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Não houve interessados à concessão do Hotel Turismo da Guarda

Terminou esta semana o prazo para a apresentação de propostas para a concessão do Hotel Turismo da Guarda, e o certo é que não houve interessados. 

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Não houve interessados à concessão do Hotel Turismo da Guarda

Terminou esta semana o prazo para a apresentação de propostas para a concessão do Hotel Turismo da Guarda, e o certo é que não houve interessados. 

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Terminou esta semana o prazo para a apresentação de propostas para a concessão do Hotel Turismo da Guarda, e o certo é que não houve interessados. 

Em consequência, o Turismo de Portugal prorrogou por mais três meses o prazo para envio de propostas para a recuperação e gestão da antiga unidade hoteleira. 

O Hotel Turismo da Guarda, encerrado há vários anos, e agora nas mãos do Estado, foi um dos primeiros imóveis colocados a concurso no âmbito do Programa REVIVE.  

Em maio de 2018, foi assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property, S.A. e MRG – Construction, S.A., mas o projeto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que o grupo concessionário, entretanto, se defrontou. O contrato foi revogado, sendo de seguida sido lançado novo concurso que visava dar, finalmente, uma nova vida a este emblemático edifício da cidade da Guarda, projetado em 1936 pelo arquiteto Vasco Regaleira. 

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 35.317,80.  

Os investidores interessados terão agora 90 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local. 

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Medidas restritivas fazem cair 80% das reservas em empresas de alojamento e restauração, diz a AHRESP

Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas das atividades que representa tenham sido impactadas com cancelamentos.

Dados do inquérito da AHRESP concluem que 80% das empresas de alojamento e restauração sofreram cancelamentos de reservas com o anúncio, pelo Governo, das mais recentes medidas restritivas.

Diz a análise que, sempre que se anunciam novas medidas que vêm limitar o funcionamento das atividades da restauração, similares e do alojamento turístico, os cancelamentos surgem de forma intensa. Segundo os resultados do mais recente inquérito da AHRESP sobre o Natal e o Fim de Ano, as recentes restrições levaram a que mais de 80% das empresas tenham sido impactadas com cancelamentos.

Quando estas empresas foram questionadas sobre o cancelamento de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas pelo Primeiro-Ministro no final do mês de novembro, que previam a obrigatoriedade de apresentação de certificado digital de vacinação para Restauração e Alojamento e testes para bares e discotecas, a larga maioria das empresas de restauração e similares (88%), e 83% das empresas de alojamento turístico começaram a receber cancelamentos, indica os resultados que inquérito.

No total desta época de Natal e Fim de Ano, 47% das empresas de restauração e 42% do alojamento, registaram cancelamentos em mais de metade das reservas que tinham confirmadas.

No que diz respeito à atividade de restauração e bebidas, refere ainda a AHRESP, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro, comparativamente ao mesmo mês de 2020, enquanto 47% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e 44% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Quanto ao alojamento turístico, 20% das empresas registaram quebras de faturação superiores a 50% em dezembro de 2021, comparativamente ao mesmo mês de 2020; 38% admitem não ter conseguido acumular reservas financeiras nos meses de verão e outras 38% indicam que conseguiram acumular reservas financeiras, mas já tiveram de as utilizar.

Assim, a Associação pela para que “quaisquer novas medidas de saúde pública de controlo da pandemia devem ser ponderadas, de forma a atenuar os efeitos negativos que provocam nas empresas da restauração, similares e do alojamento turístico”.

Quanto a 2022, e prevendo-se uma subida de preços em várias áreas, que terão enorme impacto nos negócios das atividades que representa, a AHRESP apela já, em janeiro, “o reforço dos apoios a fundo perdido, de forma a compensar as perdas e para que se mantenham os negócios e os respetivos postos de trabalho”.

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YOTEL Porto celebra o mês do Vinho do Porto

O YOTEL Porto vai assinalar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27, com um conjunto de atividades que visam celebrar este néctar emblemático da região.

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Para assinalar o Dia Internacional do Vinho do Porto, que acontece no próximo dia 27 de janeiro, o YOTEL instalado naquela cidade, criou uma agenda especial para celebrar este néctar emblemático para a região, durante todo este mês.

O YOTEL Porto preparou uma agenda de atividades e ofertas especiais para comemorar a data e este produto emblemático para a região.

Ao longo de todo o mês de janeiro, vai estar disponível a tarifa ‘Find Your Port’, que inclui a oferta de um cocktail Porto Tónico, 10% de desconto na visita às caves Graham’s Port Lodge e ainda o pequeno-almoço gratuito.

