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Hugo Silva é o novo chef do Hotel Palácio Estoril

No ano em que celebra os 90 anos, o Hotel Palácio Estoril conta com um novo chef, desde o passado mês de janeiro.

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O profissional tem um currículo vasto que inclui a passagem por diversos restaurantes com estrelas Michelin: “Trabalhei e tive o privilégio de ter como mestres o Chef Santi Santamari no restaurante Can Fabes Relais & Chateaux, com 3 Estrelas do Guia Michelin em Sant Celoni Barcelona e o Chef Marc Le Ouedec com quem ganhei uma estrela Michelin. Fiz também parte da equipa do Chef Vincent Farges no Hotel Fortaleza do Guincho e estagiei com Chefs como Antoine Westerman no Restaurante Buerehiesel Relais & Châteaux em Estrasburgo com 3 estrelas no Guia Michelin. Também com Carmen Ruscalleda no Restaurante San Pau em Espanha com 3 estrelas no Guia Michelin e no restaurante Hoffman com a Chef Mey Hoffman em Barcelona com uma estrela Michelin.”

O Chef do Hotel Palácio Estoril é o novo responsável pelo vasto universo gastronómico do hotel: o Bougainvillea Terrace, o Grill Four Seasons e o Bar Estoril.

Depois de viajar por Portugal e pela Europa, Hugo Silva afirma: “Aprendi muito nos locais onde trabalhei e isso fez com que desse muito valor às minhas raízes. Aprendi, por exemplo, que a comida não tem de ser intelectual, mas sim emocional.” E, a propósito de raízes, o novo chef do Palácio recorda: Desde sempre que me lembro de cozinhar e estar rodeado pelas mulheres da minha família a cozinhar e a aprender com elas. As minhas memórias olfactivas, as recordações dos sabores e aromas da minha infância e a herança gastronómica familiar sempre foram a base da minha cozinha. Quando terminei o liceu, muitos professores julgaram que iria seguir filosofia ou sociologia. Muitos acharam inédito e louco quando decidi seguir a paixão que tinha pela cozinha e formar-me nessa área. Tive apoio da família e de amigos próximos e desde então nunca mais larguei a cozinha.”

Questionado sobre como define a sua cozinha, Hugo Silva não hesita em responder: “Para definir a minha cozinha eu uso sempre as palavras de um dos meus Chefs favoritos e com quem tive o privilégio de trabalhar (Chef Santi Santamaria): “Não cozinho para alimentar, mas sim para emocionar”.”

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Miguel Andrade assume direção geral de Operações do PHC Hotels

Com vista a consolidar o seu crescimento, e com a abertura este ano da quarta unidade hoteleira, o Grupo PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, acaba de contratar um novo diretor geral de Operações: Miguel Andrade.

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Miguel Andrade acaba de ser contratado como diretor geral de Operações do Grupo PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection, que pretende consolidar o seu crescimento com a abertura da quarta unidade hoteleira em 2022.

Reconhecido pela sua elevada capacidade de gestão, exigência profissional e foco nos resultados alcançados, Miguel Andrade assume, segundo a cadeia hoteleira, a missão de colocar a sua longa experiência nacional e internacional ao serviço da PHC Hotels.

Trata-se de “um profissional com uma carreira muito estruturada e com uma visão estratégica do negócio que tem o fit apropriado para o nosso grupo hoteleiro”, refere Carla Maximino, administradora da PHC Hotels. “Para além de um percurso sólido e estruturado em hotelaria de alta qualidade, o fato de Miguel Andrade ter uma carreira global, com cadeias internacionais, e experiência em projetos de recuperação e tournaround, com fundos de investimento, garante-nos um ainda maior rigor que queremos trazer para a nossa empresa” destaca ainda a executiva.

