Assine já
Alojamento

Lisboa acolhe primeira marca mundial de arrendamento de curta duração

Alexandre Mansour, Charles Wanecq e William Tonnard são franceses e fundaram há três anos o Grupo Optylon, que actua no mercado do arrendamento de curta duração em Portugal. Com uma bagagem profissional no sector bancário e financeiro, Alexandre Mansour, Charles Wanecq e William Tonnard chegaram a Portugal e montaram um negócio à boleia das mudanças… Continue reading Lisboa acolhe primeira marca mundial de arrendamento de curta duração

Carina Monteiro
Alojamento

Lisboa acolhe primeira marca mundial de arrendamento de curta duração

Alexandre Mansour, Charles Wanecq e William Tonnard são franceses e fundaram há três anos o Grupo Optylon, que actua no mercado do arrendamento de curta duração em Portugal. Com uma bagagem profissional no sector bancário e financeiro, Alexandre Mansour, Charles Wanecq e William Tonnard chegaram a Portugal e montaram um negócio à boleia das mudanças… Continue reading Lisboa acolhe primeira marca mundial de arrendamento de curta duração

Carina Monteiro
Sobre o autor
Carina Monteiro
Artigos relacionados

Alexandre Mansour, Charles Wanecq e William Tonnard são franceses e fundaram há três anos o Grupo Optylon, que actua no mercado do arrendamento de curta duração em Portugal.

grupo optylon
Com uma bagagem profissional no sector bancário e financeiro, Alexandre Mansour, Charles Wanecq e William Tonnard chegaram a Portugal e montaram um negócio à boleia das mudanças na lei do arrendamento urbano de 2012. “Portugal foi o primeiro país a liberalizar o mercado imobiliário e o alojamento local”, começa por afirmar Alexandre Mansour, managing partner do Grupo Optylon. “Vimos que Portugal tinha um grande potencial, o Turismo estava a crescer. Mas os centros históricos não estavam muito bem tratados devido a contratos fixados por décadas, o que não dava aos proprietários a possibilidade de fazerem obras nos seus prédios, porque não tinham dinheiro. A liberalização dos contratos de arrendamento foi um incentivo à compra de edifícios para renovação e um impulso para o arrendamento de curta duração”, defende. Foi então que ele e os sócios decidiram investir no mercado português. “Queríamos entender melhor o mercado antes de investirmos em algo. Por isso, construímos a Optylon Tech, que diariamente analisa dados reais do mercado de arrendamento de curta duração. Através de algoritmos específicos de análise do mercado de arrendamento de curta duração, conseguimos saber quais os preços e as taxas de ocupação e, com base nessa informação, tomar a decisão de quais os melhores locais para investir”.
Já depois da fundação da Optylon Tech, o grupo criou a Lovelystay, uma empresa de gestão de apartamentos para arrendamento de curta duração. Apoiada pela tecnologia da Optylon Tech, a Lovelystay consegue praticar “os melhores preços para cada apartamento em cada altura do ano conseguindo assim performances acima dos concorrentes”. Paralelamente, a Optylon, através da Optylon Capital, efectuou alguns investimentos imobiliários, tendo já comprado edifícios em Alfama e na Baixa de Lisboa. Alexandre Mansour explica que a estratégia é comprar activos que precisem de ser renovados e vendê-los a investidores. Os primeiros imóveis foram vendidos em poucas semanas e a Optylon decidiu incrementar este negócio com o apoio de fundos internacionais. Exemplo disso é a joint-venture com Hakan Kodal, CEO e fundador da Krea, um fundo imobiliário turco com 20 anos de experiência neste mercado. “Fizemos uma joint-venture para desenvolver alguns projectos em conjunto em Lisboa, especialmente para o centro histórico da cidade. Outros projectos estão a ser desenvolvidos apenas pelo nosso fundo imobiliário, a Optylon Capital, e os outros com outros investidores”, explica Alexandre Mansour.

