Edição digital
Assine já
PUB
Premium

“Agências continuam a ser canal privilegiado”

Com 40 anos de carreira na TAP, Ricardo Lo Presti é o novo director-geral comercial da companhia aérea, assumindo, também, o departamento relativo às Vendas em Portugal. Em entrevista ao Publituris, o profissional apresenta-se ao trade nacional.

Patricia Afonso
Premium

“Agências continuam a ser canal privilegiado”

Com 40 anos de carreira na TAP, Ricardo Lo Presti é o novo director-geral comercial da companhia aérea, assumindo, também, o departamento relativo às Vendas em Portugal. Em entrevista ao Publituris, o profissional apresenta-se ao trade nacional.

Patricia Afonso
Sobre o autor
Patricia Afonso
Artigos relacionados
“Viseu Dão Lafões é onde apetece estar” este verão
Destinos
Brasil recebe 3,2 milhões de turistas internacionais em cinco meses
Destinos
“Meeting Forums” do Publituris contam já com 25 ‘buyers’ internacionais
Eventos Publituris
“Oficinas de Ideias Solférias” forma agentes de viagens para o destino Madeira e Porto Santo
Distribuição
Segurança e qualidade entre as prioridades dos viajantes long-haul para a Europa
Destinos
Segundo hotel da Maison Albar em Portugal vai abrir portas em Moure
Hotelaria
SAP Concur Day 2024 analisa tendências e futuro das viagens e gastos corporativos marcados pela IA
Tecnologia
Geoscope de Fajão afirma Aldeias do Xisto como destino para observar céu escuro
Destinos
Grande evento de BTT dinamiza turismo de aventura na Grande Rota das Montanhas Mágicas
Destinos
Governador de Santa Catarina lidera comitiva em busca de novas parcerias com Portugal
Destinos

Com 40 anos de carreira na TAP, Ricardo Lo Presti é o novo director-geral comercial da companhia aérea, assumindo, também, o departamento relativo às Vendas em Portugal. Em entrevista ao Publituris, o profissional apresenta-se ao trade nacional.

Ricardo Lo Presti TAP

Como a oportunidade para assumir a direcção de vendas da TAP?
Tenho 40 anos de TAP. Fui convidado para vir para aqui porque havia uma necessidade de rever certas posições de representação lá fora, justamente na óptica da nova direcção. E pensaram que tinha o perfil necessário para aceitar este novo desafio.

De que forma é que a sua experiência, nomeadamente internacional, pode beneficiar este departamento?
Acho que bastante. Hoje em dia, mais de 60% da nossa receita vem do estrangeiro, portanto temos que conhecer sempre melhor o que acontece lá fora, como funciona, quais são as várias tendências da indústria e como podemos acompanhá-las. E estamos cheios de desafios, todos os dias. Isto, à parte das crises que existem. Importarmos know-how é bom para empresa. Os desafios existem e são os mesmos para qualquer companhia aérea europeia. Todas sofrem de uma concorrência benéfica para o consumidor final por parte das companhias low cost. Lançámos outros produtos a nível tarifário que poderão permitir concorrer melhor nesse aspecto.

Já está em contacto com as agências de viagens e operadores turísticos nacionais?
Já tivemos contacto com as entidades oficiais da indústria, nomeadamente a APAVT e a CTP. A partir de Setembro, vou começar a visitar e conhecer os responsáveis pelas grandes contas. Temos dois canais de vendas grandes: o flytap e as agências de viagens, que continuam a ser o canal privilegiado. Temos que as proteger, defender e continuar a trabalhar com elas.

Mudanças
O que vai acontecer no departamento de vendas da TAP?
Vamos fazer um grande trabalho, mas ainda não posso entrar em detalhes. É a mudança de uma realidade de cobertura geográfica comercial para uma realidade de cobertura por segmento de mercado. Existem dois grandes segmentos, o corporate/business, nomeadamente as agências DMCs; e, do lado do leisure, os OTAs, TOs, retalhistas. E é nessa óptica que vamos tentar reorganizar as vendas, de modo a satisfazer mais depressa e com mais eficácia as necessidades de cada um destes canais, que não são idênticas. Por isso, temos que ter pessoas bem especializadas a tratar destes assuntos. Até aqui, e ainda temos de pé esta estrutura [por altura da realização desta entrevista, em meados de Agosto], temos tido um director de vendas e quatro ou cinco assistentes responsáveis por determinado mercado no estrangeiro. Mas, com o andar do tempo, as mudanças e o que vemos a nível internacional, esta já é uma estrutura demasiadamente tradicional e temos que optar por uma coisa mais recente, e que já foi implementada noutras companhias. Trata-se de uma situação por canal de vendas. A nossa ideia é criar algo mais eficaz. Vamos mudar para uma estrutura por canais: o business, onde está incorporado o travel corporte, das DMCs; e o leisure; o direct sales, que são as nossas lojas, o nosso call center e o flytap.

JU7A4114O que vai acontecer com o mercado português?
Absolutamente nada. O meu colega Gil Trigo foi chamado para uma função muito importante que é o director do CCO, do controlo operacional da empresa. E visto que estamos, justamente, numa situação de mudanças, eu vou assumir as funções do mercado português. No entanto, vou assumi-las do ponto de vista oficial. Do ponto de vista prático – foi já apresentado na APAVT – é a própria Ana Paula Carvalho que vai continuar a manter o relacionamento com as agências de viagens, entidades institucionais e imprensa.

Que mais-valias é que estes novos accionistas trazem à TAP neste âmbito?
Acho que se a TAP, hoje em dia, tem demonstrado uma certa vontade de mudança, de se implementar melhor nos mercados, fazer novas apostas – como nos EUA -, é o facto de termos um novo acionista que nos permite ter recursos. Sobretudo recursos. Esta é uma companhia que apresenta bons resultados, mas que, depois, no fim, esses acabam por não ser bons. Por vários factores. Há uma grande mudança na empresa. Nós somos os vendedores. Quem produz o produto, os valores, assentos, é a nossa rede, agora liderada por Elton de Souza, que vem de fora e está a revolucionar toda a aceitação do tráfego. Há um estreito relacionamento entre os nossos departamentos justamente para encontrar um equilíbrio.

