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Quinta do Paral constrói Boutique Wine Hotel

Nova unidade hoteleira da Quinta do Paral, na Vidigueira, Alentejo, vai contar com 23 quartos e restaurante de cozinha tradicional alentejana, num investimento de 6,5 milhões de euros.

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Nova unidade hoteleira da Quinta do Paral, na Vidigueira, Alentejo, vai contar com 23 quartos e restaurante de cozinha tradicional alentejana, num investimento de 6,5 milhões de euros.

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A Quinta do Paral, na Vidigueira, Alentejo, está a construir um Boutique Wine Hotel, infraestrutura que vai contar com 23 quartos e restaurante de cozinha tradicional, num investimento de 6,5 milhões de euros e que representa mais uma etapa no projeto de enoturismo da Quinta do Paral.

“Começámos por investir na aquisição de vinhas velhas, passámos para a ampliação da adega e iniciámos a construção do Boutique Wine Hotel, que vai ser um espaço maravilhoso, com muitos jardins onde podemos descansar num ambiente tranquilo longe da agitação das grandes cidades. Quero que os visitantes da Quinta do Paral tenham a experiência que eu tive quando cheguei ao Alentejo”, afirma Dieter Morszeck, proprietário da Quinta do Paral.

A unidade hoteleira, que está a ser construída nas imediações da Quinta do Paral, “pretende proporcionar, aos seus futuros hóspedes, o “modo de viver” do Alentejo”, segundo comunicado enviado à imprensa, contando por isso com um restaurante de cozinha tradicional alentejana, que vai ser liderado pelo chef José Júlio Vintém.

“Estamos a construir um Boutique Wine Hotel, que irá incluir um restaurante, onde o prazer de desfrutar da natureza, aliado à boa gastronomia alentejana e aos vinhos da Quinta do Paral, irão proporcionar experiências inesquecíveis. Consideramos que o chef José Júlio Vintém é a pessoa certa para mostrar o melhor que a terra nos dá. Queremos instituir um conceito urbano rural na Vidigueira, com produtos sazonais provenientes diretamente da horta e do pomar da Quinta do Paral”, acrescenta Luís Morgado Leão, enólogo da Quinta do Paral.

Além do Boutique Wine Hotel, a Quinta do Paral adquiriu também mais hectares de vinhas velhas, o que motivou o investimento e 1,8 milhões de euros numa nova adega, que permitisse “aumentar a capacidade de fermentação, armazenagem e estágio dos seus vinhos”.

“A adega existente era muito pequena e era muito difícil melhorar a qualidade superior que já tínhamos”, explica Luís Morgado Leão, indicando que, além de “uma nova zona de receção e escolha de uvas, balseiros de carvalho francês para fermentação e estágio dos vinhos oriundos das vinhas velhas”, foi ainda aumentada a “zona de fermentação de vinhos brancos e tintos” e instalado um “sistema de isolamento e climatização, na zona de estágio das barricas e garrafas, bem como em toda a adega”.

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Congresso da Hotelaria e Turismo ruma para a Madeira em 2024

Está também prevista a mudança da data do congresso, que será realizado no primeiro trimestre do ano em 2024.

Carla Nunes

No encerramento do 33.º Congresso da Hotelaria e Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), o presidente desta associação, Bernardo Trindade anunciou que o próximo congresso será realizado na Região Autónoma da Madeira, a “única região por onde ainda não passámos”, dando conta que este irá decorrer no primeiro trimestre de 2024.

Frisou ainda, à semelhança do que anunciou no seu discurso na sessão de abertura, que em 2023 a associação fará o seu primeiro Marketplace, juntando parceiros e associados no segundo trimestre de 2023.

O 33.º Congresso da Hotelaria e Turismo, que este ano decorreu em Fátima, no Centro Pastoral Paulo VI, reuniu 597 congressista, 32 expositores, 44 moderadores e oradores e mais de 20 jornalistas, como enumerado pela vice-presidente da AHP, Cristina Siza Viera, na mesma sessão. O evento reuniu ainda 23 alunos na receção aos congressistas, coffee reaks e almoços e 80 alunos das escolas de hotelaria e turismo de Coimbra, Douro Lamego, Oeste e Porto na preparação do jantar do congresso.