Prima Collection: a primeira marca mundial de arrendamento de curta duração
A juntar a todos os projectos, o grupo está a desenvolver a “primeira marca mundial para o arrendamento de curta duração”. A Prima Collection, como irá chamar-se, tem como objectivo proporcionar o conforto de uma casa com os serviços de um hotel de referência mundial. O projecto vai ter início em Lisboa, mas no futuro, a Optylon “espera levar a marca a outras localizações em Portugal e no estrangeiro”. “Hoje em dia, não existe uma marca de arrendamento de curta duração. Enquanto que, sabemos se formos a um hotel Hilton em qualquer parte do mundo, que serviços vamos encontrar, não existem marcas/cadeias no mercado do alojamento local disponíveis para reservar no Airbnb. Pensamos que esta é uma evolução natural da indústria do arrendamento de curta duração e esperamos ser verdadeiramente a primeira marca em todo o mundo a servir esse propósito”, refere Alexandre Mansour.

Lovelystay
Actualmente, a Lovelystay tem 100 apartamentos online. “Tivemos mais anteriormente, mas fizemos uma reestruturação no final de 2016 e focámo-nos nos apartamentos e localizações que fazem mais sentido para nós”. Por outro lado, refere, “não fizemos até aqui nenhum esforço de vendas, o crescimento foi orgânico e através do passa-a-palavra. O nosso objectivo nestes dois últimos anos foi estabilizar a nossa tecnologia. A solução oferecida pela Optylon inclui a gestão das reservas on-line e a respectiva comunicação, fotografias profissionais dos apartamentos, processo de check-in & out, serviços de limpeza e manutenção geral, e resolução de aspectos legais. “Agora estamos a construir uma equipa de vendas e esperamos adicionar à Lovelystay pelo menos 15 a 20 apartamentos por mês, começando já este mês. Também estamos neste momento a trabalhar no licenciamento da nossa tecnologia em mercados internacionais. Estamos prestes a fechar um acordo para nossa primeira licença em Espanha, cujo lançamento está previsto para dia 15 de Junho. Também temos planos para os Alpes suíços e franceses no próximo Inverno.

As principais vantagens da gestão da Lovelystay
“Graças ao nosso algoritmo, sabemos as taxas de ocupação, preços e rentabilidades. Sempre que um cliente vem ter connosco, somos capazes de lhe fornecer informação importante sobre este negócio”, começa por dizer Alexandre Mansour, quando questionado sobre as vantagens de trabalhar com a Lovelystay. Em segundo lugar, refere, a rentabilidade que a Lovelystay pode oferecer aos proprietários: “O arrendamento de curta duração vai certamente fornecer maior rentabilidade que o de longa duração. O problema é que os clientes não querem fazer check-in e check-out, não querem ter de fazer reparações nos apartamentos, lidar com os hóspedes, etc. Nós tratamos de todas estas questões por eles. Resumidamente, podem desfrutar dos benefícios do longo arrendamento, mas com a rentabilidade do arrendamento de curta duração”.
O responsável realça também as questões relacionadas com a gestão diária dos apartamentos. “Compreendemos os constrangimentos e os desafios, mas também compreendemos a tecnologia das diferentes plataformas. Apesar da Airbnb ser líder apenas tem 40% do mercado. Os clientes se tiverem mais do que um apartamento, têm de ter logins diferentes para cada um dos apartamentos e para cada uma das plataformas de venda. Com a nossa tecnologia está tudo sincronizado automaticamente”.
Por último, o responsável afirma que a grande vantagem está também na transparência que a tecnologia da Optylon permite. “Os clientes querem transparência, querem saber o que se passa com os seus apartamentos. Ao fornecermos-lhes um login, eles podem aceder a Lovelystay e consultar os indicadores dos seus apartamentos”.
Quanto ao perfil de clientes, Alexandre Mansour refere que são os investidores “com visto gold” ou então “portugueses que já têm um rendimento com arrendamentos, mas sentem que o arrendamento de longa duração não lhes fornece o tipo de rendimento que procuram”. “Também temos reformados do Reino Unido e de França”, adianta.
Em 2016, a operação relacionada com o arrendamento de curta duração facturou 1,5 milhões de euros e alcançou um lucro de 300 mil euros.