Também ao longo de todo o mês, o restaurante e espaço de convívio Komyuniti vai apresentar um menu exclusivo onde se destaca o Cocktail do Mês, o clássico Porto Tónico (6€), uma Tábua de Queijos com Vinho do Porto Branco (15€) e uma Tábua de Enchidos com Vinho do Porto Tawny (15€).

Por fim, a 27 de janeiro, data que marca o Dia Internacional do Vinho do Porto, o YOTEL Porto vai desenvolver uma prova de vinhos no Komyuniti, onde serão saboreados três vinhos da marca Symington, que inclui um Vinho Branco, um Rosé e um Tawny e terá o custo de 6€ por pessoa.

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AHP antevê com pessimismo os próximos meses e apela à implementação dos apoios anunciados

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas hoteleiras, já anunciados.

A AHP alerta para a grave situação que os hotéis em Portugal estão a atravessar perante a evolução da situação pandémica, e apela à implementação urgente dos apoios às empresas, nomeadamente, a disponibilização da linha de crédito de 150 milhões de euros anunciada pelo Banco do Fomento.

Em comunicado, a Associação antevê, com pessimismo, os próximos tempos, na ausência de apoios específicos às empresas por parte do Governo. Neste sentido, segundo Raúl Martins, presidente da AHP, “os apoios públicos são imprescindíveis para ultrapassarmos as consequências económicas da 5ª vaga e prepararmos a retoma futura”

Isto porque diz, citado em comunicado que “depois dos anúncios feitos e do Banco de Fomento fazer publicidade à linha de apoio ao turismo de 150 milhões de euros, por via da qual se pretende apoiar a retoma sustentável do Turismo, nomeadamente através do reforço de fundo de maneio das empresas viáveis, note-se, e da dinamização dos investimentos relevantes para o setor, nada aconteceu”.

O dirigente interroga: “Na prática, onde estão os protocolos bancários? Que bancos aderiram? Quando é que de facto os empresários se podem dirigir ao seu Banco?”, para acrescentar que “da nossa parte, tudo estamos a fazer para sobreviver a esta tempestade. A incertitude é grande e os momentos que atravessamos exigem disponibilidade e concretização dos apoios públicos o quanto antes. Só assim estaremos de pé para a retoma, que esperamos e desejamos possa acontecer no 2º semestre de 2022.”

Raul Martins lembra que “depois de um verão que deu sinais de retoma e dos hotéis se prepararem para o arranque, este volte-face na pandemia e as medidas restritivas anunciadas-  aliás, confusas, erráticas e de última hora – , significaram um terrível abanão nas nossas empresas”, assim, “muitos hotéis que tinham aberto para o verão e que ainda tiveram um mês de outubro razoável, quando comparado com 2020, note-se, fizeram o esforço de preparar a operação para o Natal e Passagem de Ano, entraram em despesas importantes e reativaram canais de venda e distribuição. O que se seguiu é o que sabemos:  se alguns hotéis nalgumas regiões ainda conseguiram resultados positivos, o grosso da nossa hotelaria está completamente descapitalizada, com uma tesouraria esgotada e sem possibilidades de sobreviver aos tempos que se adivinham. E mais: o primeiro trimestre de 2022 vai ser muito pior do que tínhamos previsto.”

Se, segundo o presidente da AHP, “o verão de 2021 foi melhor em comparação com 2020, ficou muito aquém do de 2019 e soma-se a quase 2 anos de resultados zero. E o mês de novembro, como o INE divulgou, foi muito pior”.

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Hoteleiros angolanos apontam “revitalização” do turismo interno e pedem apoio do Estado

O menor número de viagens internacionais fez com que a AHARA considera que se registe uma “revitalização” do turismo interno e, assim, melhores tempos para a hotelaria em Angola. Contudo, apoios precisam-se.

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A Associação dos Hotéis e Resorts de Angola (AHRA) considerou, recentemente que o turismo interno “está a revitalizar-se”, fruto da diminuição das viagens internacionais, exortando o Governo a uma “maior compreensão e apoio financeiro” ao setor.

“O que precisamos é o apoio financeiro em condições de viabilidade económica e financeira no âmbito dos programas de revitalização da economia, cuja responsabilidade é dos órgãos do Estado”, afirmou o presidente da AHARA, Ramiro Barreira citado pela agência Lusa.