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“Não somos nós que estamos a selecionar: os trabalhadores é que selecionam as empresas”

O CEO do Pestana Hotel Group, José Theotónio, participou no painel “Gerir em tempos de incerteza” do 33.º Congresso da Nacional da Hotelaria e Turismo, onde abordou a sua perspetiva relativamente à semana de quatro dias de trabalho, o impacto da guerra no turismo em Portugal, a contratação de mão-de-obra estrangeira para o setor hoteleiro e a retenção de talento.

Carla Nunes

Não há que temer que a contratação de mão-de-obra estrangeira para o setor hoteleiro afete a oferta de emprego na área para os portugueses. A garantia parte de José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group, que participou no 33.º Congresso da Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP.

Inquirido sobre a legislação que facilita a contratação de mão-de-obra estrangeira proveniente dos países PALOP e da Europa de Leste, José Theotónio aponta que esta é uma “boa lei” e que, apesar de poder pecar por tardia, “ainda bem que saiu”, por permitir às “empresas programarem melhor” a integração destes profissionais.

“Na hotelaria também é muito importante trazer as pessoas e dar-lhes um tempo de formação. Mesmo aqueles que já são profissionais, que já estão no setor, ao entrarem numa nova unidade precisam de conhecer os cantos à casa”, defende.

Afirma que no grupo Pestana “há abertura e disponibilidade” para acolher estes profissionais, já que têm em alguns países, “como por exemplo em Marrocos e Cabo Verde”, ligação às escolas hoteleiras.

“Lá há boas escolas hoteleiras, que formam boas pessoas, bons profissionais, que veem em Portugal uma boa oportunidade. Começando a fazer o trabalho agora, e havendo a possibilidade de fazê-lo com calma, de forma programada, é algo que é possível”.

Defende que não existe a possibilidade destes trabalhadores “tirarem trabalho a portugueses”, garantindo que, atualmente, em hotelaria, são os portugueses que escolhem a empresa onde vão trabalhar.

“Não somos nós que estamos a selecionar. Quem está a selecionar as empresas são os trabalhadores. O que temos de ter é uma boa oferta para a nossa força de trabalho, mostrando os valores da organização, as possibilidades de desenvolvimento e crescimento pessoal e profissional, e os benefícios que podem ter”, afirma José Theotónio, frisando novamente que estes profissionais “não estão a retirar o trabalho a ninguém: estão a completar aquilo que é um setor muito importante”.

O “desastre” da semana laboral de quatro dias

Também nesta sessão foi abordada a semana laboral de quatro dias, um ponto que José Theotónio defendeu não ser possível para o setor – além de obrigar “a uma flexibilização de toda a legislação laboral, nomeadamente em termos de trabalho”, considera o conceito “um desastre” para a área.

“Para algumas unidades até poderia ser produtivo. Agora: para uma indústria que trabalha 365 dias por ano, 24 horas por dia; em que falta um milhão e meio de trabalhadores para a indústria hoteleira [a nível mundial]; com a falta de 45 mil trabalhadores para o setor em Portugal e com a redução da qualidade do serviço pela falta de mão de obra, nesta fase do campeonato, passar de cinco para quatro dias de trabalho é um desastre, um tiro pelos pés”, defende o profissional, rematando que “a seguir a não se fazer o aeroporto é a maior vergonha nacional”.

Dando o exemplo de outro setor, Isabel Furtado, CEO da têxteis Manuel Gonçalves, e oradora no mesmo painel, dá conta que “na indústria é impensável trabalhar mais do que 40 horas”, já que “os acidentes de trabalho aumentam exponencialmente [na indústria] depois das sete a oito horas e meia de trabalho”. Com isto, deixa apenas uma questão: “Vamos pôr as pessoas a trabalhar dez horas?”.

Num último ponto, e quando questionado se Portugal pode beneficiar em termos turísticos com o conflito no Leste, José Theotónio afirma que “é preciso ter muito cuidado quando dizemos que a guerra poderá beneficiar o turismo em Portugal”. Se “é verdade que Portugal e Espanha, por serem dos países que estão mais a oeste”, atraem mais visitas, o CEO do Pestana Hotel Group lembra que “hoje a única certeza que temos é o mundo da incerteza”.

