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Opinião | Os agentes de viagens e a Nova Directiva – Abertura de espírito, Aikido, e alguma dose de poesia!

Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

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Um ano não é ainda história suficiente para produzir conclusões finais, e se há consideração que a APAVT tem desenvolvido, nos mais diferentes fóruns em que temos intervindo, no âmbito da nova directiva europeia sobre viagens organizadas, é que temos o dever de sermos modestos e mesmo humildes, quando olhamos para o futuro; as circunstâncias exactas em que vamos interagir com a cadeia de valor e o cliente, debaixo do ambiente de directiva europeia, pertence ao futuro, e o que pertence ao futuro pertence sempre, fundamentalmente, ao acaso e ao reino das probabilidades.

Ainda assim, passado um ano da implementação da nova directiva europeia de viagens organizadas, parece claro que todos os raciocínios desenvolvidos pelo sector da distribuição acerca do tema, mostraram-se absolutamente certeiros, máxima que, perante uma circunstância gravosa, uma vez mais o sector foi criativo e consistente, mantendo o foco no essencial, o consumidor. E quem mantém o foco no consumidor, mantém a saúde na abordagem do negócio.

Se me pedissem para resumir o modelo de governação que o sector tentou desenvolver, perante o novo paradigma do mercado, diria que existiu, sobretudo, abertura de espírito, algum aikido, e uma boa dose de poesia – o resultado poderá vir a ser, o futuro nos dirá, uma boa lição de resiliência.

Na verdade, uma boa dose do êxito do sector deveu-se a, anos antes, ter existido a abertura de espírito suficiente para alterar o modelo de garantia dos contribuintes, através da construção de um fundo, cujo valor hoje está próximo dos seis milhões de euros. Foi, anos depois, a existência deste fundo, e sobretudo a noção de que se havia robustecido o suficiente para gerir os novos riscos de mercado, que permitiu que, perante novos riscos e novas responsabilidades, as agências de viagens não tivessem de corresponder com novas entregas financeiras.
Em segundo lugar, houve, por parte da maioria das agências de viagens, as que lideraram a mudança, a inteligência de entender que as novas responsabilidades, a nova atmosfera de exigência para com os agentes de viagens, representava afinal, olhando do lado do cliente, novas razões, relacionadas com confiança e segurança, para escolher as agências de viagens, num quadro em que a concorrência se desenvolve, mais do que nunca, ao longo da cadeia de valor.

Por outras palavras, tratou-se de um exercício de utilização da energia atacante, as novas circunstâncias de mercado, redireccionando a força adversária a favor dos interesses de quem se defende, ao invés de a combater directamente – um típico movimento de Aikido!

No final, bem vistas as coisas, as agências de viagens, face a um quadro legislativo muito mais exigente, em vez de dizerem mal da sorte, desenvolveram um novo quadro de seguros que solidificou a resposta às novas responsabilidades e riscos; em vez de carpirem mágoas, executaram programas de marketing relacionados com as novas vantagens que a lei confere aos consumidores, ao nível da segurança, desde que viajem através de uma agência; em lugar de baterem panelas ou estacionarem os carros nas laterais da av. Liberdade, continuaram a focar-se nas necessidades do cliente.

Por outras palavras, em lugar de, desorientados, responderem a novas exigências, com actuações dispersas e desenquadradas, focaram-se, como sempre, no âmago do negócio, na relação com quem conhecem melhor, o cliente.
Que é como quem diz, e há vezes em que um pouco de poesia pode ser a melhor lição de gestão, os agentes de viagens preferiram, «não correr atrás das borboletas… mas antes cuidar do jardim para que elas viessem até eles», como disse o poeta brasileiro Mário Quintana.

Abertura de espírito, aikido e alguma poesia – uma belíssima resposta de um sector que teima em se renovar constantemente.

Por Pedro Costa Ferreira, presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT)

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Bijagós com oferta da Sonhando para o Fim-de-Ano

O programa inclui estada de nove noites no Hotel Ecolodge Ponta Anchaca de quatro estrelas e jantar na noite de Fim-de-Ano.

A Sonhando lançou uma programação especial para celebrar o Fim-de-Ano nos Bijagós, na Guiné Bissau.

A oferta do operador turístico, disponível a partir de 1641 euros por pessoa, conta com partida de Lisboa a 29 de dezembro em  voos da EuroAtlantic airways. O programa inclui estada de nove noites no Hotel Ecolodge Ponta Anchaca de quatro estrelas e jantar na noite de Fim-de-Ano.