MERCADOS
Há uma quebra no Brasil e Angola; e a Venezuela não está na melhor das situações…
Esses são os tais factores exógenos, circunstanciais, que afectam a TAP como qualquer outra companhia que opera nessas regiões.

Sem dúvida, mas há uma aposta clara da TAP nos EUA. Este mercado é a salvação para estas quebras?
Acho que os EUA já estavam na mira há muito tempo, faltavam os recursos. Obviamente que, agora, há recursos e estudos feitos que defendem que os EUA, com o potencial que têm, podem ser uma grande aposta para a TAP. E eu acredito nela, fortemente. Chegar ao nível do Brasil, se calhar demorará alguns anos, mas potencialmente falando não há dúvida que os EUA são um mercado príncipe.

Mas pode compensar parte das quebras neste momento?
Estamos a tentar equilibrar. Eventualmente, estamos a voar menos um voo por semana para Porto Alegre e a pôr o avião em Boston, Nova Iorque ou New Jersey, onde for mais aproveitado.

VENDAS
Como estão a correr as vendas este ano?
As vendas, considerando tudo o que foi visto, estão numa situação razoável. Não foram só as crises que afectaram este plano, há uma vertente muito preponderante nos dias de hoje que é o clima de terrorismo na Europa. Tudo tem um timing, desde Charlie Hebdo, Bataclan, Bélgica, até chegar a Nice. Portugal beneficia desta situação porque as pessoas já não vão à Turquia, ao Egipto, à Grécia. Somos um País considerado muito seguro, estou cá há pouco tempo, mas saí à rua na noite em que Portugal ganhou o Campeonato Europeu de Futebol e foi um ambiente muito bom. O clima é diferente, a qualidade de vida muito boa. Todas estas situações afectaram as nossas vendas, como as de outras companhias. A procura hoteleira em França, por exemplo, caiu 10%. Aqui está a crescer a dois dígitos. A situação de vendas é boa e razoável. Existem elementos exógenos com bastante peso, mas, mesmo assim, os resultados não estão maus. No mês de Julho, as vendas em Portugal estavam a menos 4%. A nossa oferta também foi reequilibrada. Há-de recordar que 2014 foi um ano difícil em termos de regularidade. Hoje em dia, já temos aviões disponíveis para evitar essas bolas de neve. Por isso, e também devido às crises, decidimos reequilibrar a nossa oferta e há uma pequena diluição, que é mais ou menos parecida com a diminuição da procura. A questão de Angola e do Brasil são importantes, assim como, também, a do português que voa menos para França.

Como se dividem as vendas por canal de distribuição?
O flytap anda a volta dos 20/25%. O restante, que são as agências de viagens, é 75%.

E em termos mercados?
O mercado americano está, claramente, a puxar muito, também porque tem mais oferta. No Brasil, apesar da crise, começa -se a ver uma luz no fim do túnel. Parece que a economia está lentamente a recuperar, outras companhias comentam o mesmo, creio que o fundo já foi atingido. Isso, para nós, é importante para podermos manter a nossa posição de liderança. A situação de Angola está em aberto, vamos ver o que acontece. São questões muito políticas que vão além da TAP. A Venezuela é a mesma coisa.

E o mercado português?
No acumulado a Julho, Portugal representa, mais ou menos, 25%. Não se pode dizer que tenha piorado, posso aumentar as vendas, mas o peso ser mais baixo, depende. As vendas em Portugal estão boas.

E em termos de perspectivas para o ano inteiro?
Acho que desde Junho/Julho que existem alguns sinais de melhoria. Também estamos a aprender a conviver com as crises, o que tem um custo. Mas, estamos a fazê-lo. Temos promoções no Brasil, no sentido para Lisboa, o que está a funcionar. Estamos a reabrir certos canais de venda na Venezuela e em Angola, de forma a que possam continuar a comprar. Estamos a tentar abrir os mercados e a ver o desenvolvimento nos próximos seis meses, sobretudo em Angola. Estou a ver uma melhoria significativa, o que também acontece nos ‘advance bookings’.

No próximo ano, já com estas estratégias a serem implementadas, a TAP está pronta para regressar aos seus anos ‘de ouro’?
Claro que sim. Se temos um investidor que entra no capital da TAP, neste caso vários, quer dizer que a companhia vale alguma coisa. Se compramos um apartamento, é porque pensamos que este pode valorizar nos próximos anos, caso contrário não o faríamos. Claro que tem que haver uma gestão com credibilidade junto do conselho de administração. Em princípio, penso que os anos de ouro podem voltar. De onde e de que eixos? Isso seria como ter uma bola de cristal. Mas os EUA são justamente uma aposta. Agora apostámos em Boston, JFK e, no Inverno, vamos ter um voo diário para Miami. Tudo isto permite-nos pensar que se os EUA reagirem bem, como parece que estão a reagir, talvez possamos, a médio/longo prazo, abrir novas escalas. Até porque temos um forte parceiro no mercado, a JetBlue, que nos dá uma grande distribuição. Creio que estamos num momento bom. Complicado na gestão do dia-a-dia porque é muita coisa em movimento, mas é de salutar. Fomos chamados para isto e vamos acompanhar esta dinâmica.

Sobre o autorPatricia Afonso

Patricia Afonso

Mais artigos
Artigos relacionados
“Viseu Dão Lafões é onde apetece estar” este verão
Destinos
Brasil recebe 3,2 milhões de turistas internacionais em cinco meses
Destinos
“Meeting Forums” do Publituris contam já com 25 ‘buyers’ internacionais
Eventos Publituris
“Oficinas de Ideias Solférias” forma agentes de viagens para o destino Madeira e Porto Santo
Distribuição
Segurança e qualidade entre as prioridades dos viajantes long-haul para a Europa
Destinos
Segundo hotel da Maison Albar em Portugal vai abrir portas em Moure
Hotelaria
SAP Concur Day 2024 analisa tendências e futuro das viagens e gastos corporativos marcados pela IA
Tecnologia
Geoscope de Fajão afirma Aldeias do Xisto como destino para observar céu escuro
Destinos
Grande evento de BTT dinamiza turismo de aventura na Grande Rota das Montanhas Mágicas
Destinos
Governador de Santa Catarina lidera comitiva em busca de novas parcerias com Portugal
Destinos
PUB
Edição Digital

Edição Digital: Entrevista ao presidente da USTOA, Tunísia, rent-a-car e nomeados dos “Portugal Travel Awards” 2024

As entrevistas ao presidente da United States Tour Operators Association (USTOA), Terry Dale, e Matthew Berna, presidente da Intrepid Travel, Americas, são destaque desta edição do Publituris. Além disso, visitámos a Tunísia e damos conta do estado do setor rent-a-car em Portugal. A isto juntamos ainda os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024.

