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Lux Hotels: Segunda vaga da pandemia pode “obrigar” a fechar hotéis por falta de procura

Com oito hotéis espalhados por Fátima, Lisboa, Porto e Évora, o Grupo Lux Hotels deparou-se com diferentes realidades no verão. Se por um lado as unidades nos centros urbanos foram as mais afetadas pela falta de procura, por outro, o grupo registou bons resultados no único hotel que manteve aberto em Fátima, o Lux Fátima… Continue reading Lux Hotels: Segunda vaga da pandemia pode “obrigar” a fechar hotéis por falta de procura

Carina Monteiro
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Lux Hotels: Segunda vaga da pandemia pode “obrigar” a fechar hotéis por falta de procura

Com oito hotéis espalhados por Fátima, Lisboa, Porto e Évora, o Grupo Lux Hotels deparou-se com diferentes realidades no verão. Se por um lado as unidades nos centros urbanos foram as mais afetadas pela falta de procura, por outro, o grupo registou bons resultados no único hotel que manteve aberto em Fátima, o Lux Fátima… Continue reading Lux Hotels: Segunda vaga da pandemia pode “obrigar” a fechar hotéis por falta de procura

Carina Monteiro
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Com oito hotéis espalhados por Fátima, Lisboa, Porto e Évora, o Grupo Lux Hotels deparou-se com diferentes realidades no verão. Se por um lado as unidades nos centros urbanos foram as mais afetadas pela falta de procura, por outro, o grupo registou bons resultados no único hotel que manteve aberto em Fátima, o Lux Fátima Park Hotel, e na sua unidade no Alentejo, o Évora Olive Hotel.
A temporada baixa que se inicia agora começa, no entanto, a preocupar António Gonçalves, administrador do grupo, que olha com “muita apreensão” para o atual momento. “Os países europeus já estão a tomar medidas preventivas mais restritivas pelo que as viagens aéreas estão a diminuir. Tememos, ainda, que venham a diminuir mais drasticamente à medida que caminhamos para o inverno. Dependemos de clientes de proximidade, como a Espanha, França entre outros, já que muitos estão a viajar de carro”, refere.

Como é que correu o verão para as unidades do Grupo Lux Hotels?
Este ano está a ser muito diferente daquele que tínhamos perspetivado. Os meses de janeiro, fevereiro e os primeiros 15 dias de março auguravam um ano melhor que o anterior.
O objetivo para este ano era manter os números de 2019 nomeadamente nos hotéis de Lisboa e Porto. Vínhamos de três anos de crescimento muito significativo nestas unidades e crescer significava crescer no preço pois na ocupação já era difícil fazê-lo.
O Évora Olive Hotel ainda tinha alguma margem de crescimento, em 2020 tínhamos projetado um crescimento na ordem dos 5%.
Nos hotéis de Fátima é sempre uma incógnita, nunca sabemos o que esperar de cada ano, pois há um desfasamento enorme entre a oferta e a procura. Apesar de sermos o destino turístico na zona centro com o maior número de turistas e o mais internacional de todos, também é verdade que o número de camas é muito superior à procura, o que não nos permite crescer nem em preço nem em ocupação. Há que trabalhar muito na comunicação de que “Fátima é Mais”. Ainda que o Santuário de Fátima seja a âncora, num raio até 50 km (cerca de 30 minutos de carro) temos muitos atrativos turísticos: a Serra D’Aire e Candeeiros onde se podem visitar várias grutas naturais, o parque sensorial da Pia do Urso, fazer passeios de bicicleta, a cavalo ou caminhadas; monumentos Património da Unesco (Convento de Cristo em Tomar, Mosteiro da Batalha e Mosteiro de Alcobaça) e as praias fluviais. Com alguns investimentos estratégicos (equipamentos para estágios desportivos de várias modalidades, um espaço para reuniões e eventos de dimensão média, um parque da cidade com várias diversões e onde houvesse um espaço “acqua” para o verão) tirando partido da centralidade geográfica no contexto nacional, atrairíamos outros segmentos de mercado aumentando a procura em especial na época baixa quando o turismo religioso abranda significativamente.

