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Escassez de testes preocupa APHORT

Associação está preocupada com o impacto das novas restrições, que diz terem sido tomadas “em cima da hora” e numa altura em que escasseiam os testes à COVID-19.

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Escassez de testes preocupa APHORT

Associação está preocupada com o impacto das novas restrições, que diz terem sido tomadas “em cima da hora” e numa altura em que escasseiam os testes à COVID-19.

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A Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT) considera preocupante que tenham sido adotadas novas restrições para conter a COVID-19 numa altura em que existe “escassez de testes” e defende que as medidas deviam ser tomadas “com alguma margem” e “não tão em cima da hora”.

Em declarações à Lusa, a vice-presidente da APHORT, Inês Sá Ribeiro, manifestou ainda algum desagrado pelo facto de as medidas que são aprovadas nunca serem aplicadas na totalidade do prazo para o qual foram definidas, mas salientou o facto de, à luz do que foi anunciado, não terem sido impostos encerramentos ou limitações no número de clientes no caso da hotelaria.

Em relação aos testes, a responsável demonstra preocupação sobretudo em relação à sua disponibilização, mas reconhece que a sua realização poderá dar um requisito de segurança adicional aos clientes.

Recorde-se que o Governo anunciou esta terça-feira, 21 de dezembro, o encerramento das discotecas, bares, creches e ATL já a partir do próximo sábado, 25 de dezembro, assim como o regresso do teletrabalho, passando ainda a ser necessário a apresentação de um teste negativo à COVID-19 para acesso aos estabelecimentos de hotelaria e alojamento.

Nos dias 24, 25, 30 e 31 de dezembro e 01 de janeiro é ainda obrigatória a apresentação de teste negativo para acesso a estabelecimentos de restauração, casinos, bem como festas de passagem de ano.

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Foto: Câmara Municipal de Lisboa

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Lisboa aprova aumento da taxa turística com entrada em vigor em setembro

Com a aprovação da proposta do PSD/CDS-PP, a taxa turística aplicada às dormidas em Lisboa vai passar de dois para quatro euros, a partir de 1 de setembro.

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A Câmara Municipal de Lisboa aprovou esta sexta-feira, 19 de julho, o aumento da taxa turística para o dobro, ou seja, quatro euros, valor que começa a ser cobrado a partir de 1 de setembro, avança a Lusa.

Segundo a Lusa, a proposta do PSD/CDS-PP para aumento da taxa aplicada às dormidas em estabelecimentos de alojamento turístico na capital foi aprovada numa reunião privada do executivo municipal e contou com os votos contra do PCP, enquanto os restantes partidos votaram favoravelmente.

Apesar da aprovação e de ter estado em consulta pública ao longo de 30 dias, a proposta para aumento da taxa turística da capital terá ainda de ser submetida à assembleia municipal.

Esta proposta prevê o aumento de dois para quatro euros do valor cobrado por noite e por pessoa, nos estabelecimentos de alojamento turístico de Lisboa, e inclui também a atualização da taxa turística de chegada por via marítima, que passa de um para dois euros por passageiro, ainda que o valor que agora se propõe atualizar seja o que começou a ser aplicado este ano, com o início da cobrança desta taxa aos passageiros de cruzeiro. Esta taxa de chegada por via marítima deverá ser atualizada no dia seguinte ao da publicação da alteração ao Regulamento em Diário da República.

Recorde-se que, a 17 de abril, o executivo municipal aprovou a proposta de PSD/CDS-PP para submeter estas alterações a consulta pública, com a abstenção do PCP e os votos a favor dos restantes vereadores.

Nessa altura, a autarquia de Lisboa queria incluir também os parques de campismo na cobrança da taxa turística, mas o PS propôs a eliminação dessa medida, o que foi aprovado com os votos contra de PSD/CDS-PP e BE.

Entretanto, o PS já tinha anunciado que aprovaria a proposta, mas não deixou de avisar que a taxa turística “não pode servir para remendar as contas da autarquia”, exigindo, por isso, que a autarquia esclareça qual será o “destino do adicional de 40 milhões de euros”, resultante do aumento proposto.