“[O conflito] pode prejudicar. Para já o aumento dos custos que tem tido. Estamos a falar de receitas, mas [também] dos aumentos de custos pessoais. Com este cenário macroeconómico é obvio que vamos ter de aumentar novamente os custos no próximo ano, para compensar o aumento das inflações. Depois, o custo da energia, o segundo maior custo a seguir à força de trabalho em hotelaria, e também na cadeia alimentar, que é o terceiro maior custo no setor”, aponta.

Lembra ainda que, além destas questões, é preciso ter em conta “o próprio setor da aviação”.

“As restrições que hoje existem por causa, também, da guerra, fazem com que alguns mercados tenham muitas dificuldades em fazer turismo. Se houver um agudizar do conflito, com certeza que vai criar ainda mais incerteza e ansiedade”.

Neste contexto, o CEO do Pestana Hotel Group refere igualmente a importância do turismo nacional para o turismo português.

“O turismo português também beneficiou muito do turismo nacional, que cresceu em Portugal nos anos de 2020 e 2021 em termos percentuais – até porque, quem não perdeu rendimento durante esses anos, também não tinha onde gastar. Com o atual cenário macroeconómico isso vai continuar? Mais um nível de incerteza”, refere.

O 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela AHP, decorre entre esta quinta e sexta-feira, 17 e 18 de novembro, em Fátima.

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Congresso AHP: “O tempo da política tem de se aproximar das necessidades da economia”

A afirmação é de Bernardo Trindade, presidente da AHP, na abertura do 33.º congresso desta associação, que este ano versa sobre o tema “Winds of Change”.

Carla Nunes

Decorreu na manhã desta quinta-feira, 17 de novembro, a sessão de abertura do 33.º Congresso da AHP, que contou com a participação de Bernardo Trindade, presidente da AHP; Luís Miguel Albuquerque, presidente da Câmara Municipal de Ourém; Carlos Manuel Pedrosa Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima; Francisco Calheiros, presidente da CTP; Pedro Machado, presidente da ERT Centro e António Costa Silva, ministro da Economia e do Mar.

Na sua intervenção, Bernardo Trindade apontou para a necessidade de o tempo da política ter “de se aproximar das necessidades da economia”, remetendo-se à questão da celebração do acordo com a CPLP para trazer cidadãos do espaço da lusofonia para trabalhar em Portugal. Neste contexto, defende que deve existir “um processo desburocratizado e simples”, numa altura em que o setor do turismo viu perder na pandemia 45.000 ativos.

“Da recuperação mais rápida do que prevíamos em 2022, resultou também uma qualidade de serviço pior. Tenhamos todos essa consciência. Sabemos que para repor esta força de trabalho perdida não nos bastamos a nós próprios. Foi por isso que apoiamos a celebração do acordo com a CPLP”, afirma.

Sobre esta questão, o Ministro da Economia e do Mar, António Costa e Silva, afirmou compreender “bem os problemas dos empresários”, dado o seu percurso no setor privado, reconhecendo que “de facto”, o tempo da administração não é o mesmo das empresas, sendo necessário “aumentar esta sincronização” – apesar de não apontar os meios necessários para o fazer.

O presidente da AHP fez notar ainda que, apesar de 2022 ser neste momento “um ano excecional na recuperação da confiança dos nossos clientes”, com Portugal a “liderar o crescimento económico na União Europeia”, não nos podemos “iludir”, já que “os anos da pandemia fizeram-nos recuar 20 anos em termos de dormidas e 10 anos em termos de proveitos”.

Aponta que “a autonomia financeira das empresas hoteleiras degradou-se durante a pandemia”, e se as linhas de créditos de apoio “foram importantes”, estas “caminham para a sua maturidade”. Definindo a tesouraria futura como “uma incógnita”, Bernardo Trindade reporta para a necessidade de se verem “alargadas as maturidades das linhas de crédito e premiados projetos em função de metas realizadas”.

“Basta copiar o ótimo exemplo do turismo de Portugal no microcrédito. Temos hoje um sistema financeiro robusto, temos baixíssimos níveis de incumprimento na banca, temos a garantia mútua, ajudemos as empresas”, declara o presidente da AHP.

Relativamente a este ponto, também Francisco Calheiros defendeu que “o grande problema do nosso país nos últimos 25 anos tem sido a falta de crescimento económico”. Apesar de afirmar que “foi dado um primeiro passo com a assinatura do acordo de rendimentos no mês passado”, é da opinião de que “temos de ser realistas: é preciso conseguir muito mais”.

