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ESHTE lança publicação “Competition Law in Tourism”

I Volume de Competition Law in Tourism, a primeira publicação internacional consagrada às leis da concorrência no setor do turismo, acaba de ser lançado pelo ESHTE e a fundação INATEL.

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I Volume de Competition Law in Tourism, a primeira publicação internacional consagrada às leis da concorrência no setor do turismo, acaba de ser lançado pelo ESHTE e a fundação INATEL.

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A ESHTE e a fundação INATEL acabam de lançar o I Volume de “Competition Law in Tourism”, a primeira publicação internacional consagrada às leis da concorrência no setor do turismo, intervindo grandes especialistas mundiais em temas da atualidade.

Esta publicação atualizável, com 724 páginas, e em inglês, apresenta-se nos formatos papel e online: https://publications.eshte.pt/dir/clt/

Depois do enquadramento geral da concorrência no setor do turismo, o livro identifica os atores tradicionais e os mais recentes como as plataformas, intermediação, a evolução do mercado, as concentrações, práticas concertadas e decisões de associações de empresas. São identificados os acordos (horizontais e verticais), o abuso de posição dominante e as ajudas de estado.

A publicação destaca, igualmente, as leis antimonopólio no setor, mais especificamente nos aeroportos e companhias aéreas, os incentivos ao desenvolvimento de novas rotas, o transporte aéreo como um monopólio natural, slots, restrições à bagagem, cláusulas de paridade, redução de comissões e as regras concorrenciais da Organização Internacional da Aviação Civil.

No disruptor NDC um conjunto de especialistas aponta diferentes pontos de vista sendo que a própria IATA expressa a sua posição, encerrando-se com a matéria da locação turística e da economia colaborativa.

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École Ducasse e Globeducate criam parceria para formar jovens em culinária e pastelaria

As famílias dos estudantes e as equipas das escolas terão acesso a condições especiais para os programas profissionais, bem como os cursos de culinária e pastelaria destinados aos amadores e oferecidos no École Ducasse Paris Studio.

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A École Ducasse aliou-se à Globeducate, um grupo educacional com mais de 55 escolas bilingues e internacionais em 10 países, que formam anualmente cerca 31.000 estudantes. A parceria nasce do propósito de introduzir os jovens no mundo das artes culinárias e da pastelaria, partindo da ideia de que, ao experimentarem a profissão, possam escolhê-la no futuro.

A ambição da École Ducasse é “inspirar esta nova geração de estudantes da Globeducate desde muito novos e ajudá-los a descobrir a alta gastronomia, bem como desenvolver os seus gostos e sentidos, ao mesmo tempo que os sensibiliza para a importância de uma dieta saudável e amiga do planeta” tal como a instituição explica em comunicado.

Desta forma, os alunos das escolas bilingues Globeducate Parisian EIB e as suas famílias terão a oportunidade de participar em workshops dedicados à descoberta da cozinha e da pastelaria, bem como em “cooking camps”. Este último curso tem uma semana de duração e poder ser frequentado por crianças a partir dos quatro anos de idade durante as férias escolares na École Ducasse Paris Studio. Estes campos permitirão às crianças e aos adolescentes “descobrir as bases da cozinha de Alain Ducasse, assentes “no anti desperdício e em receitas saudáveis e saborosas, que poderão provar após a sua preparação”.

Através desta parceria, os alunos podem ainda desfrutar de sessões de culinária e pastelaria em conjunto com os familiares, sempre às quartas-feiras à tarde, ao longo de todo o ano.
Já os estudantes mais velhos, que no final do secundário pretendam seguir uma carreira em alta gastronomia, podem tirar partido do acesso exclusivo a todos os programas profissionais oferecidos dentro dos campus da rede École Ducasse, nomeadamente: o Campus de Paris em Meudon, que oferece licenciaturas em culinária e pastelaria, assim como programas para mudança de carreira e a École Nationale Supérieure de la Pâtisserie (ENSP), em Yssingeaux, especializada na formação de estudantes em artes de pastelaria.

