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AL exige reforço urgente das medidas de apoio á atividade

A ALEP diz que, devido às medidas restritivas impostas, os cancelamentos foram dramáticos para o Alojamento Local (AL)em dezembro, principalmente na semana do Natal e ano novo. Assim, a atividade exige reforço urgente de medidas de apoio.

Carolina Morgado
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AL exige reforço urgente das medidas de apoio á atividade

A ALEP diz que, devido às medidas restritivas impostas, os cancelamentos foram dramáticos para o Alojamento Local (AL)em dezembro, principalmente na semana do Natal e ano novo. Assim, a atividade exige reforço urgente de medidas de apoio.

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Em nome do Alojamento Local (AL) a ALEP exige o reforço urgente das medidas de apoio à atividade, uma vez que dezembro voltou a ser um mês “dramático” em termos de cancelamentos.

Diz a ALEP, que esta vaga de cancelamentos foi similar à de junho/julho, mas “com a agravante de os cancelamentos se terem concentrado maioritariamente nas poucas semanas onde há movimento no Inverno: Natal e Ano Novo”.

Em alguns dos principais destinos como Lisboa, Porto e Madeira, em média, 1/3 das reservas foram canceladas em dezembro, refere o comunicado da Associação que representa do AL em Portugal, para acrescentar que “se se tiver em conta apenas o período mais importante (Natal e Ano Novo), o impacto foi ainda mais duro, chegando a atingir os 40% das reservas”, para acrescentar que, a agravar a situação, “as reservas registam também um abrandamento muito significativo, com a maioria dos alojamentos com os calendários de janeiro e fevereiro quase vazios”.

A ALEP destaca que, não questiona o mérito das medidas de restrição, pois “é uma decisão que cabe às autoridades competentes”, mas considera que “é inegável que este período de retrocesso da crise pandémica gerou um forte impacto económico e que a expetativa para este inverno é muito negativa para o setor”.

Assim, “é inevitável o reforço dos apoios para permitir chegar à primavera, quando todos esperam que finalmente a retoma se reinicie com alguma estabilidade”.

A ALEP apela ainda a que, nesta fase de eleição e transição política, as atividades mais afetadas não sejam deixadas à sua sorte, “sem apoios nesta reta final de crise”.

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Airbnb propõe regras comuns para combater especulação imobiliária na UE

A Airbnb propôs, esta quinta-feira, uma harmonização das regras comunitárias para facilitar aos cidadãos da União Europeia a partilha de casa própria, e permita aos governos lutar contra a especulação imobiliária.

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A Airbnb propôs esta quinta-feira uma harmonização das regras comunitárias para facilitar aos cidadãos da União Europeia (UE) a partilha de casa própria, ao mesmo tempo que permite aos governos lutar contra a especulação imobiliária.

Esta contribuição da Airbnb é uma resposta à consulta da Comissão Europeia sobre alugueres a curto prazo, na qual também se comprometeu a apoiar as autoridades na implementação desta proposta.

A proposta, segundo refere a Airbnb em comunicado, oferece uma solução para as atuais regras desatualizadas e fragmentadas que existem em grande parte da UE, e permitiria a milhões de cidadãos beneficiarem desta atividade, ao mesmo tempo que abordaria os desafios associados aos especuladores imobiliários e ao turismo de massas.

Refira-se que, nos últimos meses, a plataforma tem liderado os apelos para que a Comissão Europeia lance a sua consulta em paralelo para trabalhar na Diretiva dos Serviços Digitais, e para facilitar aos governos a disponibilização dos instrumentos de que necessitam para regular eficazmente os alugueres de curto prazo, tendo em conta que na UE existem 1,34 milhões de anfitriões.

O número de empregos gerados na UE graças às viagens na plataforma aumentou para 5,1 empregos por 1000 hóspedes em 2020, contra 4,7 por 1000 hóspedes em 2019, impulsionado pelo aumento dos gastos dos hóspedes e estadias mais longas.

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Em outubro mercado interno supera números de 2019 no alojamento turístico

Outubro vem, segundo o INE, confirmar o bom momento do alojamento turístico. Contudo, os números do mercado interno continuam a ser melhores do que os do mercado externo.

