recorde mensal” para a marca de hotelaria, que explica que entre os novos hotéis, quatro estão situados em Israel, três no Brasil, sendo os restantes distribuídos pelo Panamá, Argentina, Uruguai, Austrália e Tailândia.

“As novas unidades totalizam mais de 2.800 camas na rede global de unidades Selina, direcionadas, maioritariamente, a trabalhadores remotos e nómadas digitais, contribuindo para a expansão global da marca e assinalando a sua entrada em mercados do Uruguai, Austrália e Tailândia”, acrescenta a marca de hotelaria.

Na informação divulgada, a Selina diz ainda que tem vindo a  recorrer à sua tecnologia para “identificar e renovar unidades hoteleiras com baixo rendimento, em parceria com proprietários imobiliários locais”, que assumem 90% dos custos de conversão, e com artesãos que integram a influência cultural de cada local, de forma a “criar destinos que combinam o conforto e o estilo de um hotel boutique, com as instalações de um coworking e as experiências sociais de um retiro ou festival”.

“Isso conduz a aumentos significativos das receitas destes espaços, comparativamente às operações anteriores de cada propriedade”, lê-se ainda no comunicado, onde a Selina explica também que a sua tecnologia permite que obter, nas unidades recém abertas, “um processo rentável que elimina a necessidade de intermediários”.

“O nosso forte desempenho em dezembro é a prova da nossa localização estratégica, conceção e ativação das unidades, que atraem tanto os habitantes e viajantes locais, como os visitantes internacionais. Isto permitiu-nos continuar a crescer numa altura em que as viagens foram substancialmente reduzidas. Simplificando, os nossos hotéis estão em locais que todos querem visitar, e são ativados com os eventos, restaurantes e outra programação interessante”, considera Rafael Museri, CEO da Selina.

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Galardão de sustentabilidade ambiental para mais 3 unidades dos Açores

O empreendimento turístico em espaço rural Casas da Chaminé, no concelho do Nordeste, e o hotel Furnas Boutique Hotel, no concelho da Povoação, ambos em São Miguel, e o alojamento em turismo em espaço rural Areias da Prainha, no concelho de São Roque, na ilha do Pico, acabam de receber o galardão Miosótis Azores.

As distinções referentes à edição do ano de 2022 foram entregues a estas unidades pelo secretário Regional do Ambiente e Alterações Climáticas.

“É com grande satisfação que continuamos a entregar estas distinções e a reconhecer o esforço dos empreendimentos turísticos no sentido de garantir a realização de boas práticas do ponto de vista da sustentabilidade ambiental”, sustenta o governante citado na página oficial do Governo Regional dos Açores.

Atualmente, a região conta com 119 empreendimento turísticos distinguidos, distribuídos pelos vários níveis do galardão que teve a sua primeira edição em 2012, reconhecendo, desta forma, as suas boas práticas ambientais. São  elegíveis ao galardão as pousadas da juventude e os empreendimentos turísticos referidos no Regime Jurídico da Instalação, Exploração e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos dos Açores (RJET-A), com exceção dos parques de campismo e caravanismo.

Com a atribuição do galardão Miosótis, “pretende-se estimular a unidades turísticas da Região para esta missão, que a todos nos convoca, de promoção e proteção do nosso património natural, apoiando a inovação e auxiliando na implementação de boas práticas ambientais na indústria turística, nomeadamente ao nível da gestão eficiente de recursos, nomeadamente água e eletricidade, da correta gestão de resíduos e da proteção e valorização da biodiversidade”, destacou ainda Alonso Miguel, segundo a mesma fonte.

O secretário Regional referiu, também, que “a conservação do património natural e promoção da qualidade ambiental representam pilares de atuação deste Governo, e através da implementação de comportamentos ambientalmente adequados, é possível caminhar para um crescimento turístico harmonioso”.