Quais as unidades que tiveram melhor desempenho?
A nível de desempenho, o Évora Olive Hotel, durante o verão, onde habitualmente já temos público nacional, teve um desempenho muito bom e correu com normalidade, com números muito próximos de 2019. Évora é sobejamente conhecida pela sua gastronomia, cultura e natureza envolvente.
Em Fátima correu razoavelmente bem. Muito embora das três unidades que possuímos em Fátima, optámos por abrir só o Lux Fátima Park – Hotel Apartamentos, pois é aquele que permite um maior “afastamento social” como também se adequa a qualquer segmento, mas em especial ao segmento famílias. É no destino Fátima o único hotel neste segmento, o que é uma vantagem competitiva significativa.
É verdade que a pandemia trouxe mais pessoas ao Centro de Portugal e o facto de termos apartamentos e piscina exterior é um atrativo.
Estamos a procurar parcerias com entidades que nos liguem aos amantes do turismo de natureza, que adorem caminhadas, fazer passeios de bicicleta e que gostem de experienciar lentamente os locais por onde passam e apreciar a cultura local. Temos trabalhado para dar a conhecer Fátima nesse sentido. Para quem seja religioso, Fátima tem uma paz viciante. Para quem não é católico, Fátima é espiritualidade, é paz interior, é bem-estar.
Os caminhos de Fátima tem tido divulgação por parte das entidades do turismo, mas temos, ainda, de continuar a trabalhar para que as pessoas vejam nos Caminhos de Fátima, aquilo que vêm nos Caminhos de Santiago. Os Caminhos de Fátima podem ter tantos objetivos quantos aspiramos: podemos ir sós, acompanhados com família ou amigos, apenas com família, e pelas mais variadíssimas razões: desde fé, à necessidade de reflexão e paz interior, à necessidade de uma mudança, à confraternização e ao lazer.
São caminhos belíssimos que deveriam ir para a ‘to do list’ de cada português e viajante internacional como uma das 10 ou 20 coisas a fazer ao longo da vida.
Além da natureza envolvente, existem variadíssimos atrativos culturais e gastronómicos por descobrir.
Os grandes centros urbanos foram os mais afetados. Em Lisboa, temos 3 unidades: Lux Lisboa Park, próximo do Parque Eduardo VII; Lisboa Pessoa Hotel e Lisboa Carmo Hotel, ambos no Largo do Carmo. No Porto, o Porto A.S. 1829 Hotel, situado no Largo de São Domingos ao final da Rua das Flores para quem desce.
Em termos de números, no acumulado dos meses de verão (Julho, Agosto e Setembro), o Évora Olive Hotel foi o que mais se aproximou da “normalidade” atingindo 65% das vendas comparando com o período homólogo. Tínhamos noção de que este ano Évora teria melhor desempenho que os restantes destinos pelo peso que o mercado nacional representa no hotel.
Nos hotéis de Fátima, Lisboa e Porto o mercado internacional tem um peso nas vendas superior a 90%, pelo que as expectativas de “termos verão” foram-se desvanecendo a partir do momento em que o número de contágios não parava de subir em importantes mercados emissores como EUA e Brasil e quando na europa alguns países como o Reino Unido impuseram quarentenas de 15 dias a quem regressava de Portugal.
Em Lisboa, o hotel que melhor desempenho teve este verão foi o Lux Lisboa Park, atingindo 40% das vendas comparativamente com o período homólogo. Este hotel tem no “rooftop” uma piscina instagramável e um bar, o que lhe confere uma vantagem competitiva nos meses de verão.
Por ordem decrescente, as vendas no verão comparativamente com o ano de 2019, representaram em média nos hotéis de Fátima 27%, nos hotéis de Lisboa 25% e 19% no hotel do Porto.

Estão a ter reservas para o restante período que falta para o final do ano?
Évora, ainda que esteja em decrescendo em relação ao Verão, prevemos atingir 50% das vendas comparando com os meses homólogos de 2019.
Fátima vai entrar em período de época baixa e se noutros anos as expectativas já não eram animadoras, este ano em princípio vamos encerrar todas as unidades. Abriremos pontualmente e quando se justificar, como é o caso dos fins-de-semana e períodos festivos, Natal e Fim de Ano.
Para Lisboa e Porto a expectativa é de conseguirmos atingir entre 20% a 25% da produção homóloga para se justificar mantermos os hotéis abertos. Vamos ver se esta segunda vaga da pandemia não nos obriga a fechar por falta de procura. Nestes dois destinos a falta de procura levou a que os preços baixassem consideravelmente, atraindo mercados que anteriormente não trabalhávamos como é o caso dos mercados de proximidade (Portugal e Espanha) e um segmento mais jovem, são maioritariamente “Millennials”.

