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42.ª FITUR com participação de 107 países e 7.000 empresas

A uma semana do evento, a FITUR mostra os números da 42.ª edição da feira que se realizará de 19 a 23 de janeiro, em Madrid.

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Depois de confirmada e reconfirmada, a FITUR, a realizar de 19 a 23 de janeiro, em Madrid, irá contar com 107 países e 7.000 empresas na 42.ª edição de uma das mais importantes feiras do turismo a nível mundial.

Apesar do número de casos de COVID-19 não estar a abrandar no país vizinho, a FITUR revela que dos 107 países que irão participar, 70 estarão presentes enquanto representação oficial, com os restantes a marcarem a sua presença enquanto empresas ou destinos turísticos.

Com realização presencial e digital, os 600 expositores pretendem, segundo a organização, “gerar confiança no mercado, incentivar o setor das viagens e destacar a importância do turismo de negócios”.

Além disso, a organização espera que o setor do turismo “recupere a sua liderança como alavanca de desenvolvimento e conviva em segurança com a nova situação derivada da pandemia da COVID-19”.

Nos quase 57 mil metros quadrados de área líquida de exposição estarão, segundo o catálogo de expositores, cerca de 80 entidades portuguesas.

Já indicada foi a obrigatoriedade dos participantes provenientes da União Europeia estarem munidos do Certificado Digital COVID da UE, enquanto aos restantes participantes serão exigidas as mesmas formalidades para entrar em território espanhol, além de, no decorrer do evento e dentro do recinto da feira, a utilização da máscara é obrigatória e existirem controlos de temperatura em todos os locais.

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Há um novo espaço para eventos especiais no centro de Lisboa

Composta por duas salas, cada uma com capacidade máxima para 20 pessoas, podendo ser transformadas num anfiteatro para 60 pessoas sentadas, a CAVE é o novo espaço para acolher uma multiplicidade de eventos especiais de pequena dimensão do universo Delta.

Victor Jorge

O grupo Delta inaugurou esta quinta-feira, 17 de novembro, um novo espaço para eventos especiais no centro de Lisboa: a CAVE. Localizado na Avenida da Liberdade, na Delta The Coffee House Experience há uma passagem secreta para um espaço que prima pela versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes eventos.

A CAVE é composta por duas salas, cada uma com capacidade máxima para 20 pessoas, podendo ser transformadas num anfiteatro para 60 pessoas sentadas. As salas estão equipadas com soluções de audiovisuais e de multimedia e o acompanhamento é feito por uma equipa de profissionais que privilegia um serviço de qualidade ímpar.

Contando com uma localização privilegiada, a CAVE é um espaço totalmente preparado para acolher uma multiplicidade de eventos especiais de pequena dimensão, desde reuniões, workshops, eventos corporativos, apresentações, teambuildings, exposições, lançamentos, entre outros.

Para Clara Melícias, diretora de Lojas Delta The Coffee House Experience, a CAVE prima pela “simplicidade de um espaço em que tudo foi pensado ao pormenor e pretende surpreender todos aqueles que querem fazer a diferença na hora de reunir, inspirando e despertando para momentos inesquecíveis”.

A CAVE é ainda complementada para Delta The Coffee House Experience, localizada no piso superior, que oferece um serviço especializado de cafetaria, para coffee breaks e almoços.

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1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa com 20 expositores e 250 agentes

Dirigido a agentes de viagens, o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa é organizado pelo jornal Publituris, em parceria com as Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, e vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente.

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O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa, que vai decorrer em Lisboa e no Porto, a 23 e 24 de novembro, respetivamente, conta já com a confirmação de cerca de duas dezenas de produtores, em representação das regiões de Lisboa e da Bairrada, e 250 agentes de viagem.

Organizado pelo jornal Publituris, o evento é criado e promovido pelas Comissões Vitivinícolas da Bairrada e de Lisboa, sendo 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa dirigido a agentes de viagens e contará com a presença de produtores com a Adega Cooperativa da Lourinhã, Adega Mãe, Manzwine, Quinta do Gradil, Quinta do Sanguinhal, Quinta das Carrafouchas, Quinta de Almiara, Quinta da Boa Esperança, Quinta dos Capuchos, Quinta do Monte d’Oiro, Caves Velhas, Caves São João, Caves Do Solar de São Domingos, Luís Pato, Quinta das Bageiras, Prior Lucas, Caves Messias, Regateiro e António Marinha.

Presentes no evento estarão Turismo de Portugal, Turismo do Centro de Portugal, CCDR Centro, Comissões Vitivinícolas da Bairrada e Lisboa, Rota da Bairrada, Comunidade Intermunicipal do Oeste, Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, Comunidade Intermunicipal de Aveiro, Escolas de Hotelaria e Turismo de Coimbra e do Oeste, IPL-ESTM, Entidade Regional do Turismo de Lisboa, entre outras.