Em resposta, o gabinete de Carlos Moeda, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, esclareceu r que as verbas arrecadadas com a Taxa Municipal Turística se destinam a contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes de Lisboa.

 

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Vila Galé inaugura primeiro Collection no Brasil após investimento de 80 milhões de reais

A inauguração do Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, está prevista para novembro deste ano, altura em que o grupo hoteleiro espera ter o hotel em operação. A unidade hoteleira de 116 quartos que presta homenagem às obras de cantores e compositores brasileiros e internacionais foi alvo de um investimento de 80 milhões de reais.

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A Vila Galé já tem data de abertura marcada para o seu primeiro hotel da linha Collection no Brasil. O Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, deverá dar início à operação a 1 de novembro deste ano, após um investimento de 80 milhões de reais.

Localizado junto à Lagoa do Cauípe, em frente à praia do Cumbuco, o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco presta homenagem às obras de cantores e compositores brasileiros e internacionais. Desta forma, é possível encontrar quartos cuja decoração é inspirada  em artistas como Elis Regina e Vinícius de Moraes.

“As obras estão avançadas e, por isso, vamos abrir o hotel antes da data prevista inicialmente”, refere Carlos Magno, diretor adjunto de operações do Nordeste do Brasil, em nota de imprensa, indicado que “os hóspedes poderão se hospedar no final de ano”.

O hotel conta com 116 quartos de diversas tipologias e capacidades, incluindo quartos infantis Nep Kids com beliche e escorrega. Das valências do Vila Galé Collection Sunset Cumbuco fazem parte um Satsanga Spa & Wellness com piscina interior, salas de massagens e centro de fitness; um Clube Infantil com parque aquático, parque infantil, brinquedoteca e entretenimento completo; e ainda um centro náutico para apoiar as atividades aquáticas.

A oferta de Food and Beverage (F&B) é composta por três restaurantes e três bares, incluindo um restaurante de praia e outro em frente à lagoa.

A linha Collection é a submarca que distingue alguns dos hotéis do grupo, pensados para serem um produto exclusivo com a chancela Vila Galé. Estas unidades oferecem um conceito “diferenciado” não só pela “qualidade das instalações”, mas também “pelos serviços disponibilizados e pela localização”, como o grupo menciona em comunicado.

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Christopher Potter é o novo diretor de Revenue Management do Lisbon Marriott Hotel

O profissional acumula experiência em vários hotéis da cadeia Marriott em áreas como revenue management, vendas, front-office e operações. Prepara-se agora para assumir uma nova função no Lisbon Marriott Hotel a 2 de agosto.

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A partir de 2 de agosto, Christopher Potter assume o cargo de diretor de Revenue Management do Lisbon Marriott Hotel.

Com 24 anos de experiência no setor hoteleiro, Christopher Potter assumiu vários cargos, nomeadamente na área financeira, revenue management, vendas, front-office, operações e de direção-geral.

Formado em Hotel & Restaurant Management pela Universidade de Houston, concluiu o MBA na área financeira pela Universidade do Texas – Permian Basis. Começou o seu percurso profissional em 2002, como Front Office Supervisor no Houston Airport Marriott, sendo que em 2004 trabalhou como diretor-geral no Fairfield Inn & Suites by Marriott em Woodlands, no Texas.

Já em 2006 assumiu a função de Front Desk Manager no Marriott Rivercenter, tendo transitado para o cargo de Regional Sales Manager no Texas San Antonio, Austin e Houston Market, entre 2007 e 2010.

O currículo de Christopher soma dois anos como Room Inventory Manager em unidades hoteleiras como Courtyard and Residence Inn by Marriott Downtown e Courtyard by Marriott San Antonio Riverwalk, além de ter desempenhado a função de Revenue Manager no Renaissance Austin Hotel; Courtyard and Residence Inn by Marriott Downtown e Courtyard by Marriott San Antonio Riverwalk, de 2012 a 2013.