 

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Restauração

AHRESP vai celebrar a gastronomia portuguesa na Lisbon Food Affair

A AHRESP vai marcar presença com um espaço de celebração da gastronomia portuguesa na primeira edição da Lisbon Food Affair, que terá lugar de 12 a 14 deste mês de fevereiro na FIL (Parque das Nações).

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A associação oferece em exclusivo para os seus associados dois bilhetes para visitar, durante os três dias, esta que é considerada a maior feira profissional dedicada ao setor alimentar, cujo lema assenta em três importantes pilares para as empresas do Canal HORECA: internacionalização, inovação e sustentabilidade.

Para além de um espaço institucional, a AHRESP irá promover também duas conferências no dia 14 de fevereiro: ‘Linhas de apoio e financiamento ao Turismo’ e ‘Desafios da eficiência energética para o Canal HORECA’. Conhecer as novas linhas de apoio e financiamento ao Turismo e refletir sobre a urgente necessidade de poupança e eficiência energética são os objetivos das conferências, que decorrerão das 16h00 às 18h30.

Durante os três dias da feira, o stand da AHRESP será igualmente palco de apresentações de showcooking, com preparação de coftails, confeção de receitas vegan e de pastelaria tradicional, iogurtes artesanais e outros produtos regionais.

A propósito da participação da AHRESP neste evento, na qualidade de parceira e membro do conselho estratégico, o presidente da Associação, Carlos Moura refere que “verdadeira montra de inovação, a Lisbon Food Affair reveste-se de crucial importância para as empresas do Canal Horeca, num momento em que não basta dizer apenas que se vive uma realidade diferente e mais complexa, tornando-se, sim, imperioso enfrentá-la com estratégias pensadas ao detalhe”.

Carlos Moura sublinha ainda que “a internacionalização, a inovação e a urgente sustentabilidade estão no lema deste marketplace e eu dou como certa a garantia de um certame em que todos os que nele participarem vão poder partilhar e descobrir soluções de excelência para os grandes desafios económicos e ambientais”.

Localizado na área H da LFA, a AHRESP conta com um espaço de 108 m2, ao qual já se associaram diversas marcas (Nestlé Professional, Rentokil, VBSS, Climaportugal e Zezerovo) que irão demonstrar o que de melhor e mais inovador têm para oferecer ao setor.

 

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Onyria Marinha Boutique Hotel já abriu

Anteriormente conhecido como Hotel Martinhal Cascais, o Onyria Marinha Boutique Hotel, unidade de cinco estrelas, que volta ao portefólio do Grupo Onyria depois de compra concluída no final de 2022, abriu portas no passado fim de semana.

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O Onyria Marinha Boutique Hotel, situado no coração da Quinta da Marinha, em Cascais, conta com 68 quartos deluxe, quatro suites e 12 villas, várias piscinas – interiores e exteriores – um Spa e um kids club que funcionará o ano inteiro.

Foi no final de 2022 que o Grupo Onyria concluiu a compra do Hotel Martinhal Cascais, que agora abre portas como Onyria Marinha Boutique Hotel. A unidade hoteleira é um espaço familiar ao Onyria que era o anterior proprietário. Desta forma, o grupo que é detentor do campo de golfe desde 1985 e do Onyria Quinta da Marinha Hotel desde 1999, volta a integrar também este hotel de cinco estrelas.

“Estamos muito entusiasmados por iniciar esta nova etapa”, explica José Carlos Pinto Coelho, Chairman do Grupo Onyria. “O espaço é amplo, mas acolhedor e o ambiente moderno, mas descontraído, num ótimo compromisso entre a elegância e informalidade. Já a localização é absolutamente única, estando a poucos passos do Onyria Quinta da Marinha Hotel, renovado em 2020, das Onyria Quinta da Marinha Villas, renovadas em 2021 e do campo de golfe de Trent Jones com o seu novo Clubhouse”, destacou.

