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Lux Hotels: Segunda vaga da pandemia pode “obrigar” a fechar hotéis por falta de procura

Com oito hotéis espalhados por Fátima, Lisboa, Porto e Évora, o Grupo Lux Hotels deparou-se com diferentes realidades no verão. Se por um lado as unidades nos centros urbanos foram […]

Carina Monteiro
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Lux Hotels: Segunda vaga da pandemia pode “obrigar” a fechar hotéis por falta de procura

Com oito hotéis espalhados por Fátima, Lisboa, Porto e Évora, o Grupo Lux Hotels deparou-se com diferentes realidades no verão. Se por um lado as unidades nos centros urbanos foram […]

Carina Monteiro
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Com oito hotéis espalhados por Fátima, Lisboa, Porto e Évora, o Grupo Lux Hotels deparou-se com diferentes realidades no verão. Se por um lado as unidades nos centros urbanos foram as mais afetadas pela falta de procura, por outro, o grupo registou bons resultados no único hotel que manteve aberto em Fátima, o Lux Fátima Park Hotel, e na sua unidade no Alentejo, o Évora Olive Hotel.
A temporada baixa que se inicia agora começa, no entanto, a preocupar António Gonçalves, administrador do grupo, que olha com “muita apreensão” para o atual momento. “Os países europeus já estão a tomar medidas preventivas mais restritivas pelo que as viagens aéreas estão a diminuir. Tememos, ainda, que venham a diminuir mais drasticamente à medida que caminhamos para o inverno. Dependemos de clientes de proximidade, como a Espanha, França entre outros, já que muitos estão a viajar de carro”, refere.

Como é que correu o verão para as unidades do Grupo Lux Hotels?
Este ano está a ser muito diferente daquele que tínhamos perspetivado. Os meses de janeiro, fevereiro e os primeiros 15 dias de março auguravam um ano melhor que o anterior.
O objetivo para este ano era manter os números de 2019 nomeadamente nos hotéis de Lisboa e Porto. Vínhamos de três anos de crescimento muito significativo nestas unidades e crescer significava crescer no preço pois na ocupação já era difícil fazê-lo.
O Évora Olive Hotel ainda tinha alguma margem de crescimento, em 2020 tínhamos projetado um crescimento na ordem dos 5%.
Nos hotéis de Fátima é sempre uma incógnita, nunca sabemos o que esperar de cada ano, pois há um desfasamento enorme entre a oferta e a procura. Apesar de sermos o destino turístico na zona centro com o maior número de turistas e o mais internacional de todos, também é verdade que o número de camas é muito superior à procura, o que não nos permite crescer nem em preço nem em ocupação. Há que trabalhar muito na comunicação de que “Fátima é Mais”. Ainda que o Santuário de Fátima seja a âncora, num raio até 50 km (cerca de 30 minutos de carro) temos muitos atrativos turísticos: a Serra D’Aire e Candeeiros onde se podem visitar várias grutas naturais, o parque sensorial da Pia do Urso, fazer passeios de bicicleta, a cavalo ou caminhadas; monumentos Património da Unesco (Convento de Cristo em Tomar, Mosteiro da Batalha e Mosteiro de Alcobaça) e as praias fluviais. Com alguns investimentos estratégicos (equipamentos para estágios desportivos de várias modalidades, um espaço para reuniões e eventos de dimensão média, um parque da cidade com várias diversões e onde houvesse um espaço “acqua” para o verão) tirando partido da centralidade geográfica no contexto nacional, atrairíamos outros segmentos de mercado aumentando a procura em especial na época baixa quando o turismo religioso abranda significativamente.

