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Alojamento

2.º confinamento faz Alojamento Local cair 70% face ao 1.º ‘fecho’ 

Se em termos de volume a quebra no Alojamento Local em Lisboa e Porto foi de 70%, em valor a descida foi maior, cerca de 75% em ambas as cidades.

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2.º confinamento faz Alojamento Local cair 70% face ao 1.º ‘fecho’ 

Se em termos de volume a quebra no Alojamento Local em Lisboa e Porto foi de 70%, em valor a descida foi maior, cerca de 75% em ambas as cidades.

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Alojamento local em Lisboa e Porto perde 7.800 unidades devido à pandemia
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Sul de Portugal mantém-se com maior potencial de receitas no verão no AL
Alojamento

No 1.º trimestre de 2021 foram vendidas cerca de 6.900 noites de Alojamento Local (AL) no Porto e 8.000 em Lisboa, correspondendo, em ambos os casos, uma descida de 70% face ao 2.º trimestre de 2020, quando foi imposto o primeiro confinamento, e estabelece novos mínimos de mercado.

A atividade praticamente inexistente no período que coincide com o segundo confinamento geral devido à COVID-19, traduziu-se num volume de negócios de 431,7 mil euros no Porto e de 556,8 mil euros em Lisboa, ambos com quedas de cerca de 75% face ao 2.º trimestre de 2020.

De acordo com o Confidencial Imobiliário – uma unidade de market intelligence independente – também a taxa média de ocupação e o RevPar atingiram patamares mínimos, refletindo a nova paralisação do mercado. No Porto, a ocupação média do AL no 1.º trimestre de 2021 foi de 5%, comparando com os 8% do 2.º trimestre de 2020. O RevPar na Invicta atingiu 3€, metade dos 6€ registados no 2.º trimestre de 2020. Em Lisboa, a ocupação média no AL foi de 6%, quando no anterior confinamento tinha ficado em 7%, ao passo que o RevPar se fixou em 4€, comparando com os 6€ do 2.º trimestre de 2020.

Já quanto à diária média, mantém-se o padrão habitual do mercado para o 1.º trimestre do ano, atingindo os 70€ em Lisboa e os 63€ no Porto.

Do lado da oferta, observa-se uma clara retração face à paralisação da procura, contabilizando-se menos 2.100 apartamentos T0 e T1 ativos no AL no Porto entre os dois confinamentos, ao passo que em Lisboa esse decréscimo é de 3.550 fogos. No 1.º trimestre de 2021 contabilizavam-se cerca de 2000 fogos T0 e T1 ativos em AL no Porto e outros 2.000 em Lisboa.

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Alojamento

Havana ganha mais um hotel de luxo

Para enriquecer o cenário turístico de Cuba, que já começava a apresentar uma recuperação gradual em janeiro, acaba de entrar em operação um novo hotel de luxo. Trata-se do cinco estrelas Gran Muthu Habana.

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Um novo hotel já está em operação na capital cubana, escreveu na sua conta do Twitter a vice-ministra do Comércio Exterior e Investimentos Estrangeiros (Mincex), Déborah Rivas, o Gran Muthu Habana, administrado pela cadeia hoteleira indiana (Muthu) e propriedade do Grupo Gaviota.

O Gran Muthu Habana tem 27 andares e categoria cinco estrelas. Gerido pela hoteleira MGM Muthu Hotels em colaboração com o grupo cubano de turismo Gaviota, o hotel foi aberto para operações comerciais no bairro de Miramar, município de Playa em Havana.

Trata-se de uma construção recente, com uma localização privilegiada, junto ao mar e próximo da Quinta Avenida, do Miramar Business Center e de outros hotéis, espaços de eventos, empresas e embaixadas, e a apenas 20 minutos do Centro Histórico da capital cubana.

O novo hotel tem um design moderno e oferece aos viajantes de lazer e negócios 494 quartos standard, 16 suites júnior e cinco suites, restaurantes, bares, Casa del Habano, uma galeria comercial, uma área de bem-estar que inclui um ginásio, e salas de reuniões com capacidade para até 400 pessoas.