Numa mensagem, divulgada por ocasião do Ano Novo, o responsável disse esperar, em 2022, “uma maior compreensão das autoridades” para com este setor “importantíssimo para ajudar a desenvolver o país, numa altura em que o turismo interno começa a revitalizar-se”.

Segundo Ramiro Barreira, que não se esqueceu das contrariedades e adversidades derivadas da COVID-19, sobretudo nos últimos três anos, este ano a AHARA quer estar “mais próximo dos associados para compreender as suas dificuldades e ansiedades”.

“Continuaremos a nossa agenda de reuniões mensais do conselho de direção e manteremos contactos permanentes como executivo, através dos ministérios da Cultura, Turismo e Ambiente e da Economia para que as políticas de apoio à economia contemplem também no nosso setor”, assinalou.

Os atores do setor hoteleiro, cuja força de trabalho antes da crise rondava os 223 mil trabalhadores diretos, realçou o presidente da AHARA, é uma força muito importante e “nem sempre” tem “encontrado as melhores políticas de apoio” ao setor.

“Estamos esperançados e convictos que 2022 será diferente. Também esperançados que este ano, que agora se inicia, aprenderemos a conviver e a trabalhar com a COVID-19, numa base de muita sustentabilidade e produtividade”, concluiu Ramiro Barreira.

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Sofitel Lisbon Liberdade renova selo de responsabilidade social

O Sofitel Lisbon Liberdade renovou, pelo terceiro ano, o selo de responsabilidade social We Share, como reconhecimento pelo seu compromisso em promover a sustentabilidade e o contributo social da hotelaria e do turismo.

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O cinco estrelas Sofitel Lisbon Liberdade, foi uma das unidades hoteleiras que renovou o selo de responsabilidade social We Share, como reconhecimento pelo seu compromisso em promover a sustentabilidade e o contributo social da hotelaria e do turismo.

Esta é a terceira vez que o hotel, localizado em plena Avenida da Liberdade, em Lisboa, recebe este selo inserido no Programa Hospes, desenvolvido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) em conjunto com os hotéis.

Recorde-se que este selo é atribuído às empresas que participaram no projeto e que deram à AHP, ao longo de 2020, bens ou equipamentos para doar a instituições de ação social, bem como às unidades hoteleiras que acolheram estagiários na área de Emprego Inclusivo – Formação no Contexto do Trabalho.

Móveis e roupa de cama foram alguns dos artigos doados pelo Sofitel ao longo do ano 2021, reforçando o compromisso do hotel com a responsabilidade social no âmbito do projeto We Share.

Além disso, o Sofitel Lisbon Liberdade desenvolve outras iniciativas tendo em vista um turismo mais sustentável e responsável, através do programa Planet 21 – Acting Here, do Grupo Accor, ao qual o hotel pertence.

O programa envolve todos os stakeholders num conjunto de ações ambientais e sociais que anualmente desenvolve esforços para incentivar cada uma das unidades a adotar medidas que garantam a preservação do planeta e da sociedade, promovendo desde a poupança de água, ao fomento de uma alimentação saudável e sustentável, à eliminação de plásticos de uso único ou à utilização de energias renováveis.

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Candidato: Helder Martins quer uma AHETA mais dinâmica e interventiva *

Helder Martins, candidato à presidência da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, interventiva e a falar a uma só voz, fatores que diz se foram perdendo nos últimos anos, mas que hoje são fundamentais não só como forma de apoiar os associados que se debatem com uma série de desafios, mas também o turismo do Algarve no seu todo.

O empresário Helder Martins, candidato a presidente da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, fato que diz ter perdido nos últimos anos, mais interventiva por forma a ajudar os associados a resolver as fragilidades com que o Algarve se debate, não só ao nível da hotelaria e empreendimentos turísticos, como de todas as restantes atividades do setor do turismo, mas, principalmente, a necessidade de se falar a uma só voz.

Helder Martins, antigo presidente da RTA – Região de Turismo do Algarve, e proprietário do Hotel Rural Quinta do Marco, em Tavira, assume que a situação inédita de grande vulnerabilidade e imprevisibilidade em que o setor turístico se encontra, e em especial os empresários da hotelaria e restauração, o motivou a avançar com esta candidatura.

O candidato, em declarações ao Publituris, aponta que os principais desafios da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve neste momento, passam por questões ligadas aos recursos humanos, fiscais, estruturais, “problemas que já vinham de trás”, a acrescentar “como enfrentar, superar e sair desta crise”.