Quais as unidades que tiveram melhor desempenho?
A nível de desempenho, o Évora Olive Hotel, durante o verão, onde habitualmente já temos público nacional, teve um desempenho muito bom e correu com normalidade, com números muito próximos de 2019. Évora é sobejamente conhecida pela sua gastronomia, cultura e natureza envolvente.
Em Fátima correu razoavelmente bem. Muito embora das três unidades que possuímos em Fátima, optámos por abrir só o Lux Fátima Park – Hotel Apartamentos, pois é aquele que permite um maior “afastamento social” como também se adequa a qualquer segmento, mas em especial ao segmento famílias. É no destino Fátima o único hotel neste segmento, o que é uma vantagem competitiva significativa.
É verdade que a pandemia trouxe mais pessoas ao Centro de Portugal e o facto de termos apartamentos e piscina exterior é um atrativo.
Estamos a procurar parcerias com entidades que nos liguem aos amantes do turismo de natureza, que adorem caminhadas, fazer passeios de bicicleta e que gostem de experienciar lentamente os locais por onde passam e apreciar a cultura local. Temos trabalhado para dar a conhecer Fátima nesse sentido. Para quem seja religioso, Fátima tem uma paz viciante. Para quem não é católico, Fátima é espiritualidade, é paz interior, é bem-estar.
Os caminhos de Fátima tem tido divulgação por parte das entidades do turismo, mas temos, ainda, de continuar a trabalhar para que as pessoas vejam nos Caminhos de Fátima, aquilo que vêm nos Caminhos de Santiago. Os Caminhos de Fátima podem ter tantos objetivos quantos aspiramos: podemos ir sós, acompanhados com família ou amigos, apenas com família, e pelas mais variadíssimas razões: desde fé, à necessidade de reflexão e paz interior, à necessidade de uma mudança, à confraternização e ao lazer.
São caminhos belíssimos que deveriam ir para a ‘to do list’ de cada português e viajante internacional como uma das 10 ou 20 coisas a fazer ao longo da vida.
Além da natureza envolvente, existem variadíssimos atrativos culturais e gastronómicos por descobrir.
Os grandes centros urbanos foram os mais afetados. Em Lisboa, temos 3 unidades: Lux Lisboa Park, próximo do Parque Eduardo VII; Lisboa Pessoa Hotel e Lisboa Carmo Hotel, ambos no Largo do Carmo. No Porto, o Porto A.S. 1829 Hotel, situado no Largo de São Domingos ao final da Rua das Flores para quem desce.
Em termos de números, no acumulado dos meses de verão (Julho, Agosto e Setembro), o Évora Olive Hotel foi o que mais se aproximou da “normalidade” atingindo 65% das vendas comparando com o período homólogo. Tínhamos noção de que este ano Évora teria melhor desempenho que os restantes destinos pelo peso que o mercado nacional representa no hotel.
Nos hotéis de Fátima, Lisboa e Porto o mercado internacional tem um peso nas vendas superior a 90%, pelo que as expectativas de “termos verão” foram-se desvanecendo a partir do momento em que o número de contágios não parava de subir em importantes mercados emissores como EUA e Brasil e quando na europa alguns países como o Reino Unido impuseram quarentenas de 15 dias a quem regressava de Portugal.
Em Lisboa, o hotel que melhor desempenho teve este verão foi o Lux Lisboa Park, atingindo 40% das vendas comparativamente com o período homólogo. Este hotel tem no “rooftop” uma piscina instagramável e um bar, o que lhe confere uma vantagem competitiva nos meses de verão.
Por ordem decrescente, as vendas no verão comparativamente com o ano de 2019, representaram em média nos hotéis de Fátima 27%, nos hotéis de Lisboa 25% e 19% no hotel do Porto.

Estão a ter reservas para o restante período que falta para o final do ano?
Évora, ainda que esteja em decrescendo em relação ao Verão, prevemos atingir 50% das vendas comparando com os meses homólogos de 2019.
Fátima vai entrar em período de época baixa e se noutros anos as expectativas já não eram animadoras, este ano em princípio vamos encerrar todas as unidades. Abriremos pontualmente e quando se justificar, como é o caso dos fins-de-semana e períodos festivos, Natal e Fim de Ano.
Para Lisboa e Porto a expectativa é de conseguirmos atingir entre 20% a 25% da produção homóloga para se justificar mantermos os hotéis abertos. Vamos ver se esta segunda vaga da pandemia não nos obriga a fechar por falta de procura. Nestes dois destinos a falta de procura levou a que os preços baixassem consideravelmente, atraindo mercados que anteriormente não trabalhávamos como é o caso dos mercados de proximidade (Portugal e Espanha) e um segmento mais jovem, são maioritariamente “Millennials”.

Como é que encaram este período de época baixa? Quais os maiores receios nesta altura?
Com muita apreensão. Os países europeus já estão a tomar medidas preventivas mais restritivas pelo que as viagens aéreas estão a diminuir. Tememos, ainda, que venham a diminuir mais drasticamente `a medida que caminhamos para o inverno. Dependemos de clientes de proximidade, como a Espanha, França entre outros, já que muitos estão a viajar de carro.

Perspectivam encerrar unidades neste período? Se sim, quais?
As unidades de Fátima muito provavelmente, o que já é normal. Normalmente mantemos uma delas abertas, visto determos 3 unidades hoteleiras em Fátima.
Restantes unidades, para já ainda não temos previsão, a não ser que a “falta de procura” o justifique.

Como é que pensam gerir as equipas neste período de menor procura?
É um período difícil para todos. Como gestores, é muito complicado gerir por um lado as expectativas pessoais e profissionais e por outro as de foro empresarial, com todos os investimentos e obrigações que temos de cumprir. É avassalador o que a pandemia veio trazer para muitas famílias. Estamos focados no bem-estar dos nossos colaboradores, mas por vezes temos de tomar decisões difíceis, fruto do contexto em que vivemos.
Em todos os hotéis, as equipas foram sendo redimensionadas. Como uma grande maioria dos nossos hotéis abriu há poucos anos, houve contratos que não renovamos.

Sobre o autorCarina Monteiro

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GuestReady revela que preços do AL sobem e ocupação chega aos 90% no início do verão

A GuestReady, empresa ligada ao setor do Alojamento Local (AL) em Portugal e na Europa, anuncia um primeiro semestre de crescimento no turismo, com a taxa de ocupação das unidades que tem sob gestão a aproximar-se dos 90% em maio e em junho em Portugal, com o valor médio das noites a rondar os 90 euros.