Em março de 2013 foi nomeado Senior Revenue Manager do JW Marriott San Antonio Hill Country Resort & Spa e do Renaissance Austin Hotel, tendo sido promovido a Corporate Task Force Revenue Manager na Marriott International em 2016.

Quatro anos mais tarde, em 2020, assumiu o cargo de Corporate Regional Revenue Manager BC LYNDO Hospitality e, em 2021, as funções de Senior Assistant Diretor of Finance and Accounting no JW Marriott San Antonio Hill Country Resort & Spa.

Recentemente, entre 2022 e 2024, desempenhou o cargo de Director of Revenue Analysis de um grupo de hotéis, nomeadamente o Downtown Detroit Cluster, Westin e Courtyard.

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GuestReady revela que preços do AL sobem e ocupação chega aos 90% no início do verão

A GuestReady, empresa ligada ao setor do Alojamento Local (AL) em Portugal e na Europa, anuncia um primeiro semestre de crescimento no turismo, com a taxa de ocupação das unidades que tem sob gestão a aproximar-se dos 90% em maio e em junho em Portugal, com o valor médio das noites a rondar os 90 euros.

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De acordo com a empresa, as comemorações dos Santos Populares e os festivais musicais de verão são os responsáveis por esta subida de preços e de ocupação. Assim, em Lisboa a procura recente escalou com a comemoração do Santo António, que levou o preço médio por noite a ultrapassar os 100 euros, enquanto nos fins-de-semana em que se realizou o Rock In Rio a média de preços continuou a subir, registando-se nos 120 euros por noite. Já no Porto, o Primavera Sound, que decorreu no início do mês de junho, e o São João, que teve lugar no final do mês, fizeram com o preço médio por noite ultrapassasse os 90 euros por noite no primeiro mês do verão.

Apesar dos eventos que geram um apelo especial, Lisboa e Porto são cidades procuradas o ano inteiro, salienta a GuestReady, devido aos pontos turísticos de interesse. Mas os meses de verão trazem uma procura redobrada por todo o tipo de unidades no país, sobretudo as que têm piscina, estão perto da praia, do rio ou na montanha, ou que são aptas para famílias e grupos grandes.

A GuestReady faz o balanço de um primeiro semestre positivo e de crescimento no turismo, tendo gerido nos primeiros seis meses de 2024 praticamente mais três mil reservas do que em período homólogo de 2023, consequência também do crescimento de portefólio.

Os festivais que acontecem nas próximas semanas, nomeadamente, em Lisboa, Porto e Sesimbra, deverão causar também impacto nas unidades de alojamento local dessas zonas, com maior procura e ocupação, prevê a GuestReady.

 

 

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Objetivo da limehome é chegar às 500 unidades no Porto e expandir no resto do país

A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua atividade em Portugal com cinco novas propriedades no Porto e em Évora, com um total de 48 apartamentos. O objetivo é alcançar rapidamente as 500 unidades na Invicta e expandir no resto do país. A carteira europeia cresce em 800 unidades no primeiro trimestre de 2024.

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“Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome no nosso país e Espanha”, para avançar que “prosseguimos o ambicioso objetivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”. O responsável reconhece que, com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.

Uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, na cidade do Porto, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A proximidade com o Palácio de Cristal, e seus jardins, faz dela o local ideal para quem quer assistir aos diversos eventos que ali se organizam. A renovação do edifício foi coordenada para manter elementos arquitetónicos distintivos, como tetos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo.

A limehome está, também, na Rua Conceição 55, no coração da cidade e a poucos minutos a pé das grandes atrações turísticas. Rodeada por ruas cheias de restaurantes, bares, lojas e encantadores becos, esta localização conta com um total de 17 apartamentos de design moderno e cuidado.

Em Évora, estão contratadas três novas propriedades, num total de 23 unidades. Dois destes projetos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos. Estrategicamente localizados, os apartamentos oferecem um bom acesso aos pontos mais emblemáticos da cidade e proporcionam aos hóspedes a oportunidade de explorar Évora a pé, mergulhando no seu encanto histórico e cultural. Todas as propriedades têm piscina, tornando-se perfeitas para descansar em dias quentes.

