Assine já
Alojamento

AHP antevê com pessimismo os próximos meses e apela à implementação dos apoios anunciados

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas hoteleiras, já anunciados.

Carolina Morgado
Alojamento

AHP antevê com pessimismo os próximos meses e apela à implementação dos apoios anunciados

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas hoteleiras, já anunciados.

Sobre o autor
Carolina Morgado
Artigos relacionados
AHP lança agregador de oferta hoteleira em 2017
Homepage
Desafios do presente e do futuro do Turismo em discussão no 29º Congresso da AHP
Homepage
Hotelaria propõe plano SOS ao governo
Homepage
Hoteleiros angolanos apontam “revitalização” do turismo interno e pedem apoio do Estado
Alojamento

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas, nomeadamente, a disponibilização da linha de crédito de 150 milhões de euros anunciada pelo Banco do Fomento.

Em comunicado, a Associação antevê, com pessimismo, os próximos tempos, na ausência de apoios específicos às empresas por parte do Governo. Neste sentido, segundo Raúl Martins, presidente da AHP, “os apoios públicos são imprescindíveis para ultrapassarmos as consequências económicas da 5ª vaga e prepararmos a retoma futura”

Isto porque diz, citado em comunicado que “depois dos anúncios feitos e do Banco de Fomento fazer publicidade à linha de apoio ao turismo de 150 milhões de euros, por via da qual se pretende apoiar a retoma sustentável do Turismo, nomeadamente através do reforço de fundo de maneio das empresas viáveis, note-se, e da dinamização dos investimentos relevantes para o setor, nada aconteceu”.

O dirigente interroga: “Na prática, onde estão os protocolos bancários? Que bancos aderiram? Quando é que de facto os empresários se podem dirigir ao seu Banco?”, para acrescentar que “da nossa parte, tudo estamos a fazer para sobreviver a esta tempestade. A incertitude é grande e os momentos que atravessamos exigem disponibilidade e concretização dos apoios públicos o quanto antes. Só assim estaremos de pé para a retoma, que esperamos e desejamos possa acontecer no 2º semestre de 2022.”

Raul Martins lembra que “depois de um verão que deu sinais de retoma e dos hotéis se prepararem para o arranque, este volte-face na pandemia e as medidas restritivas anunciadas-  aliás, confusas, erráticas e de última hora – , significaram um terrível abanão nas nossas empresas”, assim, “muitos hotéis que tinham aberto para o verão e que ainda tiveram um mês de outubro razoável, quando comparado com 2020, note-se, fizeram o esforço de preparar a operação para o Natal e Passagem de Ano, entraram em despesas importantes e reativaram canais de venda e distribuição. O que se seguiu é o que sabemos:  se alguns hotéis nalgumas regiões ainda conseguiram resultados positivos, o grosso da nossa hotelaria está completamente descapitalizada, com uma tesouraria esgotada e sem possibilidades de sobreviver aos tempos que se adivinham. E mais: o primeiro trimestre de 2022 vai ser muito pior do que tínhamos previsto.”

Se, segundo o presidente da AHP, “o verão de 2021 foi melhor em comparação com 2020, ficou muito aquém do de 2019 e soma-se a quase 2 anos de resultados zero. E o mês de novembro, como o INE divulgou, foi muito pior”.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Artigos relacionados
Alojamento

Residentes ajudam dormidas a recuperar em novembro, com destaque para a Madeira

As dormidas dos residentes representaram, entre janeiro e novembro de 2021, 50,7% do total, num resultado que, segundo o INE, fica “significativamente acima da quota verificada em 2019”, que foi de 29,8% do total.

Inês de Matos

Em novembro, o setor do alojamento turístico contabilizou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, valores que representam aumentos de 265,5% e 287,7% face a igual mês de 2020, mas que continuam a traduzir perdas de 17,0% e 12,4%, respetivamente, em comparação com o período pré-pandemia, num resultado que, no entanto, mostra alguma recuperação, com destaque para a Madeira, assim como para o mercado nacional, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados confirmados esta sexta-feira pelo INE mostram que, em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas, enquanto os mercados externos
totalizaram 2,3 milhões, o que, apesar de traduzir decréscimos em ambos, mostra um melhor desempenho do mercado interno, uma vez que as dormidas dos residentes caíram 3,4% e as dos mercados externos desceram 16,6%.