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De acordo com a empresa, as comemorações dos Santos Populares e os festivais musicais de verão são os responsáveis por esta subida de preços e de ocupação. Assim, em Lisboa a procura recente escalou com a comemoração do Santo António, que levou o preço médio por noite a ultrapassar os 100 euros, enquanto nos fins-de-semana em que se realizou o Rock In Rio a média de preços continuou a subir, registando-se nos 120 euros por noite. Já no Porto, o Primavera Sound, que decorreu no início do mês de junho, e o São João, que teve lugar no final do mês, fizeram com o preço médio por noite ultrapassasse os 90 euros por noite no primeiro mês do verão.

Apesar dos eventos que geram um apelo especial, Lisboa e Porto são cidades procuradas o ano inteiro, salienta a GuestReady, devido aos pontos turísticos de interesse. Mas os meses de verão trazem uma procura redobrada por todo o tipo de unidades no país, sobretudo as que têm piscina, estão perto da praia, do rio ou na montanha, ou que são aptas para famílias e grupos grandes.

A GuestReady faz o balanço de um primeiro semestre positivo e de crescimento no turismo, tendo gerido nos primeiros seis meses de 2024 praticamente mais três mil reservas do que em período homólogo de 2023, consequência também do crescimento de portefólio.

Os festivais que acontecem nas próximas semanas, nomeadamente, em Lisboa, Porto e Sesimbra, deverão causar também impacto nas unidades de alojamento local dessas zonas, com maior procura e ocupação, prevê a GuestReady.

 

 

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Objetivo da limehome é chegar às 500 unidades no Porto e expandir no resto do país

A limehome, operadora de apartamentos turísticos na Europa, anuncia a sua atividade em Portugal com cinco novas propriedades no Porto e em Évora, com um total de 48 apartamentos. O objetivo é alcançar rapidamente as 500 unidades na Invicta e expandir no resto do país. A carteira europeia cresce em 800 unidades no primeiro trimestre de 2024.

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“Continuamos em busca de parceiros, tal como de novas propriedades em Portugal e, especificamente, na área metropolitana do Porto”, refere Xulio Rey, responsável pela expansão da limehome no nosso país e Espanha”, para avançar que “prosseguimos o ambicioso objetivo de alcançar rapidamente as 500 unidades aqui e queremos crescer no país”. O responsável reconhece que, com a maior popularidade de alojamentos alternativos à oferta hoteleira tradicional, há um aumento da procura por este tipo de estadia, especialmente por quem prefere uma experiência mais autêntica e local.

Uma majestosa casa tipicamente portuguesa, no nº 204 da Rua de Dom Manuel II, na cidade do Porto, integra 8 unidades numa localização estratégica, a poucos minutos a pé do centro histórico da cidade. A proximidade com o Palácio de Cristal, e seus jardins, faz dela o local ideal para quem quer assistir aos diversos eventos que ali se organizam. A renovação do edifício foi coordenada para manter elementos arquitetónicos distintivos, como tetos e janelas, preservando a sua essência, ao mesmo tempo que oferece todo o conforto de um apartamento contemporâneo.

A limehome está, também, na Rua Conceição 55, no coração da cidade e a poucos minutos a pé das grandes atrações turísticas. Rodeada por ruas cheias de restaurantes, bares, lojas e encantadores becos, esta localização conta com um total de 17 apartamentos de design moderno e cuidado.

Em Évora, estão contratadas três novas propriedades, num total de 23 unidades. Dois destes projetos têm lugar na Rua de Machede, e o terceiro é no Largo dos Penedos. Estrategicamente localizados, os apartamentos oferecem um bom acesso aos pontos mais emblemáticos da cidade e proporcionam aos hóspedes a oportunidade de explorar Évora a pé, mergulhando no seu encanto histórico e cultural. Todas as propriedades têm piscina, tornando-se perfeitas para descansar em dias quentes.

A nível internacional, a limehome aumentou a sua carteira em quase 14% no primeiro trimestre de 2024. No final de março, a empresa tinha assinado contratos relativos a um total de 800 novos apartamentos, elevando assim a sua carteira europeia a ultrapassar os 6.800 apartamentos. Além de Portugal, a maioria dos novos contratos de arrendamento estão em Espanha, Áustria e Itália.

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Espanhola Paradores vai contar com plataforma de gestão hoteleira da Minsait

A empresa tecnológica Minsait vai ajudar a Paradores espanhola a enfrentar de forma eficaz os desafios colocados pela digitalização no setor do turismo. A sua plataforma de gestão hoteleira vai facilitar a adaptação rápida e eficiente da empresa pública de turismo às inovações tecnológicas.

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A Minsait, empresa de transformação digital da Indra, e a Paradores, cadeia hoteleira com cerca de uma centena de estabelecimentos hoteleiros em Espanha, anunciam a assinatura de um acordo para a implementação da plataforma tecnológica de gestão hoteleira PMS e PoS na empresa pública de turismo. O objetivo é melhorar a gestão das suas operações, agilizar o sistema de reservas e facilitar a sua adaptação às inovações tecnológicas do setor de forma mais rápida e eficiente.