O agora diretor geral de Operações da PHC Hotels conta com sete anos de gestão ligada a fundos de investimento. O mais recente foi o Oxy Capital Fund – no Marriott Praia D’el Rey. Em 32 anos de carreira hoteleira foi, igualmente, diretor geral de unidades como Cascade Wellness Resort, Dolce Campo Real Lisboa, Tróia Design Hotel, Blue & Green Hotels, Direção Comercial do Grupo Amorim Turismo. Esteve ainda presente no desenvolvimento do grupo Regency Hotels & Resorts com DGO / COO e em diversas posições de direção executiva com a cadeia Intercontinental Hotels Group, que foi a sua grande escola. Passou também por cargos internacionais como Madrid, Londres, Paris, Manágua, Guadalajara e Cancún.

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Sofitel Lisbon Liberdade renova selo de responsabilidade social

O Sofitel Lisbon Liberdade renovou, pelo terceiro ano, o selo de responsabilidade social We Share, como reconhecimento pelo seu compromisso em promover a sustentabilidade e o contributo social da hotelaria e do turismo.

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O cinco estrelas Sofitel Lisbon Liberdade, foi uma das unidades hoteleiras que renovou o selo de responsabilidade social We Share, como reconhecimento pelo seu compromisso em promover a sustentabilidade e o contributo social da hotelaria e do turismo.

Esta é a terceira vez que o hotel, localizado em plena Avenida da Liberdade, em Lisboa, recebe este selo inserido no Programa Hospes, desenvolvido pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) em conjunto com os hotéis.

Recorde-se que este selo é atribuído às empresas que participaram no projeto e que deram à AHP, ao longo de 2020, bens ou equipamentos para doar a instituições de ação social, bem como às unidades hoteleiras que acolheram estagiários na área de Emprego Inclusivo – Formação no Contexto do Trabalho.

Móveis e roupa de cama foram alguns dos artigos doados pelo Sofitel ao longo do ano 2021, reforçando o compromisso do hotel com a responsabilidade social no âmbito do projeto We Share.

Além disso, o Sofitel Lisbon Liberdade desenvolve outras iniciativas tendo em vista um turismo mais sustentável e responsável, através do programa Planet 21 – Acting Here, do Grupo Accor, ao qual o hotel pertence.

O programa envolve todos os stakeholders num conjunto de ações ambientais e sociais que anualmente desenvolve esforços para incentivar cada uma das unidades a adotar medidas que garantam a preservação do planeta e da sociedade, promovendo desde a poupança de água, ao fomento de uma alimentação saudável e sustentável, à eliminação de plásticos de uso único ou à utilização de energias renováveis.

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Novembro manteve crescimento no alojamento turístico mas ainda abaixo dos níveis pré-pandemia

Dados do INE mostram que, em novembro, setor do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, números que traduzem subidas face a 2020, mas que ficam ainda aquém dos níveis pré-pandemia.

Inês de Matos

Em novembro, setor do alojamento turístico registou 1,5 milhões de hóspedes e 3,6 milhões de dormidas, números que indicam aumentos de 265,5% e 287,7%, respetivamente, face a igual mês do ano passado, mas que continuam a traduzir quebras de 17,0% e 12,4% face aos valores pré-pandemia, de acordo com os dados divulgado esta segunda-feira, 3 de janeiro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados do INE mostram que, em novembro, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas, enquanto os mercados externos totalizaram 2,3 milhões, o que traduz subidas de 140,1% e 486,0% face a novembro de 2020, mas que, em comparação com 2019, continua a mostrar  descidas quer nas dormidas dos residentes quer dos não residentes, que chegaram aos 3,4% e 16,6%, respetivamente.

Em novembro, as dormidas na hotelaria representaram 82,0% do total e aumentaram 309,6%, ainda que, face a igual mês de 2019, se continue a encontrar uma quebra de 13,8%. Já as dormidas nos estabelecimentos de alojamento local, que representaram 14,8% do total, cresceram 215,2%, ainda assim, também com uma descida de 11,1% face a novembro de 2019, enquanto as dormidas em turismo no espaço rural e de habitação, que foram 3,2% do total, aumentaram 197,0%, sendo as únicas a apresentar uma tendência positiva face ao período pré-pandemia, com um aumento de 33,6% face a novembro de 2019.