A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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Tecnologia

Espanhola Paradores vai contar com plataforma de gestão hoteleira da Minsait

A empresa tecnológica Minsait vai ajudar a Paradores espanhola a enfrentar de forma eficaz os desafios colocados pela digitalização no setor do turismo. A sua plataforma de gestão hoteleira vai facilitar a adaptação rápida e eficiente da empresa pública de turismo às inovações tecnológicas.

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A Minsait, empresa de transformação digital da Indra, e a Paradores, cadeia hoteleira com cerca de uma centena de estabelecimentos hoteleiros em Espanha, anunciam a assinatura de um acordo para a implementação da plataforma tecnológica de gestão hoteleira PMS e PoS na empresa pública de turismo. O objetivo é melhorar a gestão das suas operações, agilizar o sistema de reservas e facilitar a sua adaptação às inovações tecnológicas do setor de forma mais rápida e eficiente.

O projeto, que tem uma duração prevista de 24 meses e inclui mais 60 meses de serviço, irá dotar a Paradores com a capacidade para enfrentar de forma eficaz os desafios colocados pela digitalização e melhorar a experiência dos seus clientes.

A solução da Minsait, presente em cadeias hoteleiras de todo o mundo, ajudará a Paradores na gestão de reservas com um sistema integrado para todas as operações, agilizando os processos de check-in e check-out, a tomada de decisões e a simplificação dos serviços.

Além disso, o sistema permite incorporar alterações e funcionalidades adicionais à medida que novos desenvolvimentos tecnológicos surgem de forma mais ágil e sem custos acrescidos.

Outra das vantagens da plataforma implica diretamente os clientes: através dos canais disponíveis, como email, mobile, web e redes sociais, os programas de fidelização e as ofertas serão melhorados e personalizados, o que permitirá responder às expectativas dos utilizadores da rede Paradores.

A plataforma que a Minsait está a implementar para a cadeia hoteleira utilizará uma única base de dados centralizada para gerar previsões e facilitar a tomada de decisões com base nas preferências dos clientes.

 

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Figuras

Highgate Portugal contrata dois novos vice-presidentes

A multinacional de gestão hoteleira apostou em Gaurav Garg para o cargo de vice-presidente de Revenue Management & Distribution. Já Nuno Sancho ficará responsável pela vice-presidência de Desenvolvimento de Negócio da Highgate Portugal.

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A Highgate Portugal contratou Gaurav Garg e Nuno Sancho para cargos de vice-presidência na multinacional de gestão hoteleira, investimento, tecnologia e desenvolvimento.

Desta forma, Gaurav Garg assume o cargo de vice-presidente de Revenue Management & Distribution, enquanto Nuno Sancho passa a desempenhar a função de vice-presidente de Desenvolvimento de Negócio da empresa.

Com um percurso profissional de mais de 23 anos, Gaurav Garg passou pelo Grupo MGM Muthu Hotels enquanto diretor comercial e diretor do grupo, entre 2016 e 2024. Anteriormente, exerceu diferentes funções no Grupo Oberoi Hotels & Resorts, em Deli, Índia, entre as quais a de vice-presidente adjunto de Revenue Management & Contact Centre.

Neste novo cargo na Highgate Portugal, Gaurav Garg ficará responsável pela implementação das estratégias e processos de Revenue Management e Distribuição, “com o objetivo de continuar a otimizar e maximizar as receitas da operação do portefólio dos 18 hotéis e dos três campos de golfe em Portugal”, como a empresa refere em nota de imprensa.

Já Nuno Sancho terá como principais funções identificar e avaliar novas oportunidades para a gestão e aquisição de ativos hoteleiros, “impulsionando a expansão do portfolio da Highgate Portugal tanto no mercado português como no mercado espanhol”.