As famílias dos estudantes e as equipas das escolas terão acesso a condições especiais para estes programas profissionais, bem como aos cursos de culinária e pastelaria destinados aos amadores e oferecidos no École Ducasse Paris Studio.

“A parceria com a rede Globeducate faz parte do nosso desejo de promover as profissões gastronómicas em todo o mundo. O nosso desejo é que os estudantes da Globeducate descubram a nossa formação de excelência em culinária e pastelaria, a fim de os sensibilizar para uma dieta saudável e protetora do planeta e de os encorajar a seguir as maravilhosas opções de carreira disponíveis nesta área”, afirma Elise Masurel, Directora Geral da École Ducasse.

O diretor de operações da Globeducate, Paddy Jansen, comenta ainda que “a parceria com a École Ducasse dará aos alunos da Globeducate de todo o mundo a oportunidade de descobrir as oportunidades de carreira que os cursos de artes culinárias oferecem. Começando, é claro, com culinária, nutrição e planejamento de cardápio, mas também ganhando uma compreensão mais ampla de empresas de produção de alimentos, hotelaria, e outros serviços relacionados ao mundo da culinária e confeitaria. Acho importante essa exposição para que nossos alunos possam escolher um futuro que corresponda às suas paixões e interesses”.

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Bolsa de Empregabilidade chega ao Algarve e anuncia novidade para o turismo e hospitalidade

Além da realização da feira de emprego no Algarve, a Bolsa de Empregabilidade lançou também uma nova plataforma online de recrutamento e vai promover eventos de networking matinal, os Breakfast & Business.

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A Bolsa de Empregabilidade anunciou que, em 2023, vai realizar, pela primeira vez, uma feira de emprego no Algarve, iniciativa que chega ao sul do país depois de seis anos de realização em Lisboa e de, no ano passado, ter passado também a decorrer no Porto.

“A Bolsa de Empregabilidade regressa em 2023 e traz novas ofertas para as empresas. Estão previstas três localizações para as feiras de emprego, que se realizam há seis anos em Lisboa e estrearam-se no Porto no ano passado. As empresas do setor do turismo e da hospitalidade vão poder viajar com a Bolsa para o Algarve e aumentar o seu contacto junto dos futuros profissionais também no sul do país”, indica a Bolsa de Empregabilidade, em comunicado.

No próximo ano, as feiras físicas vão também contar com um espaço dedicado às escolas do setor, onde os estabelecimentos de ensino ligados ao turismo e hospitalidade vão poder divulgar os seus cursos.

Mas a Bolsa de Empregabilidade conta com mais novidades e lançou também uma nova plataforma online de recrutamento, com 365 dias de acesso, colocação de vagas ilimitadas e várias outras funcionalidades que possibilitam uma contratação mais rápida e eficaz.

“Aliar o recrutamento direto, através de contratações chave na mão em feiras físicas, ao recrutamento online, surge do feedback recebido pelas empresas. O intuito deste projeto, organizado pelo Fórum Turismo, é responder à necessidade individual de cada empresa, que tanto pode passar pelo recrutamento personalizado, como por uma necessidade urgente de contratação, e até pela promoção e comunicação da marca”, explica a Bolsa de Empregabilidade.

Paralelamente, a Bolsa de Empregabilidade vai ainda promover eventos de networking matinal, os Breakfast & Business, que começam ao pequeno-almoço, às 9h30, e “reúnem profissionais do turismo para debaterem os temas atuais do setor, manterem-se a par das novidades e alargarem as redes de contactos”.

Todas as atividades, incluindo eventos de networking e ações de formação, estão disponíveis às empresas com a compra dos pacotes da Bolsa de Empregabilidade, cujos preços começam nos 150€, condições de early bird que terminam a 15 de outubro.

Este projeto é organizado pela Associação Fórum Turismo e dirige-se a todas as empresas do setor do turismo, viagens, hotelaria e restauração. Mais informações aqui.

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Ana Mendes Godinho quer posicionar Portugal como país para viver e trabalhar

A ministra do Trabalho e da Solidariedade Social, Ana Mendes Godinho afirmou que “quer posicionar Portugal como país para trabalhar” e o turismo é um dos setores em que o Governo pretende aliciar trabalhadores vindos de fora porque “com as pessoas que temos em Portugal não chega”.