Como é que encaram este período de época baixa? Quais os maiores receios nesta altura?
Com muita apreensão. Os países europeus já estão a tomar medidas preventivas mais restritivas pelo que as viagens aéreas estão a diminuir. Tememos, ainda, que venham a diminuir mais drasticamente `a medida que caminhamos para o inverno. Dependemos de clientes de proximidade, como a Espanha, França entre outros, já que muitos estão a viajar de carro.

Perspectivam encerrar unidades neste período? Se sim, quais?
As unidades de Fátima muito provavelmente, o que já é normal. Normalmente mantemos uma delas abertas, visto determos 3 unidades hoteleiras em Fátima.
Restantes unidades, para já ainda não temos previsão, a não ser que a “falta de procura” o justifique.

Como é que pensam gerir as equipas neste período de menor procura?
É um período difícil para todos. Como gestores, é muito complicado gerir por um lado as expectativas pessoais e profissionais e por outro as de foro empresarial, com todos os investimentos e obrigações que temos de cumprir. É avassalador o que a pandemia veio trazer para muitas famílias. Estamos focados no bem-estar dos nossos colaboradores, mas por vezes temos de tomar decisões difíceis, fruto do contexto em que vivemos.
Em todos os hotéis, as equipas foram sendo redimensionadas. Como uma grande maioria dos nossos hotéis abriu há poucos anos, houve contratos que não renovamos.

Sobre o autorCarina Monteiro

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Sesimbra Oceanfront Hotel

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Highgate Portugal investe 1M€ no 5 estrelas Sesimbra Oceanfront Hotel

A Highgate Portugal acaba de investir um total de 1 milhão de euros no que é agora o Sesimbra Oceanfront Hotel, unidade hoteleira de cinco estrelas que resulta da remodelação e rebranding do Sesimbra Hotel & Spa.

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Localizado no centro de Sesimbra, com acesso direto à Praia da Califórnia e próximo da Serra da Arrábida, este cinco estrelas surge com um novo conceito que assenta na estreita ligação entre a natureza e o hóspede.

Sesimbra Oceanfront Hotel

A renovação do Sesimbra Oceanfront Hotel aposta no design biofílico, através dos materiais utilizados, da nova disposição dos espaços e do mobiliário e da decoração, transmitindo um ambiente de tranquilidade e bem-estar.  As plantas naturais e a utilização de tons claros, alusivos ao mar e à serra, estão em evidência em todo o hotel.

Sesimbra Oceanfront Hotel

Num investimento total de 1 milhão de euros, a renovação incidiu em diferentes áreas, como a receção e lobby, salão de estar no piso 5, bar e restaurante, quartos e suites, esplanada e piscina.

Para Tiago Féteira Rodrigues, diretor do Sesimbra Oceanfront Hotel, “este projeto de remodelação visa potenciar as infraestruturas e o serviço da unidade, que tem uma excelente localização”. Lembra que, com quase 18 anos, esta unidade “necessitava de uma intervenção e estamos convictos de que é um investimento acertado que nos permitiu, em conjunto com o serviço prestado aos hóspedes, passar a ostentar cinco estrelas, sendo atualmente a única unidade com esta classificação em Sesimbra”.

Sesimbra Oceanfront Hotel

Com 84 quartos standard e oito suites, o Sesimbra Oceanfront Hotel conta com novas tipologias – nomeadamente a Ocean view Deluxe Room ou a Ocean view Premium Suite – divididas entre a ala norte e a ala sul do hotel. Enquanto a ala norte apresenta uma vista descoberta para a Praia da Califórnia, a ala sul complementa esta Ocean view com o centro de Sesimbra e a baía. Todos os renovados quartos e suites dispõem de varandas privadas, com vista para o oceano e luz natural.

Sesimbra Oceanfront Hotel

O atelier de arquitetura BroadWay Malyan foi a empresa responsável pelo projeto de renovação, e o novo logótipo foi desenvolvido pela Solid Dogma.

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Portugal acompanha crescimento das reservas feitas nas plataformas online de alojamento e é 5.º em 2023

De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Eurostat, as plataformas online de reservas de alojamento foram responsáveis por mais de 678 milhões de noites, em 2023. Portugal aparece em 5.º lugar, com mais de 37,5 milhões de reservas.

Victor Jorge

Das 678,6 milhões de noites reservadas em plataformas online de alojamento como, por exemplo, a Airbnb, Booking, Expedia ou TripAdvisor, Portugal apresenta 37,5 milhões de reservas, no ano 2023, segundo os números apresentados pelo Eurostat, o que significa mais cerca de 4,3 milhões face às 33,2 milhões de noites de 2022.