Os últimos meses foram de adaptação para o hotel que sofreu algumas mudanças essencialmente de organização e decoração, para um ambiente mais minimalista. Em termos estruturais mantêm-se todas as características do espaço amplo, das duas piscinas interiores e duas exteriores, duas delas localizadas no spa com mais 700 m2 que conta com salas de tratamentos além de banho escocês e turco. O hotel tem ainda ginásio, restaurantes e bares e um kids club aberto o ano inteiro, que agora contará com diferentes atividades para os mais pequenos dos três aos 12 anos.

Quanto aos quartos: são amplos e luminosos, da tipologia standard, com mais de 40 m2 às suites com mais de 60 m2 e finalmente as villas oferecem mais de 100 m2 – sendo que todos têm acesso à envolvência natural, através da varanda.

A unidade conta também com um total de 10 salas de conferência– sete delas com luz natural – estando, para tal, preparado para grandes grupos e eventos. Refira-se que uma das salas disponíveis tem uma arquitetura particular que remete para a antiga história deste espaço: o pavilhão de caça do Rei D. Carlos.

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Quinta do Paral entra no setor hoteleiro com a abertura do The Wine Hotel

Prevê-se que o Boutique Wine hotel abra portas no segundo trimestre deste ano, disponibilizando 22 quartos e um conjunto de experiências à volta do vinho. A unidade já integra a chancela da Leading Hotels of the World.

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Em 2023 a marca Quinta do Paral aposta no setor do turismo e hospitalidade com a abertura de um novo empreendimento hoteleiro, o Quinta do Paral – The Wine Hotel.

Em comunicado de imprensa, a empresa aponta a abertura da unidade para a “primavera deste ano”, contando já com a chancela da Leading Hotels of the World, que reúne um portfólio de mais de 400 hotéis independentes em mais de 80 países.

O Boutique Wine hotel de cinco estrelas será composto por 22 quartos, num projeto de arquitetura e design de interiores assinado pelo gabinete Saraiva & Associados.

Com abertura prevista para o segundo trimestre de 2023, a unidade vai ter disponíveis um restaurante com consultoria do chef José Júlio Vintém, proprietário do restaurante Tombalobos, em Portalegre; um rooftop bar; ginásio e múltiplas áreas verdes e cursos de água. Para complementar a oferta estão previstas várias atividades e experiências locais, como provas de vinho e  degustação nas vinhas da propriedade.

Leia também: Empresário alemão investe 8 milhões de euros em boutique hotel na Vidigueira

Antecipando esta nova abertura, já está em curso um processo de seleção de colaboradores para a unidade, que conta com vagas abertas “para praticamente todas as áreas de produção, desde alojamentos (receção, portaria, serviço de quartos), restauração (cozinha, copa, serviço de restaurante e bar), manutenção, jardinagem, economato, marketing e vendas”, como indicado em comunicado.

Na mesma nota é referido que o processo de contratação pretende dar continuidade à “estratégia e posicionamento do Paral enquanto empresa familiar que privilegia a preservação da cultura vitivinícola e o respeito pelas tradições alentejanas”, pelo que “a aposta nos recursos humanos locais serão um fator chave no sucesso deste projeto”.

“Faremos um forte investimento na formação dos nossos colaboradores, mas a autenticidade, o saber e o estar alentejano não o podemos ensinar, são uma atitude e uma filosofia de vida”, refere a empresa em comunicado.

Os interessados em integrar o projeto devem enviar o CV para o endereço [email protected].

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Independente Comporta

Hotelaria

Independente Collective lança-se na hotelaria e aposta em rebranding da marca

O grupo passará a ser designado apenas como “Independente” e antevê a abertura de duas unidades hoteleiras em Lisboa e na Comporta ainda este ano, num investimento conjunto que ronda os 4 milhões de euros.

Carla Nunes

O Independente Collective, grupo fundado pelos irmãos Duarte, Bernardo e Martim d’Eça Leal e Afonso Queiroz, lança-se na hotelaria com a abertura de duas novas unidades em Lisboa e na Comporta, cuja abertura está prevista para este ano, entre abril e junho.