Segundo o site do hotel, este dispõe de serviços como salões de beleza, wi-fi, lavandaria, entre outros, e uma vasta oferta de restaurantes para desfrutar de uma gastronomia ao mais alto nível.

Enquanto isso, verificou-se que no primeiro mês do ano, pouco mais de 246 mil visitantes foram recebidos em Cuba, uma cifra que representa um aumento significativo em comparação com os 86.424 visitantes que entraram em janeiro do ano passado. Para este ano, o Ministério do Turismo tem como proposta receber 3,5 milhões de visitantes estrangeiros.

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Aethos Ericeira
Alojamento

Aethos Ericeira abre Spa

Unidade de luxo, que começou a operar a 1 de setembro de 2022 na Ericeira, já abriu o Spa, que disponibiliza piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi, hammam, salas de tratamento e ginásio.

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O Spa do Aethos Ericeira, unidade de luxo que começou a operar a 1 de setembro do ano passado na Ericeira, já abriu e disponibiliza piscina de água salgada aquecida, sauna, jacuzzi, hammam, salas de tratamento e um ginásio com produtos orgânicos da marca sueca “Under Your Skin”.

Focado no bem-estar físico e mental, o Spa do Aethos Ericeira disponibiliza também uma vasta gama de tratamentos, incluindo uma “ampla variedade de massagens” realizadas por terapeutas especializados.

Disponíveis estão ainda massagens relaxantes e tratamentos faciais revitalizantes, sendo que, antes do acesso ao Spa, os clientes podem usufruir de uma consulta individual para apurar as necessidade de cada um.

Além do Spa, o Aethos Ericeira conta com 46 quartos e quatro suítes, bem como restaurante, situando-se numa falésia na Ericeira, a 40 metros do mar, sendo dirigido “à nova geração de viajantes de luxo”, nomeadamente aos surfistas.

Devido ao público alvo, o Aethos Ericeira também disponibiliza aulas de surf, assim como um espaço individual para armazenar pranchas e fatos, além de um concierge de surf, que indica os melhores locais para surfar à distância de uma notificação no telemóvel.

Disponíveis estão também aulas de surf adicionais para famílias ou grupos, com um instrutor privado, mediante reserva numa plataforma dedicada para o efeito.

As reservas para o Spa podem ser realizadas diretamente no website do Aethos Ericeira, aqui.

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Tecnologia

Parceria entre Host e MTI focada na eficiência energética hoteleira

A parceria entre as duas empresas portuguesas tem como foco a eficiência e sustentabilidade nos hotéis.

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A Host Hotel Systems e a MTI-Managing The Intelligence, duas empresas portuguesas focadas em soluções tecnológicas inovadoras para hotelaria, anunciaram uma parceria através da qual prometem “potenciar a eficiência e sustentabilidade dos hotéis”.

Com esta parceria, será possível integrar informações provenientes do Host PMS acerca dos hóspedes e da sua respetiva ocupação do quarto, de modo a ser possível controlar remotamente várias comodidades dos quartos, tais como os sistemas de ar condicionado, nível de luminosidade, entre outros, na plataforma da MTI.

Assim, os benefícios desta parceria para os hotéis “passam pelo acesso a soluções inovadoras que permitem aumentar a eficiência reduzindo custos operacionais e aumentando, assim, a sua rentabilidade, mas também o conforto do hóspede”, explicam as empresas em comunicado. O alinhamento desta estratégia comercial foi traçado tendo em conta a complementaridade da prioridade de ambas as empresas: a criação de valor para os seus clientes.

“As temáticas da sustentabilidade e da eficiência energética na hotelaria são uma preocupação da Host. É neste âmbito que surge a parceria com a MTI, para dar resposta a esta questão da atualidade, ao permitir aos hotéis uma gestão mais eficiente dos seus recursos, sem esquecer a importância do conforto na experiência do hóspede”, refere João Freitas, Director of Growth & Partnerships da Host Hotel Systems.

Miguel Silva, CEO da Managing The Intelligence, mantém-se com os olhos postos num “futuro promissor” e revela que “a MTI deposita grande confiança e ambição com a parceria iniciada com a Host”, acreditando que a mesma “possa aumentar a notoriedade de ambas as empresas e impulsionar a criação de valor comercial e técnico, beneficiando assim os nossos clientes”.