Com mais de duas décadas de experiência, Nuno Sancho ocupou o cargo de consultor sénior na JLL Portugal. Já entre 2019 e 2022, enquanto Business Development Manager, na Eurostars Hotel Company, liderou os esforços de expansão em várias regiões, incluindo Brasil, Portugal e Marrocos.

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The Verse: o novo aparthotel a abrir portas na Rua de São Bento em Lisboa

O número 39 da Rua de São Bento, em Lisboa, passa a contar com um novo boutique aparthotel com 15 unidades de alojamento nas tipologias T1 e T2, divididas por cinco pisos. O edifício, totalmente renovado, tem a assinatura do arquiteto Carrilho da Graça.

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O The Verse é o mais recente aparthotel da Rua de São Bento, em Lisboa, cuja data de abertura está marcada para 15 de agosto.

Este boutique aparthotel conta com cinco pisos e divide-se entre 15 unidades de alojamento, num projeto detido pelos sócios David Clarkin e Andrew Richardson, bem como pelos respetivos filhos, Henry Clarkin e Anna Richardson.

No piso 0 é possível encontrar dois apartamentos T1 com pátio privativo. Os restantes 13 apartamentos dividem-se pelos pisos superiores, sendo que um deles é um T2 com terraço.

Estas unidades de alojamento estão totalmente equipadas com cozinha e sala de estar e, apesar de seguirem a mesma linha, “todas as tipologias apresentam características e pormenores que as tornam especiais à sua maneira”, como referido em comunicado. Destaque também para o rés-do-chão, onde uma zona híbrida de lobby junta uma receção ativa 24 horas por dia e um espaço de bar pronto para receber eventos especiais com sessões de DJ.

Créditos: The Verse

O mais recente aparthotel no número 39 da Rua de São Bento está integrado num edifício totalmente renovado pelo arquiteto Carrilho da Graça, sendo que o design de interiores, a decoração e curadoria artística ficaram a cargo do Studio Astolfi.

Por forma a “deixar transparecer a essência portuguesa”, todos os espaços do The Verse são decorados com peças feitas à medida por artistas e artesãos portugueses. A ideia passa por transmitir “uma narrativa forte com movimentos elegantes e inesperados, apresentando um ambiente convidativo, acolhedor, contemporâneo e requintado”.

Os preços de estadia nas unidades de alojamento do The Verse variam entre os 300 e os 700 euros.

Créditos: The Verse

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Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, de forma a financiar mais equipamentos de cultura, a exemplo do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, voltou esta segunda-feira, 8 de julho, a insistir na subida do valor da taxa turística cobrada sobre as dormidas em Lisboa, defendendo que o montante arrecadado será investido em “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”.

“Se a cidade vir o valor do turismo, seja em melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura, então o turismo vale mesmo a pena, ele é visível”, disse Carlos Moedas, durante a cerimónia de assinatura do contrato de concessão para criação do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”.

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, dando como exemplo o novo “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística para a sua concretização.

“Quando eu digo que quero aumentar a taxa turística é exatamente para ter mais cultura, mais equipamentos de cultura, é para maior limpeza da cidade, é para ter espaços mais verdes”, insistiu o presidente da Câmara, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia.

Carlos Moedas mostrou-se, desta forma, indiferente às criticas da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), que são contra o aumento da taxa para o dobro do valor cobrado atualmente.

Além de permitir uma maior aposta na limpeza da cidade e na cultura, Carlos Moedas vincou ainda, segundo a Lusa, que esta medida permite “baixar os impostos aos lisboetas”, lembrando que o turismo corresponde a quase 20% da economia da cidade e 25% do emprego, garantindo, por isso, que a ideia “não é diminuir o turismo, mas apostar também em outras áreas”.

“Temos trabalhado com o Turismo de Lisboa para pensar novas centralidades, […], nós temos mais ou menos 35.000 turistas [diários] que entram na nossa cidade e esses 35.000 normalmente vão exatamente para os mesmos sítios, vão para as mesmas partes da cidade e aquilo que nós temos de conseguir é novas centralidades, como é o caso daquilo que estamos aqui a fazer”, acrescentou o autarca lisboeta.