O projeto, que tem uma duração prevista de 24 meses e inclui mais 60 meses de serviço, irá dotar a Paradores com a capacidade para enfrentar de forma eficaz os desafios colocados pela digitalização e melhorar a experiência dos seus clientes.

A solução da Minsait, presente em cadeias hoteleiras de todo o mundo, ajudará a Paradores na gestão de reservas com um sistema integrado para todas as operações, agilizando os processos de check-in e check-out, a tomada de decisões e a simplificação dos serviços.

Além disso, o sistema permite incorporar alterações e funcionalidades adicionais à medida que novos desenvolvimentos tecnológicos surgem de forma mais ágil e sem custos acrescidos.

Outra das vantagens da plataforma implica diretamente os clientes: através dos canais disponíveis, como email, mobile, web e redes sociais, os programas de fidelização e as ofertas serão melhorados e personalizados, o que permitirá responder às expectativas dos utilizadores da rede Paradores.

A plataforma que a Minsait está a implementar para a cadeia hoteleira utilizará uma única base de dados centralizada para gerar previsões e facilitar a tomada de decisões com base nas preferências dos clientes.

 

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Figuras

Highgate Portugal contrata dois novos vice-presidentes

A multinacional de gestão hoteleira apostou em Gaurav Garg para o cargo de vice-presidente de Revenue Management & Distribution. Já Nuno Sancho ficará responsável pela vice-presidência de Desenvolvimento de Negócio da Highgate Portugal.

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A Highgate Portugal contratou Gaurav Garg e Nuno Sancho para cargos de vice-presidência na multinacional de gestão hoteleira, investimento, tecnologia e desenvolvimento.

Desta forma, Gaurav Garg assume o cargo de vice-presidente de Revenue Management & Distribution, enquanto Nuno Sancho passa a desempenhar a função de vice-presidente de Desenvolvimento de Negócio da empresa.

Com um percurso profissional de mais de 23 anos, Gaurav Garg passou pelo Grupo MGM Muthu Hotels enquanto diretor comercial e diretor do grupo, entre 2016 e 2024. Anteriormente, exerceu diferentes funções no Grupo Oberoi Hotels & Resorts, em Deli, Índia, entre as quais a de vice-presidente adjunto de Revenue Management & Contact Centre.

Neste novo cargo na Highgate Portugal, Gaurav Garg ficará responsável pela implementação das estratégias e processos de Revenue Management e Distribuição, “com o objetivo de continuar a otimizar e maximizar as receitas da operação do portefólio dos 18 hotéis e dos três campos de golfe em Portugal”, como a empresa refere em nota de imprensa.

Já Nuno Sancho terá como principais funções identificar e avaliar novas oportunidades para a gestão e aquisição de ativos hoteleiros, “impulsionando a expansão do portfolio da Highgate Portugal tanto no mercado português como no mercado espanhol”.

Com mais de duas décadas de experiência, Nuno Sancho ocupou o cargo de consultor sénior na JLL Portugal. Já entre 2019 e 2022, enquanto Business Development Manager, na Eurostars Hotel Company, liderou os esforços de expansão em várias regiões, incluindo Brasil, Portugal e Marrocos.

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The Verse: o novo aparthotel a abrir portas na Rua de São Bento em Lisboa

O número 39 da Rua de São Bento, em Lisboa, passa a contar com um novo boutique aparthotel com 15 unidades de alojamento nas tipologias T1 e T2, divididas por cinco pisos. O edifício, totalmente renovado, tem a assinatura do arquiteto Carrilho da Graça.

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O The Verse é o mais recente aparthotel da Rua de São Bento, em Lisboa, cuja data de abertura está marcada para 15 de agosto.

Este boutique aparthotel conta com cinco pisos e divide-se entre 15 unidades de alojamento, num projeto detido pelos sócios David Clarkin e Andrew Richardson, bem como pelos respetivos filhos, Henry Clarkin e Anna Richardson.

No piso 0 é possível encontrar dois apartamentos T1 com pátio privativo. Os restantes 13 apartamentos dividem-se pelos pisos superiores, sendo que um deles é um T2 com terraço.

Estas unidades de alojamento estão totalmente equipadas com cozinha e sala de estar e, apesar de seguirem a mesma linha, “todas as tipologias apresentam características e pormenores que as tornam especiais à sua maneira”, como referido em comunicado. Destaque também para o rés-do-chão, onde uma zona híbrida de lobby junta uma receção ativa 24 horas por dia e um espaço de bar pronto para receber eventos especiais com sessões de DJ.

Créditos: The Verse

O mais recente aparthotel no número 39 da Rua de São Bento está integrado num edifício totalmente renovado pelo arquiteto Carrilho da Graça, sendo que o design de interiores, a decoração e curadoria artística ficaram a cargo do Studio Astolfi.

Por forma a “deixar transparecer a essência portuguesa”, todos os espaços do The Verse são decorados com peças feitas à medida por artistas e artesãos portugueses. A ideia passa por transmitir “uma narrativa forte com movimentos elegantes e inesperados, apresentando um ambiente convidativo, acolhedor, contemporâneo e requintado”.