“Temos todos de estar contra [a semana de quatro dias de trabalho] nesta altura”

Se Bernardo Trindade afirma que neste congresso não será debatido “o novo aeroporto”, importando sim ouvir “como se posicionam as companhias aéreas, o regulador, o concessionário, a sua congénere europeia”, Francisco Calheiros assegura que enquanto participante no evento “não pode deixar de falar do aeroporto”.

“A resiliência dos empresários do turismo em geral e da hotelaria em particular fez com que, contra todas as expetativas, ultrapassámos em 2022 o melhor ano turístico de sempre. Tentamos fazer tudo bem e, de repente, não podemos melhorar porque não há sítio para que os nossos visitantes turísticos nos possam visitar. Isto não é aceitável, é uma vergonha nacional. E que de uma vez por todas se decidam”, declara.

O modelo da semana laboral de quatro dias também esteve em cima da mesa nesta sessão de abertura, com Francisco Calheiros a assegurar que “temos todos de estar contra este projeto nesta altura”.

“A semana passada o conselho permanente da concertação social foi inteiramente dedicada à semana dos quatro dias. Bem sei que é facultativo, uma experiência piloto, mas já sabemos como é que estas experiências acabam. Numa altura em que estamos em pleno emprego, em que assinámos o acordo para o crescimento de rendimentos, a primeira coisa que fazemos é passar para menos 20% de trabalho, não faz sentido”, afinca.

Os próximos projetos

Já no final da sua intervenção, António Costa e Silva dá conta de um novo  programa a ser comunicado esta quinta-feira, o “Call 50 Turismo e Indústria”, que terá disponíveis 50 milhões de euros para ajudar o investimento das empresas.

“É uma espécie de programa que já foi também desenvolvido no passado de sale e lease back, para ajudar as empresas de turismo em relação a todos os seus edifícios e imóveis, para [que se possam] modernizar, recuperar e desenvolver”, explica o Ministro da Economia e do Mar, adiantando que “o programa será gerido pelo turismo de fundos, do Turismo de Portugal, para a aquisição destes imóveis como opção de recompra para as empresas”.

Enfatiza ainda que os empresários têm disponíveis ” 380 milhões de euros em programas que foram lançados anteriormente: cerca de 150 milhões de euros do Apoiar Turismo e mais 230 milhões do programa Requalifica”.

“São programas que estão disponíveis e trabalharemos sempre em parceria, como deve ser, para tentar construir soluções”, termina.

 

Numa nota final, Bernardo Trindade deu conta dos próximos projetos da AHP, nomeadamente a organização do “primeiro Marketplace AHP” no segundo trimestre do próximo ano, onde a associação irá procurar juntar os seus associados e parceiros, “dando expressão ao reforço desta parceria”.

Refere ainda a ambição da associação de “reforçar” o programa OSPES, programa de sustentabilidade ambiental e responsabilidade social da AHP, além de dar conta do lançamento da nova plataforma digital AHP Tourism Monitors, “já praticamente concluída, agora muito mais simples, atual e rápida, com novos indicadores”.

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Mercan Properties e Hilton estabelecem parceria para operar dois novos hotéis em Lagos

O Grupo Mercan Properties e a Hilton estabeleceram uma parceria para operar dois novos hotéis em Lagos, o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton e o Hilton Garden Inn Lagos, ambos com abertura prevista no verão de 2024.

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O Grupo Mercan Properties e a Hilton estabeleceram uma parceria com vista à operação de dois novos hotéis que vão ser construídos em Lagos, concretamente o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton e o Hilton Garden Inn Lagos, ambos com abertura prevista para o verão de 2024.

Segundo informação divulgada pelo Grupo Mercan Properties, o projeto prevê um investimento de 107,8 milhões de euros na reabilitação dos edifícios que vão receber os hotéis, que vão integrar um empreendimento com uma área bruta de construção de e aproximadamente 23.000 m2.

Para o Grupo Mercan Properties, este empreendimento “assume-se como um projeto único nesta cidade algarvia ao integrar dois hotéis com conceitos distintos”, concretamente o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton, que vai ter 180 quartos distribuídos por quatro pisos, numa área bruta de 14.776 m2, e o Hilton Garden Inn Lagos, que vai contar com 90 quartos, 27 dos quais a serem convertidos em apartamentos com kitchenette, entre os 7.505 m2 de área bruta total.