A governante, que falava no painel “Como atrair profissionais para o Turismo”, durante a VI Cimeira do Turismo Português, promovida em Lisboa, no âmbito do Dia Mundial do Turismo, destacou que este “foi o setor que mais postos de trabalho perdeu durante a pandemia”100 mil trabalhadores, tendo já recuperado cerca de 40 mil, mas ainda faltam 60 mil,, ”um problema que urge resolver até porque o turismo vive de pessoas”, frisou.

Ana Mendes Godinho, que conhece bem este setor, realçou que “o turismo precisa de pessoas, cada vez mais o mundo do trabalho é aberto na Europa, e a pandemia também abalou todos de forma sísmica até do ponto de vista de motivações dos trabalhadores, que são hoje diferentes”, e lembrou que “o turismo compete não só com outras atividades, como com empregos noutros países”.

Assim, a ministra do Trabalho e Solidariedade Social sublinha que o “grande desafio é atrair os nossos jovens a trabalharem no turismo, mas também abrir o mercado de trabalho aos que vêm de fora”.

É neste âmbito que se insere o acordo de mobilidade nos países da CPLP, e a simplificação na obtenção de vistos a cidadãos desses países que queiram vir trabalhar para Portugal.

É também neste quadro que o Governo vai promover, de 20 a 22 de outubro, uma Feira de Empregabilidade em Cabo Verde, que Ana Mendes Godinho espera que os empresários do turismo se juntem a esta iniciativa, que pretende “mostrar quais são as ofertas de emprego no nosso país, e as condições”, disse.

“As condições são atrativas e temos o quadro para que isso aconteça, assumindo que temos que dar um valor diferente ao trabalho. É peça chave do nosso futuro coletivo”, apontou a ministra, que destacou ainda o sucesso do visto criado este mês para nómadas digitais e trabalhadores remotos em Portugal. “Estamos a ter imensos pedidos, de pessoas que querem saber se conseguem por esta via ficar com número da Segurança Social”.

A ministra do Trabalho também explicou o objetivo de atrair em Portugal mais jovens e trabalhadores para o turismo, entre outros sectores, através do acordo de rendimento e competitividade que está à mesa das negociações em sede de Concertação Social.

Referindo a atual taxa de desemprego “historicamente baixa” de 5,9%, neste caso um “problema bom”, a ministra lembrou que o desafio perante a falta de mão de obra é fixar as pessoas em Portugal, fazer com que se sintam valorizadas, melhorar os contratos, sendo “evidente” que isso significa melhorias nos salários, implica também uma série de outras condições.

“Tenho a certeza que as empresas são as principais interessadas” em criar condições atrativas e dar um “valor diferente ao trabalho”, frisou ainda ministra adiantando que, também com Marrocos, o Governo assinou esta semana um acordo de mobilidade, e para que a formação seja em intercâmbio com empresas portuguesas.

Sobre o autorCarolina Morgado

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Bolsa de Empregabilidade volta ao Brazil Travel Market

Voltar, pelo segundo ano consecutivo, a reunir empresas com oportunidades de emprego no setor do Turismo e Hotelaria, é objetivo da participação da Bolsa da Empregabilidade na 11ª edição do Brazil Travel Market, que terá lugar nos dias 20 e 21 em Fortaleza.

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Conhecida como o “maior hub de contratação no Turismo em Portugal”, a Bolsa de Empregabilidade é uma iniciativa do Fórum Turismo, que teve o seu início em 2016 e já contou com a participação de mais de 350 empresas e 12.500 profissionais e estudantes. O objetivo do projeto é juntar no mesmo espaço físico empresas com ofertas de emprego aos profissionais e estudantes, que procuram uma oportunidade de trabalho.

Neste regresso ao Brasil, a Bolsa de Empregabilidade leva, como aliás aconteceu na edição de 2021 do BTM, uma versão do projeto, numa parceria entre a entidade portuguesa que desenvolve atividades no setor do emprego e formação e o Brazil Travel Market, evento que tem como principal objetivo reunir e promover a integração do setor de viagens e turismo, ao mesmo tempo que oferece novos produtos ao mercado.