Os preços de estadia nas unidades de alojamento do The Verse variam entre os 300 e os 700 euros.

Créditos: The Verse

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Autarca de Lisboa insiste na subida da taxa turística para ter “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, de forma a financiar mais equipamentos de cultura, a exemplo do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística.

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O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, voltou esta segunda-feira, 8 de julho, a insistir na subida do valor da taxa turística cobrada sobre as dormidas em Lisboa, defendendo que o montante arrecadado será investido em “melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura”.

“Se a cidade vir o valor do turismo, seja em melhor limpeza, melhores espaços, mas também mais cultura, então o turismo vale mesmo a pena, ele é visível”, disse Carlos Moedas, durante a cerimónia de assinatura do contrato de concessão para criação do “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”.

Carlos Moedas defende que a taxa turística da capital deve subir de dois para quatro euros por noite, dando como exemplo o novo “Centro Interpretativo dos Murais de Almada nas Gares Marítimas”, que recebeu cerca de 3,5 milhões de euros provenientes da taxa turística para a sua concretização.

“Quando eu digo que quero aumentar a taxa turística é exatamente para ter mais cultura, mais equipamentos de cultura, é para maior limpeza da cidade, é para ter espaços mais verdes”, insistiu o presidente da Câmara, em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia.

Carlos Moedas mostrou-se, desta forma, indiferente às criticas da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) e Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), que são contra o aumento da taxa para o dobro do valor cobrado atualmente.

Além de permitir uma maior aposta na limpeza da cidade e na cultura, Carlos Moedas vincou ainda, segundo a Lusa, que esta medida permite “baixar os impostos aos lisboetas”, lembrando que o turismo corresponde a quase 20% da economia da cidade e 25% do emprego, garantindo, por isso, que a ideia “não é diminuir o turismo, mas apostar também em outras áreas”.

“Temos trabalhado com o Turismo de Lisboa para pensar novas centralidades, […], nós temos mais ou menos 35.000 turistas [diários] que entram na nossa cidade e esses 35.000 normalmente vão exatamente para os mesmos sítios, vão para as mesmas partes da cidade e aquilo que nós temos de conseguir é novas centralidades, como é o caso daquilo que estamos aqui a fazer”, acrescentou o autarca lisboeta.

Presente na cerimónia esteve também Vitor Costa,  diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa, que sublinhou que o importante é que a “qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”.

Os turistas, quando vão a determinada cidade, também têm o seu peso, a sua interferência, e a nós o que nos preocupa no setor do turismo é que haja recursos para que os turistas tenham maior ligação com a cidade e que a qualidade da cidade seja melhorada com esses recursos também”, disse o responsável, considerando que “é bom para os turistas, mas é também, sobretudo, bom para os residentes”.

Relativamente aos receios manifestados por algumas entidades de que o aumento da taxa faça diminuir o número de turistas, Vítor Costa disse não partilhar desta visão e acredita que tal não vai acontecer.

“Já tivemos experiência de quando a taxa foi introduzida, com um euro, quando ela passou para dois euros, e isso não teve nenhum impacto. Este movimento de requalificação, da maior qualidade do turismo em Lisboa tem-se verificado”, argumentou.

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Sesimbra Oceanfront Hotel

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INE confirma que atividade turística superou níveis de 2019 no ano passado

Segundo o INE, as unidades de alojamento turístico nacionais contabilizaram, no ano passado, 32,5 milhões de hóspedes e 85,1 milhões de dormidas, com aumentos também nos proveitos, “evidenciando a retoma da atividade do setor depois da crise gerada pela pandemia de COVID-19”.

Inês de Matos

A atividade turística superou, no ano passado, os níveis de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE), que identifica crescimentos de 12,5% e 10,3% no total de hóspedes e dormidas, respetivamente, totalizando 32,5 milhões de hóspedes e 85,1 milhões de dormidas.

Segundo os dados divulgados esta segunda-feira, 8 de julho, estes valores refletem “crescimentos médios anuais de 2,4% e 2,3%, pela mesma ordem, desde 2019, evidenciando a retoma da atividade do setor depois da crise gerada pela pandemia de COVID-19”.

Os dados do INE mostram que, no ano passado, “todas as regiões registaram acréscimos no número de dormidas”, mas o destaque foi para o Oeste e Vale do Tejo (+18,2%), Norte (+14,0%) e Grande Lisboa (+11,8%), que apresentaram as maiores variações, sendo menos expressivos no Algarve (+6,7%) e no Centro (+6,9%).

“Em comparação com 2019, o Algarve e a Península de Setúbal foram as exceções, ao ficarem, em termos de dormidas, ainda aquém dos níveis pré-pandemia (-1,5% e -0,9% respetivamente)”, acrescenta o INE.

Segundo o INE, no ano passado, houve “sinais de recuperação da crise no setor”, uma vez que se superaram “os valores recorde de 2019 nos principais indicadores”, com destaque para as chegadas de turistas não residentes em Portugal, que chegaram às 26,5
milhões, correspondendo a um acréscimo de 19,2% face a 2022 e de 7,7% comparativamente a 2019.