O valor abrange o voo em classe  económica  com direito a 2pc até 23kg de bagagem; transporte do aeroporto de Bissau / Bijagós / aeroporto de Bissau – com lancha (1h30min); estada de nove noites no hotel escolhido, quarto standard; Oferta do Seguro de Assistência em Viagem modalidade BÁSICO (Seguro opcional de Assistência em Viagem modalidade VIP + 35€/pessoa); e taxas de aeroporto e de segurança portuguesas + Sobretaxa de combustível (YQ) à saída de Lisboa.

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El Corte Inglês com nova campanha de cruzeiros

A campanha tem como foco principal “o produto de cruzeiros para o ano de 2022”, com destaque para cruzeiros com partida de Lisboa, Mediterrâneo, Norte da Europa, Dubai, Caraíbas, entre outros.

O El Corte Inglés (ECL) anunciou uma nova campanha intitulada “Cruzeiro Fantástico 2021-2022”que termina a 2 de dezembro de 2021.

Esta campanha terá como foco principal “o produto de cruzeiros para o ano de 2022”, com destaque para cruzeiros com partida de Lisboa, Mediterrâneo, Norte da Europa, Dubai, Caraíbas, entre muitos outros, refere o ECL em comunicado.

Como vantagens da campanha o ECL salienta a poupança que poderá obter com a reserva, que segundo a empresa poderá ir “até 300 euros”, bem como a ausência de gastos de cancelamento e as viagens grátis ou com descontos para as crianças.

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Roadshow das Viagens do Publituris regressa de 12 a 14 de outubro

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá como palco as cidades da Figueira da Foz, Vila Nova de Gaia e Sintra/Lisboa.

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Com a esperada e desejada retoma do setor do turismo, também o Roadshow das Viagens do Publituris está de regresso entre 12 e 14 de outubro.

Mantendo a aposta da realização em três cidades, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens terá início no Eurostars Oasis Plaza (Figueira da Foz) no dia 12 de outubro, seguindo depois para Vila Nova de Gaia, para o Holiday Inn Porto Gaia no dia 13 de outubro, terminando no Vila Galé, em Sintra, a 14 de outubro.

Dirigido aos agentes de viagens de todo o país, o evento é uma oportunidade para Operadores Turísticos, Companhias Aéreas, GSA, Cruzeiros, Hotéis e Delegações Oficiais de Turismo mostrarem a sua oferta num evento que potencia o conhecimento, o negócio e o networking.

Além do habitual workshop, a 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris terá, também, um programa social, com jantares exclusivos e animação que promovem o networking entre os participantes.

Os workshops decorrem entre as 18h30 e 21h15, seguindo-se os jantares com os agentes de viagem inscritos.

A 6.ª edição do Roadshow das Viagens do Publituris conta com o patrocínio do Turismo do Centro de Portugal, a Iberobus como parceiro e tem o apoio da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT).

Para participar ou saber informações, envie um email para Lídia Luís: lluis@publituris.pt

Os agentes de viagens interessados em juntar-se a nós e às empresas participantes, podem registar-se aqui.

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APAVT alerta para necessidade de novos apoios ao Turismo para que “não se morra na praia”

Pedro Costa Ferreira considera que o Dia Mundial do Turismo é a “altura certa” para o Governo anunciar novos apoios às empresas turísticas.

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Manutenção do ‘lay-off’ até ao final do ano, pagamento da primeira tranche do programa Apoiar rendas e alargamento deste apoio ao segundo semestre de 2021,  bem como a resolução da problemática das moratórias são algumas das medidas urgentes identificadas pela Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) para que o turismo “não morra na praia”.

Em vésperas da celebração do Dia Mundial do Turismo, no próximo dia 27, a APAVT manifesta que esta é, na sua perspetiva, a “altura certa” para que o Governo apresente os apoios necessários ao Turismo até final do ano.

“As semanas continuam a passar, o verão, que evoluiu num ténue regresso, está a acabar, os apoios continuam a soar aos microfones e a faltar nas empresas”, acusa a associação em comunicado, alertando ainda para o agravamento das necessidades de tesouraria  nas empresas do setor.  “O regresso aos negócios faz-se com receitas a crescer lentamente e os custos a regressar a 100%, desequilibrando ainda mais as tesourarias das empresas, colocando trabalhadores em risco de desemprego e a oferta turística  nacional em risco de desagregação”, atenta ainda a APAVT.