“O acordo agora assinado com a Hilton é um sinal do desenvolvimento e interesse que a cidade de Lagos tem suscitado, afirmando-se cada vez mais como um local distinto, capaz de conjugar paisagens naturais soberbas com um rico património histórico e cultural. Este projeto representa também uma aposta vencedora para o Grupo Mercan Properties”, considera Jordi Vilanova, Presidente da Mercan Properties.

O acordo agora celebrado entre o Grupo Mercan Properties e a Hilton é o terceiro que as duas entidades estabelecem, depois da parceria que deu origem à recente abertura do Sé Catedral Hotel Porto, Tapestry Collection by Hilton e da futura abertura do Hilton Garden Inn Évora.

Além dos 180 quartos, o Lagos Marina Hotel, Curio Collection by Hilton vai contar também com um restaurante e dois bares, um dos quais situado num terraço com piscina infinita, existindo também uma piscina no rés-do-chão, assim como Spa e fitness center.

Já o Hilton Garden Inn Lagos, que vai proporcionar alojamento acessível, vai contar com quartos e suites com kitchenettes de elevada comodidade, dispondo também de um lobby multifuncional com  bar, restaurante e uma loja self-service 24 horas, além de ginásio e piscina exterior.

“Ambos os espaços de hotelaria estão inseridos no ambiente envolvente através de uma composição arquitetónica de linhas delicadas e cuidadas, pensada ao detalhe sempre com o conforto e bem-estar de um estilo de vida exclusivo em mente. Com a beleza natural de Lagos em mente, quartos e restaurantes foram desenhados com terraços, sunken gardens e varandas, para que os hóspedes possam aproveitar ao máximo o calor algarvio e a costa atlântica”, lê-se ainda na informação divulgada.

Os hotéis vão contar ainda com espaços para reuniões e eventos, assim como mais de 160 lugares de estacionamento repartidos entre ambos.

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Tivoli Marina Vilamoura passa por remodelação geral

A renovação do Tivoli Marina Vilamoura vai decorrer até 31 de janeiro de 2023 e vai ser dedicada à atmosfera das praias e do mar do Algarve.

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O Tivoli Marina Vilamoura vai ser submetido a um processo de remodelação geral, que abrange as áreas interiores e exteriores da unidade hotelaria, e que obriga ao seu encerramento entre 20 de novembro de 2022 e 31 de janeiro de 2023.

Segundo um comunicado enviado à  imprensa pela unidade hoteleira, a remodelação visa “oferecer aos clientes um ambiente ainda mais contemporâneo e sofisticado, sem esquecer os valores ligados à marca Tivoli Hotels & Resorts, como a elegância e a tradição”.

“A remodelação do Tivoli Marina Vilamoura visa renovar a nossa oferta de serviço aos hóspedes. Este é um dos hotéis mais emblemáticos de Vilamoura e do Algarve, com 35 anos de história, que se caracteriza pela localização ímpar e pela versatilidade dos diferentes espaços. As obras terão início este mês de novembro e vamos reabrir, no dia 1 de fevereiro do próximo ano, com muitas novidades”, adianta o diretor do resort, Hugo Gonçalves.

Todos os quartos do Tivoli Marina Vilamoura vão ser remodelados, assim como o lobby, o The Argo Cocktail Bar, o restaurante onde é servido o pequeno-almoço e toda a zona exterior da piscina e jardins.

“Com um design e decoração que reforçam um conceito de lazer e bem-estar aliado à sofisticação, característica da marca Tivoli Hotels & Resorts, toda a renovação será inspirada na atmosfera única das praias e do mar do Algarve, numa perfeita simbiose entre o espaço exterior e interior”, acrescenta o comunicado divulgado pela unidade hoteleira.

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Hyatt anuncia novo resort Inclusive Collection em Portugal

Os planos de expansão para Portugal da marca de resorts de luxo tudo incluído consistem na abertura da unidade Dreams Madeira Resort Spa & Marina, em Porto Santo.

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A Hyatt Hotels Corporation anunciou esta segunda-feira planos para a expansão da Hyatt’s Inclusive Collection – um novo portfólio global de marcas de resorts de luxo com tudo incluído – para Portugal.