Por mercados, o espanhol manteve-se como principal mercado emissor de turistas internacionais para Portugal, com uma quota de 25,2% e depois de um crescimento de 16,7% face a 2022, seguindo-se o mercado do Reino Unido, que representou 12,6% do total e voltou a ser o segundo principal mercado emissor de turistas para território nacional, apresentando um aumento de 14,0%.

Já o mercado francês foi o terceiro principal emissor de turistas para Portugal, com uma quota de 12,4% do total e um crescimento de 11,0%, ainda que tenha descido uma posição face ao ano passado.

No que diz respeito a outros mercados, que no conjunto representaram 44,8% dos turistas não residentes que visitaram Portugal em 2023, o INE destaca os EUA, que cresceu 34,2% no ano passado, assim como o italiano, que apresentou ainda um aumento de 29,2%.

O INE realça que, em 2023, os mercados externos geraram 57,1 milhões de dormidas nas unidades de alojamento turístico nacionais, refletindo um crescimento anual de 14,9%, enquanto o mercado interno “gerou 1/3 das dormidas em 2023”, num total de 28,1 milhões, o que representa um crescimento de 2,1% face ao ano anterior.

“Face a 2019, as dormidas de não residentes ganharam expressão, ainda que de forma muito ligeira (+0,6 p.p.), e registaram um crescimento de 10,4%, acima da variação observada nas dormidas de residentes (+7,5%)”, lê-se no comunicado que acompanha os números.

No que diz respeito às dormidas, os mercados externos que mais se destacaram foram o  Reino Unido, que se “manteve como principal mercado emissor em 2023 (18,0% do total de dormidas de não residentes) e registou um crescimento de 10,2% das dormidas (+5,9% face a 2019)”, seguindo-se o mercado alemão (11,8% do total), que aumentou 12,4% (+5,9% face 2019), mantendo a segunda posição, enquanto Espanha manteve-se como terceiro mercado emissor (10,6% do total) e registou um acréscimo de 8,3% (+5,4% face a 2019).

“As dormidas de não residentes representaram 67,0% das dormidas na generalidade dos meios de alojamento em 2023, tendo este sido o ano, desde 2013, em que se observou uma maior dependência dos mercados internacionais, apenas superado pelo ano de 2017, em que estes mercados totalizaram 67,8% do total”, explica o INE.

O INE diz que o mercado britânico tem vindo a perder preponderância e sublinha que, “analisando o conjunto dos três principais mercados externos, em 2023, estes representaram 40,3% do total das dormidas de não residentes na generalidade dos meios de alojamento, o valor mais baixo desde 2013”, sendo que, se excluirmos os anos da pandemia, “desde 2016 que o peso dos três principais mercados tem vindo a diminuir”, registando-se mesmo um decréscimo de 7,5 p.p. face a 2013.

A Grande Lisboa foi a região nacional que apresentou menor dependência dos mercados tradicionais, enquanto o Algarve foi a região mais dependente do principal mercado externo, que representou 35,4% das dormidas de não residentes na região.

Os dados do INE mostram ainda que também a taxa de sazonalidade diminuiu no ano passado, chegando aos 36,9%, naquele que foi o valor mais baixo desde 2013, com destaque para os residentes (41,3%).

O Alentejo foi a região que registou maior taxa de sazonalidade (44,5%), seguido pela Península de Setúbal (42,5%), enquanto na Grande Lisboa e na RA Madeira se registaram os valores mais baixos deste indicador (29,9% e 30,2%, respetivamente).

Proveitos também subiram

O INE diz que, no ano passado, as dormidas cresceram em todas as categorias de alojamento turístico, que registaram um total de 30,0 milhões de hóspedes e 77,2 milhões de dormidas (+13,2% e +10,7%, respetivamente).

“Os parques de campismo receberam 2,1 milhões de campistas (+3,6%), correspondendo a 7,2 milhões de dormidas (+6,3%). Face a 2019, os hóspedes cresceram ligeiramente (+1,3%), mas as dormidas foram inferiores (-2,6%). As colónias de férias e pousadas da juventude receberam 347,5 mil hóspedes, (+12,3%), que totalizaram 781,4 mil dormidas (+9,2%)”, refere o INE.

O crescimento das dormidas ditou também um aumento dos proveitos, que somaram 6 015,3 milhões de euros nos proveitos totais, depois de um crescimento de 20,0%, e 4 622,6 milhões de euros nos proveitos de aposento, onde o aumento foi de 21,4%, com o INE a indicar que, desde 2019, estes indicadores apresentaram crescimentos anuais médios de 8,8% e 9,4%, respetivamente.

Já o RevPAR atingiu os 64,8 euros no ano passado, crescendo 15,4% face a 2022, enquanto o o rendimento médio por quarto ocupado chegou aos 113,0 euros, depois de aumentar 9,1%.

Os dados do INE mostram ainda que, segundo o índice de Herfindahl–Hirschman (IHH), que permite avaliar níveis de concentração com base nos proveitos totais dos estabelecimentos de alojamento turístico, no ano passado, houve “uma tendência de redução da concentração no setor”, o que levou a um aumento da concorrência, uma vez que este indicador atingido os 28,5 em 2023 (45,6 em 2013), “o valor mais baixo neste período”.