O importante, segundo Helder Martins, é “como nos vamos apresentar aos nossos clientes no futuro, sendo certo que os concorrentes do Algarve vão estar com campanhas muito agressivas, com muito dinheiro por trás a promover os seus destinos, e sabemos todos, e não temos pejo em o dizer, que o Algarve não tem orçamentos muito dignos para essa situação”.

A união é uma das bandeiras da candidatura de Helder Martins. “Foi com esses propósitos que aceitei candidatar-me”, referiu, para acrescentar que “se não estivermos no mesmo barco, se não remarmos todos na mesma direção, é evidente que se torna mais difícil. Quem conhece as fragilidades do setor vai explorá-las e quem sofre com isso é o Algarve. Por isso, todos têm de trabalhar na mesma direção”.

O candidato à presidência da AHETA recorda que o Algarve estava a caminhar para uma recuperação “fantástica, quando cai tudo aos pés com a pandemia, e depois, cada um teve a sua maneira de reagir perante o processo. Quem estava melhor organizado conseguiu sobreviver”, disse.

E organizar a AHETA é objetivo desta candidatura, ouvir todos os parceiros públicos e privados, mas também ser ouvidos. “Se for essa a vontade dos associados, a AHETA irá bater à porta dessas pessoas e instituições e dizer que estamos aqui, queremos e exigimos ser parceiros, exigimos ser ouvidos, e também daremos o nosso contributo pela positiva e pela resolução dos problemas do Algarve. É esse papel importante que a AHETA já teve, que hoje não tem, mas espero que volte a ter”, destacou Helder Martins, frisando que a Associação “tem quer ter uma participação ativa nas políticas nacionais de turismo, sendo inconcebível que não seja vice-presidente da CTP, porque o atual presidente, que está demissionário, foi-se afastando desses órgãos todos”.

*Esta entrevista pode ser lida na íntegra na próxima edição do Publituris no dia 07 de janeiro.

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Hoteleira Selina e Boa Acquisition Corp fundem-se

Com acordo de fusão a Boa Acquisition Corp, empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto, a marca hoteleira Selina vai estar cotada na Bolsa de Nova Iorque e pretende aumentar a expansão internacional.

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A Selina, marca de hotéis direcionados para millennials e jovens da geração Z, e a Boa Acquisition Corp, empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto, anunciaram a celebração de um acordo de fusão que resultará na cotação em bolsa da cadeia hoteleira.

A marca pretende crescer rapidamente para capitalizar numa oportunidade de mercado anual de cerca de 350 mil milhões de dólares. A transação avalia a empresa num capital social de, aproximadamente, 1.2 mil milhões de dólares, e deverá estar concluída no primeiro semestre de 2022, com a empresa a operar como “Selina Hospitality plc” e as suas ações a ser cotadas na bolsa de Nova Iorque com o símbolo “SLNA”.

A fusão representa 300 milhões de dólares em valor bruto recebido, incluindo 70 milhões provenientes de investimentos privados de líderes da bolsa de Nova Iorque.

Os rendimentos vão permitir à Selina aumentar a expansão internacional, investir em tecnologia própria e atrair e reter talento de alta qualidade, esperando alcançar um EBITDA positivo no primeiro trimestre de 2023 e gerar aproximadamente 1.2 mil milhões de dólares em receitas até 2025.

Lançada em 2015, a rede já deteve 134 propriedades desde a América do Norte e do Sul à Europa e Médio Oriente, das quais 83 estão a operar atualmente. Desde a sua criação, a marca tem expandido o seu alcance geográfico, ao apostar em tecnologia própria para identificar hotéis de baixo desempenho e transformá-los em hubs culturais, recorrendo a designers, artistas locais e fornecedores de produtos alimentares, e apresentando uma programação inspirada em experiências locais.

A marca de lifestyle Selina foi desenvolvida especificamente para millennials e jovens da geração Z que se encontram a viajar, um segmento que representa uma fatia de 350 mil milhões de dólares gastos por ano no setor das viagens, de acordo com as estimativas da Selina. Em fase de rápido crescimento, a marca hoteleira compreende 35.000 camas disponíveis em 23 países.

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Hotéis NAU renovam selos de boas práticas

As 10 unidades do grupo NAU Hotels & Resorts renovam a distinção, pelo quinto ano consecutivo, com os selos We Share e We Care, promovidos no âmbito da iniciativa Hospes, programa corporativo de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental da AHP.

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Pelo quinto ano consecutivo, as 10 unidades do grupo NAU Hotels & Resorts renovam a distinção com os selos We Share e We Care, promovidos no âmbito da iniciativa Hospes, programa corporativo de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental, respetivamente, da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).