Estes planos consistem na abertura do Dreams Madeira Resort Spa & Marina em Porto Santo, cuja abertura está prevista para 2024. O anúncio vem no seguimento dos planos de expansão da Hyatt’s recentemente anunciados para cinco resorts com tudo incluído na Bulgária, que se juntam à presença da marca com tudo incluído em Espanha e Grécia.

Previsto para abrir assim que as renovações estiverem concluídas no início de 2024, o Dreams Madeira Resort Spa & Marina oferecerá aos hóspedes de todas as idades o acesso a mais de dez restaurantes à la carte, sete bares, bebidas espirituosas internacionais e nacionais ilimitadas, serviço de quarto 24 horas, atividades diárias e entretenimento noturno. A programação também inclui um parque aquático, um Explorer’s Club para crianças, uma Core Zone para adolescentes e um spa de 3.000 metros quadrados para adultos, disponibilizando ainda áreas exclusivas para adultos.

Hyatt Inclusive Collection

Situado na ilha do Porto Santo, o resort Dreams Madeira Resort Spa & Marina contará com 366 quartos de luxo, desde quartos standard a moradias de luxo, bem como uma praia e marina privada. O resort será administrado operacionalmente pelo Apple Leisure Group, uma afiliada da Hyatt e propriedade de um investidor institucional, que contará com a Okami Hotels para a gestão de ativos da propriedade.

Os membros do World of Hyatt podem agora aproveitar os benefícios do programa, incluindo ganhar e resgatar pontos, em resorts Inclusive Collection em destinos como México, Costa Rica, Colômbia e Caribe. Em comunicado, o grupo declara que “espera-se que os resorts Inclusive Collection na Europa comecem a participar do World of Hyatt até o final do ano”.

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AHRESP alerta para consequências “cada vez mais preocupantes” da inflação no setor

A associação deu a conhecer esta segunda-feira, 14 de novembro, os resultados do seu inquérito mais recente, no qual 54% das empresas de restauração e 49% das empresas de alojamento apontaram ter quebras na faturação até 20%.

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Em comunicado de imprensa, a AHRESP alerta que o atual contexto de inflação – “cuja estatística oficial revela aumentos de 27,6% nos produtos energéticos e de 18,9% nas matérias-primas alimentares” – está a ter consequências “cada vez mais preocupantes para a sustentabilidade dos negócios”.

A afirmação é feita após os resultados do mais recente inquérito da associação, realizado durante a segunda quinzena de setembro e a primeira de outubro, no qual foram apuradas 473 respostas válidas nos setores da restauração e similares e do alojamento turístico.

De acordo com os resultados deste estudo, para 71% das empresas da restauração, e para 83% das empresas de alojamento, os custos com matérias-primas aumentaram até 50%.

A escassez de produtos essenciais também já se faz sentir nestas atividades, como apontado por 73% das empresas da restauração e 26% do alojamento inquiridas.

Neste contexto, a AHRESP afirma que “a atualização dos preços de venda foi inevitável”, com 83% dos inquiridos na área da restauração e 69% do alojamento a indicarem que aumentaram os seus preços de venda. Na restauração (51%) e no alojamento (45%), os aumentos não ultrapassaram os 10%.

Fazendo a correlação deste cenário com a entrada na época baixa, a associação garante que “a retração no consumo já se evidenciou”: em setembro, 54% das empresas de restauração e 49% do alojamento sentiram quebras na faturação até 20%. O inquérito revelou ainda quebras significativas, superiores a este intervalo.

Para atenuar os efeitos deste ciclo inflacionista, a AHRESP volta a afincar em comunicado as medidas temporárias que tem vindo a propor, “como a aplicação da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas e nas tarifas de energias, gás e eletricidade”. Ainda no mesmo inquérito, 89% das empresas de restauração confere como prioritária a medida do IVA, enquanto 81% das empresas de alojamento a redução do IVA na energia.

A associação alerta que “a ausência de medidas preventivas irá provocar um novo aumento de preços, despedimento de trabalhadores e encerramento de empresas”, já que, das empresas inquiridas, e no caso da restauração, 68% ponderam aumentar preços, 37% provocar despedimentos e 13% encerrar a atividade. No caso do alojamento turístico, 63% das empresas refere que terá de aumentar preços, 15% irá avançar com despedimentos e 8% equaciona o encerramento da atividade.

