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Solférias lança operação exclusiva para Carnaval na Ilha do Sal

O operador apresenta a nova proposta para o Carnaval em Cabo Verde, com voos da Azores Airlines, a partir de Lisboa.

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A Solférias acaba de anunciar a operação exclusiva para o Carnaval de 2022 para a Ilha do Sal, Cabo Verde.

A operação terá voos especiais Azores Airlines para a Ilha do Sal, com partidas de Lisboa a 19 e 26 de fevereiro 2022, com os preços a iniciarem-se nos 862 euros no EUR no “Hotel Água Hotels Sal Vila Verde” em regime só de alojamento.

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Grupo Airmet promove formações certificadas

O Grupo Airmet anuncia a realização, durante as próximas duas semanas, de um conjunto de formações certificadas em exclusivo para os seus associados.

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Os eventos irão decorrer em Lisboa e no Porto, e contar com a participação de parceiros convidados. Os Open Days serão divididos em três temáticas distintas: Grandes Viagens; Cruzeiros e Seguros de viagem.

“É com o objetivo de apoiar o crescimento e rentabilidade das agências, que a Airmet continuará a promover este tipo de eventos, cada vez mais dinâmicos”, refere Susana Fonseca, diretora operacional do grupo de gestão.

A responsável considera que “no mercado de trabalho cada vez mais exigente, empresas e colaboradores devem apostar na aprendizagem contínua”, até porque “há sempre algo a melhorar”.

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TUI Group espera regresso a resultados positivos em 2022

Depois de um verão que ficou ligeiramente abaixo dos níveis de 2019, as reservas para o Inverno fazem com que os responsáveis do grupo TUI apontem para bons resultado no final do exercício de 2022.

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Depois de revelar que a operação de verão totalizou mais de 12,9 milhões de reservas, correspondendo a uma subida de 1,4 milhões desde a atualização feita para o 3.º trimestre do presente exercício, os responsáveis do TUI Group estimam um “bom ano de 2022”.

As reservas globais de verão, indica o grupo, em nota de imprensa, corresponderam a 91% dos níveis de período homólogo de 2019, sendo que os meses de julho e agosto, atingiram 94% das reservas realizadas nos mesmos meses de 2019.

No que diz respeito aos preços, a TUI refere um aumento de 18% face a 2019, o que “ajuda a suavizar o impacto da corrente inflação”.

Considerando que as disrupções nos voos “continuam com custos elevados”, prevendo uma “melhoria para o quarto trimestre”, os responsáveis da TUI revelam que, relativamente à operação de Inverno 2022/2023, as reservas estão a 78% dos níveis do Inverno de 2018/2019, com as partidas para os meses de novembro e dezembro a contarem já com 81% face ao período anterior referido. Para este período, a TUI refere que os preços sofreram um incremento de 26%.

Para o próximo Inverno, o TUI Group antecipa que “as Canárias, Egito, México e Cabo Verde serão chave na oferta disponibilizada”.

Fritz Joussen, CEO, e Sebastian Ebe, CFO do TUI Group, respetivamente, refere que, em 2022, “assistimos a um forte verão quase ao mesmo nível do verão de 2019”, confirmando a “orientação para fechar o exercício de 2022 com um EBIT subjacente significativamente positivo”.

Ambos os responsáveis do grupo concluem ainda que “a tendência tem sido para férias de maior valor ou mais longas com um orçamento geral de férias mais alto”, admitindo que essa realidade é “encorajadora e mostra a importância atual das férias e experiências de viagem na era pós-pandemia”.

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Bestravel promove Mercados de Natal na Suíça

Voe para um Natal mágico” é o mote de uma campanha dedicada aos Mercados de Natal na Suíça que a rede de agências de viagens Bestravel acaba de lançar.

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Em parceria com o Turismo da Suíça, a campanha visa dar a conhecer aos portugueses um lado menos conhecido do país, os Mercados de Natal.

A Bestravel lembra, em nota de imprensa, que “esta é a época do ano em que procuramos partilhar sorrisos, alegria, esperança e amor com a nossa família e amigos”, por isso, “uma forma especial de o fazer é descobrir os melhores Mercados de Natal do país”, destacando-se os de Montreux, Zurique, Basileia, Lucerna e Lausanne

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Carla Moreira é a nova comercial da Quadrante para a zona centro e sul do país

Carla Moreira iniciou funções enquanto comercial da Quadrante para a zona centro e sul do país na passada segunda-feira, 19 de setembro.

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O operador turístico Quadrante contratou Carla Moreira para as funções de comercial para a zona centro e sul do país, profissional que conta com uma experiência de 15 anos no setor das viagens e turismo, e que passou também pela aviação.