O 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa decorre no dia 23 de novembro no Altis Grand Hotel, a partir das 18h00, enquanto no Porto tem lugar, no dia 24 de novembro, no Hotel HF Ipanema Park, também com início pelas 18h00. Nas duas iniciativas, está ainda incluído o jantar.

Ao longo do evento os agentes de viagens vão ter a oportunidade de conhecer novos projetos de enoturismo, seja para momentos em família, casais, grupos em ‘stopover’ ou para eventos corporate, nos quais a cultura vinhateira se assume como uma mais‐valia na diferenciação da oferta turística comercializada.

As inscrições para o 1.º Roadshow do Enoturismo Atlântico Bairrada Lisboa podem ser realizadas aqui.

Mais informações pelo e-mail [email protected] ou pelo número de telefone +351 913256261.

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Festuris dá pontapé de saída para edição de 2023

Sob o mote que evidencia as pessoas com o slogan “O centro do turismo é você”, a organização da Festuris lançou as datas para o evento de 2023.

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A organização do Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, já começou a trabalhar na edição dos 35 anos do evento. O 34.º Festuris, realizado de 3 a 6 de novembro, foi considerado o maior e melhor de todas as edições, segundo a organização, tendo registado um crescimento de 120% em relação a 2021, 16% comparado com 2019, mais de 2.700 marcas em exposição, 12.500 inscritos e mais de 40 destinos internacionais.

Quanto à edição do próximo ano, com datas entre 9 e 12 de novembro, foi lançado o primeiro vídeo da campanha “Festuris na Minha vida” sob o mote que evidencia as pessoas com o slogan “O centro do turismo é você”. O objetivo do projeto é destacar histórias de pessoas que têm envolvimento com a feira de negócios turísticos do Brasil.

“Não existe turismo sem pessoas, ele é movimento o tempo todo. Nosso intuito é valorizar ainda mais cada indivíduo que desenvolve um turismo mais consciente e com muitas inovações”, frisa Marta Rossi, fundadora e CEO do Festuris.

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Portugal aumenta participação na Intur

A participação portuguesa é considerada “importante”, contando com mais de duas dezenas de entidades e empresas em Valladolid.

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Porto e Norte, região Centro, Lisboa, Oeste, Guarda, Tras-os-Montes, comunidade do Alto Tâmega, Loulé, Barcelos, comunidade do Douro, Sabrosa, Maia, Gondomar, Rota da Bairrada, Inature, Alto Alentejo, Vila de Rei, Museu Téxteis, Resente, São Brás de Alportel, Felgueiras, Portogalegre, a marca de garantia Amêndoa coberta de Moncorvo, a empresa de sinalização turística Floema e Bezerreira com Vida serão os participantes portugueses na 25.ª edição da Intur, Feira Internacional de Turismo Interior, que se realiza de 17 a 20 de novembro, em Valladolid, Espanha.

A Intur pretende estabelecer-se como uma referência para um setor em que a cultura, a natureza e a gastronomia e o vinho são as pedras angulares da sua atividade, mantendo o seu duplo estatuto de evento para profissionais e viajantes, duas propostas distintas que terão lugar na quinta-feira 17, com a Intur Business, e de 18 a 20 (de sexta-feira a domingo), com a Intur Travellers.

Registando um crescimento de 26%, em comparação com a edição anterior, realizada em 2021, a Intur deste ano terá 126 stands, apresentando mais de 1.200 destinos, empresas e grupos profissionais. Para Alberto Alonso, diretor-geral da Feria de Valladolid, “Portugal desempenha um papel importante neste crescimento, à medida que novos expositores se vão juntando à feira pela primeira vez, com regiões, municípios e empresas privadas a serem destinos regulares durante anos”.

No dia da abertura, 17 de novembro, terá lugar a Intur Negocios, uma conferência dirigida exclusivamente a profissionais, patrocinada pelo Departamento de Cultura e Turismo do Governo Regional de Castilla y León. Os conteúdos estão estruturados em torno de três áreas: um mercado de contratação, uma área de exposição e um fórum de análise.

O mercado de contratos será frequentado por 70 operadores turísticos, dos quais 51 são nacionais e os restantes 19 vêm de Portugal, França, Itália, Irlanda, Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia, Finlândia, Holanda, Estados Unidos e Polónia.

Os interesses destes compradores vão desde viagens feitas à medida e familiares a itinerários culturais, o Caminho de Santiago, astro-turismo, experiências na natureza, enoturismo, plataformas de reservas, agências online, turismo acessível, entre outros.