Ainda assim, os mercados externos predominaram e, segundo o INE, apresentaram um peso de 64,5%, totalizando totalizaram 2,3 milhões de dormidas, num aumento de 486,0%face a igual mês de 2020, enquanto as dormidas dos residentes foram 1,3 milhões, num crescimento de 140,1% face ao ano passado.

Já no acumulado de janeiro a novembro de 2021, as unidades de alojamento turístico registaram 14,9 milhões de hóspedes e 39,9 milhões de dormidas, valores que correspondem a crescimentos de 33,0% e 36,9%, respetivamente, face a igual período de 2020.

Entre os residentes, o crescimento foi de 36,0%, enquanto o descimento das dormidas dos não residentes foi de 45,3%, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se registe uma diminuição de 47,7% nas dormidas, mais uma vez com uma melhor desempenho dos residentes, onde este indicador caiu 10,8% nos residentes, enquanto nos não residentes desceu 63,3%.

O INE realça ainda que, entre janeiro e novembro de 2021, as dormidas de residentes representaram 50,7% do total, “significativamente acima da quota verificada em 2019 (29,8% do total)”.

Já nos que diz respeito a proveitos, o valor chegou aos 211,6 milhões de euros no
total e 153,4 milhões de euros relativamente a aposento em novembro, o que indica descidas de 8,0% nos totais e 7,5% por aposento.

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 30,4 euros em novembro, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu os 75,2 euros, valores que comparam com o RevPAR de 32,1 euros e ADR de 70,5 euros registados em igual mês de 2019.

No acumulado de janeiro a novembro de 2021, verificaram-se ainda aumentos de 56,4% nos proveitos totais e de 58,0% nos relativos a aposento, ainda que em comparação com o mesmo período de 2019 se tenham registado variações de -46,8% em ambos.

“Em novembro, 33,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (25,3% em outubro)”, acrescenta o INE.

Por regiões, o destaque vai para a Madeira, que apresentou um crescimento (+0,8%) no
número de dormidas, principalmente devido à contribuição do mercado nacional, onde as dormidas subiram 23,7%, enquanto nos não residentes houve uma descida de 2,0%.

Além da Madeira, o INE diz que, “em novembro, registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, revelando, no entanto, que a “AM Lisboa concentrou 31,4% das
dormidas em novembro, seguindo-se o Algarve (18,5%), o Norte (17,6%) e a RA Madeira (14,4%)”.

Já no acumulado dos primeiros 11 meses de 2021, o INE indica que “todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pela RA Açores (+117,1%) e RA Madeira (+73,3%)”, tendo os acréscimos sido “generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a RA Madeira (+110,4%) e RA Açores (+99,3%), e também às de não residentes (com o maior aumento na RA Açores: +157,8%)”.

Lisboa, por sua vez, concentrou cerca de um quarto das dormidas de novembro, contabilizando 862,4 mil dormidas, que representaram 24,2% do total, valores que aumentam para 4,6 milhões de dormidas (13,2% do total) no acumulado até novembro, o que se traduz  “num crescimento de 37,3%”, ainda que, face ao período pré-pandemia, se mantenham as descidas.

“Neste período, as dormidas de residentes aumentaram 43,0% e as de não residentes (74,5% do total) cresceram 35,5%. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas em Lisboa registaram uma diminuição de 64,9% (-42,4% nos residentes e -69,0% nos não residentes)”, aponta o INE.

Já a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico  situou-se nos 31,9%, num aumento de 21,3 p.p. face a outubro, mas abaixo dos 35,2% registados em 2019, enquanto a taxa líquida de ocupação-quarto foi de 40,4%, num aumento 25,7 p.p.
face ao mês anterior, mas também abaixo de novembro de 2019, quando este indicador tinha sido de 45,6%.

.