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O setor do alojamento turístico registou, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mais de 2,1 milhões de hóspedes e perto de 5,5 milhões de dormidas em outubro de 2021, correspondendo a aumentos de 115,5% e 139%, respetivamente (+52,3% e +58,5% em setembro, pela mesma ordem) face ao mesmo mês de 2020.

Já relativamente a outubro de 2019, o INE indica que o número de hóspedes diminuiu 14,6% e as dormidas decresceram 13,5%.

Em outubro, o mercado interno contribuiu com quase dois milhões de dormidas, correspondendo a um aumento de 65,4%, continuando a superar os níveis do período homólogo de 2019 (+28,2%).

No que diz respeito às dormidas de não residentes, estas ascenderam a 3,5 milhões, o valor mais elevado desde outubro de 2019, tendo triplicado face a outubro de 2020 (+216,6%), tendo, contudo, decrescido 26,7% face a outubro de 2019.

Relativamente ao 10.º mês do ano, o INE informa ainda que 24,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (20,5% em setembro).

Quanto à performance regional, destaque para os aumentos das dormidas em todas as regiões no mês de outubro, com o Algarve a concentrar 29% das dormidas (1,6 milhões), seguindo-se Lisboa com 1,3 milhões (24,1%), o Norte com 882 mil (16%) e a Madeira com 654 mil (11,9%).

Comparando com o mês de outubro de 2019, destacaram-se os crescimentos no Alentejo (+14,9%) e Madeira (+3,9%), enquanto nas restantes regiões se registaram decréscimos.

Nos primeiros dez meses do ano, todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pelos Açores (+114%) e Madeira (+59,1%). Os acréscimos foram generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a Madeira (+106,6%), Açores (+97,6%) e Algarve (+35,7%) e também às de não residentes, verificando-se o maior aumento nos Açores com 150,6%.

Já numa análise municipal, nos primeiros dez meses de 2021, o destaque vai para Lisboa com 3,7 milhões de dormidas (11,9% do total), que se traduziram num crescimento de 15,7%. Neste período, as dormidas de residentes aumentaram 32,1% e as de não residentes (73% do total) cresceram 10,6%.

Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas em Lisboa registaram, no entanto, uma diminuição de 69% (-45,6% nos residentes e -73,2% nos não residentes).

Mais a sul, as dormidas em Albufeira (11,2% do total) atingiram 3,5 milhões entre janeiro e outubro e aumentaram 28% (+38,5% nos residentes e +18,6% nos não residentes). Efetuando uma comparação com o mesmo período de 2019, os dados do INE mostram um decréscimo de 65,3% (+2,2% nos residentes e -72,8% nos não residentes). Nos primeiros dez meses de 2021, as dormidas de não residentes representaram 48,5% do total, significativamente abaixo da quota verificada em 2019 (78,0% do total).

“Voando” para as ilhas, mais concretamente para o Funchal, as dormidas aumentaram 53,9% no conjunto dos primeiros dez meses do ano (+144,5% nos residentes e +36,6% nos não residentes), representando 7,1% do total. Face a 2019, registou-se uma redução de 48,8% (+22% nos residentes e -57,3% nos não residentes).

Proveitos crescem face a 2020, mas ficam a 50% de 2019
No que diz respeito aos proveitos registados nos estabelecimentos de alojamento turístico, estes atingiram 332,9 milhões de euros no total e 245,9 milhões de euros relativamente a aposento, indicando o INE que este valor mais do que duplicou face a 2020.

Comparando com outubro de 2019, os proveitos totais, contudo, decresceram 14,9% e os relativos a aposento diminuíram 15,2%. O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 42,7 euros em outubro (48 euros em setembro). Já o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 84 euros em outubro (91,2 euros em setembro).

Em outubro de 2019, segundo dados do INE, o RevPAR foi 50,2 euros e o ADR 84,3 euros.

O Algarve concentrou 28,5% dos proveitos totais e 27% dos relativos a aposento em outubro, seguindo-se Lisboa (28,2% e 30,3%, pela mesma ordem) e o Norte (15,5% e 15,9%, respetivamente).

Nos primeiros dez meses de 2021, a evolução dos proveitos foi positiva nos três segmentos de alojamento. Se na hotelaria os proveitos totais e de aposento aumentaram 45,7% e 47,7%, respetivamente (peso de 85,7% e 84% no total do alojamento turístico, pela mesma ordem), os estabelecimentos de alojamento local (quotas de 8,5% e 10%) apresentaram, considerando as mesmas variáveis, subidas de 47,5% e 51,9%, e o turismo no espaço rural e de habitação (representatividade de 5,8% e 6,1%) registou aumentos de 47,4% e 42,4%.