Com os dados referentes ao quarto trimestre de 2023 (outubro, novembro e dezembro) ainda não disponibilizados pelo Eurostat, nos primeiros nove meses de 2023 Portugal surge com 30,5 milhões de noites reservadas, com 27,2 milhões no continente, pouco mais de 1,1 milhão nos Açores e 2,2 milhões na Madeira.

No continente, e no acumulado dos primeiros nove meses de 2023, a Área Metropolitana de Lisboa (AML) aparece em primeiro lugar, com perto de 9 milhões de noites reservadas em alojamento realizadas em plataformas online, seguindo-se o Algarve com 8,6 milhões, o Norte com 6,5 milhões, o Centro com 2,3 milhões, finalmente, o Alentejo com pouco mais de 744 mil.

Recorde-se que, em 2022, Portugal registou 33,2 milhões de noites reservadas nestas plataformas, sendo que em Portugal Continental se registaram 29,8 milhões de reservas, na Madeira 2,3 milhões e nos Açores quase 1,1 milhões.

Por regiões, em 2002, Lisboa surgia na liderança com 10,1 milhões, seguindo-se o Algarve com 9,1 milhões, o Norte com 7,2 milhões, o Centro com 2,6 milhões, e o Alentejo com pouco mais de 811 mil.

Contas feitas às reservas efetuadas por residente e não residentes, a balança cai, claramente, para os não residentes que realizaram perto de 33 milhões de reservas, em 2023, com os residentes a ficar com a menor fatia, pouco mais de 4,9 milhões.

O mês mais forte para estas reservas em Portugal é agosto, mês em que, em 2023, se registaram mais de 6,4 milhões de reservas, seguindo-se o mês de julho com 5,7 milhões, setembro com 4,1 milhões, junho com 3,5 milhões. O mês mais fraco aparenta ser janeiro com pouco mais de 1,3 milhões de reservas.

Portugal acompanha crescimento
Como já referido, na Europa as reservas efetuadas em plataformas online de alojamento somaram 678,6 milhões de noites, representando um aumento de 13,8% face às 596,5 milhões de 2022.

Os valores mensais das estadias reservadas através destas plataformas excederam o ano anterior em 11 dos 12 meses, com o último trimestre de 2023 a registar aumentos superiores a 20%. Concretamente, em outubro, registaram-se 55,3 milhões de dormidas em alojamentos reservados através de plataformas online, mais 21,9% do que em outubro de 2022. Em novembro, registaram-se 31,8 milhões de dormidas (+20,0% em relação a novembro de 2022), e em dezembro 45,3 milhões (+25,8% em relação a dezembro de 2022).

Entre os países com mais reservas neste tipo de plataformas, em 2023, a liderança pertence à França com mais de 152 milhões de reservas, seguindo-se a Espanha com 132 milhões, Itália com pouco mais de 100 milhões, Alemanha com 46 milhões, aparecendo Portugal em 5.º lugar.

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Hotel Sines Sea View reabre rooftop a 13 de abril

O Hotel Sines Sea View reabre o Rooftop Bar À Vista no dia 13 de abril, com uma festa com a participação do DJ Rui Miguel Gomes.

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O Hotel Sines Sea View, unidade de quatro estrelas em Sines, anunciou que, dia 13 de abril, vai reabrir o Rooftop Bar À Vista com uma festa ao final da tarde, que vai contar com a participação do DJ Rui Miguel Gomes.

Numa nota enviada à imprensa, o Hotel Sines Sea View indica que a festa de reabertura do Rooftop Bar À Vista vai ter lugar ao final da tarde e vai contar com ritmos brasileiros e muita animação.

“Totalmente open air e com uma vista 360º para o Oceano Atlântico, este Rooftop é o local perfeito não só para se descontrair depois de um dia longo de trabalho ou de praia com amigos e/ou familiares, como também para a realização de um evento com ou sem exclusividade de espaço”, lê-se numa nota divulgada pela unidade hoteleira.

O rooftop do Hotel Sines Sea View funciona diariamente entre as 17h00 e as 20h00, disponibilizando petiscos e snacks diversos com assinatura do Chef David Proença, assim como uma vasta carta de bebidas, incluindo vários cocktails e mocktails.