“Numa análise por segmento, em 2023, o IHH foi mais baixo no alojamento local (20,0), seguindo-se a hotelaria (37,0) e o turismo no espaço rural e de habitação (47,4)”, explica o INE, revelando que, em termos regionais, o IHH atingiu os valores mais elevados na Península de Setúbal (472,6), na RA Madeira (347,9) e na RA Açores (315,2), enquanto os valores mais reduzidos observaram-se no Norte (62,1), no Centro (76,3) e na Grande Lisboa (90,1).

O INE diz ainda que, a 31 de julho de 2023, estavam em atividade e com movimento de
hóspedes, 8 015 estabelecimentos turísticos nacionais, correspondendo a um aumento de 7,9% face a 2022 e a um aumento médio anual de 2,9% desde 2019.

Viagens dos residentes ao estrangeiro também subiram

Os dados divulgados pelo INE esta segunda-feira, 8 de julho, mostram ainda que também o número de viagens realizadas pelos residentes ao estrangeiro aumentou no ano passado, com 51,7% da população residente em Portugal a realizar, pelo menos, uma viagem turística, o que representou um acréscimo de 4,0 p.p. face a 2022 (mais 431,9
mil turistas), correspondendo a 5,3 milhões de indivíduos, número ainda 2,1% abaixo do total de 2019.

“As deslocações turísticas dos residentes atingiram os 23,7 milhões, refletindo uma variação anual de 4,6%, embora ainda aquém dos valores de 2019 (-3,2%). As viagens em território nacional aumentaram 2,4% (-4,3% face a 2019), atingindo 20,4 milhões (86,4% do total, 88,3% em 2022 e 87,3% em 2019). As deslocações para o estrangeiro ganharam representatividade (13,6%, +1,9 p.p. acima do valor de 2022, +1,0 p.p. face a 2019) ao alcançarem 3,2 milhões em 2023 (+21,5% face ao ano anterior, +4,1% em comparação com 2019)”, resume o comunicado divulgado pelo INE.

No ano passado, as viagens turísticas dos residentes geraram mais de 96,5 milhões de dormidas (+2,0% face a 2022, -2,7% face a 2019), tendo a maioria ocorrido em Portugal (77,1% do total, 78,4% em 2022 e 77,6% em 2019).

Já as dormidas em território nacional registaram um acréscimo de 0,3%, enquanto as ocorridas no estrangeiro aumentaram 8,0%, aproximando-se dos níveis de 2019 (-3,2% e -0,8%, respetivamente).

O alojamento em casa de familiares ou amigos manteve-se como o meio de alojamento mais utilizado nas dormidas dos residentes, concentrando 39,6 milhões de dormidas (41,0% do total, +1,5 p.p. do que no ano anterior e +2,4 p.p. face a 2019), sendo que esta modalidade prevaleceu nas deslocações em território nacional (44,9% das dormidas, +3,2 p.p. do que em 2022 e +3,3 p.p. em comparação com 2019).

No entanto, nas deslocações ao estrangeiro foram os “estabelecimentos hoteleiros e similares” que reuniram a preferência dos residentes (53,2% das dormidas, -1,1 p.p. do que em 2022, -0,5 p.p. do que em 2019).

Já a despesa média por turista em cada viagem teve um acréscimo de 4,3% face ao valor de 2022, fixando-se em 242,4 euros (+23,9% face a 2019), com destaque para as viagens em Portugal, em que os gastos foram de 164,3 euros por turista/viagem, +1,1 euros que em 2022 e +31,3 euros em comparação com 2019, enquanto nas deslocações para o estrangeiro, o gasto médio por turista/viagem decresceu 2,1% em 2023 (+17,5% do que em 2019), tendo atingido 736,6 euros.

 

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Highgate Portugal reposiciona Palácio do Governador após renovação de 1M€

Com um projeto de arquitetura assinado pelo atelier de arquitetura Nini Andrade e Silva, o Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa conta agora com uma nova decoração, fruto de um rebranding por parte da Highgate Portugal. A renovação contou com um investimento de um milhão de euros.

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O Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa, que anteriormente ostentava a marca NAU Hotels & Resorts, foi alvo de uma renovação por parte da Highgate Portugal, que teve como objetivo fazer um rebranding deste hotel.

Um investimento de 1 milhão de dólares permitiu fazer remodelações nas áreas da receção, capela, corredores, salão das naus e sala de estar, bar e restaurante, quartos e suites, esplanada e na área envolvente da piscina. A aposta centrou-se num design contemporâneo através do novo mobiliário e decoração, baseada em tons de azul, branco, verde e dourado.

O projeto de renovação é assinado pelo atelier de arquitetura Nini Andrade e Silva e o novo logótipo do hotel foi desenvolvido pela Born.