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Lisboa recebe 34.ª Conferência de Mulheres na Aviação

Iniciativa da Associação Internacional de Mulheres na Aviação (IAWA) decorre até sexta-feira, 11 de novembro, e vai ser dedicada ao tema “Um Caminho a Seguir – A Aviação através de uma Lente de Sustentabilidade”.

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A cidade de Lisboa é palco, a partir desta quarta-feira, 9 de novembro, da 34.ª Conferência da Associação Internacional de Mulheres na Aviação (IAWA), iniciativa que decorre sob o tema “Um Caminho a Seguir – A Aviação através de uma Lente de Sustentabilidade” e que tem lugar até sexta-feira, 11 de novembro, no Epic Sana Lisboa.

“O objetivo é explorar o que está por vir no mundo da aviação e sustentabilidade, e como os membros da IAWA podem ajudar a defender o caminho a seguir”, indica a organização do evento, em comunicado.

Esta conferência, promovida pela associação que reúne mulheres que ocupam cargos de liderança na indústria da aviação & aeroespacial, conta com painéis com os principais especialistas do sector.

Entre os temas em debate encontra-se o Crescimento Sustentável Aeroespacial, os Impactos Geopolíticos e de Políticas Governamentais na Aviação ou a Nova Fronteira Aeronáutica da Mobilidade Aérea Urbana e o Estado da Indústria, estando ainda previstos workshops especiais sobre Orientação de Carreira – De Protegé a Mentor, Desequilíbrio de Talentos: A Urgência da Aviação para Alcançar a Paridade de Gênero Pós-COVID e uma Mesa Redonda de Advogados sobre conexões e a plataforma da IAWA.

Além das sessões incluídas na conferência, os participantes vão também poder participar em reuniões com o Conselho da IAWA, apresentações de bolsas de estudo e educação do setor através de uma viagem local à OGMA, uma empresa aeroespacial focada em manutenção de aeronaves e fabricação.

Já a Gala desta conferência, assim como o jantar, vão decorrer no Museu Nacional dos Coches, em Lisboa.

Recorde-se que a IAWA é uma associação sem fins lucrativos que fornece uma rede mundial dedicada a promover o avanço das mulheres nas indústrias de aviação e aeroespacial em todos os níveis em todo o mundo.

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Repensar o turismo é investir em pessoas

A reunião dos ministros do turismo, durante o World Travel Market London 2022, foi marcada pelo otimismo. Contudo, houve palavras que ficaram marcadas para se ter sucesso no futuro: pessoas, educação, ambiente, sustentabilidade, parcerias, intraligação entre governos, foram algumas.

Victor Jorge

Na 16.ª sessão da Conferência dos Ministros do Turismo, realizada no decorrer do segundo dia do World Travel Market (WTM) London 2022, em que participou a secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços (SETCS), Rita Marques, ficou claro que o turismo está de volta, mas, como alertou o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili, “o setor terá de adaptar-se a uma nova realidade”.
O responsável pelo organismo que tutela o turismo nas Nações Unidas, adiantou que “estamos perante uma janela de oportunidade, mas que não é permanente” e que há muito trabalho por fazer e que a lista de afazeres e, de facto, muito grande”.
Com uma forte componente do seu discurso focado no emprego e na educação, Pololikashvili começou por referir no seu discurso de abertura que “mais de 50% dos jovens querem ser empreendedores no turismo” e que, por isso, “há que tornar o setor novamente atrativo e captar essa ‘nova gente’”.
Para o secretário-geral da OMT, o cerne do desenvolvimento do turismo está mesmo em “repensar o turismo, investindo em pessoas”, considerando ainda que o negócio tem de ser mais “arrojado”.
Frisando que os benefícios do investimento no turismo não se aplicam somente ao setor, com muitos e outros setores de atividade a aproveitá-los, Pololikashvili afirmou que os ministros do Turismo têm, agora, “um trabalho muito importante a realizar com os restantes ministérios dos respetivos países” e sugerindo aos responsáveis pelas pastas do turismo que “deixem um legado”.
“É preciso ação e não só palavras”, disse, deixando a pergunta se será legítimo e correto “esperarmos voltar aos números pré-pandémicos” e que “impacto terá no nosso ambiente”, numa altura em que se realiza a COP27 no Egito.
Já Julia Simpson, presidente e CEO do World Travel and Tourism Council (WTTC) começou por afirmar que, “o que o turismo mais precisa agora é de liderança”, afirmando que “as parcerias público-privadas (PPP) serão fundamentais para o sucesso que o turismo a nível global possa vir a ter”.
“Estamos num estado empreendedor e isso só será conseguido e possível com estas parcerias”, reforçou, apelando ainda a “decisões racionais”.
Recordando que o setor mundial do turismo perdeu cerca de 62 milhões de empregos e mais de 5 biliões de dólares com a pandemia, lembrou, igualmente, a importância do turismo para a economia global: “1 em cada 10 empregos está no turismo e um em cada 10 dólares do PIB provém do turismo”.
Por isso, admitiu que “temos a obrigação de mostrar o nosso valor e a contribuição que temos na economia de forma global”. Para tal, destacou a importância de dar oportunidades às pessoas que queiram entrar no turismo através de empregos dignos.
Por fim, salientou a importância de melhorar a literacia digital no setor do mundo, já que, “não nos podemos esquecer que o mundo mudou e o turismo e turistas e viajantes mudaram”.