Publituris

A entrevista ao presidente da United States Tour Operators Association (USTOA) – o equivalente à APAVT portuguesa – Terry Dale, faz capa do Públituris 1513.

Reunida que esteve para a reunião anual do seu Conselho Executivo, na região Centro de Portugal, evento que incluiu uma visita de incentivo dos seus membros, Terry Dale admitiu que Portugal “está perfeitamente preparado para atrair viajantes exigentes que procuram mergulhar em novas culturas e gastronomia”.

O presidente da associação norte-americana afirmou ainda ao Publituris que, “Portugal oferece algo novo para aqueles que já experimentaram outras partes da Europa”.

Em Portugal, a participar na reunião da USTOA, esteve também Matthew Berna, presidente da Intrepid Travel, Americas, empresa de viagens de aventura para pequenos grupos que oferece mais de 1.100 passeios acompanhados em todo o mundo. Na opinião de Matthew Berna, “Portugal tem muito para oferecer”. Confirmação de que “Portugal está na moda” são os números apresentados pela Intrepid Travel, Americas, cujas vendas para Portugal aumentaram 11% em relação a 2023, demonstrando que “Portugal é popular neste momento”.

Nas “Capas que fazem História”, destaque para a edição de 15 de junho de 1974, na qual o então secretário de Estado do Comércio Exterior e Turismo (SECET), Rui Vilar, afirmava que “dada a situação geográfica do nosso país, a sua própria situação geográfica e as infraestruturas existentes, o esforço no campo económico terá de ser canalizado para o turismo de qualidade”.

Nesta edição trazemos, também e novamente, a listagem dos nomeados da 19.ª edição dos Publituris “Portugal Travel Awards”. Este ano há 177 nomeados em 22 categorias e a votação está em aberto até ao próximo dia 27 de junho em https://premios.publituris.pt/.

Os vencedores da edição de 2024 serão conhecidos no próximo dia 4 de julho, a partir das 19h00, no Pestana Douro Riverside, no Porto.

A Tunísia é o destino em destaque nesta primeira edição de junho. O Publituris foi rever o destino, pelas mãos do operador turístico Sonhando, que levou um pequeno grupo de agentes e viagens. As regiões turísticas de Monastir, Mahdia, Porto El Kantaoui, e Sidi Bou Said, no continente, e a incontornável Djerba, fizeram parte deste roteiro.

No “dossier” desta edição analisamos o setor “rent-a-car” que, depois de um verão positivo em 2023, volta a estar otimista também para a época alta deste ano, o que se deve ao regresso em força dos turistas a Portugal depois da pandemia. E, apesar da inflação e outros desafios, o otimismo é ainda justificado pela ajuda que as novas tecnologias têm dado a este setor, que já se está a preparar para incorporar, também a Inteligência Artificial.

Além do Pulse Report, numa parceria entre a GuestCentric e o Publituris, as opiniões pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Nuno Avelar de Sousa (Parque Aventura Sniper), e Miguel Pizarro (ISAG).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Os nomeados dos Publituris Portugal Travel Awards 2024. Conheça-os na edição 1512

A próxima edição do Publituris faz capa com os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. Nesta 19.ª edição, há 177 nomeados em 22 categorias. Além disso, falamos das restrições no turismo, do ATM 2024, e de seguros de viagens.

Publituris

A última edição de maio do jornal Publituris destaca os nomeados dos Publituris “Portugal Travel Awards” 2024. Nesta 19.ª edição, há 177 nomeados nas 22 categorias que estarão a votação a partir de segunda-feira, 27 de maio, no site dos prémios criado para o efeito e que estará online no dia do arranque da votação.

As categorias são: Melhor Companhia de Aviação, Melhor Companhia de Aviação Lowcost, Melhor Rent-a-Car, Melhor Operador Turístico, Melhor Rede de Agências de Viagens, Melhor Companhia de Cruzeiros, Melhor Cadeia Hoteleira, Melhor Hotel Cinco Estrelas, Melhor Hotel Quatro Estrelas, Melhor Hotel Resort, Melhor Boutique Hotel, Melhor Hotel de Cidade, Melhor Hotel MICE, Melhor Hotel de Praia, Melhor Turismo Rural, Melhor Enoturismo, Melhor Campo de Golfe, Melhor Parque Temático e Diversões, Melhor Empresa de Animação Turística, Melhor Marina, Melhor Destino Internacional, Melhor Região de Turismo Nacional.

Haverá ainda a lugar ao Prémio “Belmiro Santos”, atribuído diretamente pela redação do jornal Publituris.

Os vencedores resultarão de uma média ponderada entre os votos do júri (45%), dos assinantes do jornal Publituris (45%) e subscritores da newsletter diária (10%).

Relativamente aos subscritores da newsletter diária, só serão contabilizados os votos dos registos efetuados até 24 de maio, ficando o registo suspenso até ao final da votação, ou seja, até dia 27 de junho de 2024.