Neste âmbito, a associação liderada por Pedro Costa Ferreira considera “imperioso” que o Governo tome as seguintes medidas: “Confirme a manutenção da possibilidade de layoff até ao final do ano, de acordo com os diferentes níveis de regresso à atividade, por parte das empresas; Pague a tranche do Apoiar.rendas , 1º semestre, que se mantém em dívida; Alargue o apoio do Apoiar.rendas ao segundo semestre de 2021; Defina uma nova tranche no programa APOIAR, de acordo com o óbvio prolongamento da crise e o adensar dos problemas de tesouraria das empresas; Resolva o problema das moratórias, tantas vezes anunciado, e nunca efetivado; e clarifique os processos de apoio à recapitalização e a capacidade das micro e pequenas empresas de acederem aos mesmos”.

“Vem aí mais um Dia Mundial do Turismo. Espero que seja aproveitado pelo Governo para colocar no mercado os apoios necessários, alguns deles tantas vezes anunciados. Não vejo outra razão para festejar, e não há mais nada para comentar. É altura de passar à ação”, afirma o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira.

Já no mês passado, o presidente da associação tinha acusado o  Governo de “falta de foco” no que à retoma turística diz respeito.

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Sonhando lança oferta de Fim-de-Ano para a ilha do Príncipe

Com partida de Lisboa a 30 de dezembro, a oferta do operador realiza-se em voo STP Airways.

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O operador turístico Sonhando lançou um programa especial para celebrar o Fim-de-Ano na ilha do Príncipe.
Com partida de Lisboa a 30 de dezembro, a oferta do operador está disponível desde 1960 euros por pessoa, em voo STP Airways e estadas de nove noites.

A oferta hoteleira inclui estada na Sweet Guest House, em São Tomé, e estada na Roça Belo Monte, Roça Sundy ou Sundy Praia.

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P2D Travel usa tecnologia Sabre para acelerar planos de crescimento

Esta nova parceria permitirá à P2D Travel “acompanhar as mudanças no mercado” e, ao mesmo tempo, “criar uma rede global de social e-commerce no turismo”.

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A P2D Travel, startup lançada pelo ex-CEO da TAP, Antonoaldo Neves, acabada de fechar uma nova parceria com a companhia global de tecnologia SabreCorporation, permitindo-lhe aproveitar a conexão para comprar passagens aéreas da Sabre ao mesmo tempo que expande e inclui mais companhias aéreas no sua oferta.

Esta nova parceria, diz a P2D Travel, “permitirá à empresa acompanhar as mudanças no mercado” e, ao mesmo tempo, “criar uma rede global de social e-commerce no turismo”.

A P2D Travel adianta que existem mais benefícios com as compras aéreas da Sabre, que incluem “acesso a recursos avançados de pesquisa, apoio em toda a experiência de viagem desde o planeamento até modificações e pós-reserva, ajuda aos viajantes a planear a viagem e tomar uma decisão de compra com todos os detalhes necessários, resultados de buscas em segundos, e gerir mudanças online e reacomodar passageiros com facilidade”.

De acordo com Jeanine Pires, vice-presidente de Produtos e Alianças da P2D Travel, o facto de a P2D estar a usar as API (Application Programming Interface) da Sabre “aumentará a competitividade da empresa, acelerará o processo de expansão global e a gestão de passagens aéreas no ambiente da Sabre”.

A integração da P2D com a Sabre começou com o Bargain Finder Max, o primeiro de muitos API que a empresa está implementar.

 

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Uma cimeira para “acerto de posições a nível ibérico e europeu”, diz APAVT

Em vésperas da III Cimeira da Aliança Ibérica de Agências de Viagens, Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, revela o que espera do encontro.

Victor Jorge

De 23 a 26 de setembro, a Confederação Espanhola das Agências de Viagens (CEAV), a Federação Andaluza das Agências de Viagens e a Associação Provincial de Agências de Viagens de Huelva, em colaboração com a Associação Portuguesa de Agências de Viagens (APAVT), organizam a III Cimeira da Aliança Ibérica de Agências de Viagens.

O Publituris quis saber junto do presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, o que espera, em traços gerais, deste encontro.

Quais são as principais preocupações que a APAVT levará para este encontro?
A Aliança Ibérica é um espaço de conhecimento e análise comuns à Península Ibérica.

Ao longo do ano, a APAVT e as suas congéneres espanholas trocam informações importantes sobre o mercado, relação com fornecedores e assuntos europeus (os dois países estão na ECTAA). Pretende-se ter mais conhecimento e acertar posições a nível internacional, concretamente na agenda europeia.