O alojamento local nas cidades
Alexandre Mansour não estranha que o alojamento local venha a ter mais regras, porque “é preciso proteger as cidades e a legislação tem de ser vigiada de forma a garantir que é posta em prática e é cumprida”. Contudo, lembra, “esta é uma nova economia que está a crescer” e à qual Portugal não deve virar costas. Para o responsável, o alojamento local foi a dada altura uma forma de dar resposta ao boom turístico que o país sofreu por causa do desvio de turistas do Norte de África para Portugal.
Falando em concreto de Lisboa, Alexandre Mansour reconhece que o arrendamento de curta duração está, sobretudo, concentrado num “triângulo dourado” que começa na Avenida da Liberdade, e estende-se entre Alfama e o Cais Sodré. No entanto, o responsável considera que começaram a surgir outros pontos de interesse para o arrendamento de curta duração, como é o caso de Belém, Alcântara ou Santos. “Mais de 90% dos turistas elegem a Baixa como o ponto turístico principal, seguido de Belém”, lembra. Alexandre Mansour acredita que daqui a dois, três anos vão olhar também para estas localizações para a sua estadia.

Sobre o autorCarina Monteiro

Carina Monteiro

Mais artigos
Artigos relacionados
Alojamento

Casa das Pipas renova-se

A Casa das Pipas, unidade de enoturismo situada em Celeirós do Douro, concelho de Sabrosa, no coração do Douro Património Mundial da Humanidade, apresenta-se renovada com melhorias nos seus quartos e áreas comuns.

Publituris

Integrada na Quinta do Portal, os seus 12 quartos, de matriz clássica e senhorial, apresentam-se agora decorados “com cores mais quentes, materiais naturais e texturas inspiradas na envolvente ao edificado, onde predominam hectares e hectares de vinhedos”, revelam as responsáveis da Lencastre Interior Design, empresa responsável pelo projeto.

No que respeita ao mobiliário, ele foi reutilizado, mantendo toda a traça decorativa, mas conferindo-lhe alguma contemporaneidade, indo ao encontro dos padrões de novos públicos que começam a encontrar no enoturismo a opção ideal para uma experiência diferente.

Numa altura em que a atividade turística dá sinais de retoma e em que a aposta no enoturismo e turismo gastronómico ganha cada vez mais adeptos, a Quinta do Portal mostra-se “confiante de que o Douro, e a Casa das Pipas em particular, têm todas as condições para cativar o perfil de viajantes saídos deste período de pandemia, que vão optar por locais recatados, cheios de história, e que permitam experiências inesquecíveis”, sustentam os responsáveis da administração da empresa.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Sonae Capital abre The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel

Com 68 quartos, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é o quarto hotel da Sonae Capital no Porto, localiza-se entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada e afirma-se como um hotel boutique de cinco estrelas.

Publituris

A Sonae Capital anunciou esta sexta-feira, 20 de maio, a abertura do The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel, o quarto hotel da holding na cidade do Porto e que resulta de um investimento de 20 milhões de euros, segundo comunicado enviado à imprensa.

O novo The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel integra o Grupo The Editory Collection e apresenta-se como uma unidade boutique de cinco estrelas, com 68 quartos, além de piscina exterior aquecida e duas salas de reuniões.

“O The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel resulta de uma parceria entre a FVC Group (developer) e a SC Hospitality, unidade de negócio de hotelaria da Sonae Capital (operador), inserindo-se numa zona da cidade bastante consolidada, estando mesmo classificado como parte de um conjunto de interesse público – A Avenida dos Aliados, traçada no início do século XIX, e a Rua do Almada, cuja traça remonta ao final do século XVIII”, explica a Sonae Capital no comunicado divulgado.

Por se encontrar localizado entre a Avenida dos Aliados e a Rua do Almada, o hotel divide-se entre dois polos, um dos quais  localizado na Avenida dos Aliados, onde se encontra a entrada da unidade hoteleira, enquanto na Rua do Almada se encontra a entrada direta para o bar.

O projeto de arquitectura e design de interiores do The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel é assinado pela Ding Dong e, segundo a Sonae Capital, presta uma “homenagem ao passado elegante, revisitado, com um desenho cuidado e sempre feito na dualidade entre um espaço público e um ambiente residencial”.

Com os corredores em tons de verde seco e rosa-claro, cores que se tornam mais fortes nos quartos e suites da unidade, o The Editory Boulevard Aliados Porto Hotel oferece oitos categorias de quartos, incluindo cozy, standard, city view, superior city view, Aliados view, superior Aliados view e Suite Aliados.