O júri é composto por: Ana Jacinto (Secretária-geral da AHRESP); André Gomes (Presidente da Região de Turismo do Algarve); António Marques Vidal (Presidente da APECATE); Carla Salsinha (Presidente da ERT de Lisboa); Carlos Brandão (Presidente da ESHTE); Cristina Siza Vieira (Vice-presidente Executiva da AHP); Dália Palma (Gestora Coordenadora da BTL); Eduardo Jesus (Secretário Regional do Turismo da Madeira); Eduardo Miranda (Presidente da ALEP); Fernando Garrido (Presidente da ADHP); Francisco Pita (CCO da ANA – Aeroportos de Portugal); Francisco Serzedello (CEO da GR8 events); Jaime Quesado             (Economista e gestor); Joaquim Robalo de Almeida (Secretário-geral da ARAC); Jorge Costa (Presidente do IPDT); José Santos (Presidente da Turismo do Alentejo e Ribatejo); Lídia Monteiro (Vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal); Luís Pedro Martins (Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal); Miguel Quintas (Presidente da ANAV); Nuno Abranja (Diretor do Departamento de Turismo do ISCE); Pedro Costa Ferreira (Presidente da APAVT); Raul Almeida (Presidente da Turismo do Centro de Portugal); Rodrigo Pinto Barros (Presidente da APHORT); Sérgio Guerreiro (Professor Convidado da NOVA SBE); Sofia Almeida (Coordenadora Vertical da Área Turismo & Hospitalidade da Universidade Europeia).

Também nesta edição, destacamos as medidas restritivas que estão a ser impostas para conter os fluxos de turistas, principalmente nas cidades europeias, que colocam constrangimentos aos operadores turísticos cujo core business são os circuitos culturais e viagens de grupo. Como é que estão a lidar com estas questões, nomeadamente das taxas turísticas, da burocracia, limitação do número de pessoas por guia, aumento constante, e quase sem aviso, do preço das entradas de grupos de turistas em monumentos e atrações turísticas, e a distância em que os autocarros, cada vez mais, são obrigados a ficar dos centros históricos de algumas cidades, foi o que o Publituris pretendeu conhecer, em conversa com diversos profissionais ligados à operação turística.

A viagem ao Arabian Travel Market (ATM) 2024, a convite do Turismo do Dubai, veio confirmar algo que já se suspeitava há muito. A região do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) não quer ficar somente por um destino turístico. Sejam os EAU, mas principalmente, o Dubai, pretendem tornar-se num hub global, no qual o turismo terá um papel fulcral.

Também no Dubai, tivemos uma conversa (curta) com Julia Simpson, presidente e CEO do World Travel & Tourism Council (WTTC), na qual se mostrou surpreendida (pela positiva) com os resultados obtidos pelo turismo em Portugal. Julia Simpson também mostrou uma certa curiosidade [a conversa foi tida antes de se conhecer a decisão sobre o novo aeroporto para a região de Lisboa] sobre como Portugal conseguirá manter esta performance. “Sem novo aeroporto, como irão crescer?” perguntou a CEO e presidente do WTTC, além de querer saber novidade sobre o processo de privatização da TAP.

O dossier desta edição é dedicado aos seguros de viagem. Depois de ultrapassado o período da pandemia, considerado por todos como o que criou uma das maiores crises económicas, especialmente nas viagens, a adaptação da oferta dos seguros foi não só necessária como obrigatória. Mas se antes os seguros de viagem eram vistos como uma precaução adicional, hoje são considerados indispensáveis para quem viaja.

Além do “Check-in”, as opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Sílvia Dias (Savoy Signature), Carlos Torres (jurista), e Pedro Castro (SkyExpert).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Alojamento Local, Sustravel, Ilhas Canárias e MITE Macau

A edição de 10 de maio do Publituris faz capa com o Alojamento Local. Em entrevista, Eduardo Miranda, presidente da ALEP, traça o que é necessário para o AL ter estabilidade. Sustravel, Turismo das Canárias e MITE Macau são outros dos temas desta edição.

Publituris

A primeira edição de maio do jornal Publituris, com capa de 10 de maio, destaca o Alojamento Local em Portugal. Em entrevista, Eduardo Miranda, presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), dá conta da necessidade da atividade precisar de “estabilidade para se poder dedicar àquilo que é, verdadeiramente, a sua missão”. Representando cerca de 40% das dormidas anuais em Portugal, o presidente da ALEP “quer fazer parte do Turismo”.

Na “Distribuição”, fomos conhecer o novo projeto de Paula Machado que, depois de deixar o Turismo de Macau em Portugal, dedicou-se à sustentabilidade, tendo sido convidada pela Travelife para ser, no nosso país, uma das formadoras e auditoras desta entidade internacional de certificação em sustentabilidade. O novo desafio levou à abertura da Sustravel, empresa que se dedica à sustentabilidade no turismo e que tem vários planos para levar o tema a outras paragens, com Macau na dianteira.

Os dois dias de workshop do Turismo das Canárias foram aproveitados para falar com Juan Hiemenez De La Torre, chefe de Projetos de Comunicação de Marketing Feiras; e Elena Gonzalez Vazquez de Parga, diretora de Marketing da Promotur.

Além de trazermos a fotorreportagem dos dois dias do evento que decorreu em Vila Nova de Gaia, no World of Wine (WoW), e Lisboa, no NAU Palácio do Governador; Juan De La Torre afirmou que o objetivo das Canárias “tornar-se um destino de valor e não de volume”.

Já Elena Parga colocou o tónico na conectividade, salientando que “há trabalho a fazer e destino a comunicar” e, por isso, a aposta passa pela criação de conteúdos que “vinquem a autenticidade e diversidade de cada ilha”. Quanto a Portugal, a diretora de Marketing da Promotur afirma que se trata de um mercado muito fiel”.

A viagem a Macau feita pelo Publituris, a convite da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), para visitar a MITE – Expo Internacional de Turismo (Indústria) de Macau, deu para perceber as mudanças que o destino pretende levar a cabo no que diz respeito à atividade turística. Mostrando-se como plataforma dessa transformação, o objetivo passa por afirmar Macau como um destino de lazer.

Além do Pulse Report, uma parceria entre o jornal Publituris e a guestcentric, a edição publica artigos de opinião de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor); Alexandra Lavaredas (ISCE); Ana Jacinto (AHRESP); e Joaquim Robalo de Almeida (ARAC).

Finalmente, nas “Capas que fazem História”, recorde a edição de 15 de maio de 1974, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de abril de 1974.

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Turismo do Alentejo e Ribatejo, 25 de abril, Inatel e cruzeiros na edição 1510 do Publituris

A nova edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista ao presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Santos, que faz um balanço dos primeiros meses do atual mandato e perspectiva o futuro das duas regiões. O 25 de abril, Inatel e um dossier dedicado aos cruzeiros também constam desta edição.