No acumulado dos primeiros 11 meses de 2021, os estabelecimentos de alojamento turístico viram as dormidas subir 40,4% face a igual período do ano passado, num crescimento de 36,0% entre os residentes e 45,3% nos não residentes, ainda que, na comparação com período homólogo de 2019, se registe uma quebra de 47,7% nas dormidas, incluindo de 10,8% nos residentes e de 63,3% nos não residentes.

Entre janeiro e novembro de 2021, as dormidas de residentes representaram 50,7% do total, o que, segundo o INE, ficou significativamente acima da quota verificada em 2019 (29,8% do total).

Por mercados externos, o destaque vai para o mercado alemão, que representou 15,3% do total de dormidas de não residentes em novembro, seguindo-se os mercados britânico (quota de 14,1%), francês (10,2%) e espanhol (10,0%).

O INE destaca, no entanto, que “a totalidade dos dezassete principais mercados emissores
registou aumentos em novembro, tendo representado 86,0% das dormidas de não residentes nos estabelecimentos de alojamento turístico neste mês”.

Já no acumulado dos primeiros onze meses de 2021, os principais crescimentos registaram-se nos mercados irlandês (+199,5%), polaco (+170,4%), norte americano (+120,8%) e suíço (+100,7%). As maiores diminuições verificaram-se nos mercados chinês (-63,1%), canadiano (-49,3%), russo (-31,4%) e brasileiro (-22,7%).

Por regiões, em novembro, “registaram-se aumentos das dormidas em todas as regiões”, aponta o INE, que realça, ainda assim, o facto da Área Metropolitana de Lisboa ter concentrado 31,4% das dormidas, seguindo-se o Algarve (18,5%), o Norte (17,6%) e a Região Autónoma da Madeira (14,4%).

“Nos primeiros onze meses do ano, todas as regiões apresentaram acréscimos no número de dormidas, com realce para as evoluções apresentadas pela RA Açores (+117,1%) e RA Madeira (+73,3%). Os acréscimos foram generalizados às dormidas de residentes, com destaque para a RA Madeira (+110,4%) e RA Açores (+99,3%), e também às de não residentes (com o maior aumento na RA Açores: +157,8%)”, acrescenta o INE.

Já a estada média aumentou 6,1% em novembro e 4,4% no acumulado desde o início do ano, passando para 2,45 e 2,60 noites, respetivamente, ainda que, entre os residentes (1,79 noites), este indicador tenha decrescido 2,0%, enquanto entre os não residentes (3,07 noites) houve uma diminuição de 14,1%.

Segundo o INE, em novembro, 33,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes, percentagem que traduz um agravamento face aos 25,3% de estabelecimentos que estiveram encerrados em outubro.

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AHRESP quer renovação do Programa IVAucher em 2022

Associação apela ao Governo para que renove o programa em 2022 e prorrogue o período de devolução do saldo, no mínimo, para este mês de janeiro.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal veio sexta-feira, 31 de dezembro, apelar ao Governo para que renove o Programa IVAucher em 2022, de forma a compensar as empresas de alojamento turístico e restauração pelo impacto das “recentes medidas restritivas”.

“Em virtude do impacto das recentes medidas restritivas nas nossas atividades económicas, a AHRESP defende que esta medida de incentivo ao consumo seja renovada em 2022, com um novo período de acumulação de saldo e de posterior utilização”, considera a associação num comunicado enviado à imprensa a 31 de dezembro.

Além da renovação do programa neste ano, a AHRESP apela também à prorrogação do período de devolução do saldo obtido, que terminou a 31 de dezembro, com a associação a defender que este prazo deve ser alargado, no mínimo, para este mês de janeiro, uma vez que “se estima que a taxa de utilização dos saldos obtidos no IVAucher seja na ordem dos 76%, ficando ainda 13 milhões de euros por devolver”.