Antecipando o último trimestre de 2022, as perspetivas “são muito preocupantes”, de acordo com a AHRESP, que indica que 45% das empresas da restauração e 31% de alojamento inquiridas consideram que este último trimestre será pior ou muito pior que o quarto trimestre de 2019.

A somar a este cenário, a associação considera que “a subida das taxas de juros certamente provocará um forte impacto no rendimento disponível das famílias, conduzindo inevitavelmente a uma retração no consumo dos nossos serviços”.

“Estamos certos de que o Governo, atento à conjuntura e ao seu provável agravamento, procure melhorar o nível de rendimento familiar”, afirma a associação, esperando ainda que “o Governo venha a implementar mecanismos que permitam um saudável desenvolvimento das atividades económicas que representamos, assegurando o contributo que o Turismo confere à economia nacional”.

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Concurso para reabilitação do Palácio do Bussaco lançado até ao final do ano

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Duarte explicou que o concurso internacional do Palace Hotel do Bussaco prevê a recuperação integral do edifício, no âmbito do Programa Revive.

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O presidente da Fundação Mata do Bussaco, Guilherme Duarte, garantiu este domingo que o concurso internacional que prevê a reabilitação do Palácio Hotel, classificado como monumento nacional desde 2018, vai ser lançado até ao final do ano.

“Este concurso está numa fase muito avançada, estimando-se que seja lançado até ao final do ano. No próximo ano haveremos de ter candidato para execução da obra física, que irá dotar todo este espaço de melhores condições”, explicou.

O Palácio Hotel do Bussaco, projetado no último quartel do século XIX pelo arquiteto italiano Luigi Manini, localiza-se na Mata Nacional do Bussaco, na freguesia do Luso, concelho da Mealhada, no distrito de Aveiro.

Em declarações à agência Lusa, Guilherme Duarte explicou que o concurso internacional do Palace Hotel do Bussaco prevê a recuperação integral do edifício, no âmbito do Programa Revive.

“Mantendo sempre a sua traça, o edifício vai ser alvo de intervenções ao nível de todas as canalizações, embrechados, telhados, sistemas de ventilação e aquecimento. Falamos de uma obra com um valor que não sei precisar, pois ainda não está fechado, mas que será de muitos milhões de euros”, descreveu.

Este concurso internacional prevê ainda a requalificação o Chalet de Santa Teresa, um chalet oitocentista que se encontra em perigo de ruir, bem como a recuperação das antigas cavalariças e a Casa da Forja.

“Vamos deixar de ter ruínas dentro da Mata. É uma grande obra, que irá demorar algum tempo, mas que vai ser uma realidade. Conta com o envolvimento e o empenho da secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, do Instituto do Turismo de Portugal, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, e da Direção Geral do Património Cultural e da Câmara Municipal da Mealhada”, destacou.

O Programa Revive foi lançado com o objetivo de “promover a requalificação e o subsequente aproveitamento turístico de um conjunto de imóveis do Estado com valor arquitetónico, patrimonial, histórico e cultural”.

Foram afetos ao Programa Revive “um conjunto de imóveis que, por força das respetivas características históricas, arquitetónicas, culturais ou com possibilidade de aproveitamento económico, em conjugação com a falta de alocação de uma utilização de interesse público, se consideraram enquadrados na missão e objetivos que estiveram na génese deste Programa”.

Estes imóveis serão alvo de investimentos privados que “os tornem aptos para afetação a uma atividade económica com fins turísticos e ou culturais, tendo em vista a respetiva requalificação e valorização desses ativos e possibilitando o pleno aproveitamento e fruição pelas comunidades em que se inserem”.

LUSA

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Nova Edição: Entrevista a Cristina Siza Vieira e Alexandre Marto, vice-presidente executiva e vice-presidente da AHP

Conheça os destaques da edição de novembro da Publituris Hotelaria.

Carla Nunes

A poucos dias do 33.º Congresso Nacional da Hotelaria e do Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), a Publituris Hotelaria esteve à conversa com Cristina Siza-Vieira, vice-presidente executiva da AHP, e Alexandre Marto, vice-presidente da AHP, para perceber que “ventos de mudança” são esperados, no futuro, pelo e para o setor.