Publituris

A nova edição do jornal Publituris faz capa com uma entrevista ao presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Santos, que faz um balanço dos primeiros meses do atual mandato e perspectiva o futuro das duas regiões.

Nesta edição, publicamos também uma análise ao impacto do 25 de abril de 1974 no turismo nacional, através dos “Cadernos de Turismo”, que contêm informação estatística dessa altura, compilada pelo economista António Paquete, colaborador do jornal Publituris desde 1984.

A atividade do Inatel também está em destaque nesta edição, que conta com uma entrevista a Francisco Madelino, presidente do Conselho de Administração da Fundação Inatel. O responsável fala sobre a importância do turismo para esta instituição, que usa as receitas provenientes deste setor para fazer política social.

As novidades dos parques temáticos nacionais também estão presentes nesta edição, num artigo que detalha a oferta de alguns dos melhores parques nacionais, assim como de Espanha e França, onde se localiza ainda a “rainha da magia”, a Disneyland Paris, que lançou já em Portugal a campanha “Verão Mágico”.

Nesta edição, o dossier é dedicado aos Cruzeiros, que já recuperaram por completo da pandemia da COVID-19 e atravessam um momento positivo, com vendas em alta para o verão e boas perspectivas também para o próximo inverno.

Além do atual momento positivo que vivem os cruzeiros, conheça também algumas das novidades previstas e os novos navios que estão a chegar e saiba, através de uma entrevista a Fernando Santos, proprietário e diretor-geral da GlobalSea, agência de viagens especializada em cruzeiros, quais são as principais dúvidas que tanto clientes como agentes de viagens ainda têm relativamente a este tipo de férias.

A edição 1510 do Publituris conta ainda com a rubrica “Histórias do Turismo” dedicada ao 25 de abril de 1974, com o Check-In e com as opiniões de Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Pedro Rodrigues Catapirra (Cluster General Manager Lisboa da Highgate Portugal) e de António Paquete (economista e consultor de empresas).

Leia a edição aqui.

Boas leituras.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: RoadShow das Viagens em imagens, Málaga, entrevista SATA, Sun Princess e dossier Animação Turística

Recorde, nesta edição, o que foram os três dias do RoadShow das Viagens do Publituris. Também há entrevistas ao conselheiro de turismo do Ajuntamento de Málaga, à presidente da SATA, uma viagem no Sun Princess e um dossier dedicado à Animação Turística.

Publituris

A próxima edição do jornal Publituris faz capa com a reportagem fotográfica da 9.ª edição do RoadShow das Viagens do Publituris.

Durante três dias, o evento organizado pelo jornal Publituris passou pelo Meliá Braga, Meliá Ria Aveiro, tendo terminado no Lisbon Marriott Hotel, em que os 45 expositores tiveram oportunidade de mostrar as suas novidades a mais de 420 agentes que realizaram mais de 12.000 interações.

No último dia, em Lisboa, o RoadShow das Viagens do Publituris recebeu ainda a visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que pôde registar, em pessoa, o que os expositores deste evento do jornal Publituris trazem ao mercado nacional das viagens e turismo.

Nos “Destinos”, viajámos até Málaga para conhecer a construção de um destino inteligente que respeita os princípios de sustentabilidade, acessibilidade, tecnologia, governação e inovação. Foram estes os objetivos traçados e enumerados por Jacobo Florido Gómez, conselheiro de turismo do Ajuntamento de Málaga, na entrevista concedida ao jornal Publituris.

Na rubrica que comemora os 50 anos do 25 de abril, recordamos a capa publicada a 1 de abril de 1974 pelo jornal Publituris.

Nos “Transportes”, entrevistámos Teresa Gonçalves, presidente do Grupo SATA. Há um ano à frente dos destinos do grupo de aviação açoriano, a responsável falou com o Publituris sobre a mudança de estratégia, que já está a permitir resultados históricos, nomeadamente nos mercados da América do Norte. As novas rotas, os processos de reestruturação e a privatização também foram temas nesta conversa.

Ainda nos “Transportes”, o Publituris foi conhecer aquele que é o 16.º navio e o maior da frota da Princess Cruises. A bordo do Sun Princess, inaugurado a 28 de fevereiro deste ano, o embarque foi feito em Barcelona e levou-nos a Atenas e Civitavecchia, passando ainda por Palma de Maiorca e Sicília.

O “Dossier” desta edição é dedicado à Animação Turística. A pandemia já ficou definitivamente para trás e, neste mercado, vive-se um período de crescimento, com a introdução de novas tecnologias e a procura por experiências a trazerem novos públicos a Portugal e às empresas que se dedicam a esta atividade.

Além do “Check-in”, no qual o Conselho Editorial do Publituris dá as suas opiniões relativamente a várias questões, as opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Sílvia Dias (Savoy Signature), Amaro F. Correia (docente), Pedro Tiago Mendes (Expertree), e Carlos Torres (jurista).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Turismo Religioso, AITO Ucrânia, Tendências Amadeus, Embratur e a Conferência dedicada ao Enoturismo

O “dossier” dedicado ao Turismo Religioso é o destaque desta edição do Publituris. Além disso, poderá ainda ler sobre o turismo na Ucrânia, Embratur, as tendências de viagens da Amadeus, os pontos mais importantes saídos da conferência sobre o Enoturismo e rever os “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024” e a BTL 2024 em imagens.

Publituris

A edição de 15 de março de 2024 do jornal Publituris destaca o Turismo Religioso. Como Santuário de Fátima a receber quase 7 milhões de peregrinos, em 2023, correspondendo a um aumento de 39% face a 2022 e mais 9% relativamente a 2019, Europa, América – com destaque para os EUA, Brasil e México – e Ásia (Filipinas, Coreia do Sul e Vietname) são os principais continentes que procuram este destino. Contudo, Purificação Reis, presidente da ACISO, entidade organizadora dos Workshops Internacionais do Turismo Religioso, apela à valorização do Turismo Religioso Nacional.