A integração da solução MTI Energy está disponível para integração no Sistema de Gestão de Propriedades (PMS) da Host Hotel Systems.

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Hotelaria

Galardão de sustentabilidade ambiental para mais 3 unidades dos Açores

O empreendimento turístico em espaço rural Casas da Chaminé, no concelho do Nordeste, e o hotel Furnas Boutique Hotel, no concelho da Povoação, ambos em São Miguel, e o alojamento em turismo em espaço rural Areias da Prainha, no concelho de São Roque, na ilha do Pico, acabam de receber o galardão Miosótis Azores.

As distinções referentes à edição do ano de 2022 foram entregues a estas unidades pelo secretário Regional do Ambiente e Alterações Climáticas.

“É com grande satisfação que continuamos a entregar estas distinções e a reconhecer o esforço dos empreendimentos turísticos no sentido de garantir a realização de boas práticas do ponto de vista da sustentabilidade ambiental”, sustenta o governante citado na página oficial do Governo Regional dos Açores.

Atualmente, a região conta com 119 empreendimento turísticos distinguidos, distribuídos pelos vários níveis do galardão que teve a sua primeira edição em 2012, reconhecendo, desta forma, as suas boas práticas ambientais. São  elegíveis ao galardão as pousadas da juventude e os empreendimentos turísticos referidos no Regime Jurídico da Instalação, Exploração e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos dos Açores (RJET-A), com exceção dos parques de campismo e caravanismo.

Com a atribuição do galardão Miosótis, “pretende-se estimular a unidades turísticas da Região para esta missão, que a todos nos convoca, de promoção e proteção do nosso património natural, apoiando a inovação e auxiliando na implementação de boas práticas ambientais na indústria turística, nomeadamente ao nível da gestão eficiente de recursos, nomeadamente água e eletricidade, da correta gestão de resíduos e da proteção e valorização da biodiversidade”, destacou ainda Alonso Miguel, segundo a mesma fonte.

O secretário Regional referiu, também, que “a conservação do património natural e promoção da qualidade ambiental representam pilares de atuação deste Governo, e através da implementação de comportamentos ambientalmente adequados, é possível caminhar para um crescimento turístico harmonioso”.

 

Sobre o autorCarolina Morgado

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Restauração

AHRESP vai celebrar a gastronomia portuguesa na Lisbon Food Affair

A AHRESP vai marcar presença com um espaço de celebração da gastronomia portuguesa na primeira edição da Lisbon Food Affair, que terá lugar de 12 a 14 deste mês de fevereiro na FIL (Parque das Nações).

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A associação oferece em exclusivo para os seus associados dois bilhetes para visitar, durante os três dias, esta que é considerada a maior feira profissional dedicada ao setor alimentar, cujo lema assenta em três importantes pilares para as empresas do Canal HORECA: internacionalização, inovação e sustentabilidade.

Para além de um espaço institucional, a AHRESP irá promover também duas conferências no dia 14 de fevereiro: ‘Linhas de apoio e financiamento ao Turismo’ e ‘Desafios da eficiência energética para o Canal HORECA’. Conhecer as novas linhas de apoio e financiamento ao Turismo e refletir sobre a urgente necessidade de poupança e eficiência energética são os objetivos das conferências, que decorrerão das 16h00 às 18h30.

Durante os três dias da feira, o stand da AHRESP será igualmente palco de apresentações de showcooking, com preparação de coftails, confeção de receitas vegan e de pastelaria tradicional, iogurtes artesanais e outros produtos regionais.

A propósito da participação da AHRESP neste evento, na qualidade de parceira e membro do conselho estratégico, o presidente da Associação, Carlos Moura refere que “verdadeira montra de inovação, a Lisbon Food Affair reveste-se de crucial importância para as empresas do Canal Horeca, num momento em que não basta dizer apenas que se vive uma realidade diferente e mais complexa, tornando-se, sim, imperioso enfrentá-la com estratégias pensadas ao detalhe”.