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Museu do Oriente organiza curso sobre turismo na China

Dividido em oito sessões online, este curso oferece um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

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O Museu do Oriente organiza, de 1 de outubro a 19 de novembro, um curso que pretende aprofundar o estudo do fenómeno turístico na China numa perspetiva histórica e antropológica. “História e Antropologia do Turismo na China” divide-se em oito sessões online, aos sábados, oferecendo este curso um olhar compreensivo sobre aquele que é hoje um dos principais mercados emissores de turistas a nível mundial.

Orientado pelo historiador António Barrento e pela antropóloga Tânia Ganito, o curso aborda a história do turismo desde a Antiguidade até ao período contemporâneo, com enfoque na tradição turística letrada no período imperial, na evolução da cultura de turismo em finais da Dinastia Qing e no período republicano, bem como no desenvolvimento do turismo vermelho na República Popular da China. Incidindo a análise sobre a China, esta é também, no entanto, integrada numa história global do turismo, com paralelos, em particular, com a evolução do turismo em outros espaços geográficos da Ásia, nomeadamente no Japão.

A segunda parte do curso debruça-se sobre os discursos e as experiências de turismo na China pós-Maoista. Tendo por base trabalhos de cariz etnográfico, explora a articulação entre lugar, viagem, identidade e memória, a partir de dimensões como o turismo étnico, o ecoturismo, o turismo ‘sombrio’ (a lugares que foram palco de catástrofes e de sofrimento) e o turismo artístico (das viagens motivadas pelo poder da pintura e do cinema, ao turismo que decorre do interesse pela produção artística contemporânea).

António Barrento é docente na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Doutorado em História da China (SOAS, Universidade de Londres), Mestre em Estudos da Ásia do Sul (SOAS, Universidade de Londres), em Língua e Sociedade Japonesas (Universidade de Sheffield), História da Ásia (SOAS, Universidade de Londres), Estudos Asiáticos (Universidade de Hong Kong), Direito (Universidade de Hong Kong), e Estudos Europeus Avançados (Colégio da Europa, Bruges).

Tânia Ganito é professora auxiliar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (Universidade de Lisboa) e docente convidada do Mestrado em Estudos Asiáticos da Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa. É Doutorada em Estudos de Cultura (Faculdade de Ciências Humanas, Universidade Católica Portuguesa), Mestre em Antropologia (ISCSP, Universidade Técnica de Lisboa), Licenciada em Língua Chinesa (Universidade de Língua e Cultura de Pequim), Investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (Universidade Católica Portuguesa) e Investigadora-Colaboradora do Instituto do Oriente (ISCSP, Universidade de Lisboa).

As inscrições estão disponíveis no site do Museu do Oriente.

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Curso de Especialização em Direção Hoteleira ADHP
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ADHP promove nova edição do Curso de Especialização em Direção Hoteleira

Este ano letivo, a formação decorre entre 11 de outubro de 2022 e 25 de fevereiro de 2023, em formato online.

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A ADHP – Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal promove uma nova edição do Curso de Especialização em Direção Hoteleira (CEDH), que este ano letivo decorre entre 11 de outubro de 2022 e 25 de fevereiro de 2023, em formato online.

O curso terá a duração de 332 horas e decorre de terça-feira a sexta-feira, das 18h30 às 22h30, e no sábado, das 9h às 13h. A conclusão do curso com aproveitamento dá direito ao Certificado de Formação Profissional emitido pela ADHP, sendo que a totalidade das horas do curso são reconhecidas para efeitos do cumprimento das 40 horas de formação contínua anual, para as entidades empregadoras, nos termos do artigo 131.º do Código do Trabalho.

O objetivo do curso passa por  “dotar os formandos de conhecimentos técnicos atuais que lhes permitam responder aos múltiplos desafios de uma hotelaria em constante mudança”, como indicam em comunicado. Desta forma, a formação encontra-se “em linha com as mais recentes tendências da hotelaria, o comportamento do consumidor atual, as funções emergentes e as novas realidades da distribuição online”.