A garantia foi dada à Publituris Hotelaria por Duarte d’Eça, à margem da festa de apresentação de rebranding do grupo que decorreu esta quinta-feira, 2 de fevereiro.

O grupo passará a ser designado apenas como “Independente”, num rebranding que se faz acompanhar de uma nova imagem visual – o símbolo C, de Collective, é abandonado para dar lugar ao I no logótipo da empresa, com o objetivo de criar “uma marca única que seja um chapéu para todas as unidades e uma chancela de qualidade para o público português”, tal como explicou Duarte d’Eça.

Desta forma, as unidades do grupo vão passar a adotar o nome “Independente”, seguido pela localização e bairro onde se encontram – à exceção do House of Sandeman, o branded hostel do grupo no Porto que surgiu de uma parceria com a Sogrape.

É neste contexto que vão nascer os hotéis Independente Lisboa Bica e Independente Comporta, a estreia do grupo na hotelaria após a construção de um portefólio de hostels que inclui o Independente Lisboa Príncipe Real e o House of Sandeman, bem como os restaurantes Decadente e Insólito, ambos em Lisboa.

O hotel Independente Lisboa Bica, situado na Rua de São Paulo, será composto por uma penthouse e 41 quartos, entre twin, superior e family room, com destaque para a categoria “friends room”, uma interpretação do grupo “do que seria uma camarata dentro da hotelaria – com a venda de camas avulso em quartos para seis pessoas que podem ser [partilhados] por famílias ou grupos de amigos”, como explica Duarte d’Eça, naquilo que será uma forma de “levar um bocadinho do nosso ADN para dentro da hotelaria”.

Mas não só nos quartos estará presente este “ADN” de que Duarte d’Eça fala. O grupo decidiu classificar o Independente Lisboa Bica com uma estrela, naquilo que explica ser um “cross-over da hostelaria para a hotelaria, quase uma pequena provocação”.

“Quando se entrar no edifício vai-se ver rapidamente, sem qualquer desprimor para os hotéis de uma estrela, que a qualidade, o design construtivo e oferta, inovação e serviço não têm nada a ver com uma estrela. É um hotel muito mais próximo com um quatro estrelas superior”, explica o fundador.

Independente Lisboa Bica

Já o Independente Comporta, um hotel rural de quatro estrelas localizado num terreno com 12 hectares, será composto por 40 quartos e 34 villas, sendo que a exploração será feita com base num projeto de parceria com a Authentic Bicas.

Por forma a colocar o preço médio “mais em linha com o destino”, no caso do Independente Comporta este estará “mais perto dos 250 euros em época baixa”, podendo chegar “aos 450 a 500 euros por quarto, dependendo da tipologia, em época alta”, adianta Duarte d’Eça.

Já no caso do Independente Lisboa Bica, o fundador aponta que o preço médio ficará situado entre os 150 euros para a época baixa e os 200 euros na época alta.

Independente Comporta

Os dois hotéis representam um investimento total de cerca de 4,2 milhões de euros, sendo que com esta expansão é antecipada uma faturação total no grupo de 13,5 milhões de euros para este ano – um valor bastante distante dos 5 a 5,5 milhões de euros faturados o ano passado.

“Estamos a dobrar o número de camas, temos atualmente dois restaurantes em operação e estamos a fazer obras no [restaurante] The Geroge. Estamos a triplicar a exposição de F&B, em termos de camas estamos mais que a dobrar, portanto, estamos a falar de uma dimensão um bocadinho diferente em relação ao que tivemos o ano passado e é normal que a faturação acompanhe”, justifica Duarte d’Eça.

Opções de expansão mantém-se em aberto

Para poder dar seguimento à operação nestes dois hotéis, o grupo tem a decorrer desde dezembro do ano passado um processo de recrutamento em que incentiva os interessados a submeterem o seu “Curriculum Vacation”. Em causa está a contratação de 120 colaboradores para 15 posições diferentes, em todas as áreas. Até ao momento, Duarte d’Eça garante que o grupo já recebeu “mais de 300 respostas”.