“Tratando-se de um design hotel, cumpre o compromisso de dotar cada quarto de uma imagem própria, em que as linhas do mobiliário, os adereços utilizados, o acesso às graníticas varandas da Avenida dos Aliados e o equilíbrio de luminosidade se fazem com elegância e sofisticação”, acrescenta o comunicado divulgado.

O novo hotel da Sonae Capital no Porto conta também com o restaurante Editory Boulevard Aliados que, “além de assumir um desafio aos cinco sentidos”, tem ainda “a missão de surpreender e de criar dúvida e curiosidade sobre os alimentos servidos e respetivas conjugações improváveis”.

O restaurante do hotel, cuja carta é assinada pelo Chef André Silva, apresenta um ambiente a fazer lembrar uma mistura entre um cabaret e um clube noturno, e de inspiração circense, onde não faltam “pormenores burlescos que remetem para o registo vintage em constante provocação”.

Com capacidade para 50 pessoas, o restaurante funciona diariamente ao almoço, entre o meio-dia e as 14h30, e ao jantar, entre as 19h00 e a meia-noite, enquanto o bar está aberto durante todo o dia e tem capacidade para cerca de 30 pessoas, apresentando uma carta de cocktails de autor inspirada no tema que o define: o burlesco.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Armazém Luxury Housing nasce no Porto

O Armazém Luxury Housing é um boutique hotel de luxo, no centro histórico do Porto, que nasce de um abandonado armazém de ferro do século XIX.

Publituris

Com arquitetura de Luís Sobral e Carlos Miguel Campos, esta reconstrução privilegiou a harmonia de cores, utilizando o betão, o ferro e a madeira que contrastam com a delicadeza dos tecidos.

A decoração mistura o clássico e o moderno, desde camas feitas de betão, troncos antigos e até com escadas na lateral, ao cofre que pesa toneladas transformado num bar.

Este boutique hotel de luxo oferece nove quartos e três apartamentos.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Revenue Management vai estar em debate no Algarve

Como tirar partido de estratégias de Revenue Management é a temática que vai estar em debate no próximo dia 30 de maio, no Penina Hotel & Golf Resort, no Algarve.

Publituris

A RM HUB, a Climber, Host e OTA Insight são os dinamizadores deste evento, que vai decorrer, pela primeira vez, no Algarve.

Dirigido a profissionais do setor hoteleiro, a organização refere, em comunicado, que o objetivo passa por fornecer dados e ferramentas que possam dinamizar a procura e o aumento de vendas, através de estratégias de Revenue Management e uso de tecnologia.

A participação é gratuita e está limitada a 50 pessoas. As inscrições devem ser feitas online, via website das empresas organizadoras, e sujeitas a confirmação.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

Grupo Pestana regressa aos lucros com 23 milhões de euros

Depois de um ano de 2020 negativo, o Pestana Hotel Group (PHG) regressou aos lucros, obtendo um resultado líquido de 23 milhões de euros. Já as receitas passaram para 295 milhões, enquanto o EBITDA ultrapassou os 96 milhões. O mês de abril de 2022 já foi melhor que 2019.

Victor Jorge

Os resultados líquidos referentes ao exercício de 2021 do Pestana Hotel Group (PHG), apresentados esta quarta-feira, dia 18 de maio, voltaram a números positivos, registando lucros de 22,9 milhões de euros, contra os 32,2 milhões de euros negativos alcançados em 2020, mas ainda longe dos 79,4 milhões obtidos no melhor ano de sempre do maior grupo hoteleiro português, em 2019.

No que diz respeito ao volume de vendas, o crescimento foi de 113,7 milhões de euros, passando de 181,7 milhões, em 2020, para 295,4 milhões de euros, em 2021, mas, também aqui, ainda aquém dos 418,8 milhões de euros alcançados no último ano pré-pandémico.

Já no EBITDA, o grupo apresentou, para o exercício de 2021, 22,9 milhões de euros face aos 33,7 milhões de 2020, triplicando, assim, este valor. No exercício de 2019, o EBITDA obtido pelo grupo foi de 161,8 milhões de euros.