Carlos Moura sublinha ainda que “a internacionalização, a inovação e a urgente sustentabilidade estão no lema deste marketplace e eu dou como certa a garantia de um certame em que todos os que nele participarem vão poder partilhar e descobrir soluções de excelência para os grandes desafios económicos e ambientais”.

Localizado na área H da LFA, a AHRESP conta com um espaço de 108 m2, ao qual já se associaram diversas marcas (Nestlé Professional, Rentokil, VBSS, Climaportugal e Zezerovo) que irão demonstrar o que de melhor e mais inovador têm para oferecer ao setor.

 

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Alojamento

Onyria Marinha Boutique Hotel já abriu

Anteriormente conhecido como Hotel Martinhal Cascais, o Onyria Marinha Boutique Hotel, unidade de cinco estrelas, que volta ao portefólio do Grupo Onyria depois de compra concluída no final de 2022, abriu portas no passado fim de semana.

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O Onyria Marinha Boutique Hotel, situado no coração da Quinta da Marinha, em Cascais, conta com 68 quartos deluxe, quatro suites e 12 villas, várias piscinas – interiores e exteriores – um Spa e um kids club que funcionará o ano inteiro.

Foi no final de 2022 que o Grupo Onyria concluiu a compra do Hotel Martinhal Cascais, que agora abre portas como Onyria Marinha Boutique Hotel. A unidade hoteleira é um espaço familiar ao Onyria que era o anterior proprietário. Desta forma, o grupo que é detentor do campo de golfe desde 1985 e do Onyria Quinta da Marinha Hotel desde 1999, volta a integrar também este hotel de cinco estrelas.

“Estamos muito entusiasmados por iniciar esta nova etapa”, explica José Carlos Pinto Coelho, Chairman do Grupo Onyria. “O espaço é amplo, mas acolhedor e o ambiente moderno, mas descontraído, num ótimo compromisso entre a elegância e informalidade. Já a localização é absolutamente única, estando a poucos passos do Onyria Quinta da Marinha Hotel, renovado em 2020, das Onyria Quinta da Marinha Villas, renovadas em 2021 e do campo de golfe de Trent Jones com o seu novo Clubhouse”, destacou.

Os últimos meses foram de adaptação para o hotel que sofreu algumas mudanças essencialmente de organização e decoração, para um ambiente mais minimalista. Em termos estruturais mantêm-se todas as características do espaço amplo, das duas piscinas interiores e duas exteriores, duas delas localizadas no spa com mais 700 m2 que conta com salas de tratamentos além de banho escocês e turco. O hotel tem ainda ginásio, restaurantes e bares e um kids club aberto o ano inteiro, que agora contará com diferentes atividades para os mais pequenos dos três aos 12 anos.

Quanto aos quartos: são amplos e luminosos, da tipologia standard, com mais de 40 m2 às suites com mais de 60 m2 e finalmente as villas oferecem mais de 100 m2 – sendo que todos têm acesso à envolvência natural, através da varanda.

A unidade conta também com um total de 10 salas de conferência– sete delas com luz natural – estando, para tal, preparado para grandes grupos e eventos. Refira-se que uma das salas disponíveis tem uma arquitetura particular que remete para a antiga história deste espaço: o pavilhão de caça do Rei D. Carlos.

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Hotelaria

Quinta do Paral entra no setor hoteleiro com a abertura do The Wine Hotel

Prevê-se que o Boutique Wine hotel abra portas no segundo trimestre deste ano, disponibilizando 22 quartos e um conjunto de experiências à volta do vinho. A unidade já integra a chancela da Leading Hotels of the World.

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Em 2023 a marca Quinta do Paral aposta no setor do turismo e hospitalidade com a abertura de um novo empreendimento hoteleiro, o Quinta do Paral – The Wine Hotel.

Em comunicado de imprensa, a empresa aponta a abertura da unidade para a “primavera deste ano”, contando já com a chancela da Leading Hotels of the World, que reúne um portfólio de mais de 400 hotéis independentes em mais de 80 países.

O Boutique Wine hotel de cinco estrelas será composto por 22 quartos, num projeto de arquitetura e design de interiores assinado pelo gabinete Saraiva & Associados.