Função social do turismo
Na sua intervenção, Rita Marques destacou a importância da questão social do turismo e no desenvolvimento do setor, bem como a inclusão, considerando-a “fundamental para o sucesso de qualquer estratégia. Temos de ser mais verdes, mais sustentáveis, mas temos de ser, também, mais sociais”, referiu a SETCS.
O aspeto social, naturalmente, não se consegue sem pessoas, recordando Rita Marques que “a Europa está a ficar velha e Portugal está a ficar mais velho”, fazendo referência à necessidade de ir buscar pessoas a outras geografias para colmatar as faltas que existem no país. Aí, Rita Marques salientou as oportunidades que Portugal está a desenvolver com os países lusófonos, destacando as mais de 250 milhões de pessoas no mundo que falam a língua portuguesa.
Destacado pela SETCS foi, também, a nova política de vistos, frisando a “necessidade de formação para que essas pessoas se sintam inclusas”, destacando no final os novos vistos para nómadas digitais lançados recentemente em Portugal.
Na ronda final de um minuto dado a cada responsável do turismo, Rita Marques destacou que, é preciso “valorizar as pessoas, além de formar e pagar mais e melhor, bem como equilibrar a vida profissional com a pessoal”.

Rapidez e educação para “novos tempos”
Nas restantes intervenções, houve tempo para conhecer o número que a Arábia Saudita irá investir no turismo nos próximos 10 anos: 800 mil milhões de dólares. Planeado está um novo aeroporto em Riade para capacidade para 180 milhões de passageiros, referindo o ministro do Turismo da Arábia Saudita, Ahmed Al Khateeb, que todo este investimento tem o ambiente no topo da agenda.
Do lado egípcio, Ahmed Issa, focou a necessidade do turismo ter “raízes”, admitindo que questão “não está na procura”. Num país que precisa de 350 mil quartos, o ministro do turismo do Egito salientou que “o foco está em experienciar o país, mas todo o país e não só os grandes locais”.
Do Barain, a mensagem deixada foi de “unificação dos governos” para melhor repensar o turismo, enquanto o ministro do turismo das Maurícias frisou que “estamos a esquecer-nos muito rapidamente dos impactos da COVID, já que a pandemia foi global e agora estamos a pensar demasiado no local”. Repensar o turismo para Louis Steven Obeegaddo passa por “interligar o Governo. Não faz sentido repensar o turismo sem finanças, sem infra-estruturas, sem transportes, sem saúde, sem economia e sem ambiente”, recorrendo, novamente, à necessidade das PPP para esta estratégia.
O mesmo frisou ainda que, “o turismo foi visto muitas vezes como concorrência entre os destinos. O que a pandemia nos veio ensinar é que temos de trabalhar em conjunto”.
Miguel Torruco, secretário de Estado do Turismo do México, veio recordar a importância do turismo doméstico. “Já nos esquecemos que, quando precisamos de apoio, de ajuda e de turistas, foi do turismo doméstico que veio essa ajuda e apoio. Agora, que os números estão, novamente, em alta, estamos a esquecer-nos dele e apostar as fichar nos mercados internacionais”. Para o responsável mexicano, a palavra-chave para o futuro é “rapidez. Quem não conseguir atuar com rapidez, adaptar as suas políticas e estratégias à constante mudança, terá dificuldades em ter sucesso e acompanhar o ‘novo’ perfil do turista”.
No final, o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili, concluiu que, “estamos com dificuldade em repensar o turismo porque este mudou muito rapidamente e não conseguimos acompanhar essa rapidez”.
Para enfrentar esta realidade, Zurab Pololikashvili salientou que “a educação é o mais importante”, deixando a seguinte mensagem: “o turismo é, atualmente, o melhor investimento que existe”.

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Victor Jorge

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WTM 2022 – Future Stage. The Landscape of Travel in 2030 and Beyond

Speakers Left to Right

Fahd Hamidaddin, CEO, Saudi Tourism Authority

Peter Kruger, Member of the Executive Board, Chief Strategy Officer, TUI

Simon Calder, Travel Journalist & Broadcaster, The Independent.