Na “Distribuição”, o Publituris esteve à conversa com Olena Kazmina, vice-presidente da Associação de Operadores Turísticos Incoming da Ucrânia (AITO), que pede que “não esqueçam a Ucrânia”. De resto, Kazmina refere que, apesar do conflito existente na Ucrânia, iniciado pela Rússia, o turismo no país não parou. “Grande parte dos visitantes são, naturalmente, apoiantes da causa ucraniana”, admitindo que “sabemos que, atualmente, o destino não é de lazer, seguro, onde se pode ter umas férias relaxadas, mas há regiões não afetadas pela guerra, nomeadamente, mais a Ocidente”.

No âmbito da BTL 2024, a Amadeus revelou as últimas tendências de viagens a nível mundial. Apresentados os resultados, a empresa deu a conhecer duas tendências em lazer e duas em business: o turismo musical e a classe executiva; o poder do networking e a sustentabilidade, respetivamente. Como tendência transversal encontra-se o Assistente Pessoal com recurso à Inteligência Artificial (IA).

Em imagens, trazemos o que foram os “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”, bem como uma amostra do que foi a maior feira do turismo em Portugal, para nas “Capas que fazem história”, trazermos os destaques do Publituris da edição de 15 de março de 1974.

Nos “Destinos”, um ano depois de ter assumido a presidência da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, Marcelo Freixo regressou a Portugal para dar conta da nova estratégia de promoção que o Brasil definiu para os mercados europeus e na qual Portugal tem um lugar de destaque.

Também no âmbito da BTL 2024, o Publituris co-organizou a conferência dedicada ao Enoturismo, uma atividade, um mercado já histórico em Portugal, que tem as suas tradições, tem o seu valor acrescentado, mas, no entanto, só agora começou a ser olhado como tal. A especificidade deste segmento, a sua interligação com outros produtos turísticos e a sua promoção foram temas da conferência em que participaram Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, Pedro Valle Abrantes, Managing Partner da Trypor, Alexandra Leroy Maçanita, Events & Wine Tourism Manager da Fita Preta, Luís Santos, General Manager do Palácio Ludovice Wine Experience Hotel, e Ana Maria Lourenço, Public Relations do World of Wine (WoW).

Além do Pulse Report da GuestCentric, as opiniões desta edição pertencem a Jaime Quesado (economista e gestor) e Manuel de Carvalho e Sousa (docente no ISAG-European Business School).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: O Turismo nas eleições, os vencedores dos “Portugal Trade Awards”, as tendências dos mercados emissores, entrevistas Cabo Verde, BTL e easyJet, NDC e Turismo Cultural

A edição do jornal Publituris que marca o 56.º aniversário da publicação está recheada de temas diversos.

Publituris

A próxima edição do jornal PUBLITURIS é especial. Especial porque é uma edição que estará na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL 2024. Especial porque traz uma perspectiva sobre o que vale o Turismo para os diversos partidos, com representação parlamentar, nas eleições de 10 de março. Especial porque divulga os vencedores dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”.

A começar, em plena campanha eleitoral, trazemos a importância do setor do Turismo nos diversos programas eleitorais dos partidos, com representação parlamentar. Procurámos o que os oito programas trazem em termos de referência ao “Turismo”, “TAP” e “Aeroporto”.

Aproveitando a presença na FITUR 2024, que se realizou de 24 a 28 de janeiro, em Madrid, o jornal Publituris analisa as principais tendências dos mercados emissores mais relevantes. Na conferência da UN Tourism (antiga Organização Mundial do Turismo – OMT), China, Índia, Médio Oriente, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Espanha, EUA e Canadá deram a conhecer como é que os respetivos habitantes irão viajar em 2024.

Nesta edição, divulgamos os vencedores da 12.ª edição dos “Portugal Trade Awards”. Assim, os vencedores são: Solférias – “Melhor Operador Turístico”; Cosmos – “Melhor Agência Corporativa”; Consolidadro.com – “Melhor Consolidador”; Abreu – “Melhor DMC”; Abreu online – “Melhor Distribuidor B2B”; ATR – “Melhor GSA Aviação”; Amadeus – “Melhor Sistema Global de Distribuição”; CM Private Luxury Tours – “Melhor Empresa de Transfers”; Unlock Boutique Hotels – “Melhor Empresa Gestão Hoteleira”; GuestCentric – “Melhor Empresa de Software de Gestão Hoteleira (PMS)”; Merytu – “Melhor Startup”; Neoturis – “Melhor Consultoria e Assessoria em Turismo”; Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril – “Melhor Formação em Turimso”; Ageas – “Melhor Seguradora de Viagens”; Gr8 Events – “Melhor Empresa de Organização de Eventos”; MEO Arena – “Melhor Venue para Eventos e Congressos”; e, por último, a “Personalidade do Ano 2023”, prémio entregue a Luís Rodrigues, CEO da TAP Air Portugal.

Na “Distribuição”, damos a conhecer a oferta da Solférias para o verão de 2024. O operador turístico, através do evento “Oficina de Ideias, promoveu ações de formação sobre os destinos que constam da sua programação charter para o verão, designadamente, as ilhas do Sal e da Boavista, em Cabo Verde, Porto Santo, Hurgada (Egito), Monastir e Djerba (Tunísia), Saidia (Marrocos), Senegal e Zanzibar (Tanzânia).

Nos “Destinos”, entrevistámos o ministro do Turismo e Transportes de Cabo Verde, Carlos Santos, que admitiu que o destino ainda tem espaço para crescer em Portugal, mercado emissor que faz parte do top 5. Por isso, foi escolhido coo destino internacional convidado da edição 2024 da BTL.

Ainda nos “Destinos”, falámos com Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), a propósito da nova marca e conceito da e para a região. De resto, Luís Pedro Martins salientou que a região “está no bom caminho para ter mais turismo e, muito importante, melhor turismo”.

No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de abril de 1974, o jornal Publituris traz “Capas que fazem História”. Nesta edição mostramos a capa de 1 de março de 1974, edição essa que marcou o 6.º aniversário da publicação.

Com a realização da BTL 2024, de 28 de fevereiro a 3 de março, ficámos a saber que a grande ambição do maior evento do setor do turismo, em Portugal, passa “pelo mundo se mostrar em Portugal na BTL”. Pedro Braga, diretor-geral adjunto da FCE Lisboa – Feiras Congressos e Eventos, deixou a referência de que a BTL “tem a ambição de fazer regressar o Turismo de Portugal, apresentar um Conselho Estratégico e abrir a BTL ao mundo”.