Presente na cerimónia esteve também Vitor Costa,  diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa, que sublinhou que o importante é que a “qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”.

Os turistas, quando vão a determinada cidade, também têm o seu peso, a sua interferência, e a nós o que nos preocupa no setor do turismo é que haja recursos para que os turistas tenham maior ligação com a cidade e que a qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”, disse o responsável, considerando que “é bom para os turistas, mas é também, sobretudo, bom para os residentes”.

Relativamente aos receios manifestados por algumas entidades de que o aumento da taxa faça diminuir o número de turistas, Vítor Costa disse não partilhar desta visão e acredita que tal não vai acontecer.

“Já tivemos experiência de quando a taxa foi introduzida, com um euro, quando ela passou para dois euros, e isso não teve nenhum impacto. Este movimento de requalificação, da maior qualidade do turismo em Lisboa tem-se verificado”, argumentou.

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Sesimbra Oceanfront Hotel

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INE confirma que atividade turística superou níveis de 2019 no ano passado

Segundo o INE, as unidades de alojamento turístico nacionais contabilizaram, no ano passado, 32,5 milhões de hóspedes e 85,1 milhões de dormidas, com aumentos também nos proveitos, “evidenciando a retoma da atividade do setor depois da crise gerada pela pandemia de COVID-19”.

Inês de Matos

A atividade turística superou, no ano passado, os níveis de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que identifica crescimentos de 12,5% e 10,3% no total de hóspedes e dormidas, respetivamente, totalizando 32,5 milhões de hóspedes e 85,1 milhões de dormidas.

Segundo os dados divulgados esta segunda-feira, 8 de julho, estes valores refletem “crescimentos médios anuais de 2,4% e 2,3%, pela mesma ordem, desde 2019, evidenciando a retoma da atividade do setor depois da crise gerada pela pandemia de COVID-19”.

Os dados do INE mostram que, no ano passado, “todas as regiões registaram acréscimos no número de dormidas”, mas o destaque foi para o Oeste e Vale do Tejo (+18,2%), Norte (+14,0%) e Grande Lisboa (+11,8%), que apresentaram as maiores variações, sendo menos expressivos no Algarve (+6,7%) e no Centro (+6,9%).

“Em comparação com 2019, o Algarve e a Península de Setúbal foram as exceções, ao ficarem, em termos de dormidas, ainda aquém dos níveis pré-pandemia (-1,5% e -0,9% respetivamente)”, acrescenta o INE.

Segundo o INE, no ano passado, houve “sinais de recuperação da crise no setor”, uma vez que se superaram “os valores recorde de 2019 nos principais indicadores”, com destaque para as chegadas de turistas não residentes em Portugal, que chegaram às 26,5
milhões, correspondendo a um acréscimo de 19,2% face a 2022 e de 7,7% comparativamente a 2019.

Por mercados, o espanhol manteve-se como principal mercado emissor de turistas internacionais para Portugal, com uma quota de 25,2% e depois de um crescimento de 16,7% face a 2022, seguindo-se o mercado do Reino Unido, que representou 12,6% do total e voltou a ser o segundo principal mercado emissor de turistas para território nacional, apresentando um aumento de 14,0%.

Já o mercado francês foi o terceiro principal emissor de turistas para Portugal, com uma quota de 12,4% do total e um crescimento de 11,0%, ainda que tenha descido uma posição face ao ano passado.

No que diz respeito a outros mercados, que no conjunto representaram 44,8% dos turistas não residentes que visitaram Portugal em 2023, o INE destaca os EUA, que cresceu 34,2% no ano passado, assim como o italiano, que apresentou ainda um aumento de 29,2%.

O INE realça que, em 2023, os mercados externos geraram 57,1 milhões de dormidas nas unidades de alojamento turístico nacionais, refletindo um crescimento anual de 14,9%, enquanto o mercado interno “gerou 1/3 das dormidas em 2023”, num total de 28,1 milhões, o que representa um crescimento de 2,1% face ao ano anterior.