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

Mais artigos
Alojamento

TEIMA Alentejo SW prolonga oferta para profissionais de saúde até 31 de maio

Oferta de 15% de desconto em estadias mínimas de duas noites para os profissionais dos sistemas público e privado de Saúde passou a ser válida até 31 de maio.

Publituris

O TEIMA Alentejo SW, unidade de turismo rural entre a Zambujeira do Mar e Odeceixe, no Alentejo, prolongou até 31 de maio a oferta para profissionais de saúde, que disponibiliza 15% de desconto em estadias mínimas de duas noites.

“Esta oferta está em vigor para estadias realizadas até 31 de maio para os profissionais dos sistemas público e privado de Saúde procurando proporcionar-lhes o merecido descanso e descontração, num ambiente acolhedor e em verdadeira harmonia com a natureza”, indica a unidade hoteleira.

A reserva deve ser realizada online e diretamente no site do TEIMA Alentejo SW.

Inaugurado em 2014, o TEIMA Alentejo SW é uma unidade de turismo rural que está instalada num típico monte alentejano, numa propriedade de 80 mil metros quadrados, localizada a poucos minutos de distância das praias da costa vicentina e que disponibiliza nove quartos, todos eles com entrada independente.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

AHRESP diz que empresas não devem assumir encargos do apoio excecional à família

AHRESP diz que as empresas não devem assumir encargos do apoio excecional à família, e que o processo deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social,

A AHRESP defende que o apoio excecional à família, no âmbito da Covid-19, deve ser tratado diretamente entre o trabalhador e a Segurança Social, “não devendo existir qualquer encargo para a empresa, quer financeiro, quer a nível de aumento da carga administrativa”.

Isto porque se trata de uma situação de ausência temporária do local do trabalho por motivo de falta justificada que confere direito a apoio no âmbito do regime de proteção social obrigatório pelo qual os trabalhadores estão abrangidos.

“No âmbito deste apoio, as entidades empregadoras mantêm a obrigação de efetuar o pagamento de uma parte da remuneração e de 50% das contribuições relativas aos trabalhadores ausentes, além de ser um encargo adicional para os recursos administrativos das empresas”, refere a Associação, apontando que, após o período de encerramento das atividades letivas e não letivas, “milhares de empresas encontram-se atualmente a submeter os requerimentos para o apoio excecional à família, em nome dos seus trabalhadores”.

Além disso, A AHRESP lembra, no seu boletim diário que é a entidade empregadora que tem a responsabilidade de pagar o valor total da remuneração aos colaboradores, recebendo, posteriormente, da Segurança Social o montante correspondente ao apoio.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Alojamento

ADHP abre nova edição do curso de especialização em Direção Hoteleira

Nova edição decorre entre 2 de fevereiro e 31 de maio de 2022, em formato online, e apresenta uma “remodelação de conteúdos”.

Publituris

A Associação dos Directores de Hotéis de Portugal (ADHP) vai voltar a promover, entre 2 de fevereiro e 31 de maio de 2022, uma nova edição do curso de especialização em Direção Hoteleira, formação que vai decorrer em formato online, com um total de 332 horas.

Num comunicado enviado à imprensa, a ADHP explica que o curso de especialização em Direção Hoteleira vai decorrer de terça a sexta-feira, entre as 18h30 e as 22h30, bem como ao sábado, das 9h às 13h, requerendo um número mínimo de 15 participantes.

“A conclusão do curso com aproveitamento dá direito a um certificado emitido pela ADHP”, acrescenta a associação, explicando que esta formação é dirigida “tanto a Diretores de hotéis com formação e experiência na área que queiram atualizar os seus conhecimentos, como a profissionais que desejem exercer funções de Diretor de hotel, mas que provenham de outras áreas ou estejam no início de carreira, e que necessitem de preparação técnica”.

A associação refere também que este curso, que visa “dotar os participantes de uma formação atualizada”, sofreu, em 2021, uma “remodelação de conteúdos”, passando a contar com mais cinco módulos, de forma a responder “às recentes transformações da hotelaria, bem como aos desafios e às tendências mais prementes na área”.