Na conferência de imprensa que marcou a apresentação de resultados do grupo Pestana, José Teotónio, CEO do PHG, admitiu que “cada ano de pandemia parecia um século”, fazendo referência ao desempenho variável do exercício. “O ano de 2021, em termos turísticos começou, basicamente, em maio”, admitiu José Teotónio, revelando que “se até maio tivemos muito pouca atividade, tivemos uma abertura no quinto mês do ano, mas que depois voltou a cair, com a situação dos britânicos, para voltar a crescer nos meses de verão. Depois veio a variante Ómicron e, em novembro, tudo voltou tudo a fechar”, salientou o responsável do grupo.

“Comparado com 2020, sem dúvida que 2021 foi melhor, mas ficámos, naturalmente, longe de 2019”, destacando José Teotónio que “2021 ficámos a 45 a 50% de 2019”.

Considerando que os números de 2021 “não são um grande resultado, mas, dadas as circunstâncias, termos regressado aos resultados positivos já é muito bom”, confidenciou José Teotónio.

Destacando que, em fevereiro de 2020 o grupo abriu o 100.º hotel para “fechá-lo 39 dias depois” [unidade de Nova Iorque], José Teotónio revelou que o grupo já tem, atualmente, todas as unidades (re)abertas).

Regressando, no entanto, a 2021, e com o mercado nacional a dar “um forte contributo em termos de reservas”, o grupo teve nos destinos de resort, com destaque para o Porto Santo e o Algarve, os pontas de lança na recuperação, contrapondo o desempenho dos destinos citadinos que “levaram e deverão levar mais tempo a recuperar”, segundo o CEO do grupo.

De resto, o PHG manteve as aberturas previstas para 2021 e 2022, com as nove unidades que estavam em pipeline, admitindo José Teotónio que, “com a pandemia, não tínhamos muito interesse em acelerar estes processos”. Assim, ao longo destes dois anos, foram acrescentados cerca de 1.000 quartos à oferta existente: Pousada de Vila Real de Santo António (Algarve), Pestana Vintage (Lisboa), Pousada do Porto-Flores (Porto), Pestana Fisherman (Maderia), Pestana CR7 Gran Vía (Madrid, Espanha), Pestana CR7 Times Square (Nova Iorque, EUA), Pestana Tânger (Marrocos), todos em 2021, continuando as aberturas em 2022 com o Pestana CR7 Marrakech (Marrocos) e Pestana Douro Riverside (Porto).

“Temos todos os hotéis abertos, o que é um contentamento, mas também um desafio. Agora é colocá-los no mapa”, antevendo com “boas perspetivas” o verão que está a chegar, mas sinalizando a guerra que se está a desenrolar a Leste “e ainda a COVID que parece que acabou, mas ainda aí está”.

Para 2022, José Teotónio acredita que, numa perspetiva Like-for-Like (LfL), ou seja, contabilizando a mesma operação que existia em 2019, “deveremos ficar a 85 a 90%, mas no total, estimamos um 2022 semelhante ou mesmo superior a 2019, o melhor ano de sempre do grupo”.

Sobre o autorVictor Jorge

Victor Jorge

Mais artigos
Hotelaria

Vantagens para clientes da Small Portuguese Hotels na Rede Expressos

A Small Portuguese Hotels junta-se à Rede Expressos para oferecer vantagens aos mais de 250 mil clientes do programa RFlex nas suas reservas num alojamento da cadeia hoteleira.

Publituris

Nesta iniciativa com a Rede Expressosa Small Portuguese Hotels, diz e nota de imprensa, que pretende reforçar o seu compromisso de mostrar o melhor que Portugal tem para oferecer, com conteúdos originais, parcerias relevantes e diversas ofertas.

Por cada reserva efetuada num dos hotéis Small Portuguese Hotels, os clientes RFlex recebem diretamente benefícios com esta parceria, para além do desconto adicional de 5% nessa mesma estada, como vantagem da reserva através da plataforma da cadeia hoteleira.

A Small Portuguese Hotels conta, atualmente, com 140 pequenos hotéis independentes, de três a cinco estrelas, de norte a sul do país e ilhas.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

PHC Hotels tem novos colaboradores

A PHC Hotels – Portuguese Hospitality Collection continua a reforçar a sua equipa, tendo recentemente contratado dois novos colaboradores.