“Face a 2019, as dormidas de não residentes ganharam expressão, ainda que de forma muito ligeira (+0,6 p.p.), e registaram um crescimento de 10,4%, acima da variação observada nas dormidas de residentes (+7,5%)”, lê-se no comunicado que acompanha os números.

No que diz respeito às dormidas, os mercados externos que mais se destacaram foram o  Reino Unido, que se “manteve como principal mercado emissor em 2023 (18,0% do total de dormidas de não residentes) e registou um crescimento de 10,2% das dormidas (+5,9% face a 2019)”, seguindo-se o mercado alemão (11,8% do total), que aumentou 12,4% (+5,9% face 2019), mantendo a segunda posição, enquanto Espanha manteve-se como terceiro mercado emissor (10,6% do total) e registou um acréscimo de 8,3% (+5,4% face a 2019).

“As dormidas de não residentes representaram 67,0% das dormidas na generalidade dos meios de alojamento em 2023, tendo este sido o ano, desde 2013, em que se observou uma maior dependência dos mercados internacionais, apenas superado pelo ano de 2017, em que estes mercados totalizaram 67,8% do total”, explica o INE.

O INE diz que o mercado britânico tem vindo a perder preponderância e sublinha que, “analisando o conjunto dos três principais mercados externos, em 2023, estes representaram 40,3% do total das dormidas de não residentes na generalidade dos meios de alojamento, o valor mais baixo desde 2013”, sendo que, se excluirmos os anos da pandemia, “desde 2016 que o peso dos três principais mercados tem vindo a diminuir”, registando-se mesmo um decréscimo de 7,5 p.p. face a 2013.

A Grande Lisboa foi a região nacional que apresentou menor dependência dos mercados tradicionais, enquanto o Algarve foi a região mais dependente do principal mercado externo, que representou 35,4% das dormidas de não residentes na região.

Os dados do INE mostram ainda que também a taxa de sazonalidade diminuiu no ano passado, chegando aos 36,9%, naquele que foi o valor mais baixo desde 2013, com destaque para os residentes (41,3%).

O Alentejo foi a região que registou maior taxa de sazonalidade (44,5%), seguido pela Península de Setúbal (42,5%), enquanto na Grande Lisboa e na RA Madeira se registaram os valores mais baixos deste indicador (29,9% e 30,2%, respetivamente).

Proveitos também subiram

O INE diz que, no ano passado, as dormidas cresceram em todas as categorias de alojamento turístico, que registaram um total de 30,0 milhões de hóspedes e 77,2 milhões de dormidas (+13,2% e +10,7%, respetivamente).

“Os parques de campismo receberam 2,1 milhões de campistas (+3,6%), correspondendo a 7,2 milhões de dormidas (+6,3%). Face a 2019, os hóspedes cresceram ligeiramente (+1,3%), mas as dormidas foram inferiores (-2,6%). As colónias de férias e pousadas da juventude receberam 347,5 mil hóspedes, (+12,3%), que totalizaram 781,4 mil dormidas (+9,2%)”, refere o INE.

O crescimento das dormidas ditou também um aumento dos proveitos, que somaram 6 015,3 milhões de euros nos proveitos totais, depois de um crescimento de 20,0%, e 4 622,6 milhões de euros nos proveitos de aposento, onde o aumento foi de 21,4%, com o INE a indicar que, desde 2019, estes indicadores apresentaram crescimentos anuais médios de 8,8% e 9,4%, respetivamente.

Já o RevPAR atingiu os 64,8 euros no ano passado, crescendo 15,4% face a 2022, enquanto o o rendimento médio por quarto ocupado chegou aos 113,0 euros, depois de aumentar 9,1%.

Os dados do INE mostram ainda que, segundo o índice de Herfindahl–Hirschman (IHH), que permite avaliar níveis de concentração com base nos proveitos totais dos estabelecimentos de alojamento turístico, no ano passado, houve “uma tendência de redução da concentração no setor”, o que levou a um aumento da concorrência, uma vez que este indicador atingido os 28,5 em 2023 (45,6 em 2013), “o valor mais baixo neste período”.