“Entre os novos conteúdos estão o E-Commerce na Hotelaria, a Gestão de Compras, a Legislação Laboral, a Gestão Ambiental e a Gestão de Redes”, indica a ADHP, revelando que a formação será ministrada “por profissionais de hotéis de referência, com carreiras consolidadas, formação superior especializada e experiência na docência a nível do ensino superior ou da formação em Direção hoteleira”.

“A constituição do quadro docente permite, desta forma, que o CEDH seja eminentemente orientado para a prática. Exemplo disso é o módulo de business plan, para o qual os formandos deverão desenvolver um plano de negócios para o seu hotel – concreto ou simulado, consoante exerçam ou não funções de Direção hoteleira”, explica a associação.

Com esta nova edição do curso, a ADHP pretende disponibilizar “uma formação atualizada,
atenta às tendências à a evolução da hotelaria, mas também orientada pela voz da experiência”, refere Raúl Ribeiro Ferreira, presidente da ADHP, explicando que o objetivo é “transmitir as melhores práticas e os melhores procedimentos em todos os
domínios da hotelaria – do alojamento, comidas e bebidas à gestão, segurança ou RH”.

Nesta edição, a ADHP estabeleceu ainda uma parceria com a Fundação Inatel, pelo que “os jovens diretores de unidades Inatel integrarão o curso”, naquela que Raúl Ribeiro Ferreira considera ser uma “excelente oportunidade de contribuir para a formação e valorização
de uma geração futura de Diretores de hotéis”.

Para inscrições ou mais informações está disponível o e-mail [email protected].

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Há um Spa de luxo português no guia da Condé Nast Johansens 2022

O guia Condé Nast Johansens Luxury Spas 2022 inclui os 39 melhores Spas da Europa, América, Caraíbas, Oceano Índico, Médio Oriente e a Ásia, localizados em hotéis de luxo independentes.

Publituris

O Spa do Palácio Estoril Hotel, Golf & Wellness, no Estoril, é um dos 39 Spas localizados em unidades hoteleiras de luxo que constam do Condé Nast Johansens Luxury Spas 2022, um guia que inclui os melhores Spas da Europa, América, Caraíbas, Oceano Índico, Médio Oriente e a Ásia.

Alem do Spa da unidade portuguesa, a edição de 2022 deste guia contam também com Spas na Alemanha, Áustria, Bali, Espanha, Filipinas, França, Itália, Maldivas, México, Irlanda do Norte, Reino Unido e Tailândia.

A lista completa de unidades hoteleiras com Spas de luxo incluídas neste guia pode ser consultada através do site www.condenastjohansens.com, enquanto o guia em papel pode ser encomendado aqui.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Vila Galé promove ‘Satsanga Week’

Os Spas e Wellness dos hotéis Vila Galé estão a promover o `Satsanga Week”, iniciativa que decorre de 24 a 30 de janeiro, com descontos e ofertas exclusivas.

Publituris

Com descontos e ofertas exclusivos, os Spas e Wellness dos hotéis do grupo Vila Galé estão a promover a primeira edição da Satsanga Week. A iniciativa decorre de 24 a 30 de janeiro.

Neste âmbito, todas as marcações de massagens ou tratamentos Satsanga feitas durante este período terão 10% de desconto. Haverá ainda a oferta adicional de uma experiência à escolha entre massagem reafirmante de rosto, massagem de pedras quentes nas costas ou esfoliação de pés.

Igualmente, os vouchers para momentos de Sspa – voucher massagem e voucher massagem a dois – adquiridos entre 24 e 30 de janeiro terão uma redução de 10%. Os preços finais serão, respetivamente, 63€ e 108€, sendo que neste caso, a validade é de um ano após a data de compra.

Atualmente, as massagens e tratamentos dos Satsanga Spa & Wellness estão disponíveis em todos os hotéis Vila Galé exceto Vila Galé Porto Ribeira.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Terra do Sempre propõe experiências para épocas especiais de 2022

A unidade do turismo rural no Alentejo, Terra do Sempre, criou um conjunto de ofertas de alojamento e de experiências para as próximas épocas especiais e festivas, como o Carnaval e a Páscoa.