 

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Alagoas vai ganhar 16 novos hotéis até o final de 2026

O estado do Nordeste brasileiro de Alagoas está em alta no que diz respeito à entrada de turistas. Nesse sentido há intenções de investimentos de 16 novos hotéis até ao final de 2026, que acrescentarão 4.500 camas, ampliando a capacidade do estado para 55 mil camas.

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O estado de Alagoas entrou na rota de investimento de diversos grupos hoteleiros do país e do mundo. A vocação natural para o turismo, com praias de águas calmas e cenários ainda pouco explorados pelo turismo, vão garantir que alguns municípios e destinos turísticos ganhem novos empreendimentos e gerem emprego e renda. Dados da Secretaria de Estado do Turismo de Alagoas (Setur) apontam que 16 novos hotéis devem entrar em operação até 2026, avança o AlagoasWeb, que indica ainda que os novos empreendimentos devem garantir 4.524 novas camas, proporcionando uma maior oferta em várias partes do estado.

A expansão da rede hoteleira mostra que alguns grupos já consolidados no estado vão ampliar as suas operações. Maceió será a cidade com o maior número de hotéis em construção.

Segundo o mesmo jornal, a rede Tropicalis, que já possui três unidades na capital, anunciou a construção de mais três hotéis. O maior deles será o Gran Tropicalis, que contará com 329 quartos e capacidade para 800 camas e está previsto para ser entregue ainda em 2024.

Em 2025, a rede espera entregar mais uma unidade da rede Tropicalis, com 319 quartos e 780 camas e em 2026 há previsão de mais uma unidade, com 113 quartos e 250 camas disponíveis.

Por sua vez, a rede Brisa, que conta com seis unidades em Alagoas, também anunciou a construção de mais uma unidade em Maceió, ainda sem informações de capacidade e entrega.

Quem também ampliará as suas operações na capital alagoana é a marca Novotel, que construirá uma unidade com capacidade para 279 apartamentos e está previsto para entrar em operação em 2025.

O grupo Placic também anunciou que irá construir uma unidade na cidade, o Mandi. Ainda não há informações sobre capacidade e data de início de operação.

A Barra de Santo António, que fica na região Metropolitana de Maceió, deve receber investimento do grupo Ritz com duas unidades, ambas situadas na praia de Carro Quebrado.

O Ritz Carro Quebrado, tem previsão para 768 quartos e 1.536 camas. Com o mesmo nome, mas numa proposta de um estilo mais aconchegante, a rede também lançará o Ritz Carro Quebrado Pousada, que tem previsão de 184 quartos.

A cadeia Salinas, que já possui duas unidades resort all inclusive no estado – uma em Maragogi e outra em Maceió, construirá mais uma unidade no município de São Miguel dos Milagres. Ainda não há detalhes de capacidade e início de operação.

Já Maragogi vai receber uma unidade da marca Ibis, o Styles Resort Maragogi. A proposta do grupo Accor é um novo estilo de resort a um preço atraente, com um hotel projetado à beira-mar. A previsão é que entre em operação ainda este ano.

Também apostando no alto padrão de alojamento, o grupo GAV Resorts lançará em 2025 o Oikos Maragogi GAV Resorts. Segundo a empresa, citado pelo AlagoasWeb, o empreendimento ficará localizado à beira-mar e terá uma arquitetura futurista e será dividido em dois blocos, com 362 apartamentos.

Ainda pouco explorado, o litoral Sul alagoano vai também acolher novos investimentos hoteleiros.  Jequiá da Praia, localizada a 61Km de Maceió, entra na rota de viajantes que optam por alojamentos no meio da natureza.

Previsto para entrar em operação em março de 2025, o Quality Resort Dunas de Marapé fará parte do Complexo Ecológico Dunas de Marapé, onde é possível ver o encontro da Lagoa de Jequiá com o mar. A unidade terá 230 camas e 100 quartos.

A rede Brisa também construirá uma unidade na Barra de São Miguel, com capacidade para 140 quartos. Não há ainda informações de início das atividades.

O município de Coruripe, situado a 86 Km de Maceió, ganhará dois novos hotéis do grupo Vila Galé, indicou o jornal. O Vila Galé Coruripe Alagoas deve entrar em operação em 2026 e será um dos maiores investimentos no setor, cerca de R$ 200 milhões. A previsão da Setur é que a unidade tenha 144 quartos e gere 500 empregos diretos. A proposta do grupo é oferecer aos hóspedes o máximo de luxo e conforto.