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Candidato: Helder Martins quer uma AHETA mais dinâmica e interventiva *

Helder Martins, candidato à presidência da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, interventiva e a falar a uma só voz, fatores que diz se foram perdendo nos últimos anos, mas que hoje são fundamentais não só como forma de apoiar os associados que se debatem com uma série de desafios, mas também o turismo do Algarve no seu todo.

O empresário Helder Martins, candidato a presidente da AHETA, cujas eleições estão marcadas para o próximo dia 21 de janeiro, quer uma associação mais dinâmica, fato que diz ter perdido nos últimos anos, mais interventiva por forma a ajudar os associados a resolver as fragilidades com que o Algarve se debate, não só ao nível da hotelaria e empreendimentos turísticos, como de todas as restantes atividades do setor do turismo, mas, principalmente, a necessidade de se falar a uma só voz.

Helder Martins, antigo presidente da RTA – Região de Turismo do Algarve, e proprietário do Hotel Rural Quinta do Marco, em Tavira, assume que a situação inédita de grande vulnerabilidade e imprevisibilidade em que o setor turístico se encontra, e em especial os empresários da hotelaria e restauração, o motivou a avançar com esta candidatura.

O candidato, em declarações ao Publituris, aponta que os principais desafios da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve neste momento, passam por questões ligadas aos recursos humanos, fiscais, estruturais, “problemas que já vinham de trás”, a acrescentar “como enfrentar, superar e sair desta crise”.

O importante, segundo Helder Martins, é “como nos vamos apresentar aos nossos clientes no futuro, sendo certo que os concorrentes do Algarve vão estar com campanhas muito agressivas, com muito dinheiro por trás a promover os seus destinos, e sabemos todos, e não temos pejo em o dizer, que o Algarve não tem orçamentos muito dignos para essa situação”.

A união é uma das bandeiras da candidatura de Helder Martins. “Foi com esses propósitos que aceitei candidatar-me”, referiu, para acrescentar que “se não estivermos no mesmo barco, se não remarmos todos na mesma direção, é evidente que se torna mais difícil. Quem conhece as fragilidades do setor vai explorá-las e quem sofre com isso é o Algarve. Por isso, todos têm de trabalhar na mesma direção”.

O candidato à presidência da AHETA recorda que o Algarve estava a caminhar para uma recuperação “fantástica, quando cai tudo aos pés com a pandemia, e depois, cada um teve a sua maneira de reagir perante o processo. Quem estava melhor organizado conseguiu sobreviver”, disse.

E organizar a AHETA é objetivo desta candidatura, ouvir todos os parceiros públicos e privados, mas também ser ouvidos. “Se for essa a vontade dos associados, a AHETA irá bater à porta dessas pessoas e instituições e dizer que estamos aqui, queremos e exigimos ser parceiros, exigimos ser ouvidos, e também daremos o nosso contributo pela positiva e pela resolução dos problemas do Algarve. É esse papel importante que a AHETA já teve, que hoje não tem, mas espero que volte a ter”, destacou Helder Martins, frisando que a Associação “tem quer ter uma participação ativa nas políticas nacionais de turismo, sendo inconcebível que não seja vice-presidente da CTP, porque o atual presidente, que está demissionário, foi-se afastando desses órgãos todos”.

*Esta entrevista pode ser lida na íntegra na próxima edição do Publituris no dia 07 de janeiro.

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TheFork tem nova ferramenta para apoiar restaurantes no combate ao no-show

O TheFork, app de reservas online de restaurantes, surge agora com uma nova ferramenta estratégica para uma boa gestão das reservas, especialmente neste momento em que o no-show tem crescido significativamente neste setor.

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O TheFork, app de reservas online de restaurantes, surge agora com uma nova ferramenta estratégica para uma boa gestão das reservas, especialmente neste momento em que o no-show tem crescido significativamente, tornando-se numa das principais preocupações para este negócio.

Refira-se que, o no-show (quando um cliente reserva e não comparece) acarreta perdas significativas para os restaurantes, desde o desperdício de comida até às graves perdas económicas.