“O Palácio do Governador é muito mais do que um hotel em Lisboa, é uma experiência de requinte numa das zonas mais emblemáticas da cidade. Este projeto de remodelação focou-se em preservar e reestruturar todos os elementos históricos daquela que foi a casa do primeiro Governador da Torre de Belém, bem como em dar uma nova vida à unidade através de um design contemporâneo”, refere Pedro Catapirra, diretor do Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa, em nota de imprensa.

Após o rebranding e renovação, o Palácio do Governador – Lisbon Hotel & SPA começa a época de verão com duas novidades: a reformulação do Brunch do Governador, que todos os domingos até setembro terá um barbecue com peixe, carne e legumes grelhados ao vivo; e sessões de sunset com DJ no bar do hotel a partir de 11 de julho.

O Brunch está disponível das 12h30 às 16h00, com o valor de 45 euros por pessoa. A refeição é gratuita para crianças até aos três anos, sendo que as criança dos quatro aos 12 anos usufruem de um desconte de 50%. Já as sessões de sunset decorrem todas as quintas-feiras das 19h00 às 20h30, com 50% de desconto nos cocktails Bartender Choice. Caso os clientes fiquem para jantar, as bebidas serão oferta do hotel.

O Palácio do Governador – Lisbon Hotel & Spa oferece 60 quartos com diferentes tipologias, desde Quartos Deluxe, Junior Suite, Suite do Infante, Suite da Princesa à Suite do Governador. As valências do hotel são compostas por um restaurante, um bar com vista rio e um spa com 1.200 metros quadrados e uma piscina interior de 25 metros com duas cascatas. A unidade conta ainda com uma piscina exterior de 17 metros.

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12 hotéis da Fundação INATEL distinguidos com o galardão Green Key 2024

Na Fundação INATEL, todos os hotéis participam de um programa de sustentabilidade ambiental de forma integrada, avaliando o impacto da sua atividade sobre o ambiente, adotando diariamente medidas com o objetivo de reduzir esse impacto, e promovendo a sensibilização de trabalhadores, clientes e fornecedores. Este trabalho realizado em 12 dos seus hotéis foi reconhecido com o galardão Green Key 2024.

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Os 12 hotéis INATEL merecedores desta distinção são: Albufeira, Castelo de Vide, Cerveira, Flores, Foz do Arelho, Graciosa, Linhares da Beira, Manteigas, Piódão, Porto Santo, São Pedro do Sul e Vila Ruiva.

A Green Key é uma certificação de responsabilidade social e ambiental e de gestão sustentável, uma iniciativa da Foundation for Environmental Education (FEE) e coordenada em Portugal pela ABAAE – Associação Bandeira Azul de Ambiente e Educação.

Ao optar por ficar num empreendimento reconhecido com esta certificação, está-se a a contribuir para a proteção do ambiente e para o nosso bem-estar, lembra a Fundação INATEL.

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KPI Hotel Management Services assume gestão do futuro Hotel Flor de Sal em Cabo Verde

Localizado em Santa Maria, na Ilha do Sal, o futuro hotel vai contar com 137 quartos e 80 apartamentos. O projeto vai unir as componentes de lazer e turismo de negócios, razão pela qual a unidade vai oferecer ainda um Centro de Congressos, um auditório com capacidade para 600 pessoas, spa, Beach Club e três outlets de restauração.

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A KPI Hotel Management Services, empresa do grupo Hipoges, assinou a gestão do futuro Hotel Flor de Sal, em Cabo Verde, com a Flor de Sal Investments.

O acordo foi firmado no Cabo Verde Investment Forum, que decorreu na Ilha do Sal a 12 e 13 de junho, na presença de Olavo Avelino Garcia Correia, vice-primeiro ministro de Cabo Verde. A assinatura do contrato de gestão foi formalizada por Pedro Garcia e Costa, Managing Partner da KPI, e por Amarilda Fortes, PCA da Flor de Sal Investments.

Espera-se que o hotel abra portas no primeiro trimestre de 2027 sob uma “conceituada marca hoteleira internacional que fará a sua estreia em Cabo Verde”, como referido em comunicado. Localizado em Santa Maria, na Ilha do Sal, este projeto hoteleiro vai contar com 137 quartos e 80 apartamentos. Terá ainda um Centro de Congressos, um auditório com capacidade para 600 pessoas, spa, Beach Club e três outlets de restauração.

Durante os últimos meses, a KPI tem também prestado consultoria à Flor de Sal Investments quanto à visão hoteleira do projeto, nomeadamente no apoio no processo de escolha da marca e na adaptação do projeto às exigências da marca e do mercado.

“Cabo Verde, e especialmente a Ilha do Sal, tem demonstrado um crescimento turístico acentuado desde o período pós-pandemia, atraindo cada vez mais turistas de várias localizações geográficas e contando com um alargado número de ligações aéreas. Acreditamos que Cabo Verde se tornará, rapidamente, um destino de referência, não só para o cliente típico de lazer mas para a crescente procura de eventos e incentivos”, afirma Pedro Garcia e Costa, managing partner da KPI.

O profissional explica que “este projeto une as duas componentes de lazer e turismo de negócios”, sendo que o objetivo passa por “trazer a cultura cabo-verdiana para dentro do hotel, atuando nas dimensões culturais e gastronómicas”.

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