“A ideia é as pessoas submeterem o seu currículo de viagens, para nos ajudar também a compor um quadro do que a pessoa é e do que gosta de fazer antes de olharmos para o próprio currículo vitae”, afirma.

Neste momento, Duarte d’Eça afirma estarem “no processo de recrutamento de um dos diretores”, para o Independente Lisboa Bica, sabendo-se já que será Paulo Matos a assumir a direção do Independente Comporta, tal como o próprio publicou na sua página de LinkedIn há cerca de um ano.

Imagem de rebranding Independente

Quanto aos planos de expansão, Duarte d’Eça garante que “o grupo vai crescer”. No entanto, não adianta “onde, quando e como”, levantando apenas uma ponta do véu de quais serão os próximos passos.

Por enquanto, o fundador afirma apenas que o grupo tem olhado “ativamente para o Algarve, ilhas, Alentejo, Interior e Serra da Estrela”, por acreditarem não só no potencial destas regiões como na atração do destino Portugal, que “já não é um destino da moda, é um destino, por si, com muita força”.

“Há potencial em destinos que, talvez há uns anos, seriam muito difíceis de promover pela sua sazonalidade e dificuldade de construção, de preço, e que hoje em dia são bastante interessantes e por isso, sim, estamos muito ativamente à procura de fazer crescer a marca para outros destinos”, garante.

Recorde-se que, em 2019, o grupo apontava para 2021 a abertura de unidades em Évora e Tavira. No entanto, e por agora, o grupo não se compromete em definitivo com estas regiões.

“Continuamos a pensar em Tavira, [mas] entretanto o imobiliário mudou muito. O preço de construção e o preço de compra dispararam, portanto, as razões que podiam tornar esse destino estratégico para nós, apesar de não ter deixado de o ser, [fazem como que tenhamos] de fazer uma análise um pouco diferente”, explica Duarte d’Eça.

No entanto, o cenário não deixa de ser visto com otimismo, já que, “felizmente, as ADR’s dispararam e as cidades estão muito caras, [o que faz com que certas regiões] atraiam talento e recursos humanos diferenciados e qualificados que nos permitem ter confiança em abrir noutros destinos”.

Já a expansão internacional do grupo parece que só chegará após as novas unidades “atingirem a velocidade cruzeiro”, com a “consolidação da faturação e de recursos humanos”. A previsão é a de “um horizonte temporal a dez anos – a menos que surja algo completamente inesperado”, termina o fundador.

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Hotelbeds contrata novo Business Development Director

O profissional reúne experiência nos setores de pagamentos, software, tecnologia e serviços, ficando responsável pelo desenvolvimento de novos produtos, segmentos e modelos de negócio da Hotelbeds.

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A Hotelbeds continua a reforçar o seu comité executivo com o segundo recrutamento sénior do ano. Mark Antipof passa a integrar a empresa como Business Development Director, um cargo recém-criado na Hotelbeds que reúne as funções de desenvolvimento de novos produtos, segmentos e modelos de negócio para acelerar o crescimento da empresa.

O profissional, com “forte experiência” nas indústrias de pagamentos, software, tecnologia e serviços, ficará sediado em Espanha, reportando diretamente ao CEO Nicolas Huss, como indicado em comunicado.

“Mark Antipof traz consigo uma vasta experiência no desenvolvimento de negócios em muitas indústrias. O seu forte historial no setor da tecnologia será particularmente vantajoso [para a Hotelbeds] à medida que aceleramos a nossa trajetória de crescimento e remodelamos o ecossistema de viagens”, afirma Nicolas Huss em comunicado.

Sobre a contratação, Mark Antipof acrescentou que “a trajetória de crescimento e os planos de expansão da Hotelbeds fizeram desta uma oportunidade a que não pude resistir. Estou ansioso por começar e contribuir para o nosso sucesso contínuo, à medida que desenvolvemos novos fluxos de receitas”.