Publituris

A Terra do Sempre, unidade do turismo rural localizada perto de Grândola, propõe um conjunto de experiências para as próximas épocas especiais e festivas.

Para o dia dos namorados, a unidade sugere três noites pelo valor de duas e ainda um cesto surpresa no quarto, tudo, a preço de época baixa.

Para o Carnaval, o turismo rural no Alentejo disponibiliza quatro noites pelo valor de três, também a preços de época baixa, com direito a desfile das crianças.

Até ao final de janeiro, por cada reserva de quatro ou cinco noites, para o período da Páscoa, a Terra do Sempre oferece uma das noites e promete que não vai faltar a caça aos ovos no monte com prémio para todos.

Em qualquer dos casos, há sempre o almoço buffet à moda alentejana, em épocas especiais ou ao sábado, a noite de cinema para as crianças e a visita à quinta da Gertrudes.

Alice, Peter Pan, Romeu e Julieta, E foram felizes para Sempre, Mil e uma Noites, Tom Sawyer e Robin Hood são as histórias que inspiraram os sete quartos do hotel, todos com frente em vidro, com campo a perder de vista.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Mama Shelter Lisboa abre esta quarta-feira

A marca hoteleira francesa Mama Shelter escolheu a cidade de Lisboa para abrir a sua primeira unidade na Península Ibérica, o que acontece esta quarta-feira.

Publituris

A marca hoteleira francesa Mama Shelter chegou a Lisboa e inaugura, esta quarta-feira, a sua primeira unidade hoteleira na Península Ibérica.

O Mama Shelter Lisboa, localizado entre o Príncipe Real e a Avenida da Liberdade, é uma homenagem à história da capital portuguesa.

Concebido pela própria equipa de design da marca – o Mama Design Studio –, o estilo que decora as paredes, o chão e os tetos do Mama Shelter Lisboa é um jogo entre a cultura pop, um estilo boémio e a herança marítima portuguesa. Desde os azulejos da Viúva Lamego na fachada à alcatifa com ondas azuis no chão dos quartos, a nova unidade foi desenhada para criar um espaço caloroso – um espaço que toma conta dos seus hóspedes – sem deixar de invocar o espírito livre trazido pelo ar fresco do rio Tejo.

Este novo hotel de Lisboa oferece 130 quartos distribuídos em oito andares, bem como um restaurante, que estará aberto não só para os hóspedes, (e no futuro, o rooftop) –ponto central no conceito do Mama Shelter Lisboa, cujo cofundador, Serge Trigano, define como “um restaurante com quartos por cima”.

Fundada em Paris, em 2008, pela família Trigano (cofundadores do Club Med), cada hotel Mama Shelter oferece aos hóspedes uma mistura de diversão partilhada, acessibilidade e serviço excecional em cidades e bairros com histórias ímpares.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

AHRESP vai apresentar aos partidos políticos 20 propostas para o relançamento da economia

Incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego, legislação laboral e contratação coletiva, são questões que constam das 20 propostas, divididas em cinco eixos, que a AHRESP vai apresentar aos partidos políticos ainda antes das eleições legislativas marcadas para 30 de janeiro.

A AHRESP anunciou que vai apresentar aos partidos políticos um conjunto de 20 propostas, assentes em cinco eixos fundamentais, que visam o relançamento da economia.

Incentivo ao consumo, fiscalidade, capitalização das empresas, qualificação e dignificação do emprego, legislação laboral e contratação coletiva, são questões que constam das propostas da Associação que, em comunicado, defende “que o futuro Governo, que vier a resultar das próximas eleições legislativas, deve definir linhas estratégicas para os setores da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Com a incerteza da evolução da pandemia, da atual conjuntura relativa a custos energéticos e matérias-primas e reconhecendo a importância das atividades económicas que representa, a AHRESP considera “essencial” que o próximo Governo “promova um alinhamento estratégico com vista à recuperação e desenvolvimento do nosso tecido empresarial, decisivo para a retoma da economia nacional”.