Nos “Transportes”, José Lopes, country manager da easyJet Portugal, disse, em entrevista, que “Portugal continua a ter oportunidades interessantes para crescimento no futuro”. Isto, depois de a easyJet ter registado, em 2023, um ano histórico, e estimar voltar a crescer mais 6%, em 2024.

Ainda nos “Transportes”, depois de, em 2023, ter feito uma forte aposta nas Caraíbas, a World2Fly, companhia aérea do Grupo World2Meet (W2M) volta a disponibilizar, este verão, uma extensa oferta de voos para Cuba, República Dominicana e México. Além das Caraíbas, o grupo tem já no mercado uma vasta programação, com destaque para destinos com a Albânia ou Zanzibar.

Na “Tecnologia”, o tema é NDC. Para tal, entrevistámos um especialista na área da aviação comercial, Mário Almeida, desvendamos, em primeira pessoa, a estratégia da TAP sobre a matéria, e damos a conhecer a APG Platform NDC.

Para finalizar, o “Dossier” desta edição é dedicado ao Turismo Cultural e Industrial. Num país onde, queiramos ou não, a cultura é vista (infelizmente) como um parente pobre, o turismo literário tem conseguido combater este cenário. Contudo, a tarefa não é fácil e o Turismo de Portugal tem-se esforçado por colocar o Turismo Literário – e não só – no mapa de diversificação da oferta turística, para dentro e para fora.

Já no Turismo Industrial, na vila mineira no Baixo Alentejo, é possível recuar 5000 anos para encontrar os primeiros indícios de mineração na área de Aljustrel. Constituindo ainda uma das minas em atividade mais antigas do mundo, nasceu, recentemente, o Parque Mineiro de Aljustrel, revelando Marcos Aguiar, coordenador deste projeto, tratar-se de um produto “muito genuíno e com alicerces históricos muitos robustos”.

Tudo isto além do Check-in, e das opiniões de Francisco Jaime Quesado (Economista e gestor); Ana Jacinto (AHRESP); Carlos Torres (Jurista), Pedro Castro (SkyExpert); Joaquim Robalo de Almeida (ARAC); e Jan-Erik Ringertz (Highgate Portugal).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Uma última homenagem a André Jordan, a reta final na votação para os Portugal Trade Awards, Tiger Team e autocarros de turismo

A edição de 16 de fevereiro do jornal PUBLITURIS faz capa com André Jordan, falecido no dia 9 de fevereiro. O PUBLITURIS presta, assim, uma homenagem a quem foi apelidado durante anos como “Pai do Turismo” em Portugal. “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”, Tiger Team e um dossier sobre Autocarros de Turismo preenchem o resto da edição.

Publituris

A segunda e última edição de fevereiro de 2024 do jornal PUBLITURIS faz uma homenagem a André Jordan. Empresário, empreendedor, “Pai do Turismo” em Portugal, “Senhor Quinta do Lago”, Senhor Belas Clube de Campo”, André Jordan marcou, indiscutivelmente, o setor do turismo no nosso país.

Nesta edição republicamos uma das primeiras entrevistas dadas por André Jordan em Portugal e ao jornal PUBLITURIS. Foi na edição de 15 de outubro de 1974 que Nuno Rocha, fundador e na altura diretor do jornal, entrevistou André Jordan. O foco da entrevista está, sobretudo, no Algarve, mas o que André Jordan referiu há quase 50 anos sobre a região, não só é válido para o Algarve como para todo o país.

Lá estão temas como o Aeroporto de Lisboa, um “Turbotrain”, a necessidade de se apostar em infraestruturas, o emprego, a inflação, incentivos fiscais, desenvolvimento social, tráfego aéreo, poluição, a cultura, o golfe [claro], atração de investimento estrangeiro, etc..

Recordo, a data da entrevista que republicamos é de 1974!

Além desta homenagem que o jornal PUBLITURIS presta a André Jordan, recordamos os nomeados para os “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”, cujas votações terminam neste dia 16 de fevereiro de 2024.

Ainda poderá votar até ao final do dia em https://premios.publituris.pt/trade/2024/

No “Meeting Industry”, fomos conversar com João Moita, Managing Partner da Tiger Team, DMC que está no mercado desde janeiro de 2023. João Moita reclama infraestruturas de raiz em Lisboa para servir o segmento onde a empresa se posiciona, o MICE, designadamente, um centro de congressos, hotéis de grandes dimensões e um parque de diversões, sem falar da falta de decisão sobre um novo aeroporto. De resto, admite que Portugal tem boa reputação no panorama internacional para este segmento.

O “Dossier” desta edição é dedicado aos Autocarros de Turismo. Depois de um ano positivo em 2023, as empresas de autocarros de turismo e passageiros mostram-se confiantes de que também 2024 venha a ser um ano de sucesso e, apesar dos desafios que continuam a existir, há novidades para apresentar ao mercado.

Numa edição que junta o “Check-in” com o Pulse Report da guestcentric, as opiniões pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor) e Amaro F. Correia (docente na Atlântico Business School.

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: O verão IATA na aviação, PTL Tours, ‘Travel Outlook’ da Deloitte, recrutamento no turismo, Virgin Voyages e os nomeados dos Portugal Trade Awards

A edição de 2 de fevereiro de 2024 faz uma previsão do que será o verão IATA’24 para as companhias aéreas que atuam em Portugal. Mais há mais: PTL Tours, ‘Travel Outlook’ da Deloitte sobre o mercado dos EUA, recrutamento no turismo, Virgin Voyages e os nomeados dos Portugal Trade Awards.

Publituris

A primeira edição de fevereiro faz capa com o verão IATA’24 no setor da aviação. Depois de um 2023 que foi positivo para a aviação e para a generalidade das companhias aéreas que operam em Portugal, as expectativas estão em alta e, apesar dos muitos problemas e23 desafios que ameaçam a aviação, esperam-se várias novidades para o próximo verão IATA, que se assinala entre 31 de março e 26 de outubro.

Além disso, as companhias aéreas revelam as operações que prepararam para mais uma época alta em Portugal. Novas rotas, mais frequências e aumentos de capacidade prometem marcar o próximo verão.