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Diretor do Airbnb na EMEA defende regulamentação da especulação imobiliária

Emmanuel Marill, diretor do Airbnb na Europa, Médio Oriente e África (EMEA), garantiu que a plataforma de aluguer de curta duração é a favor de “regular a especulação imobiliária”, e insistiu que querem “fazer parte da solução” que trava o impacto que o turismo tem no aumento dos preços da habitação.

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Num debate organizado pelo Comité das Regiões (CdR) sobre um projeto de parecer que visa regular a atividade das plataformas de aluguer de curta duração na Europa, como o Booking ou o Airbnb, Marill defendeu que este regulamento deve ser “muito específico e muito modular”.

Além disso, tem considerado que deve ser aplicado apenas aos proprietários que possuam um parque habitacional turístico para que não afete os pequenos senhorios que apenas arrendam a sua residência principal por alguns dias ou semanas por ano.

Marill justificou, em declarações à EFE, que o problema do acesso à habitação para as pessoas nas cidades fortemente afetadas pelo turismo não depende destes pequenos proprietários porque “se uma família aluga a sua casa por algumas semanas por ano, não está a retirar qualquer andar do mercado imobiliário”.

Da mesma forma, o responsável do Airbnb explicou que é importante que o regulamento seja “proporcional” em duas dimensões: para o proprietário e para as cidades, porque, conforme referiu, haverá cidades que consideram este regulamento “urgente” e outros que “não precisarão disso”.

A proposta apresentada pelo CdR visa dotar cada território de ferramentas para encontrar um “equilíbrio adequado” entre a crescente procura de arrendamento turístico e o impacto que tem no aumento dos preços da habitação. Durante o debate, os líderes regionais e locais expressaram preocupação com a crescente procura por moradias populares nas grandes cidades e o efeito do turismo “excessivo” nos preços dos alugueres.

O projeto de parecer do CdR reconhece que o arrendamento de curta duração tem um impacto positivo nas PME (pequenas e médias empresas) e nas economias locais, sobretudo nas zonas rurais, mas centra-se no impacto que gera no acesso às casas dos residentes.

Os líderes locais e regionais sublinharam ao longo do debate que as plataformas de aluguer para férias devem proporcionar às autoridades competentes dos diferentes Estados-Membros o livre acesso aos seus dados e maior transparência no controlo da sua atividade.

A aprovação final deste projeto de parecer está prevista para a sessão plenária do Comité das Regiões no próximo mês de março.

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Guestcentric e HiJiffy apostam na Inteligência Artificial para otimizar sistema de reservas

Os hoteleiros que usam o motor de reservas da Guestcentric têm agora acesso direto ao Assistente de Reservas da HiJiffy, baseado em Inteligência Artificial numa solução central para aprimorar a comunicação com os hóspedes.

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Ao abrigo desta colaboração entre as duas empresas, os hoteleiros podem centralizar numa única plataforma todos os seus canais de comunicação – o que permite potenciar a taxa de conversão, reduzir os tempos de resposta e aumentar os níveis de serviço dos hotéis.

Esta parceria vem fortalecer o serviço prestado aos hotéis em mais de 60 países ao nível das reservas diretas, uma vez que o chatbot consegue apresentar todos os quartos disponíveis e respetivas tarifas para datas específicas, podendo os clientes obter cotações em tempo real, verificar disponibilidades, bem como visualizar fotos do quarto, sendo no final redirecionados para concluir a sua reserva.

Esta integração permite mostrar aos hóspedes quanto custará em concreto um quarto para uma data específica, de acordo com um determinado número de pessoas e mediante diferenciação em função da idade dos hóspedes (preços distintos para adultos e crianças), bem como a utilização de códigos promocionais para clientes fidelizados e recorrentes, e ainda fornecer aos clientes um link de clique único para facilitar a conclusão reserva, sendo o pagamento da mesma concluído no motor de reservas para garantir a segurança do hóspede.