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AL: Autarquia de Lisboa aprova “suspensão imediata” de novos registos

Até que entre em vigor uma nova versão do regulamento de alojamento local, os novos registos para esta atividade na capital estão suspensos por decisão da Câmara Municipal de Lisboa.

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A Câmara de Lisboa decidiu esta quarta-feira a “suspensão imediata” de novos registos de alojamento local na capital até à entrada em vigor da alteração ao regulamento municipal desta atividade, o que não acontecerá antes dos seis meses.

A proposta dos vereadores eleitos pela coligação PS/Livre foi votada em reunião privada do executivo camarário, presidido por Carlos Moedas, e foi viabilizada com os votos contra de PSD e CDS-PP, a abstenção de BE, e os votos a favor de PS, Livre, vereadora independente Paula Marques (eleita pela coligação PS/Livre) e PCP, noticia a Lusa, que cita oficial do município.

Um dos objetivos da iniciativa passa por “submeter à Assembleia Municipal a suspensão imediata da autorização de novos registos de estabelecimentos de alojamento local, por um prazo de seis meses, sem prejuízo da sua renovação por igual período, até à entrada em vigor da alteração ao Regulamento Municipal do Alojamento Local”.

A medida está prevista ser aplicada “nas zonas turísticas homogéneas, sob monitorização, com um rácio entre o número de estabelecimentos de alojamento local e o número de fogos de habitação permanente igual ou superior a 2,5%, bem como na restante cidade, as freguesias, no todo ou em parte, onde se verifique um rácio entre o número de estabelecimentos de alojamento local e o número de fogos de habitação permanente igual ou superior a 2,5%, sem prejuízo das zonas de contenção em vigor”, segundo a proposta dos eleitos pela coligação “Mais Lisboa”.

“As atuais limitações, como a proibição de licenças em sete bairros históricos da cidade, mantêm-se em vigor durante este processo”, acrescentou à Lusa fonte do PS.

Para o processo de alteração do regulamento municipal desta atividade, o executivo compromete-se a implementar mecanismos adicionais que fomentem a participação, para um amplo debate na cidade, inclusive a realização de, pelo menos, três debates públicos promovidos e divulgados pela Câmara Municipal de Lisboa, inclusivos de diferentes sensibilidades, aberto à participação presencial e meios telemáticos, e nos quais possam participar as várias forças políticas com representação no executivo municipal.

Em reação à iniciativa, a Associação do Alojamento Local em Portugal contestou a proposta e indica que “não há nenhum dado concreto que justifique esta proposta de suspensão feita pelo PS Lisboa”, até porque “os indicadores mostram que a oferta real do alojamento local na capital diminuiu consideravelmente nestes dois anos”, refere a ALEP em comunicado.

Por sua vez, a AHRESP considera que a suspensão da abertura de novos espaços de alojamento local vem de forma “‘cega’, arbitrária e sem critérios, prejudicar o desenvolvimento de uma atividade”.

Para a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, a medida é injustificada, “até porque a oferta global de alojamento local nos últimos dois anos se manteve inalterada”.

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Lux Housing Século XXI: Alojamento Local de luxo nasce em Braga

O Grupo Socicorreia acabe de investir 2,5 milhões de euros numa unidade de Alojamento Local de luxo na cidade de Braga, o Lux Housing Século XXI.

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Acaba de nascer em Braga uma unidade de Alojamento Local de luxo, o Lux Housing Século XXI, marcando assim a entrada do Grupo Socicorreia no segmento do turismo e da hotelaria.

Esta nova área de negócio está sobre a alçada da Socicorreia Turismo que pretende crescer e investir no setor, e até 2025 já tem outros projetos na cidade de Braga, refere nota de imprensa do grupo.

De acordo com a mesma nota, o objetivo da empresa passa por diversificar os seus negócios e expandir a organização para o setor do turismo, ao mesmo tempo que responde às necessidades do mercado no segmento ‘premium’ e de negócios na região.

Fruto de um investimento de 2,5 milhões de euros, o Lux Housing Século XXI, resulta da reabilitação de um prédio antigo e com história, no coração de Braga, e é expectável que a ocupação atinja os 60% no primeiro ano de operação.