Com abertura prevista para o segundo trimestre de 2023, a unidade vai ter disponíveis um restaurante com consultoria do chef José Júlio Vintém, proprietário do restaurante Tombalobos, em Portalegre; um rooftop bar; ginásio e múltiplas áreas verdes e cursos de água. Para complementar a oferta estão previstas várias atividades e experiências locais, como provas de vinho e  degustação nas vinhas da propriedade.

Leia também: Empresário alemão investe 8 milhões de euros em boutique hotel na Vidigueira

Antecipando esta nova abertura, já está em curso um processo de seleção de colaboradores para a unidade, que conta com vagas abertas “para praticamente todas as áreas de produção, desde alojamentos (receção, portaria, serviço de quartos), restauração (cozinha, copa, serviço de restaurante e bar), manutenção, jardinagem, economato, marketing e vendas”, como indicado em comunicado.

Na mesma nota é referido que o processo de contratação pretende dar continuidade à “estratégia e posicionamento do Paral enquanto empresa familiar que privilegia a preservação da cultura vitivinícola e o respeito pelas tradições alentejanas”, pelo que “a aposta nos recursos humanos locais serão um fator chave no sucesso deste projeto”.

“Faremos um forte investimento na formação dos nossos colaboradores, mas a autenticidade, o saber e o estar alentejano não o podemos ensinar, são uma atitude e uma filosofia de vida”, refere a empresa em comunicado.

Os interessados em integrar o projeto devem enviar o CV para o endereço [email protected].

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Independente Comporta

Hotelaria

Independente Collective lança-se na hotelaria e aposta em rebranding da marca

O grupo passará a ser designado apenas como “Independente” e antevê a abertura de duas unidades hoteleiras em Lisboa e na Comporta ainda este ano, num investimento conjunto que ronda os 4 milhões de euros.

Carla Nunes

O Independente Collective, grupo fundado pelos irmãos Duarte, Bernardo e Martim d’Eça Leal e Afonso Queiroz, lança-se na hotelaria com a abertura de duas novas unidades em Lisboa e na Comporta, cuja abertura está prevista para este ano, entre abril e junho.

A garantia foi dada à Publituris Hotelaria por Duarte d’Eça, à margem da festa de apresentação de rebranding do grupo que decorreu esta quinta-feira, 2 de fevereiro.

O grupo passará a ser designado apenas como “Independente”, num rebranding que se faz acompanhar de uma nova imagem visual – o símbolo C, de Collective, é abandonado para dar lugar ao I no logótipo da empresa, com o objetivo de criar “uma marca única que seja um chapéu para todas as unidades e uma chancela de qualidade para o público português”, tal como explicou Duarte d’Eça.

Desta forma, as unidades do grupo vão passar a adotar o nome “Independente”, seguido pela localização e bairro onde se encontram – à exceção do House of Sandeman, o branded hostel do grupo no Porto que surgiu de uma parceria com a Sogrape.

É neste contexto que vão nascer os hotéis Independente Lisboa Bica e Independente Comporta, a estreia do grupo na hotelaria após a construção de um portefólio de hostels que inclui o Independente Lisboa Príncipe Real e o House of Sandeman, bem como os restaurantes Decadente e Insólito, ambos em Lisboa.

O hotel Independente Lisboa Bica, situado na Rua de São Paulo, será composto por uma penthouse e 41 quartos, entre twin, superior e family room, com destaque para a categoria “friends room”, uma interpretação do grupo “do que seria uma camarata dentro da hotelaria – com a venda de camas avulso em quartos para seis pessoas que podem ser [partilhados] por famílias ou grupos de amigos”, como explica Duarte d’Eça, naquilo que será uma forma de “levar um bocadinho do nosso ADN para dentro da hotelaria”.

Mas não só nos quartos estará presente este “ADN” de que Duarte d’Eça fala. O grupo decidiu classificar o Independente Lisboa Bica com uma estrela, naquilo que explica ser um “cross-over da hostelaria para a hotelaria, quase uma pequena provocação”.

“Quando se entrar no edifício vai-se ver rapidamente, sem qualquer desprimor para os hotéis de uma estrela, que a qualidade, o design construtivo e oferta, inovação e serviço não têm nada a ver com uma estrela. É um hotel muito mais próximo com um quatro estrelas superior”, explica o fundador.