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INE: Dormidas e hóspedes aumentam em 2022 e ficam muito próximos dos níveis de 2019

Dados preliminares do INE relativos à atividade turística em 2022, publicados esta terça-feira, mostram que hóspedes e dormidas nas unidades de alojamento mantiveram subidas e ficaram muito próximos dos níveis de 2019. O mercado norte-americano foi o que mais cresceu.

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A estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatísticas (INE) revelou esta terça-feira (dados preliminares), que os estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal registaram no total do ano anterior 26,5 milhões de hóspedes e 69,5 milhões de dormidas, que se traduziram em aumentos de 83,3% e 86,3%, respetivamente, face a 2021. Quando comparados com 2019, os hóspedes decresceram 2,3% e as dormidas diminuíram 0,9% (+8,6% nos residentes e -5,0% nos não residentes).

Em 2022, verificaram-se aumentos nas dormidas de residentes em todas as regiões, face a 2019. Nas dormidas de não residentes, os principais crescimentos verificaram-se nos Açores (+5,1%), na Região Autónoma da Madeira (+4,5%), e Norte (+4,3%), enquanto as maiores diminuições observaram-se no Centro (-13,1%) e Algarve (-11,3%).

O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor em 2022, representando 19,3% das dormidas de não residentes, quase triplicando face a 2021. Seguiram-se os mercados alemão (11,5%), espanhol (10,8%) e francês (9,3%). O maior crescimento registou-se no mercado norte americano, que só em 2022 aumentou 327,4% e já cresceu 26,9% face ao melhor ano antes da pandemia. No conjunto do ano de 2022, observaram-se crescimentos nas dormidas em todos os 17 principais mercados emissores para Portugal.

Numa análise apenas ao último mês do ano anterior, o INE observou que o alojamento turístico registou 1,6 milhões de hóspedes e 3,7 milhões de dormidas, que correspondem a aumentos homólogos de 44,2% e 44,6%, respetivamente.

Face a dezembro de 2019, o número de hóspedes cresceu 1,9% e o de dormidas aumentou 5,5%.

No mês analisado, o mercado interno contribuiu com 1,4 milhões de dormidas e aumentou 28,3%, enquanto os mercados externos totalizaram 2,3 milhões de dormidas, o que representa um crescimento de 57,1%. Comparando com dezembro de 2019, observaram-se aumentos de 11,4% nas dormidas de residentes e 2,1% nas de não residentes.

 

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Meliá é cadeia hoteleira mais sustentável do mundo

A Meliá Hotels International alcançou a classificação mais alta da indústria global de viagens no último S&P Global Corporate Sustainability Assessment (CSA), uma avaliação do desempenho em sustentabilidade das empresas em 2022.

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A Meliá Hotels International foi a cadeia hoteleira mais sustentável do mundo em 2022, segundo o último Corporate Sustainability Assessment (CSA) publicado pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), que concedeu a esta empresa a mais alta classificação no segmento de hotéis, resorts e cruzeiros.

O resultado, de acordo com nota de imprensa da cadeia hoteleira internacional, foi alcançado apesar de uma análise mais rigorosa que provocou quedas na pontuação geral de 25% das mais de 10.000 empresas analisadas.

A empresa recebeu uma pontuação geral de 74 pontos em 100 nesta avaliação, que analisa o desempenho de sustentabilidade de empresas de todos os setores e se concentra em critérios económicos, de governança, sociais e ambientais, além de critérios específicos para cada setor.

A Meliá participa desde 2018, ano em que ficou em terceiro lugar no setor. De 2019 a 2021, a empresa alcançou a primeira posição no ranking em Espanha e na Europa e o segundo lugar globalmente.

Para Gabriel Escarrer, vice-presidente executivo e CEO da Meliá, “no atual complexo ambiente de negócios, a sustentabilidade tornou-se um dos valores mais importantes para as empresas, e para a Meliá, especialmente devido à natureza familiar do nosso negócio, agora é um fator chave para impulsionar a nossa transformação e responder às exigências e expectativas dos nossos clientes, colaboradores, acionistas e investidores, hoteleiros e sociedade em geral”.

 

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