Julia Simpson, President and CEO, World Travel & Tourism Council

Rohit Tawar, CEO Fast Future, Moderator

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Turismo em 2030: Experiências, personalização, metaverso e biodiversidade

O objetivo era olhar para o que o setor das viagens e turismo será em 2030. As diferenças são assinaláveis e passam muito pelas experiências, mas também e, fundamentalmente, pelo digital e a exploração do metaverso. No fundo, quem não for digital e não proporcionar soluções neste campo, não existe.

Victor Jorge

Poderiam ser mais uns aspetos a ter em conta para o futuro do turismo. Do painel que fez uma antevisão de como será o turismo em 2030 – “The Landscape of Travel in 2030 and Beyond” – e onde participaram Julia Simpson, presidente e CEO do World Traval and Tourim Council (WTTC), Simon Calder, jornalista de turismo, Fahd Hamidaddin, CEO do Turismo da Arábia Saudita, e Peter Krüger, membro do Conselho de Administração e Chief Strategy Officer da TUI, houve uma certeza final: “a estratégia terá de ter sempre em mente a visão do cliente. E esse está em contante mudança”.

Cliente controlador
Mas comecemos pelo início. Para o responsável do Turismo da Arábia Saudita, “é preciso dar confiança e poder ao cliente e ir ao encontro do que ele/ela querem controlar”. Além disso, frisou, é a “facilidade, não complicar”. E deu um exemplo simples: “se nos conseguimos unir para salvar vidas e combater a COVID, há que manter essa união para responder às novas tendências no mundo das viagens e turismo”, destacando que, atualmente, “todo o viajante que sentir-se confortável e especial”.

Já Peter Krüger salientou a ligação entre “distribuição entre produto. As pessoas já não querem ir para um lugar 10 ou 15 dias e simplesmente ficar estendidos na praia. Querem mais. Querem o contacto com o local” e aí o executivo da TUI fez especial referência à “personalização” para a qual a “tecnologia é fulcral”. Certo é que para Krüger, a “massificação faz parte do passado, enquanto a preocupação com o local e com a sustentabilidade, nas suas várias formas, fazem parte do futuro”.

Julia Simpson, por sua vez, fez referência ao crescimento que o setor do turismo registou nos nove anos da COVID-19, destacando que “é essencial olhar para o que a geração que hoje tem 12 ou 15 anos querem e esperam. Esses são os turistas e viajantes do futuro e teremos de perceber como estamos a encarar as suas exigências, preocupações e necessidades”, admitindo que, “se não o fizermos, poderemos estar aqui para o ano a colocar esta questão, tal como o faremos nos anos posteriores”.

Sustentabilidade positiva
Na questão da sustentabilidade, a presidente e CEO do WTTC frisou que, atualmente, já não faz sentido falarmos de NET ZERO, já que “essa é uma realidade”, mas para o “NET POSITIVE”, ou seja, para o que “a descarbonização poderá e terá de trazer de positivo para o negócio, cliente e destino”.

Certo é que para a responsável do WTTC, “a procura já ultrapassou a oferta e isso é um problema”.

Mas se a questão da sustentabilidade foi aclarada por Julia Simpson através da positividade que terá de trazer ao setor, Hamidaddin também admitiu que “há muita gente a falar de sustentabilidade, mas pouca gente a atuar de forma positiva”, salientando que sustentabilidade também é “preservação”, salientando que, em breve, haverá testes a essas políticas e estratégias de sustentabilidade que, supostamente, estão a ser praticadas”.

Krüger, por sua vez, foi ao encontro do responsável do Turismo da Arábia Saudita, referindo que no dia em que a sustentabilidade “não é vista como um custo, mas como um investimento, aí teremos sucesso”.

SAF é a resposta imediata e duradoura
No que diz respeito ao negócio e o futuro do mesmo, o executivo da TUI recuperou o que Rohit Talwar referiu no início do WTM e deu um exemplo de uma unidade em Madrid. “Porque não podemos vender o mesmo quarto de hotel duas vezes: uma no físico e outra no virtual?”, esclarecendo que “para muitas pessoas, esta é será uma oferta que vai ao encontro das necessidades e expectativas, já que, eventualmente, não terão dinheiro para ir fisicamente a Madrid, mas nós fornecemos essa possibilidade. Isto é importante para o cliente”.

No que diz respeito às viagens Simon Calder admitiu que, nos próximos dois ou três anos, “não deveremos ver muitas alterações na forma como as pessoas viajam”, explicando que será natural ver uma eficiência cada vez maior nas aeronaves”. O jornalista, contudo, admitiu que, em 2030, teremos “aviões elétricos ou mesmo híbridos”, constatação que Julia Simpson contrariou, já que o hidrogénio ocupa quatro vezes mais espaço que o SAF (Sustainable Aviation Fuel).