Dentro do projeto, a cadeia portuguesa pretende também construir um aparthotel, com 252 unidades, focando na experiência de alojamento familiar. Todo o complexo hoteleiro irá acolher cinco restaurantes, parque aquático, entre outros serviços.

 

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Hotéis de Macau fixam novo recorde de hóspedes pelo segundo mês consecutivo

Os estabelecimentos hoteleiros de Macau acolheram mais de 1,22 milhões de hóspedes em fevereiro, estabelecendo um novo recorde pelo segundo mês consecutivo.

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De acordo com dados oficiais da Direção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), o número de hóspedes nos 46 mil quartos em 141 hotéis e pensões da região chinesa subiu 39,6% em comparação com o mesmo mês do ano passado e 14,2% face a 2019.

Foi também o número mais elevado de sempre em fevereiro. O anterior recorde, 1,08 milhões de hóspedes, tinha sido fixado no início de 2019, antes da pandemia de covid-19, numa altura em que Macau tinha apenas 39 mil quartos em 117 estabelecimentos hoteleiros.

Os estabelecimentos hoteleiros do território já tinham fixado um novo recorde ao receberem mais de 1,32 milhões de hóspedes em janeiro, o número mais elevado de sempre para o primeiro mês do ano.

Apesar do aumento do número de quartos e de hotéis e pensões, a ocupação média atingiu 85,6%, mais 9,5 pontos percentuais do que em fevereiro de 2023, mas ainda longe da taxa de 91,9% registada em 2019.

O preço médio dos quartos de hotel em Macau também aumentou em fevereiro, mais 28,4% em comparação com o mesmo mês de 2023, de acordo com dados da Associação de Hotéis de Macau, que reúne 43 hotéis locais.

Um relatório, divulgado pela Direção dos Serviços de Turismo, revelou que o preço médio se fixou em 1.545 patacas (177 euros) no mês passado, mais 2% do que em fevereiro de 2019, antes do início da pandemia.

Os números traduzem uma recuperação no setor do turismo de Macau, que começou, a partir de dezembro de 2022, a cancelar a maioria das medidas de prevenção e contenção no território, que, à semelhança da China continental, seguiu a política ‘zero covid’.

No início de janeiro de 2023, a região chinesa abriu as fronteiras a todos os estrangeiros, incluindo turistas, invertendo uma proibição que durou quase três anos.

Em 2023, os hotéis e pensões de Macau acolheram 13,6 milhões de hóspedes, mais 165,4% do no ano anterior, e com uma ocupação média de 81,5%, mais do dobro do registado em 2022, revelou a DSEC.

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Cidade da Praia vai ganhar primeiro 5 estrelas sob gestão do Grupo Barceló

O primeiro hotel de cinco estrelas na cidade da Praia (Cabo Verde) abre as portas no próximo mês de maio sob gestão do Grupo Barceló. A nova unidade vai criar entre 60 e 70 postos de trabalho.

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A Valor Hotéis e Turismo (VHT) investe no primeiro hotel de cinco estrelas na Cidade da Praia (capital de Cabo Verde) a ser gerido pela marca Barceló.

Depois de um processo de aprimoramento, à procura de alinhamento com os melhores padrões de qualidade internacionais, a Valor Hotéis e Turismo vê concretizada a sua ambição de elevar a qualidade da oferta turística na Cidade da Praia, com a conclusão do seu tão aguardado hotel localizado na Prainha, anuncia a empresa proprietária nas redes sociais.

A Valor Hotéis e Turismo partilha ainda que o posicionamento internacional e a operacionalização de uma unidade hoteleira com essas características, o primeiro e único de cinco estrelas da capital do país, “requer expertise e experiência profissional, só encontradas em cadeias hoteleiras com reconhecida notoriedade internacional”.

É neste sentido que a VHT selecionou, para operacionalizar o seu hotel, o Grupo Barceló, considerada uma das mais prestigiadas cadeias hoteleiras internacionais, com mais de 245 hotéis, em mais de 21 países, uma rede de agências de viagens e de operadores turísticos e uma companhia de aviação, o que representa “uma mais-valia não só para o sucesso do hotel, mas também para o posicionamento da ilha de Santiago como um destino turístico de qualidade”, indica ainda.

O novo cinco estrelas irá oferecer 70 quartos, 10 suites, incluindo uma suite presidencial, dois restaurantes, uma sala de conferências e uma piscina infinita. O principal restaurante do hotel terá o nome de Jasmim.