Também o dossier desta edição é dedicado ao congresso e aos intervenientes das várias conferências,  contando com entrevistas a José Theotónio, CEO do Pestana Hotel Group, Carina Oliveira, diretora-executiva do Insignare; Francsico Pita, CCO da ANA – Aeroportos de Portugal; André Buldini, General Manager do Six Senses Douro Valley e Luís Mexia Alves, CEO da Discovery Hotel Management (DHM).

Passando para a “Análise CLEVER” deste mês, Luís Brites questiona se poderemos esperar ventos de mudança positivos na indústria do Turismo e da Hotelaria, ou se esses ventos serão também furacões para os quais temos de tentar antecipar as decisões de negócio.

No “Fala-se” damos conta das conclusões da conferência “Inovar na Hotelaria” da Publituris Hotelaria no âmbito da DecorHotel, que este ano decorreu no Porto, na Exponor. Destaque também para a conferência “Turismo e Sustentabilidade” organizada pelo jornal Construir e inserida no mesmo evento.

Seguimos para os Alpes suíços, mais concretamente para o campus da Les Roches em Crans-Montana, onde decorreu a terceira edição do Spark Summit Les Roches. A edição deste ano demonstrou que é possível casar a inovação e a tecnologia numa indústria como é a Hospitality, feita de pessoas para pessoas, e conclui que os humanos necessitam da tecnologia, mas também que a tecnologia necessita dos humanos. É um setor de paixões e emoções.

Ainda no segmento “Fala-se” apresentamos o Eurostars Lisboa Baixa. Custou 19 milhões de euros e é o 24ª hotel da Eurostars Hotel Company em Portugal, além da nono na capital. Localiza-se na Rua da Prata, é pequeno e está repleto de detalhe. A decoração do hotel, concebida em torno do conceito do famoso elétrico de Lisboa, recorre a toda a história que o rodeia, permitindo aos hóspedes descobrir a capital portuguesa através dele. A expetativa é a de que a unidade abra no final do ano.

Há ainda espaço para a sustentabilidade nos negócios, o futuro das acessibilidades em Portugal e a identidade internacional da restauração portuguesa debatidos no congresso da AHRESP deste ano, e do qual damos conta nesta edição.

Na Palavra de Chef fomos conhecer o trabalho de João Viegas, chef no restaurante Atlântico, no Vila Vita Parc Resort & Spa. Desde março deste ano que o chef trabalha uma cozinha assente num conceito vegetal para o Atlântico, num menu que, mais do que dirigir-se a vegetarianos e vegan, pretende oferecer pratos que todos possam desfrutar.

Por fim, nas sugestões, fique com as escolhas de Diogo dos Reis Frade, Escanção de O Jardim, do Sr. Lisboa, e criador da página @meiarolha no Instagram. Conheça ainda o novo fine dining do hotel Casa da Companhia, cuja carta tem a assinatura do chef Duarte Batista. O conforto deste espaço intimista alia-se à comida de conforto que o chef fundanense desenhou para a carta do restaurante, onde joga com os sabores da sua infância e várias especiarias. O intuito passa por dar vida ao “sabor dos refogados de domingo das nossas avós” e despertar memórias nos clientes através da comida.

As opiniões pertencem a Bruno Horta Soares (Nova SBE Westmont Institute of Tourism & Hospitality); Ana Raquel Caldas (ISAG) e Liliana Conde (consultora).

*Para ler a versão completa desta edição da Hotelaria – em papel ou digital – subscreva ou encomende aqui.

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AHETA: Ocupação hoteleira no Algarve em outubro acima do valor médio, mas ainda abaixo de 2019

As unidades de alojamento do Algarve marcaram em outubro uma ocupação acima do valor médio para o mês, no entanto, este ainda está abaixo do verificado em 2019.

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Os dados provisórios são da Associação Dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, que adianta em comunicado que a taxa de ocupação por quarto na região foi 69,5%. A percentagem encontra-se 2,1 pontos percentuais (p.p.) abaixo do valor registado em 2019 (-2,9%), mas acima do valor médio para o mês.

Os dados dão ainda conta de que, comparativamente a 2021, a ocupação por quarto subiu 7,4 p.p. (+12,0%).

O mercado irlandês (+1,2pp) e o mercado nacional (+0,5pp) foram os que apresentaram as maiores subidas face a outubro de 2019, sendo que as maiores descidas foram as do mercado alemão (-3,7pp) e britânico (-0,8pp).

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