O edifício remodelado e modernizado, é composto por 08 apartamentos de luxo totalmente equipados e decorados, com terraço, jardim privado e vistas privilegiadas para a cidade, com a particularidade de, apesar de serem apartamentos, reunirem condições de um hotel de 5 estrelas. Todos os alojamentos foram pensados para turistas e para executivos, sendo que existem condições para a realização de reuniões no seu interior.

A incursão no setor do turismo “é uma sequência natural dos investimentos do Grupo Socicorreia, que desde sempre procuram a diversificação de negócios e a aposta em áreas de mercado tão competitivos quanto lucrativos, mantendo a qualidade Socicorreia”, assegura Custódio Correia, CEO do grupo, citado no comunicado.

Paralelamente a Socicorreia Turismo gere todos os serviços complementares associados, como aluguer de viaturas de gama alta, serviço de transferes, organização de viagens e visitas à região, com ou sem motorista.

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Airbnb apresenta Portal da Cidade em Lisboa

A Airbnb apresentou, esta quinta-feira o seu Portal da Cidade em Lisboa, um instrumento que visa ajudar as autoridades turísticas locais a acompanhar a mudança dos novos padrões de viagem.

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A Airbnb apresentou, esta quinta-feira o seu Portal da Cidade em Lisboa, um instrumento que visa ajudar as autoridades turísticas locais a acompanhar a mudança dos novos padrões de viagem.

Com este lançamento, a Airbnb cumpre um dos objetivos estabelecidos no compromisso de recuperação do turismo saudável para Portugal, uma série de iniciativas voluntárias com vista a apoiar a retoma das viagens e trazer um turismo mais sustentável.

Este, que é considerado o primeiro recurso do género para os governos locais, criado há um ano, já está a funcionar com mais de 100 parceiros a nível mundial, devendo atingir os 250 até 2022.

Também outras grandes cidades europeias como a França, Dinamarca e Reino Unido já têm acesso ao Portal da Cidade da Airbnb, que está em negociações como mais de 25 novos parceiros na Europa.

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ALEP considera proposta do PS Lisboa sobre o Alojamento Local um jogo de disputa política local

Além de um “total desconhecimento”, a ALEP acusa a proposta do PS Lisboa de uma “enorme insensibilidade”, já que a suspensão levará “obrigatoriamente a um agravamento fiscal dos pequenos operadores”.

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A Associação Local em Portugal (ALEP) contesta e lamenta que o Alojamento Local (AL) seja usado, mais uma vez, como “arma de arremesso num jogo de disputa política local”. Em comunicado enviado às redações, a associação afirma não existir “nenhum dado concreto que justifique esta proposta de suspensão feita pelo PS Lisboa”, salientando, inclusivamente, que os indicadores mostram que a oferta real do AL na capital “diminuiu consideravelmente nestes dois anos”.

Considerando que esta proposta revela uma “enorme insensibilidade”, a ALEP diz que ela acaba por ser o “retomar de uma proposta de última hora com fins eleitorais feita na fase final da última campanha e que agora se transforma num instrumento de braço de ferro pós-eleitoral entre partidos políticos”.

Além disso, admite que a proposta “leva obrigatoriamente a um agravamento fiscal dos pequenos operadores num momento em que tentam recuperar de uma profunda crise económica”.

De modo a corroborar as afirmações feitas, a ALEP expõe no comunicado que o AL registou pela primeira vez na história uma diminuição do número total de registos em Lisboa, tanto em 2020 como em 2021, revelando que nas plataformas online, “a oferta real ativa reduziu em mais de 2.000 alojamentos desde os finais de 2019”.

Quanto à questão fiscal, a ALEP afirma que, pela lei, “a suspensão só pode ser concretizada com a criação de áreas de contenção na cidade” e que essa contenção tem como consequência imediata a já referida “penalização fiscal dos pequenos operadores em regime simplificado”, de resto, a maioria do setor. A associação explica, aliás, que “o coeficiente do IRS, que serve de base para cálculo do imposto, aumenta de 0,35 para 0,50 nas áreas de contenção”, afirmando que serão “milhares de famílias de classe média que seriam penalizadas por este braço de ferro político”.