Este fenómeno é uma das grandes preocupações da área da restauração, um dos setores mais afetados pela Covid-19), tendo-se intensificado neste período de pandemia, sendo que os países mais afetados na Europa são Espanha e Portugal, seguidos de França.

O pedido do cartão de crédito como garantia, a notificação de cobrança se a reserva for cancelada com menos de 24 horas de antecedência, a dupla confirmação (sms, email) ou o índice de fiabilidade, que permite ao gestor da restauração conhecer a história de no-shows do cliente, são algumas das medidas que o TheFork utiliza para combater o fenómeno.

Em Portugal desde 2015, esta ferramenta do TheFork, vai igualmente apoiar a restauração no nosso país.

Presente em 12 países e com mais de 60.000 restaurantes, a aplicação conta com mais de vinte milhões de visitas mensais e mais de trinta milhões de descarregamentos, sendo um dos principais responsáveis pela transformação das reservas num processo extremamente facilitado e rápido.

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Hoteleira Selina e Boa Acquisition Corp fundem-se

Com acordo de fusão a Boa Acquisition Corp, empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto, a marca hoteleira Selina vai estar cotada na Bolsa de Nova Iorque e pretende aumentar a expansão internacional.

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A Selina, marca de hotéis direcionados para millennials e jovens da geração Z, e a Boa Acquisition Corp, empresa de aquisição para fins especiais de capital aberto, anunciaram a celebração de um acordo de fusão que resultará na cotação em bolsa da cadeia hoteleira.

A marca pretende crescer rapidamente para capitalizar numa oportunidade de mercado anual de cerca de 350 mil milhões de dólares. A transação avalia a empresa num capital social de, aproximadamente, 1.2 mil milhões de dólares, e deverá estar concluída no primeiro semestre de 2022, com a empresa a operar como “Selina Hospitality plc” e as suas ações a ser cotadas na bolsa de Nova Iorque com o símbolo “SLNA”.

A fusão representa 300 milhões de dólares em valor bruto recebido, incluindo 70 milhões provenientes de investimentos privados de líderes da bolsa de Nova Iorque.

Os rendimentos vão permitir à Selina aumentar a expansão internacional, investir em tecnologia própria e atrair e reter talento de alta qualidade, esperando alcançar um EBITDA positivo no primeiro trimestre de 2023 e gerar aproximadamente 1.2 mil milhões de dólares em receitas até 2025.

Lançada em 2015, a rede já deteve 134 propriedades desde a América do Norte e do Sul à Europa e Médio Oriente, das quais 83 estão a operar atualmente. Desde a sua criação, a marca tem expandido o seu alcance geográfico, ao apostar em tecnologia própria para identificar hotéis de baixo desempenho e transformá-los em hubs culturais, recorrendo a designers, artistas locais e fornecedores de produtos alimentares, e apresentando uma programação inspirada em experiências locais.

A marca de lifestyle Selina foi desenvolvida especificamente para millennials e jovens da geração Z que se encontram a viajar, um segmento que representa uma fatia de 350 mil milhões de dólares gastos por ano no setor das viagens, de acordo com as estimativas da Selina. Em fase de rápido crescimento, a marca hoteleira compreende 35.000 camas disponíveis em 23 países.

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Hotéis NAU renovam selos de boas práticas

As 10 unidades do grupo NAU Hotels & Resorts renovam a distinção, pelo quinto ano consecutivo, com os selos We Share e We Care, promovidos no âmbito da iniciativa Hospes, programa corporativo de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental da AHP.

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Pelo quinto ano consecutivo, as 10 unidades do grupo NAU Hotels & Resorts renovam a distinção com os selos We Share e We Care, promovidos no âmbito da iniciativa Hospes, programa corporativo de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental, respetivamente, da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).