“Numa análise por segmento, em 2023, o IHH foi mais baixo no alojamento local (20,0), seguindo-se a hotelaria (37,0) e o turismo no espaço rural e de habitação (47,4)”, explica o INE, revelando que, em termos regionais, o IHH atingiu os valores mais elevados na Península de Setúbal (472,6), na RA Madeira (347,9) e na RA Açores (315,2), enquanto os valores mais reduzidos observaram-se no Norte (62,1), no Centro (76,3) e na Grande Lisboa (90,1).

O INE diz ainda que, a 31 de julho de 2023, estavam em atividade e com movimento de
hóspedes, 8 015 estabelecimentos turísticos nacionais, correspondendo a um aumento de 7,9% face a 2022 e a um aumento médio anual de 2,9% desde 2019.

Viagens dos residentes ao estrangeiro também subiram

Os dados divulgados pelo INE esta segunda-feira, 8 de julho, mostram ainda que também o número de viagens realizadas pelos residentes ao estrangeiro aumentou no ano passado, com 51,7% da população residente em Portugal a realizar, pelo menos, uma viagem turística, o que representou um acréscimo de 4,0 p.p. face a 2022 (mais 431,9
mil turistas), correspondendo a 5,3 milhões de indivíduos, número ainda 2,1% abaixo do total de 2019.

“As deslocações turísticas dos residentes atingiram os 23,7 milhões, refletindo uma variação anual de 4,6%, embora ainda aquém dos valores de 2019 (-3,2%). As viagens em território nacional aumentaram 2,4% (-4,3% face a 2019), atingindo 20,4 milhões (86,4% do total, 88,3% em 2022 e 87,3% em 2019). As deslocações para o estrangeiro ganharam representatividade (13,6%, +1,9 p.p. acima do valor de 2022, +1,0 p.p. face a 2019) ao alcançarem 3,2 milhões em 2023 (+21,5% face ao ano anterior, +4,1% em comparação com 2019)”, resume o comunicado divulgado pelo INE.

No ano passado, as viagens turísticas dos residentes geraram mais de 96,5 milhões de dormidas (+2,0% face a 2022, -2,7% face a 2019), tendo a maioria ocorrido em Portugal (77,1% do total, 78,4% em 2022 e 77,6% em 2019).

Já as dormidas em território nacional registaram um acréscimo de 0,3%, enquanto as ocorridas no estrangeiro aumentaram 8,0%, aproximando-se dos níveis de 2019 (-3,2% e -0,8%, respetivamente).

O alojamento em casa de familiares ou amigos manteve-se como o meio de alojamento mais utilizado nas dormidas dos residentes, concentrando 39,6 milhões de dormidas (41,0% do total, +1,5 p.p. do que no ano anterior e +2,4 p.p. face a 2019), sendo que esta modalidade prevaleceu nas deslocações em território nacional (44,9% das dormidas, +3,2 p.p. do que em 2022 e +3,3 p.p. em comparação com 2019).

No entanto, nas deslocações ao estrangeiro foram os “estabelecimentos hoteleiros e similares” que reuniram a preferência dos residentes (53,2% das dormidas, -1,1 p.p. do que em 2022, -0,5 p.p. do que em 2019).

Já a despesa média por turista em cada viagem teve um acréscimo de 4,3% face ao valor de 2022, fixando-se em 242,4 euros (+23,9% face a 2019), com destaque para as viagens em Portugal, em que os gastos foram de 164,3 euros por turista/viagem, +1,1 euros que em 2022 e +31,3 euros em comparação com 2019, enquanto nas deslocações para o estrangeiro, o gasto médio por turista/viagem decresceu 2,1% em 2023 (+17,5% do que em 2019), tendo atingido 736,6 euros.

 

Sobre o autorInês de Matos

Inês de Matos

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