Publituris

São eles, João Monteiro como novo diretor de Alojamento da cadeia, ficando responsável pela estratégia de alojamento e planeamento da operação das três unidades do grupo – Hotel Mundial, Portugal Boutique Hotel e My Suite Lisbon Guest House – Príncipe Real, e João Fonseca, que fica à frente do departamento de Housekeeping, como governante geral.

João Monteiro tem formação em Gestão de Turismo pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo de Coimbra, e licenciatura concluída na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Conta com uma vasta experiência em hotelaria, tendo integrado diversas marcas hoteleiras como o Grupo Eurostars ou o Grupo TRIUS, onde desempenhou funções de general manager.

Por sua vez, João Fonseca tem formação em Produção Alimentar em Restauração pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, e mestrado em Marketing Relacional, tendo construído a sua carreira profissional ao colaborar com marcas de referência na hotelaria nacional, como a NAU Hotels, Vila Vita Parc ou Intercontinental.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

AHDP promove conversa entre hoteleiros no projeto ‘Be our Guest’

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a 30 de maio, a partir das 19h00, com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, e de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

Publituris

A Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP) vai dar início, a 30 de maio, à iniciativa ‘Be our Guest’, que consiste numa conversa entre hoteleiros sobre temas da atualidade e que, na primeira edição, conta com a participação de Patrícia Correia, General Manager do Monte Santo Resort, bem como de Mário Candeias, General Manager do Espinas Hotel Group, no Irão.

Numa nota publicada no Linkedin, a associação explica que a primeira edição da iniciativa vai debater o tema “Gestores de hotéis como empreendedores e principais geradores de valor para os acionistas”.

A primeira edição do ‘Be our Guest’ decorre a partir das 19h00, através da plataforma Zoom, e os interessados em assistir à conversa entre os dois hoteleiros devem realizar a inscrição em https://bit.ly/3yBz3uB.

A iniciativa ‘Be our Guest’ vai ter um carácter regular e, segundo a ADHP, vai decorrer sempre na ultima segunda-feira de cada mês, pelas 19h00, via Zoom.

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Hotelaria

GuestCentric identifica tendências para hotéis em Portugal no verão de 2022

Existem sinais de uma procura exponencial pelos hotéis portugueses, com níveis de crescimento que ultrapassam os números pré-pandemia, mas também o surgimento de clientes mais exigentes, dispostos a pagar mais, desde que em troca de experiências realmente diferenciadoras.

Publituris

Estas são algumas das tendências identificadas pela GuestCentric, empresa de tecnologia de reservas hoteleiras, para os hotéis em Portugal no verão de 2022, após ter analisado centenas de unidades.

De acordo com a pesquisa da Guestcentric, os hóspedes portugueses representam a maioria dos clientes que reservam diretamente os hotéis do país, seguidos dos EUA e do Reino Unido. Embora os Online Travel Agents (OTA) tenham intensificado os seus esforços de marketing, prevendo-se uma agressividade comercial maior no verão 2022, ainda há muito potencial de crescimento das reservas diretas e, portanto, de maior rentabilidade.

O preço médio diário (Average Daily Rate – ADR) está a atingir em 2022 níveis recorde, especialmente na Europa. A GuestCentric revela que os preços dos hotéis na Europa estão atualmente 31% acima de 2019, enquanto os preços dos das unidades dos EUA estão 13% acima de 2019.

As reservas de última hora continuam a ser a norma, e os dados da GuestCentric mostram que entre 40% a 50% das reservas ainda são feitas para o mesmo mês. Embora seja incerto se esta tendência se manterá durante o verão, a capacidade de gerir rapidamente a procura é nova para muitos hotéis, pelo que é importante que estes continuem a ser suficientemente ágeis para responder em conformidade.

A empresa sublinha, por ouro lado que as reservas, para estadas em hotéis para a segunda metade de 2022 estão atualmente 20% acima dos níveis de 2019.

Ao nível das viagens domésticas a expectativa é que se mantenham estáveis, atingindo os níveis de 2021 ou excedendo-os até ao segundo semestre deste ano; tendendo as internacionais a ultrapassar significativamente os níveis de 2019.

Os consultores de viagens (outrora agentes de viagens) estão a regressar, devido à complexidade das viagens, às constantes mudanças nas rotas aéreas e nos voos, e também à incerteza do mundo pós-pandemia. Diz a GuestCentric que, para o verão de 2022, a procura por pacotes mais simples e para destinos mais próximos pode ultrapassar largamente a de viagens exóticas de longo curso, especialmente no caso das famílias.