Mais curioso é, quando esta alteração poder vir a tornar-se “ilegal em poucos meses”, salientando a ALEP que “mostra total desconhecimento do processo de regulamentação comunitário em curso”. Ou seja, encontrando-se em discussão uma futura regulamentação comunitária sobre AL, que deverá ser proposta no início de 2022, “alterar a lei agora significará, a curto prazo, aprovar legislação que poderá entrar em conflito com os regulamentos europeus que exigem proporcionalidade”.

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Homing abre nova loja dedicada a gestão do alojamento local

A Homing Group acaba de inaugurar uma nova loja no centro de Lisboa, mais precisamente, na Avenida Duque d’Avila, vocacionada para a gestão do Alojamento Local

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No mês em que assinala o seu quinto aniversário, a Homing Group acaba de inaugurar uma nova loja no centro de Lisboa, mais precisamente, na Avenida Duque d’Avila, vocacionada para a gestão do Alojamento Local (AL).

Criada em 2016, numa estratégia de proximidade e de apoio a cada hóspede, proprietário, investidor, promotor ou a quem quer saber um pouco mais sobre a atividade, a abertura da nova unidade de Lisboa acontece depois de a Homing ter expandido a sua operação de AL ao Porto e Algarve com duas lojas em 2019. Já em 2020, o grupo alargou a sua oferta ao segmento de mercado imobiliário com a marca Homing Real Estate.

Cinco anos depois, a empresa refere que mantém o foco no crescimento quer no negócio da mediação imobiliária como no da gestão do alojamento local.

Na Homing Short Rent, marca de gestão de unidades para o AL que atua no mercado do arrendamento de média e curta duração em plataformas online e na loja física, onde recebe diariamente clientes para o check-in e o check-out e ainda os proprietários, estima fechar o ano de 2021 ultrapassando as 250 unidades.

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Alojamento Local com taxas de ocupação de 40% em Lisboa e Porto no verão

Os meses de julho e agosto trouxeram um ânimo renovado ao Alojamento Local (AL) em Lisboa e Porto.

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Lisboa e Porto registaram, nos meses de julho e agosto, taxas de ocupação, em ambas as cidades, a rondar os 40%, de acordo com o SIR-Alojamento Local, produzido e gerido pela Confidencial Imobiliário.

Em Lisboa, a ocupação média no AL atingiu os 43% em julho e os 42% em agosto deste ano, uma recuperação acompanhada pela melhoria assinalável também no RevPAR, situado nos 35 euros em ambos os meses.

Segundo a análise do SIR Alojamento Local, desde que a pandemia irrompeu que este indicador tem ficado quase sempre abaixo dos 10 euros, tendo atingido mínimos de 3 euros. O verão do ano passado trouxe uma ligeira retoma ao setor, mas as taxas de ocupação não foram então além dos 16% e o RevPAR dos 12 euros.

Já no Porto, a ocupação média atingiu 40% em julho e 39% em agosto, com RevPAR médios de 29 e 31 euros, respetivamente. Também nesta cidade, o RevPAR chegou a níveis residuais de 2 euros durante a pandemia, alcançando cerca de 15 euros em julho e agosto do ano passado, período que também trouxe um ligeiro ânimo ao mercado, com uma ocupação que rondou então os 20%.

Em julho e agosto de 2019, a ocupação no AL de Lisboa situou-se entre 65% e 70%, com RevPAR de 50-60 euros. No Porto, a ocupação nesse período também foi bastante superior à atual, atingindo 66% em ambos os meses, com RevPAR em torno dos 50 euros.

Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário, admite que se trata de um registo “bastante robusto no contexto da pandemia, durante o qual a ocupação no Alojamento Local em Lisboa e no Porto chegou a ficar abaixo dos 5% e nos meses mais dinâmicos rondou apenas os 25%”.

O responsável pelo Confidencial Imobiliário adverte, contudo, que “é um mercado que continua longe do registo pré-COVID, pois no verão de 2019 a ocupação em Lisboa e no Porto rondava os 65% a 70%”.

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Alojamento Local em Lisboa e Porto perde milhares de reservas diárias com pandemia

A perda de 2.000 e 5.200 reservas diárias nas cidade do Porto e Lisboa, respetivamente, durante a pandemia, fizeram com que, em valor, as receitas caíssem cerca de 136 milhões de euros nas duas cidades.