Numa nota enviada à imprensa, a Quadrante sublinha que Carla Moreira é “detentora de um currículo invejável”, sendo, por isso, a profissional indicada para as funções que agora desempenha e que passou a ocupar desde a passada segunda-feira, 19 de setembro.

Carla Moreira iniciou a sua carreira na Halcon Viagens e passou, posteriormente, para a aviação, nomeadamente pela companhia aérea francesa Aigle Azur, onde desempenhou funções comerciais para a zona norte numa primeira fase, tendo, mais tarde, passado a desempenhar as mesmas funções no restante país, incluindo Ilhas.

“Na sua longa permanência nesta companhia, veio a abraçar outros mercados, como Espanha, Itália e Alemanha”, acrescenta a Quadrante.

Mais tarde, com o encerramento da Aigle Azur, Carla Moreira ingressou na Euroatlantic, onde esteve ligada às rotas regulares da companhia aérea, desenvolvendo os mercados de São Tomé e Guiné-Bissau.

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Madeira, Dubai e Nova Iorque são as proposta de réveillon das Viagens Tempo

As Viagens Tempo lançaram três propostas para o próximo réveillon na Madeira, Nova Iorque e Dubai, cujos preços começam nos 1.030 euros por pessoa para a Madeira.

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Madeira, Dubai e Nova Iorque são as proposta das Viagens Tempo para o próximo réveillon, destinos para os quais o operador turístico disponibiliza pacotes com quatro ou cinco noites de alojamento e voos, cujos preços começam nos 1.030 euros por pessoa no caso da Madeira.

Para a Madeira, o pacote das Viagens Tempo inclui quatro noites de alojamento em APA, na unidade de quatro estrelas Hotel Pestana Village e tem partidas a 29 ou 30 de dezembro, em voos TAP, estando também contemplado o jantar de gala na noite de 31 de dezembro.

Já para Nova Iorque, os preços das Viagens Tempo começam nos 1.980 euros para um pacote de quatro noites de alojamento, que inclui também voos TAP com partida a 29 ou 30 de dezembro, bem como transferes. Já as taxas aeroportuárias e o visto eletrónico de entrada nos EUA não estão incluídos no pacote de réveillon.

Além da Madeira e Nova Iorque, as Viagens Tempo contam também com um pacote de réveillon para o Dubai, neste caso, incluindo cinco noites de alojamento no Hotel Donatello Hotel Dubai, de quatro estrelas, cujos preços começam nos 2.695 euros por pessoa.

O pacote de réveillon das Viagens Tempo para o Dubai conta com voos de ida e volta pela Emirates, cuja partida decorre a 29 de dezembro e o regresso a 3 de janeiro, bem como jantar de réveillon a 31 de dezembro, com bebidas incluídas, seguro de viagem e transferes.

Todos os pacotes de réveillon das Viagens Tempo estão já disponíveis no site do operador turístico.

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“Gea vai ter consigo”, arranca a 10 de outubro e percorre 11 cidades do país

São 11 as cidades espalhadas pelo território nacional que recebem, entre 10 e 25 de outubro, a iniciativa “Gea vai ter consigo”.

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É já no próximo dia 10 de outubro que arranca a primeira edição do “GEA vai ter consigo”, um roteiro de encontros informais realizados pelo país entre a equipa GEA e os diretores das suas agências de viagens associadas.

Ao longo das 11 sessões, o grupo pretende efetuar um balanço das atividades do período de Verão e apresentar as novidades estratégicas e tecnológicas definidas pelo Grupo GEA para 2023, privilegiando a recolha de feedback dos diretores de agência.

Depois de arrancar no dia 10 de outubro em Braga e Guimarães, a iniciativa visitará ainda o Porto e Aveiro (11 de outubro), Viseu e Coimbra (12 de outubro), Leiria (13 de outubro), Lisboa (14 de outubro), Setúbal (17 de outubro), Algarve (20 de outubro) e Funchal (25 de outubro).

Pedro Gordon, diretor-geral do Grupo GEA, refere, em nota de imprensa que “a realização deste evento constituirá uma oportunidade de os diretores de agências de viagens que não terão disponibilidade para assistir à convenção anual do Grupo de 18 a 20 de novembro de se manterem a par das novidades que temos planeadas para 2023”.

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Trade britânico pede mais apoios para sobreviver à crise dos preços

A ABTA, a AITO e o The Travel Network Group consideram que a crise gerada pela inflação e aumento dos preços pode ser “a gota de água” para muitas empresas do setor, que ainda estão a viver momentos difíceis devido à COVID-19.