Refira-se que, nos prémios Hospes by AHP, foram atribuídos um total de 130 selos referentes a 2020: 30 hotéis receberam o selo We Share, correspondente à doação de equipamentos e bens, e 54 hotéis foram distinguidos pelo selo We Care por participarem em projetos de recolha de óleos usados, recolha e destruição de papel, reciclagem de têxteis e recolha de equipamentos elétricos. No entanto, apenas 29 unidades conquistaram ambos os selos, incluindo todas as 10 unidades do Grupo NAU.

A cerimónia de entrega dos selos decorreu num evento online em que participaram a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o presidente da AHP, Raul Martins e o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo.

Implementado em 2013, o programa Hospes by AHP visa contribuir e motivar o setor para um turismo cada vez mais responsável e sustentável, um compromisso assumido pela NAU Hotels & Resorts, conforme salienta o grupo hoteleiro em comunicado.

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PortoBay solidário

O PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

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O Grupo PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

A campanha HOPE, que vai na sua nona edição, decorre durante 12 meses, em todas as unidades do grupo PortoBay. Arranca sempre com um depósito inicial do grupo hoteleiro, ao qual são somadas as contribuições dos hóspedes. Desde 2012, ano do lançamento deste projeto, o HOPE já entregou mais de 473 mil euros.

A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira – APCM, o Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Associação Humanitária de Solidariedade de Albufeira – AHSA (Algarve), o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil – CADIn (Lisboa), a Comunidade Vida e Paz (Lisboa), a Comunidade Sant Egidio (Lisboa), e a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (Porto), foram as instituições contempladas.

“Temos um enorme orgulho de continuar a promover a iniciativa Hope, mesmo com a conjuntura internacional que tanto tem marcado o turismo, é bom contar com a solidariedade dos nossos hospedes, sublinha António Trindade, CEO do Grupo PortoBay, para realçar que, em 2022, “contamos com o apoio de todos para alcançar o marco dos 500 mil euros doados em 10 anos”.

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Dossier Hotel Turismo da Guarda com dois cenários possíveis segundo Rita Marques

Há dois cenários em cima da mesa sobre o dossier Hotel Turismo da Guarda. Um deles é a autarquia reaver o imóvel, outro é continuar a tentar contratualizar com a iniciativa privada a gestão da unidade hoteleira. É a opinião da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, confirmou que há dois cenários em cima da mesa sobre o dossier Hotel Turismo da Guarda. Um deles é a autarquia reaver o imóvel, outro é continuar a tentar contratualizar com a iniciativa privada a gestão da unidade hoteleira.

Rita Marques, que visitou recentemente a Guarda, disse estar “esperançada” em que exista um trabalho conjunto entre administração local e central para que se identifique um investidor, de forma a que o Hotel Turismo da Guarda seja uma bandeira importante na região e no país.

Também o presidente da Câmara Municipal da Guarda disse preferir a primeira opção, contudo, se daqui a dois meses não for encontrada uma solução, “a garantia que temos do Estado português é que nos sentemos à mesa para ajudar a resolver esta situação”. Sérgio Costa admitiu que “estamos perfeitamente alinhados nesta estratégia de reabertura do Hotel Turismo”.

Mais uma vez, a 23 de novembro, ficou deserto o concurso para a concessão do Hotel de Turismo da Guarda, tendo sido decidido prorrogar o prazo para a apresentação de propostas por mais três meses.

O Hotel Turismo da Guarda foi um dos 33 imóveis do lote inicial do programa Revive, numa iniciativa do Governo que conta com a colaboração das autarquias locais e a coordenação do Turismo de Portugal, com o intuito de recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atratividade dos destinos regionais.

O anúncio do concurso público para a concessão de exploração do Hotel de Turismo da Guarda, com vista à realização de obras, incluindo de infraestruturas, e posterior exploração para fins turísticos como estabelecimento hoteleiro, alojamento local na modalidade de estabelecimento de hospedagem ou outro projeto de vocação turística, nos termos da legislação em vigor, tinha sido enviado para publicação a 26 de julho de 2021.

De acordo com o concurso, a duração da concessão é de cinquenta anos, com uma renda mínima anual de 35.317,80 euros.

Recorde-se que o Governo lançou este novo concurso para a concessão do antigo Hotel Turismo da Guarda, que está encerrado há vários anos e cujo primeiro contrato de concessão teve de ser revogado. Em maio de 2018, tinha sido assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property e MRG – Construction, mas o projeto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que se defrontou o grupo concessionário.

 

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