Pensado para profissionais que procuram desenvolver ou atualizar conhecimentos e evoluir na carreira profissional, sejam diretores, chefes departamentais ou outras funções mais operacionais, o curso é igualmente adequado para pessoas de outras áreas de negócios que tenham interesse em desenvolver competências em hotelaria.

Tendo como principal propósito preparar os formandos para assumir funções de direção geral ou direção departamental de uma unidade hoteleira, o CEDH abrange todas as dimensões da operação: alojamento, comidas e bebidas, vendas, manutenção, segurança, qualidade, informática, recursos humanos e gestão. A formação incide também sobre as tendências mais prementes na hotelaria, com a integração, desde 2021, de módulos como o E-Commerce na Hotelaria, a Legislação Laboral, Compras ou a Gestão Ambiental.

Em comunicado, a associação destaca ainda a orientação do curso para a vertente prática, da qual é exemplo o módulo de business plan, “no qual os formandos deverão desenvolver um plano de negócios para o seu hotel – concreto ou simulado, consoante exerçam ou não funções de direção hoteleira”.

“A formação é um dos nossos contributos mais importantes para a valorização e qualificação dos diretores de hotéis, missão que está no cerne da ADHP. Acreditamos que o Curso de Especialização em Direção Hoteleira é uma excelente plataforma para a construção de carreiras de referência, permitindo uma partilha múltipla de experiências, conhecimentos e know-how que confere a todos os participantes um reforço substancial da sua preparação para os desafios do dia a dia e emergentes na hotelaria”, refere Fernando Garrido, presidente da ADHP.

Para inscrições ou mais informações sobre o CEDH estão disponíveis o endereço [email protected] e o número de telefone 968 204 405.

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EHTP e Porto Business School lançam “Open Executive Programme” em Sustentabilidade no Turismo

O “Open Executive Programme” em Sustentabilidade no Turismo visa capacitar as empresas e os profissionais deste setor nas mais modernas práticas de gestão sustentável.

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Perante a vital importância que a sustentabilidade assume a nível global, a Escola de Hotelaria Turismo do Porto (EHTP), em parceria com a Porto Business School (PBS), conceberam o “Open Executive Programme” em Sustentabilidade no Turismo, que começa no próximo mês de outubro e que visa capacitar as empresas e os profissionais deste setor nas mais modernas práticas de gestão sustentável.

Enquanto agentes de mudança, ambas as instituições assumiram a missão de conceber um programa de formação executiva, que possibilitasse a aceleração da incorporação por parte das organizações, especificamente do setor do turismo, da aceitação da sustentabilidade enquanto opção estratégica fundamental, bem como das mais recentes boas práticas empresariais.

Para tal, o programa pretende dotar os participantes com conhecimento sobre os mais inovadores e recentes casos de sucesso do setor e promover a partilha de experiências e visões de forma a criar condições para um continuado processo de mentalização para uma inovação assente na sustentabilidade, que deverá resultar no desenho de soluções a aplicar às realidades específicas.

Através da capacitação dos participantes neste “Open Executive Programme”, a Escola de Hotelaria Turismo do Porto e a Porto Business School “esperam contribuir de forma efetiva para a melhoria da qualidade dos resultados obtidos pelas organizações, nomeadamente através da revisão ou da atualização dos diferentes modelos de negócio e da otimização dos processos de gestão de forma transversal a cada organização, as quais só serão possíveis graças à implementação do conceito ESG [Environmental (Ambiente), Social (Social) e Governance (Governança Corporativa)] nos respetivos modus operandi”, refere o comunicado que anuncia esta iniciativa.

De acordo com Paulo Morais Vaz, diretor da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, diretor do programa e docente da Porto Business School, o programa “foi pensado para capacitar os empresários e os gestores para a gestão do século XXI, que passa inevitavelmente pelo alinhamento com os mais exigentes referenciais internacionais”.