Outra das conclusões da análise é que a viagem responsável continua importante. Os hóspedes estão particularmente sensíveis às iniciativas sustentáveis que envolvem a comunidade local do hotel, especialmente no que se refere à utilização de fornecedores de comidas e bebidas locais.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Alojamento

Alojamento turístico recupera em março mas só o rendimento médio por quarto ocupado ultrapassou 2019

Os dados do INE esta revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019 foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros, 4,4% acima do período pré-pandemia.

Publituris

No passado mês de março, o alojamento turístico nacional contabilizou 1,6 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas, número que indicam subidas de 464,1% e 543,2%, respetivamente face ao ano passado, mas que, em comparação com 2019, continuam 15,3% e 12,7% abaixo de 2019, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os dados divulgados pelo INE esta sexta-feira, 13 de maio, revelam que, entre os principais indicadores da hotelaria, o único que apresentou uma melhoria face a 2019, ainda antes da pandemia da COVID-19, foi o rendimento médio por quarto ocupado, que chegou aos 74,3 euros em março, ficando 4,4% acima do registado no período pré-pandemia.

Em março, o mercado nacional foi responsável por 1,3 milhões de dormidas, enquanto o mercado externo realizou 2,7 milhões de dormidas, o que traduz decréscimos de 16,5% nas dormidas de não residentes e, em menor grau, nas de residentes, onde a quebra foi de 3,6%.

Já os proveitos de março chegaram aos 233,9 milhões de euros, incluindo 168,8 milhões de euros relativos aos proveitos por aposento, o que quer dizer que, em comparação com março de 2019, houve uma descida de 5,8% tanto nos proveitos totais como nos relativos a aposento.

Já o rendimento médio por quarto disponível foi de 31,3 euros em março, enquanto o rendimento médio por quarto ocupado atingiu 74,3 euros em março, o que no primeiro caso traduz uma descida de 7,4%, enquanto o ADR, como já referido, aumentou 4,4%.

O INE indica que o crescimento das dormidas foi comum a “todas as regiões”, ainda que Lisboa tenha concentrado 30,1% das dormidas, seguindo-se o Algarve (21,8%), o Norte (16,7%) e a RA Madeira (14,2%).

Face a igual mês do ano passado, a situação muda, contudo, de figura, pois “todas a regiões apresentaram diminuição do número de dormidas, mais acentuada no Algarve (-18,8%) e AM Lisboa (-16,2%)”, ainda que a RA Madeira (+50,5%) e RA Açores (+4,0%) tenham apresentado crescimentos, sendo também de realçar o decréscimo no Algarve (-19,5%).

Já o Alentejo registou um aumento de 2,1% nas dormidas dos não residentes, enquanto as restantes regiões apresentaram descidas, com destaque para o Centro (-22,4%) e para a RA Açores (-21,1%), que apresentaram as maiores descidas.

Em março, a taxa líquida de ocupação-cama nos estabelecimentos de alojamento turístico foi de 33,4%, o que traduz um aumento de 23,3 p.p., ainda que, face a março de 2019, a taxa líquida de ocupação-cama tinha sido 38,6%.

No acumulado do primeiro trimestre do ano, as dormidas totais aumentaram 398,5%, com destaque para os não residentes, onde este indicador aumentou 845,6% face ao ano passado, enquanto as dormidas de residentes subiram 176,2%. Face a 2019, o INE identifica, no entanto, uma descida de 18,8% nas dormidas, incluindo uma quebra de 1,6% nos residentes e de 26,4% nos não residentes.

No caso dos proveitos, o desempenho também não foi melhor no primeiro trimestre do ano, uma vez que, segundo o INE, os proveitos registaram crescimentos de 536,4% no
total e 509,2% relativos a aposento face ao ano passado, ainda que, em comparação com o período pré-pandemia, se continue a identificar uma descida de 15,7% no proveitos totais e de 14,6% nos proveitos por aposento.

O INE indica ainda que, nos três primeiros meses de 2022, e considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,9 milhões de hóspedes e 9,7 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 356,6% e 346,8%, respetivamente.

 

 

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se conectado

©2021 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.