No que diz respeito ao incentivo ao consumo, a Associação realça a necessidade de prorrogação, adaptação e reforço do programa IVAucher, enquanto, em relação à fiscalidade, as prioridades vão para a aplicação temporária (no ano 2022) da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas; reposição integral (a partir de 2023), da totalidade dos serviços de alimentação e bebidas, na taxa intermédia de IVA , isenção de tributação na afetação/desafetação de imóveis à atividade de Alojamento Local; extinção do Pagamento Especial Por Conta (PEC); redução das taxas do IRC e IRS; não agravamento da tributação autónoma no caso de prejuízos fiscais; regime excecional de reporte dos prejuízos fiscais de 2021 para anos anteriores (tax losses carry back); e emissão de declarações de não dívida, com a situação regularizada, para valores residuais.

Em relação à capitalização das empresas, as propostas da AHRESP passam pela necessidade de criação de instrumentos financeiros para a redução do endividamento das empresas, bem como de novos investimentos e requalificação.

Mecanismos/plataformas de apoio à contratação de recursos humanos; incentivo à procura ativa de emprego; programa de formação de curta duração; campanhas de valorização e dignificação das profissões do turismo, estão igualmente na lista das preocupações da AHRESP no que diz respeito à qualificação e dignificação do emprego.

Quanto à legislação laboral e contratação coletiva, a AHRESP vai levar junto aos partidos políticos assuntos como necessidades de mecanismos de flexibilidade e adaptabilidade no funcionamento das empresas das atividades do Turismo, de estabilidade legislativa, dinamização da contratação coletiva, e de alargamento do âmbito da contratação coletiva a normas específicas de cada atividade.

Sobre o autorCarolina Morgado

Carolina Morgado

Mais artigos
Alojamento

Six Senses Douro Valley reabilita ‘Villas da Vinha’ num investimento de quase 3 milhões de euros

O investimento está avaliado em 2,9 milhões de euros e contempla a transformação em nove quartos/suites e em duas ‘villas’ independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

Victor Jorge

O Six Senses Douro Valley, situado no coração do Vale do Douro, perto de Lamego, vai transformar as existentes sete ‘Villas da Vinha’ em mais nove quartos, mantendo somente duas ‘villas’ independentes, cada uma com piscina privativa.

Posicionada no segmento de luxo, o investimento nesta transformação ascende a 2,9 milhões com as construções pré-existentes da unidade turística a serem transformadas em nove quartos/suites e em duas ‘villas’ independentes com mais dois quartos, totalizando assim um acréscimo de 11 quartos ao inventário do hotel.

A área de intervenção será de cerca de 1.000 m2, numa obra marcada por “padrões de elevado requinte e sofisticação, com a particularidade de as ‘villas’ possibilitarem a utilização independente ou comunicante dos quartos”, refere o comunicado.

A ‘villa’ de maior dimensão tem nove quartos, que podem ser utilizados de forma individualizada ou para hospedagem agregada de grupos, além de piscina, jacuzzi exterior e sauna. A outra ‘villa’ a ser intervencionada totaliza três quartos, distribuídos em acomodações que poderão também ser independentes, nomeadamente um quarto com sala, pátio exterior e piscina privada; e um outro com sala e entrada independente, quarto de apoio, pátio exterior e piscina privativa.

Detido pelo Fundo Discovery e operado pela marca Six Senses, o Six Senses Douro Valley dispõe de 60 quartos, spa com 2.300 m2 e valências de refeição e bar de topo, bem como um centro de negócios. A oferta de acomodação inclui ainda diversas ‘villas’, sendo todo o empreendimento envolvido numa zona privada de mata, recentemente classificada como parte do portfólio dos Jardins Históricos de Portugal.

A obra a ser realizada no Six Senses Douro Valley foi confiada à Tétris, uma subsidiária de propriedade da JLL.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos

Toda a informação sobre o sector do turismo, à distância de um clique.

Assine agora a newsletter e receba diariamente as principais notícias do Turismo. É gratuito e não demora mais do que 15 segundos.

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.