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Hotelaria de Cabo Verde bate recorde de hóspedes em 2023

Os estabelecimentos hoteleiros de Cabo Verde bateram o recorde de hóspedes em 2023, ultrapassando o um milhão, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

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O ano fechou com 1.010.739 hóspedes, que proporcionaram 5.150.806 dormidas, ou seja, aumentos de 20,9% e 26,0%, respetivamente, face ao ano de 2022.

Os números superam também os valores pré-pandémicos: “face ao ano de 2019, registou-se um crescimento de 23,4% no número de hóspedes” e “um acréscimo de 0,7%” no número de dormidas.

O Reino Unido manteve-se em 2023 como principal país de proveniência de turistas, “mas os Romenos destacaram-se com a maior permanência em Cabo Verde, com uma estadia média de 6,5 noites”.

A ilha do Sal continua a ser a ilha mais procurada, representando 57,1% das entradas nos estabelecimentos hoteleiros.

Os hóspedes permaneceram, em média, cinco noites nos estabelecimentos hoteleiros e a taxa de ocupação por cama, em média, foi de 52%.

Os números da hotelaria estão em linha com os referentes à entrada de turistas, anunciados pelo ministro do turismo em entrevista à Lusa, em fevereiro, quando Carlos Santos anunciou que Cabo Verde bateu um novo recorde de visitantes, com mais de 900 mil turistas, em 2023.

As previsões apontam para um crescimento sustentado do turismo em Cabo Verde, desde que haja investimento em alojamento e outras infraestruturas para responder à procura.

A nível internacional, o objetivo é “consolidar” os mercados europeus, responsáveis por mais de 90% dos turistas que viajam para o arquipélago, mas também captar visitantes de países africanos e americanos, tais como, Brasil e Estados Unidos.

O turismo, setor responsável por cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cabo Verde, centra-se nas ilhas do Sal e da Boavista.

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Hotéis da Guestcentric já alcançaram 40% das receitas de 2023

No primeiro trimestre de 2024, os cerca de 400 hotéis que integram o portefólio de clientes da Guestcentric registaram receitas de estadias hoteleiras equivalentes a 40% do total de receitas registadas em 2023.

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Desta forma, estes valores apontam para um aumento potencial no total de estadias e receitas entre 5% a 10% até ao final do ano, como a Guestcentric indica em comunicado.

A empresa afirma que “os visitantes dos Estados Unidos da América permanecem como o principal mercado para os hotéis portugueses”, um aumento que refere coincidir com “a chegada de mais marcas hoteleiras norte-americanas por todo o país”, numa tendência que acredita “atrair competências especializadas e elevar os níveis salariais”.

“Os dados que observámos no primeiro trimestre de 2024 indicam não só um crescimento, mas uma mudança transformadora no setor da hotelaria. Hotéis e alojamentos por todo o País estão a evoluir para satisfazer a procura e as preferências – em mutação constante – dos viajantes internacionais. No entanto, este crescimento será acompanhado por grandes mudanças, às quais as empresas do setor devem impreterivelmente adaptar-se. A evolução para uma oferta mais sofisticada e diversificada não é apenas uma resposta à procura do mercado, mas uma oportunidade para elevar toda a experiência turística em Portugal”, refere Pedro Colaço, CEO da Guestcentric.

A Guestcentric, uma empresa de software e serviços de marketing digital na cloud, permite aos empresários hoteleiros comunicar a sua marca online e promover o seu produto e serviços, ligando-se aos clientes em todas as plataformas digitais. A plataforma “tudo-em-um” da Guestcentric fornece aos hotéis uma solução unificada, que acompanha e gere a viagem online dos seus hóspedes.

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Evolution Cascais-Estoril | Créditos: DR

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Hotelaria liderou investimento imobiliário em Portugal no ano passado

Em 2023, o setor hoteleiro atraiu 40% do total de investimento imobiliário realizado em Portugal, o que se traduziu em 605 milhões de euros.

Carla Nunes

Os números constam na 9ª edição do “The Property Handbook – a Real Estate Investment Guide”, que surge de uma parceria entre a consultora CBRE e a sociedade de advogados Vieira de Almeida (VdA).

De acordo com o estudo, o setor hoteleiro foi a “estrela” de investimento imobiliário em 2023 no território nacional, seguido pelo mercado de retalho, que conseguiu captar 35% do total deste tipo de investimento, ou seja, 550 milhões de euros.

Segundo a CBRE, a cidade de Lisboa ganhou 20 novos hotéis no ano passado, maioritariamente de quatro estrelas e com cerca de 2.000 quartos, sendo que para 2024 já estão previstos outras 20 unidades, com um total de 2.000 quartos.