Refira-se que, nos prémios Hospes by AHP, foram atribuídos um total de 130 selos referentes a 2020: 30 hotéis receberam o selo We Share, correspondente à doação de equipamentos e bens, e 54 hotéis foram distinguidos pelo selo We Care por participarem em projetos de recolha de óleos usados, recolha e destruição de papel, reciclagem de têxteis e recolha de equipamentos elétricos. No entanto, apenas 29 unidades conquistaram ambos os selos, incluindo todas as 10 unidades do Grupo NAU.

A cerimónia de entrega dos selos decorreu num evento online em que participaram a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, o presidente da AHP, Raul Martins e o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo.

Implementado em 2013, o programa Hospes by AHP visa contribuir e motivar o setor para um turismo cada vez mais responsável e sustentável, um compromisso assumido pela NAU Hotels & Resorts, conforme salienta o grupo hoteleiro em comunicado.

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PortoBay solidário

O PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

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O Grupo PortoBay Hotels & Resorts e os seus hóspedes angariaram mais de 35 mil euros para a iniciativa Hope “Small Gestures Big Hopes”, que reverteu para sete instituições nas localidades onde a cadeia hoteleira se encontra em Portugal: Madeira, Lisboa, Porto e Algarve.

A campanha HOPE, que vai na sua nona edição, decorre durante 12 meses, em todas as unidades do grupo PortoBay. Arranca sempre com um depósito inicial do grupo hoteleiro, ao qual são somadas as contribuições dos hóspedes. Desde 2012, ano do lançamento deste projeto, o HOPE já entregou mais de 473 mil euros.

A Associação de Paralisia Cerebral da Madeira – APCM, o Núcleo Regional da Madeira da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Associação Humanitária de Solidariedade de Albufeira – AHSA (Algarve), o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil – CADIn (Lisboa), a Comunidade Vida e Paz (Lisboa), a Comunidade Sant Egidio (Lisboa), e a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (Porto), foram as instituições contempladas.

“Temos um enorme orgulho de continuar a promover a iniciativa Hope, mesmo com a conjuntura internacional que tanto tem marcado o turismo, é bom contar com a solidariedade dos nossos hospedes, sublinha António Trindade, CEO do Grupo PortoBay, para realçar que, em 2022, “contamos com o apoio de todos para alcançar o marco dos 500 mil euros doados em 10 anos”.

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Tetos de apoios aumentam para bares e discotecas

O programa de apoio do Governo a discotecas e bares foi aumentado e, agora, pela primeira vez, alargado ao setor da cultura.

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O Governo acaba de publicar as novas regras do programa Apoiar, que se destina a cobrir parcialmente as quebras de faturação dos bares e discotecas no âmbito das medidas de combate à pandemia definidas na última reunião do Conselho de Ministros.

A portaria foi publicada em Diário da República pelos ministros da Economia, Planeamento e Finanças, reconhecendo que, com as novas medidas, os bares e discotecas “passam a laborar com regras que alteram o seu normal funcionamento”, o que “vai determinar quebras de faturação, ao que acresce o encerramento forçado até 09 de janeiro de 2022”.

Estes apoios, que também se destinam ao setor da cultura, são para seis meses, sendo que durante o período da sua vigência, e até aos dois meses seguintes do seu término, as empresas apoiadas estão proibidas de despedir trabalhadores ou encerrar atividade.

No âmbito do Apoiar, as medidas continuam a suportar 20% da quebra de faturação dos bares e discotecas até um máximo de 55 mil euros para microempresas e 135 mil euros para pequenas e médias empresas, se a quebra de faturação se situar entre os 25% e os 50%. Se a quebra de faturação for superior, o apoio sobe para 82.500 (microempresas) e 202.500 (pequenas empresas).

No âmbito das novas regras, há também um apoio extraordinário para bares e discotecas com a obrigação de encerrar. As que tiverem quebras entre 25% e 50% podem receber até 27.500 euros (microempresas) ou até 67. 500 euros (pequenas e médias) adicionais. As que tiverem quebras de faturação maiores recebem um apoio adicional maior, de 41.250 euros (microempresas) e 101.250 (pequenas e médias).

 

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