A importância do programa Sustentabilidade em Turismo é consolidada através da equipa de docentes composta por profissionais com créditos firmados no setor, entre os quais, Francisco Moser (Head of Hospitality na Norfin), Jorge Costa (presidente IPDT), Leonor Picão (Direção de Valorização da Oferta do Turismo de Portugal, IP) e Manuel Duarte (administrador de Operações da Hoti Hoteis).

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Hospitality Education Awards
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Hospitality Education Awards abrem votações para a Melhor Carreira Jovem

Paralelamente, os prémios dão a conhecer os finalistas das restantes categorias a concurso.

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Os Hospitality Education Awards (HEA), também conhecidos como os Prémios da Formação Turística em Portugal, abrem as votações online para o vencedor da categoria Melhor Carreira Jovem. Paralelamente, os prémios dão a conhecer os cinco finalistas das restantes seis categorias a concurso.

A iniciativa “tem como principal objetivo valorizar os setores da Formação, do Turismo e da Hospitalidade e dar reconhecimento, através da premiação dos seus intervenientes”, como indicado em comunicado de imprensa.

A primeira fase dos HEA 2023 começou em maio deste ano, com a fase de candidaturas e re-candidaturas através do website por parte de formadores, projetos e entidades com relevância para o setor. Foi ainda nesta altura que decorreu a fase de nomeações, “em que o público pôde valorizar, mais uma vez, formadores ou ex-formadores, projetos e entidades que considerassem ter um impacto positivo para a formação e/ou turismo”.

Ao todo, os HEA são constituídos por oito categorias, nomeadamente: Melhor Projeto Educacional; Melhor Projeto de Inovação; Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior; Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional; Melhor Stakeholder; Prémio Fórum Turismo; Melhor Carreira Jovem e Melhor Professor/Formador no Digital.

Nesta fase, o júri fez a seleção de cinco finalistas para cada categoria a concurso, tendo-se apurado os seguintes profissionais:

Melhor Projeto Educacional: Cocktail Team Bartender School, “Comunidades Sustentáveis – o caso de Alferce”, Feed the Future, Westmont Institute of Tourism & Hospitality e Workshop Internacional de Turismo Religioso;

Melhor Projeto de Inovação: IT-AMGABAlgarve – Inovação Tecnológica na Arte de Maridar e Gestão de Alimentação e bebidas do Algarve, Mezze-Escola, Reanimar a Literatura – Jantar no Ramalhete, Stellae – Centro de Interpretação dos Astros na Serra da Estrela e Viana do Castelo “Destino de Qualidade”;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Superior: Cláudia Seabra, Eduardo Sarmento, Nuno Abranja, Paulo Almeida e Sérgio Teixeira;

Melhor Carreira de Docente no Ensino Profissional: Daniela Silvestre, Jorge Santos, Ricardo Dias, Sérgio Teixeira e Tânia Pereira;

Melhor Stakeholder: Host Hotel Systems, InterContinental Porto – Palácio das Cardosas, Plateform e PortoBay Hotels & Resorts;

Melhor Professor/Formador no Digital: Francisco Copeto, Guilherme Cortes, João Freitas, Marco Gouveia, Sandra Vasconcelos;

Melhor Carreira Jovem: Afonso Magalhães, Albano Pereira, Hélder Lopes, João Freitas e Paulo Araújo. Categoria com votações online do público.

Prémio Fórum Turismo: Prémio atribuído no dia da cerimónia a um profissional do ensino (não no ativo) que se tenha destacado pelo seu percurso profissional.

A categoria de “Melhor Carreira Jovem” é a única em que o público contribui para a indicação do vencedor, cujo prémio reconhece um jovem profissional com uma carreira até aos 35 anos de idade, analisando a totalidade do percurso profissional nas áreas de turismo e hotelaria. As votações para esta categoria já estão oficialmente abertas online até 10 de setembro, através do website dos HEA.

Os HEA são uma iniciativa da Associação Fórum Turismo em conjunto com o Turismo de Portugal, I.P, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e em colaboração com a Organização Mundial do Turismo (OMT).

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Mais de 130 alunos da EHTC em estágio

Mais de 130 alunos da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra (EHTC) encontram-se em fase final dos estágios curriculares relativos ao ano letivo 2021-2022.