Simpson sugeriu ainda que “tem de haver uma narrativa conjunta em todo o setor das viagens e turismo e não termos os hoteleiros a colocar as culpas das emissões na aviação”.

Quanto a novas formas de viajar e de turismo, Simon Calder esclareceu que os projetos de “supercomboios” como o “hyperloop” de Elon Musk ou de Richard Branson estão a registar um desinvestimento, embora reconheça que, no futuro, “mais pessoas viajarão de comboio na Europa”. Contudo, também salienta que, as exigências do futuro, ou seja, em 2030, irão trazer transportes “mais verdes e mais confortáveis”, mas que a urgência das pessoas em chegar ao destino poderão colocar esses aspetos em segundo plano.

No entanto, tudo se resume, novamente, à tecnologia e aí Peter Krüger salienta que essa tecnologia irá dar “mais poder ao cliente ao mesmo tempo que lhe dá acesso a mais informação”. E quem não a disponibilizar “não existe”, diz.

E Fahd Hamidaddin, CEO do Turismo da Arábia Saudita, terminou com uma simples constatação: “Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2029 vão acontecer na Arábia Saudita. Onde? Num local que ainda não existe, porque ainda está em construção e que só será possível graças à tecnologia, ao pensamento disruptivo e por acreditarmos que é possível”.

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WTM abre com um olhar sobre o futuro

O arranque do World Travel Market (WTM) London deu-se com um olhar para o futuro, futuro esse que terá de passar por uma maior fidelização do cliente só conseguida através do digital.

Victor Jorge

Abriu, oficialmente, um dos maiores certames do mundo do turismo: World Travel Market (WTM) London. O evento que se realiza de 7 a 9 de novembro, na capital britânica, começou com um olhar sobre o futuro e como o setor deverá olhar e, fundamentalmente, adaptar-se às novas exigências e tendências.

Para Rohit Talwar, CEO da Fast Future, deu na sua intervenção, “The Future of Travel Starts Now”, uma perspetiva sobre como o setor das viagens e turismo deverá encarar os próximos tempos que continuarão a ser pautadas pela incerteza. “Não sabemos o que aí vem e ninguém poderá dizê-lo”, começou por referir, admitindo que “as estratégias que podemos estar a desenhar e a definir agora são para um futuro incerto, futuro esse que não podemos controlar”.

Para este responsável, “as rotinas do passado pertencem ao passado”, salientando, contudo, que essas rotinas constituem uma oportunidade”, destacando o facto de o início do WTM coincidir com o arranque da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2022, mais comumente referida como Conferência das Partes da UNFCCC, ou COP27, e ocorre de 6 a 18 de novembro de 2022 em Sharm El Sheikh, Egito.

Para Talwar, a questão da sustentabilidade e das mudanças climáticas são, na realidade, um dos aspetos que está e irá marcar o mundo e, consequentemente, o turismo mundial.

Mas não serão somente as mudanças climáticas que fazem parte desta nova realidade. Admitindo que estamos perante um setor “demasiado exposto”, Rohit Talwar referiu que o melhor é mesmo “traçar sempre os piores cenários e ir adaptando a estratégia com ou aos tempos”.

Olhar para os exemplos de outros setores
Por isso, para Talwar, a automação e a tecnologia serão “fulcrais para o desenvolvimento do turismo”, dando como exemplo o que o setor do retalho fez para manter a fidelidade do seu cliente, apostando em “esquemas de promoção, descontos e programas de fidelidade que fazem os clientes realizar pré-reservas tão importantes para os negócios”.

E tal como a digitalização ou a transformação digital terá de ser encarada como uma inevitabilidade, também a aceitação de novas formas de pagamentos passará, ou melhor, deverá fazer parte deste “novo quotidiano do turismo”. “O setor das viagens e turismo não pode tratar as ‘crypto’ de maneira diferente do euro, dólar ou libra”, referiu, destacando que mais de 350 milhões de pessoas utilizam esta forma de pagamento e mais de 25% da população americana pretende pagar em ‘crypto’”, revelando que só a Expedia já tem mais de 700 mil pagamentos nesta forma digital.

Outro exemplo dado por Talwar foi o de um hotel na Suíça que foi pioneiro nesta forma de aceitação de pagamentos, “o que fez com que esse hotel se tivesse colocado na vanguarda e utilizasse isso mesmo para se promover e destacar da restante concorrência. E com muito sucesso”.