Victor Jorge

A COVID-19 impactou fortemente o setor do Alojamento Local (AL) nas duas principais cidades de Portugal, indicando um recente estudo da Nova SBE que no Porto e Lisboa se perderam uma média de 2.000 e 5.200 reservas diárias, respetivamente, desde a pandemia.

O estudo “Impact of Covid-19 on Tourism and Hospitality: Evidence From Airbnb”, sobre o impacto da COVID-19 nas estadias em Alojamento Local, compara a performance do Airbnb nas cidades de Lisboa e do Porto, entre os anos de 2019 e 2020, sob coordenação do professor Qiwei Han. Para o efeito, foram recolhidos dados históricos relevantes sobre o número de reservas, preços médios e receita para mais de 50.000 propriedades.

Além das perdas já indicadas, o estudo revela, igualmente, que, mesmo nos meses de verão de 2020 – época alta turística em Portugal – o número de reservas não conseguiu atingir o nível do ano anterior, balizado entre as 13.611 (Lisboa) e 5.839 (Porto) reservas diárias registadas em 2019.

No que diz respeito à taxa de ocupação por freguesias nas cidades de Lisboa e Porto, o estudo indica uma quebra média de 28% para a capital e 25% para a “Invicta”, salientando ainda que as zonas mais centrais das respetivas cidades foram as mais afetadas devido à falta de turistas.

O estudo aponta que, durante a pandemia, “o número de reservas foi negativamente correlacionado com o nível de rigidez das medidas de contenção à pandemia, ou seja, quanto mais rígidas as medidas do Governo, menos reservas eram realizadas”.

O estudo, desenvolvido no contexto do Nova SBE Data Science Knowledge Center, a partir de outubro de 2020, revela ainda que houve uma descida média de 4 euros nos preços das reservas, desde a pandemia.

Como resultado, e segundo o cálculo baseado na combinação de reservas e preços, as receitas do Airbnb nas cidades de Lisboa e do Porto apresentam um padrão de perda semelhante.

Desta forma, o estudo estima uma perda de receitas superior a 113 milhões de euros para a cidade de Lisboa, no ano de 2020, enquanto para a cidade do Porto, a perda total de receitas é estimada em 23 milhões de euros para o mesmo ano.

Além da perda de receitas do Alojamento Local, também os municípios de Lisboa e Porto sofreram uma grave perda na cobrança do imposto de ocupação. Se a perda na receita fiscal está calculada em um milhão de euros, em 2020, para a cidade do Porto, o valor sobe quando analisada a cidade de Lisboa, estimando-se em -2,8 milhões de euros, no ano passado.

 

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Airbnb vai disponibilizar alojamento gratuito para refugiados afegãos

O fundador da plataforma apela à soliedariedade dos proprietários dos alojamentos locais. O custo com o acolhimento dos refugiados afegãos será financiado através de contribuições para a Airbnb.org.

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O Airbnb vai disponibilizar alojamento temporário gratuito a 20 mil refugiados afegãos em todo mundo, em resposta a “uma das crises humanitárias mais sérias”, anunciou  o cofundador da plataforma de alojamento local, Brian Chesky.

A plataforma “pagará pelas estadas”, mas “não poderá [receber os refugiados] sem a generosidade dos anfitriões [proprietários dos alojamentos locais]”, referiu Brian Chesky, através da sua conta no Twitter, apelando às pessoas que desejem acolher gratuitamente uma família de refugiados para que sinalizem a sua intenção junto da plataforma.

A iniciativa é promovida em conjunto com a Airbnb.org, uma organização independente sem fins lucrativos dedicada a facilitar estadas temporárias a pessoas em momentos de crise e que já ajudou a abrigar deslocados por desastres naturais e ofereceu centenas de milhares de lugares aos trabalhadores da linha da frente no auge da pandemia de covid-19.

O custo com o acolhimento dos refugiados afegãos será financiado através de contribuições para a Airbnb.org por parte da Airbnb e de Brian Chesky, bem como de doadores para o Airbnb.org Refugee Fund, indica a empresa em comunicado.

“À medida que dezenas de milhares de refugiados afegãos se reinstalam em todo o mundo, onde ficam será o primeiro capítulo das suas novas vidas. Para estes 20.000 refugiados, a minha esperança é que a comunidade Airbnb lhes proporcione não só um lugar seguro para descansar e recomeçar, mas também um lar acolhedor”, afirmou Brian Chesky.

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