Independente Lisboa Bica

Já o Independente Comporta, um hotel rural de quatro estrelas localizado num terreno com 12 hectares, será composto por 40 quartos e 34 villas, sendo que a exploração será feita com base num projeto de parceria com a Authentic Bicas.

Por forma a colocar o preço médio “mais em linha com o destino”, no caso do Independente Comporta este estará “mais perto dos 250 euros em época baixa”, podendo chegar “aos 450 a 500 euros por quarto, dependendo da tipologia, em época alta”, adianta Duarte d’Eça.

Já no caso do Independente Lisboa Bica, o fundador aponta que o preço médio ficará situado entre os 150 euros para a época baixa e os 200 euros na época alta.

Independente Comporta

Os dois hotéis representam um investimento total de cerca de 4,2 milhões de euros, sendo que com esta expansão é antecipada uma faturação total no grupo de 13,5 milhões de euros para este ano – um valor bastante distante dos 5 a 5,5 milhões de euros faturados o ano passado.

“Estamos a dobrar o número de camas, temos atualmente dois restaurantes em operação e estamos a fazer obras no [restaurante] The Geroge. Estamos a triplicar a exposição de F&B, em termos de camas estamos mais que a dobrar, portanto, estamos a falar de uma dimensão um bocadinho diferente em relação ao que tivemos o ano passado e é normal que a faturação acompanhe”, justifica Duarte d’Eça.

Opções de expansão mantém-se em aberto

Para poder dar seguimento à operação nestes dois hotéis, o grupo tem a decorrer desde dezembro do ano passado um processo de recrutamento em que incentiva os interessados a submeterem o seu “Curriculum Vacation”. Em causa está a contratação de 120 colaboradores para 15 posições diferentes, em todas as áreas. Até ao momento, Duarte d’Eça garante que o grupo já recebeu “mais de 300 respostas”.

“A ideia é as pessoas submeterem o seu currículo de viagens, para nos ajudar também a compor um quadro do que a pessoa é e do que gosta de fazer antes de olharmos para o próprio currículo vitae”, afirma.

Neste momento, Duarte d’Eça afirma estarem “no processo de recrutamento de um dos diretores”, para o Independente Lisboa Bica, sabendo-se já que será Paulo Matos a assumir a direção do Independente Comporta, tal como o próprio publicou na sua página de LinkedIn há cerca de um ano.

Imagem de rebranding Independente

Quanto aos planos de expansão, Duarte d’Eça garante que “o grupo vai crescer”. No entanto, não adianta “onde, quando e como”, levantando apenas uma ponta do véu de quais serão os próximos passos.

Por enquanto, o fundador afirma apenas que o grupo tem olhado “ativamente para o Algarve, ilhas, Alentejo, Interior e Serra da Estrela”, por acreditarem não só no potencial destas regiões como na atração do destino Portugal, que “já não é um destino da moda, é um destino, por si, com muita força”.

“Há potencial em destinos que, talvez há uns anos, seriam muito difíceis de promover pela sua sazonalidade e dificuldade de construção, de preço, e que hoje em dia são bastante interessantes e por isso, sim, estamos muito ativamente à procura de fazer crescer a marca para outros destinos”, garante.

Recorde-se que, em 2019, o grupo apontava para 2021 a abertura de unidades em Évora e Tavira. No entanto, e por agora, o grupo não se compromete em definitivo com estas regiões.

“Continuamos a pensar em Tavira, [mas] entretanto o imobiliário mudou muito. O preço de construção e o preço de compra dispararam, portanto, as razões que podiam tornar esse destino estratégico para nós, apesar de não ter deixado de o ser, [fazem como que tenhamos] de fazer uma análise um pouco diferente”, explica Duarte d’Eça.

No entanto, o cenário não deixa de ser visto com otimismo, já que, “felizmente, as ADR’s dispararam e as cidades estão muito caras, [o que faz com que certas regiões] atraiam talento e recursos humanos diferenciados e qualificados que nos permitem ter confiança em abrir noutros destinos”.