Voltando à comparação com o setor do retalho, o CEO da Fast Future referiu que o turismo deve e tem de adaptar esta nova forma de estar junto do cliente e dar-lhe “mais possibilidade de interagir com as ofertas que poderão surgir. O digital traz possibilidades infinitas, disse Talwar. “Ainda para mais quando entre 60 a 70% da população mundial nunca irá visitar um destino”. Por isso, colocou a questão: “como ir buscar esse cliente/viajante?”. A resposta surge, naturalmente, sob a forma do digital. “Há que definir estratégias, mas é preciso sempre adaptá-las a uma oferta que está em constante mutação e desenvolver novos padrões de consumo e de venda”.

E será através dessa componente digital que Talwar acredita que se criará uma “maior ligação com o cliente” e, logo, uma “maior fidelização e transmissão de confiança”.

Metaverso como nova experiência
É aqui que também entre o Metaverso, forma que deverá ser encarada como “uma extensão do alcance da experiência”. E se poderão existir milhões que nunca irão utilizar o Metaverso, Talwar salienta o facto de, atualmente, “não se pode estar a definir estratégias para o hoje, mas para o futuro”. E segundo ele, o futuro pertence às novas gerações.

“A escala que se pode alcançar com o Metaverso é incalculável”. E deu como exemplo um concerto da Ariana Grande que, em duas datas, teve mais de 70 milhões de pessoas a ligarem-se ao evento, situação que nunca ocorreria num concerto presencial, bem como as receitas obtidas em merchadinsing. “Ora, porque não fazer isso nas viagens e turismo?”.

“Há uma geração que está online e continuará a estar online e é preciso comunicar com esse cliente”; frisando que esta é uma nova forma de promover os destinos.

No campo dos colaboradores, Talwar deixou uma pergunto à audição da sessão: “Quantos de vocês, líderes do setor das viagens e turismo ouvem os vossos colaboradores que vos apresentam ideias novas?”. Por isso, admite, “é preciso ouvir o que está a acontecer à nossa volta e dar força às pessoas com pensamentos disruptivos. É preciso ouvir, adaptar e evoluir. É preciso considerar cenários radicais. Podemos não gostar desses cenários, mas atualmente são uma tendência. Quem conseguir adaptá-los o mais rapidamente estará na linha da frente”, admitiu.

Rohit Talwar terminou a sua intervenção com uma questão: “Se tivesse de iniciar o seu negócio nos dias de hoje, o que faria? Como definiria a estratégia para o negócio e como iria estar junto do cliente?”.

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Conferência Publituris Hotelaria: “Não há que ter medo da inovação porque ela vai acontecer à mesma”

Esta quinta-feira, 27 de outubro, a inovação no setor da hotelaria lançou o mote para uma sessão da Publituris Hotelaria na DecorHotel, em parceria com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).

Carla Nunes

Os processos postos em prática pelos hotéis, principalmente durante o período inicial da pandemia, bem como o percurso que ainda falta percorrer nesta área, foram alguns dos pontos debatidos nesta sessão que juntou Rui Martins, CEO SmartLinks e responsável pelo Gabinete Digital da AHP; Jaime Quesado, economista e professor na Faculdade de Economia do Porto; Pedro Serra, diretor-geral de operações do The Editory Hotels; João Rodrigues, Technological Advisor e ex-Country Manager da Schneider Portugal e Miguel Velez, CEO da Unlock Boutique Hotels.

Começando pelos exemplos práticos, Pedro Serra afirma que o período da pandemia foi aproveitado para colocar em prática projetos que já tinham em mente, como o check-in automático, pagamentos contactless e robotização de alguns projetos, “mesmo no backoffice”: “Não é totalmente novo, mas nós não tínhamos”, admite.

Já na Unlock Boutique Hotels, Miguel Velez aponta para a conquista do selo Biosphere em todos os hotéis do grupo, conseguido através de, entre outras medidas, check-in online e concierges digitais.

“Nem sempre a inovação obriga a grandes investimentos financeiros. No nosso caso fizemos o ciclo completo de operações e experiência do cliente, todos os pontos de contacto, para ver onde poderíamos ser mais eficazes e eficientes. [Com base nisso] fizemos um manual para cada um dos hotéis, onde fomos tocando ponto a ponto onde é que poderíamos fazer melhor” explica Miguel Velez, afirmando que esta pode não ser “a inovação no modelo tradicional, mas é um processo contínuo”.

Sobre este assunto, Rui Martins afirmou que, de facto, é necessário “cada vez mais que os competidores de hotéis centralizem dados e extraiam deles padrões”, nos quais devem basear-se para tomar decisões.

“Existem silos de informação, mas depois não existe uma visibilidade sobre os dados, de forma que estes possam ser [utilizados] para tomar decisões. Isto é inovação para nós, mas de inovação não tem nada. É inovação para nós porque não a fazemos”, declara.