Por outro lado, a consultora indica que no Porto surgiram dez novos hotéis em 2023, maioritariamente de cinco estrelas e com cera de 1.000 quartos, prevendo a abertura de mais 15 novos hotéis em 2024.

Já no mercado de retalho, em 2023, a análise destaca que foram inaugurados três retail parks e foram ainda abertas 93 lojas em Lisboa e 67 no Porto.

Investimento imobiliário decresceu cerca de 50% face a 2022

Apesar de a hotelaria ser dada como líder em 2023 no que diz respeito ao investimento imobiliário, o estudo dá conta de que “as elevadas taxas de juro, juntamente com os receios de uma recessão económica, conduziram a um declínio significativo dos volumes de investimento imobiliário a nível mundial”, uma tendência a que Portugal não escapou: em 2023 o país captou um total de investimento de 1,6 mil milhões de euros, um decréscimo de cerca de 50% face ao ano anterior.

Volume de negócios de investimento em imóveis de rendimento em Portugal | Créditos: CBRE

No estudo é apontado que “a forte atividade de investimento observada desde 2015 tem visado sobretudo os setores de escritórios e centros comerciais, embora o interesse se tenha diversificado para outras classes de ativos”. Como é referido, “a maior aceitação do risco tem atraído o interesse de vários investidores para outros ativos operacionais, como hotéis, residências para estudantes e cuidados de saúde”.

No caso de Portugal, a CBRE e a VdA indicam que “o abrandamento da atividade de investimento não tem sido motivado pelo desempenho operacional dos ativos, mas é sobretudo motivado por uma abordagem demasiado cautelosa por parte dos investidores”.

Rendimentos de primeira linha nas principais classes de ativos imobiliários | Créditos: CBRE
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Vila Baleira Hotels & Resorts abre nova unidade no Porto Santo no verão

O Vila Baleira Village abre no verão e vai disponibilizar 32 villas, 16 quartos Deluxe Superior e uma suíte com vista para o mar, localizando-se na primeira linha de praia do Porto Santo.

Publituris

O Grupo Vila Baleira Hotels & Resorts vai abrir, este verão, uma nova unidade hotelaria em Porto Santo, Madeira, o Vila Baleira Village, que será a quarta unidade do grupo e a terceira na ilha do Porto Santo.

Num comunicado enviado à imprensa, o grupo de hotelaria explica que o novo Vila Baleira Village vai disponibilizar 32 villas, 16 quartos Deluxe Superior e uma suíte com vista para o oceano e para o Ilhéu da Cal.

“É um hotel moderno e confortável e a melhor opção para famílias e casais, que procuram conforto, privacidade, ambiente descontraído e tranquilidade total no autêntico paraíso da Ilha Dourada, com as suas águas quentes e cristalinas”, realça a Vila Baleira Hotels & Resorts, num comunicado enviado à imprensa.

A nova unidade localiza-se na primeira linha de praia do Porto Santo e conta com acesso direto ao areal, distando poucos minutos do centro da cidade, assim como do aeroporto do Porto Santo.

“Estamos muito satisfeitos com o fecho deste negócio, visto que com este novo investimento teremos um novo conceito em Porto Santo. O Vila Baleira Village vem complementar as três unidades que temos neste momento no grupo e estamos certos que será mais um marco para o crescimento sustentável do Grupo Vila Baleira”, afirma Gonçalo Teixeira, administrador do grupo Vila Baleira Hotels & Resorts.

Entre as unidades de alojamento do Vila Baleira Village, o destaque vai para as 32 villas, que conta com áreas de 52 metros quadrados, cozinha totalmente equipada, sala e quarto.

Já os quartos Deluxe Superiores situam-se no primeiro piso do edifício principal da unidade hoteleira, assim como a suíte, a sala de animação para crianças, o ginásio, o SPA, o bar e o restaurante, que conta ainda com esplanada.

“Esta unidade é muito importante para a afirmação e reforço da posição do grupo com um posicionamento exclusivo na melhor localização, a primeira linha de praia do Porto Santo”, acrescenta Bruno Martins, diretor-geral do Grupo Vila Baleira Hotels & Resorts.

Com a abertura do Vila Baleira Village, o grupo de hotelaria passa a contar com quatro unidades de alojamento, um total de 504 quartos, incluindo 418 no Porto Santo e 86 no Funchal.

 

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