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Foram três meses de aprendizagem, técnica e profissional, onde os atuais alunos da EHTC e futuros profissionais do setor do Turismo colocaram em prática os conhecimentos adquiridos, agora em contexto real de trabalho e em empresas de norte a sul de Portugal continental e ilha da Madeira.

Num contexto de grande necessidade de mão-de-obra qualificada no setor do Turismo, nos principais destinos e um pouco por todo o mundo, é de salientar ainda os diversos estágios realizados por alunos da EHTC em países da Europa como França, Itália, Espanha, Grécia e Chipre.

As áreas de atuação são transversais às temáticas formativas da EHTC, destacando-se, nomeadamente, Cozinha/Pastelaria, Restaurante/Bar, Gestão Hoteleira, Turismo Cultural e Património e Turismo de Natureza e Aventura.

Os alunos terminarão este seu percurso académico curricular ao longo do mês de setembro. Uns regressarão à EHTC para terminar o curso, outros, porque o estágio representou o final do seu percurso formativo na escola, ingressarão de imediato no mercado de trabalho, dada a procura que neste momento as empresas demonstram em relação a este tipo de profissionais.

Refira-se que a Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra mantém abertas, até ao dia 15 de setembro, as inscrições para o ano letivo 2022/2023, para as seguintes áreas e cursos: Gestão Hoteleira e Alojamento, Gestão de Restauração e Bebidas, Gestão e Produção de Cozinha e Turismo de Natureza e Aventura, bem como Técnico de Restaurante/Bar e Técnico de Cozinha/Pastelaria, Técnicas de Serviço de Restauração e Bebidas on-the-job e Técnicas de Serviço de Cozinha/Pastelaria on-the-job.

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Mais fácil trabalhar em Portugal a partir de 24 de setembro

Os vistos e as autorizações de residência para trabalhar no nosso país passam a ter procedimentos mais ágeis. É que entram em vigor, no próximo dia 24 de setembro, as alterações ao regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, publicadas pela Lei n.º 18/2022, de 25 de agosto.

Criam-se, assim, condições para a implementação do Acordo sobre a Mobilidade entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O Estado português procurou, através desta lei, fazer frente à falta de recursos humanos sentida no país, nomeadamente no setor do turismo, facilitando a entrada de trabalhadores estrangeiros em Portugal, bem como a fixação de cidadãos estrangeiros no país para prestação de trabalho remoto a partir de Portugal.

Em matéria laboral, destaca-se a criação de novo visto para procura de trabalho. Tem duração máxima de 120 dias, prorrogável por mais 60 dias, e autoriza o seu titular a exercer atividade laboral dependente, até ao termo da duração do visto ou até à concessão da autorização de residência.

O titular deste visto poderá também requerer a concessão de autorização de residência temporária em território nacional. No término do limite máximo da validade do visto para procura de trabalho sem que tenha sido constituída relação laboral e iniciado o processo de regularização documental subsequente, o titular do visto tem de abandonar o país e apenas pode voltar a instruir um novo pedido de visto para este fim um ano após expirar a validade do visto anterior.

O procedimento de emissão de vistos para nacionais dos Estados membros da CPLP em que esteja em vigor o Acordo sobre a Mobilidade celebrado entre estes é também agilizado, com a dispensa do parecer prévio do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras), a consulta direta e imediata das bases de dados do Sistema de Informação Schengen (SIS), e a recusa da emissão do visto aplicar-se só no caso de constar no SIS indicação de proibição de entrada e permanência.

A permissão para o exercício da atividade laboral enquanto o pedido de autorização de residência se encontrar pendente, por causa não imputável ao requerente, a permissão de exercício de atividade laboral subordinada ou independente complementar para titulares de autorização de residência para investigação, estudo, estágio profissional ou voluntariado, o alargamento da duração das autorizações de residência para estagiários e o alargamento do período de duração do cartão Azul UE (concedido a nacionais de um Estado terceiro para o exercício de atividade altamente qualificada), são também alterações desta lei.

 

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