A inovação ao serviço dos recursos humanos do setor

Na sua intervenção, Rui Martins aponta ainda que a inovação “acontece muitas vezes por necessidade”. Aportando-se à questão da falta de recursos humanos “nos últimos anos no setor hoteleiro” – não só na “dificuldade de obter bons recursos”, como também em “mantê-los fidelizados” –, o responsável pelo Gabinete Digital da AHP relembra que “a digitalização e a transformação digital ajudam a compor essa necessidade”.

“Ao substituir pessoas por processos automatizados, permitimos que as pessoas façam o que fazem melhor, que é ligar-se a outras pessoas” afirma.

Sobre a possibilidade que a inovação tecnológica possa retirar trabalho no setor, o profissional deixa apenas uma questão: “Quando as pessoas deixaram de usar velas e passaram a usar lâmpadas houve uma transformação do setor, certo?”

Se “não é possível uma máquina transmitir uma emoção ao ser humano”, por outro lado, é possível “resolver problemas de processos que são contínuos, permitindo que essas pessoas sejam desviadas para funções muito mais impactantes” – razão pela qual aponta que “enquanto uma máquina não conseguir causar sentimentos e mostrar empatia, não há nenhum processo de automação que nos possa substituir”.

“Não há que ter medo da inovação. É absolutamente incorreto e desnecessário, porque ela vai acontecer à mesma”, afinca.

Os passos para o futuro

Numa nota final, os intervenientes apontam processos de inovação que ainda estão em falta na hotelaria. Se para Jaime Quesado é “muito importante” criar expetativas em relação ao cliente, apostando no customer experience, para Miguel Velez “é fundamental trazer a escala” para os hotéis.

“[É necessário] transportar a inovação para os hotéis independentes, pequenos, que [caracterizam] a maior parte dos hotéis em Portugal. Praticamente um terço são hotéis de cadeia, dois terços são hotéis independentes. É a mesma história que é no vinho e noutros setores que estavam muito disseminados e foi necessário juntar para ganhar dimensão”, explica o CEO da Unlock Boutique Hotels.

Já Rui Martins é da opinião de que “sem uma boa experiência para o hóspede e centralização de dados, é muito difícil para um hotel sobreviver”, acrescentando ainda que as unidades têm de apostar na diferenciação, em serem únicas, oferecendo algo que só se possa encontrar ali – dando, para isso, o exemplo do H2otel, em Unhais da Serra.

“As pessoas estão dispostas a ir se a experiência for satisfatória”, defende.

Também João Rodrigues partilha da mesma opinião no que respeita à diferenciação dos hotéis, explicando que estes devem “identificar no seu business plan o que tem de ser feito e fazê-lo”. Por fim, Pedro Serra aponta que a inovação no setor passa pela preocupação com a “pegada que os hotéis deixam no sítio em que estão”.

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Lisboa acolhe a International Golf Travel Market nos próximos dois anos

Até à data, a maior feira do mundo ligada aos setores do golfe e turismo era realizada todos os anos em locais diferentes.

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A cidade de Lisboa foi escolhida para acolher as edições de 2023 e de 2024 da International Golf Travel Market (IGTM), a maior feira do mundo ligada aos setores do golfe e do turismo. O anúncio foi feito no jantar de encerramento do evento deste ano, que teve lugar em Roma de 17 a 20 de outubro, como indicado em comunicado.

“A escolha de Lisboa para receber um evento desta dimensão é fruto do trabalho que tem sido desenvolvido para colocar Lisboa no mapa e ser reconhecida pelas suas características tão distintas ao nível da acessibilidade, oferta hoteleira e cultural”, refere Paula Oliveira, diretora executiva da Associação Turismo de Lisboa (ATL).

Assegura ainda que, “certamente, será um evento muito bem organizado e pensado para dar a conhecer o melhor do Golf em Lisboa. O Lisboa Golf Coast já é um produto consolidado, reconhecido internacionalmente e bastante apreciado, com mais de 20 campos de golfe em Cascais, Sintra, Península de Setúbal e Oeste”.

A ATL marcou novamente presença na edição deste ano da IGTM, com um espaço dedicado ao destino e às suas empresas. Durante os quatro dias de evento, Lisboa contou com a participação de nove empresas sob a marca Lisboa Golf Coast.

O International Golf Travel Market é o ponto de encontro a nível mundial da comunidade de viagens de golfe. Centenas de fornecedores do segmento de golfe juntam-se a outras centenas de compradores e jornalistas internacionais para quatro dias de oportunidades de networking e atualizações da indústria.

Até à data, o evento era realizado todos os anos em locais diferentes. Nos próximos dois anos passa a decorrer em Lisboa.

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