Já a expansão internacional do grupo parece que só chegará após as novas unidades “atingirem a velocidade cruzeiro”, com a “consolidação da faturação e de recursos humanos”. A previsão é a de “um horizonte temporal a dez anos – a menos que surja algo completamente inesperado”, termina o fundador.

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Hotelbeds contrata novo Business Development Director

O profissional reúne experiência nos setores de pagamentos, software, tecnologia e serviços, ficando responsável pelo desenvolvimento de novos produtos, segmentos e modelos de negócio da Hotelbeds.

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A Hotelbeds continua a reforçar o seu comité executivo com o segundo recrutamento sénior do ano. Mark Antipof passa a integrar a empresa como Business Development Director, um cargo recém-criado na Hotelbeds que reúne as funções de desenvolvimento de novos produtos, segmentos e modelos de negócio para acelerar o crescimento da empresa.

O profissional, com “forte experiência” nas indústrias de pagamentos, software, tecnologia e serviços, ficará sediado em Espanha, reportando diretamente ao CEO Nicolas Huss, como indicado em comunicado.

“Mark Antipof traz consigo uma vasta experiência no desenvolvimento de negócios em muitas indústrias. O seu forte historial no setor da tecnologia será particularmente vantajoso [para a Hotelbeds] à medida que aceleramos a nossa trajetória de crescimento e remodelamos o ecossistema de viagens”, afirma Nicolas Huss em comunicado.

Sobre a contratação, Mark Antipof acrescentou que “a trajetória de crescimento e os planos de expansão da Hotelbeds fizeram desta uma oportunidade a que não pude resistir. Estou ansioso por começar e contribuir para o nosso sucesso contínuo, à medida que desenvolvemos novos fluxos de receitas”.

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Diretor do Airbnb na EMEA defende regulamentação da especulação imobiliária

Emmanuel Marill, diretor do Airbnb na Europa, Médio Oriente e África (EMEA), garantiu que a plataforma de aluguer de curta duração é a favor de “regular a especulação imobiliária”, e insistiu que querem “fazer parte da solução” que trava o impacto que o turismo tem no aumento dos preços da habitação.

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Num debate organizado pelo Comité das Regiões (CdR) sobre um projeto de parecer que visa regular a atividade das plataformas de aluguer de curta duração na Europa, como o Booking ou o Airbnb, Marill defendeu que este regulamento deve ser “muito específico e muito modular”.

Além disso, tem considerado que deve ser aplicado apenas aos proprietários que possuam um parque habitacional turístico para que não afete os pequenos senhorios que apenas arrendam a sua residência principal por alguns dias ou semanas por ano.

Marill justificou, em declarações à EFE, que o problema do acesso à habitação para as pessoas nas cidades fortemente afetadas pelo turismo não depende destes pequenos proprietários porque “se uma família aluga a sua casa por algumas semanas por ano, não está a retirar qualquer andar do mercado imobiliário”.

Da mesma forma, o responsável do Airbnb explicou que é importante que o regulamento seja “proporcional” em duas dimensões: para o proprietário e para as cidades, porque, conforme referiu, haverá cidades que consideram este regulamento “urgente” e outros que “não precisarão disso”.

A proposta apresentada pelo CdR visa dotar cada território de ferramentas para encontrar um “equilíbrio adequado” entre a crescente procura de arrendamento turístico e o impacto que tem no aumento dos preços da habitação. Durante o debate, os líderes regionais e locais expressaram preocupação com a crescente procura por moradias populares nas grandes cidades e o efeito do turismo “excessivo” nos preços dos alugueres.

O projeto de parecer do CdR reconhece que o arrendamento de curta duração tem um impacto positivo nas PME (pequenas e médias empresas) e nas economias locais, sobretudo nas zonas rurais, mas centra-se no impacto que gera no acesso às casas dos residentes.

Os líderes locais e regionais sublinharam ao longo do debate que as plataformas de aluguer para férias devem proporcionar às autoridades competentes dos diferentes Estados-Membros o livre acesso aos seus dados e maior transparência no controlo da sua atividade.

A aprovação final deste projeto de parecer está prevista para a sessão plenária do Comité das Regiões no próximo mês de março.

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