Inês de Matos

As associações britânicas ligadas ao turismo consideram que o apoio decretado pelas autoridades do Reino Unido para ajudar o setor do turismo a ultrapassar a crise do aumento dos preços é “dececionante”, uma vez que apenas está em vigor durante a época baixa e não é suficiente para cobrir as necessidades das empresas, depois de dois anos de pandemia.

“Os nossos membros estão a entrar na crise dos preços depois de dois dos piores anos da história do setor, com pequenas e médias empresas a estarem particularmente vulneráveis”, afirmou Mark Tanzer, presidente executivo da ABTA – Associação Britânica das Agências de Viagens, citado pela publicação britânica Travel Weekly.

A ABTA é um das associações britânicas do setor do turismo que têm vindo a solicitar às autoridades do Reino Unido um alargamento dos apoios concedidos às empresas para fazer face à crise gerada pela inflação e consequente aumento dos preços, que no Reino Unido consiste na limitação dos preços da energia por um período de seis meses para as empresas.

Além da ABTA, também a AITO – Associação dos Operadores Turísticos Independentes e o The Travel Network Group têm avisado as autoridades britânicas que é necessário aumentar os apoios para que “não se cometam os mesmos erros novamente”, uma vez que a crise da COVID-19 já deixou as empresas do setor numa situação difícil.

As associações turísticas querem, nomeadamente, que este apoio seja prolongado por um maior período de tempo, que não abranja apenas os seis meses correspondentes à época baixa do turismo britânico.

Segundo a Travel Weekly, Mark Tanzer quer também que o governo britânico procure “outras formas” de ajudar as empresas, a exemplo de um prazo mais alargado para o pagamento de taxas e impostos, mas também um acordo com a banca que permita igualmente um período mais dilatado para o pagamento dos créditos contraídos devido à COVID-19.

Na AITO, a opinião é semelhante e, segundo Martyn Sumners, diretor executivo da associação, apesar das medidas já apresmentadas representarem “um passo positivo”, os seis meses de limitação dos preços da energia são “um período muito curto para fornecer ajuda real”.

“Este setor foi o mais atingido na pandemia, de acordo com o Centro de Estatísticas Nacionais, e teve uma retoma difícil devido aos problemas com cancelamentos de voos e falta de funcionários nos aeroportos”, defende Martyn Sumners.

O responsável da AITO lembra que “nem todas as empresas beneficiaram dos subsídios na pandemia”, o que leva a associação a pedir que não se cometam os mesmo erros da época da COVID-19 e que o apoio agora concedido vá além dos seis meses inicialmente previstos.

Já o Travel Network Group considera que a falta de informação sobre os apoios disponíveis, assim como o prazo de seis meses, “são extremamente preocupantes”, uma vez que, alerta o grupo de viagens britânico, esta crise pode ser a “gota de água” para muitas empresas.

“O plano não delineou apoios específicos para as empresas, que têm uma ameaça crescente de ruína financeira durante esta crise”, acrescenta Gary Lewis, responsável executivo do Travel Network Group, considerando que “a ideia de negociar contratos de longo prazo com fornecedores de energia é muito bem-vinda, mas apenas se isso permitir que as contas voltem a níveis razoáveis”.

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APAVT e DECO criam selo “Checked” para garantir confiança e segurança aos consumidores das agências de viagens

A partir de outubro, as agências de viagens físicas e online associadas da APAVT vão poder ostentar o selo “Checked by DECO”, que visa garantir mais confiança e segurança aos consumidores nas suas viagens, reduzindo assim as reclamações, foi anunciado, em conferência de imprensa, pelos presidentes da APAVT e da DECO.

Este projeto comum, segundo o presidente da APAVT, pretende “dar diferenciação às agências de viagens e confiança aos seus clientes. É mais um passo para trazer mais credibilidade ao setor”. As agências de viagens não são obrigadas a aderir ao selo, mas Pedro Costa Ferreira espera que a maioria o faça, pois vai dá-las maior credibilidade.

Este novo serviço passa a oferecer às empresas, no domínio da consultoria, cooperação e monitorização do seu relacionamento contratual com os consumidores, à luz das exigências legais e melhores práticas do mercado, ao mesmo tempo que procurará garantir que os consumidores beneficiam de uma informação mais transparente, segura e com qualidade. A falta de informação é, segundo a DECO, um dos motivos de reclamação mais frequentes.

Por sua vez, o presidente da DECO, Luís Silveira Rodrigues, explicou que se trata de um serviço prestado pela DECO que “procura pegar nas agências de viagens e levá-las à excelência que a defesa do consumidor exige”. Acrescentou que as agências de viagens interessadas em exibir esta menção devem preencher um formulário, respondendo a diversas questões. Se tudo bater certo, poderão receber o certificado em cerca de três semanas. Serão auditadas periodicamente e até receber a visita do “cliente mistério”.