Não é uma agência de viagens convencional, mas também não é um operador turístico tradicional porque não vende às agências de viagens. A PTL Tours, que tem a sua própria programação, trabalha 98% com grupos fechados. É neste sentido que o seu CEO, Luís Costa carateriza a empresa que fundou, juntamente com dois sócios, como “um operador que vende ao público”. No entanto, há fortes probabilidades de vir a assumir-se como um operador turístico puro, enquanto pretende dinamizar o incoming.

Depois de mais de dois anos de ganhos consistentes, as viagens de lazer podem ter aproveitado toda a procura reprimida dos anos de pico da pandemia, admitindo a Deloitte no seu “Travel Outlook” para 2024, que, à medida que o fenómeno das “viagens de vingança” diminui, uma nova era pode estar a emergir para as viagens outbound dos EUA.

Um recente estudo da Michael Page veio mostrar que as dificuldades de recrutamento no setor Hospitality & Leisure se devem manter ou até agravar em 2024, uma vez que a oferta turística tem vindo a crescer a um ritmo acelerado, muito acima do número de pessoas que integra o setor.

A Mundomar Cruzeiros, que passou a representar em exclusivo a Virgin Voyages em Portugal e Espanha desde novembro de 2023, realizou, em meados de janeiro, um webinar para apresentar aos agentes de viagens portugueses e espanhóis esta companhia de cruzeiros, que prima pelo luxo e rompe com muitas das tradições deste setor.

Nesta edição continuamos a divulgar os nomeados para os “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”, cujos vencedores serão conhecidos a 28 de fevereiro no evento que se realiza na FIL.

São 96 nomeados em 16 categorias que estão em https://premios.publituris.pt/trade/2024/ à espera do seu voto.

As opiniões desta edição pertencem a Francisco Jaime Quesado (Economista e Gestor) e Joaquim Robalo de Almeida (ARAC).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
Edição Digital

Edição Digital: Entrevista a Lídia Monteiro, IAG7 em Portugal, Piauí, Rio Grande do Sul, dossier golfe e nomeados dos “Portugal Trade Awards”

Esta edição do Publituris faz capa com a entrevista a Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal. Além disso, há uma conversa com Ángel Muñoz, CEO da IAG7, e a intenção de compra em território nacional, a descoberta de Piauí, uma viagem a Rio Grande do Sul e um dossier dedicado ao golfe turístico e o lançamento dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”.

Publituris

A 2.ª edição do jornal PUBLITURIS faz capa com uma entrevista a Lídia Monteiro, vogal do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal no rescaldo da apresentação da nova campanha “It’s not tourism. It´s futourism” e em vésperas da maior participação do nosso país na FITUR, em Madrid.

Com os resultados a indicarem o melhor ano de sempre para o turismo em Portugal, Lídia Monteiro admite que o turismo é, provavelmente, dos poucos setores em Portugal que tem tido, ao longo dos anos, consistência nas mensagens e isso, salienta, aponta agora para o “turismo do futuro” que “tem de passar, necessariamente por um equilíbrio entre visitantes e residentes, entre territórios do litoral e do interior, entre atividade turística, cultura, ambiente e património”.

Na “Distribuição”, entrevistámos Ángel Muñoz, CEO da IAG7, a quarta maior agência de viagens corporativa em Espanha e que está em Portugal há cinco anos. No nosso país, a ambição é crescer e, por isso, está à procura de uma oportunidade para comprar agências de viagens médias ligadas a este segmento.

Em Portugal esteve, também, o Estado brasileiro do Piauí que, num evento organizado pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostrou toda a sua oferta turística, cultural, natural, histórica, arqueológica e gastronómica. De resto, Portugal foi o pontapé de saída para a promoção do destino que quer conquistar a Europa.

Nesta edição e como vem sendo habitual nesta altura do ano, lançamos também os nomeados dos “Portugal Trade Awards by Publituris @BTL 2024”. Este ano, são 96 nomeados em 16 categorias, havendo ainda lugar para a “Personalidade do Ano”.

As votações decorrem entre 22 de janeiro e 16 de fevereiro de 2024 e os vencedores serão conhecidos no primeiro dia da BTL 2024, a 28 de fevereiro. Por isso, vote a partir de segunda-feira em https://premios.publituris.pt/trade/_2024/

Nesta edição viajamos, também, ao Estado do Rio Grande do Sul, conhecido como um dos principais destinos turísticos do Brasil e o local que os brasileiros para fazer turismo de inverno.

O “Dossier” desta edição de 19 de janeiro é dedicado ao golfe turístico. Começamos com uma entrevista a Nuno Sepúlveda, presidente do Conselho Nacional da Indústria do Golfe (CNIG), que admite que se está a “valorizar o produto golfe e a tentar cobrar o valor certo”.

Com os dados do Turismo de Portugal a indicarem um primeiro semestre de 2023 com os melhores números já registados no nosso país, Nuno Sepúlveda admite que “está na altura de renovar o produto e melhorar a promoção do mesmo”. A luta para a baixa do IVA no golfe, essa continua e seria, segundo o presidente do CNIG, “um fator importante de competitividade”.

Ouvidos foram, também, alguns agentes do segmento golfe em Portugal que antecipam um bom ano de 2024, fazendo eco das palavras do presidente do CNIG quando referem que a passagem do IVA do golfe de 6% para 23% “fragilizou muito a atividade face aos outros destinos e impossibilitou voltar aos números de 2010 [ano recorde no golfe turístico]”.

Neste dossier, os agentes do golfe turístico ouvidos pelo Publituris destacam, igualmente, que “o golfe não é um grande consumidor de água” e que esta questão precisa de ser “desmistificada”.

Além do “Check-in”, onde o Conselho Editorial do Publituris responde às questões colocadas, as opiniões pertencem a Francisco Jaime Quesado (economista e gestor), Joaquim Robalo de Almeida (ARAC) e Jorge Papa (Golfe do Morgado).

Leia aqui a edição.

Sobre o autorPublituris

Publituris

Mais artigos
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB
PUB

Navegue

Sobre nós

Grupo Workmedia

Mantenha-se informado

©2024 PUBLITURIS. Todos os direitos reservados.