Neste âmbito, pelo menos uma vez por ano, tentamos realizar um encontro entre as duas delegações, algo que havia sido interrompido, por causa da crise sanitária, e que agora recomeçamos.

O evento inclui reuniões sobre a agenda permanente, que é naturalmente dinâmica e incluirá, entre outros: (i) a análise do momento do mercado, nos dois países, concretamente situação económica das empresas, apoios existentes e compromissos futuros; (ii) pontos de relacionamento com as companhias aéreas e a IATA; (iii) projetos de promoção conjunta em mercados longínquos, e em áreas de proximidade (mercado ibérico).

Quais as soluções que pretendem que sejam encontradas a curto e médio prazo?
Estes encontros visam que ambas as associações tenham conhecimento mais profundo dos desenvolvimentos no mercado ibérico, produzindo ideias novas de intervenção, exemplos de boas práticas e acerto de posições a nível ibérico e europeu, uma vez que ambos os países têm importantíssimas posições enquanto destinos turísticos.

O facto de este encontro se realizar a nível ibérico poderá trazer respostas e soluções mais rápidas para o setor?
A análise comparada da evolução nos dois países e o conhecimento das bases de atuação de cada associação fortalece, de forma clara, a capacidade de intervenção de cada uma delas.

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Ponta Delgada e Funchal entre os destinos mais procurados pelos portugueses este verão

Análise da eDreams indica que ambos os destinos registaram com um crescimento da procura acima dos 200% face a 2020.

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Se há um par de anos os destinos preferidos dos viajantes nacionais eram as mais emblemáticas capitais europeias, como Paris, Madrid ou Roma, agora, mais do que nunca, parecem optar por dois que ficam mesmo aqui ao lado: Ponta Delgada e Funchal.

Segundo uma análise da eDreams sobre  as principais tendências de viagem dos portugueses neste Verão que agora termina, em 2021, as viagens para a capital dos Açores registaram um crescimento de 203% face a 2020, e de 35% face a 2019. Também no caso do Funchal, o padrão é semelhante: verifica-se um aumento de 245% em 2021 face a 2020, e de 26% face a 2019.

O Top 10 de destinos nacionais neste Verão é ainda composto por mais dois destinos portugueses: a Ilha Terceira, que surge em 6º lugar, e Faro, em 10º; e entre os restantes encontramos Paris, Barcelona, Madrid, Roma, Ibiza e Genebra.
Já os portugueses que se aventuraram em viagens de longo curso (com mais de 4.000km de distância) deram preferência a destinos bem distintos: São Paulo, Luanda, Dubai, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Um valor médio por viagem e estada mais baixo do que  2019, uma duração superior a sete dias, opção de férias no mês de agosto e reservas à última hora foram outras das conclusões da análise da agência de viagens online.

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Solférias e Sonhando lançam charter para Fim-de-Ano no Porto Santo

A operação acontece em voo especial direto TAP, com partida de Lisboa dia 30 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias e Sonhando lançaram uma operação conjunta para o Fim-de-Ano na ilha do Porto Santo, no arquipélago madeirense.

Em voo especial direto TAP, com partida de Lisboa dia 30 de dezembro, o programa de três noites tem um preço desde 599€ por pessoa em quarto duplo no Hotel Vila Baleira. Esta oferta inclui  pequenos-almoços, jantar de Fim-de-Ano e brunch dia 01 de janeiro, ambos com bebidas incluídas.

O programa inclui animação para o dia 31 de dezembro ainda está a ser desenvolvido e os detalhes do mesmo vão ser anunciados em breve.

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Operadores retomam operação de Fim-de-Ano para Salvador e Natal

Os charters dos operadores Solférias, Exoticoonline e Sonhando têm partida programada para 26 e 27 de dezembro.

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Os operadores turísticos Solférias, Exoticoonline e  Sonhando voltam a juntar-se para lançar uma operação especial de Fim-de-Ano com destino a Salvador da Bahia e Natal no Brasil, com partidas de Lisboa e Porto.

 Esta operação especial de Réveillon em Salvador, com saída a 26 de dezembro e regresso a 2 de janeiro, terá partida de Lisboa via Porto. 

Para a cidade de Natal, a saída será dia 27 de dezembro e regresso dia 3 de janeiro e também com partida de Lisboa via Porto. 

No sentido inverso, estas operações estão ser comercializadas pelo operador Alto Astral, em parceria com Lusanova e outros parceiros locais.

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