O dirigente da Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor apontou que se a agência for aceite, recebe o selo; senão, os especialistas da DECO fazem recomendações e pode haver nova submissão. A certificação tem a validade de um ano e se a agência der viagens tiver deixado de cumprir os critérios, pode ser-lhe retirada. Ou seja, a DECO irá não só auditar como fornecer formação às empresas do setor que se candidatarem à iniciativa.

“Este é mais um passo do trabalho da DECO junto dos consumidores na prevenção de conflitos e na garantia de que as empresas adotam critérios de excelência no seu relacionamento com os clientes”, realçou Luís Silveira Rodrigues, reforçando que a DECO quer, assim, ajudar os consumidores a escolher as agências de viagens com melhores práticas.

 

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Carolina Morgado

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B travel Xperience Lisboa anuncia novos eventos relacionados com viagens

A B travel Xperience Lisboa, agência de viagens premium do Grupo Ávoris, acaba de anunciar uma vasta programação de eventos relacionados com viagens, que passam por travel talks, exposições, workshops, entre outros.

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Neste âmbito, já a partir do próximo dia 15 de setembro, quinta-feira, é inaugurada a inauguração da exposição “Fronteiras Fechadas: Na Rota da Seda até Macau” do fotógrafo Jorge Duarte Estevão, que vai estar patente em Lisboa até ao início de novembro..

A 29 de setembro, decorre a ‘Travel Talk’ e uma masterclass gastronómica promovida pela Embaixada do Peru em Portugal. Vão ser dados a conhecer os principais destinos turísticos peruanos, alguns dos quais classificados como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, como a cidade de Arequipa, Cusco, as Linhas de Nasca e Machu Picchu.

A B travel Xperience Lisboa quer proporcionar um conjunto de experiências, desde Travel Talks, a exposições e workshops, de acesso gratuito, que pretendem despertar a vontade em partir à descoberta de alguns dos mais distintos destinos através dos cinco sentidos.

Os eventos, de entrada livre, decorrem na Avenida Fontes Pereira de Melo, 27, a partir das 18h00. Os interessados devem efetuar a sua inscrição para o email [email protected] ou através das redes sociais da B travel Xperience Lisboa.

 

 

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Pagamentos B2B em câmbio por empresas de viagens aumentam 483% no 1.º semestre

Os pagamentos de viagens B2B em moeda estrangeira constitui um “novo problema” para o setor.

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De acordo com uma pesquisa realizada pela Nium, os pagamentos B2B em câmbio realizados por empresas do setor das viagens aumentaram 483% no primeiro semestre de 2022, em comparação com o mesmo período de 2021.

Embora este número atue como um indicador positivo no que diz respeito à recuperação das viagens internacionais – com as viagens ao exterior a resultarem na necessidade de pagamentos de viagens B2B em moeda estrangeira entre intermediários de viagens e companhias aéreas e hotéis –, segundo a especialista em pagamentos de viagens B2B este aumento, em quase cinco vezes nos pagamentos, traz à grande maioria das empresas de viagens uma “nova dor de cabeça”.

Segundo refere Spencer Hanlon, chefe de viagens da Nium, em nota de imprensa, “mais de dois anos se passaram desde que muitas empresas de viagens viram pela última vez um período de pico de reservas em viagens internacionais”, admitindo que, “naturalmente, muitas distraíram-se com outras coisas mais importantes desde então: sobreviver”.

Por isso, salienta ser “compreensível” que muitos, provavelmente, “esqueceram a dor de cabeça que os pagamentos de câmbio B2B podem trazer: altos custos, atrasos, tempo consumido e riscos”. Assim, frisa que este é um “bom problema a ter de volta na agenda”, mas que está a “custar caro à grande maioria das empresas de viagens”. Na verdade, Hanlon salienta que algumas empresas, possivelmente, “não consideraram totalmente esse custo nos seus preços ao preverem e preparam-se para a recuperação”.

O responsável da Nium aponta, contudo, “muitas soluções de tecnologia moderna que podem resolver esse problema para reduzir massivamente a taxa de transação, obter acesso a taxas mais justas, acelerar o pagamento e satisfazer e agilizar todas as necessidades de backoffice que uma empresa possa enfrentar”.

Num momento de grande incerteza, inflação em alta, taxas de juros a subir, além de algumas dúvidas ainda referente à situação pandémicas, “Hanlon conclui que “resolver problemas de câmbio pode fazer uma diferença significativa para a saúde do negócio.”

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